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Começa amanhã a 25ª edição do Liquida Porto Alegre

Por Ester Ellwanger 17/02/2022
Por Ester Ellwanger

O Liquida Porto Alegre 2022 inicia-se nesta sexta-feira, 18 de fevereiro, em meio a um dos momentos mais significativos da retomada econômica da Capital, quando lojistas e consumidores mais precisam de estímulos para movimentar o ecossistema dos negócios.

Neste ano, mais de 4,6 mil estabelecimentos aderiram à promoção que estará espalhada por 85 bairros, com maior incidência no Centro Histórico (702 lojas), Passo D’Areia (302 lojas) e Floresta (244 lojas). Dentre as inscritas, 71% são lojas de rua, 19% localizam-se em shoppings e 10% estão em camelódromos. Ainda, mais de 70 estabelecimentos são totalmente digitais e quase 700 são novatos na liquidação, que ocorrerá até o dia 26.

Os segmentos são os mais variados, desde vestuário (740 lojas) a farmácias (470 lojas), passando por móveis e colchões (300 lojas), alimentação (285 lojas) e beleza (280 lojas), chegando até os nichos religiosos, a área de moradias compartilhadas — os colivings — e à venda de espaços físicos de armazenamento – os self storages.

 

Liquida POA

Nesta edição do Liquida Porto Alegre, a CDL POA empenhou-se, de maneira ainda mais significativa, em instruir os lojistas a focar em ofertas que façam a diferença para o consumidor, aponta o presidente da Entidade, Irio Piva. “Iniciamos o Liquida Porto Alegre com o ambiente ideal: consumidores com expectativa para fazer suas compras e lojistas sabendo a importância de oferecer boas ofertas para gerar negócios. Nosso papel é criar esse ambiente e levar o consumidor até as lojas, impulsionando a economia local”, detalha o dirigente.

Piva explica que o maior poder do Liquida está no consumidor, que decidirá quais são os estabelecimentos que melhor irão atender as suas necessidades: “As boas ofertas devem ser oportunidades únicas”.

 

Economia

O propósito do Liquida Porto Alegre 2022 está em constituir um marco para a retomada da economia do município. Segundo o economista-chefe da CDL POA, Oscar Frank, alguns dados oficiais mostram o quão necessário é o processo de recuperação da geração de emprego e de renda. “O mercado de trabalho formal encolheu 1,2% entre março de 2020 e dezembro de 2021, o que significa 6.528 vagas a menos no período, conforme o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Por sua vez, a quantidade de Notas Fiscais Eletrônicas emitidas na Capital hoje é praticamente a mesma de três anos atrás, de acordo com a Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul. Portanto, cremos que o evento deve colaborar para a ativação das vendas em um mês que é tradicionalmente caracterizado por ser o de pior movimento ao longo do ano para o varejo”, analisa o economista.

Conforme levantamento de dados do especialista, o cálculo da sazonalidade aponta que fevereiro é o mês de menor faturamento no setor, cuja queda em relação à média dos demais meses é de 16%.

 

O mercado de trabalho formal encolheu 1,2% entre março de 2020 e dezembro de 2021, o que significa 6.528 vagas a menos no período, conforme o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).  Portanto, cremos que o evento deve colaborar para a ativação das vendas em um mês que é tradicionalmente caracterizado por ser o de pior movimento ao longo do ano para o varejo”.

 

Campanha

Neste ano, o Liquida vem com uma nova marca, uma entrega massiva de material promocional para os lojistas e uma forte campanha de mídia, com participação em rádios, TVs, jornais impressos e digitais, além de mídia Out Of Home, e contando também com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Porto Alegre. Tudo concebido a fim de que o consumidor possa aproveitar ao máximo o ambiente de promoções.

A partir da diversidade de estabelecimentos cadastrados, imagino o consumidor aproveitando o Liquida Porto Alegre durante todo o seu dia a dia, como almoçar, ir a uma estética, comprar um presente, atualizar o guarda-roupas, e no lazer do fim do dia”.

