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Business

Programa Origem Sustentável tem novas empresas certificadas

Por Ester Ellwanger 20/04/2022
Por Ester Ellwanger

O programa Origem Sustentável, desenvolvido pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), segue engajando empresas da cadeia calçadista nacional. Em março, durante a Fimec, foram certificadas as indústrias de componentes Bertex e Tintas Killing, no nível Ouro; e a Perfil Injetados e Fibertex, no nível Prata. Elas se somam às já certificadas Box Print e Caimi & Liaison, ambas no nível Diamante.

A gestora de Marketing e Relacionamento da Assintecal, Aline Santos, ressalta que existem mais de 50 empresas de componentes e de calçados em processo de certificação. “Como a única certificação em sustentabilidade e ESG da cadeia em nível mundial, o Origem Sustentável vem chamando cada vez mais a atenção do mercado. Muitas empresas vêm nos procurando em busca da certificação, já que tem sido constante a cobrança, por parte de grandes importadores, desse tipo de certificado. Hoje, mais do que ser sustentável, é preciso comunicar isso para o mercado. As empresas estão cada vez mais atentas a isso”, comenta Aline.

Levando em consideração as dimensões ambiental, econômica, social e cultural traduzidos em 104 indicadores desenvolvidos em consonância com parâmetros internacionais de ESG, o Origem Sustentável conta com auditorias externas do SENAI, SGS, Intertek, Bureau Veritas e DNV. Ao todo, são quatro os níveis de evolução: Bronze (para empresas que cumpram o mínimo de 20% a 30% dos indicadores propostos), Prata (40%), Ouro (60%) e Diamante (80%).

Além das empresas de componentes já listadas, são certificadas pelo programa as calçadistas Vulcabras, Bibi, Beira Rio, Usaflex e Piccadilly.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

20/04/2022 0 Comentários 993 Visualizações
Variedades

Semae qualifica o monitoramento da qualidade do ar

Por Ester Ellwanger 20/04/2022
Por Ester Ellwanger

Em abril, a Estação de Tratamento de Esgoto da ETE Vicentina do Semae, de São Leopoldo, completou um mês do novo equipamento que calcula a qualidade do ar atmosférico, a partir de medições de parâmetros como dióxido de carbono, dióxido de nitrogênio, dióxido de enxofre e partículas menores do que 10 microgramas.

Segundo a gerente de Esgotamento Sanitário, Aline Barreto, em março deste ano, a autarquia passou a monitorar a qualidade do ar da região da ETE Vicentina com mais precisão através do novo equipamento. “Com a instalação de um equipamento medidor de diversos gases, a unidade de tratamento de esgotos é capaz de detectar em tempo real a liberação de possíveis odores provenientes do processo de tratamento e com isso tomar ações imediatas para que o odor seja mitigado diretamente na fonte de geração, sem causar transtornos à vizinhança”, explica.

 

Gráfico/calendário: Índice de Qualidade do Ar

Conforme mostrado no gráfico/calendário, de acordo com o Índice de Qualidade do Ar, adotado pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (USEPA), na área da ETE Vicentina, onde o equipamento de medição está instalado desde o dia 7 de março, o ar atmosférico encontra-se na condição considerada BOA, ou seja, a qualidade do ar é satisfatória e a poluição do ar apresenta pouco ou nenhum risco.

 

Tabela de referência da Usepa

Para o vice-prefeito e diretor-geral do Semae, Ary Moura, esse índice positivo mostra muito mais do que a eficiência no tratamento da Estação de Esgoto da autarquia. “Nos preocupamos com a saúde e o dia a dia dos moradores. São Leopoldo é a cidade que mais trata esgoto na bacia do Rio dos Sinos. Além de ter um tratamento de qualidade, queremos evitar os transtornos na vizinhança. Estamos aqui trabalhando para melhorar a qualidade de vida dos leopoldenses em todos os aspectos. Pensando sempre no meio ambiente e no bem-estar da população”, destaca.

 

Foto: Digue Cardoso/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/04/2022 0 Comentários 925 Visualizações
Business

Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio divulga dados de transações entre Brasil e Portugal

Por Ester Ellwanger 20/04/2022
Por Ester Ellwanger

De acordo com dados do Observatório de Negócios Internacionais da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil (FCPCB), o total de exportações do Brasil para Portugal em janeiro e fevereiro de 2022 foi de US$ 542,156 Milhões, o que significa um crescimento de cerca de 75% em relação ao mesmo período do ano passado. O Rio de Janeiro foi o estado que mais exportou para o país europeu, totalizando cerca de US$ 420 milhões nos dois primeiros meses do ano, um aumento de 87% em comparação ao primeiro bimestre de 2021.

Arlindo Varela, Conselheiro da Câmara Portuguesa do Rio de Janeiro, ressalta que a alta se deve à exportação do petróleo: “É o petróleo que prevalece na balança comercial. Nós exportamos pelos portos do Rio de Janeiro e pelo porto de Santos, mas é aqui na Bacia de Campos que ele mais predomina, pois tem o maior destaque em termos de produção. Para nós da Câmara, esse resultado é muito relevante pois valoriza ainda mais o Rio de Janeiro”.


