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Business

Varejistas regionais são mais bem avaliados frente às marcas nacionais no Brasil

Por Ester Ellwanger 29/10/2021
Por Ester Ellwanger

A dunnhumby, empresa global líder em ciência de dados do consumidor, acaba de lançar, pela primeira vez no Brasil, o Índice de Preferência do Consumidor (IPCon). Presente em 13 países, a edição nacional do estudo considerou os 38 principais varejistas alimentares do país. Os seis motivadores de preferência do consumidor, ou seja, os aspectos que mais valorizam são, respectivamente: Sortimento e Variedade, Preço, Experiência na loja, Produtos frescos, naturais e orgânicos; Marca própria e Conveniência & Facilidades.

No ranking do IPCon, as marcas regionais e atacarejos tiveram um melhor desempenho. O supermercado Zaffari é o mais bem posicionado, seguido de Muffato e Atacadão. A principal hipótese é que os varejistas regionais estão mais próximos do cliente, entendem suas necessidades e constroem sua estratégia para atender às demandas dos consumidores. “Os supermercados regionais entenderam o que o consumidor está buscando quando vai às compras e que não necessariamente todas as categorias precisam ter variedade de produtos, mas sim aquelas que fazem sentido dentro do contexto do consumidor. Nesse sentido, a marca regional faz a diferença em relação a oferta de produtos para o cliente final”, explica Rogério Aversa, diretor de preços e produtos da dunnhumby.

Sortimento e Variedade

O principal fator de preferência no varejo foi sortimento e variedade, o que pode ser visto como uma resposta do consumidor às interrupções na cadeia de suprimentos durante a pandemia. Também sugere que os varejistas precisam se concentrar no básico: permitir que os clientes encontrem a categoria, o produto, a marca, o tamanho certo, entre outros. Para fazer isso bem, o varejista precisa entender profundamente o comportamento do cliente.

“Antes da pandemia, os brasileiros se permitiam visitar mais de um ponto de venda, para buscar uma melhor alternativa de preço. O consumidor também fazia compras com maior frequência, o que facilitava essa pesquisa de preços. Em virtude das restrições de mobilidade e até mesmo o receio de ficar mais tempo fora de casa, as compras ficaram mais espaçadas e a expectativa era poder se abastecer em um só local. Com isso, tanto a disponibilidade de produtos quanto a percepção de preço se tornaram mais relevantes na escolha do local de compra”, destaca André Rocha, Country Head da dunnhumby no Brasil. O varejista mais bem avaliado nesta categoria foi o Zaffari, seguido por Líder e Muffato.

 

Preço

Embora os consumidores classifiquem o sortimento e variedade mais importante do que o preço, a pandemia e a crise econômica pressionaram o varejo. O estudo foi realizado no auge da pandemia, com a crise econômica criando medo e incerteza entre a população em geral. Em momentos como estes, as pessoas tendem a fazer mais pesquisas de preços, comparar opções e procurar por mais ofertas. Contudo, é fundamental se atentar para a percepção de valor por parte do cliente, conforme explica Aversa. “O consumidor toma a decisão de compra com base em uma cesta de produtos que ele compra frequentemente e já conhece os preços, porque fazem parte de sua rotina, mas quando vai ao supermercado acaba comprando vários outros itens. A crise aumentou a percepção de quais são os itens básicos dessa cesta. Portanto, o preço é mais importante naqueles itens em que o cliente sabe quanto custa e são esses que geram a conexão mais forte com o consumidor”, completa.

Mais do que preços baixos, os consumidores podem estar procurando o preço certo para o produto certo. Além disso, o atacarejo tem uma boa classificação entre os clientes. Nesta categoria, o Makro foi o mais bem avaliado, seguido por Atacadão e Mart Minas.