O coordenador da Campanha e vice-presidente da CDL POA, Carlos Frederico Schmaedecke, aposta em um Liquida para todas as classes sociais, que englobe amplas atividades. “A partir da diversidade de estabelecimentos cadastrados, imagino o consumidor aproveitando o Liquida Porto Alegre durante todo o seu dia a dia, como almoçar, ir a uma estética, comprar um presente, atualizar o guarda-roupas, e no lazer do fim do dia”, idealiza Schmaedecke. O dirigente reforça ser fundamental manter a qualidade no atendimento, na comunicação individualizada com o cliente e nas ofertas efetivas a serem oferecidas. “Esse é o fator de sucesso de uma liquidação”, enfatiza o vice-presidente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/02/2022 0 Comentários 823 Visualizações
Business

Programa da ABPA incentiva práticas sustentáveis na avicultura e na suinocultura

Por Ester Ellwanger 17/02/2022
Por Ester Ellwanger

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) deu início ao Programa ABPA de Incentivo às Práticas Sustentáveis, uma iniciativa que tem como objetivo aprofundar e desenvolver a adoção de estratégias de trabalho no setor produtivo sob os prismas ambiental, social e de governança corporativa.

No âmbito do programa, a ABPA lançou esta semana um guia voltado para a implantação de sistemas de energia fotovoltaica em propriedades rurais. O guia foi produzido em parceria com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) e traz informações como pontos de atenção, payback, linhas de financiamento e outros. O guia pode ser acessado por pelo link: https://bit.ly/3rMEYsN.

Ser sustentável é um propósito maior composto por diversas ações menores. É sob este norte que o programa atuará, fortalecendo iniciativas que buscam promover o desenvolvimento econômico, social e ambiental”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Em outra frente, a ABPA disponibilizou aos associados um guia com levantamento de todas as legislações ambientais que norteiam o trabalho da avicultura e da suinocultura do Brasil. Produzida em formato eletrônico, a cartilha reúne nas 53 páginas 24 legislações ambientais, entre instruções normativas, leis e outros, que tratam de tópicos como resíduos pecuários, Cadastro Ambiental Rural (CAR), qualidade do ar, efluentes industriais, qualidade do solo, licenciamento ambiental, entre outros. O guia foi apresentado e distribuído com uma aula gravada pela autora do documento, a responsável técnica pela Flos Ambiental, Clarissa Souza.

Além do guia de implantação de energia solar e de legislações ambientais, o Programa ABPA de Incentivo às Práticas Sustentáveis contará ainda com outros temas que envolvem a produção de materiais orientativos, como cursos e outras ações voltadas para uso da água, biodigestores, entre outros.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/02/2022 0 Comentários 809 Visualizações
Business

Estande do Simecs na Festa da Uva celebra a história da indústria da região

Por Ester Ellwanger 17/02/2022
Por Ester Ellwanger

Os 150 metros quadrados do estande do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul e Região – Simecs na 33ªedição da Festa Nacional da Uva serão um espaço de celebração da história, da qualidade e da relevância da indústria caxiense e regional.

Alinhado aos aspectos comemorativos, culturais e comunitários da festa, o espaço será marcado por uma exposição de arte intitulada ‘Um Olhar para a Diversidade da Indústria Metalmecânica da Serra Gaúcha’ é composta por imagens captadas em 62 empresas associadas ao Simecs, de todos os portes, que aderiram voluntariamente à iniciativa a convite da entidade.

Produzida pelo fotógrafo Thiago Silva, que captou as imagens in loco nas empresas, a mostra vai exibir produtos variados da indústria regional, ilustrando a diversidade dos segmentos fabris da Serra. Os registros revelam a capacidade de produzir desde equipamentos pesados, como guindastes, até itens diminutos, como botões e fivelas de vestuário; de utensílios de cozinha e cooktops a peças para motocicletas e motobombas; de equipamentos médicos e máquinas de joalheria a armamentos e espadas militares; entre outros exemplos de multiplicidade industrial.

 

Localizado no Espaço da Inovação, no Pavilhão 2, o estande também vai contar com uma grande linha do tempo que trará uma narrativa histórica visual dos principais marcos da indústria da região, finalizada com uma projeção de futuro em grafite, feita pelo artista Gustavo Gomes durante a festa. A realização é do Simecs com apoio do Sebrae, Sesi, Senai e Instituto Hélice.