Dados de importações

Em relação às importações, o Observatório de Negócios indica os estados que mais compraram de Portugal. O primeiro da lista é São Paulo com um total de US$ 42 milhões, seguido de Santa Catarina (US$ 34 milhões), Rio de Janeiro US$ 5 milhões), Rio Grande do Sul (US$ 5 milhões) e Pernambuco (US$ 4 milhões).

“A missão da Federação é apoiar as 18 Câmaras de Comércio Portuguesas no Brasil e, deste modo, servir às relações luso-brasileiras, praticando, sobretudo, uma ação de auxiliar as Câmaras na afirmação de seu papel na diplomacia econômica. Acredito que estamos cumprindo essa missão de abrir portas para firmar cada vez mais parcerias. O Observatório de Negócios é uma ferramenta muito importante para nós, para sinalizar aos empresários e investidores as oportunidades de negócios”, destaca Armando Abreu, Presidente da FCPCB.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

20/04/2022 0 Comentários 780 Visualizações
Business

Vendas do varejo gaúcho podem crescer com nova injeção de recursos na economia

Por Ester Ellwanger 19/04/2022
Por Ester Ellwanger

O saque extraordinário do FGTS, cuja retirada pelos trabalhadores começa nesta quarta-feira, 20 de abril, e o adiantamento do 13º salário para aposentados e pensionistas do INSS, com pagamento em duas parcelas no final de abril e final de maio, são duas medidas importantes que devem injetar recursos financeiros expressivos na economia do país e do Rio Grande do Sul. E, por consequência, trarão novo fôlego para o comércio tanto em nível nacional quanto estadual.

Para a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, uma nova perspectiva para os lojistas gaúchos se abre com mais esse dinheiro circulando no mercado.

“São medidas extremamente assertivas do Governo Federal, que trazem uma injeção expressiva de recursos na economia e geram expectativa de incremento das vendas varejistas gaúchas. Estimamos que o saque do FGTS de até R$ 1 mil, que deve beneficiar cerca de 3 milhões de trabalhadores no estado, possa injetar cerca de R$ 2 bilhões e 100 milhões na economia estadual. Já o adiantamento do 13o salário beneficia 2,2 milhões de aposentados e pensionistas aqui no RS e pode movimentar cerca de R$ 4 bilhões e 800 milhões no mercado”, destaca o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O dirigente lembra, ainda, que boa parte destes recursos, cerca de 45%, devem ser destinar ao consumo e o restante utilizado para quitar débitos e recuperar crédito, além de uma pequena parcela ser colocada em aplicações financeiras.

“Quando a população ganha mais poder de compra isso acaba se refletindo no aumento das vendas. Mesmo quem não comprar agora e resolver suas pendências financeiras vai ter o seu acesso ao crédito retomado rapidamente e vai ter possibilidade de consumir com maior frequência em curto espaço de tempo. Estamos muito próximos da chegada do inverno e esse reforço financeiro, somado a chegada dos dias mais frios pode ter um reflexo positivo, por exemplo, nas vendas do chamado setor mole (vestuário e calçados)”,– pontua Vitor Augusto Koch.

Com essa boa perspectiva, é importante que os lojistas estejam preparados e focados para vender, ofertando qualidade no atendimento e produtos com preços adequados ao orçamento das famílias gaúchas. Além disso, é bom estarem cientes de que boa parte dos consumidores deverá optar por fazer compras à vista ou utilizando o crediário próprio das lojas.

Os aposentados também devem planejar a melhor estratégia para utilizarem os recursos oriundos da antecipação do 13º salário, seja renegociando dívidas ou efetuando novas compras. A principal delas é observar sua capacidade de pagamento mensal, para não criar débitos que não podem ser quitados futuramente. E, também, lembrar que com esta antecipação, o pagamento no final do ano não será efetuado.

Essas orientações também valem para os trabalhadores que realizarem o saque do FGTS.

No Brasil, a projeção do Ministério da Economia é de que cerca de R$ 57 bilhões sejam injetados na economia nacional com a antecipação do 13o salário do INSS, beneficiando cerca de 32 milhões de aposentados e pensionistas. Já o saque extraordinário do FGTS está disponível para 42 milhões de trabalhadores e pode injetar até R$ 30 bilhões na economia do país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

19/04/2022 0 Comentários 714 Visualizações
Business

Retorno dos eventos físicos impulsionam exportações de calçados

Por Ester Ellwanger 19/04/2022
Por Ester Ellwanger

Depois de um período sem participações em eventos físicos, o setor calçadista inicia 2022 comemorando a retomada das feiras de calçados internacionais, que ficaram em stand by em função da pandemia de Covid-19. A presença brasileira em feiras físicas e missões comerciais é parte fundamental da estratégia de internacionalização do setor, que tem no Brazilian Footwear, programa desenvolvido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o desenvolvimento de ações e projetos com o objetivo de multiplicar o calçado “made in Brasil” mundo afora.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que as exportações do setor, que foram impulsionadas a partir do arrefecimento da pandemia de Covid-19 na segunda metade do ano passado, têm sido o motor do crescimento da atividade. Somente no primeiro trimestre, os calçadistas brasileiros somaram o embarque de 40,74 milhões de pares, que geraram US$ 320,65 milhões, altas de 27,3% em volume e de 65,8% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado.