Experiência de Loja

Uma visita à loja pode ser o momento mais importante no relacionamento com o cliente. Desde o momento da chegada ao estabelecimento, até o caixa ou o estacionamento, existem fatores potenciais de atrito ou encantamento e, para o consumidor, tudo acontece de uma vez. “A experiência de compra considera uma série de fatores combinados. Alguns desses fatores podem ser secundários em virtude desses novos hábitos que observamos nos consumidores. Uma loja desorganizada pode até ser menos relevante, caso o consumidor encontre todos os produtos que procura, por um bom preço. Mas o risco é alto de confiar a experiência de compra proporcionada em poucos pilares. O ideal, apesar de desafiador, é que o varejista consiga oferecer uma experiência agradável e mais equilibrada ao seu consumidor”, destaca Rocha.
Os principais varejistas neste pilar foram Perini, Confiança e Zaffari, respectivamente.

 

Produtos frescos, naturais e orgânicos

Este pilar é definido pela disponibilidade de itens frescos, com bons preços e acesso a uma variedade de produtores locais. A valorização do comércio local, de produtos orgânicos e pequenos produtores é uma tendência que, mesmo que não permita escalabilidade, ainda precisa ser uma opção para clientes que estão cada vez mais interessados nos benefícios de saúde, ambientais e sociais. Nesta categoria, o varejista mais bem posicionado foi o Líder, seguido de Zaffari e Angeloni.

Marca Própria

Embora a marca própria não seja um dos pilares mais importantes para os consumidores do varejo alimentar brasileiro, ela pode fornecer aos varejistas uma entrega de valor, desde que esteja alinhada com a capacidade dos mesmos de oferecer uma boa variedade de produtos a preços baixos – os dois pilares mais destacados pelo relatório. Vale pontuar que os seis motivadores de preferência do varejista não são igualmente importantes e o portfólio de marca própria de um varejista precisa se alinhar a uma estratégia maior do cliente.

“As marcas próprias são alternativas de um melhor custo benefício para os clientes. Ou seja, os varejistas moldam a pirâmide de marca própria de acordo com a percepção de valor do consumidor e as lacunas no sortimento da loja”, destaca Aversa. Nesta categoria, os principais varejistas foram Supermercados BH, Dia% e Carrefour, respectivamente.

 

Conveniência e Facilidades

A conveniência é definida pela capacidade do varejista de fornecer fácil acesso às lojas, estacionamento, checkouts rápidos e práticos, além de aplicativos para telefones celulares. Apesar de ser o pilar menos importante, a conveniência ganhou destaque durante a pandemia, uma vez que significa menos tempo na loja quando se tem necessidades imediatas.
Neste pilar, Zaffari assumiu novamente o primeiro lugar, seguido por Perini e Coop.

 

E-commerce

O e-commerce cresceu muito durante a pandemia, e, no momento, se estabilizou em patamares mais altos, enquanto a frequência de visitas à loja aumentou, o que traz a percepção de que no futuro podemos encontrar um mix com o omnicanal. Por ser um país de dimensões continentais, as peculiaridades regionais são muitas e isso se reflete no cenário de varejo e entrega de produtos.

O desafio atual é proporcionar ao consumidor uma jornada única de compra, independente do canal, uma experiência omnichannel consistente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/10/2021 0 Comentários 621 Visualizações
Business

Está oficialmente aberta a colheita do tabaco

Por Ester Ellwanger 29/10/2021
Por Ester Ellwanger

Neste ano, a Abertura da Colheita do Tabaco no Rio Grande do Sul ocorreu nesta quinta-feira, 28 de outubro, na propriedade do casal de produtores Oladi Lucio e Marli Schroeder, em Vale do Sol, na localidade de Faxinal de Dentro. Promovida pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), a festividade é um evento oficial do governo gaúcho e sua realização conta com o apoio do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e da prefeitura de Vale do Sol. Participaram do evento várias autoridades regionais, estaduais e nacionais, além de entidades ligadas ao setor. Schroeder é um dos 71 mil produtores gaúchos e Vale do Sol é um dos 206 municípios produtores.

