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exportações

Business

Exportações de calçados começam ano em queda no Brasil

Por Jonathan da Silva 13/03/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações de calçados do Brasil sofreram quedas de 31,3% em volume e 22,8% em receita no primeiro bimestre comparado ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Se considerado apenas o mês de fevereiro, as quedas foram de 33,4% em volume e 22,5% em receita em relação a 2023. As exportações somaram 18,38 milhões de pares e US$ 169,66 milhões nos dois primeiros meses de 2024.

O resultado é o pior do primeiro bimestre dentro da série histórica, que teve início em 1997. Os dados geram alerta para o setor calçadista brasileiro. “Existem instabilidades e processos inflacionários graves nos principais mercados do mundo. É claro que tem impacto. Mas penso que o impacto maior está sendo o retorno de uma China mais agressiva ao mercado, tirando espaços dos seus concorrentes internacionais, principalmente na América Latina”, avalia o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressaltando que a América Latina absorve mais de 50% das exportações brasileiras de calçados.

Mais um país que teve influência nos resultados do primeiro bimestre de 2024 foi a Argentina, uma vez que os Estados Unidos, principal destino internacional do calçado brasileiro, vem apresentando quedas cada vez menos significativas. “A Argentina apresentou, no ano passado, dois semestres consecutivos de elevação na taxa de pobreza, alcançando mais de 40% da população. O impacto da crise argentina é sentida fortemente pelos calçadistas brasileiros”, avalia Ferreira.

Exportações do calçado brasileiro passam por momento de baixa

Destinos

O principal destino das exportações de calçados brasileiros neste primeiro bimestre foi os Estados Unidos, que recebeu 1,9 milhão de pares por US$ 38,9 milhões, o que representou quedas de 10,4% e 3,7%, respectivamente, comparado aos dois primeiros meses do ano anterior.

Em momento econômico conturbado, a Argentina ficou no segundo lugar entre os maiores destinos do calçado brasileiro nestes dois primeiros meses de 204. Para o país vizinho foram embarcados 1,18 milhão de pares por US$ 24,75 milhões, quedas de 29,9% em volume e 17,8% em receita em relação ao primeiro bimestre de 2023.

A Espanha ocupa o terceiro lugar do ranking de exportações. O país europeu recebeu 2,93 milhões de pares por US$ 8,88 milhões neste primeiro bimestre, quedas de 33,4% e 36,2%, respectivamente, no comparativo com a mesma época do ano passado.

Origens

O Rio Grande do Sul continua ocupando o posto de maior exportador brasileiro de calçado. No bimestre, 5,67 milhões de pares saíram das fábricas gaúchas por US$ 84,45 milhões, o que representa quedas de 2% em volume e de 3,8% em receita na comparação com os dois primeiros meses de 2023.

O segundo estado com mais exportações foi o Ceará, de onde partiram 6,73 milhões de pares por US$ 41 milhões, baixas de 36,3% e 36,7%, respectivamente, em relação ao primeiro bimestre do ano anterior.

Dentre os estados que mais exportam, a Bahia foi quem teve menor queda no desempenho. Entre janeiro e fevereiro, as fábricas baianas embarcaram 533,88 mil pares por US$ 12,95 milhões, queda de 16,3% em volume e estabilidade de receita em relação aos dois primeiros meses de 2023.

São Paulo perdeu a terceira posição do ranking para a Bahia e agora ocupa a quarta colocação. Neste primeiro bimestre, as fábricas paulistas exportaram 756,6 mil pares por US$ 12,7 milhões, quedas de 37,6% e 31,2%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado.

Otimismo para o futuro

Haroldo Ferreira avalia que com a desaceleração da inflação mundial e a manutenção de taxas positivas de crescimento econômico em mercados como Estados Unidos e Europa, as exportações brasileiras devem apresentar melhor desempenho no segundo semestre do ano. Todavia, a estimativa é que 2024 tenha resultados inferiores a 2023.

Importações em alta

Na contramão das exportações, as importações continuam em crescimento. Durante fevereiro, entraram no Brasil 4,1 milhões de pares por US$ 53,48 milhões, o que representa queda de 5,9% em volume, mas incremento de 41,8% em receita, em comparação com o mesmo mês em 2023. No acumulado do bimestre, as importações somaram 6,9 milhões de pares e US$ 90,6 milhões, queda de 9% em volume e aumento de 4,4% em receita em relação ao mesmo período do ano passado.