“As exportações apresentaram uma dinâmica de recuperação bastante superior ao crescimento da demanda interna, sendo que ainda no ano passado recuperamos os embarques registrados na pré-pandemia, com mais de 123 milhões de pares embarcados”, comenta. Segundo ele, a expectativa é de confirmar o crescimento até o final do ano. “A expectativa é encerrar 2022 com 9% de incremento médio nos embarques em relação a 2021 (em volume)”, diz.

Além da maior demanda internacional, especialmente dos Estados Unidos, Ferreira atribui o otimismo nas exportações à retomada das feiras e missões comerciais físicas. Nas primeiras mostras do ano – Expo Riva Schuh (Itália), Playtime (EUA), Magic Las Vegas (EUA), Atlanta Shoe Market (EUA), Magic NY (EUA) e Micam (Itália) – foram gerados mais de US$ 38 milhões em negócios.

“As feiras internacionais têm um papel fundamental na retomada. As expectativas são as melhores possíveis”, conclui o executivo.

 

Brazilian Footwear

Braço internacional da Abicalçados, mantido com o apoio da ApexBrasil, o Brazilian Footwear tem papel fundamental para a internacionalização das marcas calçadistas brasileiras. Para o próximo biênio, o convênio irá investir mais de R$ 35 milhões em ações de promoção comercial e de imagem para calçadistas brasileiras no exterior.

Até o final do ano, o Brazilian Footwear prevê a participação em mais 10 feiras internacionais na Itália e nos Estados Unidos, além de missões comerciais na Colômbia.

Arezzo

Exportando cerca de 12% da sua produção diária de mais de 85 mil pares de calçados, a Arezzo&Co, de Campo Bom/RS, é um dos principais players calçadistas do Brasil. Destacando a importância do retorno aos eventos físicos internacionais para potencializar ainda mais as exportações, o gerente de exportações do grupo, Luis Germann, conta que os embarques cresceram 74% em 2021, em relação a 2020, e que seguem em crescimento nos primeiros meses do ano. “Em 2022, seguimos em crescimento, com destaque para o mercado norte-americano, onde temos um significativo volume de exportações da marca Schutz – uma das 18 marcas do grupo”, conta.

Segundo Germann, já em 2021, com o arrefecimento da Covid-19, a empresa esteve presente em feiras físicas nos Estados Unidos e na Itália. A retomada definitiva da participação com equipe própria em 2022, segundo o gerente, foi motivo de comemoração na empresa.

“As feiras físicas são muito relevantes e fazem parte da estratégia do grupo, especialmente para a prospecção de novos clientes internacionais. Em complemento aos eventos on-line, são eventos que permitem uma apresentação mais eficaz das nossas marcas, além de proporcionar um relacionamento mais próximo e pessoal com os compradores. Nós vamos para as feiras para encantar nossos clientes”, diz.

Na Micam, feira italiana realizada no início de março, a empresa somou R$ 4 milhões em negócios. Germann conta que, embora a empresa adote estratégias omnichannel para a expansão internacional, as feiras físicas são locais ideais para prospecção de compradores que ainda não possuem um relacionamento com o grupo. “Além disso, existe uma maior efetividade nos negócios quando os encontros são presenciais. Para a manutenção, utilizamos ferramentas digitais, onde evoluímos muito, mas para a prospecção as feiras físicas ainda são um grande diferencial para a estratégia de exportações”, frisa o gerente, ressaltando o apoio do programa Brazilian Footwear nessas ações.

Adrun

Com uma produção de quatro mil pares diários, sendo 40% deles exportados para mais de 50 países, a Adrun, de Birigui/ SP, aumentou o percentual dos calçados embarcados, ano a ano, desde que iniciou o processo de internacionalização, em 2015. A parceria com a Abicalçados, por meio do Brazilian Footwear, foi fundamental para o processo.

O gerente de exportações da empresa, Valdomiro Pinese Júnior, conta que os eventos físicos são fundamentais para a estratégia de exportação da Adrun. “A participação nas mostras facilita a manutenção e prospecção de clientes. Nós não teríamos como realizar todas as viagens necessárias para visitar todos os nossos compradores. Nos eventos, esses encontros se concentram”, diz. Para a prospecção, ou mesmo lançamento de novas coleções, Júnior conta que estar presente no evento físico auxilia a realização dos negócios.

“O nosso cliente gosta de sentir o produto, gosta de pegar, experimentar. Só o evento físico pode proporcionar isso”, acrescenta o gerente, ressaltando que a empresa está trabalhando para somar mais uma feira internacional ao portfólio de participações – que já conta com Expo Riva Schuh e Micam: a feira estadunidense Atlanta Shoe Market.

Sobre a mais recente participação internacional, na Micam, Júnior ressalta que a retomada ainda não ocorreu completamente, pois ainda persistem algumas restrições que acabaram impactando na visitação. “Para as próximas feiras, acreditamos em uma melhora na situação. Já estamos encaminhando o nosso retorno à Micam (setembro) e também para a Expo Riva Schuh (junho)”, adianta. Para 2022, com a normalização dos fluxos internacionais, a empresa espera aumentar a fatia exportada para 45% a 55%.

“Alguns entraves persistem, como encarecimento do frete e custos mais altos com matéria-prima, mas a empresa vem atuando para diminuir os efeitos. Neste ano, compramos uma máquina para fabricação de EVA visando a redução de custos. Acredito que, com uma maior estabilidade no mercado internacional, possamos seguir crescendo em 2022”, projeta o gerente.

