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Business

CEO Forum Amcham volta ao modo presencial sob o tema do Despertar através do Poder da Conexão Humana

Por Ester Ellwanger 20/06/2022
Por Ester Ellwanger

O CEO Forum é uma tradicional marca da Amcham no que compete o encontro dos principais líderes empresariais do país. Neste ano de 2022, ano da retomada do evento no formato presencial, o tema escolhido foi o poder da conexão humana como um despertar para o que está por vir, mas também de se reconectar com coisas que sempre foram importantes. O CEO Forum em Porto Alegre é no dia 23 de junho, no Teatro Unisinos.

Após dois anos no formato online, o CEO Forum volta a contar com a presença de pessoas, ainda não no número de edições passadas, mas já com a presença de executivos e gestores, garantindo um networking qualificado e apostando na pauta escolhida para essa edição dentro de 4 pilares estratégicos: Liderança, Accountability, Cultura Organizacional e Gestão Por Exemplo.

Palestrantes

Os cinco palestrantes confirmados para esta edição já demonstram a força e a ideia da AMCHAM de fazer de seus encontros, algo grandioso e capaz de agregar conhecimento a quem participa.

Jeane Tsutsui, CEO do Grupo Fleury viu sua vida se transformar nos últimos anos. Formada em Medicina com pós-doutorado em cardiologia, virou executiva na área da saúde em 2021.

Também presente ao evento estará o Presidente do Citibank no Brasil – maior banco de Wall Street presente do país – Marcelo Marangon. Ele conta com muita bagagem no setor, com passagens pelo HSBC e pelo Itaú BBA.

Outro grande executivo confirmado é Daniel Randon, que hoje lidera as Empresas Randon, companhia que atua nos setores de implementos para transporte, autopeças e serviços além de presidir o Transforma RS, hub colaborativo que conecta empresas, universidades, governo e sociedade no Rio Grande do Sul.

Outro nome de expressão na lista dos palestrantes é o de Joaquim Campos, VP Latam da IBM. Ele trabalha diretamente na área de Cloud e Data Platform, ligado à tecnologia e tem passagens por outras áreas na IBM.

Para fechar a lista, Jerome Cadier, CEO da Latam Airlines Brasil. Desde 2013 no Grupo Latam, foi Vice-Presidente Sênior de Marketing do Grupo, sendo responsável pelas áreas de comunicação e branding, programa de fidelidade, experiência de viagem, business intelligence e digital.

 

A Amcham

Para a Amcham, grandes acontecimentos sempre trazem consigo grandes mudanças. Muitas que, com o tempo, se apagam e outras que permeiam durante décadas. A maneira como conhecíamos o mercado não existe mais. Em especial, nos últimos 2 anos, muita coisa mudou. Negócios morrem, renascem e se reinventam em períodos cada vez mais rápidos e isso impacta diretamente a forma como iremos construir o futuro das organizações.

O sucesso na pré-venda de ingressos é garantia de casa cheia. Marcelo Rodrigues, diretor da Amcham Porto Alegre e diretor nacional de inovação e novos negócios fala sobre o encontro.

“O movimento do empresariado está em sintonia com a demanda por conexões presenciais e transformadoras. O CEO Forum volta ao presencial trazendo a importância do despertar para as oportunidades e de conectar os pontos para construir as inovações do futuro. Quando reunimos grandes nomes abordando estes temas para uma plateia premium, também afirmamos o nosso compromisso com o associado e com o crescimento do RS.”

 

Serviço

19ª CEO Forum Amcham – O Poder da Conexão Humana – Despertar

Quando: 23 de junho, das 13h às 18h

Onde: Teatro Unisinos

Informações: pelo site https://www.amcham.com.br/calendario/event?eventid=16586

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/06/2022 0 Comentários 1,2K Visualizações
Business

Diversificação rende R$ 779 milhões para os produtores de tabaco no Sul do País 

Por Ester Ellwanger 17/06/2022
Por Ester Ellwanger

O Programa Milho, Feijão e Pastagens – conduzido pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) com apoio de entidades ligadas à agricultura e dos governos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná –, estimula a diversificação e melhor aproveitamento dos recursos da propriedade para os produtores rurais. A iniciativa que fortalece a safrinha com plantio de grãos e pastagem após a colheita do tabaco representou o incremento de R$ 779 milhões na renda dos produtores, segundo levantamento do sindicato.

