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exportações

Produção
Business

Produção e exportação de calçados caíram em 2020

Por Eduarda Ferreira 14/01/2021
Por Eduarda Ferreira

O ano de 2020 foi bastante difícil para o setor calçadista brasileiro, aponta a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Conforme dados divulgados pela Abicalçados em coletiva on-line, na noite da última terça-feira (13), o setor pode ter perdido 21,8% da sua produção em 2020, retornando a patamares de 16 anos atrás (dado oficial, do IBGE será divulgado até o final de janeiro). Assim, na exportação a queda foi de 18,6%, pior número desde 1983. Entretanto, para 2021 a estimativa é de incremento tanto em produção (+14,1%) quanto na exportação de calçados (+14,9%). O crescimento, porém, não será suficiente para recuperação total do setor.

Conforme o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, a atividade vem em recuperação gradual, com mais mais de 30 mil novos postos de trabalho entre julho a novembro de 2020, conforme dados do Ministério do Trabalho e Emprego. “A abertura do varejo, que absorve mais de 85% das vendas do setor, foi fundamental para o resultado”, comentou. Por outro lado, o crescimento não foi suficiente para reverter as perdas de postos nos meses mais críticos da pandemia. Entre março e junho do ano passado mais de 60 mil trabalhadores perderam seus empregos. O dado até novembro mostra que o setor está empregando 255 mil pessoas, 13% menos do que no mesmo mês de 2019.

Produção do setor

Quanto à produção de calçados, a queda no acumulado até novembro foi de 23,4% (para 654,1 milhões de pares fabricados), sendo que o ano deve fechar com uma queda de 21,8%, indicando pequena melhora no último mês de 2020. “Fecharemos o ano com a produção de 710 milhões de pares, nível registrado em meados dos anos 2000”, destacou Ferreira. Para 2021, a expectativa é de que o setor cresça 14,1% sobre a base fraca do ano passado (para 811 milhões de pares). “Porém, ainda que a estimativa se realize, estaríamos 10,3% abaixo do desempenho de 2019 (908 milhões de pares), na pré-pandemia”, projetou o dirigente.

“O estrago foi muito grande, mas esperamos que com a vacinação em massa e as coisas retornando ao normal possamos experimentar uma recuperação. Mas ainda vamos ficar longe do ideal”, acrescentou o executivo, ressaltando que para que o crescimento seja sustentável é preciso que o Estado brasileiro promova as reformas estruturantes necessárias, especialmente a tributária. “Vivemos em um manicômio tributário. Não havendo uma reforma neste sentido, não teremos como sustentar a recuperação”, disse.

Exportações

Respondendo por cerca de 15% das vendas do setor calçadista brasileiro, as exportações terminaram 2020 com um revés de 18,6% em pares (93,8 milhões de pares) e de 32,3% em dólares (US$ 658,3 milhões) no comparativo com 2019, pior resultado em quase quatro décadas. Assim, com o retorno gradual das negociações internacionais, especialmente as grandes feiras comerciais, a expectativa é de um crescimento de 14,9% ao longo de 2021 (108 milhões de pares). “Ainda assim ficaremos 6,5% aquém de 2019”, disse Ferreira.

Segundo Ferreira, os principais destinos das exportações, em 2020, seguiram sendo Estados Unidos (9,3 milhões de pares e US$ 137,8 milhões, quedas de 22,1% e 30,8%, respectivamente); Argentina (7,7 milhões de pares e US$ 72,6 milhões, quedas de 23,5% e 30,8%) e França (7,1 milhões de pares e US$ 59,2 milhões, quedas de 10,7% e 2,1%). As principais origens dos embarques foram Rio Grande do Sul (22 milhões de pares e US$ 292,5 milhões, quedas de 28,8% e 34,8%); Ceará (33 milhões de pares e US$ 167 milhões, quedas de 14,5% e 28,1%); e São Paulo (6,4 milhões de pares e US$ 66,8 milhões, quedas de 16,5% e 35,3%). Confira as informações apresentadas na coletiva de imprensa AQUI.

