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exportações

Business

Exportações de calçados recuaram 66% em maio

Por Gabrielle Pacheco 09/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os efeitos da pandemia do novo coronavírus seguem impactando os resultados das exportações brasileiras de calçados. Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, em maio, foram embarcados 2,7 milhões de pares, que geraram US$ 23,9 milhões, quedas tanto em volume (-64,7%) quanto em receita (-66%) em relação ao mês correspondente de 2019. Com o resultado, no acumulado dos cinco primeiros meses de 2020, as exportações somaram 39,53 milhões de pares e US$ 294,9 milhões, quedas de 22,1% e 28,7%, respectivamente, ante igual período do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o resultado já era esperado pelo setor, que percebe seus pedidos minguando desde o início do ano. “Em 2020, não tivemos nenhum resultado positivo na relação com 2019, mas as quedas foram acentuando com o passar dos meses. As exportações devem estabilizar, ou demonstrar quedas menores, somente no último trimestre do ano. Devemos fechar 2020 com um revés na casa de 30% nos embarques”, projeta o dirigente, ressaltando que a exportação nacional do setor deve retornar a patamares da década de 1980. Segundo ele, além da retração da demanda internacional, serviços logísticos prejudicados e a concorrência cada vez mais feroz dos produtores asiáticos, que reativaram suas economias muito antes do Brasil, explicam o quadro de queda nos embarques brasileiros.

Nos cinco primeiros meses, o principal destino do calçado brasileiro no exterior foi os Estados Unidos, para onde foram enviados 3,8 milhões de pares, que geraram US$ 57,7 milhões, quedas de 32,3% e de 32,1%, respectivamente, ante o mesmo ínterim do ano passado. O segundo destino foi a Argentina, que importou 2,88 milhões de pares verde-amarelos por US$ 29,47 milhões, quedas de 3,8% em volume e de 21,7% em receita no comparativo com o mesmo período de 2019. Completando os três principais destinos, a França importou 2,68 milhões de pares brasileiros, pelos quais foram pagos US$ 19,52 milhões, quedas de 17,8% e de 10,7%, respectivamente, ante 2019.

Estados

Maior exportador brasileiro de calçados, o Rio Grande do Sul foi responsável por 43,7% do total gerado pelas exportações nos primeiros cinco meses do ano. Mesmo assim, os gaúchos viram seus embarques despencarem em pares e valores na relação com o ano passado. No período, partiram do Rio Grande do Sul 9,25 milhões de pares, que geraram US$ 126,4 milhões, quedas de 24,5% e de 30,1%, respectivamente, no comparativo com o período correspondente de 2019.

O segundo exportador brasileiro do período foi o Ceará, de onde partiram 13,7 milhões de pares, que geraram US$ 77,87 milhões, quedas tanto em volume (-30%) quanto em receita (-32,6%) no comparativo com os cinco primeiros meses de 2019.

O terceiro exportador do período foi São Paulo, que viu suas exportações despencarem 15,3% em volume e 29,8% em receita no comparativo com 2019. Nos cinco meses, os calçadistas paulistas embarcaram 2,76 milhões de pares, que geraram US$ 30,47 milhões.

O único estado do rol de principais exportadores com resultados positivos no período foi a Paraíba. Nos cinco meses, os calçadistas paraibanos somaram a exportação de 8,33 milhões de pares, que geraram US$ 26,5 milhões, altas de 5% e 2%, respectivamente, ante mesmo período de 2019.

Importações

Nos primeiros cinco meses do ano, entraram no Brasil 11,65 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 138,32 milhões, quedas de 16% em volume e de 10,3% em receita na relação com mesmo ínterim de 2019. Segregando apenas o mês de maio, as importações caíram 47,4% em pares e 50% em receita no comparativo com mês correspondente do ano passado (1,2 milhão de pares e US$ 15 milhões).

