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Business

Intenção de consumo das famílias é a maior em 8 anos

Por Marcel Vogt 04/09/2023
Por Marcel Vogt

O índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), medido pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) mostra que o consumidor está mais seguro e otimista com relação às compras pessoais. O atual desempenho (102,9 pontos na avaliação da CNC) é semelhante ao patamar alcançado em abril de 2015, ou seja, repetindo o desempenho da análise, oito anos atrás. Condições econômicas com a retração da inflação e a geração de empregos ajudam a elevar a confiança na economia e favorecem o desejo por compras das famílias.

Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul e Região (Sindilojas-VRP) Mauro Spode, seis indicadores medidos pela CNC fecharam o mês de agosto com alta positiva, desenhando um cenário favorável ao consumo. “O aumento na quantidade de empregos formais, em nível nacional, durante o primeiro semestre deste ano manteve em alta a segurança do trabalhador em ter renda. Este é um fator muito importante, pois o consumidor se preocupa em ter renda para pagar suas compras. Com este critério em alta, ajudado pela contenção da inflação, a condição para o consumidor torna-se muito boa”, analisa.

Spode explica que agosto encerrou com alta na confiança do setor. Após três meses de redução neste índice, o varejo entra na reta final do segundo semestre com mais motivos para acreditar em um período favorável às vendas e ao crescimento do faturamento. “Uma coisa acaba puxando a outra. Estamos falando que o consumidor está mais otimista, o que é muito bom, pois a economia assim favorece; do outro lado, o lojista embarca nesta expectativa positiva, projetando bons negócios a partir de agora”, frisa.

O calendário de vendas do varejo ainda conta com duas importantes datas. Em outubro, o Dia das Crianças, que ao longo da última década passou a desfrutar de um lugar importante, não apenas para o setor de brinquedos, é a primeira delas. “E na sequência vem o Natal, considerada ainda a principal data para o comércio. Mantendo esta projeção e confirmando esta expectativa positiva, poderemos de fato fechar o ano em um patamar diferenciado”, complementa o presidente do Sindilojas-VRP, Mauro Spode.

Foto: Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2023 0 Comentários 498 Visualizações
Política

Abicalçados ressalta “alívio” com avanço da desoneração

Por Marcel Vogt 31/08/2023
Por Marcel Vogt

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), que desde janeiro deste ano está mobilizada para dar andamento às tratativas para a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos para além de dezembro, comemorou ontem, dia 30, o avanço da proposta na Câmara dos Deputados. Aprovada por ampla maioria, 430 votos a 17, a medida de relatoria da deputada federal Any Ortiz agora parte para votação no Senado Federal.

O presidente-executivo da entidade, Haroldo Ferreira, que acompanhou in loco a votação, comemorou o avanço do Projeto de Lei nº 334/2023. “Com esforços e com o apoio fundamental da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Setor Coureiro Calçadista, presidida pelo deputado federal Lucas Redecker, conseguimos esse avanço importante para preservar milhares de empregos na nossa atividade”, avalia o executivo, ressaltando que a Abicalçados permanecerá ativa na condução do pleito para o setor.

Segundo Ferreira, o avanço da matéria é uma conquista da sociedade brasileira e um “alívio” para a indústria calçadista neste momento de incertezas diante do desaquecimento da demanda. “Alertamos, tanto o Governo quanto os congressistas de que, caso a desoneração não prossiga, poderíamos perder 20% da nossa produção e mais de 30 mil empregos somente na nossa atividade nos próximos dois anos. Taxar a criação de empregos nesse momento de recuperação não é uma medida inteligente”, destaca o dirigente, ressaltando que uma possível reoneração agregaria mais de R$ 1 bilhão em carga tributária para o setor em dois anos.