Foto: Thiago Silva /Divulgação | Fonte: Assessoria
17/02/2022 0 Comentários 680 Visualizações
Business

Beira Rio inaugura mais uma fábrica no RS

Por Ester Ellwanger 17/02/2022
Por Ester Ellwanger

Dando continuidade ao plano de expansão para 2022, a Calçados Beira Rio inaugurará, em 18 de março na cidade de Candelária, sua décima primeira planta fabril. Em números: o investimento, que conta com recursos do Fundopem, é de 50 milhões de reais. Sendo 30 milhões direcionados para instalações e equipamentos, e os outros 20 milhões aplicados em obras civis.

A unidade tem 9.559 metros quadrados de área construída e terreno com área total de 30.442 metros quadrados. A sua operação será dedicada à produção de calçados femininos, especialmente produtos das marcas Beira Rio Conforto e Moleca.

 

Com essa, já são duas as fábricas instaladas pela companhia calçadista no município. E os motivos para isso são muito relevantes: “A região tem reconhecida capacidade de mão de obra, sendo extremamente habilitada e comprometida. Além do alto nível de empreendedorismo regional, que colabora para o desenvolvimento de parcerias comerciais. Isso alimenta um ciclo virtuoso, acelerando o crescimento econômico e social na comunidade de Candelária e demais cidades vizinhas”, sinaliza Roberto Argenta, presidente da Calçados Beira Rio S.A..

A Fábrica

A nova fábrica já adota em seu formato operacional dinâmicas da indústria 4.0 (quatro ponto zero). Com aprimoramento e modernização de vários tipos de sistemas que, investidos nos processos e metodologia da empresa, aumentam a competitividade do setor. Por exemplo: o corte, a revisão e a expedição dos calçados serão feitos internamente nessa unidade, gerando 100 postos de trabalho direto no primeiro semestre e mais 50 no segundo, em Candelária. As etapas de costura e de montagem dos calçados serão externas, ou seja, realizadas por micro, pequenas e médias empresas. Chamadas de ateliês, prestarão esse serviço em regime terceirizado e entregarão mais 1.680 postos de trabalho, distribuídos pelas cidades de Paraíso do Sul, Segredo, Jaguari e Cachoeira do Sul.

Com capacidade projetada para fabricar de 30 a 40 mil pares/dia, a filial 11 inicia as operações com uma produção diária de 3 mil pares, chegando a 15 mil/pares dia até o final de 2022. A perspectiva para 2023 — com varejo interno estabilizado, além do crescimento contínuo que vem sendo realizado pelas exportações — é de funcionamento pleno da unidade. Com isso, a nova instalação da Calçados Beira Rio S.A. representará entre 10% a 15% do volume total de pares da empresa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/02/2022 0 Comentários 1,6K Visualizações
Business

Inspiramais no polo francano

Por Ester Ellwanger 17/02/2022
Por Ester Ellwanger

Parte do que foi apresentado na 25ª edição do Inspiramais, em Porto Alegre/RS, esteve em showroom realizado nesta terça-feira, 15 de fevereiro, na sede do Senai, em Franca, São Paulo. O evento, promovido pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), contou com a parceria com o Sebrae e com o apoio do Sindifranca, Prefeitura de Franca, Ciesp e Senai. Além do showroom, a iniciativa contou com uma palestra do coordenador do Núcleo de Design da Assintecal, Walter Rodrigues, que falou sobre a pesquisa que deu origem aos materiais lançados no Conexão Inspiramais, na capital gaúcha.

O evento foi bem elogiado pelos participantes do showroom, que fizeram, em média, mais de 20 contatos cada um. Alguns já saíram com pedido de amostras e reuniões agendadas nas empresas”.

A gestora de Marketing e Relacionamento da Assintecal, Aline Santos, destaca que o evento, além de oportunizar negócios com o polo calçadista francano, o principal do segmento de calçados masculinos no Brasil, trouxe informação de moda qualificada para os mais de 100 participantes que estiveram no encontro durante o dia. “O evento foi bem elogiado pelos participantes do showroom, que fizeram, em média, mais de 20 contatos cada um. Alguns já saíram com pedido de amostras e reuniões agendadas nas empresas”, conta Aline, ressaltando que chamou a atenção a quantidade de visitantes do ramo têxtil, em ascensão na cidade de Franca.

