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exportação

Business

Exportações de carne suína batem recorde em 2019

Por Gabrielle Pacheco 08/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

As vendas de carne suína do Brasil alcançaram volume recorde em 2019, de acordo com números revelados hoje pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Ao todo, foram embarcadas 750,3 mil toneladas ao longo dos 12 meses do ano passado. O saldo é 16,2% superior ao registrado em 2018, quando foram comercializadas 646 mil toneladas. Apenas em dezembro, foram exportadas 76 mil toneladas, volume 35,1% maior em relação ao mesmo período de 2018, com 56,2 mil toneladas. É o maior embarque mensal já registrado na história do setor.

Em receita, o saldo das vendas alcançou US$ 1,597 bilhão, número 31,9% maior que o resultado de 2018, com US$ 1,2 bilhão. Em dezembro, as vendas chegaram a US$ 183,6 milhões – maior saldo mensal já alcançado pelo setor. As vendas para a Ásia – região fortemente impactada por focos de Peste Suína Africana (PSA) – foram o grande impulso das exportações de 2019. A China, que assumiu o primeiro lugar nas importações já no primeiro mês do ano passado, importou 248,80 mil toneladas, volume 61% superior ao total embarcado em 2018.

Também impactado pela PSA, o Vietnã aumentou suas importações em 82,6%, com total de 13,54 mil toneladas em 2019. “A crise sanitária na Ásia reconfigurou o comércio internacional de proteína animal. A China, que foi a maior afetada, ampliou sua capacidade de importação de carne suína brasileira com a habilitação de novas plantas em novembro de 2019. Este é um dos fatores que devem favorecer o aumento das vendas brasileiras em 2020, já que os indicadores de instituições como o Rabobank demonstram que este quadro deve perdurar no mínimo ao longo do ano”, analisa Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA.

“A crise sanitária na Ásia reconfigurou o comércio internacional de proteína animal.”

Na América do Sul, o Uruguai foi o principal destino, com 40,48 mil toneladas importadas, volume 12,8% maior em relação ao saldo de 2018. Também o Chile se destacou, com importação de 44,54 mil toneladas (+28,9%). No Leste Europeu, a Rússia importou 35,28 mil toneladas. “Crescemos nossas vendas não apenas na Ásia, mas em outras regiões importadoras, como a América do Sul. Nossos esforços estarão concentrados, agora, no fortalecimento destas parcerias e busca de novos mercados”, ressalta Francisco Turra, presidente da ABPA.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
08/01/2020 0 Comentários 468 Visualizações
Exportações
Business

Setor calçadista avalia 2019 e faz projeções para o próximo ano

Por Gabrielle Pacheco 17/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Após um período difícil, o setor calçadista começou sua recuperação em 2019. Apesar de graduais, os efeitos já puderam ser sentidos, com a produção crescendo 2,1% entre janeiro e outubro, em relação ao mesmo período do ano passado. A performance, conforme a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), foi puxada pelas exportações, que registraram incremento de 3,8% no entre janeiro e novembro deste ano, no comparativo com intervalo correspondente de 2018.

“O resultado teve influência direta da guerra comercial instalada contra a China.”

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o mercado doméstico, que representa mais de 85% das vendas do setor calçadista, andou de lado em 2019. Até outubro, segundo o IBGE, as vendas do varejo ficaram estáveis, mas apontando para uma leve recuperação no mês 10, de 2,5% em relação ao seu correspondente de 2018.

Já as exportações, que alcançaram 104 milhões de pares até novembro, foram impulsionadas pelos Estados Unidos, principal destino do calçado brasileiro no exterior. No período, os norte-americanos importaram 10,8 milhões de pares, 26,5% mais do que em 2018. “O resultado teve influência direta da guerra comercial instalada contra a China, que fez com que os importadores locais passassem a importar de países alternativos ao asiático em função das sobretaxas aplicadas”, explica Ferreira.

Por outro lado, o dirigente ressalta que o resultado dos embarques totais poderia ter sido ainda melhor, não fosse a crise da Argentina, segundo mercado internacional para o calçado brasileiro. “Não fosse a queda das exportações para a Argentina, de quase 20% até novembro (9 milhões de pares), teríamos logrado um resultado muito melhor, de incremento de quase 6% no geral”, comenta, destacando a grave crise pela qual passa o país, com queda generalizada no consumo de calçados.

