Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Saint Patrick’s Oficial de Porto Alegre ocorre no próximo sábado...
Empresa de tecnologia de Campo Bom projeta crescer 300% nos...
Evento reunirá contadores em Porto Alegre para debater tendências do...
Parte do aniversário da capital, Caminho de Porto Alegre terá...
Sistema Ocergs mira em hub de negócios para ampliar a...
Feevale Portas Abertas reúne comunidade com programação de cultura, serviços...
Cenp-Meios: Região Sul concentrou R$ 1,1 bilhão de investimento em...
União Corinthians vence o Vasco em Santa Cruz do Sul...
Do Brasil para o mundo: o agro brasileiro que exporta...
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

empresas

Saúde

Hospital de Estância Velha recebe doações de empresas e comunidade

Por Jonathan da Silva 28/06/2024
Por Jonathan da Silva

O Hospital Municipal Getúlio Vargas, de Estância Velha, recebeu doações de cobertores, edredons, mantas térmicas e alimentos durante o mês de junho. Os donativos foram enviados por empresas e pela população em geral. A casa de saúde é a principal referência dos serviços de urgência e emergência na cidade do Vale dos Sinos.

De acordo com a diretora do HMGV, Denise dos Reis, ações como essas são sempre bem-vindas. “Agradecemos muito a todos que de alguma forma conseguem auxiliar o nosso trabalho”, destaca Denise.

Os doadores

Os estancienses Adriane Segalin Rigoti e Genair Carmen Segalin doaram cobertores, roupas de cama e toalhas. Willian Bringmann doou 60 mantas térmicas. A empresa Fisiohaus realizou uma doação de alimentos. “Ações como essa sempre nos fortalecem para que possamos manter nosso trabalho de qualificação de espaços e serviços do hospital”, completa Denise.

Foto: HMGV/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/06/2024 0 Comentários 304 Visualizações
Business

Governo gaúcho propõe novas medidas para beneficiar empresas afetadas pelas enchentes

Por Jonathan da Silva 27/06/2024
Por Jonathan da Silva

Oito novas medidas em auxílio às empresas afetadas pelas enchentes foram anunciadas pelo Governo do Estado nesta segunda-feira (24). As iniciativas, que fazem parte do Plano Rio Grande, foram apresentadas pelo governador Eduardo Leite (PSDB) na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS). Das medidas, seis ainda dependem de aprovação na Assembleia ou no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Em função disso, ainda podem sofrer modificações.

A maior catástrofe climática da história do Rio Grande do Sul atingiu 95% dos municípios do estado e tem potencial de se tornar também o maior da história recente do Brasil em termos de impactos econômicos. A arrecadação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) projetada antes das inundações era de R$ 6,74 bilhões para o período entre 1º de maio e 18 de junho. Na prática, no entanto, foram arrecadados R$ 5,16 bilhões, o que representa uma queda de R$ 1,58 bilhão, equivalente a 23,4%.

Detalhamento das medidas

Alterações no ITCD

O governo estadual propõe uma nova isenção de Imposto sobre a Transmissão “Causa Mortis” e Doação (ITCD) exclusiva para atingidos pelas enchentes. O objetivo é não haver cobrança de imposto sobre doações destinadas a ações de resposta, recuperação e reconstrução nas áreas afetadas em abril e maio de 2024.

O valor total das doações não poderá ultrapassar R$ 100 mil para pessoas físicas. Já para pessoas jurídicas, de qualquer porte, não será prevista limitação, mas as empresas precisarão comprovar que foram afetadas pela catástrofe. A ideia do governo é de que a isenção apenas seja aceita em áreas atingidas e dentro do período de calamidade, considerado até dezembro de 2024. A medida vale para as chamadas “vaquinhas” ou para sucessivas doações para o mesmo destinatário, mas não abrange artigos supérfluos, ações, imóveis, joias e direitos hereditários. A iniciativa está sendo construída com a Assembleia Legislativa. Deste modo, precisará de aprovação dos deputados para que entre em vigor.

Ampliação do incentivo do Fundopem/RS para novos projetos

O Fundo Operação Empresa do Estado do Rio Grande do Sul (Fundopem/RS) é um instrumento de parceria com a iniciativa privada que tem o objetivo de promover o desenvolvimento socioeconômico. O programa não libera recursos financeiros para os empreendimentos, que são apoiados por meio do financiamento parcial do ICMS incremental mensal devido gerado a partir de sua operação.