Dados e estimativas

2020
Produção de calçados (jan-nov): -23,% (654,1 milhões de pares)
Produção de calçados (2020): -21,8% (710 milhões de pares)*
Exportação de calçados (2020): 93,8 milhões de pares (-18,6%) e US$ 658,3 milhões (-32,3%)
Emprego (nov): 255 mil postos diretos (-13%)

2021*
Produção de calçados: +14,1% (811 milhões de pares)
Exportação de calçados: +14,9% (108 milhões de pares)

* Projeções Abicalçados

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
14/01/2021 0 Comentários 540 Visualizações
Argentina
Business

Argentina volta a barrar calçados brasileiros

Por Gabrielle Pacheco 03/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

Após quatro anos de trégua, o governo argentino voltou a barrar os calçados brasileiros. Assim, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), que vem monitorando a questão, reporta que atualmente estão pendentes de licenças de importação para entrar no país vizinho 328 mil pares de calçados, sendo que 315 mil deles já excederam o prazo máximo de 60 dias estabelecido pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, o prejuízo já chega a 3 milhões de dólares. “Em outubro, no primeiro monitoramento realizado por demanda de algumas empresas que estavam enfrentando novamente o problema, quase 850 mil pares aguardavam liberação na fronteira. Foi quando tivemos um encontro na embaixada da Argentina no Brasil. Assim, a partir disso houve uma melhora, mas seguimos atentos”, conta o executivo.

Ferreira lembra que o fato remete aos governos Kirchner, quando os calçados brasileiros tiveram as mesmas dificuldades para entrar no país vizinho. “A Argentina passa por uma crise econômica e precisa preservar suas reservas cambiais. Assim, a medida natural do governo, que tem orientação mais protecionista, é barrar importações, barreira que neste caso é colocada por meio das licenças não automáticas”, explica o dirigente, ressaltando que a preocupação é de que possam ocorrer cancelamentos ou mesmo pedidos de prorrogação para pagamentos, prejudicando a indústria brasileira.

Atualmente, a Argentina é o segundo destino do calçado brasileiro no exterior, atrás apenas dos Estados Unidos. Além disso, entre janeiro e outubro deste ano, o país vizinho foi destino de 6,28 milhões de pares verde-amarelos, que geraram US$ 60,17 milhões, quedas de 25,2% em volume e de 33,2% em receita na relação com o mesmo ínterim de 2019.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
03/12/2020 0 Comentários 554 Visualizações
Brazilian Footwear
Business

Brazilian Footwear realiza segunda edição das rodadas América Latina

Por Gabrielle Pacheco 10/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Diante do sucesso da primeira edição e com alta demanda de empresas, o Brazilian Footwear irá promover a segunda edição das rodadas de negócios com compradores da América Latina. O programa de apoio às exportações de calçados é mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Além disso, a analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, explica que a iniciativa será realizada no mesmo formato da edição anterior, quando 20 marcas calçadistas fecharam US$ 1,2 milhão em negócios. “As marcas preenchem um perfil com o seu tipo de produto e interesse, e a partir daí são agendadas reuniões de acordo com a demanda dos compradores selecionados”, conta.

Assim, nessa edição as reuniões com compradores da Colômbia, Equador e Peru acontecerão entre 23 de novembro e 4 de dezembro. Para isso, já confirmaram presença as empresas Perlatto, Macboot, Tnin, Petite Jolie, Floré e Vero Moc.

Sobre o Brazilian Footwear:

Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Assim, este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça em: www.brazilianfootwear.com.br | www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear.

Sobre a Apex-Brasil:

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia do país. Assim, para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios. Mais informações: www.apexbrasil.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/11/2020 0 Comentários 576 Visualizações
Assintecal
Business

Nova diretoria da Assintecal assume com desafio de fortalecer exportações

Por Gabrielle Pacheco 09/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Gerson Luis Berwanger assume nesta segunda-feira (9) a presidência da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), pelos próximos dois anos. Assim também será nomeada a diretoria executiva, formada por 13 empreendedores que lideram algumas das maiores empresas do setor. Internacionalização, sustentabilidade, Inspiramais, mercado nacional, design, inovação e relações institucionais seguirão como os pilares da entidade.

