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Business

Indústria calçadista brasileira busca estreitar relações com mercado angolano

Por Jonathan da Silva 30/10/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista brasileira está fortalecendo relações comerciais com Angola, que se consolidou como um destacado destino de exportação para o setor. Entre janeiro e setembro, as fábricas brasileiras exportaram para o país africano o equivalente a US$ 11 milhões, representando um aumento de 3% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Em um encontro realizado durante o Fórum Brasil de Investimentos, em São Paulo, o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, e a gerente de Relacionamento e Negócios da entidade, Letícia Sperb Masselli, reuniram-se com representantes da Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações de Angola (Aipex). Ferreira destacou que o objetivo da reunião foi fortalecer o relacionamento com o mercado angolano, que apresenta um potencial de crescimento para os produtos brasileiros. “Angola é um mercado em crescimento para a indústria brasileira de calçados”, afirmou o dirigente.

Durante o encontro, representantes da Aipex ressaltaram a receptividade do calçado brasileiro em Angola, impulsionada por similaridades culturais, incluindo a língua, que facilitam a integração comercial. Angola, com uma população de mais de 34 milhões de pessoas, depende fortemente da importação de calçados e tem o Brasil como seu segundo maior fornecedor, atrás apenas da China.

Representando a Aipex, participaram do encontro o administrador-executivo Jerônimo Pongolola e o técnico Valter Almeida.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/10/2024 0 Comentários 441 Visualizações
Business

Exportações da indústria de transformação gaúcha crescem 23,2%

Por Jonathan da Silva 23/10/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações da Indústria de Transformação do Rio Grande do Sul registraram crescimento de 23,2% em setembro de 2024, em comparação ao mesmo mês do ano anterior. O aumento foi impulsionado pelos setores de alimentos, tabaco e máquinas e equipamentos, que apresentaram altas de 13,8%, 50,2% e 61,2%, respectivamente. Esse foi o primeiro crescimento interanual desde abril de 2024 e o mais significativo do ano, segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Bier, destacou a relevância desse resultado após uma redução nas exportações em agosto. “É uma boa notícia, ainda mais considerando que, em agosto, a redução de nossas exportações havia superado os 14%. A principal razão para este aumento foi a expansão da demanda internacional por produtos da nossa indústria”, afirmou Bier.

O segmento de alimentos faturou US$ 432,3 milhões em exportações, com um aumento de US$ 52,6 milhões em relação a setembro de 2023, impulsionado pelo aumento dos preços médios em 14%, enquanto as quantidades exportadas se mantiveram estáveis. O principal destaque foi o abate de aves, que exportou US$ 125,2 milhões, com destino principal para os Emirados Árabes Unidos.

O setor de tabaco alcançou uma receita de US$ 274,6 milhões, um crescimento de US$ 91,8 milhões, impulsionado por aumentos tanto nos preços (31%) quanto nas quantidades exportadas (14,7%). As principais destinações foram Bélgica, Estados Unidos e Egito.

Máquinas e equipamentos foi outro segmento de destaque, com US$ 255,2 milhões em exportações, um aumento de US$ 96,9 milhões em relação a setembro de 2023. O crescimento foi impulsionado pelo aumento dos preços médios (9,9%) e das quantidades embarcadas (46,7%). O setor de máquinas e equipamentos de uso industrial específico, com destaque para exportações à Coreia do Sul, contribuiu significativamente para o resultado.

As importações também apresentaram crescimento expressivo em setembro, com alta de 26,6% em comparação ao mesmo período de 2023, totalizando US$ 1,3 bilhão. O setor de químicos foi responsável por 33,3% das importações, com destaque para os produtos dos ramos de intermediários para fertilizantes e adubos e fertilizantes.

Foto: ChandlerVid85/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/10/2024 0 Comentários 338 Visualizações
Business

Pacto Calçadista debate reposicionamento do calçado do RS nos EUA

Por Jonathan da Silva 15/10/2024
Por Jonathan da Silva

O reposicionamento do calçado do Rio Grande do Sul no mercado dos Estados Unidos, que importa cerca de 2 bilhões de pares por ano, foi o tema central de um evento promovido pelo Comitê de Internacionalização e o Pacto Calçadista, nesta quinta-feira (10), no auditório da ACI, em Novo Hamburgo. Especialistas destacaram a necessidade de união de todo o setor para aumentar as vendas no mercado norte-americano, que é amplamente dominado por produtos da Ásia.