Na solenidade, o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, ao citar a Parábola do Semeador, na qual só germinaram as sementes que caíram em terreno favorável, ele disse que Oladi Schroeder é um exemplo de semeadura em terreno fértil. “Se a gente olha aqui em volta, vê que semeamos em lugar certo, a lavoura é excelente e o Oladi usou o lado do semeador bom. E o resultado maior está nessas excelentes instalações que temos aqui”, salientou. “Os produtores, seguindo os passos do bom semeador, cuidando da qualidade e integridade, fizeram com que o Brasil se tornasse no segundo maior produtor de tabaco e maior exportador”, acrescentou.

Schünke acrescentou ainda que a Abertura da Colheita, realizada no Dia do Produtor de Tabaco, é uma excelente ocasião para reconhecer o trabalho dos produtores, que contribuem social e economicamente com o estado e país. “Em torno de 10% das exportações do Rio Grande do Sul no ano passado foram de tabaco. E diversos prefeitos relatam que, depois que chegou o tabaco, seus municípios mudaram para melhor porque a arrecadação aumentou bastante favorecendo a todos”, finalizou.

Por sua vez, o presidente da Afubra, Benício Albano Werner, disse que o tabaco é importante também quando se trata de sustentabilidade ambiental, social e econômica. “Ninguém cuida tanto da parte ambiental como nós da cultura do tabaco. Na parte social, temos emprego e trabalho e há o retorno dos impostos, que dá possibilidade de cuidar da saúde e da educação”, frisou.

Presente à solenidade, a secretária de Agricultura, Silvana Covatti, salientou que o estado está comemorando safras recordes. “Conheço as batalhas enfrentadas pelos agricultores e quero dizer que neste ano tivemos grandes conquistas para as pequenas propriedades”, disse, lembrando da atuação de segmentos como a Emater e a Fetag. “É nos municípios que as coisas acontecem”, citou. Dirigindo-se aos deputados federais presentes defensores do setor na Câmara dos Deputados, ela disse que eles enfrentam comentários desagradáveis por causa do tabaco. “Mas produzimos, geramos ICMS e nessa região não tem desemprego, tem comida na mesa”, enfatizou.

O deputado federal Heitor Schuh, que quando era deputado estadual, apresentou o projeto de criação do Dia do Produtor de Tabaco, disse que a data só existe porque as entidades do setor ajudam a divulgar o dia. “Se não fosse pelo setor, este dia teria caído no esquecimento”, falou. E a deputada estadual Kelly Moraes, comentou que os representantes da classe política que defendem a cultura do tabaco são atacados por muitos, que desconhecem o setor. “Mas nós defendemos famílias que cultivam, defendemos um produto legal, que gera empregos, gera impostos, gera economia. E queremos que a colheita seja muito boa, como os resultados que os produtores merecem”, acrescentou.

E José Valtair dos Santos, prefeito em exercício de Vale do Sol, que trabalhou 21 anos no cultivo do tabaco, lembrou a importância do tabaco para o município. “Temos 2.556 produtores de tabaco produziram 12.373 toneladas produzidas”, lembrou.

Termo de cooperação técnica

A cerimônia de abertura da colheita e celebração do Dia do Produtor, teve também a assinatura do termo de cooperação técnica do Programa Milho, Feijão e Pastagens após a Colheita do Tabaco, que, no Rio Grande do Sul, é realizado em parceria com o governo gaúcho, através da Secretaria da Agricultura. Esse programa de diversificação, além do SindiTabaco, Afubra e Seapdr, tem também a participação da Emater, Fetag e Farsul. O programa incentiva a diversificação e a otimização no aproveitamento dos recursos das propriedades rurais. Tanto o plantio de pastagens quanto o de grãos após a colheita do tabaco, permitem o alcance de um melhor aproveitamento da terra. Assinaram o documento a secretária Silvana Covatti, Iro Schünke, Benício Werner, Carlos Joel da Silva e Marco Antônio dos Santos.

