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exportações

Business

Exportações de carne de frango crescem 21,3% em setembro

Por Stephany Foscarini 06/10/2021
Por Stephany Foscarini

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 418,5 mil toneladas em setembro, número que superou em 21,3% os embarques realizados no mesmo período de 2020, com 345 mil toneladas.

O bom desempenho das exportações gerou receita de US$ 730,5 milhões, resultado 52,5% maior que os US$ 479 milhões registrados em setembro de 2020.

No acumulado do ano (janeiro a setembro), as exportações de carne de frango totalizaram 3,466 milhões de toneladas, desempenho 9% superior ao embarcado nos nove primeiros meses de 2020, com 3,178 milhões de toneladas.

Com isso, o resultado em dólares das exportações alcançou US$ 5,623 bilhões, número 21,7% maior que a receita registrada no mesmo período do ano passado, com US$ 4,619 bilhões.

O desempenho das exportações efetivadas no terceiro trimestre foi especialmente elevado, superando a média mensal de 400 mil toneladas em volumes e US$ 700 milhões no saldo cambial”.

“O desempenho das exportações efetivadas no terceiro trimestre foi especialmente elevado, superando a média mensal de 400 mil toneladas em volumes e US$ 700 milhões no saldo cambial. São indicadores que reforçam as projeções da ABPA para um ano com resultados recordes nas exportações”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

A China, principal destino dos embarques brasileiros, importou 63,2 mil toneladas em setembro, volume 20,4% superior ao embarcado no mesmo período do ano passado. Em seguida vieram Japão, com 46,9 mil toneladas (+45,2%), e Emirados Árabes Unidos, com 43,2 mil toneladas (+66,3%). Outros destaques foram as Filipinas, com 20,5 mil toneladas (+1118,8%), União Europeia, com 16,9 mil toneladas (+20,8%), e México, com 9,2 mil toneladas (+348%).

“A retomada gradativa das atividades tem impulsionado o consumo em diversos destinos de exportação do Brasil, o que é especialmente notável no Oriente Médio e Ásia, além de regiões importadoras de produtos de mais valor agregado, como é o caso da União Europeia. A oferta mundial está adequada à demanda, o que vem sustentando os preços internacionais e a receita das exportações”, detalha Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Foto: Manoel Petry/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2021 0 Comentários 405 Visualizações
Business

Produção de calçados deve crescer 12,2% em 2021, segundo Abicalçados

Por Stephany Foscarini 27/09/2021
Por Stephany Foscarini

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) atualizou as projeções de crescimento do setor para 2021. Conforme os dados, a produção de calçados deve crescer 12,2% (na média), para 856,9 milhões de pares, quase 100 milhões de pares a mais do que em 2020. Mesmo com o incremento, o setor deve encerrar o ano 8% menor do que na pré-pandemia, em 2019. O crescimento de 2021 será impulsionado pelas exportações de calçados, que devem ter incremento de 25,5% (na média), alcançando 117,8 milhões de pares embarcados.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que existe uma melhora da dinâmica no mercado interno brasileiro, mas que o grande destaque está mesmo no cenário internacional, que responde por cerca de 14% das vendas das fabricantes brasileiras. “Muito do crescimento das exportações deve vir do incremento dos embarques para os Estados Unidos, histórico principal destino do calçado brasileiro e que cada vez mais vem buscando fornecedores fora da Ásia”, avalia o executivo. Segundo os dados mais recentes divulgados pela entidade, entre janeiro e agosto, foram embarcados para os Estados Unidos 9,13 milhões de pares por US$ 133,44 milhões, incrementos de 55% em volume e de 40% em receita no comparativo com igual período do ano passado.

Esses e dados referentes a 2022, quando serão abordados cenários de acordo com a volatilidade cambial, serão apresentados em evento digital realizado pela Abicalçados no próximo dia 6 de outubro, às 16 horas. O Análise de Cenários contará com apresentações da economista e coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, e do doutor em Economia e consultor setorial Marcos Lélis. As inscrições são gratuitas no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2021 0 Comentários 597 Visualizações
Business

Exportações de calçados se recuperam no primeiro semestre

Por Milena Costa 12/07/2021
Por Milena Costa

Depois de experimentar um ano de queda em função dos impactos da pandemia da Covid-19, o setor calçadista brasileiro indica uma sensível recuperação nos embarques de calçados no primeiro semestre de 2021. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), no primeiro semestre as exportações de calçados somaram US$ 389 milhões, geradas pela comercialização de 57 milhões de pares.