Antes de assumir o cargo, Gerson atuou como vice-presidente executivo da Assintecal na última gestão. Entre os planos para o futuro, está expandir o portfólio da entidade. “Não vendemos um produto para o nosso associado, vendemos projetos. E ele busca algo que possa ajudar na exportação”, observa o presidente, destacando a parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Em 2019, 390 empresas participaram do By Brasil Components, Machinery and Chemicals – programa de incentivo às exportações, realizado entre Assintecal e Apex-Brasil. Foram comercializados 180 tipos de materiais para países como China, Argentina, Colômbia, México, Paraguai, Peru, Alemanha e Índia, gerando mais de 300 milhões de dólares. “Hoje, exportamos mais para as Américas, mas pretendemos ampliar o alcance. Com o Inspiramais digital, estamos abertos para o mundo”, afirma.

No mercado nacional, a gestão foi marcada por ações relacionadas à sustentabilidade. A primeira rodada de negócios temática contou com a participação de 29 empresas de calçados e 51 fornecedores, totalizando 600 rodadas. Assintecal e Abicalçados realizaram o evento “Sustentabilidade: é hora de avançar”, primeiro encontro com a cadeia calçadista para sensibilização do tema. O prêmio Primus foi outro destaque, reconhecendo soluções inovadoras e sustentáveis.

Desafios para a nova gestão

Gerson Luis Berwanger aponta que sua gestão será marcada por uma nova fase. Segundo o executivo, a pandemia gerou o fortalecimento das relações virtuais, encurtou distâncias, reduziu custos e otimizou o tempo. Nesse novo cenário, aumentará a adoção de um modelo híbrido para reuniões, palestras e eventos, com a alternância entre presenciais e online. “Durante a pandemia, adaptamos tudo o que foi possível. Buscamos humanizar o Inspiramais. Em janeiro, teremos uma nova edição virtual e queremos melhorar a experiência, tornando o evento ainda mais atrativo”, exemplifica. A primeira edição digital do Inspiramais, em agosto de 2020, contou com a participação de 50 países, 141 expositores, 425 rodadas internacionais e 10 mil usuários.

Processo de reinvenção

Na avaliação de Milton José Killing, que encerra a gestão como presidente, a palavra “reinvenção” resume o momento vivido em 2020. “Foi uma gestão tranquila até março deste ano. Depois, foi mais desafiadora. A pandemia acelerou a criação do modelo do Inspiramais digital, passamos a atingir outros mercados”, analisa. Milton ressalta o papel da Assintecal em mostrar às empresas do setor o que virá pela frente. Uma das entregas nesse sentido foi a plataforma de inteligência de mercado, lançada em 2019. Até o momento, a entidade já realizou mais de 380 estudos, com 1,4 mil acessos de associados e 1,3 mil downloads.

“Estou muito contente pelos resultados. A Assintecal está muito bem preparada. O grupo do conselho sempre esteve motivado, à disposição. O grupo que foi montado é muito forte, relevante e muito a fim de trabalhar”, observa. Milton José Killing encerra a segunda passagem pela presidência. Na primeira, permaneceu durante sete anos e, agora, finaliza um ciclo de quatro anos à frente da associação. Ele é diretor-presidente da Killing S/A Tintas e Adesivos, e será vice-presidente internacional pelos próximos dois anos.

Quem é o novo presidente da Assintecal

Gerson Luis Berwanger, 54 anos, é natural de Novo Hamburgo. Trabalha na área desde os 12 anos: começou passando cola em atelier, depois dentro de fábrica. Além disso, foi office boy, trabalhou com documentação de exportação, em companhias americanas de exportação de sapatos, em uma multinacional chilena de produtos para calçados e confecção e foi representante de empresas europeias na área de produtos para calçados. Fala inglês, italiano e espanhol. Atualmente, é presidente da Bertex Produtos para Moda, que atua há 14 anos no mercado.

