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Business

Carlos Henrique Kaipper será reconduzido como presidente da Apergs

Por Ester Ellwanger 23/11/2021
Por Ester Ellwanger

Marcada pelo diálogo, respeito às diferenças e participação da classe, a liderança da atual gestão da Associação dos Procuradores do Estado do RS (Apergs) seguirá a mesma pelos próximos dois anos. O Procurador do Estado Carlos Henrique Kaipper foi eleito para dar continuidade à Presidência da entidade por mais dois anos. A chapa Apergs IntegrAção: para seguir avançando! foi eleita com 320 votos. Foram 358 participantes neste pleito, de um universo total de 490 associados(as). A cerimônia de posse será no dia 13 de dezembro.

Pedro Campos Marques, Ana Clara Berwanger Bittencourt e Sali Antoniazzi compõem a nova Diretoria Executiva no biênio 2022/2023. A chapa foi a única inscrita no pleito. O processo eleitoral aconteceu entre os dias 17 e 19 de novembro.

Desde 2020, a atual gestão aproximou-se até mesmo de concorrentes na eleição anterior. Além disso, o trabalho até aqui realizado contou com recíproco reconhecimento e respeito do Procurador-Geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa, com quem o grupo estabeleceu uma relação de grande diálogo e independência.

“Nossa maior vitória foi alcançar a convergência de ideias e de trabalho em prol da nossa Classe, inclusive de oposições de outrora, para sermos um time só. Afinal, quando um de nós ganha, a vitória é de todos e de todas”, ressalta o dirigente. Procurador do Estado desde 1993, Carlos Henrique Kaipper é formado em Direito pela PUC/RS. Foi Procurador-Geral do Estado de 2011 a 2014.

Foto: Karine Viana/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

23/11/2021 0 Comentários 791 Visualizações
Business

Boas práticas e capacitação técnica: a receita para garantir a segurança de alimentos

Por Ester Ellwanger 23/11/2021
Por Ester Ellwanger

Da potabilidade da água à higiene pessoal, passando ainda pela constante aplicação de técnicas, visando à conservação dos insumos. Quem trabalha no ramo de alimentação sabe: para garantir que os insumos que manipula, produz ou distribui estejam livres de qualquer contaminação, a segurança é um conceito fundamental para dar tranquilidade e oferecer produtos de forma responsável aos consumidores.

Atualmente, cerca de 400 empresas do setor alimentício são atendidas pelo Sebrae RS em todo o Rio Grande do Sul. Em sua grande maioria, o grupo é composto por prestadores de serviços – como restaurantes, lanchonetes e bares, por exemplo – e por pequenas indústrias (cerca de 5% do total). A estimativa é que em torno de 50 delas estejam no município de Caxias do Sul e região.

Segundo o gestor de projetos de Alimentos & Bebidas do Sebrae RS, Gustavo Rech, a organização possui experiência de mais de uma década no segmento, capacitando e orientando empreendedores gaúchos de micro e pequenas empresas em múltiplas frentes. De consultorias de revisão e otimização de processos, passando por capacitações técnicas e de boas práticas, até intercâmbios regionais, nacionais e internacionais. As soluções do Sebrae RS têm especial atenção para a adequação e conformidade nas diferentes etapas que fazem parte de toda a cadeia alimentícia. ‘‘O foco é preparar os empreendedores com ferramentas técnicas para que eles possam desenvolver suas atividades em total acordo às normas sanitárias vigentes, o que inclui uma permanente e criteriosa avaliação da procedência de insumos e suprimentos’’, explica Rech.

Adquirir produtos de fornecedores confiáveis e ficar atento em relação à certificação, selos e data de validade são outros pontos importantes, segundo Rech. Finalmente, avaliar a condição das embalagens e considerar discrepâncias de preço junto aos fornecedores.

Uma das soluções mais relevantes é o Programa Alimentos Seguros (PAS), desenvolvido pelo Sebrae em parceria com o Senai. Participando do PAS, as empresas da área de alimentos são conscientizadas da importância de implementar a ABNT NBR 15635:2008 – Serviços de alimentação – Requisitos de boas práticas higiênico-sanitárias e controles operacionais essenciais. A recompensa é a certificação concedida pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), além do reconhecimento dos clientes, que têm a garantia de receber produtos de qualidade, livres de contaminações.

Em Caxias do Sul, o empreendedor João Antônio Leidens atua no setor alimentício há décadas, passando inclusive pela administração de entidades representativas. Atualmente, está à frente do ‘‘Baitakão’’. O restaurante e bar tem uma equipe de 50 funcionários que oferecem serviços de buffet e a lá carte. ‘‘Desde 2005, realizamos diversos projetos junto com o Sebrae RS, especialmente do Pas. E não há dúvidas, o investimento em estrutura e boas práticas é altamente compensador’’, acredita.

Soluções no setor de Alimentos & Bebidas:

  • Implementação de Boas Práticas de Fabricação – BPF.
  • Participação no Programa Alimentos Seguros – PAS.
  • Controle de perigos: Grupos de microrganismos importantes em alimentos, parâmetros que influenciam a multiplicação dos microrganismos em alimentos, Medidas de controle dos perigos, monitorização, ação corretiva e registro.
  • Boas Práticas de Fabricação fundamentais: Potabilidade da água,Higiene das superfícies de contato com o produto, Prevenção da contaminação cruzada, Higiene Pessoal, Proteção contra contaminação do produto, Agentes tóxico, Saúde do manipulador, Controle de pragas.
  • Requisitos complementares de Boas Práticas de Fabricação:programa de treinamento, projetos e instalações, controle de fornecedores, manutenção e calibração de equipamentos, tratamento de efluentes, programa de recolhimento.
  • Elaboração do Manual de BPF e POP/PPHO.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