 

Mercado

Conforme a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), o estado de São Paulo, nos polos calçadistas de Franca, Jaú e Birigui, concentra uma produção estimada em mais de 40 milhões de pares de calçados, em torno de 5% de toda a produção nacional.

Participaram do Inspiramais Franca as empresas Cipatex, Stickfran, Tricota, Advance e Componarte.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/02/2022 0 Comentários 567 Visualizações
Business

Exportações de componentes para calçados somaram US$ 37,25 milhões

Por Ester Ellwanger 16/02/2022
Por Ester Ellwanger

Depois de encerrar o ano passado com incremento de 22% (US$ 410,3 milhões), as exportações de componentes para calçados seguem em trajetória de alta. Em janeiro, conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), foram exportados o equivalente a US$ 37,25 milhões, resultado 17% superior ao registro do mesmo mês de 2021. Dos 76 destinos, segundo a entidade, 51 aumentaram suas importações de materiais verde-amarelos.

 

O Brasil é um dos principais fornecedores de componentes fora da Ásia e tem chamado a atenção do mundo por contar com uma cadeia de fornecimento completa e de excelência”.

 

O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, destaca que as exportações do setor seguem sendo influenciadas pelo encarecimento dos fretes para importações asiáticas. “O Brasil é um dos principais fornecedores de componentes fora da Ásia e tem chamado a atenção do mundo por contar com uma cadeia de fornecimento completa e de excelência”, avalia Júnior, ressaltando que existe uma tendência de incremento nos embarques do setor para os próximos meses.

 

Destinos

O principal destino das exportações de componentes para calçados em janeiro foi a China. No total, foram embarcados para lá o equivalente a US$ 14,8 milhões, 38% mais do que no mesmo mês de 2021. Os principais produtos importados pelos chineses foram químicos para tratamento de couros.

O segundo destino do primeiro mês do ano foi a Argentina, para onde foi embarcado o equivalente a US$ 6,73 milhões, 66% mais do que no mesmo intervalo de 2021. Os principais produtos exportados para os hermanos foram solados, palmilhas, adesivos, laminados sintéticos e cabedais.

No terceiro posto entre os destinos das exportações de componentes apareceu o Chile. Em janeiro, foram exportados para lá o equivalente a US$ 1,28 milhão, 10% mais do que no mesmo período do ano passado. Na pauta estavam, principalmente, adesivos e laminados sintéticos.

Com crescimento expressivo, a Colômbia foi o quarto destino dos embarques de componentes brasileiros. Em janeiro, os colombianos importaram o equivalente a US$ 660,8 mil, 65% mais do que no primeiro mês de 2021. Os principais materiais embarcados para lá foram adesivos, cabedais, palmilhas e solados.

 

Exportadores

O principal exportador de componentes em janeiro foi o Rio Grande do Sul. No mês, as fábricas gaúchas exportaram o equivalente a US$ 21 milhões, 7% mais do que no mesmo período do ano passado.

O segundo estado exportador do período foi São Paulo, que embarcou o equivalente a US$ 4,7 milhões, 34% mais do que em janeiro de 2021.

Com incremento de 75%, as fábricas baianas embarcaram o equivalente a US$ 2,63 milhões, enquanto as cearenses receberam US$ 1,33 milhão pelas exportações de componentes, 67% mais do que em janeiro do ano passado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/02/2022 0 Comentários 472 Visualizações
Business

Grupo Havan tem faturamento recorde em 2021 

Por Ester Ellwanger 16/02/2022
Por Ester Ellwanger

Com faturamento de R$ 13 bilhões, o Grupo Havan teve um resultado financeiro recorde em 2021. O lucro líquido somou um total de R$ 1,3 bilhão e os valores que representam um crescimento de 25% em relação a 2020. Para este ano, o grupo prevê um faturamento de R$ 16 bilhões. O Grupo Havan é composto pela rede varejista de megalojas Havan, Fundos de Investimentos, Holding Imobiliária, Postos de Gasolina e Centrais Hidrelétricas.

Em 2021, a varejista inaugurou 15 novas megalojas, chegando a um total de 168 filiais presentes em 21 estados brasileiros e no Distrito Federal. Cerca de 3 mil novos postos de trabalho foram gerados e no momento, a Havan conta com 22 mil colaboradores diretos e 130 mil indiretos.