Os países asiáticos seguem sendo as principais origens de importação, representando mais de 80% dos calçados que entram no Brasil. A principal origem foi o Vietnã, que exportou para o Brasil 1,2 milhão de pares por US$ 26,7 milhões em fevereiro, altas de 59% em volume e de 47% em receita na relação com o mesmo mês do ano passado. No compilado do bimestre, as importações de calçados vietnamitas atingiram 2 milhões de pares e US$ 43,87 milhões, elevação de 5% em pares e baixa de 0,9% em receita no comparativo com os dois primeiros meses de 2023.

A segunda maior origem das importações do começo de ano foi a Indonésia. Em fevereiro, as importações de calçados do país do sudeste asiático chegaram a 660 mil pares e US$ 11, 44 milhões, aumentos de 78,9% e 51,7%, respectivamente, ante o mesmo mês em 2023. Considerado o bimestre, as importações da Indonésia foram de 1 milhão de pares e US$ 17,17 milhões, crescimento de 34,3% e 10,2% ante o mesmo momento do ano passado.

A China completa o pódio do ranking, tendo embarcado para o Brasil neste mês de fevereiro 1,65 milhão de pares por US$ 5,27 milhões, baixa de 44,2% em volume e alta de 3,6% em receita na comparação com o mesmo mês do ano passado. No bimestre, as importações chinesas somaram 2,75 milhões de pares e US$ 9,58 milhões, baixas de 36,2% e 16,3%, respectivamente, sobre 2023.

Consideradas partes de calçados, como cabedais, saltos, solados, palmilhas, etc., as importações do bimestre somaram US$ 7,9 milhões, o que representa uma alta de 62% em relação ao mesmo período de 2023. Neste recorte, as principais origens foram China, Paraguai e Colômbia.

Os resultados completos do levantamento da Abicalçados podem ser conferidos clicando aqui.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2024 0 Comentários 468 Visualizações
Business

Exportações de calçados iniciam 2024 em queda

Por Marina Klein Telles 14/02/2024
Por Marina Klein Telles

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, em janeiro, as exportações do setor somaram 10,3 milhões de pares, que geraram US$ 90,75 milhões, quedas tanto em volume (-29,7%) quanto em receita (-23%) em relação ao mesmo mês do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, embora a queda tenha sido maior do que a esperada pela entidade (entre 18% e 22%, em pares), o setor segue com expectativa de recuperação a partir do segundo semestre do ano. “O mercado mundial ainda está bastante instável, mas já dá sinais de recuperação. Só que o efeito, para a exportação, não é tão imediato. Esperamos, com a recuperação na segunda parte do ano, encerrar 2024 com um incremento de até 0,9% no volume embarcado ao exterior”, comenta o executivo.

Conforme a Abicalçados, neste primeiro mês, impactaram negativamente sobretudo as quedas nos embarques para os mercados colombiano e argentino, de 40% e 24%, respectivamente. “A Colômbia é o nosso terceiro principal destino, em volume, então o resultado teve um impacto bastante relevante no registro geral”, informa Ferreira. A Inteligência de Mercado da Abicalçados projeta uma queda de 13% nas exportações de calçados para o primeiro trimestre, com uma recuperação a partir da segunda parte do ano.

RS responde por metade da receita gerada

A principal origem das exportações brasileiras de calçados segue sendo o Rio Grande do Sul. Em janeiro, partiram das fábricas gaúchas 2,98 milhões de pares, que geraram US$ 45,56 milhões, incremento de 5,5% em volume e queda de 2,4% em receita na relação com janeiro de 2023.

A segunda origem das exportações do setor no primeiro mês do ano foi o Ceará, que embarcou 3,72 milhões de pares por US$ 21 milhões, quedas tanto em volume (-37%) quanto em receita (-39,4%) em relação ao mesmo mês do ano passado.