23/11/2021 0 Comentários 658 Visualizações
Variedades

Brasil é onde os produtos da Apple são os mais caros do mundo

Por Ester Ellwanger 23/11/2021
Por Ester Ellwanger

Todo ano com o lançamento de novos modelos de sua linha de produtos, a Apple movimenta bilhões de dólares. Com o recente lançamento do iPhone 13, a expectativa é um crescimento ainda maior. O produto de maior sucesso ainda é o iPhone, responsável por 48% do total da receita da empresa. Porém, um segmento com um dos maiores crescimentos são os wearable (relógios, fones e acessórios) que há poucos anos representavam 5% e atualmente subiram para 11%. Para efeito de grandeza, somente a soma das vendas dos AirPods (fone de ouvido sem fio da marca) é maior que o total de faturamento de empresas como a Spotify, Twitter, Snapchat e Shopify juntas.

A marca cobiçada por aficionados pela tecnologia é também a mais valiosa do mundo, com $408 bilhões de valor – na frente da Amazon, Microsoft e Google, respectivamente. No Brasil, a Apple também possui um público fiel à marca, mais de 14% de todos os celulares vendidos, são do sistema operacional iOS. Porém os brasileiros precisam desembolsar um alto valor para adquirir os produtos da marca. O Brasil é o país onde o iPhone, iPad, AirPods e Mackbook, são os mais caros do planeta.

É o que revela uma pesquisa realizada pelo portal de descontos CupomValido.com.br com a Statista e Nukeni, onde foi compilado os preços das lojas oficiais da Apple. Ao levar em consideração o salário mínimo do país, os brasileiros precisam trabalhar o equivalente a 14 meses para comprar um iPhone 13 Pro Max 1TB. Bem longe dos americanos, que necessitam de pouco mais de 1 mês para comprar o mesmo smartphone, e no caso australianos necessitam somente de 12 dias de trabalho (a Austrália possui o maior salário mínimo mundial).

Preço no Brasil em comparação com outros países

Ao considerar todos os produtos da marca (Macbook, AirPods, iPhone, iPad e iMac) e todas as configurações (desde a menor armazenagem até a maior), para todas elas o Brasil sempre fica em primeira posição com o preço mais caro do mundo. Até ao levar em consideração outros países da América Latina, eles possuem preços até 50% menores que o Brasil.

O mais impressionante que é se considerarmos o produto mais caro da Apple – Macbook Pro de 16 polegadas 10×32 Core, 32GB RAM, 1TB SSD (no valor de R$45.499), um brasileiro que ganha um salário mínimo precisaria trabalhar mais de 4 anos para adquirir o notebook. Outros países emergentes, como a Turquia e Índia, também estão próximo do Brasil no quesito de maiores preços. Na ponta oposta, os Estados Unidos é país com o menor preço dos produtos da marca, seguindo por Japão e Hong Kong.

 

Por que no Brasil é tão caro?

O motivo pode ser explicado principalmente por 2 fatores: impostos e câmbio. Aproximadamente 40% do preço de um iPhone é somente para pagar à carga tributária cobrada pelo Brasil. São diversos impostos cobrados como o: IPI, imposto de importação, Pis, Cofins e Icms. O segundo motivo é devido ao preço do Dólar que está em alta desde o ano passado. No último ano, o Real foi a moeda que mais de desvalorizou no mundo, com uma desvalorização de mais de 40%. Isso significa que o custo de todos os produtos importados subiram significativamente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/11/2021 0 Comentários 941 Visualizações
Business

O dinheiro extra que chega em boa hora

Por Ester Ellwanger 22/11/2021
Por Ester Ellwanger

O final do ano sempre apresentou perspectivas positivas de crescimento das vendas varejistas em todo o país. O Natal e o pagamento do 13º salário para pessoas com vínculo trabalhista são fatores que contribuem para descortinar um cenário mais animador aos lojistas. Em 2021, com o rápido avanço da imunização da população contra a Covid-19 e a maior circulação de consumidores, é possível esperar uma grande procura pelos bens de consumo.

“O dinheiro extra que os trabalhadores vão receber pode ajudá-los tanto no pagamento de dívidas, o que permite a eles regularizar sua situação de crédito, quanto investirem na aquisição de produtos em datas como a Black Friday e o Natal. Isso, sem dúvida, traz um alento para o comércio, tão prejudicado ao longo dos últimos meses”, avalia o presidente da Federação das Câmaras de Dirigente Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

De acordo com estimativa do Ministério do Trabalho e Previdência, mais de 61 milhões de pessoas com vínculo trabalhista, em todo o país, irão receber o 13º salário neste final de ano. Isso deve injetar cerca de R$ 153 bilhões na economia brasileira. No Rio Grande do Sul, cerca de 4 milhões de pessoas devem receber o 13º salário, o que representa um acréscimo de mais de R$ 10 bilhões na economia gaúcha. Importante lembrar que os aposentados e pensionistas do INSS não estão inclusos nestes indicadores por já terem recebido o salário extra na metade deste ano.

A soma desses fatores e mais a alta dos preços e a demanda reprimida de consumo levam a FCDL-RS a projetar um aumento de até 40% no faturamento das vendas neste final de ano na comparação com o mesmo período de 2020. O aumento real em volume de vendas poderá atingir índice superior aos 5% em comparação com o último ano.

“Mais dinheiro na praça representa mercado mais aquecido e movimento maior para o comércio, o que amplia as chances de termos um expressivo crescimento das vendas. Apesar de muitas pessoas que recebem o 13º salário usarem parte do dinheiro para quitar dívidas, o que é importantíssimo na medida em que ajuda a regularizar a situação de crédito do consumidor, há uma parcela significativa dos recursos que se destinam ao consumo”, ressalta Vitor Augusto Koch.