As altas são de 17,7% em receita e de 32,3% em volume no comparativo com a base deprimida de 2020 do mesmo período do ano passado, quando o mundo passava pelo auge da pandemia do novo coronavírus. Já no comparativo com o período pré-pandêmico, com o primeiro semestre de 2019, houveram quedas de 19% em receita e de 0,3% em volume. O valor menor gerado pelas exportações, explica a Abicalçados, se dá em função do ajuste de preços para o mercado internacional, já que com o dólar mais valorizado é possível conceder valores mais competitivos.

Segregando apenas o mês de junho, em 2021 foram embarcados 7,78 milhões de pares, que geraram US$ 65,47 milhões, altas de 116% em volume e de 84% em receita no comparativo com a base deprimida de junho passado. Já no comparativo com junho de 2019, o avanço é de 19,7% em pares e a queda é de 2,6% na receita gerada.

“Estamos crescendo sobre uma base historicamente fraca, que nos levou a patamares de quase quatro décadas atrás”

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, embora exista um indicativo de sensível recuperação dos embarques, possivelmente o setor encerrará 2021 em níveis abaixo dos registrados na pré-pandemia, em 2019. “Estamos crescendo sobre uma base historicamente fraca, que nos levou a patamares de quase quatro décadas atrás”, avalia o executivo, lembrando que no ano passado as exportações caíram mais de 18%.

Destinos

No primeiro semestre, o principal destino do calçado brasileiro no exterior foi os Estados Unidos, para onde foram embarcados 6,36 milhões de pares que geraram US$ 88 milhões, incrementos de 44,4% em volume e de 30,8% em receita na relação com o primeiro semestre de 2020.

O segundo destino do semestre foi a Argentina, para onde foram embarcados 5 milhões de pares que geraram US$ 48 milhões, incrementos de 59,3% e de 48,4%, respectivamente, ante mesmo período do ano passado.

O terceiro destino do semestre foi a França, para onde foram embarcados 3,36 milhões de pares que geraram US$ 28 milhões, altas de 13,7% e 11,7%, respectivamente, ante igual ínterim de 2020.

Estados

O principal exportador de calçados do primeiro semestre foi o Rio Grande do Sul. Das fábricas gaúchas, partiram 14 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 166,8 milhões, incrementos de 33,8% em volume e de 14,3% em receita na relação com o primeiro semestre do ano passado.

O segundo exportador do semestre foi o Ceará, de onde partiram 18 milhões de pares por US$ 95,47 milhões, altas de 26,1% e de 16,5%, respectivamente, ante mesmo período de 2020.

O terceiro exportador do período foi São Paulo. Das fábricas paulistas partiram 4,25 milhões de pares, que geraram US$ 43,16 milhões, incrementos de 30,7% e de 25%, respectivamente, no comparativo com o primeiro semestre de 2020.

Para mais informações acesse o site da Abicalçados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/07/2021 0 Comentários 768 Visualizações
Business

Reuniões digitais de negócios geram milhões em lucro

Por Milena Costa 23/06/2021
Por Milena Costa

Promovidas entre os dias 17 de maio e 11 de junho, as rodadas digitais de negócios com compradores latino-americanos devem gerar mais de US$ 2,3 milhões para calçadistas brasileiros. A ação foi promovida no âmbito do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, destaca que as 36 marcas nacionais participantes da iniciativa reportaram a venda de 149,8 mil pares de calçados, durante as rodadas e também em negócios que ficaram alinhavados. As rodadas ocorreram com compradores selecionados dos mercados da Bolívia, Chile, Colômbia, Peru e Equador.

Como funciona

As rodadas digitais são reuniões virtuais entre empresas calçadistas brasileiras e compradores de países selecionados, sendo que todos os agendamentos são personalizados para cada uma das marcas participantes, conforme cruzamento entre ofertas e necessidades (matchmaking).

Participaram desta edição da ação as marcas Petite Jolie, Marina Mello, Suzana Santos, Renata Mello, Azillê, Pegada, Perlatto, Ferrucci, Bebecê, Alls, Penalty, GVD, Beira Rio Conforto, Activitta, BR Sport, Moleca, Molekinha, Molekinho, Vizzano, Modare Ultra Conforto, Le Fantymy, Werner, BSB, Zagga, CCR, Pisom, Kildare, Plugt, Prime Export, Tabita, Batatinha, Hinara Calçados, Gabriely Cardoso, Arezzo, Mark Shoes e Akazzo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

23/06/2021 0 Comentários 638 Visualizações
Business

Abicalçados divulga ações internacionais para o segundo semestre

Por Milena Costa 17/06/2021
Por Milena Costa

Diante de um cenário mais otimista com relação às exportações de calçados, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) está divulgando suas ações internacionais para o segundo semestre. Todas elas terão subsídios do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações do setor mantido pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a perspectiva, diante do avanço da vacinação em massa, é de um incremento nas exportações de calçados na ordem de 13%. No total, serão 17 ações, entre feiras, rodadas comerciais e editais de marketing no exterior.