Entenda

A desoneração da folha de pagamento está em vigor desde 2011 e, atualmente, beneficia 17 setores da economia que mais empregam no País, entre eles o calçadista. Hoje, com a medida que vigora até 31 de dezembro de 2023, as empresas dos setores contemplados podem substituir o pagamento de 20% de contribuição previdenciária sobre os salários dos funcionários por uma alíquota que vai de 1% a 4,5% sobre a receita bruta – no caso do setor calçadista, o pagamento é de 1,5%. Aprovada na Câmara dos Deputados, o PL que prorroga a medida por mais quatro anos parte para votação no Senado Federal, o que deve ocorrer na segunda semana de setembro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2023 0 Comentários 424 Visualizações
Política

Abicalçados participa de reunião com Casa Civil

Por Marcel Vogt 31/08/2023
Por Marcel Vogt

O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, participou, no dia 30, de uma reunião com o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, com a secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior e sua equipe e com deputados federais. O encontro, organizado pela Coalizão Indústria, grupo que reúne entidades representativas de 15 setores da indústria nacional, aconteceu em Brasília/DF.

Entre os assuntos colocados pela Abicalçados para o ministro e sua equipe estava a preocupação com a concorrência desleal gerada pela isenção de impostos em compras de até US$ 50 realizadas em plataformas internacionais de e-commerce e a importância da continuidade da política de desoneração da folha de pagamentos. “São questões que vêm afetando o setor calçadista brasileiro, colocando em riscos milhares de empregos e a saúde financeira da própria indústria”, diz.

Segundo Ferreira, a isenção das compras realizadas nas plataformas internacionais coloca em risco imediato mais de 30 mil empregos na atividade. “A Abicalçados vem alertando as autoridades sobre a importância de revogação da medida, afinal a indústria nacional segue pagando impostos como PIS, Cofins e IPI, enquanto o calçado estrangeiro entra no País sem qualquer tributação. É uma concorrência desleal e que atinge em cheio a produção nacional de calçados”, ressalta.

O estudo realizado pela Abicalçados sobre o impacto nos empregos do setor levou em consideração os impactos provocados somente pelas duas maiores plataformas de e-commerce internacionais atuantes no País. Ambas faturaram, somente em vendas de calçados no Brasil, cerca de R$ 2 bilhões em 2022. O montante corresponde a quase 20% do valor total do varejo on-line de calçados no Brasil.

Outro assunto tratado no encontro foi a importância da aprovação da continuidade da política de desoneração da folha de pagamentos para os 17 setores que mais empregam no Brasil, entre eles o calçadista. A matéria está aguardando votação na Câmara dos Deputados. “A indústria calçadista precisa de previsibilidade no que diz respeito à continuidade da desoneração. Somos um setor intensivo em mão de obra, que no Brasil gera mais de 300 mil postos diretos. Uma possível reoneração do nosso setor impactaria diretamente na atividade, com queda de 20% na produção e a perda de 15 mil empregos somente no primeiro ano”, alerta o executivo. Hoje, o mecanismo permite que o setor calçadista substitua o pagamento de 20% de contribuição previdenciária sobre os salários dos funcionários por uma alíquota que vai de 1,5% sobre a receita bruta. A medida, se não renovada, vence em dezembro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2023 0 Comentários 563 Visualizações
Cidades

Mulheres são destaque na geração de emprego em Novo Hamburgo

Por Marcel Vogt 31/08/2023
Por Marcel Vogt

A economia de Novo Hamburgo mantém em alta a geração de emprego com carteira assinada. Conforme balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo federal divulgado nesta quarta-feira (30), Novo Hamburgo criou 171 novos postos de trabalho em julho deste ano, o terceiro melhor desempenho na Região Metropolitana, atrás apenas de Porto Alegre e Canoas.

Em julho, o grande destaque no levantamento do Caged foram as mulheres. Elas foram as que mais conquistaram vagas nas empresas hamburguenses, respondendo pela quase totalidade dos postos de trabalho criados, com 96% de ocupação: das 171 vagas criadas, 164 foram ocupadas por mulheres.

Elas dominaram inclusive na preferência de setores como indústria e construção civil, que voltou a se destacar na contratação de mão de obra no Município. Em julho, a indústria respondeu por 53% do saldo de emprego, com 91 vagas criadas, e a construção civil teve saldo de 37 postos de trabalho. O setor de serviços gerou 47 vagas. Desta vez, o comércio teve saldo negativo, com o fechamento de sete vagas.

Novo Hamburgo já acumula 969 vagas formais de emprego neste ano, com saldo positivo em cinco dos sete meses contabilizados. Em julho, a cidade registrava um estoque de emprego de 69.960 postos de trabalho, o quarto melhor saldo em todo o Estado, atrás apenas de Porto Alegre, Caxias do Sul e Canoas.