O presidente da FCDL-RS observa que a expectativa dos lojistas cresce também em função da demanda que ficou reprimida por muito tempo desde março de 2020. Segundo ele, as pessoas ficaram um longo período sem consumidor itens de uso diário, como roupas, perfumes e maquiagens, por exemplo. Com a retomada de trabalho presencial pela maioria da população, esses artigos devem ter muita procura.

“Como ajuda a girar a economia neste período, o 13º salário se tornou fundamental para incrementar as vendas do comércio. Então, mais uma vez os colegas lojistas precisam estar preparados e focados para vender, ofertando qualidade no atendimento e produtos com preços adequados ao orçamento das famílias gaúchas. Além disso, é bom estarem cientes de que boa parte dos consumidores deverá optar por fazer compras à vista ou utilizando o crediário próprio das lojas”, conclui Vitor Augusto Koch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/11/2021 0 Comentários 688 Visualizações
Business

Gramado Summit promove campanha solidária para instituto social

Por Ester Ellwanger 22/11/2021
Por Ester Ellwanger

Por acreditar que o futuro passa pelo desenvolvimento da sociedade a partir das crianças, a Gramado Summit – tradicional conferência de inovação – está realizando campanha para arrecadar valores para o Instituto Santíssima Trindade (que acolhe crianças em situação de vulnerabilidade social). Em troca de uma doação acima de R$ 50,00 para o instituto, a pessoa tem acesso a comprar dois ingressos para o evento, sendo que o segundo sai com 50% de desconto.

Quem já tiver comprado o ticket para o evento em outro momento também poderá participar da ação. Basta doar o valor escolhido, e a Gramado Summit disponibilizará um cupom de desconto de 50%. O link para doar está disponível no site. A ação fica no ar até o dia 26 de novembro.


Conforme o CEO da Gramado Summit, Marcus Rossi, o momento atual pede ainda mais sensibilidade da sociedade. “Precisamos nos mobilizar para ajudarmos quem mais precisa. As instituições de caridade não podem ser esquecidas agora. Por isso, desenvolvemos essa ação que busca engajar as pessoas a doarem o quanto puderem e, de quebra, ainda terem a presença garantida no maior brainstorming da América Latina”, explica.

 

Sobre o Instituto

O Instituto atende cerca de 100 pessoas, oferecendo acolhimentos institucionais, serviços de convivência e fortalecimento de vínculos, além de uma escola filantrópica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/11/2021 0 Comentários 882 Visualizações
Business

Fecomércio-RS terá Incubadora de tecnologia para comércio e serviços

Por Ester Ellwanger 22/11/2021
Por Ester Ellwanger

A Fecomércio-RS está desenvolvendo uma incubadora tecnológica que irá promover a criação de novas ferramentas digitais e soluções para empresas de comércio de bens e de serviços. O Lab Fecomércio ocupará todo o segundo andar da nova sede da entidade, no bairro Anchieta, em Porto Alegre, e oferecerá a startups todo o ambiente necessário para promover a transformação digital do setor terciário.

Lançado oficialmente na última reunião de diretoria, na quinta-feira, 18 de novembro, o projeto tem previsão de entrar em funcionamento a partir de março do ano que vem. A estrutura física, de cerca de 1 mil metros quadrados, comportará cerca de 250 pessoas e contará com estúdios de live stream, podcast e foto, salas de webconferência, locais para realização de apresentações, além de espaços de convivência e de trabalho compartilhados inspirados no conceito de coworking. Além disso, as empresas participantes poderão contar com mentoria de docentes do Senac e especialistas em gestão e inovação.

Os projetos a serem incubados serão escolhidos em colaboração com a Fatec. A ideia é priorizar empresas de micro e pequeno porte, em modelo startup, que tenham produtos ainda em projeto ou que já estejam prontos, mas precisem de escala. De acordo com o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, a expectativa é abrir as condições para a criação de um parque tecnológico dedicado à transformação digital do comércio no Rio Grande do Sul: “O Lab Fecomércio quer efetivamente criar soluções junto com os sindicatos para que o setor de comércio de bens e de serviços se aproprie das novas tecnologias e acompanhe a evolução que a economia está exigindo. Será um espaço dedicado a criar e levar a tecnologia a negócios de todos os portes com a possibilidade de resultar em redução de custos, otimização de processos, expansão do rol de produtos e serviços oferecidos e ampliação de mercado, conforme for o feedback que recebermos das empresas e sindicatos associados quanto às suas necessidades”.

Além de dialogar com as startups para esclarecer as demandas do setor, os Sindicatos empresariais poderão atuar como investidores das iniciativas que mais demonstrarem potencial, adianta o vice-presidente da Fecomércio-RS, Gilmar Bazanella: “Teremos dinâmicas mensais para apresentar o que está sendo desenvolvido aos representantes dos sindicatos, gerando um ambiente de investimento em empresas com ideias inovadoras que têm o potencial de crescer em escala global e gerar receita através da venda das suas soluções e valorização de mercado”, projeta Bazanella.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/11/2021 0 Comentários 794 Visualizações
Business

Reparasul encerra com fechamento de negócios e qualificação de profissionais

Por Ester Ellwanger 22/11/2021
Por Ester Ellwanger

Chegou ao fim, neste domingo, 21 de novembro, a 3ª edição da Reparasul – Feira de Autopeças e Reparação Automotiva, que aconteceu na Fenac, em Novo Hamburgo/RS. Durante quatro dias, a feira, que marcou a retomada dos eventos do setor no Brasil, apresentou novidades e tendências dos setores de autopeças, reposição e equipamentos para reparação automotiva. Além disso, o evento promoveu uma extensa programação de atividades de conhecimento, como o 3º Congresso Asdap Sul Brasileiro de Vendas de Peças e Serviços Automotivos, a Arena do Conhecimento Reparasul – Aserv | Autorede e o Congresso Brasil e Itália de Tecnologia Diesel.