As estimativas apontam uma redução de R$ 154 milhões na receita total em relação a 2021, quando o resultado foi de R$ 993 milhões de renda extra com a produção de grãos. O forte período de estiagem durante a safrinha impactou diretamente na produtividade, principalmente no Rio Grande do Sul, que passou por esse momento com maior intensidade, com a renda total caindo de R$ 368 milhões (em 2021) para R$ 344 milhões.

Em relação a área plantada, o milho teve uma redução de 112.366 hectares (2021) para 92.776 hectares neste ano, principalmente por atrasos na semeadura e deficiências na germinação do grão. Em contrapartida, a área cultivada de feijão cresceu 6% e de soja 16% na região gaúcha, totalizando em 417.802 toneladas de grãos na safrinha.

Conforme os dados apresentados pelo programa, os índices de produtividade apresentaram queda em todos os cultivos. Como consequência da diminuição da produtividade os volumes de produção também oscilaram para menos, com exceção para o cultivo de feijão no Paraná, que possui a maior área cultivada e sofreu menos influência da estiagem, apresentando um crescimento de 25% em relação ao ano anterior.

“Mesmo com uma queda do rendimento em comparação ao ano anterior, a receita da segunda safra é importante para o produtor, mas não é o único aspecto que deve ser avaliado. Isso porque a rotação de culturas reduz a proliferação de pragas, doenças e ervas daninhas na propriedade, garantindo um solo saudável para a próxima safra. No âmbito econômico, tem ainda outras vantagens como a redução dos custos de produção dos grãos, uma vez que ocorre o aproveitamento residual dos fertilizantes e pode, também, haver redução de custo na produção de proteína com o uso do milho no trato animal”, avalia o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

17/06/2022 0 Comentários 719 Visualizações
Ensino

Sicredi Pioneira escolhe Morro Reuter para encontro regional de cooperativas escolares

Por Ester Ellwanger 16/06/2022
Por Ester Ellwanger

A Sicredi Pioneira escolheu Morro Reuter para sediar o encontro de professores de seu programa de cooperativas escolares. A prefeita Carla Chamorro participou da abertura juntamente com a secretária municipal de Educação, Cultura e Desporto, Juliana Zimmer e a assessora de departamento da secretaria Ana Maria Gonçalves Ferreira.

Com o auxílio do professor orientador, os alunos criam as suas próprias cooperativas com fins educativos. Um Programa que amplia as oportunidades de aprendizado de crianças e adolescentes, vivenciando experiências de valores e princípios cooperativistas.

 

Cooperativas

Escola Professor Francisco Weiler

  • Nome: Coope Frans Weiler
  • Professora orientadora: Denise Pauli Muller
  • Encontros nas segundas-feiras pela manhã

Escola Rui Barbosa

  • Nome: Unisomos
  • Professora orientadora: Grasiela Elenice Stoffel
  • Encontros nas terças-feiras à tarde

Escola Tiradentes

  • Nome: Unireuter
  • Professora orientadora: Aline Kolling
  • Encontros nas quintas-feiras à tarde

Escola Professor Edvino Bervian

  • Nome: Unibervian
  • Professora orientadora: Fabiana Zimmer
  • Encontros nas sextas-feiras pela manhã

 

Foto: Daniela Moraes/ Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

16/06/2022 0 Comentários 839 Visualizações
Business

Sinapro RS agora é Sistema Nacional das Agências de Propaganda no RS

Por Ester Ellwanger 16/06/2022
Por Ester Ellwanger

Na tarde e noite desta terça-feira, 14 de junho, o Sinapro RS lançou oficialmente em evento que reuniu lideranças das agências de propaganda e dos veículos de comunicação do Rio Grande do Sul na sede da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em Porto Alegre, o seu novo posicionamento que ressignifica a sua forma de atuação. A partir de agora, o Sinapro RS é Sistema Nacional das Agências de Propaganda no RS, passando a atuar em conexão e ecossistema com a Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro) e com os outros estados do país.