“Além disso, foi a terceira alta consecutiva, mesmo em relação aos respectivos meses de 2019”.

Entre janeiro e maio, conforme dados elaborados pela Abicalçados, foram embarcados 49,3 milhões de pares, que geraram US$ 323,57 milhões, altas de 24,7% em volume e de 9,8% em receita no comparativo com igual período do ano passado. Somente em maio, foram embarcados 8,77 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 65,2 milhões, expressivos incrementos de 223% em volume e de 172,8% em receita no comparativo com maio de 2020. “Além disso, foi a terceira alta consecutiva, mesmo em relação aos respectivos meses de 2019”, comemora Ferreira.

Confira as ações no site da Abicalçados.

Mais informações e inscrições para as ações pelo e-mail international@abicalcados.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2021 0 Comentários 581 Visualizações
Business

Exportações da indústria no RS crescem mais de 57%

Por Milena Costa 13/06/2021
Por Milena Costa

As exportações da indústria de transformação gaúcha cresceram 57,1%, em maio, ante o mesmo mês do ano passado, ao totalizarem US$ 1,2 bilhão. Segundo o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, parte deste resultado positivo se explica pela fraca base de comparação, embora ele tenha sido o maior valor para o mês desde 2013, e 15% superior a maio de 2019. No acumulado de 2021, as vendas externas alcançaram US$ 4,9 bilhões, um avanço de 26,1% na comparação interanual. Entretanto, com relação a 2019, a distância ainda é de 4,2%.

Dos 24 setores da indústria de transformação, 22 aumentaram o valor exportado sobre maio de 2020. Além da base deprimida, o resultado é justificado pela disseminação do crescimento entre os principais setores da indústria, como Alimentos, 36,4%; Químicos, 62,6%; Celulose e papel, 126%; e Máquinas e equipamentos, 96,5%. Também se destacaram Couro e calçados, com elevação de 105,5%, Produtos de metal, 51,9%; e Veículos automotores, 42,5%.

“As medidas de flexibilização das atividades, a retomada gradual da economia em diferentes países, ajudaram a impulsionar novamente as exportações”

A única exceção foi Tabaco, com queda de 8,4%. “As medidas de flexibilização das atividades, a retomada gradual da economia em diferentes países, ajudaram a impulsionar novamente as exportações, muito prejudicadas no ano passado em função da crise provocada pela pandemia”, reforça o presidente da FIERGS.

Apesar do crescimento das exportações gaúchas no mês passado na maioria dos setores industriais, o desempenho setorial no acumulado do ano em relação aos níveis de 2019 possui diferenças importantes. Entre os setores que já superaram esse patamar, se destacam Alimentos (64,4%), Produtos de metal (31,8%) e Máquinas e equipamentos (12,9%). Por outro lado, entre aqueles que ainda estão em terreno negativo, estão Tabaco (-26,9%), Couro e calçados (-7,8%), Celulose e papel (-60,1%), Químicos (-22,3%) e Veículos automotores (-44,5%).

Principais Destinos

Em relação aos destinos das vendas externas do RS, em comparação a maio de 2020 ocorreu grande aumento dos embarques totais para a China (50,9%). Mesmo com a fraca redução observada nas exportações da indústria de Alimentos para a economia asiática no mês, as vendas de soja em grãos (+US$ 317,8 milhões) garantiram esse avanço.

As exportações totais para os Estados Unidos também aceleraram, 115,1%. Nesse caso, contribuíram principalmente Coque e derivados do petróleo (+US$ 34,4 milhões), Máquinas e equipamentos (+US$ 12,6 milhões) e Couro e calçados (+US$ 11,0 milhões). Para a Argentina, as exportações totais subiram 34,2% em razão das altas de Químicos (+US$ 8,7 milhões) e Veículos automotores (+US$ 5,5 milhões).