Com quedas de 41,3% em volume e de 28,8% em receita, São Paulo foi a terceira origem das exportações de calçados em janeiro. No mês, partiram das fábricas paulistas 416,32 mil pares, pelos quais foram pagos US$ 7,4 milhões, quedas tanto em volume (-41,3%) quanto em receita (-28,8%) ante janeiro de 2023.

Importações

Assim como as exportações, as importações de calçados desaceleraram no início de 2024. No primeiro mês do ano, entraram no Brasil 2,8 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 37,12 milhões, resultados inferiores tanto em volume (-13,5%) quanto em receita (-24,3%) ante o mês correspondente de 2023.

As principais origens seguem sendo os países asiáticos China, Vietnã e Indonésia, que juntos responderam por 70% das importações no período. Em janeiro, com um preço médio de US$ 3,90 por par, a China embarcou rumo ao Brasil 1,1 milhão de pares, pelos quais foram pagos US$ 4,3 milhões, quedas de 32,2% e de 18,8%, respectivamente, ante o mesmo mês de 2023. A segunda origem de janeiro foi o Vietnã, de onde foram importados 799,58 mil pares por US$ 17,16 milhões, quedas de 34,3% e de 30,8%, respectivamente, ante 2023. Completando o ranking das importações aparece a Indonésia, de onde vieram 347,76 mil pares por US$ 5,7 milhões, quedas de 8,8% e de 29%, respectivamente, ante 2023.

Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações de janeiro somaram US$ 3,76 milhões, 40% mais do que no mesmo mês de 2023. As principais origens foram China, Paraguai e Colômbia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/02/2024 0 Comentários 523 Visualizações
Business

Exportações de tabaco superam US$ 2,72 bilhões em 2023

Por Jonathan da Silva 22/01/2024
Por Jonathan da Silva

Desde 1993, o Brasil ocupa o posto de maior exportador de tabaco do mundo. Números divulgados pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC/ComexStat) apontam que, apesar de o país ter exportado em menor volume que em 2022, houve incremento nas divisas. Em todo Brasil, foram embarcadas 512.064 toneladas (-12,45% que em 2022, quando foram 584.861 toneladas). Já em dólares, foram exportados US$ 2,729 bilhões (+11,32% que no ano anterior, com US$ 2,452 bilhões).

Para o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, o resultado está dentro do esperado. “De acordo com pesquisa feita em 2023, tínhamos a previsão de um embarque menor no volume e um acréscimo no montante em dólares exportados, o que se confirmou”, avalia o presidente do SindiTabaco.

No total, 107 países compraram o produto. A União Europeia teve destaque com 42% do total embarcado, seguida de Extremo Oriente (31%), África/Oriente Médio (11%), América do Norte (8%) e América Latina (8%). Bélgica, China, Estados Unidos e Indonésia seguem sendo os países que mais importam tabaco no mundo. Emirados Árabes, Vietnã e Turquia aparecem em seguida no ranking dos maiores importadores de 2023.

Principais países importadores

1º – Bélgica (US$ 605 milhões)
2º – China (US$ 428 milhões)
3º – Estados Unidos (US$ 179 milhões)
4º – Indonésia (US$ 156 milhões)
5º – Emirados Árabes (US$ 121 milhões)
6º – Vietnã (US$ 92 milhões)
7º – Turquia (US$ 91 milhões)

Destaque para o sul

A Região Sul, onde se concentra 95% da produção brasileira de tabaco, segue se destacando. Do volume embarcado em 2023, 85% saiu do Porto de Rio Grande (RS), 12,1% de Santa Catarina e 2,9% do Paraná. A participação do tabaco foi de 0,80% no Brasil, 4,51% na Região Sul e, no Rio Grande do Sul, estado que é o maior produtor, chegou a 11,19%. “Os números continuam demonstrando a grande importância do tabaco no cenário do agro sul-brasileiro, em especial para os gaúchos”, enfatiza Schünke.

Foto: Junio Nunes/divulgação | Fonte: Assessoria
22/01/2024 0 Comentários 438 Visualizações
Business

Entenda como as importações impactam na comercialização de bens internos

Por Marina Klein Telles 19/01/2024
Por Marina Klein Telles

Um estudo realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mediu o impacto da isenção do imposto de importação em produtos adquiridos por pessoas físicas com valor até US$ 50 sobre o varejo nacional. Para cada 1% de diferença de preços em relação ao produto importado pelo regime Remessa Conforme, há perda média de 0,49% no faturamento. Os mais afetados são os setores de farmácia e perfumaria, com o maior impacto (0,87%), seguidos por vestuário e calçados (0,64%).