Projeções

As mudanças na macroeconomia e na dinâmica do mercado doméstico fizeram com que a Abicalçados revisasse as projeções de crescimento de 2019, que ficarão entre 2% e 2,5% na produção de calçados – era de mais de 3% no início do ano.

“No mercado interno, já notamos uma retomada na confiança do consumidor.”

Para 2020, a projeção do setor é otimista, embora com o “pé na realidade do mercado”. “Não será um grande crescimento. Diferentemente de 2019, esse crescimento deve vir do mercado doméstico e não das exportações”, projeta, ressaltando os problemas na Argentina, que devem dificultar ainda mais as exportações para aquele país. “No mercado interno, já notamos uma retomada na confiança do consumidor, o que deve refletir positivamente no aumento da demanda”, acrescenta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/12/2019 0 Comentários 485 Visualizações
Business

Exportações de calçados somam US$ 886 milhões

Por Gabrielle Pacheco 06/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, entre janeiro e novembro deste ano, foram embarcados para o exterior 104,2 milhões de pares de calçados, que geraram US$ 886,3 milhões. As altas são de 3,8% em volume e de 0,9% em receita no comparativo com igual período de 2018. O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que o resultado foi influência, sobretudo, pela guerra comercial instalada entre Estados Unidos e China – com o consequente desaquecimento da economia internacional – e a crise da Argentina.

Segundo ele, no início do ano a previsão era de incremento mais significativo, especialmente porque a base de 2018 é muito fraca. “Mesmo assim, em função das instabilidades na economia mundial, isso acabou não acontecendo”, lamenta. Principal destino dos embarques brasileiros entre janeiro e novembro deste ano, os Estados Unidos importaram 10,86 milhões de pares por US$ 181,66 milhões, incrementos de 26,5% em volume e de 28,2% em receita gerada na relação com mesmo período de 2018.

O segundo destino foi a Argentina. Nos 11 meses foram embarcados para lá 9,32 milhões de pares, que geraram US$ 98,32 milhões, quedas tanto em volume (-18,3%) quanto em receita (-27%) em comparação com igual intervalo do ano passado.Com resultados positivos tanto em receita (4,1%) quanto em volume (9,8%), a França foi o terceiro destino do calçado verde-amarelo no exterior. Entre janeiro e novembro os franceses importaram 7 milhões de pares por US$ 52,47 milhões.

RS lidera o ranking

O Rio Grande do Sul segue à frente no ranking de exportações brasileiras de calçados. Entre janeiro e novembro, os fabricantes gaúchos embarcaram 27,9 milhões de pares, que geraram US$ 407 milhões, incrementos de 12,5% e de 4,5%, respectivamente, ante o mesmo período de 2018. A segunda origem das exportações brasileiras de calçados no período foi o Ceará, com o embarque de 34,57 milhões de pares por US$ 210,13 milhões, quedas tanto em volume (-3%) quanto em receita (-2,5%) na relação com o ano passado.

No terceiro posto aparece São Paulo, de onde partiram 7,17 milhões de pares por US$ 96,24 milhões, incremento de 10% em volume e queda de 0,3% em receita ante os 11 meses do ano passado. Com maior incremento entre as principais origens das exportações, a Paraíba aparece na quarta colocação com o embarque de 18,2 milhões de pares e US$ 62 milhões, altas de 16¨e de 17,6%, respectivamente, ante 2018.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
06/12/2019 0 Comentários 555 Visualizações
Uncategorized

Abicalçados recebe influenciadoras norte-americanas

Por Gabrielle Pacheco 26/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Entre os dias 2 e 6 de dezembro, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promove, por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), a 7ª edição da sua ação com influenciadores digitais. O Digital Influencer Project – DIP traz para o Brasil personalidades dos países que são mercados-alvo do Brazilian Footwear para conhecer a moda, o lifestyle e a cultura verde-amarela.

Em uma viagem marcada por experiências, os convidados participam de ensaios fotográficos com calçados brasileiros para serem publicados em seus perfis nas redes sociais. Além de impactar seus milhares de seguidores, esse conteúdo tem alto potencial de influência nos países-alvo, gerando visibilidade internacional às marcas calçadistas participantes.