Bottero

A calçadista Bottero, de Parobé/RS, é outro importante player do setor que tem como parte da estratégia de expansão internacional a participação em feiras. “Sempre fizemos a manutenção e prospecção dos nossos clientes internacionais nas feiras físicas. Tivemos um tempo sem mostras, em função da pandemia de Covid-19. Estávamos realizando esse trabalho de forma virtual, mas sem a mesma força. Desde o ano passado, por meio de representantes, estivemos nas feiras da Itália – Expo Riva Schuh e Micam. O movimento foi menor, não tínhamos presença de equipe própria, mas os negócios aconteceram”, conta a gerente de exportações da empresa, Paulina Klein.

A partir da retomada presencial, Paulina ressalta que houve um incremento nas negociações, em especial para países da Europa e para os Estados Unidos. “As exportações da Bottero, que absorvem uma fatia de 15% da nossa produção (de 15 mil pares diários), vêm sendo fundamentais para a recuperação dos negócios pós-pandemia, em especial no mercado internacional”, avalia.

Segundo Paulina, nas duas primeiras feiras do ano, Expo Riva Schuh e Micam, ambas na Itália, a empresa logrou bons resultados, embora com uma visitação ainda menor do que em anos pré-pandemia. “Estamos saindo de uma pandemia e agora temos a influência da guerra Ucrânia e Rússia, que acaba inibindo as visitações, principalmente de clientes do Leste Europeu. Mas acreditamos em uma recuperação dessas feiras ainda em 2022”, diz. Segundo ela, nas feiras italianas, além de abrirem clientes importantes, caso da Bielorrúsia, foram proporcionados encontros com compradores que não apareciam há dois anos.

 

 

“A feira física é fundamental, nos permite uma maior proximidade, estreita o relacionamento e fideliza os compradores”, destaca, ressaltando que o Brazilian Footwear é um apoio relevante para as participações. “O apoio não se dá somente no aspecto financeiro, que é importante, mas também com todo o suporte necessário”, conclui a gerente.

 

Anatomic Gel

Outra empresa otimista com a retomada nas exportações, embalada pelo aumento dos embarques, especialmente para a Europa, é a Anatomic Gel, de Franca/SP. Com uma produção de dois mil pares diários, sendo 25% embarcados para o mercado internacional, com a maior parte dos clientes na Europa, países da América Latina, Estados Unidos e Ásia, a Anatomic Gel tem presença importante no exterior.

O diretor da Anatomic Limited – empresa parceira que faz a exportação da Anatomic Gel –, João Conrado, destaca que os resultados das exportações em 2021 já haviam superado os níveis pré-pandemia, e que agora, a partir do incremento da demanda internacional e dos eventos físicos, a performance deve melhorar ainda mais. “Recuperamos os níveis da pré-pandemia ainda no segundo semestre do ano passado. O ano começa com perspectivas bastante positivas” diz, acrescentando que a empresa criou um depósito com alfândega seca no Reino Unido e um escritório de vendas na Irlanda para dirimir as barreiras causadas pelo Brexit (saída do Reino Unido, país sede do escritório da Anatomic Limited, da União Europeia).

“Também devem impactar os negócios os altos custos no frete e a demora das entregas provenientes da Ásia, que tem feito com que clientes dos Estados Unidos, Europa e América Latina busquem calçados em fornecedores alternativos aos asiáticos. Neste processo, nossa indústria deve ficar mais competitiva”, avalia.

A mais recente feira com participação da Anatomic Gel foi a Micam, na Itália. Apesar de uma movimentação menor, Conrado conta que negócios aconteceram, com a visitação de mais de 100 relevantes players de 27 países. “A Micam é muito importante para a estratégia da Anatomic Gel. A feira nos surpreendeu positivamente, pois apesar do tamanho reduzido em relação às edições anteriores, teve uma grande presença de compradores internacionais”, comenta. Segundo ele, o retorno aos eventos presenciais será fundamental para a recuperação das exportações brasileiras. “A engrenagem voltou a girar”, comemora.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/04/2022 0 Comentários 740 Visualizações
Business

Exportações com marcas de terceiros impulsionam a indústria calçadista

Por Ester Ellwanger 19/04/2022
Por Ester Ellwanger

Desde o segundo semestre de 2021, a indústria calçadista brasileira experimenta uma retomada que tem como principal fator o aumento das exportações. No ano passado, foram embarcados 123,6 milhões de pares, 32% mais do que em 2020 e 7,3% mais do que no ano que antecedeu a pandemia de Covid-19 (2019). Nos três primeiros meses de 2022, as vendas de calçados para o exterior seguiram o ritmo de elevação, somando mais de 40,74 milhões de pares embarcados ao exterior, 27,3% mais do que no mesmo período de 2021. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), além do arrefecimento de Covid-19, entre os fatores determinantes para a performance estão as exportações com marcas dos clientes internacionais, modelo chamado de private label.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a demanda por produtos para grandes marcas do varejo internacional, especialmente dos Estados Unidos, tem sido fundamental para a retomada das exportações de calçados brasileiros. “É a retomada de um momento importante e histórico da indústria brasileira. Até meados dos anos 2000, quando a China despontou como o mais importante fornecedor de calçados do mundo, o Brasil era um grande exportador de private label, especialmente para os Estados Unidos, o nosso histórico principal destino no exterior”, conta o executivo, ressaltando que naquela época a demanda norte-americana migrou para a Ásia. Após um hiato de quase duas décadas, a procura de compradores dos Estados Unidos por novos fornecedores de calçados, alternativos aos asiáticos, tem alterado a “regra do jogo”.