O estudo indica que, para um empresário importar o mesmo produto anunciado até US$ 50 (aproximadamente R$ 250) em lojas de comércio eletrônico, o custo tributário varia entre 63% e 90%. Isso elevaria o preço de venda ao consumidor desse mesmo produto a R$ 546, no mínimo.

Ação Direta de Inconstitucionalidade ajuizada no STF

Por conta dos prejuízos provocados à competitividade do setor produtivo brasileiro, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) protocolaram na noite desta quarta-feira (17 de janeiro) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a isenção do imposto de importação para bens de pequeno valor, destinados a pessoas físicas no Brasil. A ADI pede que o Remessa Conforme seja suspenso enquanto o mérito não for julgado.

Na ADI, as Confederações apontam que os artigos 2º, inciso II, do Decreto-Lei nº 1.804/80 (com redação conferida pelo artigo 93 da Lei nº 8.383/91) e 2º, inciso II, alínea “c”, da Lei nº 8.032/90 estabelecem isenção apenas entre pessoas físicas para remessas internacionais de bens sem caráter comercial. A interpretação do Ministério da Fazenda teria, nesse sentido, sido equivocada, reduzindo a zero a alíquota do imposto de importação para bens objeto de remessa postal internacional de até US$ 50, destinados a pessoas físicas, sejam eles remetidos por pessoas físicas ou jurídicas de fora do País, conforme a Portaria MF nº 612/2023, que alterou a Portaria MF nº 156/99.

Assim, por força da interpretação conforme a Constituição, a ADI requer a declaração da inconstitucionalidade das medidas que possibilitam a isenção do imposto de importação, já que configuram violações aos princípios da isonomia, da livre concorrência, do mercado interno como patrimônio nacional e do desenvolvimento nacional. Conforme dados da CNI, em 10 anos, entre 2013 e 2022, as importações de pequeno valor saltaram de US$ 800 milhões para US$ 13,1 bilhões, montante que representou 4,4% do total de bens importados em 2022.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/01/2024 0 Comentários 556 Visualizações
Business

Embarques de carnes de patos e gansos crescem 18,9% em 2023

Por Marina Klein Telles 19/01/2024
Por Marina Klein Telles

As exportações de carne de pato do Brasil cresceram em 2023, conforme a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). No ano, foram embarcadas 3.507 toneladas do produto, volume que supera em 18,9% o total exportado no mesmo período de 2022, com 2.950 toneladas.

A receita gerada pelas exportações nos 12 meses de 2023 chegou a US$ 13,7 milhões, desempenho 24,4% maior que os US$ 11 milhões obtidos no ano anterior. Apenas no mês de dezembro foram embarcadas 484 toneladas, número 171,7% maior que o total exportado no mesmo período de 2022, com 178 toneladas. A receita obtida no mês chegou a US$ 1,7 milhão, desempenho 115,6% maior que o saldo do décimo segundo mês de 2022, com US$ 791 mil toneladas.

O setor tem investido no fortalecimento da imagem internacional por meio de ações por meio da marca setorial Brazilian Duck. O crescimento das vendas externas desse segmento de alto valor agregado e de produtos premium tem influência direta da estratégia setorial, que deve continuar a gerar importantes receitas cambiais para o Brasil”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Maior importadora dos produtos brasileiros, a Arábia Saudita foi destino de 986 toneladas em 2023, volume 2% inferior em relação a 2022. Por outro lado, os Emirados Árabes Unidos importaram 916 toneladas, número 32% maior, segundo o mesmo período comparativo. Outros destaques foram Catar, com 422 toneladas (+38%), México, com 266 toneladas (+11%) e Japão, com 238 toneladas (+54%).