O ICMS incremental é o valor do imposto devido nas vendas dos produtos fabricados que seja acima da média que a empresa tinha antes do projeto.

Uma das novas propostas do governo é reduzir para zero o valor da base utilizada para fins de cálculo do ICMS incremental de estabelecimentos atingidos. A mudança abrange estabelecimentos afetados que forem dar andamento a novos projetos, como novas aquisições e investimentos. Dessa forma, todo o imposto devido passaria a ser considerado incremental, portanto, sempre haveria aumento na comparação entre antigos e novos projetos.

Para que sejam beneficiadas, as empresas deverão comprovar que foram prejudicadas pelas chuvas de abril e maio. Contribuintes de todos os portes podem ser apoiados pelo Fundopem/RS, desde que cumpram os requisitos do programa. Para que o novo regramento seja colocado em prática, é necessária a aprovação de convênio no Confaz.

Ampliação do incentivo do Fundopem/RS para projetos em andamento

Da mesma forma que a anterior, a medida prevê a diminuição do valor da base utilizada para fins de cálculo do ICMS incremental dos estabelecimentos atingidos, mas em relação a projetos já em andamento. A redução seria feita até o patamar necessário para que o imposto seja considerado incremental. A mudança possibilita a continuidade no programa para os contribuintes afetados, já que em muitos casos as empresas poderiam ter faturamento mais baixo nas próximas apurações, o que inviabilizaria sua permanência no Fundopem/RS.

O impacto da medida é de R$ 120 milhões, considerando os projetos em andamento no programa. Pela proposta, as empresas deverão comprovar que foram afetadas pelos eventos meteorológicos de abril e maio. Assim como na medida anterior, é necessária a aprovação de convênio no Confaz para que o novo regramento seja colocado em prática.

Redução do prazo de apropriação dos créditos do ativo permanente

A ação está relacionada à compra de mercadorias destinadas ao ativo permanente, composto por bens duráveis e necessários às operações das empresas, como máquinas, equipamentos e veículos. Atualmente, o crédito de ICMS referente a essas transações é apropriado à razão de 1/48 por mês. Dessa forma, os contribuintes demoram quatro anos para recuperar o crédito fiscal a que têm direito.

Com a proposta do Piratini, a apropriação passa a ser à razão de 1/12 por mês, em até doze meses, por estabelecimentos que comprovarem terem sido atingidos pela catástrofe climática. A medida também vale para novos investimentos anteriores a maio que não tenham sido perdidos ou deteriorados e que possuam mais de 12 parcelas pendentes. Com isso, o governo prevê a antecipação do crédito fiscal, permitindo a recuperação do fluxo financeiro das empresas.

A mudança não traz impacto direto aos cofres públicos, já que prevê apenas alterações no fluxo de caixa. Ainda assim, também é necessário passar pelo Confaz para que seja colocada em prática.

Crédito presumido para aquisição de máquinas e de equipamentos

Com impacto de R$ 100 milhões, a proposta do Piratini é de concessão de crédito presumido de ICMS em montante igual a até 20% do valor das aquisições de máquinas e de equipamentos. A medida abrange compras feitas entre maio e dezembro de 2024 para a recomposição do ativo permanente por estabelecimentos localizados em municípios em situação de calamidade pública ou de emergência. O objetivo é reduzir os gastos dos contribuintes para a recuperação dos bens necessários à retomada de suas atividades. Para que passe a valer, a mudança também precisa de autorização do Confaz.

Isenção na aquisição de veículos por locadoras

A medida prevê a isenção de ICMS nas compras feitas por locadoras de veículos para a recomposição dos que foram inutilizados em função das enchentes. Nesse caso, o benefício será limitado ao número de veículos que foram baixados definitivamente no Detran-RS. O governo projeta impacto de R$ 6 milhões aos cofres públicos. Para que a concessão do benefício possa entrar em vigor, também faz-se necessária aprovação de convênio no Confaz.

Flexibilização do programa de parcelamento

O governo planeja a flexibilização de requisitos obrigatórios previstos na legislação tributária para que as empresas possam aderir ao parcelamento em 60 vezes de débitos de ICMS, estejam eles inscritos em dívida ativa ou não.  A medida já deve estar disponível em breve, inclusive para contribuintes que não conseguirem honrar os pagamentos do imposto com vencimento do fato gerador até 28 de junho. Uma instrução normativa deve ser publicada nos próximos dias.