As principais origens das importações brasileiras nos cinco primeiros meses do ano foram os países asiáticos. Vietnã (com 4,68 milhões de pares e US$ 78,78 milhões, queda de 5% em volume e incremento de 1,2% em dólares), Indonésia (1,4 milhão de pares e US$ 23 milhões, quedas de 31% e 25%, respectivamente) e China (4,58 milhões de pares e US$ 18 milhões, quedas de 17,3% e de 7,2%, respectivamente), juntos, responderam por mais de 80% das importações brasileiras de calçados.

Nos cinco primeiros meses de 2020, em partes – cabedais, saltos, solados, palmilhas etc -, as importações brasileiras somaram US$ 9,37 milhões, 29,5% menos do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/06/2020 0 Comentários 424 Visualizações
Movimento
Business

Indústria calçadista atinge a marca de 35 mil demissões durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 04/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A indústria calçadista brasileira, desde o agravamento da pandemia do novo coronavírus, já perdeu mais de 35 mil postos de trabalho, o que corresponde a 13% da força de trabalho do setor (de 269 mil postos registrados em dezembro de 2019). A triste estatística está no levantamento realizado semanalmente pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) com empresas e sindicatos industriais dos principais polos calçadistas do País. Das demissões, a maior parte ocorreu em São Paulo (10.637), Rio Grande do Sul (10.293), Minas Gerais (5.177), Bahia (4.806) e Ceará (1.623).

Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, pesa para o dado negativo a queda na produção de calçados, que, conforme o IBGE, foi de 74,5% em abril no comparativo com igual mês do ano passado. No quadrimestre, a produção já acumulou uma queda de 27,6%. “Não temos demanda, não temos novos pedidos. Agora, com o varejo reabrindo, mesmo que com restrições, em alguns centros, temos expectativa de que a roda comece a girar novamente. De toda forma, não será uma recuperação imediata, pois muitos lojistas estão com estoques”, comenta o executivo, ressaltando que mais de 85% da produção total de calçados fica no mercado doméstico. “Ano passado, a produção chegou a 908 milhões de pares. Em 2020, essa produção deve despencar 30%, com reflexo direto no emprego”, lamenta Ferreira. A Abicalçados estima que, em 2020, o setor possa perder até 57 mil postos de trabalho.

Exportações

O consumo doméstico não é o único propulsor do grave quadro de demissões do setor calçadista. Conforme dados elaborados pela Abicalçados, em abril 4,84 milhões de pares de calçados foram exportados, 40% menos do que no mesmo mês do ano passado. No quadrimestre, as exportações somaram uma queda de 14,4% ante período correspondente de 2019, chegando a 36,87 milhões de pares. “O mundo ainda está muito fechado, serviços logísticos estão prejudicados. O mercado externo vai levar um tempo para estabilizar novamente. Para 2020, acreditamos em uma queda de até 30,6% no volume de pares embarcadas ao exterior”, avalia Ferreira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2020 0 Comentários 484 Visualizações
Business

Com redução nas vendas de celulose e fumo, exportações do agronegócio gaúcho começam 2020 em queda

Por Gabrielle Pacheco 06/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em meio a um cenário externo de incertezas por conta do novo coronavírus, as exportações do agronegócio gaúcho somaram US$ 1,8 bilhão no primeiro trimestre de 2020, queda de 23,3% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Janeiro, fevereiro e março coincidiram com o ápice das restrições decorrentes da pandemia na China, principal comprador do Rio Grande do Sul, o que puxou para baixo as vendas nos setores de produtos florestais (US$ 214,7 milhões; -68,5%) e fumo (US$ 281,8 milhões; -39,4%). Também registrou queda nas exportações o setor de cereais, farinhas e preparações (US$ 179,6 milhões; -33,5%), enquanto o destaque positivo do período ficou para a alta nas vendas de carnes (US$ 455,6 milhões; +60,6%) e do complexo soja (US$ 350,1 milhões; +17,7%). Em termos absolutos, a redução do valor exportado foi de US$ 547,5 milhões. 