O Sinapro RS é o primeiro dos 19 Sinapros ligados à Fenapro a assumir oficialmente a nova nomenclatura e mudança de atuação – que vem acontecendo gradualmente nas últimas gestões, tendo se consolidado nos últimos dois anos.

O novo modelo, seus objetivos e desdobramentos foram apresentados pelo presidente do Sinapro RS, Juliano Brenner Hennemann. “Somos sindicato? Também!”, afirmou, acrescentando que a entidade assume uma missão que vai além do seu core e da sua função sindical e legal.

 “Vamos atuar também no apoio à gestão e na potencialização do ambiente de negócios das agências. Esse movimento representa a busca por uma melhor compreensão do que fazemos, para quem fazemos e porque fazemos”, afirmou Hennemann.

 

Ele apresentou, ainda, as quatro campanhas que irão pautar a gestão da entidade em 2022, que teve sua largada com o evento “A importância de atualizar o sistema”, protagonizado pelo publicitário, presidente do Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário (CENP) e fundador da Lew’Lara\TBWA, Luiz Lara, seguido da campanha de lançamento do Sinapro RS como Sistema. As duas próximas ações estarão focadas em consultoria de editais para entes públicos e público-privados e em mostrar ao mercado gaúcho como investimento em marca é fundamental para qualquer negócio.

 

Palestra

O publicitário, presidente do CENP, fundador da Lew’Lara\TBWA e um dos grandes empresários da indústria da comunicação no Brasil, Luiz Lara, foi o grande protagonista do encontro. Convidado especial do Sinapro RS para esse momento importante de lançamento do novo posicionamento e ressignificação da entidade, ele falou sobre “A importância de atualizar o sistema”, trazendo sua experiência na atual gestão do CENP, onde vem desenvolvendo um trabalho que está imprimindo um novo olhar e um novo modelo na indústria nacional da comunicação e da publicidade.

No bate-papo, Lara reiterou a força e a grandeza do mercado publicitário diante do desafio de comunicar em um mundo multiplataforma e hiperconectado, destacando que um dos pilares que tornou a publicidade brasileira uma das três melhores do mundo é a autorregulação, primeiro com o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), criado em 1978, e 20 anos depois com o CENP. No entanto, ele lembrou que a indústria nacional atravessa atualmente enormes desafios e o CENP, como fórum que reúne os principais atores do mercado, também está se reinventando para acompanhar essas mudanças e manter-se relevante como entidade emuladora das melhores práticas.

“Independentemente do meio, temos plena ciência do poder da publicidade para os negócios, para a economia e para a sociedade”, afirmou, ilustrando com um recente levantamento do CENP-Meios, que mostra que a indústria publicitária movimentou R$ 19,7 bilhões em 2021, enquanto um estudo recente da Deloitte em parceria com o CENP comprovou que de cada R$ 1 investido em publicidade, são gerados R$ 8,54 na economia.

“Por isso somos uma indústria de ponta da economia criativa”, reforçou, evidenciando a paixão que carrega e sempre alimentou pela publicidade e pela indústria criativa ao longo dos 40 anos de trajetória profissional. Em relação ao trabalho que vem desenvolvendo no CENP, Lara destacou que o principal objetivo da nova gestão é atrair mais participantes do mercado publicitário dentro de uma visão ampliada para contemplar a transformação digital e os novos modelos de negócio do setor e dar voz a todo o ecossistema da publicidade. Outra pauta que está no radar é se aproximar mais dos mercados regionais, ouvindo e reconhecendo a força dos agentes e valorizando os ecossistemas publicitários locais.