Segundo Ferreira, se soma à nova configuração no contexto internacional, a evolução da cadeia produtiva nacional, hoje muito mais preparada e competitiva do que em meados dos anos 2000. “Hoje temos uma cadeia completa, que tem desde componentes até o produto final, tudo isso com tecnologia, qualidade, sustentabilidade e design. Além disso, atributos como flexibilidade produtiva para vendas de lotes menores, bem como a preparação para o atendimento personalizado no mercado internacional nos colocam em outro patamar competitivo”, avalia o executivo, acrescentando que a China, embora ainda seja o principal fornecedor de calçados do planeta, vem perdendo força diante das necessidades de consumidores mais exigentes e conscientes, especialmente da América do Norte e Europa.

“O consumidor mundial, cada vez mais, tem dado atenção às origens do produto consumido, em especial aos quesitos de sustentabilidade ambiental, social e econômica. Neste contexto, o Brasil sobressai como o principal fornecedor de calçados do mundo”, comenta.

Neste cenário de incremento da demanda internacional por calçados verde-amarelos, a busca por produtos com marcas de clientes vêm gerando oportunidades para as fábricas brasileiras especializadas no atendimento do mercado de private label. Relatório gerado pela Inteligência de Mercado da Abicalçados aponta que, em 2019, 15,8% dos calçados embarcados para o exterior eram com marcas de clientes internacionais, número que passou para 18,2% no ano passado. “E é um percentual que deve crescer nos próximos anos”, projeta Ferreira.

 

Killana: exportações em alta

Uma das empresas brasileiras que tem se especializado nas exportações com marcas de clientes internacionais é a Killana, de Três Coroas/RS. Fundada em 1997 e atualmente contando com mais de 70 funcionários, a indústria produz de 650 a 700 pares de calçados femininos por dia, dos quais 60% são exportados para países como os Estados Unidos, Itália, Chile, Bolívia, Colômbia, Uruguai, Polônia, Rússia, Portugal e Romênia. Do total exportado, segundo o diretor comercial da empresa, Marcos Huff, 90% é no modelo de private label. “Um cliente italiano nos encomendou, recentemente, cinco coleções exclusivas”, conta, ressaltando que são demandas comuns e que a Killana tem know-how para o atendimento.

Segundo Huff, o mercado para exportações com marcas dos clientes vem crescendo e as perspectivas são as mais positivas. Huff elenca, ainda, algumas vantagens importantes no modelo de exportação, como a maior proximidade com o cliente final, diante dos apontamentos do varejo, a maior assertividade das coleções e o aprendizado proveniente do relacionamento. “Nós acabamos absorvendo o conhecimento do nosso consumidor final em diferentes mercados para melhoria de processos internos na empresa”, acrescenta.

Depois de registrar dificuldades em 2020, diante das dificuldades impostas pela pandemia de Covid-19, Huff conta que 2021 fechou com um crescimento de 28% nas exportações. “Ainda não recuperamos todas as perdas, o que deve ocorrer até o final deste ano, quando deveremos retomar os níveis de 2019”, projeta o diretor.

 

Calçados Status: know-how no mercado internacional

Exportando quase a totalidade produzida, a Calçados Status, de Igrejinha/RS, é outro exemplo de atuação no mercado internacional, especialmente por meio do modelo de private label. Fundada em 1977, a tradicional indústria do polo calçadista do Vale do Paranhana emprega diretamente mais de 200 colaboradores e produz uma média de 1,2 mil pares por dia, quase todos embarcados para 35 países, com destaque para Rússia, Chile e países do Leste Europeu.

A gerente de exportações da empresa, Juliana Behrend, destaca que a Status, desde seus primeiros passos, teve como foco a exportação. “Como a maioria das empresas do Sul do Brasil, as exportações iniciaram com private label com os clientes dos Estados Unidos. Com o passar dos anos, a participação norte-americana reduziu e houve a expansão das vendas a outros mercados não tão usuais, como do Leste Europeu e africano”, conta. Atualmente, segundo Juliana, 80% das exportações são com a marca do cliente. “Existem dois modelos de private label, um voltado para o desenvolvimento dos clientes – construção, modelo e materiais -, e o outro quando os compradores colocam suas marcas nos modelos da nossa coleção”, explica a gerente.

O modelo private label para exportações, embora estrategicamente eficaz, exige um cuidado especial por parte da empresa. Juliana conta que a Status mantém um departamento de exportações voltado para o atendimento aos clientes, o que ocorre tanto em feiras internacionais quanto por meio de visitas físicas ou contatos remotos, via telefone, redes sociais e e-mails.

“Temos condições de manter a comunicação em inglês, espanhol e italiano. Todo o follow up de atendimento, assim como pós-venda, faz parte do processo de atendimento aos clientes”, destaca. Outro ponto importante, segundo a gerente, são as eventuais adaptações solicitadas pelos clientes. “Cada mercado tem particularidades, como de calce, por exemplo, sendo que algumas vezes são necessárias conversões de números. Também são solicitados desenvolvimentos de saltos ou solas personalizadas”, conta Juliana, acrescentando que a empresa oferece uma grande gama de possibilidades de materiais e combinações.