A flexibilização prevê ainda a dispensa de garantias e da entrada mínima de 6%. Para que as empresas possam ser beneficiadas, deverão fazer a adesão até 13 de dezembro de 2024. A implementação dos benefícios depende de publicação de normativas pelo estado.

Transação tributária

A Receita Estadual e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) estão promovendo estudos sobre uma possível implantação da transação tributária, já prevista no Convênio 2010/23 do Confaz. O instrumento extingue o litígio tributário mediante concessões do fisco e dos contribuintes. Para que a medida seja colocada em prática, é preciso que haja a edição de decretos estaduais. Estudos buscam definir como seriam a regulamentação e a operacionalização.

Foto: Paul Loh/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2024 0 Comentários 620 Visualizações
Business

Empresas de São Leopoldo podem receber apoio financeiro durante dois meses

Por Jonathan da Silva 25/06/2024
Por Jonathan da Silva

Com o anúncio do Governo Federal de um suporte emergencial de R$ 1.412,00 às empresas dos municípios em situação de calamidade, empregadores de São Leopoldo já podem aderir ao apoio financeiro com o prazo de adesão até 26 de junho. A medida prevê duas parcelas do valor nos meses de julho e agosto. A contrapartida para as empresas é o estabelecimento do compromisso de manter o emprego dos funcionários por pelo menos quatro meses.

Os empregadores formais devem realizar a adesão no Portal Emprega Brasil Empregador ou no link https://servicos.mte.gov.br/empregador/#/. A medida provisória também contempla os empregados(as) domésticos e pescadores(as) profissionais artesanais. Para os pescadores, o cronograma é o mesmo dos empregadores formais, sem a necessidade de realizar a adesão. Já para empregadas e empregados domésticos, a adesão será entre 29 de junho e 26 de julho no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou no Portal Emprega Brasil – Trabalhador, disponível no link https://servicos.mte.gov.br/spme-v2/#/login.

Programa Supera São Léo + Sebraetec

O programa é destinado aos microempreendedores individuais (MEI), microempresas e empresas de pequeno porte de São Leopoldo. O Supera São Léo + Sebraetec é a primeira parceria formalizada por meio do programa Supera São Léo. A iniciativa é realizada através do Sebrae-RS, que busca apoiar os empreendedores na recuperação e adequação de seus negócios, oferecendo consultoria para reparos e melhorias nos espaços físicos de pequenas empresas do RS afetadas pelas enchentes. A ação ajuda os empreendedores a traçarem um plano de ação para reabrir seus negócios e oferece reembolso parcial dos custos de recuperação, incluindo reparos em espaços físicos, móveis, equipamentos e outros bens essenciais. Os limites de reembolso variam conforme a categoria da empresa.

  • Microempreendedores Individuais (MEIs) – até R$ 3 mil
  • Microempresas (MEs) – até R$ 10 mil
  • Empresas de Pequeno Porte (EPPs) – até R$ 15 mil

Estão sendo investidos no total R$ 4 milhões, sendo R$ 1,5 milhões pela gestão municipal, R$ 2 milhões pelo Sebrae e o valor de R$ 500 mil repassados pela Câmara de Vereadores de São Leopoldo. Para mais informações sobre o programa e como participar, deve ser acessado o link https://www.saoleopoldo.rs.gov.br/conteudo/5112/1/24?titulo=SUPERA+S%C3%83O+L%C3%89O.

Foto: Arte Scom/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2024 0 Comentários 689 Visualizações
Política

Fecomércio-RS cobra Haddad por ajustes no Pronampe Emergencial

Por Jonathan da Silva 19/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS) formalizou sugestões ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com o objetivo de contemplar de forma mais efetiva os empreendimentos afetados pelas enchentes através da edição emergencial do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O documento assinado pelo presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn, avalia ser um subsídio tímido frente à taxa de juros e perdas sofridas pelas empresas, bem como à falta de critérios sobre quais contratantes podem receber o auxílio financeiro.

Considerando o prazo máximo das operações, o subsídio (de 40%), em boa parte dos casos, poderá não chegar sequer ao montante total de juros a serem pagos pelas empresas ao longo do prazo do contrato”, afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

O presidente da entidade alerta também que, sem critérios para a concessão de subvenções aos empréstimos, é gerada uma corrida pela formalização dos contratos, o que beneficia empreendimentos já restabelecidos. “Muitas empresas, justamente as com maior prejuízo proporcional ao seu tamanho, sequer conseguiram terminar de limpar seus espaços físicos e calcular suas perdas. Quando elas reunirem condições de formalizar seus contratos, é previsível que as subvenções já estejam esgotadas”, pondera Bohn.