“A região Sul, tradicionalmente, é um celeiro de talentos e uma potência econômica. Sua gente e sua força são fundamentais nesse movimento”, reforçou.

O presidente da Fenapro, Daniel Queiroz, também participou do bate-papo com agências e veículos e enfatizou a importância da conexão entre Sinapros e a Federação, reforçando que o ambiente de cada Sinapro deve ser visto como um hub de solução e de conexões. “Façam uso dessa grande força que vocês têm no Rio Grande do Sul, para o fortalecimento das agências e do mercado da comunicação gaúcho e nacional”, convocou.

 

Foto: João Alves/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

16/06/2022 0 Comentários 673 Visualizações
Business

Assintecal revela materiais mais utilizados nos calçados brasileiros

Por Ester Ellwanger 16/06/2022
Por Ester Ellwanger

Com o objetivo de gerar informações qualificadas para basear estratégias das empresas da cadeia calçadista, a Associação das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) lançou, em 15 de junho, a 8ª edição do Mapeamento – Quantificação dos Materiais no Calçado. A publicação, desenvolvida pela entidade com a parceria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), aponta os principais componentes utilizados na fabricação de calçados brasileiros. O evento, on-line, contou com a condução do doutor em Economia e consultor setorial, Marcos Lélis, que abordou ainda o cenário nacional e internacional para a cadeia produtiva do calçado.

Com uma amostragem de mais de 200 milhões de pares, que representam mais de 54% da produção nacional de calçados – tirando chinelos -, o Mapeamento lançado pela Assintecal tem margem de erro de menos de 1%. Entre os dados apresentados, estão que os cabedais de laminados de poliuretano respondem por mais de 40% do total produzido. Em seguida aparecem os desenvolvidos com laminados de PVC (25%), materiais têxteis (20,9%) e Couro (12,8%). Já no forro do calçado, o componente mais utilizado pelos fabricantes é o Laminado de poliuretano (60,65%), enquanto nos solados é o PVC (33,3%) e nos enfeites os metais (36,38%). Os adesivos utilizados são majoritariamente à base de água (54,68%).

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, destacou que na publicação são detalhados mais produtos, com ranqueamento por segmento, região, entre outros dados relevantes.

“A publicação é bastante completa e é um registro fundamental para a tomada de decisão nas empresas da cadeia produtiva do calçado, pois também indica tendências importantes”, comentou Silvana, ressaltando que o material foi desenvolvido pela Inteligência de Mercado da Assintecal em conjunto com a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

 

Macroeconomia

Na sequência, Lélis comentou que o forte aumento dos juros praticados pelos Estados Unidos, mecanismo utilizado para o controle da inflação local (cerca de 8% em 12 meses), tem impacto no câmbio de países emergentes, caso do Brasil. O fato tem impacto direto na inflação e na corrosão do poder de compra das famílias brasileiras, que também foi afetado pela queda no rendimento médio do consumidor, o menor desde 2014. A inflação brasileira, atualmente em 12% (nos 12 meses), segundo Lélis, é ainda maior nos setores de alimentação (13,5%), habitação (13,4%) e transporte (19,7%), deixando muito pouco para se gastar em bens não essenciais. “Aí trava toda a economia”, disse.

 

Infraestrutura

Lélis também ressaltou que soma-se aos problemas brasileiros a falta de investimentos públicos em infraestrutura, em queda desde 2015. “O Brasil não aguenta dois anos seguidos de crescimento de 3%, porque esbarra na infraestrutura. Hoje os investimentos públicos realizados não são suficientes nem mesmo para manutenção da infraestrutura”, comentou, ressaltando que o investimento público está em cerca de 2% do PIB, registro que já foi de 5% na década de 1990.

No final do evento, Lélis destacou que o setor calçadista vem crescendo desde o segundo semestre do ano passado – com breve hiato nos dois primeiros meses de 2022 em função da variante da Covid-19 -, mas que o incremento deve se “acomodar” nos próximos meses.