O diretor de Trabalho da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Nelson Dietrich Júnior, o Nelsinho, reforça a participação das mulheres. “Elas têm a propensão de ser mais organizadas, focadas e atenderem a demandas variadas sem grandes dificuldades”, opina.

A Agência Municipal de Emprego (AME) de Novo Hamburgo começou esta semana com 235 oportunidades de trabalho. Para se candidatar a uma das vagas, basta o candidato comparecer à Agência, que fica na Rua Joaquim Pedro Soares, número 349, no Centro, de segunda a sexta-feira, das 08h às 16h, com a carteira de trabalho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2023 0 Comentários 486 Visualizações
Business

White Martins vai se instalar em Campo Bom e gerar mais de 100 empregos

Por Marcel Vogt 27/07/2023
Por Marcel Vogt

Mais uma grande empresa vai se instalar em Campo Bom. A White Martins, uma das maiores produtoras de gases industriais do mundo, vai instalar unidade dentro do complexo da Verallia, outro gigante empreendimento que atua no município. O negócio deve entrar em funcionamento no 3º trimestre de 2024. O investimento vai gerar cerca de 100 empregos durante o período de obras, além de mais de 40 vagas diretas e indiretas após o início da operação.

Isso representa mais empregos e renda para os campo-bonenses, além de ganho de receita significativo para o Município.

O prefeito Luciano Orsi e o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Airton Schafer, receberam, nesta quarta-feira (26), os diretores da empresa Mário Simon e Aylton Netto e o gerente regional Fábio Jardim, que apresentaram o projeto de construção da unidade. Trata-se do maior investimento atual do grupo na região Sul do país. “Isso representa mais empregos e renda para os campo-bonenses, além de ganho de receita significativo para o Município seguir investindo em educação, saúde e tudo mais que impacta diretamente na qualidade de vida da população”, observa o prefeito.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2023 0 Comentários 961 Visualizações
Projetos especiais

Prefeitura disponibiliza plataforma para FGTAS/Sine e empresas locais

Por Marcel Vogt 11/07/2023
Por Marcel Vogt

A Secretaria de Desenvolvimento Social deu mais um passo significativo no sentido de facilitar o acesso a vagas de trabalho por pessoas da comunidade em geral. Trata-se da plataforma do Programa Santa Cruz Qualifica, lançada em maio e que já está disponível nos três Cras do município, e que em breve será disponibilizada também às empresas de Santa Cruz do Sul. Outra novidade é a parceria com a Agência FGTAS/Sine, que também irá efetuar os cadastros. Nesta segunda-feira (10), em encontro realizado na sede da secretaria, junto ao Ginásio Poliesportivo, a plataforma foi apresentada à coordenadora do Sine local, Solange Finger.

De acordo com a titular da pasta, Roberta Pereira, com a adesão das empresas e do FGTAS/Sine, o programa conseguirá atingir um público ainda maior. “É um grande avanço que estamos fazendo, porque queremos que toda a comunidade possa ter acesso às vagas de emprego. E ampliando estas parcerias, vamos conseguir oportunizar isso. A prefeita Helena sempre diz que o econômico e o social devem andar juntos, e este programa traz essa contribuição”, afirmou.

Ainda segundo ela, com o currículo dos cidadãos, o município consegue vislumbrar as demandas de qualificação. “Com o acesso aos dados dos candidatos, poderemos verificar em quais áreas eles carecem de capacitação”, explicou.  Também participaram do encontro os coordenadores dos Cras Integrar, do Bairro Bom Jesus, Beatriz Jungblut, do Bairro Santa Vitória, e Central, localizado junto ao Ginásio Poliesportivo.

O que é a plataforma

Desenvolvida pela empresa JTI e pela Prefeitura de Santa Cruz do Sul, a ferramenta consiste em um sistema que interliga os dados entre usuários, serviço público e as empresas do município interessadas na contratação de recursos humanos. O desenvolvimento da plataforma é parte integrante de um dos eixos do Programa Nacional de Promoção do Acesso ao Mundo do Trabalho (Acessuas Trabalho) e uma das ações do Pacto Santa Cruz pela Paz, através do Cada Jovem Conta, programa que têm entre seus propósitos criar oportunidades para os jovens no mercado de trabalho, contribuindo  para a reduzir a violência e a criminalidade e para construir um mundo de paz.