Diretoria 2020-2021

Gerson Luis Berwanger (Bertex) — Presidente
Aécio Marcos Rosaboni Júnior ( Jr Dublagens/Jclass) — Vice Presidente Birigui
Atson Rodrigues Melo Bessas (Atta Injetados) — Vice-presidente Nova Serrana
Cláudia Madrid (Braskem) — Vice-presidente Relações com o Mercado
Gilmar Haag (Cofrag) — Vice-presidente Design
José Cláudio Blos (Intexco) — Vice-presidente Inspiramais
José João Dewes (Dewes & Link) — Vice-presidente Administrativo/Financeiro
Levi Sottomaior de Souza Filho (Quimicolla) — Vice-presidente São João Batista
Marcelo Nicolau (Cipatex) — Vice-presidente Institucional
Marcelo Reichert (FCC) — Vice-presidente de Inovação
Marco Antonio Schmitt (Box Print) — Vice-presidente de Sustentabilidade
Milton José Killing (Killing S.A.) — Vice-presidente Internacional
Renato Raimundo (Stick Fran) — Vice-presidente Franca
Viviane Kogler (MK Química) — Vice-presidente Setorial Couros
Ilse Maria Biason Guimarães (Assintecal) – Superintendente
Conselho Fiscal
Tanha Maria Lauermann Schneider
Oséias Schroeder
Rogerio Walmor Cervi

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/11/2020 0 Comentários 578 Visualizações
exportações
Business

Exportações de carne de frango seguem em alta em 2020

Por Gabrielle Pacheco 08/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

As exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 3,178 milhões de toneladas entre janeiro e setembro deste ano. Isso considerando todos os produtos, entre naturais e processados, que somam 1,3% maior do que o registrado no mesmo período de 2019 — quando foram 3,137 milhões de toneladas. As informações são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Além disso, no mesmo período, a receita acumulada com os embarques alcançou US$ 4,619 bilhões — 12,1% a menos na comparação com os primeiros nove meses de 2019 (US$ 5,253 bilhões).

Além disso, considerando apenas o mês de setembro, as exportações do setor totalizaram 345 mil toneladas. Assim, o resultado significa uma queda de 2,3% em relação ao alcançado em setembro do ano passado (353,2 mil toneladas). Além disso, a receita dos embarques totalizou US$ 479 milhões no mês passado, número 18,4% menor se comparado aos US$ 587,2 milhões obtidos em setembro de 2019. “A média de exportações registradas neste segundo semestre estão acima do obtido no mesmo período em 2019, um indicativo de que as vendas seguirão positivas. Isto, sem impactar na oferta de produtos para o consumidor brasileiro, que também aumentou este ano”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Destinos das exportações

Principal destino, as importações da China seguem elevadas em 2020, com 514,1 mil toneladas entre janeiro e setembro (+28% em relação à 2019). Também destacam-se as vendas para Líbia, com 46,1 mil toneladas (+79%); Jordânia, com 46,2 mil toneladas (+35%); Rússia, com 63,5 mil toneladas (+47%); Cingapura, com 98,4 mil toneladas (+39%); Vietnã, com 37,3 mil toneladas (+105%); e Coreia do Sul, com 98,5 mil toneladas (+7%).

Considerando apenas as vendas de setembro, cresceram as exportações para a África do Sul, com 23 mil toneladas (+38% em relação a setembro de 2019), Iêmen, com 11 mil toneladas (+73%), Emirados Árabes, com 25,9 mil toneladas (+11%) e União Europeia, com 21,2 mil toneladas (+15%).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
08/10/2020 0 Comentários 525 Visualizações
Business

ACIST-SL divulga Boletim Socioeconômico Trimestral

Por Gabrielle Pacheco 26/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A ACIST-SL divulgou na manhã desta quarta-feira, 26, a 9ª edição do Boletim Socioeconômico Trimestral. Segundo o documento, que avalia a situação econômica do Brasil e do Rio Grande do Sul, a inflação observada no 2º trimestre de 2020 foi de -0,43%. A taxa de desemprego no segundo trimestre de 2020 foi de 13,3%, desempenho que representa um aumento de 1,1 ponto percentual em comparação ao trimestre anterior. Este resultado significa que cerca de 12,8 milhões de pessoas estão desempregadas no Brasil. O saldo de emprego formal no Brasil no segundo trimestre de 2020 apontou para uma perda de mais de 1,2 milhão de postos de trabalho, reflexo dos impactos da pandemia do novo coronavírus.

Em virtude da pandemia da Covid-19, também notou-se uma redução expressiva no desempenho da produção industrial brasileira no 2º trimestre de 2020, que alcançou uma queda de 21,8% frente ao mesmo período de 2019. O comércio varejista, por sua vez, registrou contração de 7,6% no 2º trimestre de 2020 em relação ao mesmo período do ano anterior.