No ano passado, a Havan também concluiu as obras que ampliaram em 50% a estrutura do Centro de Distribuição, localizado em Barra Velha (SC). E finalizou a implantação do Sistema de Armazenamento Automatizado Autoportante, da SSI SCHAEFER, que se trata de uma estrutura exclusiva desenvolvida para a Havan, com investimento de R$100 milhões. Com os projetos, o CDH passou a contar com 200 mil m² de área construída, sendo considerado o mais moderno e tecnológico da América Latina.

 

Novas lojas

Em 2022, estão previstas a abertura de cerca de oito novas megalojas. Com os novos empreendimentos, a Havan estará muito próxima de contar com lojas em todos os estados brasileiros. Entre os estados que vão receber as megalojas em breve, estão Alagoas, Amazonas e Rio Grande do Norte, nas cidades de Maceió, Manaus e Natal, respectivamente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/02/2022 0 Comentários 749 Visualizações
Business

Sicoob ultrapassa a marca de 6 milhões de cooperados

Por Ester Ellwanger 16/02/2022
Por Ester Ellwanger

O Sicoob, que detém a segunda maior rede de atendimento financeiro físico do Brasil, acaba de ultrapassar a marca de 6 milhões de cooperados. O recorde é resultado de um trabalho que busca possibilitar que cada vez mais brasileiros tenham acesso a serviços financeiros de qualidade e em condições mais justas, capazes de promover justiça financeira e prosperidade econômica dos usuários e, consequentemente, de suas comunidades.

Em pouco mais de um ano, o Sicoob recebeu 971.302 novos cooperados, apresentando um crescimento de 19,3% na comparação com janeiro de 2021. Entre o primeiro mês de 2021 e fevereiro de 2022, houve um aumento de 773.535 pessoas físicas (PF), ou seja, 19,1%, e 20,1% de pessoas jurídicas (PJ), com o acréscimo de quase 200 mil cooperados durante esse período.

A instituição financeira possibilita que qualquer pessoa que preencha os requisitos possa se tornar um cooperado, ou seja, passar a ser dono. Dessa forma, o Sicoob consegue oferecer taxas mais justas, visto que o “cliente” é, ao mesmo, também o dono da instituição. E, ao fim de cada ano, todo cooperado tem direito a parte dos resultados — valor calculado proporcionalmente à movimentação financeira de cada um.

Entre os serviços oferecidos pelo Sistema, estão: conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência privada, consórcio, seguros, cobrança bancária, maquininha de cartões, marketplace, financiamentos mais justos e com juros acessíveis, dentre outros. Além de contar com um sistema de atendimento digital completo, no qual os cooperados podem realizar suas transações financeiras de onde estiverem, pelo App Sicoob ou internet banking.

“Estamos muito felizes com o número alcançado. É um marco muito significativo e histórico para o Sicoob. Vamos continuar com a nossa missão de promover o desenvolvimento econômico e social das pessoas e comunidades, bem como trazer soluções e experiências inovadoras, sempre colocando os nossos cooperados no centro de nossa atuação. Temos certeza de que a maior conscientização quantos aos benefícios de se escolher uma cooperativa financeira levará cada vez mais brasileiros a optarem pelo Sicoob, comenta Marco Aurélio Almada, diretor-presidente do Sicoob.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/02/2022 0 Comentários 777 Visualizações
abicalçados
Business

Diferenciais qualificam exportações de calçados

Por Ester Ellwanger 16/02/2022
Por Ester Ellwanger

Com seus primeiros embarques no final dos anos 1960, as exportações de calçados brasileiros alcançaram um nível de excelência e hoje estão presentes em mais de 170 países. No ano passado, foram 123,6 milhões de pares embarcados, número 32% superior ao de 2020 e 7,3% maior do que 2019, ano pré-pandemia.

O resultado é significativo e demonstra a força internacional da indústria calçadista brasileira, hoje a principal fora da Ásia e a quinta do mundo em número de pares produzidos: mais de 800 milhões por ano. Diferenciais como flexibilidade produtiva – entrega de lotes menores, de acordo com a necessidade do importador, facilidades de negociação, credibilidade, qualidade de materiais utilizados –, atributos de sustentabilidade e moda são alguns dos motivos elencados por compradores do mundo inteiro quanto à escolha de produtos verde-amarelos.