Os dados fazem parte do boletim Indicadores do Agronegócio do RS, divulgado na manhã desta quarta-feira, 6, pela Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag). Elaborado pelos analistas do Departamento de Economia e Estatística (DEE) Sergio Leusin Júnior e Rodrigo Feix, o documento referente ao primeiro trimestre de 2020 não conta, diferentemente das versões anteriores, com informações sobre o emprego formal no agronegócio gaúcho. Os dados oficiais do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), produzidos pelo Ministério da Economia e que servem de base para este estudo, ainda não foram divulgados pelo governo federal, impossibilitando a análise.

“No Boletim anterior, tínhamos alertado para a alta expressiva das vendas de celulose do Rio Grande do Sul para a China em 2019, que chegou a 60% em valor. Já era pouco provável a manutenção deste patamar elevado em um cenário sem restrições produtivas e logísticas. Com o coronavírus, este movimento de recuo pode ter sido potencializado”, destaca Leusin.

Produtos e destinos

No que se refere aos principais produtos por setor do agronegócio, entre os produtos florestais a celulose registrou forte redução nas vendas (-76,3%). No setor de fumo, a China interrompeu por completo as compras, o que levou à redução nas vendas de fumo não manufaturado (-41,1%). Nos cereais, a redução nos embarques de trigo (-55,6%) foi o principal responsável pelo impacto negativo dos números.

No ritmo contrário, as vendas de carne suína do Rio Grande do Sul atingiram o maior valor para um primeiro trimestre (R$ 128,5 milhões; +78,6%) desde o início da série histórica, em 2007. De acordo com o boletim, a alta ainda reflete os efeitos da peste suína africana, que aumentou a demanda chinesa pela proteína animal. A carne de frango (+82,1%) também foi outro dos destaques do setor.

Quanto à soja, cuja colheita se inicia no segundo trimestre, os números dos primeiros três meses do ano ainda não refletem os impactos da estiagem na produção gaúcha. O crescimento das vendas no período que antecede a colheita no Rio Grande do Sul pode ser explicado, em grande parte, pela comercialização dos estoques de passagem.

Em relação aos principais destinos das exportações do agronegócio gaúcho, a China segue na liderança dos maiores parceiros, responsável por 23,6% do valor total comercializado. Ainda assim, o gigante asiático registrou uma queda de US$ 128 milhões (-23,1%) nas compras do Rio Grande do Sul. União Europeia (15,7%), Estados Unidos (6%), Coreia do Sul (4,8%) e Arábia Saudita (4,5%) seguem o ranking de participação nas vendas. O bloco europeu foi o responsável pela maior queda percentual nas vendas no primeiro trimestre (-33,5%).

Estiagem

Com um impacto no rendimento da produção que chega a 29,3% na soja, 19,9% na lavoura de fumo e 18,6% no milho, a estiagem que atinge o Estado também restringirá a oferta dos produtos para exportação. Com uma perda estimada inicialmente em 5,1 milhões de toneladas, a produção de soja tende a sofrer uma quebra ainda maior em função da irregularidade e da falta de chuvas no final de abril, período não avaliado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na estimativa mais recente.

Coronavírus

De acordo com o boletim, alguns elementos já permitem análises sobre o impacto da Covid-19 para o agronegócio gaúcho. Ainda que tenha se mantido com uma participação estável no ranking dos países importadores, a China modificou de forma expressiva o mix de produtos comprados do Rio Grande do Sul, com aumento da relevância dos alimentícios, como soja e carnes, em detrimento dos insumos industriais para outros usos, como celulose e fumo não manufaturado.

“Esse é um aspecto que merece monitoramento nos próximos meses, uma vez que pode sinalizar mudanças qualitativas no comércio internacional do setor, induzidas por alterações nos padrões de consumo final ou ainda por políticas de segurança alimentar em tempos de pandemia”, avalia Leusin.