No âmbito estadual, no 2º trimestre de 2020, observa-se retração de 25,4% na produção industrial gaúcha frente ao mesmo período de 2019, marcando o trimestre com a maior queda desde 2002, quando a série iniciou. Quanto ao emprego no Rio Grande do Sul, os dados apontam para o fechamento de aproximadamente 116,5 mil vagas.

A boa notícia nesse 2º trimestre diz respeito às exportações gaúchas, que apesar da contração, alcançaram um desempenho superior ao total das exportações brasileiras, que apresentaram uma queda mais acentuada, ou seja, de 9,3% no mesmo período.

O Boletim completo pode ser conferido no site da ACIST.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2020 0 Comentários 530 Visualizações
Business

ABPA projeta alta na produção de carne de frango e de carne suína em 2020

Por Gabrielle Pacheco 16/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A produção brasileira de carne de frango deverá crescer entre 3% e 4% em 2020, alcançando o total de 13,7 milhões de toneladas neste ano, projeta a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Os números foram apresentados hoje em coletiva de imprensa virtual, com participação de jornalistas de diversos estados.

As exportações do setor também devem crescer em patamares equivalentes, entre 3% e 5%, alcançando até 4,45 milhões de toneladas, prevê a associação.

No mercado interno, os níveis de consumo também deverão crescer. As projeções indicam elevação de 2,5%, com total de 43,9 quilos per capita ano em 2020.

“O empenho setorial para a manutenção do abastecimento permitiu manter a produção e as exportações em bons níveis de crescimento.  Apesar dos impactos da pandemia, que restringiu este potencial, os indicadores apontam um horizonte positivo para a avicultura e a suinocultura do Brasil”, celebra Francisco Turra, presidente da ABPA.

Em carne suína, a produção prevista para o ano é 4% a 6,5% maior em relação ao efetivado em 2019, alcançando até 4,25 milhões de toneladas, segundo as projeções da associação.

A entidade antevê um salto expressivo nas exportações do ano, podendo alcançar pela primeira vez 1 milhão de toneladas, 33% a mais que o efetivado em 2019.

Já o consumo per capita de carne suína deverá se manter estável, com total de 15,3 quilos per capita no ano.

“A Ásia é o grande drive das exportações internacionais, não apenas do Brasil.  A lacuna deixada pela Peste Suína Africana na produção dos países asiáticos e no trade global continuará a ditar o comportamento das exportações brasileiras e dos demais exportadores internacionais de aves e de suínos. O bom desempenho das exportações reduz os impactos decorrentes da alta dos insumos e da elevação dos custos decorrentes da situação de pandemia”, ressalta Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA.

Exportações no 1º semestre: Carne suína

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 96,1 mil toneladas em junho.  O número supera em 50,4% o volume embarcado no sexto mês de 2019, com total de 63,9 mil toneladas. Em receita, o desempenho mensal registrou alta de 43,4%, com US$ 198 milhões de saldo registrado em junho deste ano, frente a US$ 138,1 milhões em 2019.

No acumulado do ano, as vendas de carne suína seguem 37,01% maior este ano, em comparação com 2019. Foram 479,4 mil toneladas entre janeiro e junho de 2020, contra 349,9 mil toneladas exportadas nos seis primeiros meses do ano passado. Em receita, houve elevação de 52,5% no mesmo período comparativo, com US$ 1,076 bilhão este ano e US$ 705,6 milhões em 2019.

Carro-chefe das exportações brasileiras, as vendas para a Ásia chegaram a 374,5 mil toneladas no primeiro semestre deste ano, saldo 83,1% superior ao registrado em 2019.  A China, maior importadora de carne suína do Brasil, foi destino de 230,7 mil toneladas no período (+150,2%).  Hong Kong, no segundo posto, importou 18,6% a mais, com 92,9 mil toneladas. Outro mercado de destaque foi Singapura, com 27,8 mil toneladas (+51,6%).

Carne de frango

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 341,9 mil toneladas em junho, volume 12,4% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, com total de 390,5 mil toneladas. Em receita, o saldo de exportações chegou a US$ 446,5 milhões em junho, número 30,95% menor em relação ao registrado no mesmo período de 2019, com US$ 646,2 milhões.