Para o ano, o crescimento deve ficar situado entre 1,8% e 2,7% na produção e entre 8,4% e 10,2% na exportação, apontando para a baixa dinâmica no consumo doméstico, que hoje responde por mais de 85% das vendas da indústria calçadista.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

16/06/2022 0 Comentários 625 Visualizações
Business

Exportações de carne suína alcançam 89,3 mil toneladas em maio

Por Ester Ellwanger 16/06/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 89,3 mil toneladas em maio, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número, segundo levantamento, é 12,4% menor que o registrado no quinto mês de 2021, quando foram embarcadas 102 toneladas.

“No entanto, a média dos últimos três meses (março, abril e maio) já se equipara àquela registrada no primeiro trimestre de 2020 e está mais próxima da anual do ano passado, apresentando uma tendência de recuperação no segundo semestre”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Em receita, as exportações de maio somaram US$ 204,3 milhões, valor 19,3% menor que o registrado no mesmo mês de 2021, com US$ 253,2 milhões.

No ano (janeiro a maio), as exportações de carne suína alcançaram 416,6 mil toneladas, número 8,2% inferior ao registrado nos cinco primeiros meses de 2021, com 453,9 mil toneladas.

Em receita, as exportações do setor geraram US$ 896,3 milhões, saldo 17% inferior ao registrado nos cinco primeiros meses de 2021, com US$ 1,079 bilhão de toneladas.

“Filipinas, Japão e Cingapura têm comprado volumes recordes do Brasil e a tendência é que continuem nesta toada. Espera-se também aumento das vendas para os EUA com a aprovação de novas plantas recentemente. O mercado, que esteve bastante complicado de maneira geral no primeiro semestre, dá sinais de melhora para o segundo semestre”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua.

 

Principais mercados

Entre os principais destinos das exportações de carne de suína em maio, destaque para China, com 27,3 mil toneladas (-49,6%),  Filipinas, com 9 mil toneladas (+334%), Cingapura, com, 7,3 mil toneladas (+122,1%), Argentina, com 3,9 mil toneladas (+63,3%), e Angola, com 3,6 mil toneladas (+40,8%).

 

“As vendas para a China vêm se estabelecendo em patamares esperados para o novo contexto do mercado, inclusive os preços vem se recuperando, o que é um bom presságio. Ao mesmo tempo, outros mercados da Ásia, África e América Latina estão ganhando representatividade nas exportações, tendência que também poderá ser observada em breve na América do Norte, com as novas habilitações de plantas para o mercado canadense”, completa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

16/06/2022 0 Comentários 561 Visualizações
Business

ABPA comemora habilitação das primeiras plantas de carne suína para o Canadá

Por Ester Ellwanger 16/06/2022
Por Ester Ellwanger

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) comemorou a habilitação das três primeiras plantas frigoríficas para o mercado do Canadá, conforme informação repassada ontem à entidade pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

As habilitações de unidades localizadas em Santa Catarina correspondem a duas plantas da Seara Alimentos, de Itapiranga e de São Miguel do Oeste, e uma da Cooperativa Central Aurora, de Chapecó.

“A habilitação destas primeiras plantas vem em um momento importante para o setor produtivo diante das dificuldades enfrentadas com as altas dos custos de produção e a necessidade de incrementar as vendas internacionais de carne suína. É resultado do trabalho de excelência desempenhado pelo Ministério da Agricultura. Há expectativa de que, em breve, novas plantas sejam habilitadas”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Embora seja o terceiro maior exportador global de carne suína (em 2021, o país exportou 1,5 milhão de toneladas), o Canadá também é um importante comprador no mercado internacional. Em média, o país importa 250 mil toneladas anualmente.