Foto: Junio Nunes /Divulgação | Fonte: Assessoria
29/10/2021 0 Comentários 485 Visualizações
Business

Brazilian Footwear inscreve para rodadas digitais da América Latina

Por Ester Ellwanger 29/10/2021
Por Ester Ellwanger

O Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), está inscrevendo empresas para participar das rodadas de negócios digitais com compradores da América Latina. Para esta edição, que ocorre entre 8 e 19 de novembro, as inscrições partem de US$ 480 e acontecem até o próximo dia 3.

As rodadas, que acontecem todas no formato digital, serão realizadas com compradores selecionados da Bolívia, Colômbia, Chile, Costa Rica, Equador e Peru. A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, ressalta que o modelo tem sido bastante procurado pelos calçadistas. Nas mais recentes rodadas digitais com compradores latino-americanos foram gerados mais de US$ 2 milhões em negócios. “O modelo das rodadas on-line traz inúmeras vantagens com relação a custos e logística”, avalia. Segundo a analista, outro atrativo é o matchmaking, agendamento de reuniões que cruzam a oferta das calçadistas e as demandas dos compradores selecionados, ferramenta que otimiza a realização dos negócios.

As rodadas digitais acontecem em um momento de recuperação para as exportações de calçados. Entre janeiro e setembro, foram embarcados 86,2 milhões de pares, que geraram US$ 618,45 milhões, incrementos de 33,7% em volume e de 26,3% em receita na relação com o mesmo período do ano passado.

As inscrições podem ser feitas pelo e-mail [email protected].

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/10/2021 0 Comentários 512 Visualizações
Ensino

Americanas S.A. doa R$ 2 milhões em notebooks para escolas públicas do RS

Por Ester Ellwanger 28/10/2021
Por Ester Ellwanger

A Americanas S.A. doa esta semana mais de 500 notebooks para a Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul (Seduc-RS), por meio do projeto Educação Gaúcha Conectada – iniciativa do Bndes para acelerar a implantação do Programa Federal de Inovação Educação Conectada, em parceria com o Ministério da Educação (Mec).

Os dispositivos serão utilizados pelas redes municipal e estadual de ensino fundamental e médio nos municípios de Cachoeira do Sul e Santa Maria, contemplados pelo projeto, e beneficiando cerca de 32 mil alunos distribuídos em 75 escolas. A doação prevê estimular a transformação da educação por meio da tecnologia. A iniciativa está alinhada ao pilar social da estratégia Esg (sigla em inglês para ambiental, social e governança) da Americanas S.A. de desenvolver e formar pessoas para reduzir as desigualdades do país.


A ação reforça o compromisso da Americanas S.A. com a Agenda 2030 da Onu, em linha com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (Ods) 4, que prevê a promoção da educação de qualidade, e o Ods 10, para a redução das desigualdades. “Nosso propósito maior é somar o que o mundo tem de bom para melhorar a vida das pessoas. É isso que estamos colocando em prática aqui, nesta importante parceria com a Seduc -RS e o Bndes. Queremos reforçar a importância da tecnologia em todo o processo pedagógico, promovendo a inclusão digital e formando tanto alunos quanto professores ainda mais preparados”, explica Bruna Sabóia, gerente de sustentabilidade da Americanas S.A..

Além de permitir o reforço da infraestrutura tecnológica e facilitar o acompanhamento das aulas remotas da rede pública de ensino dos municípios, os equipamentos contribuirão para a formação de competências digitais de mais de 2.800 professores. Ao todo, serão beneficiadas 28 escolas municipais urbanas (cinco em Cachoeira do Sul e 23 em Santa Maria) e 47 escolas estaduais urbanas (15 em Cachoeira do Sul e 32 em Santa Maria).