No acumulado do ano, as vendas do setor se mantiveram positiva em 1,7%, com 2,106 milhões de toneladas embarcadas entre janeiro e junho deste ano, contra 2,072 milhões de toneladas em 2019. No mesmo período, as vendas para o mercado externo geraram receita de US$ 3,144 bilhões, número 8,8% menor em relação ao saldo do primeiro semestre de 2019, com US$ 3,448 bilhões.

Como no setor de suínos, o mercado asiático foi o principal destino das exportações brasileiras – chegaram a importar 837,3 mil toneladas no primeiro semestre, número 15% maior que o efetivado no mesmo período de 2019. Principal destino, as vendas para o mercado chinês seguem positivas, com alta de 32% e embarques de 346,3 mil toneladas entre janeiro e junho de 2020.  Singapura, com 67,6 mil toneladas (+49%), Filipinas, com 43,8 mil toneladas (+72%) e Vietnã, com 19,8 mil toneladas (+73%) foram os destaques nas vendas para a região neste ano.

Luta setorial

A ABPA reitera o compromisso setorial de atuar pela preservação da saúde dos colaboradores, com a adoção de estratégias em todo o sistema produtivo – implantadas por iniciativa das próprias empresas já em março.

As empresas do setor frigorífico seguem rigidamente a lei brasileira (Portaria Interministerial n° 19) e também o protocolo setorial validado cientificamente pelo Hospital Albert Einstein, que estabelece uma série de medidas protetivas aos colaboradores, como proteção buconasal (máscara cirúrgica), faceshield e outros, além dos habituais uniformes, luvas, máscaras e outras camadas de proteção; barreiras laterais, impedindo contato entre os colaboradores na linha de produção; afastamento de todos os colaboradores identificados como grupo de risco; intensificação das ações de vigilância ativa, o monitoramento da saúde; adoção de medidas contra aglomerações em restaurantes, transportes e outras áreas; e reforço da rotina de higienização de todos os ambientes dentro e fora dos frigoríficos várias vezes ao dia.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), e órgãos internacionais como o Instituto Federal Alemão para Avaliação de Riscos e o Departamento de Saúde do governo australiano confirmam que não há risco de contaminação do produto, com base em avaliações científicas.  Isto vale para qualquer tipo de alimento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2020 0 Comentários 556 Visualizações
Variedades

Exportações brasileiras de carne suína crescem 50,4% em junho

Por Gabrielle Pacheco 08/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

As exportações brasileiras de carne suína totalizaram 96,1 mil toneladas em junho. A informação é da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 50,4% o volume embarcado no sexto mês de 2019, com total de 63,9 mil toneladas.

Em receita, o desempenho mensal registrou alta de 43,4%, com US$ 198 milhões de saldo registrado em junho deste ano, frente a US$ 138,1 milhões em 2019.

No acumulado do ano, as vendas de carne suína seguem 37,01% maior este ano, em comparação com 2019.  Foram 479,4 mil toneladas entre janeiro e junho de 2020, contra 349,9 mil toneladas exportadas nos seis primeiros meses do ano passado.

Em receita, houve elevação de 52,5% no mesmo período comparativo, com US$ 1,076 bilhão este ano e US$ 705,6 milhões em 2019.

Carro-chefe das exportações brasileiras, as vendas para a Ásia chegaram a 374,5 mil toneladas no primeiro semestre deste ano, saldo 83,1% superior ao registrado em 2019.  A China, maior importadora de carne suína do Brasil, foi destino de 230,7 mil toneladas no período (+150,2%).  Hong Kong, no segundo posto, importou 18,6% a mais, com 92,9 mil toneladas. Outro mercado de destaque foi Singapura, com 27,8 mil toneladas (+51,6%).

“Os impactos gerados na Ásia pela Peste Suína Africana desde 2018 continuam a ditar o ritmo das importações da região.  O Brasil mantém sua posição como parceiro pela segurança alimentar da China e das demais nações que impulsionaram suas compras neste ano’, destaca Francisco Turra, presidente da ABPA.

Exportações de carne de frango

As exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 341,9 mil toneladas em junho, volume 12,4% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, com total de 390,5 mil toneladas.