“Com as novas habilitações, deveremos embarcar em breve produtos de alto valor agregado para um mercado que demanda produtos premium, especialmente barriga e costela de porco. Vamos focar em suprir lacunas não atendidas, em complementaridade à produção local”, completa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

16/06/2022 0 Comentários 481 Visualizações
Business

Exportações de calçados seguem em elevação

Por Ester Ellwanger 15/06/2022
Por Ester Ellwanger

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, entre janeiro e maio, as exportações de calçados somaram 64,24 milhões de pares, que geraram US$ 538,72 milhões, elevações de 30,3% em volume e de 66,5% em receita na relação com igual período do ano passado. Segregando apenas o mês de maio, os embarques somaram 10,5 milhões de pares, que geraram US$ 104 milhões, incrementos de 19,8% e de 59,5%, respectivamente, ante o mês cinco de 2021.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o incremento das exportações para os Estados Unidos seguem sendo determinantes para a performance positiva. Entre janeiro e maio, os calçadistas brasileiros embarcaram, para lá, 10 milhões de pares, que geraram US$ 146,3 milhões, altas tanto em volume (+87,2%) quanto em receita (+108,6%) em relação ao mesmo período do ano passado. “As exportações e calçados para os Estados Unidos, em volume, já estão quase 80% superiores às realizadas no mesmo período de 2019, na pré-pandemia”, conta.

Segundo o executivo, também influenciam positivamente as exportações para a América do Sul, que estão 30% acima dos níveis pré-pandêmicos. “Existem fatores macroeconômicos e até políticos que vêm influenciando nos resultados. No fator político, destaque para a guerra comercial entre Estados Unidos e China, que acabou por sobretaxar calçados chineses importados por compradores estadunidenses. No macroeconômico, destaque para o encarecimento dos fretes da Ásia, que tem feito com que compradores busquem fornecedores geograficamente mais próximos. Neste caso, como somos a maior indústria fora da Ásia, aparecemos como um player relevante”, avalia Ferreira.

O segundo destino do calçado brasileiro nos cinco primeiros meses do ano foi a Argentina, para onde foram embarcados 6,82 milhões de pares, que geraram US$ 74,62 milhões, incrementos de 64% e 93,7%, respectivamente, ante igual intervalo de 2021.

No terceiro posto aparece a França, que no período importou 4 milhões de pares por US$ 29,4 milhões, altas de 31% em volume e de 25,2% em receita em relação aos mesmos cinco meses do ano passado.

Estados

O Rio Grande do Sul segue sendo o maior exportador de calçados no Brasil. Respondendo por mais de 45% do valor gerado pelos embarques, entre janeiro e maio as fábricas gaúchas embarcaram 18,17 milhões de pares, que geraram US$ 246 milhões, incrementos de 53,7% e de 80%, respectivamente, ante o mesmo intervalo de 2021.

O segundo maior exportador de 2022 é o Ceará, de onde partiram 19,67 milhões de pares por US$ 120,9 milhões, altas de 25,3% e 47,4%, respectivamente.

Na sequência apareceram São Paulo (4,13 milhões de pares e US$ 53,48 milhões, altas de 19,6% e 48,7%, respectivamente) e Paraíba (10,3 milhões de pares e US$ 34,67 milhões, queda de 1% em volume e incremento de 43% em receita).

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

15/06/2022 0 Comentários 615 Visualizações
Business

SindiTabaco divulga calendário de eventos do 12º Ciclo de Conscientização 

Por Ester Ellwanger 15/06/2022
Por Ester Ellwanger

Depois de precisar ser cancelado em 2020 devido à pandemia e ter tido uma edição especial, em formato virtual em 2021, o Ciclo de Conscientização volta a ser presencial em 2022. Em sua 12ª edição, seis seminários vão mobilizar produtores de tabaco de diferentes regiões do Sul do Brasil.

Promovido pelo SindiTabaco e empresas associadas, com apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), os eventos têm a proposta de complementar as orientações sobre saúde e segurança e proteção da criança e do adolescente, temas trabalhados permanentemente nas relações do Sistema Integrado de Produção de Tabaco.