O projeto Educação Gaúcha Conectada tem como proposta qualificar o processo de construção do conhecimento dos estudantes, a partir de metodologias que privilegiem o uso das tecnologias no processo pedagógico, além de abrir caminhos para resolver a questão da evasão escolar e distorção entre idade/série.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/10/2021 0 Comentários 610 Visualizações
Cidades

Campo Bom participa do primeiro encontro da Câmara Temática de Inovação

Por Ester Ellwanger 28/10/2021
Por Ester Ellwanger

O prefeito Luciano Orsi esteve na sede da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), em Porto Alegre, na tarde desta quarta-feira, 27 de outubro, para participar do primeiro encontro da Câmara Temática de Inovação. O grupo de trabalho tem como objetivo debater soluções e avanços nos eixos de desburocratização e empreendedorismo para os municípios. O convite ao prefeito Orsi, também presidente da Associação dos Municípios do Vale do Rio dos Sinos (Amvars), se deu por Campo Bom ter se tornado referência nestas áreas durante sua gestão.

“Nosso trabalho pela desburocratização tornou o município o mais bem colocado do sul do Brasil no ranking de dispensa de alvarás e licenças, elaborado pelo Ministério da Economia. Da mesma forma, nossa atuação em favor do empreendedorismo nos deu a certificação em nível Diamante para a Sala do Empreendedor. Ainda assim, não vamos parar de trabalhar pelo desenvolvimento da nossa cidade, bem como apoiar os demais municípios, a partir das discussões do grupo, para que avancem também”, afirma o prefeito.

Estiveram presentes, além de Orsi, o prefeito de São Borja e presidente da Famurs, Eduardo Bonotto; a prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt; o prefeito de Venâncio Aires, Jarbas da Rosa; o prefeito de Uruguaiana, Ronie Mello; o presidente da Junta Comercial do RS, Lauren de Vargas Momback; o coordenador do programa DescomplicaRS, Tomás Holmer; e o superintendente técnico de relações institucionais da Famurs, Darlan dos Santos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/10/2021 0 Comentários 412 Visualizações
Business

Reciclando Ideias da Braskem discute descarte correto de resíduos

Por Ester Ellwanger 28/10/2021
Por Ester Ellwanger

O descarte correto de resíduos e como a separação de forma adequada pode gerar renda para trabalhadores em unidades de triagem gaúchas, os mitos e verdades sobre o plástico e a importância de uma mudança de mentalidade através da economia circular, que também faz parte dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (Ods) e Década das Nações Unidas da Restauração de Ecossistemas 2021-2030, metas criadas pela Organização das Nações Unidas (Onu).

Esses foram alguns dos assuntos abordados no Reciclando Ideias, evento promovido pela Secretaria de Educação de Porto Alegre (Smed) em parceria com a Braskem. A iniciativa pretende sensibilizar a rede pública de ensino – e interessados no tema – sobre melhores práticas de reciclagem, como isso pode gerar renda e impactar o meio ambiente, repensar o descarte de resíduos, incentivando práticas sustentáveis.

O gerente de relações institucionais da Braskem Daniel Fleischer e o Consultor da PlasticXperience Manoel Lisboa conduziram a transmissão ao vivo, que contou com o depoimento de convidados como a engenheira ambiental e sanitarista Vanessa Falcão e o Presidente do Repense e do Sindicato das Indústrias de Plástico do Rio Grande do Sul, Gerson Haas. Além de todo o conteúdo técnico, os professores também assistiram depoimentos de trabalhadores que vivem da reciclagem, explicando o papel social que cada cidadão exerce ao depositar os resíduos nos locais corretos de descarte de forma a estimular a cadeia da reciclagem, que dá sustento a muitas famílias.