Nesta edição, as convidadas são as influenciadoras de moda norte-americanas Natalie Suarez (@natalieoffduty) e Dylana Suarez (@dylanasuarez), que somam mais de 850 mil seguidores em seus perfis no Instagram. Elas, que são irmãs, viajarão juntas ao litoral alagoano, onde acontece a ação. A analista de Promoção de Imagem da Abicalçados, Luana Chinazzo, destaca que com duas convidadas é possível otimizar a ação e gerar mais resultados às empresas participantes.

“Trazer duas influenciadoras proporcionará um maior engajamento, aumentando a quantidade de postagens orgânicas”, explica Luana.

A iniciativa terá a participação das marcas Vicenza, Petite Jolie, Insecta (foto), Cecconello e Melissa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/11/2019 0 Comentários 506 Visualizações
Business

Decisão do STF auxilia empresas exportadoras

Por Gabrielle Pacheco 23/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) traz uma boa perspectiva às empresas que aderirem ao drawback suspensão, já que se não obtiverem êxito em realizar à venda ao exterior (principalmente diante da crise do mercado internacional), em até um ano da data da concessão do regime, poderão não ser penalizadas pela Receita Federal.

O problema tem afetado diversas empresas que, por motivos que fogem de sua alçada, como a recessão no mercado internacional, acabam não efetivando a exportação. Quando isso acontece, é necessária a nacionalização das mercadorias importadas e o pagamento dos tributos, que anteriormente deixaram de ser recolhidos, em até trinta dias da expiração do prazo de exportação.

Segundo o advogado especialista em Direito Tributário Rafael Paiani, a Receita Federal vem exigindo que os tributos sejam pagos com o acréscimo de multa moratória e da Selic (cuja média anual é de 6%), a contar da data da declaração de importação. Ou seja, além de recolher os tributos, o Fisco exige da empresa o pagamento de encargos moratórios de 26% pela não ocorrência da exportação.

“O que mudou o cenário foi uma recente decisão proferida pelo Superior Tribunal de Justiça determinado que em sendo nacionalizada a mercadoria importada e recolhidos os tributos incidentes, em até trinta dias do vencimento do prazo para realizar a exportação, deve ser afastada a incidência da multa moratória e dos juros de mora. Isso porque, durante a vigência do ato concessório, há uma isenção condicional que depende da efetivação da exportação para que se confirme”, explica.

“Se a exportação não se realiza, o tributo passa a ser devido a partir dali e, apenas se não for recolhido em até 30 dias, é que haverá a incidência de encargos moratórios.”

O “drawback suspensão” é um regime aduaneiro especial que concede às empresas o direito de importar mercadorias sem o pagamento do Imposto de Importação, do Imposto sobre Produtos Industrializados, do PIS e da Cofins, desde que essas sejam utilizadas no processo de industrialização de produto a ser exportado em um prazo de até um ano da data da concessão do regime.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
23/10/2019 0 Comentários 723 Visualizações
Business

Exportações de calçados para os Estados Unidos são destaque de setembro

Por Gabrielle Pacheco 07/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, no mês de setembro, foram embarcados para o exterior 8,6 milhões de pares, que geraram US$ 73,47 milhões, queda de 12,8% em volume e incremento de 2,5% em receita no comparativo com igual mês do ano passado. Com o resultado, de janeiro a setembro os calçadistas somaram a exportação de 83,3 milhões de pares que geraram US$ 718,1 milhões, altas de 5,6% em volume e de 2,6% em receita na relação com igual ínterim de 2018.

O destaque do mês foi os Estados Unidos. Historicamente o principal destino do calçado brasileiro no exterior, o País importou 992,8 mil pares por US$ 14,24 milhões, incrementos de 122% em volume e de 68% em receita na relação com mesmo mês de 2018. Já no acumulado dos nove meses, os norte-americanos somaram a importação de 8,9 milhões de pares, que geraram US$ 150,23 milhões, incremento tanto em volume (38,4%) quanto em dólares (38,1%) na relação com igual período do ano passado 2018.

O movimento, segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, é previsível, especialmente em função da guerra comercial instalada entre os Estados Unidos e a China. “O fato faz com que os importadores norte-americanos busquem calçados fora da China, o que acaba nos beneficiando em um primeiro momento”, explica.