Em maio, o Estado adquiriu US$ 940,3 milhões em mercadorias, demanda 120,6% superior a maio de 2020. No acumulado do ano, o RS importou US$ 3,6 bilhões, resultado 30,9% maior ante o mesmo período do ano passado. Com exceção de Combustíveis e lubrificantes, todas as grandes categorias apresentaram crescimento das importações, sendo a maior variação em Bens intermediários (+US$ 691,5 milhões), seguido de Bens de capital (+US$ 253,1 milhões) e Bens de consumo (+US$ 70,7 milhões).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2021 0 Comentários 489 Visualizações
Business

Exportações de carne suína crescem 35,1% em abril

Por Caren Souza 12/05/2021
Por Caren Souza

As exportações brasileiras de carne suína (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 98,3 mil toneladas em abril, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O saldo supera em 35,1% os embarques realizados no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 71,8 mil toneladas. O resultado das exportações de abril chegou a US$ 232,3 milhões. O número é 40,6% superior ao registrado no mesmo período de 2020, quando o valor atingiu US$ 165,2 milhões.

No acumulado do ano, as exportações de carne suína alcançaram 351,8 mil toneladas. O volume é 25,29% maior em relação ao primeiro quadrimestre de 2020, quando foram exportadas 280,8 mil toneladas. De janeiro a abril, a receita acumulada chegou a US$ 826,4 milhões, valor 27,1% superior ao efetivado nos primeiros quatro meses do ano passado (US$ 650,3 milhões).

Na análise por país, a China, carro-chefe das exportações brasileiras, importou 51,5 mil toneladas em abril (+50,5% em relação ao mesmo período de 2020). Outros destaques foram Hong Kong, com 14,6 mil toneladas (+4,9%); Chile, com 5,4 mil toneladas (+130,9%); Angola, com 3,4 mil toneladas (+3,8%); Filipinas, com 2,4 mil toneladas (+623,4%); e Argentina, com 2,2 mil toneladas (+84,3%).

Também em abril, Santa Catarina, principal estado exportador, embarcou 50,1 mil toneladas (+41,73% em relação ao mesmo período de 2020). Em seguida vieram Rio Grande do Sul, com 26,3 mil toneladas (+45,33%), e Paraná, com 12,4 mil toneladas (+11,34%).

“Além das expressivas vendas para o mercado chinês, temos observado o aumento das exportações para outras regiões do planeta, incluindo mercados vizinhos ao Brasil. Em meio à forte pressão gerada pelos custos internos de produção, o bom desempenho destas exportações diminuem perdas e melhoram o quadro para as indústrias que atuam no mercado internacional”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Sobre a ABPA

A ABPA é a representação político-institucional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Congrega mais de 140 empresas e entidades dos vários elos dos dois setores, responsáveis por uma pauta exportadora superior a US$ 8 bilhões. Sob a tutela da ABPA, está a gestão, em parceria com a Apex-Brasil, das quatro marcas setoriais das exportações brasileiras de aves, ovos e suínos: Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Pork.

Por meio de suas marcas setoriais, a ABPA promove ações especiais em mercados-alvo e divulga os diferenciais dos produtos avícolas e suinícolas do Brasil — como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção — e fomenta novos negócios para a cadeia exportadora de ovos, de material genético, de carne de frangos e de suínos.

Fonte: Assessoria
12/05/2021 0 Comentários 503 Visualizações
Business

Exportações de calçados em alta

Por Caren Souza 10/05/2021
Por Caren Souza

Dados elaborados pela Abicalçados apontam que as exportações de calçados somaram 8,5 milhões de pares em abril. O número é 76% superior ao registro de abril de 2020. Já em receita, a soma do mês quatro chegou a US$ 65 milhões, 115% mais do que no mesmo mês do ano passado. Frente ao nível pré-pandemia, 2019, apesar da queda de 15,9%, em dólares, houve um crescimento de 5,5%, em pares, no mês. No acumulado do quadrimestre, foram embarcados 40,5 milhões de pares por US$ 258,8 milhões, incremento de 10,1% em volume e queda de 4,6% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, mesmo com uma base de comparação deprimida pelo auge do novo coronavírus no ano passado, o resultado aponta para uma recuperação das exportações. “Com a retomada da demanda internacional por calçados, devemos fechar o ano com um incremento de cerca de 13% nos embarques”, projeta. Segundo o dirigente, além do ambiente mais positivo, com o avanço da vacinação em massa e a normalização do comércio, o câmbio vem favorecendo a formação de preços mais competitivos para o produto brasileiro.

No quadrimestre, o principal destino do calçado brasileiro no exterior foi os Estados Unidos, para onde foram embarcados 4,26 milhões de pares, que geraram US$ 53,56 milhões, altas de 36,5% em volume e de 4,6% em dólares na relação com o período correspondente de 2020.