E para que isso aconteça, é necessário mudanças simples e adequações na rotina e nos lares, como separar os resíduos secos dos orgânicos, por exemplo. “A minha saúde depende de mim, mas a saúde do planeta depende de nós”, afirma Fleischer. O Reciclando Ideias aconteceu em três edições e todas estão disponíveis no Youtube da Smed.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

28/10/2021 0 Comentários 701 Visualizações
Variedades

Calçados Bibi está confirmada na Expo 2020 Dubai

Por Ester Ellwanger 28/10/2021
Por Ester Ellwanger

A Calçados Bibi foi uma das empresas selecionadas para apresentar o case de sustentabilidade na Expo 2020 Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, entre os dias 02 e 05 de novembro. A marca foi pioneira no segmento calçadista a conquistar o Selo Diamante no programa Origem Sustentável, e conseguiu obter a recertificação no nível máximo neste ano. A qualificação tornou a rede que atua há 72 anos no mercado infantil a ser uma das participantes que integram o pavilhão Brasil, dentro do distrito de Sustentabilidade. A presença da Bibi e de outras marcas que atuam no mesmo setor foi organizada pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados, mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

O evento consiste em um brunch com potenciais compradores das principais redes do varejo do Golfo Pérsico (GCC – Conselho de Cooperação do Golfo). Durante a iniciativa, estarão presentes mais de 30 compradores ou empresários locais, que ficarão por dentro dos projetos de Sustentabilidade da Bibi, que serão apresentados pelo líder deste segmento na Abicalçados. O pavilhão do Brasil está localizado dentro do distrito de Sustentabilidade e integrará os mais de 190 países que estarão representados nesta exposição, por meio de exposições, ativações de marcas brasileiras e espaços de experiência para fortalecer a imagem do País.

No caso da Bibi, por exemplo, a atuação é alavancada por ações norteadas pelos princípios de ESG (Environmental, Social and Governance). A rede utiliza diversos materiais na produção dos calçados, sendo os principais têxteis, couro de origem bovina, entre outros. Todos eles apropriam-se de conceitos sustentáveis, já que há o desenvolvimento de toda a cadeia produtiva pensando no bem-estar dos stakeholders, formados por clientes, fornecedores, comunidade, parceiros e do meio ambiente. No caso dos couros, trata-se de uma matéria-prima renovável. Neste quesito, a marca trabalha com 100% dos fornecedores de curtumes certificados dentro do padrão internacional LWG (Leather Working Group) e CSCB (Certificação de Sustentabilidade do Couro Brasileiro). Já em relação às embalagens feitas com papel reciclado, 100% das utilizadas são certificadas pelo FSC (Forest Stewardship Council) e pela B Corp, e com foco nos têxteis, há a utilização de fibras recicladas (poliéster) inclusive oriundo de garrafas pets.

Além disso, a Bibi investe nos conceitos de economia circular, praticando a logística reversa das matérias-primas, reutilização e reciclagem. Como citado anteriormente, todo couro é adquirido de fornecedores certificados e transformado em cabedais para calçados, sendo que o resíduo dos couros originados da pós-produção é transformado em adubo orgânico por meio de uma parceria com uma empresa multinacional italiana.

“Produzimos um cluster calçadista muito eficiente e sustentável, estendendo inúmeros benefícios aos clientes, como velocidade, inovação, diversidade de produtos, qualidade assegurada e sustentabilidade. Dessa forma, agregamos muito valor e diferenciação às operações com a produção nos dois parques fabris brasileiros. Um dos destaques é a utilização, o desenvolvimento e o monitoramento das matérias-primas e calçados dentro dos padrões mundiais de toxidade, por meio do Projeto Bibi Não Tóxico, que leva aos consumidores calçados livres de substâncias tóxicas. São 125 fornecedores e 2.650 materiais monitorados por coleção, para que todos os calçados sejam produzidos com materiais não tóxicos à saúde de crianças de 0 a 9 anos”, revela o gerente de suprimentos e Sustentabilidade da Bibi, Ismael Fischer.

A Bibi elabora com frequência o inventário de emissão de gases das operações industriais, faz a aquisição de energia elétrica oriunda de fontes renováveis, além de investir em projetos de conscientização ambiental junto aos stakeholders da marca. Por comprar energia de fontes sustentáveis, a empresa faz parte do Programa Perfil Sustentável, que é pioneiro no Brasil em proporcionar reconhecimento pela contribuição ambiental e social proporcionada pelas empresas enquadradas no Mercado Livre, que compram energia de fontes alternativas. Seguindo uma metodologia aceita internacionalmente, o programa contabiliza os gases de efeito estufa (Gee) regulados pelo Protocolo de Quioto que deixaram de ser emitidos pela marca, certificando-a com o selo Perfil Energia + Limpa. Desde que está no Mercado Livre, a rede já deixou de emitir 1.322,717 (tCO2e) na atmosfera, o que corresponde ao plantio equivalente de 3.422 árvores.