O integrante do Conselho Estratégico do Pacto Calçadista, Marlos Schmidt, ressaltou que já foram realizados avanços significativos, como a associação à Associação dos Distribuidores e Varejistas de Calçados (FDRA), e anunciou que uma missão da entidade visitará o Rio Grande do Sul em 2025. Schmidt enfatizou a importância do apoio de empresas e entidades empresariais e incentivou a participação de mais integrantes do setor.

Durante o segundo painel, a empresária e professora universitária Ana Cristina Klein abordou a relevância da integração entre cultura exportadora e capacidade de internacionalização para o sucesso em mercados globais. Segundo Ana, “a cultura exportadora cria a mentalidade certa, enquanto a capacidade de internacionalização oferece as ferramentas e estruturas necessárias.” Ela também destacou a qualidade do produto e certificações internacionais como estratégias para exportação ao mercado americano.

A especialista apresentou ainda os dez mandamentos da exportação de calçados para os Estados Unidos:

  1. Não reclamarás de ter que produzir meio número.
  2. Não tentarás convencer o cliente a aceitar número cheio.
  3. Não farás ‘enjambrações’ e terás equipe técnica com capacidade para desenvolver e produzir meio número.
  4. Responderás e-mails e solicitações de preços e entregas em 24 horas, como fazem os chineses.
  5. Farás amostras e produção 100% de acordo com a ficha técnica detalhada pelo cliente, e sugerirás alterações em tempo hábil, não no último momento.
  6. Respeitarás datas de entrega de amostras e produção, e quando possível, informarás mudanças em tempo hábil.
  7. Terás claro a diferença entre uma desculpa e uma explicação.
  8. Calcularás o preço de forma precisa e não voltarás atrás nas condições de negociação.
  9. Entenderás que, sem compliance, não há negócios com empresas americanas.
  10. Entenderás que precisas entregar produto e serviço excelentes!

No terceiro painel, a gerente comercial do IBTeC, Karin Becker afirmou que a conformidade com normas internacionais é essencial para realizar negócios com grandes marcas internacionais. “Sem isso, não há negócios”, destacou Karin, que também mencionou que o mercado americano é o segundo mais regulamentado do mundo e que a sustentabilidade será um fator indispensável no futuro.

O coordenador do Eixo Pessoas, Processos e Produtos do Pacto Calçadista, Oscar Bortolussi, ressaltou a importância da capacitação de profissionais e da preparação das empresas para garantir o sucesso organizacional, afirmando que “tudo começa e termina nas pessoas”.

Christian Thomas, também do Conselho Estratégico do Pacto Calçadista, defendeu que o calçado brasileiro deve buscar um reposicionamento no mercado norte-americano, focando em um nicho de preço superior ao ocupado por produtos asiáticos. Ele ressaltou que o Brasil pode competir em faixas de preço mais altas, entre US$ 200 e US$ 300, aproveitando diferenciais como lead-time reduzido, transit time eficiente e a participação em feiras internacionais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/10/2024 0 Comentários 293 Visualizações
Business

Feiras nos EUA devem gerar US$ 3,9 milhões para calçadistas brasileiros

Por Jonathan da Silva 27/09/2024
Por Jonathan da Silva

As feiras Magic Las Vegas e Magic Nova Iorque, realizadas em agosto e setembro nos Estados Unidos, devem gerar mais de US$ 3,9 milhões em negócios para 11 marcas brasileiras de calçados. O valor inclui negócios realizados durante os eventos e acordos alinhavados que serão concretizados posteriormente. A participação das empresas brasileiras foi apoiada pelo Brazilian Footwear, programa de incentivo às exportações do setor, promovido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A responsável pelo departamento de Negócios da Abicalçados, Carla Giordani, comentou sobre a recuperação do mercado norte-americano após um início de ano fraco. “O fato foi refletido nos eventos, que geraram mais de 140 visitas de players do mercado dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e países da América Latina. No total, devem ser comercializados mais de 90 mil pares de calçados brasileiros”, afirmou Carla.