O segundo destino do primeiro quadrimestre foi a Argentina, para onde foram enviados 3,17 milhões de pares por US$ 28,61 milhões, altas de 18,3% e 2,2%, respectivamente, ante o mesmo ínterim do ano passado.  Completando o ranking de destinos do quadrimestre, a França importou 2,76 milhões de pares verde-amarelos, pelos quais pagou US$ 19,51 milhões, altas de 11,3% e 21,1%, respectivamente, em relação a 2020.

RS aumenta embarques

O principal exportador de calçados do Brasil no quadrimestre foi o Rio Grande do Sul. No período, as fábricas gaúchas embarcaram 9,8 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 111,9 milhões, incremento de 15,6% em volume e queda de 2,4% em receita no comparativo com o mesmo período de 2020.

O segundo exportador do período foi o Ceará, de onde partiram 13,68 milhões de pares por US$ 69 milhões, alta de 1,7% em volume e queda de 7,7% em dólares na relação com o mesmo intervalo do ano passado.

Registrando alta em volume e receita, São Paulo foi o terceiro exportador do primeiro quadrimestre do ano. No período, as fábricas paulistas embarcaram 2,78 milhões de pares, pelos quais receberam US$ 27,68 milhões, altas de 19,5% e de 3,4%, respectivamente, ante 2020.

Impulsionadas pela Ásia, importações crescem 68,2% em abril

Assim como as exportações, as importações de calçados registraram incremento em abril, mês em que entraram no Brasil 2,17 milhões de pares por US$ 32,6 milhões, altas de 49,7% em volume e de 68,2% em receita no comparativo com o mesmo mês de 2020. As principais origens do mês quatro foram os países asiáticos. O Vietnã enviou 878,74 mil pares por US$ 18,23 milhões, altas de 41,8% e 83,2% ante abril de 2020; a Indonésia enviou 387 mil pares por US$ 7,3 milhões, altas de 56,4% e 63,9%; e a China enviou 726,3 mil pares por US$ 3,28 milhões, altas de 63,9% e 31,1%. “Esses dados revelam que os países asiáticos continuam utilizando o Brasil como destino para a desova de excedentes de calçados do mercado internacional”, avalia Ferreira.

Já no acumulado do quadrimestre, as importações somaram 8,93 milhões de pares e US$ 107,98 milhões, quedas de 14,6% e de 12,4%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado. As principais origens das importações foram os países asiáticos (Vietnã, 3,1 milhões de pares e US$ 60,9 milhões, quedas de 25,6% e 13,2% ante 2020; Indonésia, 1 milhão de pares e US$ 17,88 milhões, quedas de 16,9% e 12,5%; e China, 4,1 milhões de pares e US$ 14,12 milhões, quedas de 1,3% e 12,8%).

Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações do quadrimestre foram equivalentes a US$ 8 milhões, 6,1% menos do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram Paraguai, Vietnã e China.

Fonte: Assessoria
10/05/2021 0 Comentários 520 Visualizações
Business

Exportações de tabaco devem apresentar acréscimo em 2021

Por Caren Souza 29/04/2021
Por Caren Souza

As exportações de tabaco estiveram na pauta da 63ª Reunião Ordinária da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco nesta quarta-feira, 28 de abril, quando cerca de 30 representantes do setor do tabaco e de outras entidades, se reuniram virtualmente. O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, apresentou as perspectivas das exportações de tabaco para 2021.

O Brasil tem conseguido manter uma exportação anual em torno de 500 mil toneladas.

Pesquisa realizada pela Deloitte, a pedido do sindicato, aponta que os embarques devem apresentar acréscimo de 2,1% a 6% no volume e de 6,1% a 10% em dólares em relação a 2020, quando foram exportadas 514 mil toneladas, totalizando US$ 1,638 bilhão em divisas. De janeiro a março, segundo dados do Ministério da Economia, o embarque de 134 mil toneladas gerou divisas de US$ 418 milhões, receita que representa um aumento de 19% em comparação com o mesmo período de 2020.

“O Brasil tem conseguido manter uma exportação anual em torno de 500 mil toneladas, o que demonstra uma estabilidade no mercado mundial mesmo diante do cenário de pandemia e todos os seus desdobramentos sociais e econômicos. Temos a expectativa de que o Brasil se mantenha como líder mundial de exportações de tabaco, posição ocupada desde 1993”, disse Schünke que também falou sobre a adaptação das atividades da indústria do tabaco e do Instituto Crescer Legal durante a pandemia da Covid-19.

A 9ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco e a Segunda Reunião das Partes do Protocolo para Eliminar o Comércio Ilícito de Produtos do Tabaco (MOP2) também estiveram na pauta do encontro. Status sobre a produção do tabaco, sobre as reformas administrativa e tributária, bem como a aprovação de novos produtos de tabaco foram outros temas debatidos. As próximas reuniões da Câmara Setorial estão previstas para ocorrer nos dias 12 de agosto e 26 de outubro.