“A estratégia de difusão internacional da marca brasileira seguirá forte em 2024, especialmente em ações em feiras internacionais. Isto, especialmente no Oriente Médio, que é o nosso principal mercado. Já para fevereiro, realizaremos degustações de shawarma (sanduíche típico árabe) de pato e promoção da imagem durante a Gulfood, maior feira de alimentos do Oriente Médio”, detalhou Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/01/2024 0 Comentários 504 Visualizações
Business

Exportações de carne de peru registram alta de 17,8% em 2023

Por Marina Klein Telles 11/01/2024
Por Marina Klein Telles

As exportações brasileiras de carne de peru encerraram o ano de 2023 com alta de 17,8%, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Ao todo, foram exportadas 69,8 mil toneladas do produto avícola no ano passado, contra 59,2 mil toneladas em 2022. As vendas geradas ao longo dos 12 meses de 2023 geraram receita de US$ 201 milhões, resultado 6,2% maior que o total do ano anterior, com US$ 189,3 milhões.

Em dezembro, as vendas de carne de peru para o mercado internacional foram de 4,2 mil toneladas, volume 20,4% maior do que o embarcado no mesmo período comparativo de 2022, com 3,5 mil toneladas. A receita obtida com as vendas totalizou US$ 8,4 milhões,  número 5,1% menor que o total realizado no décimo segundo mês de 2022, com US$ 8,9 milhões.

Maior importador da carne de peru produzida no Brasil, o México importou em 2023 16 mil toneladas, número 4% menor em relação ao ano anterior. Em fluxo positivo, a África do Sul importou 12,9 mil toneladas (+38%) e a União Europeia, 10,8 mil toneladas (+239%). “As exportações de carne de peru têm mantido movimento ascendente nos últimos cinco anos, e ganhou especial impulso em 2023 com as vendas para a Europa e a África do Sul. A expectativa é que o ritmo se mantenha ao longo deste ano”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2024 0 Comentários 537 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 20,9% em dezembro

Por Marina Klein Telles 08/01/2024
Por Marina Klein Telles

As exportações brasileiras de carne de frango (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) encerraram 2023 com exportações totais de 5,138 milhões de toneladas, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número confirma as projeções traçadas pela associação para o ano, acumulando alta de 6,6% em relação ao total exportado em 2022, com 4,822 milhões de toneladas. Em receita, a alta do ano foi de 0,4%, com total de US$ 9,796 bilhões acumulados nos 12 meses do ano passado, contra US$ 9,762 bilhões no mesmo período de 2022.

O bom desempenho do ano foi consolidado com o resultado alcançado em dezembro. Ao todo, foram exportadas 467,2 mil toneladas de carne de frango no período, número 20,9% superior ao registrado no décimo segundo mês de 2022, com 386,3 mil toneladas. Foi o segundo maior volume embarcado em um único mês na história do setor, superado apenas pelas 514,6 mil toneladas exportadas no mês de março de 2023.

Com isto, a receita gerada pelas exportações de dezembro totalizaram US$ 818,9 milhões, número 4,3% maior que os US$ 785 milhões obtidos no mesmo período de 2022. “Apesar dos desafios do ano, incluindo um cenário com variações acentuadas de mercados e de custos de produção, o resultado é altamente positivo e confirma as projeções traçadas pela ABPA para o ano, ao mesmo tempo em que indica a tendência de exportações que deveremos observar ao longo de 2024. Pela primeira vez superamos a marca de 5 milhões de toneladas exportadas. Neste contexto, as boas notícias divulgadas no fim de 2023 trazem expectativas de movimento sustentado nas vendas internacionais, seja em relação a mercados consolidados ou mesmo com a abertura de novos”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Em dezembro, o Japão assumiu a liderança como principal destino das exportações de carne de frango do Brasil, com 55,9 mil toneladas importadas, volume 53,9% maior que o total registrado no mesmo período de 2022. Em segundo lugar, a China importou 50,3 mil toneladas (+8,5%), seguida por Emirados Árabes Unidos, com 44,3 mil toneladas (+27%), Arábia Saudita, com 39,5 mil toneladas (+56,3%) e África do Sul, com 31,2 mil toneladas (+10,8%). “Houve um aumento generalizado nas importações de carne de frango pelos principais destinos dos nossos produtos, o que justifica o desempenho recorde para o mês de dezembro”, destaca o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Maior exportador de carne de frango do Brasil, o Paraná embarcou 2,087 milhões de toneladas ao longo do ano de 2023, número que supera em 9,69% o total exportado no ano anterior. Em seguida estão Santa Catarina, com 1,103 milhão de toneladas (+8,48%), Rio Grande do Sul, com 739 mil toneladas (-2,13%), São Paulo, com 292,6 mil toneladas (+6,32%) e Goiás, com 236,8 mil toneladas (+21,3%).