Em receita, o saldo de exportações chegou a US$ 446,5 milhões em junho, número 30,95% menor em relação ao registrado no mesmo período de 2019, com US$ 646,2 milhões.

No acumulado do ano, as vendas do setor se mantiveram positiva em 1,7%, com 2,106 milhões de toneladas embarcadas entre janeiro e junho deste ano, contra 2,072 milhões de toneladas em 2019.

No mesmo período, as vendas para o mercado externo geraram receita de US$ 3,144 bilhões, número 8,8% menor em relação ao saldo do primeiro semestre de 2019, com US$ 3,448 bilhões.

Como no setor de suínos, o mercado asiático foi o principal destino das exportações brasileiras – chegaram a importar 837,3 mil toneladas no primeiro semestre, número 15% maior que o efetivado no mesmo período de 2019. Principal destino, as vendas para o mercado chinês seguem positivas, com alta de 32% e embarques de 346,3 mil toneladas entre janeiro e junho de 2020.  Singapura, com 67,6 mil toneladas (+49%), Filipinas, com 43,8 mil toneladas (+72%) e Vietnã, com 19,8 mil toneladas (+73%) foram os destaques nas vendas para a região neste ano.

 “Houve também fortalecimento nas vendas para nações da África, como Egito, Líbia e Angola, além de nações árabes como Kuwait, Iêmen e Catar, que deram sustentabilidade aos embarques do setor no ano em médias mensais superiores às realizadas no primeiro semestre de 2019”, avalia Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2020 0 Comentários 470 Visualizações
Business

Exportações de calçados amenizam queda em junho

Por Gabrielle Pacheco 07/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Depois de quatro meses consecutivos de queda, as exportações de calçados voltaram a crescer em junho, em relação mês imediatamente anterior. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em junho foram embarcados 3,6 milhões de pares, que geraram US$ 35,6 milhões, altas de 32,7% em volume e de 49% em valores no comparativo com o registro de maio. Por outro lado, no comparativo com o mês correspondente de 2019, as quedas foram de 44,6% em pares e 47% em receita. No semestre, a exportação de 43 milhões de pares gerou US$ 330,5 milhões, quedas tanto em volume (-24,6%) quanto em receita (-31,2%) na relação com o primeiro semestre.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que os números já apontam para um arrefecimento da crise no mercado internacional, com a retomada gradual do consumo em alguns dos principais mercados. “Já existe uma melhora no ambiente, mas ainda estamos muito abaixo da nossa performance habitual”, avalia o dirigente, ressaltando que as exportações devem cair entre 22% e 30% em 2020.

No primeiro semestre, o principal destino do calçado brasileiro no exterior foi os Estados Unidos, para onde foram exportados 4,4 milhões de pares por US$ 67,26 milhões, quedas de 31,5% e 34%, respectivamente, ante o mesmo período de 2019. O segundo destino do semestre foi a Argentina, para onde foram embarcados 3,2 milhões de pares, que geraram US$ 32,4 milhões, quedas de 8% em pares e de 25,5% em receita no comparativo com igual ínterim do ano passado. O terceiro destino foi a França, para onde foram exportados 2,97 milhões de pares, que equivalem a US$ 25 milhões, quedas tanto em volume (-14,4%) quanto em dólares (-4,2%) ante período correspondente do ano passado.

RS foi o maior exportador

O Rio Grande do Sul foi o estado que mais exportou calçados no primeiro semestre. Nos seis meses, os calçadistas gaúchos embarcaram 10,5 milhões de pares, que geraram US$ 146 milhões, quedas de 26,2% em volume e de 31,4% em receita no comparativo com o primeiro semestre de 2019. O segundo maior exportador do semestre foi o Ceará, de onde partiram 14,2 milhões de pares, que geraram US$ 81,97 milhões, quedas tanto em volume (-33,5%) quanto em receita (-37%) ante igual período do ano passado. O terceiro exportador do período foi São Paulo, de onde foram exportados 3,25 milhões de pares, que geraram US$ 34,6 milhões, quedas de 14% em pares e de 30,7% em receita em relação ao primeiro semestre do ano passado.