A série de encontros inicia no dia 23 de junho, no município de Cerro Branco (RS), quando reunirá produtores de tabaco, agentes de saúde, diretores de escolas, conselheiros tutelares, autoridades e imprensa a partir das 13 horas, no Pavilhão da Congregação Evangélica Luterana Betel Internacional (Av. Valter Edgar Scheidt, 255 – Centro). Em julho, os eventos acontecem em Prudentópolis (PR), em 12 de julho; Mallet (PR), dia 13; Major Vieira (SC), em 14 de julho; Vitor Meireles (SC), dia 27; encerrando em Canguçu (RS), no dia 04 de agosto.

A programação integra vídeos informativos sobre questões como a correta aplicação, manuseio e armazenagem de agrotóxicos e a importância da utilização da vestimenta de colheita, bem como sobre os direitos das crianças e dos adolescentes, encerrando com uma peça teatral sobre os temas.

Em 11 edições presenciais, realizadas desde 2009, os eventos do Ciclo de Conscientização já tiveram a participação de quase 30 mil pessoas de 66 municípios. A edição de 2021, em formato virtual, foi transmitida pelo canal do SindiTabaco no Youtube e contabiliza mais de 11 mil visualizações.

 Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

15/06/2022 0 Comentários 656 Visualizações
Business

Consultorias tecnológica e de gestão do Sebrae RS qualificam MPEs em Flores da Cunha 

Por Ester Ellwanger 15/06/2022
Por Ester Ellwanger

O sonho do proprietário rural e agricultor Mateus Dettoni, 38 anos, de Flores da Cunha, está cada vez mais próximo de virar realidade. Faz tempo que ele pensa em  mudar os rumos do seu negócio, transformando a propriedade em um camping ou pousada para receber turistas. E por meio das capacitações oferecidas pelo Programa Cidade Empreendedora, realizado pelo Sebrae RS em parceria com a Prefeitura Municipal, o que antes parecia impossível começa a ganhar forma.

Desde janeiro a organização oferece às MPEs locais consultorias tecnológicas e de gestão empresarial com o objetivo de  qualificar o ambiente de negócios das micro e pequenas empresas. “Todos aqui se importam mesmo em concretizar uma ideia. Está sendo incrível. Seguindo as orientações dos consultores e fazendo a minha parte, dando continuidade ao trabalho, meu sonho vai, sim, se tornar real”, projeta Dettoni.

 

“Temos como objetivo, através dessas consultorias, conectar ainda mais a administração pública à comunidade, por intermédio da Sala do Empreendedor, que atua como principal elo entre o setor público e o privado”, explica Deivid Luan da Silva, agente municipal de Desenvolvimento e Gestor de Inovação.

De acordo com ele, as consultorias são essenciais, pois representam  oportunidades de crescimento para esses empreendedores, contemplando temas como fluxo de caixa, qualificação de processos, controle de estoque, entre outras.

A analista de relacionamento com o cliente do Sebrae RS, Gabriela Mathias Garin, diz que as consultorias mais procuradas são as de gestão financeira e as de marketing.  Neste momento, 10 empresas estão recebendo consultorias, com atendimento individualizado.

“O município analisa o histórico do empreendedor e apoia parte das horas destes atendimentos, ou seja, o empreendedor consegue acessar as consultorias de forma facilitada, com menor investimento e direcionada às suas necessidades”, informa Gabriela.  Desde o início das capacitações, foram geradas 11 consultorias.

O processo começa quando o empreendedor procura a Sala do Empreendedor em busca de apoio. A partir daí é agendado um horário para diagnóstico da situação da empresa. “Após identificar as suas necessidades, encaminhamos o empresário para consultoria técnica ou consultoria em gestão, que são realizadas por consultores do Sebrae RS, capacitados a desenvolver e orientar os empreendedores na execução de um plano de ação empresarial”, esclarece Gabriela.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

15/06/2022 0 Comentários 587 Visualizações
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