A coordenadora da Reparasul, Angela Dias, destaca que esta edição foi um sucesso. “A Reparasul 2021 foi extremamente positiva e superou as nossas expectativas, tanto de visitantes quanto de negócios”, comemora. “Os expositores fecharam vendas e fizeram bons negócios desde o primeiro dia. Foi uma feira que vendeu muito e deu bons frutos. Todos os apoiadores também estão satisfeitos!”, avalia Angela, explicando que diversos expositores já renovaram sua participação para a próxima edição e estão em busca de maior metragem para 2022. A coordenadora ainda avalia a presença de público qualificado no evento. “Os visitantes eram profissionais da área que estavam buscando novidades e negociando com expositores. Um público que veio para fazer negócios mesmo!”, relata.

Com a data já confirmada para o próximo ano, a 4ª Reparasul acontecerá de 17 a 20 de novembro de 2022, na Fenac, em Novo Hamburgo/RS. “A expectativa é superarmos essa edição, pois aumentaremos a metragem da feira. Com a chegada da linha diesel e linha pesada, teremos que ir para o segundo andar dos pavilhões”, antecipa a coordenadora.

Feira superou a expectativa de expositores e visitantes

Entre os expositores, o clima é de satisfação. André Ludtke, diretor da Overchip, explica que esta é a primeira participação da marca na Reparasul. “A feira foi extremamente proveitosa, pois conseguimos vender vários produtos e equipamentos, além de fazer novas parcerias com outras empresas. Para nós, o resultado é muito positivo!”, avalia. A marca, que é focada em performance automotiva, apresentou durante a Reparasul uma novidade. “Lançamos um produto desenvolvido por nós, que é o gás pedal, controlado via app e que tira o delay do acelerador. Efetuamos várias vendas e fechamos parcerias com revendas”, comemora Ludtke, afirmando que a Overchip renovará a participação para o próximo ano. “Também queremos ampliar o nosso espaço em 2022, pois nesta edição superamos a nossa meta e expectativa de negócios e contatos”, finaliza.


Presente desde a primeira edição da Reparasul, a Sun acreditou na proposta da feira desde o princípio. “Em 2022, com certeza, também estaremos presentes, pois esta edição foi um sucesso! A gente teve um aumento de cerca de 20% a 30% comparado ao último ano de feira. Foi um volume de negócios muito interessante”, relata Eduardo Zanetti, Marketing da Sun. Ele ainda explica que a marca já está trabalhando na renovação e ampliação do estande para a próxima edição.

“Percebemos que o nosso estande está pequeno para aquilo que queremos levar ao mecânico, então existe a necessidade da gente trazer mais produtos e precisaremos de um espaço maior em 2022”, destaca. Entre os equipamentos mais vendidos da marca está um elevador portátil. “É importante o mecânico olhar de perto esse equipamento para ver o quanto é compacto e entender sua funcionalidade. Foi um sucesso de vendas da feira!”, comemora Zanetti.

Outro expositor que participou desta edição foi a Eaata, que apresentou uma plataforma de Diagnose e Instrumentação Eletrônica com foco na Grade Modular de Especialização em Veículos Híbridos e Elétricos e Diagnósticos Complexos, como Passthruu e Adas. A principal novidade apresentada foi a Eaata Academy. “A receptividade dos participantes foi o ponto chave, pois não poderíamos ter um resultado melhor com a nossa participação”, conta Frederico R. Bastos, sócio da Eaata Academy Internacional. “Além de estabelecermos um laço com suporte técnico, apresentamos pela primeira vez o conceito de academy. “As novidades apresentada foram soluções e implantação de futuros box de serviços EV e estações de carga para veículos elétricos, com a integração dos três pilares do diagnóstico automotivo e grade modular de especialização técnica”, detalha Bastos. Ao falar sobre o setor de carros elétricos, ele explica que é um dos cenários mais promissores do mercado. “Muitos negócios serão gerados, uma revolução no atendimento de veículos para reparação nas oficinas e a necessidade de um novo espaço e formação diferenciada para os técnicos”, complementa Bastos, que ao longo da programação da feira também conduziu uma palestra sobre “Veículos Híbridos e Elétricos” na Arena do Conhecimento, que superou a expectativa de público.

A visitação qualificada também foi um dos pontos altos desta edição da Reparasul. A feira reuniu caravanas de diferentes regiões do Rio Grande de Sul e diversos estados brasileiros, como: TO, SC, PR, SP e AC, já que foi o único evento profissional do segmento realizado no Brasil neste ano. Visitando a Reparasul neste último dia, Andrea Guimarães que atua na área de vendas de uma empresa do setor automotivo, destacou a organização do evento. “A feira está muito bem organizada, com protocolos de segurança em virtude do Covid, espaço climatizado e estandes espaçados: tudo para que a gente possa ter uma boa experiência”, relata a visitante, que também participou de uma palestra gratuita voltada para área de vendas no setor. “Achei muito interessante”, conta a profissional. Durante sua visitação, Andrea ampliou o networking. “Vim para trocar contatos e encontrar novos clientes, além de conhecer as novidades do segmento”, complementa.

Edição 2022

A 4ª Reparasul já tem data para acontecer: de 17 a 20 de Novembro de 2022, na Fenac, em Novo Hamburgo.