Outros caminhos

Mesmo em recessão e com reservas internacionais à míngua, a Argentina segue sendo o segundo destino do calçado brasileiro no exterior. Em setembro, os hermanos importaram 1,25 milhão de pares por US$ 11,38 milhões, incremento de 12% em volume e queda de 1,7% em dólares no comparativo com mês correspondente do ano passado. Na soma dos nove meses, os argentinos compraram 7 milhões de pares por US$ 77,14 milhões, quedas de 25,5% em volume e de 32,9% em valores em relação a 2018.

O terceiro destino do produto verde-amarelo no exterior foi a França, que em setembro importou 385,17 mil pares por US$ 2,62 milhões, quedas tanto em volume (-70,4%) quanto em receita (-22,3%) na relação com mesmo mês do ano passado. Com isso, os franceses somaram, nos nove meses, a importação de 5,32 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 42,23 milhões, alta de 0,4% em volume e queda de 2,6% em valores no comparativo com período correspondente do ano passado.

Estados

O principal exportador dos nove meses do ano segue sendo o Rio Grande do Sul. Impulsionadas pelos embarques para os Estados Unidos, as exportações gaúchas somaram 22,6 milhões de pares por US$ 332,97 milhões, incrementos de 13,7% em volume e de 4,5% em receita no comparativo com mesmo ínterim do ano passado.

O Ceará foi a segunda principal origem das exportações brasileiras de calçados. Nos nove meses, as fábricas cearenses embarcaram 28,3 milhões de pares, que geraram US$ 173,58 milhões, queda de 0,2% em pares e incremento de 5,2% em receita em relação ao mesmo período de 2018.

A terceira origem das exportações de calçados foi São Paulo. No acumulado do ano, os paulistas embarcaram 5,72 milhões de pares por US$ 76,79 milhões, incremento de 8,2% em volume e queda de 2,4% em receita no comparativo com mesmo período do ano passado.

Importações

As importações de calçados também aumentaram em setembro. No mês nove, entraram no Brasil 2,6 milhões de pares por US$ 42,26 milhões, altas de 28% em volume e de 47,7% em valores no comparativo com mês correspondente de 2018. Com o resultado, as importações dos nove meses somaram 22,2 milhões de pares e US$ 288,97 milhões, incrementos de 2% em volume e de 4,8% em valores em relação a igual período do ano passado.

As principais origens no acumulado do ano foram Vietnã (9,28 milhões de pares e US$ 143,8 milhões, quedas de 3,7% e de 6,9%, respectivamente, ante 2018), Indonésia (3,74 milhões de pares e US$ 59,42 milhões, altas de 22,1% e de 19,3%, respectivamente) e China (6,73 milhões e US$ 37 milhões, queda de 1,1% em pares e incremento de 25,8% em dólares). “O incremento das importações provenientes da China também é decorrente da guerra comercial do país asiático e Estados Unidos, visto que este acaba pulverizando seus embarques para países alternativos, caso do Brasil”, explica Ferreira.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
07/10/2019 0 Comentários 674 Visualizações
Business

Exportações da indústria recuam no RS

Por Gabrielle Pacheco 10/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

As exportações da indústria do Rio Grande do Sul totalizaram US$ 1 bilhão em agosto, recuo de 2,7% em relação ao mesmo mês de 2018. Dos 23 setores industriais no RS que registraram vendas externas no período, 17 caíram, especialmente Químicos (-32,1%), Veículos automotores (-30,6%) e Couro e calçados (-16,6%).

“A queda nas exportações foi disseminada entre os setores da indústria. A desaceleração da economia mundial e a crise na economia argentina têm contribuído para a diminuição na demanda externa por muitos produtos industrializados”, afirma o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Gilberto Porcello Petry.

Segundo análise da Fiergs, a diminuição nas vendas de produtos químicos para a Coreia do Sul (-US$ 21 milhões) e China (-US$ 8 milhões) foi determinante para o resultado negativo deste segmento. Já as exportações de Veículos automotores voltaram a recuar no mês passado por conta do agravamento da crise argentina (-US$ 42 milhões).

Quanto ao setor de Couro e calçados, as vendas externas da matéria-prima sofreram uma queda de 27,7% ante agosto de 2018, enquanto o valor exportado de calçados foi praticamente o mesmo registrado no igual período.

