O momento segue positivo para as exportações de componentes para couro, calçados e artefatos. Dados elaborados pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) apontam que, entre janeiro e maio, as exportações do setor somaram US$ 175 milhões, 21% mais do que no mesmo período do ano passado. Segregando apenas o mês de maio, os embarques de componentes somaram US$ 37,38 milhões, 33% mais do que no mesmo ínterim de 2021.
O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, ressalta que segue o movimento de incremento dos embarques, especialmente para os países da América Latina, que sofrem com os altos custos dos fretes da China. “Dos oito principais destinos das exportações, cinco são da América Latina. Os países também registraram um incremento médio superior aos registros medianos (32% contra 21%)”, avalia.
Além disso, o gestor destaca o aumento dos embarques para os Emirados Árabes Unidos (EAU) e para a República Dominicana, resultados de ações realizadas no primeiro semestre. “As exportações para os EAU aumentaram 98% (para US$ 947,2 mil) e para a República Dominicana 43% (para US$ 468 mil). Ambas são resultantes de negociações que ocorreram durante o Inspiramais, em janeiro, e na APLF (feira ocorrida em Dubai), em abril”, conta.
Destinos
Mesmo com crescimento abaixo da média geral, a China segue sendo o principal destino dos produtos brasileiros, com foco em químicos para tratamento de couros. Entre janeiro e maio, as exportações para lá registraram US$ 39,88 milhões, 11% mais do que no mesmo intervalo do ano passado.
O segundo principal comprador do período foi a Argentina, que importou o equivalente a US$ 39,2 milhões em componentes brasileiros, 60% mais do que nos cinco primeiros meses de 2021.
O terceiro destino dos cinco meses foi Portugal, para onde foram enviados o equivalente a US$ 24,3 milhões, incremento de 49% ante o mesmo período do ano passado.
Estados
O principal estado exportador de componentes nos cinco primeiros meses de 2022 foi o Rio Grande do Sul. No período, partiram das fábricas gaúchas o equivalente a US$ 100,5 milhões, 17% mais do que no mesmo intervalo de 2021.
O segundo exportador do período foi São Paulo, que somou mais de US$ 17,88 milhões, 31% mais do que no ínterim correspondente do ano passado.
O terceiro maior exportador dos cinco meses foi a Bahia. De janeiro a maio, partiram das fábricas baianas o equivalente a US$ 16 milhões, 72% mais do que no mesmo intervalo de 2021.
Materiais
Nos cinco primeiros meses do ano, o principal material exportado pelo setor foi Químicos para couros, com crescimento de 9% (para US$ 80,85 milhões). Na sequência, apareceram os segmentos de Cabedais, com crescimento de 24% (para US$ 48 milhões); Químicos para calçados – adesivos, também com incremento de 24% (para US$ 18,3 milhões); Solados (US$ 12 milhões e crescimento de 66%); Laminados Sintéticos (para US$ 6,77 milhões e crescimento de 26%); e Palmilhas (US$ 355 mil e crescimento de 27%).
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria


O novo código foi construído por um grupo de trabalho que envolveu a gestão de compliance da ABPA e representantes das agroindústrias do setor produtivo. O documento pode ser acessado por meio do link:

“Mesmo com uma queda do rendimento em comparação ao ano anterior, a receita da segunda safra é importante para o produtor, mas não é o único aspecto que deve ser avaliado. Isso porque a rotação de culturas reduz a proliferação de pragas, doenças e ervas daninhas na propriedade, garantindo um solo saudável para a próxima safra. No âmbito econômico, tem ainda outras vantagens como a redução dos custos de produção dos grãos, uma vez que ocorre o aproveitamento residual dos fertilizantes e pode, também, haver redução de custo na produção de proteína com o uso do milho no trato animal”, avalia o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.

“Vamos atuar também no apoio à gestão e na potencialização do ambiente de negócios das agências. Esse movimento representa a busca por uma melhor compreensão do que fazemos, para quem fazemos e porque fazemos”, afirmou Hennemann.