“No ano em que registramos o primeiro foco de Influenza Aviária em aves silvestres no Brasil, os resultados obtidos pelas exportações atestam a confiança do mundo no trabalho de excelência em biosseguridade executado pelas empresas do setor, com o apoio do Ministério da Agricultura e das secretarias estaduais e municipais de agricultura, o que permitiu ao país continuar livre de Influenza Aviária”, conclui o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/01/2024 0 Comentários 510 Visualizações
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Exportações de ovos crescem 99,9% em novembro

Por Marina Klein Telles 12/12/2023
Por Marina Klein Telles

As exportações brasileiras de ovos (incluindo produtos in natura e processados) totalizaram 788 toneladas em novembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 99,9% o total exportado no décimo primeiro mês de 2022, com 394 toneladas.

A receita gerada pelas exportações chegou a US$ 1,999 milhão, saldo 36,4% maior que o resultado registrado em 2022, com US$ 1,465 milhão. No acumulado do ano (janeiro a novembro), as exportações de ovos totalizaram 24,5 mil toneladas, volume que supera em 170,5% o total registrado no mesmo período de 2022, com 9,043 mil toneladas. Em receita, o resultado obtido no período chega a US$ 60,7 milhões, saldo 187,4% superior ao total registrado nos onze primeiros meses de 2022, com US$ 21,122 milhões.

No ano, o Japão segue como principal destino das exportações neste ano, com 10,363 mil toneladas exportadas, volume 947,9% superior ao registrado entre janeiro e novembro de 2022. Na sequência estão Taiwan, com 5,387 mil toneladas (sem registros de embarques no ano anterior) e Chile, com 2,584 mil toneladas (1.208% maior que o registrado nos onze primeiros meses de 2022).

“O Chile tem incrementado fortemente suas importações de ovos do Brasil. No acumulado do ano já se posicionou como terceiro principal destino e é o atual principal importador no levantamento mensal. Espera-se que, com os embarques para o país sul-americano e para outros destinos da Ásia, as vendas de ovos brasileiros para o exterior sigam em volumes significativamente superiores aos registrados ao longo da última década”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/12/2023 0 Comentários 523 Visualizações
Business

Indústria calçadista exportou 110,9 milhões de pares até novembro

Por Marina Klein Telles 08/12/2023
Por Marina Klein Telles

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, entre janeiro e novembro, a indústria calçadista embarcou 110,9 milhões de pares, que geraram US$ 1,09 bilhão, resultados inferiores tanto em volume (-14,2%) quanto em receita (-8,8%) em relação ao mesmo período do ano passado. Já no recorte de novembro, as exportações somaram 8,47 milhões de pares e US$ 87,4 milhões, quedas de 16,3% e 8,5%, respectivamente, ante igual mês de 2022.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que os embarques seguem refletindo o cenário internacional de desaquecimento do mercado, inflação e juros elevados em alguns dos principais destinos do setor. A notícia positiva, no entanto, é a recuperação das exportações para os Estados Unidos, embora seja em função de uma base mais fraca. “Nos últimos meses do ano passado, já estávamos encontrando algumas dificuldades nos Estados Unidos. O crescimento, apesar de ser um alento para o setor, é reflexo de uma base muito fraca”, destaca o dirigente.

A concorrência chinesa, que vem aumentando seus embarques no mundo todo, é outro entrave para os embarques nacionais. “Concorrer com a China, um país que produz 5 de cada 10 pares de calçados no mundo, e que promove dumping – preços diferentes no seu mercado doméstico e no internacional -, sem cumprir legislações trabalhistas e de sustentabilidade é muito difícil. No ano passado, com os fretes mais caros, tivemos vantagens competitivas para países geograficamente mais próximos, mas com a normalização do preço perdemos mercado”, explica Ferreira.