Presidente Bohn enviou solicitações ao ministro Haddad

O documento também destaca a necessidade de ampliar o alcance do Pronampe Emergencial a empresas que não estejam nas cidades que decretaram calamidade pública pelas chuvas. “Há diversas outras empresas localizadas em outros municípios que, embora não tenham sido afetadas diretamente, percebem o impacto desta, através de redução significativa na demanda ou mesmo dificuldade no abastecimento de produtos/insumos necessários à realização de sua atividade, inclusive com perdas materiais”, aponta o presidente da Fecomércio-RS.

Foto: Duda Leal e Fecomércio-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2024 0 Comentários 467 Visualizações
Business

Fecomércio-RS pede auxílio da Secretaria Estadual da Fazenda para empresas gaúchas

Por Jonathan da Silva 18/06/2024
Por Jonathan da Silva

Com as perdas bilionárias do setor empresarial durante a catástrofe climática, a Fecomércio-RS protocolou nesta segunda-feira (17), junto à Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul, sugestões de auxílio para os empresários. A primeira refere-se ao Convênio 210/2023, que autoriza o estado a instituir transação resolutiva de litígios relativos à cobrança de créditos tributários do ICMS.

Atualmente, a regulamentação permite a redução de juros, multa, encargos e honorários em até 65% do valor consolidado ou, até mesmo, uma transação excepcional com desconto de até 100% dos juros de mora. Pensando na reposição das recentes perdas aos cofres públicos e na movimentação da economia gaúcha, a Federação recomenda a instituição da Transação Resolutiva de Litígios Relativos à Cobrança de Créditos Tributários de ICMS, nos termos do Convênio.

“Não há razão para alongar os debates sobre os impactos da crise climática no RS, uma vez que, segundo a Defesa Civil, mais de 2,1 milhões de pessoas foram afetadas. Soma-se a isso as perdas patrimoniais de empresas do Estado, que podem chegar a R$ 20 bilhões em função da tragédia, com prejuízos como perdas de estoque, maquinário, mobiliário e instalações. O momento é ideal para que seja criado um incentivo para empresas que já estejam em situação difícil possam ganhar um respiro e manter-se vivas”, comenta o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn”.

O documento pede também que seja permitida a utilização dos saldos de ICMS com Substituição Tributária para compensação do ICMS a ser pago em decorrência do diferencial de alíquota e do imposto devido nas importações. A proposta se baseia no fato de que para os contribuintes que adquirem mercadoria com ST há necessidade de realizar a restituição desses valores, por meio de procedimentos previstos na legislação. Porém, esse saldo de ICMS derivado dos estoques perdidos acaba ficando ‘parado’ em seus caixas, especialmente para aqueles que só comercializam produtos inseridos da ST e não conseguem aproveitá-los nas aquisições.

Nesta mesma temática, a Fecomércio-RS indica que a Sefaz viabilize a transferência dos saldos de ICMS/ST para terceiros. A medida, conforme a entidade, que representa 530 mil empresas no estado, responsáveis por aproximadamente 1,6 milhão de empregos formais, além de facilitar as operações para os contribuintes, permitirá ao governo movimentar esses créditos. “É uma medida justa para ambas as partes”, reitera Bohn.

Por meio de ações conjuntas do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, como doações através do programa Sesc Mesa Brasil, investimento para construção de casas provisórias no Centro Humanitário de Acolhimento, edital Nossa Arte Circula RS, entre outras, a Federação reforça seu compromisso com a recuperação do Estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/06/2024 0 Comentários 363 Visualizações
Variedades

BRDE e BNDES se reúnem para alinhar apoio às empresas afetadas pelas enchentes

Por Jonathan da Silva 13/06/2024
Por Jonathan da Silva

Representantes do Banco Regional do Extremo Sul (BRDE) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) se reuniram nesta quarta-feira (12) para alinhar mecanismos de apoio às empresas e aos produtores rurais gaúchos atingidos pelas enchentes. Além do debate sobre os financiamentos a partir do fundo emergencial de R$ 15 bilhões anunciado pelo BNDES, o encontro também teve a renovação do pedido do BRDE de liberação de um limite extraordinário de recursos para capital de giro e novos investimentos. A reunião ocorreu na sede do posto avançado montado pelo BNDES em Porto Alegre.