O fato de a disseminação do vírus estar aparentemente controlada no país asiático contribui também, de acordo com o boletim, para evitar problemas de armazenagem e de pressões sobre os preços recebidos pelos produtos gaúchos ao longo do segundo trimestre, período de escoamento da safra.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2020 0 Comentários 497 Visualizações
Business

Exportações de calçados somaram S$166 milhões no bimestre

Por Gabrielle Pacheco 06/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, no primeiro bimestre do ano, o Brasil embarcou 23 milhões de pares, que geraram US$ 166,7 milhões. Quedas tanto em volume (-10,7%) quanto em receita (-8,5%) na relação com igual período do ano passado foram registradas. Segregando apenas o mês de fevereiro, foram remetidos ao exterior 10,6 milhões de pares por US$ 75,2 milhões, quedas de 3,3% em pares e de 10% em faturamento em relação ao mesmo mês de 2019.

“Quase tudo o que perdemos foi em função dos Estados Unidos.”

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a dinâmica de desaceleração internacional, puxada especialmente pelos Estados Unidos, influenciou negativamente no desempenho. “A queda dos embarques aos Estados Unidos teve um peso muito grande, especialmente nos calçados de couro”, aponta, ressaltando que a contribuição da queda dos embarques para os Estados Unidos no bimestre foi de 6,3,% (da queda total de 8,5%). “Além de existir um problema econômico naquele país, que viu suas vendas de calçados despencarem quase 2% no trimestre, existe o impacto geral do Coronavírus, especialmente na Ásia e Europa”, avalia Ferreira, acrescentando, ainda, que em 2019 a base também era muito elevada em função da guerra comercial contra a China.

Segundo Ferreira, a boa notícia é de que, com o câmbio atual, em reais, a rentabilidade segue em crescimento. “Em reais, as exportações cresceram 4,9% em fevereiro e 3,8% no bimestre”, informa o dirigente.

Destinos

No primeiro bimestre, o principal destino do calçado brasileiro no exterior foi os Estados Unidos, para onde foram embarcados 1,98 milhão de pares, que geraram US$ 33,36 milhões, quedas de 32,5% e de 11,6%, respectivamente, ante mesmo ínterim de 2019. O segundo destino do bimestre foi a Argentina. Com uma base fraca de 2019, os hermanos compraram 1,3 milhão de pares verde-amarelos, que perfizeram US$ 13,9 milhões, incrementos de 46,2% e de 30,4%, respectivamente, ante o ano passado. O terceiro destino do período foi a França, para onde foram embarcados 1,76 milhão de pares por US$ 12,46 milhões, quedas tanto em volume (-35,6%) quanto em receita (-13%) na relação com o mesmo período de 2019.

O RS em destaque

O principal exportador de calçados do Brasil no bimestre foi o Rio Grande do Sul. No período, os gaúchos embarcaram 5 milhões de pares por US$ 70,8 milhões, incremento de 4,4% em volume e queda de 4,9% em receita ante o mesmo intervalo do ano passado. O segundo maior exportador do período foi o Ceará, de onde partiram 9,7 milhões de pares por US$ 52,5 milhões, quedas tanto em volume (-15,4%) quanto em receita (-15,9%) em relação ao período correspondente do ano passado. No terceiro posto, São Paulo apareceu com incremento de 28,1% em volume e de 3,7% em receita na relação com o primeiro bimestre do ano passado. Os números foram de 1,2 milhão de pares e US$ 14 milhões.

Número de importações também foi afetado

O dólar valorizado também teve impacto nas importações de calçados. No bimestre, entraram no Brasil 5,3 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 69,35 milhões, quedas de 15,8% e de 0,8%, respectivamente, ante o mesmo período de 2019. Segregando apenas fevereiro, a importação foi de 2,5 milhões de pares por US$ 28 milhões, quedas de 28,6% e de 7,5%, respectivamente, no comparativo com o mesmo período do ano passado.

As principais origens das importações do bimestre foram Vietnã (2,35 milhões de pares e US$ 39,9 milhões, incrementos de 10,7% e de 15,9%, respectivamente, ante mesmo período do ano passado), Indonésia (604 mil pares e US$ 10 milhões, quedas de 46% e 38%, respectivamente) e China (1,8 milhão e US$ 9,4 milhões, queda de 26% em volume e incremento de 15,8% em receita).