Saiba mais – Em 2020, o tabaco representou 0,8% do total de exportações brasileiras e 4,1% dos embarques da Região Sul. No Rio Grande do Sul, estado que concentra quase a metade da produção brasileira, o produto foi responsável por 9,5% do total das exportações. Nas exportações do agronegócio brasileiro, o tabaco ocupa a oitava posição.

O principal mercado brasileiro em 2020 foi a União Europeia, destino de 41% do tabaco exportado, seguida pelo Extremo Oriente (24%), África/Oriente Médio (11%), América do Norte (9%), América Latina (9%) e Leste Europeu (6%). Entre os países, a Bélgica (US$ 414 milhões) continua sendo o principal importador do produto, seguido da China (US$ 153 milhões) e Estados Unidos (US$ 125 milhões). Na sequência da lista dos principais clientes estão a Indonésia (US$ 98 milhões), Emirados Árabes Unidos (US$ 74 milhões), Turquia (US$ 55 milhões) e Rússia (US$ 54 milhões).

Fonte: Assessoria
29/04/2021 0 Comentários 527 Visualizações
Business

Marcas brasileiras calçando o mundo

Por Caren Souza 15/04/2021
Por Caren Souza

A diversidade de materiais e modelos, a sustentabilidade, o conforto, o design e a qualidade são algumas das características dos calçados brasileiros que alinhadas à tradição da indústria nacional conquistam cada vez mais mercados mundo afora. Com um grande potencial de crescimento na exportação, as marcas brasileiras apostam no processo de internacionalização como um diferencial que agrega valor não só para a empresa como também ao produto. E para fortalecer a presença das calçadistas nacionais no mercado externo, o setor conta há mais de 20 anos com o programa Brazilian Footwear, realizado pela Abicalçados em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil).

Presentes em mais de 150 países, os sapatos “made in Brazil”, calçam consumidores de todos os continentes. Quarta maior produtora mundial do segmento, a maior fora da Ásia, a indústria nacional é vista como uma importante parceira de marcas internacionais que optam por produzir no Brasil no modelo private label. Ao mesmo tempo, estratégias de diferenciação e posicionamento internacional são adotadas pelas empresas para que as suas marcas, já conhecidas no mercado doméstico, também ganhem o mundo.

Somente no ano passado, cerca de 93 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 658 milhões, o equivalente a R$ 3 bilhões, saíram das esteiras de produção das fábricas verde-amarelas com destino a mercados como Estados Unidos, China, Chile, Argentina, Itália, Emirados Árabes Unidos, entre outros. Confira alguns exemplos de marcas calçadistas que conquistam seus espaços além-fronteiras e têm a internacionalização como estratégia de negócio.

Exportação como estratégia

A coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, explica que o trabalho de inserção no mercado externo é muito desafiador. “Quando a empresa opta por exportar a sua marca, a exportação vai muito além de uma compra e venda. É preciso criar um desejo, desenvolver um parceiro que acredite no propósito da sua marca, e tudo isso exige uma estratégia mais consistente”, pontua. Essa inserção de marca própria em outro país/continente representa um planejamento de longo prazo voltado à internacionalização.

Neste contexto, entender o público consumidor de cada mercado, a concorrência nesses lugares e a cultura local são questões fundamentais para que a marca consiga de fato se inserir no exterior. “Ações do Brazilian Footwear como o Edital de Marketing Digital, em que conseguimos subsidiar investimentos das marcas junto ao cliente final dos varejistas, e o Brasil Fashion Now, que tem foco na inserção de marcas com prospecção ativa de clientes que fazem sentido para o posicionamento destas nos mercados, são importantes aliados das empresas nesse processo”, exemplifica Letícia, ao contar que, ao longo das mais de duas décadas de atuação do programa, é visível a evolução obtida pelas empresas brasileiras. Atualmente, 75% das exportações de calçados brasileiros são realizadas por empresas associadas ao Brazilian Footwear.

Apex-Brasil
A gestora do Brazilian Footwear na Apex-Brasil, Mariele Christ, destaca que a Agência, ligada ao Governo Federal, tem o objetivo de levar os diferenciais do Brasil para o mundo e chamar a atenção internacional para o potencial do País, contando não só com o apoio dos Escritórios da Apex-Brasil no Brasil e no exterior, mas também dos Setores de Promoção Comercial no Itamaraty, que conta com mais de 120 postos em diversos países.