Diante do cenário atual e já vislumbrando o contexto pós-pandêmico, Juliana conta que a empresa projeta a retomada e crescimento das vendas nos próximos dois anos. “A projeção de crescimento nas exportações é de 25% a 30% em 2022, na relação com 2021”, avalia a gerente, destacando que o Brasil vem se tornando um potencial fornecedor internacional de calçados diante do crescimento da demanda global.

 

PG4 Galleria: competitividade com marca do cliente

Fundada em 2007, a PG4 Galleria, de Franca/SP, é especializada em calçados masculinos de alto valor agregado e possui um modelo 100% private label, tanto para abastecimento doméstico quanto internacional. Com uma produção de mais de mil pares por dia, dos quais exporta entre 55% e 60% para cerca de 20 destinos internacionais, com destaque para Estados Unidos e países da América Latina, a empresa é uma “camaleoa”, conforme palavras do diretor Giuliano Gera.

Segundo ele, que acumula o know-how de mais de 30 anos no setor calçadista – antes de fundar a PG4 Galleria trabalhou com uma grande empresa exportadora do polo francano -, a produção e exportação private label é como um “lego”. “Nós customizamos a nossa produção de acordo com a demanda do cliente, seja ele doméstico ou internacional. É um trabalho bastante intenso, mas que traz ótimos resultados”, diz. Segundo ele, a empresa, que emprega mais de 140 funcionários, não possui representantes comerciais e atua no relacionamento direto com os compradores, por meio de visitas físicas e reuniões periódicas nos meios digitais.

Gera destaca que o modelo de vendas com marca do cliente traz vantagens competitivas para a empresa, especialmente no mercado internacional. “A briga de marcas, especialmente no mercado externo, é um duelo de titãs. O modelo private label facilita as vendas e dá mais robustez para a empresa. Além disso, nos proporciona uma proximidade maior com o nosso cliente, nos trazendo informações relevantes de diferentes mercados, informações que utilizamos para melhoria de todos os processos na empresa”, avalia o diretor.

Após um 2020 que registrou queda de 50% nos negócios da empresa, Gera espera uma recuperação gradual, que segundo ele deve se dar justamente pelas exportações. “Para 2022, a nossa estimativa é ultrapassar os resultados pré-pandemia em 5% a 10%”, projeta.

 

Sugar Shoes: expansão via private label

Com fábricas em Picada Café/RS, Capela de Santana/RS, Senador Pompeu/CE (duas), Solonópole/CE e Cratéus/CE, o grupo Sugar Shoes é um dos mais importantes players do Brasil, com licenças exclusivas para marcas como Coca-Cola, Aramis, Hurley, entre outras grandes marcas. Fundado em 1998, emprega mais de três mil pessoas de forma direta que produzem, diariamente, mais de 54 mil pares de calçados, dos quais embarcam cerca de 15% para mais de 15 países.

A gerente de Negócios Internacionais do grupo, Mariana Martins, conta que as exportações via private label respondem por mais de 70% dos negócios da companhia. “Hoje temos clientes, nessa modalidade, em países da América Latina e nos Estados Unidos, onde atuamos em parceria com marcas internacionais reconhecidas no mercado da moda”, conta. Segundo ela, a empresa realiza um acompanhamento contínuo dos parceiros, em especial diante dos diferentes calendários e necessidades.

“Para o trabalho, mantemos uma equipe interna de desenvolvimento e vendas dedicada ao mercado internacional”, informa a gerente, ressaltando que alguns clientes private label compram produtos da coleção sem adaptações e outros solicitam desenvolvimentos específicos de acordo com o mercado local e suas necessidades em termos de design e construções. “As exportações são de grande importância para a empresa e garantem um equilíbrio na sazonalidade que acaba acontecendo no mercado interno. O ano fabril das indústrias é formado por períodos em que o mercado doméstico está aquecido, sendo que em outros meses o mercado externo supre a demanda”, avalia Mariana.

Para 2022, Mariana conta que existe uma perspectiva de crescimento nas exportações da empresa, especialmente diante da maior demanda dos Estados Unidos e países latino-americanos, seguindo uma trajetória identificada em 2021, quando o grupo cresceu mais de 50% em receita bruta. Existe um ambiente fragilizado no cenário internacional, especialmente para as importações da Ásia o que, segundo ela, deve seguir auxiliando na prospecção de clientes internacionais. “Prevemos expansão de pelo menos 30% em 2022 nas exportações, podendo dizer que 20% será via private label”, projeta.

 

Qualificação

Desde o ano 2000, a Abicalçados conta com a parceria fundamental da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Naquele ano foi assinado pela primeira vez o convênio que deu origem ao Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados que promove o produto brasileiro no mundo por meio de ações comerciais e de imagem. Da primeira assinatura até 2021, o número de destinos internacionais passou de 99 para mais de 170, corroborando a importância do programa não somente para o incremento, mas para a qualificação das exportações verde-amarelas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/04/2022 0 Comentários 790 Visualizações
Business

Feira em Gramado vai apresentar tecnologias de ponta para calçadistas

Por Ester Ellwanger 19/04/2022
Por Ester Ellwanger

A próxima edição do SICC – Salão Internacional do Couro e do Calçado, que acontece de 23 a 25 de maio, em Gramado, vai trazer ao setor calçadista experiências consistentes e coesas em pontos de contato digitais e físicos. Dentro dos pavilhões do Serra Park, mais especificamente na Estação 3, o espaço conceitual da feira que vai oferecer múltiplas possibilidades de conexões para as marcas expositoras, lojistas e demais visitantes, também vai abrigar a ONNO Place, o market place inédito em feiras setoriais no país, e proporcionar uma imersão ao Metaverso, ambiente coletivo que soma as tecnologias contemporâneas como realidade virtual, realidade aumentada e internet.