Foto: Diego Soares/Divulgação | Fonte: Assessoria

22/11/2021 0 Comentários 511 Visualizações
Business

ACI-NH/CB/EV conta com novo diretor

Por Ester Ellwanger 22/11/2021
Por Ester Ellwanger

Hoje, 22de novembro, inicia em suas atividades o novo diretor da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha (ACI-NH/CB/EV), Leandro Villela Cezimbra. Ao longo do dia e das semanas seguintes, serão feitos os procedimentos de integração à entidade, à qual passa a dedicar-se com exclusividade.

Natural e residente em Porto Alegre, Leandro tem 42 anos e uma carreira desenvolvida na área jurídica, com mais de 15 anos de atuação em escritórios de advocacia, jurídicos corporativos, associações e entidades de classe.

“A experiência em entidades empresariais, o perfil agregador e de múltiplas conexões, o nível cultural e a formação internacional estão entre as competências que nos fizeram optar pela contratação de Leandro”, afirma o presidente da ACI, Marcelo Lauxen Kehl. O processo de seleção contou com a participação do presidente eleito, Diogo Leuck, ao qual Leandro se reportará a partir de janeiro.

Chego com muita motivação e entusiasmo. Empregarei todo meu empenho em prol da comunidade empresarial da região, respeitando legados, diferenças e mantendo sempre as portas abertas a todos”.

“Chego com muita motivação e entusiasmo. Empregarei todo meu empenho em prol da comunidade empresarial da região, respeitando legados, diferenças e mantendo sempre as portas abertas a todos”, destaca Leandro Villela Cezimbra, que atualmente cursa mestrado em Direito das Relações Internacionais na Universidad de La Empresa, no Uruguai.

A carreira profissional do executivo inclui atuação como Secretário Geral da Câmara Empresarial Argentino Brasileira e da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços Brasil Uruguai, nas quais atuava até a última semana. Também teve atuação como consultor sênior de análise de legislação, emissão de pareceres e acompanhamento de projetos de lei na Fiergs e como executivo da Câmara de Arbitragem da Ciergs.

Também foi vice-presidente da Comissão Especial de Acompanhamento Legislativo da OAB/RS, conselheiro convidado do Conselho de Comércio Exterior da Fecomércio RS, diretor de Relações Institucionais do Instituto Ibero Americano de Compliance e atuante no Tribunal de Ética e Disciplina da OAB/RS, além de professor convidado da Unisinos e da UniRitter para os cursos de pós-graduação, coautor de livros e palestrante na área jurídica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/11/2021 0 Comentários 1,2K Visualizações
Business

Empreendedorismo é o Brasil que dá certo

Por Ester Ellwanger 22/11/2021
Por Ester Ellwanger

Muito se fala dos desafios do empreendedorismo no Brasil. De fato, não são poucos. Além de uma elevada carga tributária, somam-se custos com uma logística cara e ineficiente, um Estado inchado e com grande ingerência na economia, a oscilação cambial, entre tantos outros obstáculos. Porém, empreendedores mostram um outro lado, um lado que coloca o Brasil entre os países que mais empreendem no mundo. O Brasil que dá certo. Conforme levantamento da Global Entrepreneurship Monitor, realizada com o apoio do Sebrae, o Brasil ocupa a sétima posição no ranking mundial de empreendedorismo, com quase 32% da população adulta atuando na área. Quando comparado a países que compõem o BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul -, o Brasil é a nação com a maior taxa de empreendedorismo A China tem 26,7%, a Índia 10,2%, a África do Sul 9,6% e a Rússia 8,6%. O número de brasileiros que já têm uma empresa, ou que estão envolvidas na criação de uma, é superior, também, a países como Estados Unidos (20%), Reino Unido (17%), Japão (10,5%), Itália (8,6%) e França (8,1%).

O fato de resistir a todos os problemas enfrentados, desenvolvendo os seus negócios, concede ao empreendedor uma dose de resiliência importante. Nesta matéria especial, contaremos a história de empreendedores que, mesmo diante de todas as dificuldades, mantêm seus negócios apostando em calçados inovadores e nichos de mercado diferenciados.

Invitto: slow fashion e fidelização

Fundada em 1999 pelo empreendedor Marco Aurélio Kehl, a Invitto, de Novo Hamburgo/RS, se especializou na chamada slow fashion, voltada para o mercado de calçados femininos classes A e B. Produzidos artesanalmente com matérias-primas de alta qualidade, com destaque para couros exóticos como o de Python, ao longo da história a empresa sempre procurou estar na vanguarda da moda nacional. Na coleção de Verão passada, por exemplo, foram criados calçados femininos revestidos com fios de seda e tingidos com cascas de cebola.

A produção fica entre 30 e 40 pares diários, que são comercializados em cerca de 30 pontos de venda no Sul e interior de São Paulo e no e-commerce da Invitto. A exportação, que já foi parte dos negócios da empresa, por enquanto aguarda novos projetos. Trabalhando sem estoque, apenas por encomenda, a empresa possui um nicho de mercado fidelizado e que já fez com que, em 2021, crescesse 10% ante 2019. “Em 2020, assim como o setor, sofremos muito pela paralisação das atividades”, diz Kehl.