Os Estados Unidos, maior mercado consumidor de calçados do mundo em valores, continuam sendo o principal destino dos calçados brasileiros. Segundo dados da Abicalçados, entre janeiro e agosto de 2024, foram exportados cerca de 7 milhões de pares para o mercado norte-americano, um volume 5% menor do que o registrado no mesmo período do ano anterior.

As marcas Carrano, Lavish by Tricia Milaneze e Camu Camu participaram da Magic Las Vegas com o apoio do Brazilian Footwear. Na Magic Nova Iorque, o programa apoiou as marcas Beira Rio, Vizzano, Moleca, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BRsport e Carrano.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2024 0 Comentários 371 Visualizações
Business

Saldo da balança comercial do setor calçadista brasileiro cai 30% até agosto

Por Jonathan da Silva 10/09/2024
Por Jonathan da Silva

O saldo da balança comercial do setor calçadista brasileiro encarou uma queda de 30% entre janeiro e agosto, conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). As exportações somaram 63,87 milhões de pares e US$ 654,78 milhões, quedas tanto em volume, de 22,4%, quanto em receita, de 20,4%, em relação ao mesmo período do ano passado. O cenário é o inverso nas importações de calçados, que no mesmo intervalo somaram 23,94 milhões de pares e US$ 300,44 milhões, aumento de 12,1% em volume e queda de 5,1% em receita no comparativo com momento equivalente do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca a queda no volume exportado para a Argentina, de 30,8%, que é o segundo principal destino do calçado brasileiro no exterior, e vem puxando as exportações brasileiras de calçados para baixo. “Estamos vivendo um período de baixo consumo internacional. E este consumo menor vem sendo absorvido pelos produtores asiáticos, em especial da China, que depois das rígidas políticas para contenção da Covid-19 voltou ao mercado de forma bastante agressiva”, explica o dirigente.

Principais destinos

Principal destino internacional do calçado brasileiro, os Estados Unidos importaram, entre janeiro e agosto, 6,95 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 147,62 milhões. Os resultados quedas tanto em volume, de 5,3%, quanto em receita, de 8,3%, em relação ao mesmo período de 2023. No segundo posto ainda aparece a Argentina, que nos primeiros oito meses de 2023 importou 6,8 milhões de pares brasileiros por US$ 128,7 milhões, baixas significativas tanto em volume, de 36,7%, quanto em receita, de 23,4%, em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Ultrapassando a França no terceiro lugar ranking de destinos apareceu o Paraguai. Entre janeiro e agosto, partiram rumo ao país vizinho 5,47 milhões de pares verde-amarelos, pelos quais foram pagos US$ 28,2 milhões, ainda assim quedas tanto em volume, de 19,2%, quanto em receita, de 12,8%, em relação ao intervalo correspondente de 2023.

RS, maior exportador de calçados

Respondendo por mais de 50% de todo o valor gerado com as exportações de calçados no Brasil, o Rio Grande do Sul segue sendo o principal player internacional do setor no país. Entre janeiro e agosto, partiram das fábricas gaúchas 21,24 milhões de pares por US$ 328,14 milhões, quedas de 13,8% e de 13,3%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado. Na sequência do Rio Grande do Sul apareceram como principais exportadores brasileiros de calçados os estados do Ceará (19,67 milhões de pares e US$ 134,44 milhões, quedas de 21% e de 27,3%, respectivamente, ante 2023) e São Paulo (3,74 milhões de pares e US$ 57,5 milhões, quedas de 29,9% e de 25,3%).

Ásia puxa aumento das importações de calçados

Entre janeiro e agosto, entraram no Brasil 23,94 milhões de pares por US$ 300,44 milhões, elevação de 12,1% em volume e queda de 5,1% em receita em relação ao mesmo período do ano passado. Respondendo por cerca de 90% dos calçados que entram no Brasil, os países asiáticos seguem puxando as importações para cima.