Projeto ONNO Place

Numa parceria da Merkator Feiras e Eventos com a Linx|Seta Digital, expositores e lojistas terão uma experiência diferenciada em participar da integração do físico e do digital dentro de um evento profissional. O projeto ONNO Place é mais uma oportunidade para incrementar as negociações na feira através de uma loja online que vai reunir “gifts” dos expositores para incentivar as compras e aumentar o fluxo de movimento nos estandes.

“Conseguimos implementar com sucesso essa tecnologia em novembro do ano passado e este ano, a primeira experiência no SICC, está recebendo uma excelente aceitação do mercado com muitas marcas expositoras participando, pois viram que este projeto é didático e auxilia, principalmente ao lojista, a fim dele conhecer novas opções de comercialização”, afirma Frederico Plestch, diretor da Merkator.

Os expositores podem oferecer uma grande variedade de “gifts” para despertar o desejo do lojista em acessar várias vezes a sua marca. “Em cada acesso, o lojista terá condições de receber os presentes ofertados por cada expositor”, diz Pletsch. Estes “gifts” podem ser descontos nas compras, brindes, materiais de PDV, prazos estendidos e outros benefícios.

“O expositor que participa do projeto decide a maneira como deseja encantar seu cliente, incentivando um maior número de visitas ao seu estande ou mesmo a conversão em pedidos por seus clientes tradicionais. Enfim, quem aderir ao projeto terá sempre um apelo a mais para o lojista visitar o seu estande dentro da feira”, explica Pletsch.

A logística é muito simples: o expositor pode optar para o varejista retirar seu presente em seu estande ou no espaço ONNO Place dentro dos pavilhões, que também será um ponto para a entrega dos presentes. Este projeto traz para o mercado a experiência omnichannel feira especializada, que significa uma estratégia simultânea que interliga diferentes canais de comunicação, sendo hoje uma tendência do varejo.

Parceiros

O SICC conta com o apoio do Sindicato da Indústria de Calçados de Estância Velha, Sindicato da Indústria de Calçados de Ivoti, Sindicato da Indústria de Calçados de Igrejinha, Sindicato da Indústria de Calçados de Novo Hamburgo, Sindicato da Indústria de Calçados de Parobé, Sindicato da Indústria de Calçados de Sapiranga e Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas.

Foto: Dinarci Borges/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/04/2022 0 Comentários 933 Visualizações
Business

Confiança do industrial gaúcho permanece estável em abril

Por Ester Ellwanger 19/04/2022
Por Ester Ellwanger

O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (Icei-RS) se manteve estável nos 55,8 pontos, em abril, depois de recuar por dois meses consecutivos, em fevereiro e março, quando atingiu 55,9. Como o índice varia de zero a cem, o resultado da pesquisa divulgada nessa segunda-feira (18) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) revela que o setor continua confiante no RS, pois permanece acima da marca dos 50 pontos, que separa a presença da falta de confiança.

O Icei-RS é composto pelos Índices de Condições Atuais e de Expectativas. O de Condições Atuais caiu 0,7 ponto ante março, para 49,9, em abril. Praticamente nos 50 pontos, o valor revela que a indústria não percebe piora nem melhora nas condições dos negócios. O Índice de Condições Atuais da Economia Brasileira, porém, aponta para uma deterioração do cenário econômico nacional: caiu de 49,3 para 48 pontos. De fato, o percentual de empresários que percebe piora na economia brasileira aumentou para 31,9% em abril (era 24,8% em março). Supera os 25,9% que constatam melhora (21,3% em março). O Índice de Condições Atuais das Empresas também recuou entre março, de 51,2 pontos, e abril, para 50,9. Mas seguiu na faixa positiva, acima de 50.

 

Confiança

O que sustenta a confiança da indústria gaúcha em abril é a perspectiva para os próximos seis meses. O Índice de Expectativas cresceu 0,2 ponto, chegando a 58,8 no mês. Acima de 50, indica otimismo, puxado pelo avanço do Índice de Expectativas da Economia Brasileira para 54,5 pontos, 0,6 acima de março. Isso reflete o percentual duas vezes maior de empresários otimistas em relação ao de pessimistas: 35,2% e 16,7%, respectivamente (eram 32,2% e 16,3% em março). Já o otimismo com relação ao futuro da própria empresa não se alterou no início do segundo trimestre: o Índice de Expectativas das Empresas permaneceu nos 60,9 pontos.

A pesquisa foi realizada entre 1º e 11 de abril, com 220 empresas, sendo 60 pequenas, 71 médias e 89 grandes.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

19/04/2022 0 Comentários 742 Visualizações
Business

Exportadores de aves e suínos promovem ação no Canadá

Por Ester Ellwanger 18/04/2022
Por Ester Ellwanger

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), lidera uma ação setorial com agroindústrias de aves e de suínos durante a SIAL Canadá, feira de alimentos que acontecerá nesta semana, de 20 a 22 de abril, em Montreal.