Locais de inscrição:

Cras Beatriz Frantz Jungblut
Av. Davi Severo Mânica ,369, Bairro Santa Vitória – Fone 3715 9187

Cras Central
Rua Coronel Oscar Rafael Jost ,1551, Bairro Centro – Fone 3715 1895

Cras Integrar
Rua Padre Luiz Muller, 490, Bairro Bom Jesus – 3713 4288

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/07/2023 0 Comentários 524 Visualizações
Business

Desoneração da folha avança no Congresso Nacional

Por Marina Klein Telles 13/06/2023
Por Marina Klein Telles

Após uma intensa batalha, o Projeto de Lei 334/2023, que prorroga a desoneração da folha de pagamentos até o fim de 2027 foi aprovado em votação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), no Senado Federal. A votação foi acompanhada por representantes dos 17 setores econômicos hoje beneficiados com a medida, entre eles o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira. A partir de agora o projeto parte para votação na Câmara Federal.

Ferreira destaca que o avanço da matéria é uma conquista da sociedade brasileira e um “alívio” para a atividade. “Taxar a criação de empregos não é inteligente, ainda mais em um momento de recuperação pós-pandemia. Caso a desoneração não prossiga, poderíamos perder 20% da nossa produção e mais de 30 mil empregos somente no nosso setor, em dois anos, o que teria um impacto no nível social de municípios que têm a atividade como principal fonte de renda para a população”, comenta o dirigente, ressaltando que um possível retorno do imposto previdenciário de 20% sobre a folha resultaria em uma oneração extra de mais de R$ 1 bilhão para a indústria calçadista em dois anos.

O executivo ressalta, ainda, que a matéria é um consenso, inclusive com o Governo Federal. “Mas, o Governo, e ficou muito claro na colocação do seu líder no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), quer incluir a desoneração na Reforma Tributária. O fato é que os setores não podem esperar o que pode nem mesmo ser votado ainda em 2023. Além de prejudicar o planejamento para o próximo ano, essa demanda significa insegurança para as empresas”, acrescenta Ferreira.

Boa hora

Mais um motivo de comemoração para o avanço do projeto de lei, é que ela veio em um momento de dificuldades para a atividade. Dados do MTE/CAGED apontam que a atividade perdeu 3 mil postos em abril, fruto das dificuldades no mercado externo e doméstico. “Existe um desaquecimento da economia internacional e muitas incertezas no comportamento do mercado interno. A preservação dos empregos, neste momento, é de extrema importância social para o País”, frisa. Atualmente, o setor calçadista brasileiro emprega 297 mil pessoas de forma direta em todo o Brasil.

Entenda

A desoneração da folha de pagamento está em vigor desde 2011 e, atualmente, beneficia 17 setores da economia que mais empregam no País, entre eles o calçadista. Hoje, com a medida que vigora até 31 de dezembro de 2023, as empresas dos setores contemplados podem substituir o pagamento de 20% de contribuição previdenciária sobre os salários dos funcionários por uma alíquota que vai de 1% a 4,5% sobre a receita bruta – no caso do setor calçadista, o pagamento é de 1,5%. A partir da aprovação na CAE, por 14 votos a 3, o projeto parte para votação na Câmara Federal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2023 0 Comentários 498 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo segue gerando empregos

Por Marcel Vogt 01/06/2023
Por Marcel Vogt

A economia de Novo Hamburgo segue gerando emprego com carteira assinada. Segundo balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo federal divulgado nesta quarta-feira (31), Novo Hamburgo criou 259 novos postos de trabalho em abril deste ano, o quinto melhor desempenho na Região Metropolitana.

Com isso, Novo Hamburgo já acumula 733 vagas formais de emprego. Em abril, a cidade registrava um estoque de emprego de 69.724 postos de trabalho, o quarto melhor saldo em todo o Estado, atrás apenas de Porto Alegre, Caxias do Sul e Canoas.

Em abril, o setor de serviços foi o grande destaque na geração de emprego, com 208 vagas criadas, seguido do comércio, que teve 72 novos postos de trabalho e a construção civil, com 44. Diferentemente de meses anteriores, a indústria fechou o mês em queda, fechando 64 postos de trabalho, a agropecuária teve saldo negativo de -1.

O diretor de Trabalho da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Nelson Dietrich Júnior, o Nelsinho, reforça que a oferta de emprego continua em alta em maio. A Agência Municipal de Emprego (AME) de Novo Hamburgo começou esta semana com 412 oportunidades de trabalho. Para se candidatar a uma das vagas, basta o candidato comparecer à Agência, que fica na Rua Joaquim Pedro Soares, número 349, no Centro, de segunda a sexta-feira, das 08h às 16h, com a carteira de trabalho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/06/2023 0 Comentários 500 Visualizações
Business

Líderes e empresários debatem a abertura de novos mercados

Por Marcel Vogt 10/05/2023
Por Marcel Vogt

No coração financeiro dos Estados Unidos, a décima segunda missão internacional do Grupo Voto reuniu nesta terça-feira (9), o PIB brasileiro e estadunidense para conversar com três chefes de Estado: Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul; Ratinho Junior, do Paraná; e Mauro Mendes, do Mato Grosso. Em almoço do Brasil de Ideias, no Restaurante Fasano, os líderes reforçaram a necessidade de acelerar a competitividade do país, desinchando a máquina pública e olhando com atenção para a segurança alimentar, a tecnologia e o potencial subaproveitado de energias renováveis.

Também como speaker do fórum, o secretário de Desenvolvimento Econômico de São Paulo, Jorge Lima, enfatizou que o estado mais populoso do país vem de quedas recorrentes, sobretudo na indústria. “Tínhamos um PIB de 37% que hoje é de 33% (no cenário nacional), ano a ano fomos perdendo protagonismo. Representávamos 36% da liderança da indústria, que hoje significa 28%. Estamos com um desequilíbrio de PIB no Estado”, enfatizou. “Em 100 dias, a gestão liderada por Tarcísio de Freitas conseguiu captar R$ 40 bilhões no mercado externo e o projeto é fechar o ano em R$ 120 bilhões”, afirmou Lima.

Prefeito de Osasco (SP), cidade que mais gerou empregos em plena pandemia e berço das empresas unicórnio no Brasil, Rogério Lins, compartilhou o case da cidade que incrementou a política de incentivos fiscais e viu a arrecadação triplicar em três anos. “Hoje, 25% das empresas unicórnios estão na nossa cidade, um trabalho oriundo de uma política de ousadia, olhando sem medo para o futuro. Após a chegada do Mercado Livre, em 2016, e do iFood, em 2018, seguiram-se B2W, Dafiti, Facily, Rappi, Shopper e Ascenty, que neste ano abrirá sua quarta unidade local, com investimento de R$ 220 milhões. Uber e 99 estão finalizando suas sedes locais a serem inauguradas até o fim do ano.

Karim Miskulin, presidente do Grupo Voto, avalia o evento como uma formidável oportunidade para abertura de novos mercados, diante de um cenário político de incertezas, porém com um fabuloso capital brasileiro para o trabalho.   “Quem ganha nesta construção é a sociedade. Movimentamos pessoas e negócios do mais alto calibre que resultam em investimentos internacionais, cujo fim sempre é o mesmo: melhorar a vida de quem trabalha e produz”, frisa ela.

Mato Grosso reforça a segurança alimentar

Estado estratégico do agro brasileiro, produtor de alimentos e de commodities agrícolas, o governador Mauro Mendes enfatizou que há muitas formas de gerar energia em torno do mundo, mas apenas uma forma de produzir o alimento que sai da terra: com trabalho.

“Grandes projeções apontam que o mundo até 2050 vai enfrentar importantes desafios, como o crescimento populacional, esse é um dado consolidado. Precisamos produzir alimento. E o que tem de novo nessa história? Eu respondo: as mudanças climáticas”, disse Mendes.

As mudanças climáticas, segundo o governador, afetarão os regimes de chuvas e, também, a produção de alimentos no planeta.

O berçário de capital humano do Paraná

Ratinho Junior, governador paranaense, foi categórico em dizer que a política precisa aprender com a iniciativa privada: ter planejamento estratégico, financeiro, pensar e agir a longo prazo, sem concentrar esforços pensando em um mandato apenas. “Quem pensou assim, foi reeleito. Conseguiram colocar seus estados em outro patamar de desenvolvimento –, ressaltou.

Atualmente, o Estado lidera um grande programa de formação em tecnologia, com 150 mil jovens aprendendo programação. “Nos próximos 10 anos, 65% das profissões estarão ligadas ao meio de tech, por isso estamos fazendo um berçário de mão de obra, para que as empresas dessa área possam investir no Paraná e ter capital humano para tocar a sua vida”, finalizou.

O governador ainda conclamou investidores, ao atiçar para a oportunidade da privatização da companhia de energia, a Copelmi, que fatura R$ 28 bilhões ao ano. A ideia é transformar o modelo, inspirado na Intelbrás, dando tração ao crescimento. Além disso, em junho, será efetivada a parceria pública na área de saneamento básico. Serão três lotes à disposição do mercado, com prazo para exploração de 30 anos. O Estado tem 83% de cobertura no saneamento básico, nível de países europeus.

Governadores vigilantes, disse Eduardo Leite

Eduardo Leite enfatizou internacionalmente que é preciso olhar para o Brasil, que cada vez mais amadurece na sua própria democracia. O governador disse que tem respondido muitos investidores sobre a economia nacional, mas que sempre insiste que “apesar de uma liderança no Planalto, há governadores e uma Câmara vigilante”. Reforçou que há uma velocidade tímida no governo federal e que a política é necessária para abertura da ousadia técnica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/05/2023 0 Comentários 446 Visualizações
Business

Reonerar a folha coloca mais de 30 mil empregos em risco

Por Marina Klein Telles 03/05/2023
Por Marina Klein Telles

Gerando mais de 300 mil postos de trabalho diretos em todo o Brasil, o setor calçadista nacional é um dos maiores empregadores da Indústria de Transformação no País. Nos estados do Rio Grande do Sul, Ceará, Bahia, Paraíba e Sergipe, a atividade é a que mais emprega entre os setores de manufatura. Neste contexto, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) alerta para a importância da manutenção da desoneração da folha de pagamentos que, caso não seja renovada, terminará no final deste ano.

Conforme estudo realizado pela entidade, caso a desoneração não seja renovada, o setor calçadista deve registrar uma queda de mais de 20% na sua produção, com impacto imediato no nível de emprego. “Caso retorne a contribuição nos moldes anteriores, iremos onerar a criação de empregos em um momento econômico ainda muito difícil. Não é razoável que as empresas paguem por gerar empregos”, destaca o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira.

Redução do setor

Ainda de acordo com levantamento da Abicalçados, caso a medida não seja renovada, o setor calçadista perderá, nos próximos dois anos, mais de 30 mil postos de trabalho, com uma redução produtiva estimada em mais de 180 milhões de pares de calçados por ano. “O retorno da contribuição previdenciária nos modelos anteriores traria uma oneração adicional anual de R$ 550 milhões para a indústria calçadista”, avalia Ferreira.

Esforço

No último dia 19 de abril, o presidente-executivo da Abicalçados esteve em reunião com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços Geraldo Alckmin. O objetivo foi ressaltar a importância da atividade para o Brasil e o impacto de uma possível reoneração da folha, já que o setor calçadista é massivo em mão de obra.

Entenda

A desoneração da folha de pagamento está em vigor desde 2011 e, atualmente, beneficia 17 setores da economia que mais empregam no País, entre eles o calçadista. Hoje, com a medida que vigora até 31 de dezembro de 2023, as empresas dos setores contemplados podem substituir o pagamento de 20% de contribuição previdenciária sobre os salários dos funcionários por uma alíquota que vai de 1% a 4,5% sobre a receita bruta – no caso do setor calçadista, o pagamento é de 1,5%. O projeto será debatido em uma Audiência Pública no próximo dia 23 de maio, para posteriormente ir à votação no Senado Federal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/05/2023 0 Comentários 434 Visualizações
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