Já entre os setores que registraram aumento das exportações, Celulose e papel se destacou, com 316,9% de crescimento, seguido de Coque e derivados do petróleo (+109,7%) e Produtos alimentícios (+13,3%).

Enquanto o desempenho dos dois primeiros deve-se, exclusivamente, à pequena base de comparação, as exportações do complexo carne (especialmente frango e suína in natura), com alta de quase 40% em agosto, seguem impulsionando a indústria de Alimentos, que já assinala o quarto crescimento mensal consecutivo.

Por conta de problemas fitossanitários com a peste suína africana, juntamente com a Guerra Comercial com os Estados Unidos, os chineses têm aumentado a demanda por produtos agrícolas no mercado brasileiro, beneficiando diretamente o segmento de proteína animal do Rio Grande do Sul.

No acumulado do ano, porém, o resultado das exportações industriais do RS é diferente da análise mensal. De janeiro a agosto de 2019, totalizaram US$ 8,4 bilhões, crescimento de 1,8% ante o mesmo período do ano anterior. A principal contribuição positiva para o resultado veio de Celulose e papel, US$ 1 bilhão, incremento de 63% até o momento.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/09/2019 0 Comentários 474 Visualizações
Business

Embarques de tabaco devem superar os US$ 2 bilhões

Por Gabrielle Pacheco 10/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

De janeiro a agosto deste ano, o Brasil embarcou 345 mil toneladas de tabaco, o que representou US$ 1,35 bilhão em receita para o País segundo dados do Ministério da Economia. Os números representam um aumento de 30,4% em volume e de 16,5% em dólares na comparação com o mesmo período em 2018.

Até o mês de dezembro, a expectativa é de manutenção do aumento nos embarques. Segundo pesquisa encomendada pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) junto à PriceWaterhouseCoopers (PWC), a tendência é de um acréscimo de 6% a 10% em dólares e de 10% a 15% no volume de tabaco embarcado em 2019.

Segundo Iro Schünke, presidente do SindiTabaco, o mercado de tabaco brasileiro tem se mantido estável nos últimos anos e o aumento se deve à postergação de embarques para a China que aconteceriam no final de 2018 para o início de 2019.

“No ano passado tivemos uma queda nas exportações devido a questões logísticas e à decisão do cliente de postergar embarques para o primeiro semestre de 2019. Como reflexo, é esperado um aumento nos embarques do ano corrente. Atualmente, o Brasil detém de 25% a 30% dos negócios mundiais de tabaco e o levantamento aponta que deveremos manter a liderança das exportações mundiais de tabaco”, avalia Iro Schünke, presidente do SindiTabaco.

De janeiro a agosto, o tabaco representou 0,91% do total de exportações brasileiras e 4,73% dos embarques da Região Sul. No Rio Grande do Sul, onde o produto é bastante representativo para a balança comercial, foi responsável por 9,02% do total das exportações até o momento, com o embarque de quase 285 mil toneladas e R$ 1,1 bilhão em divisas.

O Rio Grande do Sul também é o maior produtor de tabaco do Brasil.

Da produção brasileira de tabaco, em torno de 85% é destinada à exportação, que vai para 100 países em todos os continentes. O principal mercado continua sendo a União Europeia, que em 2018 recebeu 41% do tabaco exportado. O segundo é o Extremo Oriente, com 24%.

Depois vêm a África/Oriente Médio, com 11%; a América do Norte, com 10%; a América Latina, com 8%; e o Leste Europeu, com 6%. A principal nação importadora do tabaco brasileiro é a Bélgica, seguida pelos Estados Unidos (2º lugar), China e Indonésia. Na sequência da lista dos principais clientes estão o Egito (5º lugar), a Alemanha e a Rússia (7º).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/09/2019 0 Comentários 520 Visualizações
Business

EUA é o principal destino das exportações de calçados

Por Gabrielle Pacheco 05/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Os embarques de calçados brasileiros registraram o segundo mês consecutivo de incremento. Em agosto, conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), foram embarcados 9,47 milhões de pares, 7,4% a mais do que no mesmo mês de 2018.