O diretor de planejamento do BRDE, Leonardo Busatto, relatou que muitas empresas em cidades devastadas pelas cheias, especialmente no Vale do Taquari, representam a principal fonte de emprego da região. “Mesmo ampliando nossas parcerias com instituições internacionais, o BNDES segue sendo nossa principal fonte e seria de extrema importância termos um aporte extra para esse momento de reconstrução do estado”, ponderou Busatto.

O coordenador do escritório e chefe do Departamento de Clientes e Relacionamento Institucional do BNDES, Tiago Peroba, afirmou que o banco federal irá centralizar o atendimento às grandes empresas (com faturamento anual acima de R$ 300 milhões). As demais empresas de menor porte ficariam com os parceiros operacionais. Sobre o pedido de ampliação do limite de recursos para o BRDE, Peroba observou que o tema depende de verificação da área de análise de risco e da diretoria.

Segundo o anúncio do BNDES, a disponibilização de R$ 15 bilhões em recursos do Fundo Social do Pré-Sal se destina para as cidades que tiveram estado de calamidade pública decretado pelo Governo Federal. Os recursos podem ser utilizados para capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos e projetos de investimento, como recuperação de plantas produtivas.

Foto: Ascom BRDE/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2024 0 Comentários 393 Visualizações
Política

PLP que facilita reingresso ao Simples Nacional é aprovado na CFT da Câmara dos Deputados

Por Jonathan da Silva 10/06/2024
Por Jonathan da Silva

O projeto de lei complementar (PLP) 37/2023 foi aprovado na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (5). Com atuação da Fecomércio-RS pela aprovação, o texto altera a Lei Complementar 123/2006 e permite que micro e pequenas empresas que se autorregularizem após o prazo legal possam optar pelo Simples Nacional relativo ao restante do ano-calendário. O próximo passo do projeto, que segue em tramitação, é a apreciação da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).

A medida tem como objetivo incentivar a abertura e a manutenção de pequenos negócios. Ele favorece o compliance dessas empresas, além de impactar positivamente na arrecadação sem a necessidade de aumento de carga tributária. “O projeto é fundamental para auxiliar microempresas e empresas de pequeno porte, tanto na proteção de postos de trabalho quanto na conformidade fiscal desses negócios, facilitando a resolução de eventuais inconsistências cadastrais”, defende o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Com a alteração, a entidade acredita que os negócios terão maior incentivo para regularizar as pendências junto ao Fisco em menor tempo, o que também pode impactar positivamente a arrecadação sem aumento de impostos. A ideia é inspirada no estudo “Successful Tax Debt Management: Measuring Maturity and Supporting Change”, realizado em 2019 pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que aponta para a necessidade do Estado de fomentar possibilidades de autorregularização dos contribuintes antes de adotar instrumentos de força.

Mais informações sobre a atuação da Fecomércio-RS em relação ao tema podem ser conferidas na plataforma Representa+.

Foto: Magali Guimarães/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2024 0 Comentários 480 Visualizações
Business

Liminares permitem que associados da ACI possam reduzir carga tributária

Por Jonathan da Silva 06/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos (ACI NH/CB/EV/DI) ajuizou dois recentes mandados de segurança coletivos visando obter, no Poder Judiciário, decisões liminares declarando o direito das empresas associadas excluírem da base de cálculo do IRPJ, da CSLL, do PIS e da Cofins os valores correspondentes aos créditos presumidos de ICMS (incentivos fiscais) após a vigência da Lei nº 14.789/2023. O magistrado federal, ao apreciar os pedidos efetuados pela ACI, deferiu as liminares em ambas as medidas judiciais.

As empresas associadas à ACI-NH/CB/EV/DI estão autorizadas pelas decisões liminares deferidas pelo Poder Judiciário a excluírem os benefícios fiscais de ICMS (créditos presumidos) da base de cálculo dos referidos impostos federais (IRPJ, CSLL, PIS e Cofins), mesmo após a entrada em vigor da Lei 14.789/23”, explica o advogado Marcelo S. Poltronieri, integrante do escritório Lauffer Advocacia, responsável pela impetração dos referidos Mandados de Segurança Coletivos.

Considerando tratar-se de medidas judiciais coletivas, as empresas associadas que possuem créditos presumidos de ICMS (incentivos fiscais outorgados pelos estados) e que pretendem se beneficiar das referidas decisões liminares deverão entrar em contato com o escritório Lauffer Advocacia para obter as informações necessárias para que possam aderir e usufruir das decisões judiciais. O contato deve ser feito através do telefone 3594.2011 ou do e-mail marcelo@lauffer.com.br.