Já em componentes, como solas e cabedais, as importações somaram US$ 4,9 milhões, 25,3% menos do que no primeiro bimestre do ano passado. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/03/2020 0 Comentários 471 Visualizações
Business

Exportações industriais caem em novembro

Por Gabrielle Pacheco 10/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Ao totalizarem US$ 923 milhões em novembro, o que representa um recuo de 2,3% em relação ao mesmo mês do ano passado, as exportações da indústria do Rio Grande do Sul seguem praticamente estagnadas em 2019. A análise por setores de atividades econômicas mostra que, dos 23 segmentos da indústria de transformação que registraram algum embarque no mês passado, 19 tiveram queda sob a base de comparação mensal.

“No acumulado do ano até novembro, as exportações industriais mostraram um avanço pequeno, de apenas 1,2%, se comparadas com o mesmo período de 2018”, afirma o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Gilberto Porcello Petry, explicando que o resultado ainda é consequência da desaceleração sincronizada da economia mundial e das crises econômicas de parceiros regionais, como a Argentina.

“No acumulado do ano até novembro, as exportações industriais mostraram um avanço pequeno, de apenas 1,2%, se comparadas com o mesmo período de 2018.”

Em novembro, os setores de Tabaco (-35,4%), Químicos (-18,6%) e Veículos automotores, reboques e carrocerias (-17,4%), foram os que mais contribuíram negativamente para a queda nas exportações industriais gaúchas. Tabaco sentiu o impacto de antecipações de embarques feitas em setembro e outubro. Os produtos químicos respondem à queda verificada no grupo de Produtos químicos orgânicos (-18,4%), como adubos e fertilizantes, enquanto os números do grupo de veículos automotores ainda são reflexos da crise argentina.

Quem sente menos os impactos da crise é o setor de Alimentos, com mais uma alta significativa, em conformidade com resultados anteriores: 38,6%, configurando o sétimo crescimento consecutivo sob a comparação mensal. O grupo de Carne de frango in natura (+119%) mais do que dobrou, enquanto os embarques de Carne de suíno (+88,3%) e Carne de boi in natura (+52,1%) aumentaram, porém menos do que na análise do mês de outubro, em decorrência de uma leve queda nos embarques para China.

No acumulado dos 11 primeiros meses de 2019, as exportações industriais acumularam US$ 11,2 bilhões. Entre os três principais países compradores de produtos gaúchos, houve queda de exportações para China (-12%) e Argentina (-38,4%), enquanto aumentaram os embarques para os Estados Unidos (+12,9%). Pelo lado das importações, o Estado adquiriu US$ 809 milhões em mercadorias, com retração de 22,2% ante novembro do ano passado.

Por sua vez, no acumulado do ano até novembro, o Rio Grande do Sul importou US$ 9,2 bilhões, queda de 11,1% em comparação com igual período de 2018. Todas as grandes categorias econômicas apresentaram retração perante a novembro de 2018: Bens intermediários (-26,1%), Bens de capital (-14,3%), Combustíveis e lubrificantes (-13,8%) e Bens de Consumo (-20,3%). Destaque para o recuo de Bens Intermediários, puxado fortemente pela redução do consumo de Insumos industriais elaborados (-23,8%).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/12/2019 0 Comentários 497 Visualizações
Business

Exportações da indústria no RS recuam em outubro

Por Gabrielle Pacheco 10/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com queda em 18 dos 23 segmentos que registraram algum embarque de produtos para o exterior, as exportações da indústria gaúcha, ao somarem US$ 995 milhões, caíram 12,6% em outubro na comparação com o mesmo mês de 2018. Entre os setores que assinalaram recuo, destacaram-se negativamente os segmentos de Veículos automotores, reboques e carrocerias (-49,3%) e Químicos (-30,9%).

Segundo o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Gilberto Porcello Petry, a redução nas vendas para a Argentina e a base de comparação elevada contribuíram para a menor taxa já registrada em Veículos para o mês, considerando a série histórica. Ao mesmo tempo, a queda nas exportações de produtos químicos ocorreu de forma pontual entre alguns parceiros comerciais: Chile (-US$ 16 milhões), Estados Unidos (-US$ 10 milhões) e Coreia do Sul (-US$ 9 milhões), sobretudo às vendas de polímeros de etileno, propileno e estireno.