A China é a principal origem do volume importado. Entre janeiro e agosto, entraram no Brasil 7,75 milhões de pares chineses por US$ 27,32 milhões, quedas de 4,7% e de 24,4%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2023. O preço médio do calçado foi de US$ 3,50 por par.

A segunda origem dos calçados importados em 2024 foi o Vietnã, de onde partiram rumo ao Brasil 7,68 milhões de pares por US$ 141,9 milhões, incremento de 11,2% em volume e queda de 8,2% em receita no comparativo com os oito primeiros meses do ano passado.

Com crescimentos de 21,6% em pares e 3,1% em receita em relação ao ano passado, a Indonésia foi a terceira principal origem do calçado importado. No período, as empresas indonésias enviaram ao Brasil 3,64 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 61,48 milhões.

A Abicalçados tem monitorado o crescimento das importações de outros dois países asiáticos: Camboja e Mianmar.  Conforme a entidade, entre janeiro e agosto, Camboja foi a origem de 655 mil pares de calçados, pelos quais foram pagos US$ 9,73 milhões, incrementos tanto em volume, de 82,1%, quanto em receita, de 62,6%, em relação ao mesmo intervalo de 2023. Atualmente, o Camboja é a quinta principal origem dos calçados importados pelo Brasil.

Já Mianmar, entre janeiro e agosto, exportou para o Brasil 271,46 mil pares de calçados, pelos quais foram pagos US$ 2,85 milhões, impressionantes aumentos de 168,7% em volume e de 156% em receita em relação ao mesmo intervalo de 2023. Mianmar, conforme ranking da Abicalçados, já é a sétima principal origem dos calçados importados pelo Brasil.

Partes de calçados

Em partes de calçados, considerados cabedais, palmilhas, solados, saltos, etc, as importações dos oito meses somaram US$ 23,72 milhões, 26,6% mais do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram China, Paraguai e Colômbia.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/09/2024 0 Comentários 441 Visualizações
Variedades

ABPA celebra Dia do Avicultor com boas projeções para produção e exportações do setor

Por Jonathan da Silva 29/08/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou o Dia do Avicultor, comemorado em 28 de agosto, com perspectivas positivas para o setor em termos de produção e exportações. Conforme projeções da associação, o segmento deve atingir recordes em 2024, com estimativa de crescimento de até 1,8% no volume produzido, podendo chegar a 15,1 milhões de toneladas neste ano, além da destinação de cerca de 5,25 milhões de toneladas ao mercado internacional no acumulado do ano, o que representa 2,2% de alta em relação a 2023.

Para o mercado interno, a projeção é de cerca de 9,85 milhões de toneladas produzidas, número 1,6% maior em relação à oferta total de carne de frango para o mercado brasileiro em 2023. Neste quadro, a oferta interna deverá se manter estável, com o consumo per capita em torno de 45 kg.

A produção e o consumo de ovos também deverão bater recordes em 2024 conforme as projeções da ABPA. A expectativa é de que a produção alcance 56,9 bilhões de unidades no ano, o que seria um crescimento de até 8,5% se comparado ao total de 2023. O consumo deverá superar as 263 unidades por habitante no ano, também com alta de 8,5% em relação ao índice registrado em 2023.

A maior parte absoluta, 99,5%, deverá seguir destinada ao mercado interno. Nas exportações, todavia, as projeções de embarques não superam as 20 mil toneladas para 2024, número que é 20% menor em relação ao total embarcado em 2023. “As famílias avicultoras de aves e de ovos do Brasil encontraram um ano mais positivo em 2024, em comparação com o que vimos no ciclo passado, especialmente entre 2020 e 2022. Por um lado, o mercado internacional tem demandado cada vez mais nossos produtos diante das mudanças do fluxo da demanda de nossos concorrentes internacionais. Por outro, as famílias brasileiras estão consumindo mais proteínas, resultado de um momento econômico positivo para o Brasil”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

As perspectivas positivas seguem para o ano de 2025 de acordo com o projetado pela ABPA. No caso da carne de frango, é esperado um aumento de até 2,3% na produção, o que representaria um total de 15,35 milhões de toneladas. Deste total, 10 milhões de toneladas deverão ficar no mercado interno, volume 1,5% maior em relação ao projetado para 2024, e 5,35 milhões serão destinados às exportações, 1,9% a mais que o esperado para 2024. O consumo de carne de frango deverá ser maior, chegando a 46 kg per capita, índice 2% maior em relação ao esperado para 2024.