Em valores, porém, houve uma queda de 6% no mesmo comparativo, somando a cifra de US$ 78 milhões. A explicação passa pelo preço médio do produto embarcado, que caiu mais de 12%. Com o resultado de agosto, o acumulado dos oito meses chegou a 76,66 milhões de pares, que geraram US$ 644 milhões, altas de 8,2% em volume e de 2,5% em receita no comparativo com igual ínterim do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, comenta que o resultado díspar entre volume e receita pode ser explicado pela valorização do dólar, que deixa o preço do calçado brasileiro mais competitivo no exterior, e também pelo começo dos embarques das coleções de verão.

“Como os custos das indústrias são em reais, quando o dólar valoriza temos a possibilidade de formar preços mais baixos”, explica Ferreira.

Ele ressalta o incremento de 15% nos embarques de chinelos no mês oito, o que tem grande impacto no resultado geral, levando em consideração que 50% do volume exportado pelo Brasil é deste segmento. Dados elaborados pela Abicalçados apontam que no mês de agosto o preço médio do produto enviado ao exterior foi de US$ 8,24, enquanto no mesmo mês de 2018 foi de US$ 9,10.

Guerra comercial

Somando a importação de 748,58 mil pares de calçados verde-amarelos por US$ 15,63 milhões, os Estados Unidos foram os principais compradores internacionais do mês de agosto, com incrementos de 18% em pares e de 5,8% em receita em relação a 2018.

No acumulado dos oito meses, os norte-americanos somam 8 milhões de pares importados, pelos quais foram pagos US$ 135,87 milhões, altas de 32% e de 35,4%, respectivamente, em relação ao ano passado.

Ferreira reitera que o movimento é esperado e deve continuar ocorrendo até o final do ano, especialmente em função da guerra comercial entre Estados Unidos e China, que tem encarecido o produto asiático com tarifas extras de importação.

“Tradicionalmente, 70% das importações de calçados norte-americanas são provenientes da China. Com as novas tarifas impostas, os importadores estadunidenses têm buscado fornecedores alternativos, abrindo espaço para o nosso produto”, explica o dirigente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/09/2019 0 Comentários 785 Visualizações
Business

Estados Unidos no radar do calçado brasileiro

Por Gabrielle Pacheco 16/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

As exportações de calçados para os Estados Unidos estão em alta este ano. Entre janeiro e julho, conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), foram embarcados para aquele mercado mais de 7 milhões de pares, que geraram quase US$ 120 milhões, incrementos de 33,3% em volume e de 40% em receita no comparativo com igual período do ano passado.

Os bons números embalaram a participação de 13 marcas nacionais na mais recente edição da FN Platform, maior feira de calçados da América do Norte que aconteceu entre 12 e 14 de agosto, em Las Vegas. O apoio da iniciativa foi do Brazilian Footwear, programa de fomento às exportações de calçados mantido pela Abicalçados em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruisa Scheffel, que acompanhou a participação, destaca que as marcas saíram satisfeitas com negócios efetivados e alinhavados durante o evento, além de contatos que devem se refletir em vendas até o final de 2019. Conforme relatório da entidade, foram comercializados mais de 100 mil pares nos três dias de eventos, 25% mais do que na edição do ano passado.

A receita gerada, in loco, chega a mais de US$ 750 mil. Para os próximos meses, em negócios alinhavados, devem ser vendidos o equivalente a mais US$ 1,87 milhão, somando um total de mais de US$ 2,6 milhões em negócios gerados pela participação.

A representante da Carrano nos Estados Unidos, Nilsara Piereck, destaca que a feira foi importante, especialmente pela abertura de novos clientes. Segundo ela, os negócios foram turbinados pela guerra comercial instalada entre Estados Unidos e China, que fez com que importadores locais buscassem alternativas aos calçados chineses com receio do aumento das tarifas de importação.

No último dia 13 de agosto, portanto durante a mostra, o Escritório Americano de Representação Comercial anunciou a lista final de produtos importados da China que receberão adicional tarifário de 10%, entre eles alguns tipos de calçados – que terão uma tarifa aumentada de 17% para 27%.

Segundo Nilsara, existe uma preocupação muito grande do importador de calçados dos Estados Unidos, com o encarecimento dos produtos asiáticos em função das novas tarifas. “A tendência do mercado, dependente das importações, é se ajustar, buscando produtos de fornecedores fora da China, o que abre oportunidades para o calçado brasileiro, especialmente de couro”, avalia a representante.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
16/08/2019 0 Comentários 727 Visualizações
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