No agregado, diminuíram em US$ 27 milhões. Há de se destacar, novamente, o sexto crescimento mensal consecutivo do setor de Alimentos, o de maior participação em valor exportado (US$ 283 milhões) na pauta do Rio Grande do Sul: 27,2% em outubro. Entre os produtos deste segmento, as maiores contribuições vieram de carne de frango (+92,8%) e suína (+92,4%) in natura, que praticamente dobraram no período, ao mesmo tempo em que as exportações de carne de boi também se expandiram bastante, 62,3%, assinalando o melhor resultado do setor para o mês de outubro desde 2008.

Acumulado

Nos dez meses de 2019, as exportações industriais do RS acumularam US$ 10,3 bilhões, registrando um pequeno avanço de 0,8% sobre o mesmo período do ano anterior. “A estagnação das exportações reflete o atual cenário de desaceleração da economia mundial, conjugado com crises econômicas de parceiros regionais, como é o caso da Argentina”, explica Petry.

“A estagnação das exportações reflete o atual cenário de desaceleração da economia mundial, conjugado com crises econômicas de parceiros regionais, como é o caso da Argentina”

Historicamente, o vizinho corresponde a 11% do total exportado pela indústria gaúcha. Mas, em 2019, a representatividade da Argentina nas exportações de manufaturados do Estado caiu para 6,3%. Já nas importações, que atingiram US$ 984 milhões, a retração foi de 12,4% ante outubro do ano passado.

Entre as grandes categorias econômicas, Bens de consumo (-21,3%), Combustíveis e lubrificantes (-68,7%) e Bens intermediários (-16%) registraram queda no mês passado. Por sua vez, no acumulado de janeiro a outubro, o Rio Grande do Sul importou US$ 8,4 bilhões, recuo de 9,8% em comparação com igual período de 2018. Somente Bens de capital cresceram, praticamente dobrando o valor (93,2%) no mês.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/11/2019 0 Comentários 456 Visualizações
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Guerra comercial afeta exportações de calçados

Por Gabrielle Pacheco 08/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Influenciadas pela guerra comercial instalada entre as duas maiores potências mundiais, Estados Unidos e China, as exportações brasileiras de calçados caíram no mês de outubro. Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, no mês passado, os calçadistas embarcaram 10 milhões de pares que geraram US$ 80,57 milhões, quedas de 14% na receita e de 8,3% no volume em relação ao mesmo mês de 2018.

Com isso, as exportações somaram US$ 798,87 milhões e 93,35 milhões de pares no acumulado dos dez meses, incrementos de 0,6% e de 4%, respectivamente, no comparativo com igual período do ano passado. O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que, embora as exportações para os Estados Unidos tenham seguido a trajetória de elevação, como resultado da imposição de tarifas de importação locais para calçados chineses, por outro lado o produto brasileiro perdeu mercado em outros clientes internacionais importantes e que foram alvo da “desova” dos produtos asiáticos.

“Apesar de os dois países estarem na mesa de negociação para por fim ao impasse, o mundo ainda sente os efeitos da guerra comercial, especialmente pela recente desvalorização artificial do Yuan (moeda chinesa), que tornou o produto chinês ainda mais competitivo. Além disso, no acumulado do ano, as exportações chinesas de calçados para os Estados Unidos caíram 3%, ou seja, mais de US$ 260 milhões em produtos que precisaram ser realocados em outros mercados ao redor do mundo”, explica o dirigente.

“Apesar de os dois países estarem na mesa de negociação para por fim ao impasse, o mundo ainda sente os efeitos da guerra comercial.”