Já para o setor de ovos, a produção deverá alcançar 57,5 bilhões de unidades, índice 1% superior ao projetado para 2024. O consumo de ovos deverá avançar ainda mais, chegando a 265 unidades por pessoa, número 1% maior em relação ao ano anterior. Já as exportações deverão registrar retomada, chegando a 22 mil toneladas exportadas, número 10% maior em relação ao projetado para 2024.

A biosseguridade da nossa produção seguirá como grande diferencial para o nosso setor. O trabalho executado pelas famílias avicultoras para blindar a produção contra enfermidades é um case de sucesso internacional. Somos o único grande produtor global a nunca registrar Influenza Aviária na produção industrial e superamos rapidamente a situação ocorrida de Doença de Newcastle. Graças ao trabalho executado nas granjas em termos sanitários e produtivos, juntamente com as ações do Ministério da Agricultura e as Secretarias dos Estados, seguimos como uma das avicultura mais competitivas do planeta”, ressalta Ricardo Santin.

Foto: ABPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/08/2024 0 Comentários 385 Visualizações
Business

Agroindústrias brasileiras projetam US$ 2 bilhões em negócios após o SIAVS

Por Jonathan da Silva 16/08/2024
Por Jonathan da Silva

Os exportadores da avicultura e da suinocultura do Brasil projetam US$ 2,03 bilhões (R$ 11,05 bilhões) em negócios para os próximos 12 meses após reuniões realizadas durante o Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), maior evento dos setores no país, realizado na semana passada em São Paulo. Apenas nos três dias do evento, foram US$ 192,8 milhões (R$ 1,04 bilhão) já confirmados com exportações de aves, suínos, ovos e genética avícola.

A ação que ocorreu durante o salão foi organizada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que também organiza o próprio SIAVS, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O resultado da iniciativa foi a geração de 9,2 mil encontros de negócios, 2 mil deles com novos clientes para as empresas. São importadores de mais de 50 países que procuraram o espaço das agroindústrias durante o evento. A ação foi organizada realizada por meio dos projetos setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck.

Cerca de 60 agroindústrias do setor estiveram presentes nos três dias de programação na capital paulista, com estandes próprios ou por meio do pavilhão das agroindústrias. “Os números reforçam a posição do SIAVS como ponto de encontro da indústria global de proteína animal. São dados que mostram o impacto positivo da ação realizada em São Paulo para a avicultura e a suinocultura do Brasil, que também contou com produtores de carne bovina, peixes, lácteos, insumos, equipamentos e diversas outras cadeias produtivas” destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Mais detalhes sobre o SIAVS podem ser obtidos no site siavs.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/08/2024 0 Comentários 434 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de calçado caem 23% nos sete primeiros meses de 2024

Por Jonathan da Silva 13/08/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de janeiro a julho de calçado caíram 23% em volume e 21,6% em receita comparado ao mesmo período de 2023, apontam dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Nos primeiros sete meses deste ano, a indústria calçadista embarcou 56,2 milhões de pares, que geraram US$ 570,25 milhões.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que existe uma expectativa de atenuação das quedas ao longo do segundo semestre do ano, mas que o setor, mesmo assim, deverá encerrar o ano com dados negativos . “Em 2024, além da baixa dinâmica do consumo internacional, estamos com dificuldades adicionais nos dois principais destinos do calçado brasileiro no exterior. Nos Estados Unidos, temos uma invasão de calçados asiáticos, que vêm ganhando market share em detrimento do nosso produto. Já na Argentina, temos uma crise interna que vem afetando diretamente a nossa performance. No início do ano, esperávamos uma recuperação econômica mais rápida, o que não está acontecendo”, avalia o dirigente.