Segundo Mariele, mesmo diante de um ano desafiador como o de 2020, a Apex-Brasil apoiou um total de 14,5 mil empresas brasileiras por meio de seus diversos serviços ofertados, número 1,4% superior a 2019. “Do total de empresas apoiadas, mais de seis mil foram novas entrantes, ou seja, não participaram de nenhuma ação da Apex-Brasil nos últimos dois anos, um valor 5,7% superior ao registrado no ciclo anterior”, comemora, ao dizer que o Brazilian Footwear é um dos mais prósperos e antigos projetos setoriais vigentes entre os apoiados pela Agência.

Conheça alguns cases de sucesso no mercado internacional

Schutz nos Emirados Árabes Unidos

Com ações intensivas de marketing na web e nas lojas, a Schutz consegue não só posicionar bem a marca em diversos mercados como também obter excelentes resultados de sell-out por meio de plataformas locais de e-commerce de calçados. Um exemplo concreto é o desempenho que a marca do grupo Arezzo&Co vem tendo nos Emirados Árabes Unidos, que é um mercado de alto poder aquisitivo. O gerente de exportação do grupo, Luís Fernando German, salienta que os EAU apresentaram uma excelente aderência ao perfil da marca.

“Posicionamos a Schutz nas melhores lojas de e-commerce locais, assim como nas melhores vitrines da região. Seja no app do celular, no site ou no varejo físico, o importante é estarmos sempre presente na vida dos clientes”, comenta, ao citar parceiros como Levelshoes.com; Tryano.com; Ounass.com, entre outros. A presença internacional e a construção de marcas voltadas para o público externo estão no DNA do grupo que participa com o apoio do Brazilian Footwear de feiras internacionais, rodadas de negócios e outras ações de prospecção. Além dos resultados no Oriente Médio, as vendas para a Europa e América Latina também se destacam.

Bibi na China

A Bibi tem como destaque positivo a sua atuação no mercado chinês, na qual teve auxílio do Brazilian Footwear. A presidente da empresa, Andrea Kohlrausch, conta que os investimentos naquele mercado iniciaram em 2013, durante missão comercial organizada pelo Programa. “Desde que a marca iniciou os investimentos na China o crescimento tem sido constante. A marca está presente em cidades estratégicas, como Xangai, na loja de departamentos Isetan, localizada na Nanjing Road – um dos destinos comerciais mais disputados da China -, e na capital chinesa, na prestigiosa loja de departamentos SKP Beijing”, lista a empresária. Além das lojas físicas, a Bibi também vende seus produtos on-line em plataformas como Tmall, Taobao e Mei.com. Andrea ressalta que a exportação é, hoje, parte fundamental da estratégia comercial da empresa pois diminui a dependência do mercado interno, aumenta a produtividade e qualifica o produto.

Anatomic Shoes no Reino Unido

Porta de entrada para a internacionalização da AnatomicShoes, o Reino Unido representa 50% do faturamento da marca no exterior. O trabalho neste mercado começou há quase 20 anos e é o mais consolidado dentre os mais de 65 países em que a empresa está presente. A sócia fundadora da marca, Moema Pimentel, conta que eles criaram uma comunidade no país, não só um escritório e um centro de distribuição.

“Estamos em mais de 60 lojas, entre as independentes, múltiplas, grandes redes e de departamento. Também em lojas de vestuário que complementam suas operações com nossos calçados e em alguns consultórios de podologia, onde profissionais oferecem produtos especializados.” A AnatomicShoes conta, ainda, com um e-commerce e marketplace próprio, além de lojas próprias dentro de outros marketplaces. “Queremos maximizar as oportunidades de um estoque e por isso também vendemos pelo social media. Fazemos promoções de publicidades on-line e já fizemos ações com influencers.” A relação já conquistada pela marca com produtoras de conteúdo também ajuda no posicionamento estratégico de inserção em campanhas e na mídia.

Usaflex no Chile

Presente em mais de 50 países, a Usaflex conta com 15 lojas licenciadas no exterior. O gerente de exportações da empresa, Jefferson Berz, frisa que o mercado externo é de grande importância, representando 8% do faturamento. “A Usaflex vê com bons olhos a expansão internacional e concentra grande percentual de seus negócios nos países latino-americanos, com destaque para o Chile”, conta.