Além do impacto da guerra comercial, Ferreira destaca a sequência da crise argentina e os ajustes do câmbio, este último que fez com que o preço médio do calçado brasileiro caísse 24% nos últimos três meses, de US$ 10,60 para US$ 8. “Ou seja, os exportadores puderam baixar o preço médio, em dólar, sem perder a rentabilidade. O fato, na estatística, pesa na queda dos valores gerados pelos embarques”, avalia.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
08/11/2019 0 Comentários 469 Visualizações
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Calçadistas promovem missão comercial no Peru

Por Gabrielle Pacheco 30/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com o objetivo de incrementar as exportações para o Peru, um total de 29 marcas brasileiras de calçados participa da missão comercial ao país nos próximos dias 11 a 13 de novembro. O apoio é do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A missão inicia com um seminário preparatório sobre o mercado peruano no dia 11, no Hotel Costa del Sol, em Lima. Com especialistas sobre o tema, o evento trará informações sobre o panorama atual do mercado, bem como as perspectivas econômicas do País, especificidades como os hábitos de consumo, os regramentos do comércio local, e o relacionamento mais efetivo com veículos da imprensa local, entre outros assuntos.

“A ideia deste primeiro encontro é trazer dados importantes que irão auxiliar as empresas no aproveitamento máximo não só da missão comercial, mas também de todas as ações futuras naquele mercado”, explica a coordenadora de Promoção de Imagem da Abicalçados, Alice Rodrigues. Após a agenda, serão realizadas visitas a importantes centros comerciais com o objetivo de conhecer o varejo local.

No dia 12, inicia o showroom de marcas, também no Hotel Costa del Sol. As rodadas de negócios foram marcadas pela metodologia matchmaking, quando as mesmas são pré-agendadas cruzando a demanda do importador com a oferta da marca, visando otimizar o relacionamento e potencializar as vendas. No mesmo dia será realizado o Photocall, evento que colocará frente a frente as marcas brasileiras e os jornalistas dos principais veículos do Peru.

O showroom de marcas segue até o dia 13. “A expectativa de negócios é positiva, mas mais importante do que a efetivação das vendas é esse primeiro relacionamento das marcas com o varejo peruano”, projeta a analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, ressaltando que é a primeira ação do Brazilian Footwear no mercado peruano.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
30/10/2019 0 Comentários 538 Visualizações
Business

Exportações somam 65 milhões de pares em julho

Por Gabrielle Pacheco 08/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

O mês de julho registrou o embarque de 7,9 milhões de pares que geraram US$ 84,35 milhões, incrementos de 65,2% em volume e de 44,4% em dólares no comparativo com o mesmo mês do ano passado. Com isso, a soma dos sete meses do ano chegou a 65 milhões de pares e US$ 565 milhões, altas 8,2% em volume e de 3,6% em receita no comparativo com período correspondente de 2018.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que o resultado foi puxado, especialmente, pelos Estados Unidos, principal destino dos calçados verde-amarelos no exterior. Recentemente, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou o aumento na tarifa de importação de calçados provenientes da China em 10%, passando da média geral de 17,3% para 27,3%.

Apesar de a lista ainda estar em análise no Congresso dos Estados Unidos, importadores locais de calçados asiáticos já se movimentam para buscar fornecedores alternativos, caso dos brasileiros.

“Hoje somos o maior fabricante de calçados fora da Ásia. Evidentemente, essa guerra comercial terá um efeito no setor”, avalia Ferreira. Por outro lado, ele avalia que a medida de Trump abriu espaço para uma guerra cambial, com a maior desvalorização do Yuan – moeda chinesa – em uma década, o que tem por objetivo compensar as tarifas elevadas.

Em julho, as exportações brasileiras para os Estados Unidos chegaram a 757,4 mil pares, que geraram US$ 18,52 milhões, incrementos de 96,6% em volume e de 79% em receita em relação ao mesmo mês de 2018. Com o resultado, nos sete meses, as exportações para os Estados Unidos somaram 7 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 119,74 milhões, incrementos de 33,3% em pares e de 40% em dólares em relação ao mesmo período do ano passado.

Se por um lado as exportações para os Estados Unidos andam de vento em popa, o mesmo não vale para o segundo destino dos embarques brasileiros. Em julho, a Argentina importou 11,1% menos em receita do que no mesmo mês de 2018, alcançando US$ 10,23 milhões. Em pares, porém, o resultado foi positivo em 21,4%, o que aponta para compras de produtos de menor valor agregado no período.