Foto: Mikhail Nilov/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/06/2024 0 Comentários 386 Visualizações
Projetos especiais

Feevale seleciona empresas para integrarem programa de pesquisa aplicada aos seus negócios

Por Jonathan da Silva 05/06/2024
Por Jonathan da Silva

Através do Programa MAI/DAI – Mestrado e Doutorado Acadêmico de Inovação, a Universidade Feevale seleciona empresas parceiras para participar da execução de projetos inovadores de pesquisa aplicada. A empresa selecionada irá apresentar um desafio tecnológico a ser solucionado no âmbito do MAI/DAI. O objetivo é promover o desenvolvimento ou a melhoria de produtos, processos e serviços do empreendimento, contribuindo para a economia regional, em setores estratégicos. Durante o projeto, a empresa contará com um acadêmico qualificado para se dedicar ao desenvolvimento da solução, podendo atuar de forma híbrida na universidade e empresa.

Empresas de qualquer porte podem participar da chamada. O desafio ou projeto deverá estar alinhado às áreas de Tecnologias Prioritárias do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI): Tecnologias Estratégicas, Tecnologias Habilitadoras, Tecnologias de Produção, Tecnologias para o Desenvolvimento Sustentável e Tecnologias para Qualidade de Vida. À empresa parceira, será exigida uma contrapartida mínima, conforme a modalidade da bolsa (R$ 12 mil para cada bolsa de mestrado, R$ 24 mil para cada bolsa de doutorado e R$ 6 mil para cada bolsa de pós-doutorado empresarial). O registro de interesse pode ser feito no link feev.as/fe023fd até 17 de junho.

Foto: Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2024 0 Comentários 402 Visualizações
Projetos especiais

Importadoras de vinhos se unem em campanha para ajudar o RS

Por Jonathan da Silva 29/05/2024
Por Jonathan da Silva

Cinco importadoras de vinho do Brasil se uniram para criar a campanha “Do mundo para o RS”, que busca apoiar os gaúchos na reconstrução do estado após a catástrofe climática. As empresas conseguiram a doação de mais de mil garrafas de vinhos para serem comercializadas de modo online, com a arrecadação das vendas tendo o valor revertido para atingidos pelas enchentes.

Interessados em contribuir com a campanha podem acessar o site www.meuvinho.com.br e escolher a quantidade de rótulos que desejam adquirir: uma garrafa ou um combo de até seis rótulos. O valor inicial é de R$ 100 por garrafa, com desconto progressivo. Os vinhos são de diversas partes do mundo e o comprador descobre quais rótulos adquiriu apenas quando recebe a entrega. O valor já inclui frete para todo o país.

A renda arrecadada será revertida para o Rotary Clube de Garibaldi, entidade que está apoiando a retomada econômica na região da serra gaúcha, maior produtora de vinhos do Brasil. As importadoras que participam da ação são a Vino Hermano e a Bodega 3 Cabezas, de Garibaldi-RS, a Riserva, de Igrejinha, a Obra Prima, de Curitiba-PR, a Domínio Cassis, de São Paulo-SP, além do portal de vendas “Meu Vinho”, de Porto Alegre, que também é parceiro da iniciativa.

Campanha Do Mundo para o RS

  • Como participar: www.meuvinho.com.br
  • Valores:
    1 garrafa – R$ 100
    2 garrafas – R$ 190
    3 garrafas – R$ 270
    4 garrafas – R$ 350
    5 garrafas – R$ 425
    6 garrafas – R$ 500
  • Importadoras parceiras:
    Bodega 3 Cabezas
    Vino Hermano
    Dominio Cassis
    Riserva
    Obra Prima
Foto: Adobe Stock/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2024 0 Comentários 473 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

Entrevista | Duda Cansi explica como transformar caos em clareza nos negócios

Economia | Corecon-RS, FCCS-RS e Fecomércio projetam a economia gaúcha para 2026

Educação | Fundação Projeto Pescar completa 50 anos

Saúde | A invisibilidade da pressão psicológica enfrentada por líderes e empreendedores

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Saint Patrick’s Oficial de Porto Alegre ocorre no próximo sábado no 4º Distrito

  • 3

    Empresa de tecnologia de Campo Bom projeta crescer 300% nos próximos cinco anos

  • 4

    Evento reunirá contadores em Porto Alegre para debater tendências do setor

  • 5

    Parte do aniversário da capital, Caminho de Porto Alegre terá oitava edição em março

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO