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Cidades

Prefeitura de Estância Velha reúne empresários para tratar sobre procedimentos de combate à Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 27/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Administração Municipal de Estância Velha se reuniu na manhã desta sexta-feira, 24, com empresários para esclarecer como funciona o fluxograma de tratamento das pessoas diagnosticadas com coronavírus e o trabalho do Centro de Monitoramento de Apoio ao Combate da Covid-19, que fica localizado no pavilhão da Igreja Católica em frente ao Hospital Municipal Getúlio Vargas (HMGV).

A prefeita Ivete Grade, acompanhada pelo secretário da saúde, Vitor Berlitz, do médico infectologista do HMGV, Ricardo Siegle, da farmacêutica da Semsa, Angélica Muller, e da assessora Miriam Monteiro, mostrou aos empresários a ordem de serviço da Semsa que estabelece o fluxo farmacêutico interno para a distribuição de medicação preventiva de combate à Covid-19 para uso conforme prescrição médica no âmbito da secretaria estanciense. O documento esclarece que esse fluxo se dará enquanto durar a pandemia.

O kit de prevenção engloba comprimidos dos seguintes medicamentos: azitromicina (500mg); cloroquina (150mg); ivermectina (6mg); tamiflu (30mg/45/mg75/mg) e prednisona (5mg/20mg). Em relação a cloroquina, foi feito o pedido para a Secretaria Estadual da Saúde.

A Prefeitura de Estância Velha reiterou que estes medicamentos deverão ser prescritos conforme critérios médicos e com a concordância do paciente. Vale lembrar, que esta ação da Administração Municipal foi elogiada pelo Ministério Público (MP) de Estância Velha. Foi no dia 14 deste mês numa reunião com o promotor Bruno Carpes no Centro Administrativo Prefeito Gabriel Steiner. “Trata-se de uma decisão que cabe ao médico e o paciente”, disse o promotor naquela tarde. Estância Velha segue as orientações do Ministério da Saúde.

Testes rápidos

A prefeita e a equipe da saúde também destacaram a constante reavaliação de procedimentos no Centro de Monitoramento de Apoio ao Combate da Covid-19 visando o bom atendimento da comunidade. A administração informou que está investindo em mais testes rápidos e lembrou que também estão sendo feitas testagens nos postos de saúde e que são realizadas conforme os protocolos e critérios médicos e de enfermagem.

“Acolhemos as sugestões dos representantes dos empresários, pois todos querem o melhor para Estância Velha”, disse Ivete sobre a reunião na Prefeitura.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2020 0 Comentários 564 Visualizações
Cidades

Prefeitura de Canoas apoia entidades empresariais para enfrentar a crise

Por Gabrielle Pacheco 15/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em função da pandemia do novo coronavírus e dos impactos econômicos que a cidade vem sofrendo por causa das medidas de distanciamento social, a Prefeitura de Canoas vem trabalhando em conjunto com as entidades empresariais do município, para buscar alternativas e apoio aos negócios afetados pela crise. A Câmara dos Dirigentes Lojistas de Canoas (CDL), em parceria com a Universidade La Salle, e com o apoio da Prefeitura, está disponibilizando três programas aos empresários do município, todos de forma gratuita e totalmente on-line.

O secretário de Desenvolvimento Econômico (SMDS), Alexandre Bittencourt, afirma que a Prefeitura tem trabalhado de forma conjunta com as entidades empresariais do município desde o início da pandemia. “Sempre ouvimos o posicionamento das entidades e buscamos encontrar alternativas para a crise, visando preservar os empreendedores, o emprego e a renda do município. Sabemos que, neste momento, muitas empresas não estão encontrando saída para seu negócio e entendemos que o nosso papel é auxiliar os canoenses neste período difícil”, destaca o secretário.

Confira os programas

O programa Insight – Apoio de Gestão, iniciativa da CDL Jovem, tem o objetivo de promover troca de ideias, sensibilização para novas soluções e geração de insights para resolver problemas. São realizados webinars com especialista sobre temas como vendas, finanças, tecnologia, marketing, entre outros. O programa também contempla a participação em grupo de WhatsApp com especialistas e três meses de consultoria através do Núcleo Sinergia Consultoria e Negócios, empresa de Consultoria Júnior da Universidade La Salle.

O Programa Daqui, que está sendo lançado, tem a finalidade de promover o consumo local. Para isso, a CDL disponibiliza um site para que as empresas possam se cadastrar, por categorias, e compor um catálogo do comércio. Assim, os canoenses poderão acessar a ferramenta e buscar os produtos e serviços da cidade. O Daqui foi criado por integrantes da diretoria e dos grupos CDL Jovem e CDL Mulher Empreendedora.

A terceira iniciativa, Canoas Startups, visa o fomento do empreendedorismo, que se torna ainda mais relevante neste período de pandemia. O programa, em parceria com a Universidade La Salle, oferece uma série de capacitações para que ideias embrionárias se desenvolvam e virem novos negócios para Canoas. As inscrições abrem no dia 20 de julho.

Recupera Canoas

Além da CDL, em junho foi lançado o programa Recupera Canoas, em parceria com Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), cujo objetivo é auxiliar micro e pequenas empresas com consultorias, análise técnica e do perfil competitivo, assessoria em crédito e indicações para crédito. O público-alvo são Microempreendedor Individual (MEI) e Micro e Pequena Empresa (ME e EPP). Os interessados podem realizar a inscrição no programa pelo WhatsApp (51) 3427-4368.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/07/2020 0 Comentários 705 Visualizações
Business

Crise tem maior impacto em negócios liderados por empreendedores mais velhos

Por Gabrielle Pacheco 02/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em meio à crise ocasionada pela pandemia do coronavírus, o empreendedor com mais idade foi o mais afetado entre os donos de pequenos negócios no Brasil. Pesquisa realizada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) ouviu 10.384 empresários do setor, entre 30 de abril e 5 de maio, e mostrou que entre os entrevistados com 56 anos ou mais, 51% fecharam seus negócios temporariamente, enquanto 45% dos empresários de até 35 anos optaram pela mudança de rumos do segmento em que atuam. A amostragem também identificou que em todas as faixas etárias houve queda do faturamento devido às medidas de isolamento social.

De acordo com a pesquisa “O impacto da pandemia de coronavírus nos pequenos negócios”, os empreendedores sêniores, com 56 anos ou mais, amargaram mais prejuízos, uma vez que para 46% deles seus negócios funcionavam somente com a presença do empresário. Por outro lado, 35% dos empreendedores com até 35 anos passaram a utilizar ferramentas digitais, tendência que se estendeu em diversos setores nos pequenos negócios, principalmente nesse período da crise. Em todas as faixas etárias houve significativa diminuição do faturamento, com queda maior entre os mais velhos, chegando a 71% de perda, onde houve queda. Onde houve acréscimo de receita, os negócios dirigidos pelo público mais jovem chegaram a alcançar 40% de aumento em relação a uma semana normal.

A internet tem sido o caminho percorrido pelos empresários jovens para manter o negócio ativo. A pesquisa mostrou que esse perfil optou pelas vendas online, principalmente pelas redes sociais. Na contramão, mesmo tendo adotado menos medidas nesse sentido, os empreendedores das faixas de 36 a 55 anos e de 56 anos ou mais empregaram 3,7 pessoas em média, enquanto os negócios liderados por gestores com até 35 anos mantiveram 3,3 empregados. Ainda em relação aos funcionários, os mais jovens foram os que mais utilizaram a medida do governo de redução de jornada e salário, chegando a 20% do total de entrevistados desta faixa etária.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, reforça a importância do levantamento, uma vez que a instituição, o governo e as entidades setoriais podem atuar diretamente nos gargalos apontados, sobretudo relacionados aos perfis selecionados. “A cada novo estudo direcionamos melhor os esforços do Sebrae para apoiar todos os pequenos negócios do país”. Melles ainda elogia o otimismo dos jovens empreendedores, uma vez que, questionados sobre quanto tempo deve demorar para a economia voltar ao normal, as respostas foram de 10 e 11 meses, considerando gestores de até 35 anos e as faixas etárias de 36 anos em diante, respetivamente. 

Perfil dos entrevistados

O público com até 35 anos é composto majoritariamente por Microempreendedores Individuais (MEI) com maior participação do total de entrevistados nas áreas de comércio e serviços, conforme identificou a amostragem do Sebrae. Em relação ao gênero, 53% do empresariado mais jovem é composto por mulheres. Considerando o grau de instrução dos entrevistados, entre os empreendedores mais velhos está a maior proporção de pessoas com baixa escolaridade: 18% tem ensino médio incompleto ou menos. No entanto, nessa faixa etária é quando os empreendedores mais arrecadam. Os mais novos faturam R$ 23,3 mil e os empresários com 56 anos ou mais chegam aos R$ 32,6 mil.