“Hoje, o calçado brasileiro é objeto de desejo nos principais mercados, especialmente na América Latina, onde temos, além de qualidade e credibilidade reconhecidas, uma similaridade cultural importante”, comenta o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira.

Segundo Ferreira, a atual posição internacional do calçado verde-amarelo não foi conquistada por acaso, foi com muita “transpiração e inspiração” das produtoras, que desde o ano 2000 contam com o apoio do Brazilian Footwear, programa de fomento às exportações de calçados mantido pela Abicalçados em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). No âmbito do programa são apoiadas e realizadas, todos os anos, feiras, rodadas de negócios, ações de promoção de imagem e ações personalizadas.

Conforme relatório da Abicalçados, 74% do valor gerado com exportações de calçados em 2021 foram por meio de embarques de empresas apoiadas pelo Brazilian Footwear.

Beira Rio: tradição e sustentabilidade

Uma das maiores e mais tradicionais indústrias de calçados do Brasil, a Beira Rio e suas oito marcas (Actvitta, Modare Ultraconforto, Beira Rio Conforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Vizzano e Br Sport) são reconhecidas em 95 países. Fundada em 1975, em Igrejinha/RS, a empresa deu seus primeiros passos no mercado internacional em meados dos anos 1980. Foi a partir daí que, segundo a diretora Comercial e de Marketing da empresa, Maribel Silva, “a empresa ganhou espaço no mercado, investiu no atendimento aos seus clientes e no processo de pesquisa das áreas de moda, destacando seus produtos nas melhores vitrines do Brasil e do mundo, consagrando-se como a ‘nova indústria de calçados’”.

Atualmente com uma produção de mais de 400 mil pares por dia, dos quais exporta mais de 18%, especialmente para mercados latino-americanos, a Beira Rio se destaca em atributos importantes para as exportações.

Segundo Maribel, são referências no mercado internacional, a possibilidade de pesquisas de origem dos materiais utilizados, a sustentabilidade – esta reconhecida no nível máximo no Origem Sustentável, único programa de certificação de sustentabilidade da cadeia produtiva do calçado em nível internacional – e a qualidade dos materiais utilizados. “No Brasil temos uma das cadeias de fornecimento mais completas do mundo e que preza pela transparência, inovação e tecnologia, certamente um diferencial diante dos principais concorrentes internacionais”, avalia a diretora.

Associada ao Brazilian Footwear desde 2003, a Beira Rio enxerga o apoio fundamental para o incremento e qualificação dos seus embarques. “Sob ponto de vista financeiro, o suporte oferecido pelo Brazilian Footwear aos associados, em rodadas de negócios e feiras internacionais, viabiliza a participação, tornando-a frequente e linear no calendário global, otimizando investimentos e aproximando clientes”, ressalta Maribel, acrescentando, ainda, os editoriais de moda distribuídos para imprensa internacional e a plataforma digital BrazilianFootwear.com, que gera tráfego de clientes aos sites da empresa e que evoluem para novos negócios.

 

Andacco: curtume próprio como diferencial

Fundada em 1979, a Andacco, de São Sebastião do Paraíso/MG, tem forte presença no mercado internacional. Além da qualidade, um dos diferenciais que concedem competitividade para a empresa é o fato de, em 1988, passar a produzir seus próprios couros. Além da qualidade garantida do material, a produtora conseguiu reduzir os custos dos seus calçados.

“Hoje, 98% dos nossos couros são próprios. O fato nos ajuda a ter maior agilidade e flexibilidade, com possibilidade de entrega de lotes menores. Além disso, temos custos menores no processo produtivo”, lista o diretor da empresa, Benevenuto Arantes.

Com uma produção de mais de 4 mil pares diários, dos quais exporta mais de 50%, especialmente para Estados Unidos e países da Europa, a Andacco é associada ao Brazilian Footwear desde 2008. Segundo Arantes, o programa tem papel fundamental no incremento dos embarques da empresa. “Atualmente, participamos ativamente de rodadas digitais e feiras de calçados internacionais, nas quais conseguimos resultados importantes”, conta o empresário.