Neste país, por exemplo, a empresa conseguiu inserir a marca em uma das principais cadeias varejistas da América Latina. Parceria que, inclusive, foi alcançada por meio de um trabalho que começou em 2019, com a participação no edital de Marketing Digital Internacional do Brazilian Footwear. “O projeto foi fundamental, pois contemplou a criação de anúncios da Usaflex nas plataformas Facebook, Instagram e no site do parceiro local. A marca também trabalhou com e-mail marketing para os consumidores finais. Os resultados foram excelentes, crescimento de 15% nas exportações para esse mercado”, informa o gerente.

Democrata no Paraguai

A presença da Democrata no Paraguai é tão forte que a marca brasileira de calçados masculino já foi reconhecida pelos consumidores locais como uma das marcas mais lembradas no país. E esse reconhecimento é fruto de uma parceria de aproximadamente 18 anos. O gerente de exportação, Anderson Melo, conta ainda que é no mercado paraguaio que está localizada, há cerca de oito anos, uma das lojas licenciadas que a marca tem no exterior.

“Nossa atuação internacional é pulverizada. Estamos presentes em 62 países, em todos os continentes”, frisa, ao dizer que 20% do faturamento da empresa vem da exportação. A estratégia internacional da marca passa pela ativação de lojas licenciadas, multimarcas e e-commerce. “Buscamos uma construção de comunicação e posicionamento junto com o parceiro local que seja alinhada com a cultura de cada mercado”, comenta. Nas próximas semanas, a marca vai lançar um e-commerce próprio na Holanda. “Nosso objetivo é, além de atender os Países Baixos, expandir para outros mercados europeus” , projeta Melo.

Vicenza na Itália

No exterior, o mercado europeu é um dos principais parceiros da Vicenza, que, inclusive, conta com um escritório e showroom na Itália, com parceiro local. O gerente de exportação da empresa, Geison Ferreira, explica que o trabalho de inserção e internacionalização da Vicenza já tem 15 anos e garantiu à empresa solidez nas suas operações, reconhecimento de marca e grande presença em todos os países da Europa.

“Hoje, além de termos showroom na Itália com equipe de vendas nativa e centro de distribuição local, lançamos também nosso (https://www.vicenzaeurope.com/), que nos permitiu um relacionamento mais próximo com os clientes e possibilitou entender melhor o perfil de compra das consumidoras europeias”, destaca o gerente, ressaltando que tais informações têm sido extremamente relevantes para aprimorar a oferta de produtos. Atualmente, 25% da produção da empresa tem como destino o mercado europeu, sendo que a meta é ampliar ainda mais essa presença, especialmente por meio de ações digitais.

Piccadilly no Kuwait

Tratando a exportação como estratégia na empresa, a Piccadilly tem no exterior uma parte importante do seu planejamento, já que 35% do total da receita do grupo provém do mercado internacional. “E hoje, praticamente 100% da nossa exportação é com marca própria”, comemora a gerente de exportação, Bruna Kremer. A Piccadilly está presente em mais de 14 mil pontos de venda em aproximadamente 100 países e conta, ainda, com 25 lojas exclusivas, a maioria em shoppings e centros comerciais, espalhadas pelo mundo.

Destas, 14 estão localizadas no Kuwait. “A presença da Piccadilly no Kuwait começou como distribuição e o parceiro identificou a oportunidade de abrir lojas exclusivas da marca. Nós orientamos com relação ao layout e apoiamos com materiais exclusivos de comunicação”, fala Bruna. No final de 2020, a marca deu início ao projeto de franquias no exterior. E a primeira já está em operação no Equador. Bruna explica que, embora mais de 65% das exportações da empresa tenham como destino os mercados da América Latina e Central, existe um esforço para expansão na Europa e Oriente Médio, com o apoio fundamental do Brazilian Footwear, especialmente em ações digitais no Velho Continente.

Klin nos Estados Unidos

Intensificando a presença da marca no mercado externo nos últimos anos, a Klin está presente em mais de 60 países. E dentre esses mercados, os Estados Unidos é o que mais se destaca. Expostos nas prateleiras de redes segmentadas e em lojas especializadas do mercado estadunidense, os produtos da marca infantil têm resultados cada vez melhores entre os consumidores locais.

“Tivemos um incremento de mais de 100%”, ressalta o CEO da empresa, Rodrigo Righi. O executivo frisa que o trabalho neste país é fruto dos contatos com os compradores internacionais obtidos pelas participações nas feiras presenciais e, agora, digitais, que contam com o apoio do programa Brazilian Footwear. A fabricante aposta na internacionalização da marca como uma oportunidade de expansão. “Além de trazer valor, traz a oportunidade de aparar as arestas com experiências que adquirimos comercializando com mercados distintos”, conclui Righi.

 

Fonte: Assessoria
15/04/2021 0 Comentários 664 Visualizações
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