Em julho, os hermanos compraram 1,17 milhão de pares brasileiros. Com o resultado, na soma dos sete meses, os argentinos importaram 4,64 milhões de pares por US$ 54,73 milhões, quedas de 28,5% e de 37,8%, respectivamente, em relação ao período correspondente do ano passado.

“A situação da Argentina é complicada, tanto no ambiente doméstico, com queda brusca na demanda e inflação galopante, quanto no exterior, com a necessidade imposta pelo FMI de preservação das suas reservas internacionais, o que inibe importações de qualquer origem”, explica Ferreira.

O terceiro destino do calçado brasileiro no exterior foi a França, que em julho importou 275 mil pares por US$ 6,9 milhões, incrementos de 42,4% e de 24,8%, respectivamente, em relação a julho de 2018. Com isso, no acumulado, os franceses somaram a importação de 3,74 milhões de pares por US$ 33 milhões, incremento de 1,2% em volume e queda de 7,6% em receita no comparativo com igual período do ano passado.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
08/08/2019 0 Comentários 403 Visualizações
Business

Exportações caem em junho

Por Gabrielle Pacheco 08/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

O último mês do semestre foi de queda nas exportações de calçados. Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que no mês seis foram embarcados 6,4 milhões de pares que geraram US$ 65,45 milhões, quedas de 25,8% em volume e de 24,5% em receita no comparativo com o resultado do mesmo mês de 2018.

Com isso, no acumulado do semestre, somaram-se 58,3 milhões de pares embarcados que geraram US$ 480,7 milhões, números 5,3% superiores em volume e 1,3% menores em valores no comparativo com igual ínterim do ano passado.

No semestre, os principais destinos das exportações brasileiras de calçados foram os Estados Unidos (6,4 milhões de pares e US$ 101,25 milhões, incrementos de 28,4% em volume e de 34,6% em receita no comparativo com período correspondente do ano passado), Argentina (3,47 milhões de pares e US$ 44,5 milhões, quedas de 37,2% em volume e de 41,8% em receita) e França (3,47 milhões de pares e US$ 26,16 milhões, quedas de 1,1% em volume e de 13,6% em receita).

Origens

No semestre, a principal origem das exportações brasileiras do setor foi o Rio Grande do Sul. No período, os fabricantes gaúchos embarcaram 14,18 milhões de pares que geraram US$ 212,44 milhões, incremento de 5,3% em volume e queda de 2,5% em receita no comparativo com período correspondente de 2018.

A segunda origem do semestre foi o Ceará, de onde partiram 21,3 milhões de pares que geraram US$ 129,7 milhões, queda de 3,6% em volume e alta de 4% em receita em relação ao mesmo ínterim do ano passado.

A terceira origem do período foi São Paulo. Os fabricantes paulistas embarcaram 3,83 milhões de pares por US$ 50,7 milhões, incremento de 8,6% em volume e queda de 5,8% em receita no comparativo com os seis primeiros meses de 2018.

Para o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, o resultado reflete, sobretudo, a queda das exportações para a Argentina, o segundo destino do calçado brasileiro. “Nos primeiros meses de 2018 o país vizinho chegou a ultrapassar os Estados Unidos como principal destino. A deterioração das importações foi rápida e tem explicação, especialmente, na necessidade imposta pelo FMI de manutenção das reservas internacionais daquele país – o que inibe importações – e também na fraca demanda interna”, avalia.

Segundo Klein, o que tem “salvo” o resultado são os embarques para os Estados Unidos, em crescimento em função da guerra comercial instalada por Donald Trump e a China. “A guerra comercial instalada tem feito com que os importadores norte-americanos busquem fornecedores em países que não a China”, comenta Klein, ressaltando que 70% das importações estadunidenses – 1,7 bilhão dos mais de 2,3 bilhões de pares importados anualmente – de são de calçados chineses.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
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