 

Pampili: calçando as pequenas no mundo

Fundada há quase 35 anos, a Pampili é outro case de sucesso quando o assunto é exportação. A marca de moda infantil para meninas, sediada em Birigui/SP, é reconhecida mundialmente como uma das marcas mais queridas na indústria infantil brasileira. Com uma produção estimada em mais de 15 mil pares diários, dos quais exporta 10% para mais de 40 países, a empresa destaca o fato de ter uma “cultura exportadora”. “Assim conseguimos nos adaptar facilmente às demandas específicas de cada região, para produtos e experiências com a marca”, conta o CCO da fabricante, Diego Colli.

Para manter e incrementar o sucesso além-fronteiras, a Pampili conta com o apoio do Brazilian Footwear desde o primeiro convênio, no ano 2000. “O programa sempre nos apoiou nos principais eventos mundiais do setor, contribuindo para que pudéssemos competir de maneira equalizada no mercado global”, avalia, Colli.

Com a maioria dos materiais e insumos adquiridos no mercado brasileiro, Colli ressalta que a cadeia produtiva nacional é um diferencial importante, tanto para o abastecimento do mercado doméstico quanto internacional. “Acreditamos que a completa cadeia de fornecimento no Brasil definitivamente nos coloca em vantagem global frente ao cenário de escassez de recursos, somada à crise logística internacional, efeitos da pandemia que no momento afeta todos continentes”, conclui o CCO.

 

Savelli: exportação no DNA

O mercado externo não é somente para empresas tradicionais e de grande porte. Uma prova é o sucesso da Savelli, de Franca/SP. Fundada em 2005 e reestruturada em 2010, quando passou a adotar uma gestão profissionalizada e focada em qualidade e cuidado com recursos humanos, a fabricante produz 1,1 mil pares de calçados masculinos e mocassins femininos de couro diariamente.

Com quase 70% da produção voltada para o mercado internacional, a gerente de exportação da empresa, Bruna Pini, destaca que a marca leva “exportação no DNA”. Segundo ela, alguns diferenciais explicam o sucesso da Savelli no mercado internacional: atendimento, produto preparado para exportação, diversificação, entrega pontual, qualidade e exclusividade, flexibilidade produtiva e sustentabilidade.

Além disso, a seleção de matérias-primas é outro diferencial relevante para os bons resultados além-fronteiras. “Não dá para reduzir a qualidade dos materiais porque isso vai impactar na qualidade da nossa entrega. O nosso movimento enquanto empresa é cuidar para que isso seja sempre uma prioridade. Nós temos um trabalho intenso e direcionado para isso. Temos uma pessoa dedicada a essa função, que cuida da seleção do couro enquanto ele ainda não recebeu acabamentos. Temos todo o cuidado para transformar a pele naquilo que o cliente precisa”, conta Bruna, ressaltando que são mais de 30 revisores do começo ao fim do processo.

Associada ao Brazilian Footwear desde 2010, Bruna avalia a parceria como fundamental para a construção da marca internacionalmente. “Temos acesso a algumas ações que não teríamos sem a parceria, temos visibilidade, apoio, esclarecimentos e networking”, comenta, ressaltando participações em editais de marketing digital, feiras internacionais, showroons e na Vogue Brazilian Footwear.

 

Suzana Santos: relacionamento duradouro

Com uma produção de 15 mil pares diários das marcas Suzana Santos, Azilê e Renata Mello, dos quais remete 10% para o exterior, a Suzana Santos, fundada em 1995, em São João Batista/SC, preza pelo relacionamento próximo com compradores internacionais.

Segundo a diretora da empresa, Suzana Santos, esse relacionamento dá credibilidade para as negociações. “O relacionamento de longa data com clientes possibilita uma relação de confiança e constância nos pedidos, e auxilia na captação de novos clientes”, destaca, ressaltando que a empresa está sempre investindo em feiras nacionais, internacionais, viagens de prospecção e atendimento, buscando entender as necessidades do cliente para poder oferecer diferenciais para os mercados internacionais.

Atuando com os incentivos do Brazilian Footwear desde 2011, a empresa participa das feiras Micam, Expo Riva Schuh e FN Plataform, além de rodadas digitais promovidas pelo programa. “O apoio – do Brazilian Footwear – é muito importante tanto em termos de suporte quanto no subsídio para as ações”, avalia Suzana.