Acesso ao crédito

Considerando os perfis entrevistados na pesquisa do Sebrae e FGV, o público mais velho, dos 56 anos em diante, é o que mais costuma buscar empréstimos (63% do total) e também os que mais conseguem acesso ao crédito (49%). Enquanto os jovens se recusam a procurar crédito, até por terem mais dificuldade pela falta de garantia e avalista. Empréstimos sem juros seria a medida mais demandada ao governo, em todas as faixas etárias. De acordo com outro levantamento do Sebrae, atualizado em 22 de maio, 149 linhas de crédito estavam disponíveis para as micro e pequenas empresas em instituições bancárias, privadas e em cooperativas em todo o país.

Principais resultados

– Entre os donos de pequenos negócios mais velhos, há uma proporção mais alta dos que fecharam temporariamente (51%);

– Entre os mais novos, há uma proporção mais alta dos que mudaram mais o funcionamento (45%);

– Os mais velhos tiveram mais negócios que não conseguem funcionar, pois só funcionam presencialmente (46%);

– Os mais novos passaram a utilizar mais ferramentas digitais (35%);

– Todas as faixas etárias tiveram diminuição de faturamento, mas a queda foi maior entre os mais velhos. Onde houve queda, a queda foi de -71%, nesse grupo dos mais velhos;

– Onde houve aumento de faturamento, foi maior entre os mais novos (+40%);

– Os mais novos têm 3,3 empregados, em média. Os mais velhos 3,7, em média;

– Os mais velhos conhecem mais a medida governamental de redução de jornada e salários. Mas foram os mais novos que mais utilizaram a redução de jornada e salário;

– Em geral, os mais velhos são os que mais costumam buscar e mais conseguem empréstimo bancário;

– Os mais novos precisam 21% a menos para manter o negócio sem fechar (R$11,6 mil contra R$ 14,6 mil entre os com 56 anos ou +);

– Entre os mais jovens, há maior proporção de mulheres (53%);

– Entre os mais velhos é alta a proporção de pessoas com baixa escolaridade (18% têm ensino médio incompleto ou menos);

– Os empreendedores mais novos têm negócios com 4,6 anos, em média. Os mais velhos 9,8 anos, em média;

– Os mais novos faturam R$ 23,3 mil, em média. Os mais velhos faturam R$ 32,6 mil em média.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2020 0 Comentários 796 Visualizações
Business

Grandes empresas devem investir mais em 2019, indica Boa Vista

Por Gabrielle Pacheco 25/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

São as grandes empresas (51%) as que devem investir mais em seus próprios negócios em 2019, na comparação com 2018. A constatação é da Pesquisa Perspectiva Empresarial realizada pela Boa Vista, ao longo do 4º trimestre do ano passado, com mais de mil empresários, de todo o país.

Porém, é entre os microempresários que se observa um crescimento mais significativo na proporção dos entrevistados que pretendem investir mais agora, na comparação com 2018.

De acordo com o levantamento, 37% dos microempresários acreditam que os investimentos irão crescer em 2019, contra 31% dos respondentes que tinham essa percepção em relação a 2018, o que representa um aumento de 6p.p. (pontos percentuais).

Quando observados por setor, foram os empresários de Serviços (40%) os que disseram que irão investir mais em 2019.

Cresceu de 34% para 54%, ou seja, em 20p.p., o número de médias empresas que esperam faturar mais em 2019. Com a mesma expectativa estão 45% das microempresas, (ante 34% em 2017); entre as grandes empresas, foi registrado um salto de 49% para 63%. Já 43% das pequenas empresas preveem faturar mais, mas o percentual caiu em relação a 2017.

Por setor, são os empresários de Serviços os que disseram estar mais otimistas em ter um faturamento maior em 2019. No entanto, se observou no Comércio um crescimento maior da proporção entre os entrevistados que apostam faturar mais este ano, do que no ano passado.

Somente as grandes empresas preveem uma inadimplência maior no próprio negócio em 2019. Em 2018, eram 16% as que tinham essa percepção. Em 2019, esse percentual saltou para 43%, um crescimento de 27p.p.