Principais destinos

O principal destino do calçado brasileiro no exterior segue sendo os Estados Unidos, que entre janeiro e julho importaram 5,97 milhões de pares de calçados do Brasil, pelos quais foram pagos US$ 125,96 milhões. Contudo, os resultados são 5,4% inferiores em volume e 7,5% em receita comparados ao mesmo período do ano passado.

Em crise econômica e com o consumo em queda, a Argentina está com suas importações em declínio. Nos sete primeiros meses de 2024, os vizinhos importaram 5,84 milhões de pares brasileiros por US$ 112,17 milhões, resultados também inferiores tanto em volume (queda de 37,6%) quanto em receita (queda de 24,9%) em relação ao mesmo momento de 2023.

Ultrapassando a França como terceiro destino do calçado brasileiro no exterior, o Paraguai importou 4,85 milhões de pares por US$ 24,7 milhões nos sete primeiros meses de 2024. Ainda assim, os resultados são inferiores também em volume (queda de 16%) e receita (queda 8,9%) ante o ano passado.

Rio Grande do Sul permanece no topo dos exportadores

O Rio Grande do Sul segue sendo o maior exportador de calçados do Brasil. Entre janeiro e julho, as fábricas gaúchas embarcaram 17,93 milhões de pares por US$ 278,65 milhões. Ainda assim, o resultado representa quedas de 16,3% e de 15%, respectivamente, ante o mesmo período de 2023.

O Ceará aparece como o segundo principal exportador de calçados do país. Nos sete primeiros meses do ano, as fábricas cearenses embarcaram 17,54 milhões de pares por US$ 119 milhões, também quedas de 21,7% em volume e de 29,2% em receita na relação com o recorte do ano anterior.

São Paulo aparece na terceira posição entre os maiores exportadores de calçados do Brasil. Entre janeiro e julho, partiram das fábricas paulistas 3,34 milhões de pares por US$ 51,43 milhões, quedas de 29% e de 23%, respectivamente, ante o período correspondente do ano passado.

Importações crescem acima de dois dígitos

No acumulado dos sete meses, as importações somaram 20,85 milhões de pares e US$ 258,8 milhões, aumento de 10,2% em volume e queda de 5,5% em receita no comparativo com o mesmo período de 2023. As principais origens seguem sendo os países asiáticos. Em primeiro lugar aparece o Vietnã, que exportaram 6,58 milhões de pares para o Brasil, pelos quais foram pagos US$ 122,53 milhões, crescimento de 11,6% em volume e queda de 8,5% em receita na comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Na sequência, aparecem Indonésia (2,9 milhões de pares e US$ 50,8 milhões, elevação de 15,4% e queda de 0,5% em relação ao mesmo período de 2023) e China (7,4 milhões de pares e US$ 25,1 milhões, queda de 6,3% em volume e de 23% em receita em relação ao ano passado).

Alerta para novos players asiáticos

Dois países asiáticos que anos atrás eram pouco representativos nas importações apareceram entre as principais origens em 2024 e acenderam uma chamada “luz de alerta” na indústria calçadista nacional. Com incremento de 121,2% nas suas exportações para o Brasil, Camboja foi a origem de 546 mil pares importados no período. Também recebeu destaque Mianmar, com aumento de 157,4% nas suas exportações para o Brasil, o que significa 197,84 mil pares.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2024 0 Comentários 580 Visualizações
Business

Importações de calçados da China sobem 261% e preocupam Abicalçados

Por Jonathan da Silva 09/07/2024
Por Jonathan da Silva

Mais de 705 mil pares de calçados com origem da China entraram no Brasil em junho de acordo com dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). O número representa um crescimento de 261% nas importações chinesas para o país em relação ao mesmo mês no ano passado. O panorama causa preocupação na entidade e na indústria calçadista brasileira, já que as exportações do setor têm apresentado quedas consecutivas.

Com o crescimento, a China é o segundo país do qual o Brasil mais exporta, atrás apenas do Vietnã. Desta nação asiática, foram 1,47 milhão de pares importados apenas em junho, o que representa 57,8% a mais do que no mesmo período de 2023. No total considerando todos os países, as importações somaram 3,3 milhões de pares, dado que representa 63,7% de crescimento em relação ao sexto mês do ano passado. No acumulado do semestre, são 18,72 milhões de pares, 11,4% a mais que no mesmo período de 2023.