“Nas operações industriais, desenvolvemos projetos visando otimizar recursos que são realizados rotineiramente, como a redução da geração de resíduos industriais e de consumo de energia elétrica, e a substituição de adesivos a base de solvente por adesivos base de água. Já com relação ao varejo e aos consumidores, se torna mais forte a tendência de elaboração de produtos com conceitos sustentáveis, utilizando processos e matérias-primas diferenciadas. Como é o caso do Bibi Eco, que tem grande parte dos componentes reciclados. O solado é fabricado em TR transparente com serragem e o cabedal produzido a partir de garrafas Pet. O processo de colagem é feito com cola base de água, assim como em todas as linhas. O tênis é seguro e fácil de calçar, tem um engate produzido em Eco Wpc, matéria-prima composta em 20% por cascas de arroz e tiras de Pvc renovável de fibras de bambu”, explica Fischer.

A Bibi também promove inúmeras ações sociais junto à comunidade, como a doação de máscaras e calçados em diferentes locais, principalmente nas regiões onde atua com as suas unidades fabris, em Parobé (RS) e Cruz das Almas (BA), proporcionando boas lembranças com a doação de calçados para bebês recém-nascidos nas maternidades de hospitais públicos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/10/2021 0 Comentários 597 Visualizações
Business

Abpa apoia criação do Programa Nacional de Crescimento Verde

Por Ester Ellwanger 28/10/2021
Por Ester Ellwanger

A Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa) recebeu positivamente a criação do Programa Nacional de Crescimento Verde, lançado nesta segunda-feira, 25 de outubro, pelo Governo Federal. A iniciativa tem por objetivo reduzir emissões de carbono, preservar recursos naturais e gerar empregos.

De acordo com o presidente da Abpa, Ricardo Santin, os incentivos econômicos por meio de linhas de financiamento e subsídios voltados para o desenvolvimento de instrumentos são importantes para fomentar a expansão de iniciativas em agroindústrias, granjas e demais elos da cadeia produtiva.

“O programa é um excelente estímulo às medidas sustentáveis e as iniciativas da ABPA seguem em linha com os princípios de seu conteúdo. Por isso, aplaudimos e temos boas expectativas quanto aos avanços que serão gerados”, avalia.
O Programa Nacional de Crescimento Verde foi lançado na segunda-feira, com a presença de autoridades do Governo Federal, entre elas o Presidente da República, Jair Bolsonaro, a Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, o Ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite e o Ministro da Economia, Paulo Guedes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/10/2021 0 Comentários 443 Visualizações
Business

Preços de passagens aéreas em 2021 ainda são menores do que antes da pandemia

Por Ester Ellwanger 27/10/2021
Por Ester Ellwanger

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) destaca que a tarifa aérea no acumulado de sete meses de 2021 ainda é menor do que em 2019, antes da pandemia, apesar da pressão nos custos estruturais do setor aéreo, decorrente dos seguidos reajustes no valor do querosene de aviação (Qav) e da alta do dólar. Segundo os dados mais recentes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a tarifa doméstica média real (corrigida pelo Ipca) entre janeiro e julho de 2021 foi de R$ 403,83, queda de 11,4% diante de igual período de 2019, quando a tarifa média foi de R$ 455,96. Foi o segundo menor valor da série histórica da Anac.