Impulsionada pela recente abertura do mercado canadense para a carne suína do Brasil, a ação reunirá quatro empresas e cooperativas associadas da ABPA: BRF, Copacol, Pamplona e Seara.

Na edição canadense da Sial, o setor contará com encontros de negócios para importadores e potenciais clientes no espaço exclusivo da ABPA. A valorização da imagem setorial também estará em foco por meio das marcas setoriais Brazilian Chicken e Brazilian Pork, com a disponibilização de materiais promocionais ao público presente no evento.

A programação terá, ainda, um seminário com importadores e stakeholders do mercado canadense.

Promovido em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, o Consulado-Geral do Brasil em Montreal, a Associação Brasileiras das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) e a ApexBrasil, o evento terá apresentações do presidente da ABPA, Ricardo Santin, e de representantes do governo brasileiro e da representação local.

Em pauta estará a renovação da parceria bilateral para complementação da produção local de carne de aves e o reforço da posição brasileira como fornecedor de carne suína de alta qualidade.

“Brasil e Canadá mantêm há anos uma parceria de complementaridade da demanda local de carne de frango. Apenas neste primeiro trimestre, exportamos quase 3 mil toneladas para o mercado canadense. Além de renovar esses laços, queremos mostrar que o Brasil também é um parceiro confiável de proteína suína, o que é reforçado não apenas pela qualidade dos nossos produtos, como também pelo status sanitário”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

18/04/2022 0 Comentários 468 Visualizações
Business

Exportações de componentes para calçados aumentam 16% no trimestre

Por Ester Ellwanger 18/04/2022
Por Ester Ellwanger

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) apontam que, no primeiro trimestre, as exportações do setor aumentaram 16% em relação a igual período do ano passado. No total, foram mais de US$ 105,6 milhões gerados com embarques de produtos químicos para calçados (adesivos), químicos para couros, cabedais, laminados sintéticos, solados, palmilhas, entre outros materiais. O valor exportado é maior do que o registrado no mesmo período de 2020, em 31%, o que aponta para uma plena recuperação do período pré-pandemia.

O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, destaca que foram determinantes para a performance positiva as exportações para países da América Latina e Estados Unidos. “A América Latina e os Estados Unidos vêm buscando alternativas às importações asiáticas, especialmente em função dos altos custos logísticos. A indústria brasileira possui plena capacidade de atender à demanda com qualidade, sustentabilidade e tecnologia. Então é natural que os olhos se voltem para cá nesse momento”, avalia.

 

Destinos

No trimestre, o principal destino das exportações brasileiras de componentes foi a China, com US$ 23,3 milhões gerados, 18% mais do que no mesmo período de 2021. Em relação ao primeiro trimestre de 2020, as exportações para a China cresceram 52%.

O segundo destino do trimestre foi a Argentina, para onde foram exportados o equivalente a US$ 22,55 milhões, 58% mais do que no mesmo período do ano passado. Já no comparativo com o primeiro trimestre de 2020 o incremento é de 77%.

Com incrementos de 23% em relação ao mesmo período do ano passado e de 49% em relação ao intervalo correspondente de 2020, as exportações para Portugal somaram US$ 12,5 milhões no trimestre.

Completando o ranking dos destinos dos componentes brasileiros no exterior, a Colômbia importou o equivalente a US$ 2,15 milhões no trimestre, resultados superiores tanto ante igual período de 2021 (+40%) quanto no comparativo com os três meses de 2020 (+25%).

 

Estados

Respondendo por quase 50% do valor gerado com as exportações de componentes no primeiro trimestre, o Rio Grande do Sul foi o maior exportador do setor no período. No total, saíram das fábricas gaúchas rumo ao exterior o equivalente a US$ 52 milhões, 5% mais do que no mesmo período de 2021. No comparativo com 2020 o incremento é de 11%.

O segundo exportador de componentes do País foi São Paulo. No trimestre, as exportações paulistas geraram US$ 15,56 milhões, 37% mais do que no mesmo período de 2021. Na relação com os três primeiros meses de 2020, o incremento foi de 48%.

A Bahia foi a terceira origem das exportações de componentes. No primeiro trimestre, partiram das fábricas baianas o equivalente a US$ 8,75 milhões, 70% mais do que no mesmo período do ano passado. Em relação ao primeiro trimestre de 2020, o incremento foi de 90%.

Registrando incrementos de 56% em relação a 2021 e de 89% em relação a 2020, o Ceará foi o quarto exportador brasileiro. No primeiro trimestre, as fábricas cearenses embarcaram o equivalente a US$ 5 milhões, resultados superiores ante 2021 (+56%) e 2020 (+89%).

 

Produtos

No trimestre, os cabedais foram os principais produtos embarcados, somando US$ 25,74 milhões em exportações, 52% mais do que no mesmo período de 2021. Na segunda posição aparecem os químicos para calçados (adesivos), que geraram US$ 10,34 milhões, 43% mais do que no mesmo período do ano passado. Na terceira posição entre os produtos exportados aparecem os laminados sintéticos (US$ 9,35 milhões, incremento de 45% ante 2021) e na quarta os solados (US$ 6 milhões, incremento de 171% ante 2021).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

18/04/2022 0 Comentários 643 Visualizações
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