Importações

O desaquecimento do mercado mundial de calçados, para o qual se prevê uma queda de mais de 22% no consumo do produto, também tem refletido nas importações, porém com menor força do que nas exportações. No primeiro semestre, entraram no Brasil 12,7 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 158 milhões, quedas de 18,6% e 12,6%, respectivamente, ante período correspondente de 2019.

As principais origens das importações de calçados seguem sendo os países asiáticos. Somente os três primeiros do ranking, Vietnã, Indonésia e China, respondem por mais de 80% do total importado no período. O Vietnã foi a principal origem do calçado importado pelo Brasil, com 5,3 milhões de pares e US$ 90,36 milhões, queda de 6,4% em volume e incremento de 1,3% ante o mesmo período do ano passado. A segunda origem das importações no semestre foi a Indonésia, de onde vieram 1,6 milhão de pares, pelos quais foram pagos US$ 27,2 milhões, quedas tanto em volume (-30%) quanto em receita (-24%) em relação ao mesmo ínterim de 2019. A terceira origem foi a China, com 4,7 milhões de pares e US$ 19,6 milhões, quedas de 22% e 19,4%, respectivamente, ante 2019.

Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – a importação foi equivalente a US$ 10,6 milhões, 37,8% menos do que no primeiro semestre do ano passado. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2020 0 Comentários 434 Visualizações
Business

Exportações de calçados cresceram 7,5% em reais, em 2019

Por Gabrielle Pacheco 24/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Mesmo tendo registrado queda de 0,4% em dólares ao longo do ano passado (US$ 972 milhões), as exportações brasileiras de calçados tiveram um incremento de 7,5% em reais (R$ 3,8 bilhões), no comparativo com 2018. O fato ocorreu em função da valorização da moeda norte-americana sobre a moeda brasileira, o que manteve a rentabilidade dos exportadores. Estes e outros dados estão detalhados no Panorama das Exportações de Calçados, publicação desenvolvida pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

Além de dados das exportações de calçados no ano de 2019, a publicação, desenvolvida anualmente pela entidade calçadista, detalha embarques por origem, destino, tipo de produto, por materiais predominantes, entre outros. “O objetivo do Panorama é auxiliar empresas na tomada de decisões e estratégias para o curto e médio prazos, além de servir como um meio de consulta para profissionais e estudantes da área ”, ressalta a coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck.

Análise

Segundo Priscila, em 2019 as exportações de calçados foram influenciadas, sobretudo, por dois fatores:  a guerra comercial entre Estados Unidos e China e a crise política e econômica na América do Sul, região de destino de mais de 45% dos embarques de calçados brasileiros. Paradoxalmente, a influência da guerra comercial entre as duas maiores potências mundiais teve influências positivas, de incremento dos embarques brasileiros para os Estados Unidos, e negativas pelo fato de os chineses acabarem “desovando” seus produtos em outros mercados, acirrando a concorrência com o produto verde-amarelo. “Se por um lado, tivemos um aumento da procura pelos nossos calçados por parte dos compradores norte-americanos, especialmente para fugir das altas tarifas de importações adotadas pelo governo de Donald Trump, por outro lado tivemos que competir com calçados chineses em outros mercados importantes, especialmente na América do Sul”, explica Priscila.

Em 2019, o principal destino das exportações brasileiras de calçados foi os Estados Unidos, para onde foram enviados 12 milhões de pares, que geraram US$ 199 milhões, incrementos de 19,3% em dólares e de 11% em volume ante 2018. O segundo destino do calçado brasileiro foi a Argentina, para onde foram embarcados 10,1 milhões de pares por US$ 104,9 milhões, quedas de 24,9% em valores e de 14,4% em volume na relação com 2018.

Projeções

Para 2020, em função do alastramento da pandemia do novo coronavírus, a projeção da Abicalçados é que uma queda entre 22,4% e 30,6% nos embarques para o exterior, resultado que retornaria o setor aos patamares da década de 1980. “Existe uma retração muito grande no consumo mundial, de mais de 20%, o que deve impactar severamente nas exportações de calçados. Além dessa queda, somam-se problemas logísticos e também a concorrência com os calçados asiáticos no exterior”, avalia Priscila.

O Panorama das Exportações de Calçados está disponível gratuitamente para download no site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/06/2020 0 Comentários 434 Visualizações
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