Na contramão disso, as exportações brasileiras somaram 5,5 milhões de pares em junho, 26,2% a menos do que no mesmo mês do ano passado. No acumulado do primeiro semestre, foram exportados 48,45 milhões de pares, 25,5% abaixo ante o mesmo intervalo de 2023. “O mercado externo, além de estar bastante instável, está sendo inundado por calçados chineses, em uma concorrência desleal com qualquer outro país produtor do mundo”, avalia o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira. O dirigente ressaltou que são calçados exportados a preços abaixo dos praticados no mercado, em um cenário considerado prática desleal de comércio, além de pontuar que das condições trabalhistas no país asiático estarem pouco alinhadas aos padrões internacionais e agenda ambiental ser branda.

Gigante Asiático

De acordo com Ferreira, mesmo em um ambiente internacional adverso, as exportações totais da China para o mundo vêm em crescimento. “O maior crescimento das exportações chinesas, no período, foi para os países da América Latina, com expansão de 19,8%, em volume. Na América Latina estão alguns dos nossos principais destinos. O gigante asiático está devorando nosso mercado no continente”, alerta o dirigente.

O presidente-executivo da Abicalçados também se diz preocupado com rumores sobre um possível acordo de livre comércio entre Mercosul e China. “Se hoje, mesmo com o antidumping parcial contra o calçado chinês, temos essa invasão de produtos chineses, o que dirá com tarifa zero em um acordo de livre comércio? A indústria brasileira, não somente a de calçados, irá acabar”, avalia Ferreira.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2024 0 Comentários 431 Visualizações
Business

Stihl fatura R$ 1,2 bilhão com exportações em 2023 e conquista Prêmio Exportação RS

Por Jonathan da Silva 04/07/2024
Por Jonathan da Silva

A Stihl Brasil faturou aproximadamente R$ 1,2 bilhão em exportações no ano passado, o que correspondeu a 42% da receita total da empresa. Por consequência do resultado, a organização foi uma das premiadas na categoria Destaque Setorial Indústria do 52º Prêmio Exportação RS, cujo anúncio dos vencedores foi realizado nesta quarta-feira (3).

A sede brasileira da Stihl destinou produtos para mais de 60 países durante 2023, com destaque para os Estados Unidos, Alemanha e México. Para os dois primeiros países, salienta-se a exportação de cilindros, um dos componentes fundamentais na fabricação de motores e principal produto exportado pela Stihl Brasil. Em relação aos motores, os países em evidência foram Colômbia, México e Índia.

A avaliação da Stihl é de que a dimensão destes dados demonstra o tamanho das operações logísticas da empresa. “Em julho de 2023, promovemos o lançamento de uma nova família de roçadeiras, produzida na unidade fabril de São Leopoldo, com vendas direcionadas tanto para o mercado nacional, quanto internacional. A tecnologia foi disseminada para diversos países e a África do Sul foi um dos principais mercados para os quais exportamos esses modelos”, afirma a diretora de Logística Distribuição, Silvana Carvalho.

De acordo com Silvana, a cultura de valorização da inovação está presente na Stihl Brasil junto com a priorização de investimentos para a modernização dos processos produtivos e a realização de pesquisa e desenvolvimento, visando o aumento da competitividade em parâmetros globais. “Desta forma, com foco também na sustentabilidade, o trabalho desenvolvido em solo brasileiro torna-se atrativo e uma referência no mercado internacional, motivo de orgulho para todos na empresa”, ressalta a dirigente.

O Prêmio Exportação RS, promovido pela Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil (ADVB/RS), é considerado o principal reconhecimento na área de comércio exterior do estado do Rio Grande do Sul. O evento de premiação, organizado pelo Conselho do Prêmio Exportação RS, será realizado no dia 15 de agosto, na Casa NTX, em Porto Alegre.

Foto: Stihl/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/07/2024 0 Comentários 533 Visualizações
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