Destinos

Entre janeiro e novembro, o principal destino do calçado brasileiro no exterior foi a Argentina, para onde foram embarcados 13,67 milhões de pares, que geraram US$ 216,36 milhões, queda de 9,6% em volume e incremento de 28,2% em receita ante o mesmo período do ano passado. No recorte de novembro, foram embarcados para lá 762,48 mil pares por US$ 13,43 milhões, queda de 2,8% em volume e incremento de 21,3% em receita na relação com intervalo correspondente de 2022.

No acumulado, os Estados Unidos foram o segundo destino do calçado verde-amarelo no exterior. Para lá, foram embarcados 9,73 milhões de pares que geraram US$ 210,48 milhões, quedas de 41,2% e 32,3,%, respectivamente, ante mesmo ínterim do ano passado. Já no recorte de novembro, os embarques brasileiros para lá somaram 1,1 milhão de pares e US$ 19,25 milhões, incrementos de 89,6% e 29%, respectivamente, ante o mês 11 de 2022.

O terceiro destino do produto nacional no ano foi a França. Entre janeiro e novembro, foram embarcados para lá 2,63 milhões de pares, que geraram US$ 53,38 milhões, quedas de 54,8% e 10,3%, respectivamente, ante o mesmo intervalo do ano passado. No recorte de novembro, as exportações brasileiras para a França somaram 143,48 mil pares e US$ 4,35 milhões, quedas de 49,7% e 20,4%, respectivamente, no comparativo com o mesmo mês de 2022.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/12/2023 0 Comentários 568 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango acumulam alta de 5,6% em 2023

Por Marina Klein Telles 08/12/2023
Por Marina Klein Telles

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) acumulam alta de 5,6% nos embarques realizados entre janeiro e novembro deste ano. Ao todo, foram exportadas 4,684 milhões de toneladas em 2023, contra 4,436 milhões de toneladas no mesmo período de 2022. O resultado acumulado nas exportações dos onze primeiros meses deste ano chegou a US$ 8,977 bilhões, número equivalente ao registrado entre janeiro e novembro de 2022, com US$ 8,976 bilhões.

Considerando apenas o resultado de novembro, foram embarcadas 377,4 mil toneladas de carne de frango, número 0,5% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior, com 375,6 mil toneladas. Em receita, houve decréscimo de 13,5% no período comparativo, com US$ 676,1 milhões em novembro de 2023, contra US$ 781,3 milhões em 2022. “O fluxo positivo registrado no mês passado e que se repetiu em praticamente todo o ano indica a confirmação das projeções da ABPA para embarques que deverão superar 5 milhões de toneladas em 2023, reforçando a posição brasileira pela segurança alimentar global, complementando as produções locais”, avalia o presidente da ABPA.

Principal destino das exportações de carne de frango, a China importou entre janeiro e novembro deste ano o equivalente a 632,2 mil toneladas, volume 28% superior ao registrado no mesmo período de 2022. Outros destaques no período foram a Arábia Saudita, com 337,4 mil toneladas (+7,2%), África do Sul, com 309,2 mil toneladas (+20,9%), Coreia do Sul, com 184,4 mil toneladas (+9,8%) e México, com 172,5 mil toneladas (+28,4%).

“Diversos destinos do Oriente Médio e Norte da África têm aumentado os volumes importados do Brasil. Inclusive a Argélia, um dos países da região, abriu recentemente o mercado para as exportações brasileiras, reforçando o papel do Brasil como maior exportador de proteína halal do mundo. Por sua vez, a China, nosso principal comprador, vem ao longo do ano aumentando em 28% as compras de carne de frango brasileira, em um ambiente de diminuição da produção chinesa neste ano”, analisa Luis Rua, diretor de Mercados da ABPA.

Entre os principais estados exportadores, o Paraná segue líder, com produção total de 1,923 milhão de toneladas entre janeiro e novembro deste ano, volume 9,34% superior ao registrado no mesmo período de 2022. na sequência e completando o ranking dos cinco principais exportadores estão Santa Catarina, com 994,4 mil toneladas (+6,90%), Rio Grande do Sul, com 672,3 mil toneladas (-3,38%), São Paulo, com 268,9 mil toneladas (+6,43%) e Goiás, com 213,1 mil toneladas (+19,90%).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/12/2023 0 Comentários 534 Visualizações
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