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Variedades

Uninter disponibiliza curso preparatório gratuito para o Enem

Por Gabrielle Pacheco 14/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Enem 2019 já tem datas marcadas: acontece nos dias 3 e 10 de novembro. Para quem quer se preparar, mas não tem tempo e nem dinheiro para investir em aulas extras e cursos particulares, há a opção do Pré-Enem a Distância Uninter.

Trata-se de um curso preparatório completo e gratuito disponível para estudantes de todo o Brasil.

“O aluno pode estudar no ritmo que quiser e onde estiver as disciplinas contempladas na prova, bem como conteúdos cobrados nas edições anteriores, além de contar com aulões de reforço, tutoria on-line e até simulados comentados”, explica o coordenador e idealizador do curso, Marlus Geronasso.

O projeto, que é uma parceria do Centro Universitário Internacional Uninter com o Eureka, chega ao sexto ano com material atualizado, cerca de 350 videoaulas e aulões de redação presenciais e on-line.

No dia 3 de novembro serão aplicadas no Enem as provas de “Linguagens, Códigos e suas Tecnologias”, “Redação” e “Ciências Humanas e suas Tecnologias”; e, no dia 10, “Ciências da Natureza e suas Tecnologias” e “Matemática e suas Tecnologias”. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mais de cinco milhões de pessoas vão participar do exame.

Mais informações e inscrições estão disponíveis no site da Uninter.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
14/06/2019 0 Comentários 542 Visualizações
Saúde

Sociedade Brasileira de Mastologia lança estudo que promete colocar o Câncer de Mama em nova perspectiva

Por Gabrielle Pacheco 15/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Sociedade Brasileira de Mastologia, em parceria com a Libbs Indústria Farmacêutica, quer ouvir o que as mulheres sabem sobre o câncer de mama. Está sendo realizado um estudo para identificar o conhecimento, a atitude e a prática das mulheres de todas as regiões do país sobre a doença.

Todas as mulheres acima dos 18 anos podem participar, basta acessar https://lnkd.in/d343z9W e responder o questionário. O lançamento oficial será realizado no XXII Congresso Brasileiro e IX Simpósio Internacional de Mastologia, que está acontecendo no Windsor Barra até o dia 13/04.

O principal objetivo do estudo é contribuir com os órgãos responsáveis pela Saúde Pública na formulação de políticas mais eficientes, além de promover ações de conscientização para que a população tenha condições de contribuir de maneira ativa no diagnóstico precoce.

Segundo o Presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia Antônio Frasson, “este é o primeiro levantamento nacional da Sociedade Brasileira de Mastologia junto às mulheres. Considerando que a falta de informação atrapalha o reconhecimento dos sinais e sintomas, queremos analisar o conhecimento em relação ao câncer de mama em mulheres brasileiras e, a partir do resultado , direcionar como a sociedade médica e governos podem focar os esforços de forma mais eficaz”, explica ele.

Dados da Sociedade Brasileira de Mastologia mostram que mulheres possuem 100 vezes mais chances que os homens de desenvolver o Câncer de Mama, principalmente após os 40 anos de idade.

Os métodos de rastreamento e diagnóstico disponíveis atualmente são capazes de detectar o câncer em estágios iniciais, porém fatores como as falhas nesse rastreamento das pacientes e a lentidão até a confirmação do diagnóstico contribuem para uma mortalidade tão alta.

A pesquisa pretende avaliar dados demográficos acerca do conhecimento dos participantes quanto aos sinais, sintomas e fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de mama; quanto às formas de diagnóstico e tratamento do câncer de mama; quanto aos profissionais envolvidos nas etapas de rastreamento, diagnóstico e tratamento, assim como as entidades envolvidas na prevenção e controle do câncer de mama; e, ainda, quanto aos direitos legais dos pacientes e às campanhas e ações educativas voltadas ao diagnóstico precoce do câncer de mama.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/04/2019 0 Comentários 513 Visualizações
Variedades

Estudo britânico associa depressão e antidepressivos a maior risco de trombose e embolia pulmonar

Por Gabrielle Pacheco 12/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

Além de combater a depressão, uma série de medicamentos antidepressivos vem recebendo múltiplas indicações, que incluem ansiedade, dor e nevralgia, por esse motivo seu uso está aumentando em escala global. Mas o novo estudo Depression, antidepressant use, and risk of venous thromboembolism: systematic review and meta-analysis of published observational evidence, da Universidade de Bristol, publicado em julho deste ano no Annals of Medicine, é um alerta nesse sentido, pois relaciona a depressão e o uso de antidepressivos a um risco aumentado do desenvolvimento de tromboembolismo venoso.

A cirurgiã vascular e angiologista Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, explica que Tromboembolismo Venoso (TEV) é um termo que se refere à condição na qual há o desenvolvimento de um “trombo”, um coágulo sanguíneo, nas veias das pernas e coxas. “Esse coágulo causa uma inflamação na parede do vaso e é chamado de Trombose Venosa Profunda (TVP). Quando esse trombo se solta e se desloca até o pulmão, ele é chamado de Embolia Pulmonar (EP) e em muitos casos é fatal”, explica a médica.

O estudo
De acordo com o estudo, que é uma revisão de oito pesquisas científicas observacionais, há relatos de que tanto a depressão quanto o uso de antidepressivos podem estar associados a um risco aumentado de Tromboembolismo Venoso. Antidepressivos tricíclicos, inibidores seletivos de recaptação de serotonina e outras drogas antidepressivas foram associadas a um aumento do risco de TEV.

Embora o estudo não tenha provado se as descobertas observadas são impulsionadas principalmente pelas drogas antidepressivas ou pela depressão em si, ou por ambos, ele mostra que existe uma relação entre depressão, uso de antidepressivos e TEV. “As drogas antidepressivas podem causar esse efeito. Mas muitas pesquisas já mostraram que o paciente com depressão sofre com um alto desgaste do organismo e tem reações inflamatórias, por conta do aumento dos níveis de cortisol, hormônio do estresse. Por causa dessa inflamação, os vasos sanguíneos sofrem uma lesão, que pode reduzir também o calibre das veias e artérias, causando hipertensão e trombose”, afirma a médica.

Além disso, o paciente depressivo tende a ser mais sedentário e relapso com a alimentação. “O sedentarismo e a má alimentação são mais dois fatores de risco para o desenvolvimento da trombose”, conta a médica.

A trombose
De maneira geral, segundo a angiologista, os sinais de uma trombose venosa profunda são: dor, calor, sensibilidade, inchaço e vermelhidão nas pernas. “Quanto aos sinais de uma embolia pulmonar, temos a falta inesperada de respiração, a respiração rápida, a dor no peito e a frequência cardíaca”, comenta a médica. “Sentindo qualquer um desses sinais, o médico deve ser chamado imediatamente”, conta a angiologista.

Segundo ela, alguns outros fatores aumentam o risco para o aparecimento desse quadro: abortamento recorrente, acidente vascular cerebral, anticoncepcional hormonal, câncer, cateter venoso central, doença inflamatória intestinal, doença pulmonar obstrutiva crônica, idade maior que 55 anos, infecção, insuficiência arterial periférica, cardíaca ou respiratória, obesidade, internação em UTI, paralisia dos membros inferiores, quimioterapia, reposição hormonal, tabagismo, varizes, insuficiência venosa periférica, antecedente familiar de trombose e TEV prévio.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
12/12/2018 0 Comentários 3,1K Visualizações
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