Já a maioria das médias e pequenas empresas acredita que a inadimplência do negócio ficará igual, enquanto que para 29% dos microempresários deverá diminuir. Por setor, tanto no Comércio, quanto no Serviço e na Indústria, é maior a parcela dos entrevistados que acredita na estabilidade da inadimplência.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
25/03/2019 0 Comentários 581 Visualizações
Business

Com otimismo recorde, empresário industrial inicia o ano confiante

Por Gabrielle Pacheco 25/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) registrou crescimento de 1,6 ponto em janeiro frente a dezembro, alcançando 67,1 pontos. Tendo como máximo os 100 pontos, o índice acima dos 50 demonstra presença de confiança. O número é o mais elevado desde 2010. “Os resultados estão baseados principalmente na expectativa da indústria com relação ao novo governo e à redução de incertezas nos campos político e econômico. O setor industrial deve manter a confiança elevada se o governo avançar nas reformas estruturais necessárias para equacionar a crise fiscal”, explica o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry. “Isso, combinado com inflação baixa e juros menores, deve consolidar o processo de recuperação da indústria gaúcha, tornando o cenário mais favorável para investimentos”, destaca Petry.

O Índice de Condições Atuais atingiu 56,9 pontos, 0,2 ponto menor que dezembro. O subcomponente que mede as condições atuais da economia brasileira (ICA-EB) foi o principal responsável ao recuar 0,5 ponto, para 57,5. O Índice de Condições das Empresas (ICA-E) ficou praticamente igual ao de dezembro: 56,6 pontos. Acima de 50 pontos, os índices revelam que, na avaliação dos empresários, as condições melhoraram nos últimos seis meses.

O Índice de Expectativas (IE) com relação aos próximos seis meses, alcançou o melhor o número desde o início da série histórica: 72,2 pontos, mostrando otmismo recorde dos empresários industriais gaúchos. Também é inédito o grau de otimismo com o futuro da economia brasileira: o índice (IE-EB) teve elevação de 2,7 pontos no período e alcançou 72,0 pontos. O Índice de expectativas para as empresas (IE-E) atingiu 72,2 pontos em janeiro, pontuação que, da mesma forma, ainda não havia sido alcançada.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
25/01/2019 0 Comentários 541 Visualizações
BusinessCidades

Secretaria de Cultura realiza encontro com empresários de Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 28/03/2018
Por Gabrielle Pacheco

Com o objetivo de aumentar as possibilidades de parcerias e investimentos para Novo Hamburgo, a Secretaria Municipal da Cultura (Secult) realizou, na manhã da última terça-feira (27), um encontro com empresários e entidades do município. Durante o evento, que foi realizado na Fundação Scheffel, o secretário da Cultura, Ralfe Cardoso, apresentou o Programa de Responsabilidade Sociocultural.

O projeto visa buscar investimentos de empresas hamburguenses em projetos e programas culturais articulados pela Prefeitura. “Buscamos desenvolver um movimento comunitário, junto às empresas, para projetar a cidade com mais pessoas, para que ela não seja apenas de alguns, mas sem de todos e com forte potencial”, comentou Cardoso, que também apresentou a estrutura da Pasta e os projetos previstos para 2018.

Segundo dados levantados pela Secult, com base no exercício fiscal de 2015, o valor disponível para patrocínio em projetos através da dedução no Imposto de Renda, via Lei Rouanet, seria de mais de 2 milhões de reais. Isso considerando apenas empresas com sede em Novo Hamburgo. No mesmo ano, o valor aportado por empresas hamburguenses foi R$ 999.863,10.

Entretanto, nenhum destes investimentos foi realizado no município e em projetos locais. “Isso mostra que a cidade não tem usado o potencial que tem em Lei Rouanet, por exemplo. O município precisa se organizar através da política pública da cultura. Com esse encontro estamos apresentando essa proposta de Programa que busca trazer esse recurso para ficar na nossa cidade e em projetos locais”, explica Cardoso.

Estiveram presentes no encontro empresários, representantes de entidades do município e autoridades locais. Para o empresário Edgar Fedrizzi, o encontro foi positivo. “Pela primeira vez temos, dentro dos programas de cultura, um enfoque profissional com metas, indicadores e diagnósticos das dificuldades. Estes valores apresentados, se metade deles ficasse na cidade, já teríamos outro panorama da cultura local”, comenta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/03/2018 0 Comentários 495 Visualizações
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