Antes de fundar a Invitto, o empresário conta que passou por diferentes setores na indústria calçadista. Aos 14 anos começou trabalhando na produção e foi para o departamento de contabilidade da mesma empresa um ano depois. “A contabilidade, aliás, me ajudou muito quando criei o meu próprio negócio”, frisa. Após passar pelo departamento, Kehl foi para a importação e depois foi morar nos Estados Unidos, um sonho antigo. Lá, onde permaneceu durante um ano e meio, trabalhou em uma empresa que importava roupas da Ásia e ganhou ainda mais bagagem. De volta ao Brasil, ficou pouco tempo e partiu para a Holanda, para trabalhar na área de vendas de uma empresa que desenvolvia calçados para serem produzidos no Brasil ou Portugal, no modelo de private label (com a marca do cliente). “Nessa empresa tive o meu primeiro contato com a parte de desenvolvimento de calçado, que mais tarde seria a minha atividade”, recorda. Em meados dos anos 1990, saiu da empresa holandesa e retornou ao Brasil, onde voltou para a indústria de calçados, dessa vez em departamentos de vendas para o mercado doméstico. Com a empresa fechando as portas em 1998, resolveu criar sua própria coleção, que daria vida à Invitto um ano depois. “Depois de sofrer com a criação de uma linha de preço médio, resolvi entrar no mercado de maior valor agregado com a Invitto, de onde não saímos mais”.

Com vasta bagagem no setor calçadista, Kehl destaca que são muitos os desafios, mas que a atividade é gratificante. “Produzir no Brasil é difícil. Temos dificuldade quanto à questão tributária, mas o que mais atrapalha, ainda mais para o nosso nicho, é a falta de mão de obra qualificada. Meus montadores têm mais de 50 anos. Não existe uma renovação. A saída, segundo ele, é o investimento em formação e sobretudo em campanhas para atrair jovens para a atividade. Apesar das dificuldades, o empreendedor se mantém otimista. “A nossa consumidora é fidelizada e sabe que, comprando nossos produtos, está comprando qualidade e durabilidade. Existe um grande mercado a ser desbravado”, conclui.

 

Perky: calçado brasileiro com sotaque castelhano

Foi em 2011 que o argentino nascido em Buenos Aires, Rodrigo Casas, decidiu trazer um produto típico gaúcho e castelhano para terras brasileiras, mais especificamente para Porto Alegre/RS. Filho de pai argentino e mãe brasileira, antes de se tornar empreendedor, Casas chegou a se formar em Jornalismo, onde atuou na área esportiva no país vizinho. “Sempre quis ter um negócio próprio. Em 2008, conheci a Gabriela – sócia e companheira – no Brasil e depois de algumas pontes áreas resolvi vir morar definitivamente aqui e lançamos a marca Perky”, conta. Há dez anos, a produção era integralmente de alpargatas, mas a experiência no rigoroso inverno gaúcho fez com que a empresa optasse por aumentar o mix para produtos fechados. Hoje, mesmo sendo as alpargatas o carro-chefe da marca, a Perky desenvolve também botas, sandálias, tênis vulcanizados e acessórios voltados para um público de 25 a 35 anos.

Com uma produção terceirizada de 55 mil pares por ano, das quais exporta cerca de 7% para Argentina, Uruguai, República Checa, Chile e Inglaterra, a empresa tem nas suas lojas franqueadas o principal canal de distribuição. No total, as quatro lojas Perky – duas em Porto Alegre/RS, uma em Gramado/RS e uma em Búzios/RJ — respondem por mais de 50% do faturamento, número que deve aumentar ainda mais a partir da ampliação do projeto de franquias da marca em 2022. “Estamos desenvolvendo um projeto para expansão das lojas em quiosques”, conta.

Casas ressalta que existem muitos obstáculos para se empreender no Brasil, sendo o principal deles a dificuldade de acesso ao crédito. Para ter uma ideia, a primeira experiência, em 2012, quando a marca recém havia sido lançada, está sendo paga até hoje. “Precisávamos de capital para investir na empresa e não conseguimos crédito. Tivemos que hipotecar nosso apartamento para conseguir R$ 80 mil e estamos terminando de pagar a dívida agora, que já foi para mais de R$ 200 mil”, recorda. O baque, no entanto, não foi suficiente para segurar o ímpeto da Perky, que foi crescendo na medida em que seus produtos ficavam mais conhecidos – e reconhecidos – no mercado.

Outro golpe para a Perky foi o ano de 2020, quando a empresa viu seu faturamento cair quase 60%. “Ficamos com as lojas físicas fechadas boa parte do ano. O que salvou o ano foi o nosso e-commerce”, comenta. Em 2021, com a retomada do mercado e a normalização do comércio físico, a empresa já cresceu 30%, índice que ainda não fará com que se chegue ao período pré-pandemia, em 2019. Porém, o otimismo está presente. Em 2022, a meta é crescer, inclusive, sobre 2019. “Estamos otimistas com o projeto de expansão das franquias, que já era para ter iniciado no passado, mas que foi adiado em função da pandemia”, conclui.

Tnin: sustentabilidade nos pés dos pequenos

Com dois anos e meio de fundação, a Tnin, de São Paulo/SP, é uma startup do universo calçadista. Especializada no universo infantil, a marca traz produtos infantis com materiais ecologicamente corretos no estilo plimsolls, calçados de cabedal de lona popularizados nos anos 1990 e que vem retornando à moda mundial.

Trabalhando com consultoria no setor calçadista desde 2009, Juliana Lawson resolveu colocar a teoria em prática ao conhecer o inglês Darren Enthoven. A empresária conta que a criação da marca partiu da percepção de um gap no mercado de produtos infantis, carente de calçados voltados para o nicho da sustentabilidade. “Nos ajudou, também, o fato de que no Brasil encontramos muitos fornecedores de materiais sustentáveis”, recorda.

Atualmente com uma produção de 2,5 mil pares mensais, a Tnin exporta cerca de 30% dela para Estados Unidos, Chile, Singapura, China, Itália, entre outros países. Apesar das dificuldades enfrentadas durante a pandemia do novo coronavírus, Juliana revela que a empresa recém criada cresceu mais de 70% em relação a 2020. Para o resultado, foram adotadas duas estratégias importantes, o foco maior no e-commerce próprio e as exportações, que favorecidas pelo fator cambial devem seguir crescendo em 2022. Juliana conta que, para 2022, a expectativa é de crescimento e que a empresa vem buscando parcerias para ampliação dos investimentos. “Felizmente, já temos uma parceria super bacana já encaminhada. Divulgaremos em breve”, adianta.

 

Urban Flowers: ativismo e negócios juntos

Criada em 2014 a partir de uma filosofia de vida de seus fundadores, o veganismo, a Urban Flowers, de Campo Bom/RS, utiliza materiais sem origem animal na sua produção. Atualmente com 10 funcionários e parceiros locais para produção, a marca produz 500 pares por mês, além de acessórios como mochilas, bolsas e carteiras, que distribui em e-commerce próprio e em uma loja parceira especializada em produtos slow fashion de Santa Catarina. Sócio da empresa, ao lado de sua companheira Cecília Weiler, Patrick Lenz, destaca que, mais do que produtos, a marca tem o objetivo de divulgar a causa do veganismo, que não é somente ecológica, mas também social. “Os criadores da empresa são veganos. Trouxemos essa questão orgânica para o dia a dia do negócio”, conta, ressaltando que isso é percebido pelo público e que a marca precisa passar essa verdade em suas relações. O impacto ecológico é percebido e premiado. No ano passado, conforme levantamento interno, foram recuperados mais de 7,7 mil metros quadrados de tecidos, 1,1 tonelada de borracha foi reciclada e foram utilizados mais de 3,3 toneladas de papelão reciclado. Atualmente, a empresa possui o Certificado Lixo Zero, Instituto Lixo Zero Brasil (ILZB).

Para que a marca não tenha apenas o produto final vegano, Lenz diz que existe uma relação muito próxima com os fornecedores, estimulando para que toda a cadeia produtiva seja efetivamente sustentável. Entre os principais desafios para a criação da marca, o empreendedor cita justamente a dificuldade na relação com os fornecedores, que no início não entendiam muito bem o conceito do veganismo. “Hoje existe uma conscientização maior, eles nos procuram, trocam informações”, comenta.

A comunicação com os consumidores é outro trunfo da empresa. “Buscamos uma relação próxima com o nosso público. Caminhamos na corrente inversa aos chatbots, queremos tornar a relação mais humanizada possível”, conta, acrescentando também a importância do trabalho nas redes sociais. Além da relação marca/cliente, Lenz destaca que existe uma preocupação em passar o conceito do veganismo, ajudando o público a identificar não somente calçados realmente veganos, mas até mesmo produtos da indústria alimentícia. Mesmo com todo o ativismo vegano, o empreendedor ressalta que recentemente a marca fez um levantamento para a atualização da “persona” e percebeu que existe uma gama crescente de consumidores não veganos, que têm identificação com as pautas da sustentabilidade.

Assim como para o setor calçadista em geral, o ano de 2020 foi bastante difícil para a Urban Flowes. Lenz recorda que a empresa chegou a fechar durante alguns meses e que só não teve um impacto pior por causa do apoio dos próprios consumidores. “Criamos vales, que as pessoas adquiriam para receber os produtos depois”, lembra. A ajuda do público fez com que a empresa resistisse e a queda fosse bem menor do que a prevista inicialmente. “Perdemos 15% da nossa produção e, em 2021, conseguimos recuperar as perdas. A partir de 2022 temos a expectativa de voltar a crescer”, projeta, ressaltando que a empresa tem capacidade produtiva para ampliar a produção para até 800 pares mensais.

Dobra: DNA inovador

Carteiras de tyvek, um tipo de papel especial super resistente utilizado pela NASA. Foi com esse produto que os jovens da Dobra, de Montenegro/RS, começaram a se destacar no mercado brasileiro a partir de 2016. Cinco anos depois, a empresa ampliou o mix de produtos e, além das carteiras, hoje oferece uma gama completa de acessórios, tênis, camisas e até mesmo produtos de decoração. Tudo utilizando a mesma matéria-prima e sob encomenda, já que a empresa não trabalha com estoques. A inovação da Dobra não está apenas no produto. Na Dobra, o modelo de gestão é horizontal. São 14 pessoas envolvidas, todas no mesmo nível de hierarquia e com o mesmo salário. Além disso, as estampas dos produtos são todas fruto de cocriação, pois no site a Dobra mantém mais de mil artistas cadastrados com suas criações.

Um dos sócios, Guilherme Massena, conta que a Dobra começou a partir de um trabalho de faculdade. “Venho de uma família de empreendedores, sempre tive vontade de ter meu próprio negócio. Foi a partir de um trabalho de faculdade, no qual criamos uma carteira de papel, que nasceu a Dobra”, recorda. Segundo Massena, a partir do trabalho foram alguns anos de atualização, com estudos sobre nova economia, economia colaborativa, revolução pós-digital, entre outros temas. Já para a construção dos produtos, foram realizados testes. “Nosso modelo de criação é MPV (produto mínimo viável, sigla em inglês). Ou seja, testamos a viabilidade e lançamos no mercado”, diz.

Segundo Massena, são inúmeros os desafios do empreendedorismo no Brasil. O maior é a burocracia, que engessa a criação de novos negócios. “Hoje até está mais fácil, especialmente para o enquadramento como Microempreendedor Individual (Mei), mas ainda existe uma enorme complexidade tributária que atrapalha o desenvolvimento de novas empresas”, avalia, ressaltando que a Dobra realiza lives nas redes sociais para auxiliar os novos empreendedores com dicas sobre abertura de empresas, modelos de negócios, entre outras informações.

O modelo de negócios diferenciado, mais voltado para o ambiente digital, fez com que a empresa sentisse menos o impacto da pandemia do novo coronavírus. Segundo o empreendedor, no entanto, mudou um pouco o público, antes da pandemia formado em grande parte por jovens profissionais liberais, designers e estudantes. A pandemia fez com que, na medida da retomada dos trabalhos em ambiente físicos, aumentassem as encomendas de empresas para presentear seus colaboradores com produtos inovadores e exclusivos. “Em 2021, no comparativo com a pré-pandemia, em 2019, crescemos 5% a 10% em faturamento. Já o crescimento dos negócios B2B (business to business) ficou entre 15% a 20%”, conta Massena.

Para o próximo ano, o empreendedor destaca que a empresa deve seguir investindo na geração de conteúdos com impacto social, monetizando o que for possível. Também buscará fortalecer o portfólio de produtos e estreitar o relacionamento com o seu público por meio da criação de um bar na empresa, onde as pessoas poderão confraternizar e trocar experiências.

Pesh: foco no mercado infantil

Criada para atender o mercado infantil com calçados divertidos e preços competitivos, a Pesh, de São Paulo/SP, é um case clássico de empreendedorismo. Juliana Mader, uma das sócias da empresa, é formada em Administração de Empresas, com MBA na área, e vem do mercado financeiro. Trabalhou neste setor até entrar para um e-commerce especializado em produtos infantis. Lá, se apaixonou por esse universo e junto da sócia, Thaís Drummond, criou a marca Pesh em 2017.

Atualmente com uma produção de 10 mil pares mensais, a Pesh transformou uma operação baseada na relação B2B (business to business), de fornecimento para o varejo físico, para um modelo de venda direta quase que totalmente digital. Segundo a empreendedora, 70% do faturamento da empresa vem do canal on-line. A mudança no modelo veio justamente durante a pandemia do novo coronavírus, com as dificuldades no varejo físico e o incremento vertiginoso do comércio eletrônico. “Já tínhamos a ideia de e-commerce desde o princípio da Pesh, mas pelo histórico de trabalho em e-commerce resolvemos esperar. A pandemia acelerou esse processo e ano passado resolvemos investir nesse canal”, conta.

A decisão se mostrou acertada e a marca, depois de uma queda de mais de 50% no ano passado, já cresceu mais de 100% em 2021 e pretende dobrar o crescimento no próximo ano, ultrapassando os números da pré-pandemia. Para os próximos anos, Juliana projeta aumentar ainda mais a participação do digital no faturamento da marca. Entre os benefícios, Juliana cita o risco menor com a inadimplência e o relacionamento mais direto com o consumidor.

Outra tendência identificada pela Pesh é a sustentabilidade. Em abril deste ano, a empresa lançou mais uma marca, a Zoez. São calçados adultos unissex produzidos a partir de matérias-primas sustentáveis. “É um mercado difícil, bastante nichado, mas que percebemos que vem em crescimento. Ainda pequena, o objetivo é aumentar a fatia de produtos dessa linha no nosso mix nos próximos anos”, projeta a empresária.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/11/2021 0 Comentários 1,3K Visualizações
Business

Bom Princípio Alimentos recebe Medalha da Assembleia Legislativa do RS

Por Ester Ellwanger 20/11/2021
Por Ester Ellwanger

Por proposição da deputada estadual Patrícia Alba (PMDB), a Bom Princípio Alimentos, de Tupandi, recebeu na segunda-feira, dia 29 de novembro de 2021, a Medalha da 55ª Legislatura da Assembleia Legislativa pelos 25 anos de trabalho dedicados à indústria de alimentos no Rio Grande do Sul. A homenagem aconteceu no São Júlio de Castilhos da Assembleia Legislativa, em Porto Alegre-RS.

“Trata-se de uma empresa que nos orgulha levando produtos de qualidade à mesa. E, sobretudo, pelo que desenvolvem na geração de emprego e renda na região do Vale do Caí e à economia do Rio Grande do Sul. Nos alegra poder homenageá-los com a medalhada 55ª Legislatura, uma das mais altas honrarias da nosso Estado e da Assembleia Legislativa”, explica a deputada Patrícia Alba.

Atualmente, a Bom Princípio Alimentos emprega mais de 220 colaboradores. Entre empregos diretos e indiretos são mais de 1,2 mil famílias envolvidas. A indústria comercializa mais de 500 produtos entre suas linhas de chimias, doces, conservas e nuits and fruits para todo o Brasil e exterior.

Além disso, a indústria tem exercido um importante papel social, doando alimentos e realizando diversas ações junto a entidades gaúchas. Desde o início da pandemia, a Bom Princípio Alimentos já fez a distribuição de mais de 15 toneladas de doações na capital e interior, divididas em mais de 50 entidades como hospitais, abrigos de menores, lares de idosos e organizações que atendem pessoas portadoras de necessidades especiais e cognitivas.

“Nos sentimos excepcionalmente orgulhosos. É o reconhecimento de um trabalho coletivo e que envolve muita dedicação e zelo. Atenção a qualidade em todas as etapas do que produzimos – da fruta no pé até a chegada dos alimentos à mesa dos consumidores. Por isso é um privilégio compartilhar essa honraria que o parlamento gaúcho nos confere com todos os colaboradores e parceiros da Bom Princípio Alimentos. Mas, sobretudo, com os nossos consumidores, que tornam, a cada dia, esse momento possível, ao longo destes 25 anos”, adianta o presidente da empresa, empresário Alexandre Ledur.

A Medalha da 55ª Legislatura é destinada a pessoas físicas ou jurídicas que contribuem com ações para o desenvolvimento do povo gaúcho, seja nas áreas econômica, social ou rural.

Foto: Vinícius Reis/Divulgação | Fonte: Assessoria

20/11/2021 0 Comentários 616 Visualizações
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