A tarifa média de janeiro a julho de 2021 ainda abaixo da registrada em 2019 contrasta com a escalada dos custos estruturais do setor. Na média do 2º trimestre, o valor do litro do querosene de aviação disparou 91,7%, na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Anp). A desvalorização de 39,2% do real em relação dólar desde o início de 2020 ampliam este cenário desafiador, já que mais de 50% dos custos das empresas são indexados pela moeda norte-americana.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/10/2021 0 Comentários 532 Visualizações
Business

Granja Móvel leva conhecimento técnico aos polos de produção de suínos no país

Por Ester Ellwanger 27/10/2021
Por Ester Ellwanger

A suinocultura de precisão já é uma realidade no Brasil, considerado o quarto país que mais produz e exporta carne suína no mundo. Atenta às novas tendências, a Roboagro, empresa sediada em Caxias do Sul (RS), tornou-se referência internacional no segmento ao desenvolver uma tecnologia inédita, baseada na robotização da produção – a conhecida Suinocultura 4.0 – por meio do Robô Alimentador de Suínos, com mais de 800 unidades em operacionalização.

Impactados pela pandemia, eventos e feiras presenciais, voltados à divulgação de novos equipamentos e atualização do setor, precisaram ser cancelados ou prorrogados. Foi neste cenário que a Roboagro encontrou uma alternativa para manter o atendimento às necessidades dos principais polos produtores de suínos no Brasil, colocando em prática o projeto da Granja Móvel. Trata-se de um contêiner itinerante estilizado, que contempla o robô alimentador e a participação de uma equipe de profissionais capacitada para esclarecer sobre as especificações técnicas e oportunizar, in loco, o funcionamento da solução com os benefícios proporcionados, sem haver o deslocamento até a granja física. No período de três a quatro dias, a Granja Móvel visita determinada região produtora de suínos, mediante agendamento prévio feito pelas agroindústrias e/ou cooperativas interessadas. Estas contatam a Roboagro, acessando www.roboagro.com.br (menu Contato/Fale com a Roboagro) para solicitar o serviço e definir a localidade, permitindo que os produtores possam ir até a Granja Móvel.

A empresa obedece todos os cuidados e protocolos sanitários, bem como as medidas de biossegurança, relativas à prevenção de riscos que possam comprometer a saúde humana, animal e do meio ambiente. “A iniciativa permite que o Robô Alimentador de Suínos seja testado, independentemente de estar na granja física, evitando aglomerações nesta fase de distanciamento social”, acrescenta Giovani Molin, diretor da Roboagro. Os produtores que visitarem a Granja Móvel podem contar com condições especiais para adquirir o equipamento.

Continuidade da iniciativa

A iniciativa teve boa aceitação nas regiões visitadas, sendo a primeira o município de Toledo (PR), reconhecido como Capital do Agronegócio, ocupando o 1º lugar em rebanho de suínos no Brasil. “Pretendemos mantê-la, mesmo com a retomada dos eventos, pois é um serviço adicional para nossos clientes, que têm acesso facilitado às informações sobre novas tecnologias advindas da suinocultura de precisão”, afirma Molin.

Alimentador automático para suínos, o robô atua na distribuição de ração junto às fases de gestação, maternidade, creche, crescimento e terminação, resultando na redução de desperdícios, menor mão de obra, precisão nos horário do trato animal, controle de estoque, consumo e rastreabilidade do alimento a partir do uso de aplicativo e um software. Único alimentador integrado à plataforma Agriness S4, o equipamento promoveu uma mudança estrutural no segmento, fazendo com que as agroindústrias começassem a adaptar os layouts das granjas. A reprodução de música clássica, durante o processo de distribuição da ração, conferiu eficácia voltada à fase de crescimento dos suínos, comprovada por meio de estudos.

“Mais de 80% dos suinocultores da Região Sul seguem um modelo de produção integrada, onde a cooperativa ou agroindústria fornece todos os insumos para a produção. Muitas delas já adotaram a utilização do robô nas etapas de crescimento e terminação, cabendo ao produtor gerenciar o consumo de ração, o crescimento dos animais que serão enviados para o abate e ainda terem mais tempo para desempenhar outras atividades na granja”, explica o diretor da Roboagro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
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