 

Carrano: qualidade, design e tecnologia como diferenciais

A Carrano, marca produzida pela Henrich, de Dois Irmãos/RS, aposta na qualidade, design diferenciado e tecnologia para conquistar o mercado internacional. Exportando mais de 55% dos pares produzidos para mais de 80 países, com destaque para Estados Unidos, Itália, Colômbia e Panamá, a empresa conta com uma dinâmica produtiva que preza pelo design dos produtos e estratégias comerciais assertivas. “Até 2023, a meta é exportar 60% do total produzido”, revela o gerente de exportações da empresa, Fernando Galhego. Para bater a meta, o apoio do Brazilian Footwear, programa ao qual a Carrano é associada desde 2007, será fundamental.

Segundo Galhego existe uma expectativa com relação aos resultados das feiras internacionais, o produto mais utilizado pela empresa no âmbito do programa. “Estamos com boas expectativas para os próximos anos, especialmente pelo retorno do mercado norte-americano e europeu. O volume de clientes novos e inativos voltando ao Brasil não se via há 15 anos. É um ânimo para o setor”, conta o gerente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/02/2022 0 Comentários 793 Visualizações
Business

Fimec acontece em grande momento para o setor calçadista

Por Ester Ellwanger 15/02/2022
Por Ester Ellwanger

Marcando o reencontro do setor calçadista e coureiro, a 45ª edição da Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes) acontece no melhor cenário do mercado calçadista. Entre os dias 8 e 10 de março, nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo/RS, das 13h às 20 horas, o público presente terá a oportunidade de vivenciar uma Fimec diferente.

Uma feira que reúne todos os setores da cadeia coureiro-calçadista em um só lugar, com momento extremamente favorável tanto para a importação quanto para o mercado interno. Cientes desse cenário, algumas marcas que já fazem parte do evento há várias edições entenderam que essa era a hora de ampliar seus espaços na feira.

A oportunidade do reencontro com grandes empresas e da apresentação das novidades do mercado de uma forma mais completa fizeram com que a Master Máquinas aumentasse sua participação no evento. “É a feira mais importante para a Master, pois é a mais representativa nos mercados em que atuamos, além de ser uma grande vitrine para exposição dos equipamentos e soluções com inovação”, salienta o diretor da empresa, André da Rocha, que ainda conta que a Master marca presença na feira com o objetivo de apresentar novas produtos para o mercado, por isso também a ampliação de espaço físico.

Com a expectativa positiva para a Fimec, a Tecnomaq aumentou o seu espaço com o intuito de apresentar lançamentos e ter a vitrine necessária para expor a marca e se relacionar com o público. A Gerente Comercial, Nelise Gasperin, destaca a importância da feira. “A Fimec é extraordinariamente importante para a Tecnomaq. Há tempos tínhamos essa necessidade de expandir, pois temos muitos modelos diferentes de máquinas e nosso espaço estava limitado’’, comenta.

Durante os três dias de feira, os profissionais aproveitam para estreitar relacionamentos, fazer novas conexões e conhecer as tecnologias e tendências do mercado. Marcio Jung, diretor-presidente da Fenac comenta sobre a importância de comparecer a Fimec para garantir grandes negócios principalmente neste cenário tão importante. “É a feira do momento! Ela proporcionará conhecimento e ferramentas importantes para os visitantes melhorarem sua produtividade e estarem prontos para atender essa demanda extraordinária que estamos tendo. Pensamos no público que trabalha com calçado e comparecerá à feira para se apropriar e para aproveitar o melhor momento do mercado calçadista”, destaca.

Além de toda a área de exposição, projetos de experiência, moda e produção calçadista em tempo real como o Estúdio Fimec e a Fábrica Conceito também estão confirmados. Para unir o relacionamento com conteúdo, o Fórum Fimec promoverá debates importantes para o cenário atual do calçado no Brasil.

Serviço

Evento: 45ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes)
Data: 08 a 10 de março 2022
Horário: 13h às 20h
Local: Fenac – Novo Hamburgo (Av. Nações Unidas, 3825 – Bairro Ideal, Novo Hamburgo)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

15/02/2022 0 Comentários 888 Visualizações
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