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empreendedorismo

Business

Segunda edição do Aquece Jornada 4.0 acontece em 15 de setembro

Por Ester Ellwanger 14/09/2021
Por Ester Ellwanger

No dia 15 de setembro, das 11h às 12h, será realizada a segunda edição da live Aquece Jornada 4.0, encontro online que antecipa temas, conteúdos e cases da Jornada 4.0, evento que acontece durante a 30ª Mercopar – Feira de Inovação Industrial -, em Caxias do Sul. A temática da vez será Case EGII + IST Mecatrônica – Sistema de Rastreabilidade Indoor, e contará com a participação do CEO da PMETRIC System Ltda, Rodrigo de Freitas Westenhofer, e mediação do diretor executivo da Rezler, Ubiratã Rezler. O momento abordará as tecnologias digitais de rastreabilidade indoor de baixo custo aplicadas na gestão operacional tradicional. Os interessados em participar devem realizar inscrições gratuitas pelo link https://jornada40edicao4.eventize.com.br/.

A Jornada 4.0 tem como objetivo apresentar aos diversos setores da indústria um conjunto de competências que viabilizem o desenvolvimento e a adoção de tecnologias habilitadoras no ambiente de produção industrial. Na edição de 2021, abordará temas como a manufatura aditiva e digital, Big Data, Internet das Coisas, Inteligência Artificial, integração de sistemas, robótica avançada, computação em nuvem, segurança digital, sistemas de simulação e digitalização. A programação do evento contempla debates, mostras, cases e conteúdo técnico, uma oportunidade para as indústrias.

 

Durante os três dias de Mercopar 2021, também integram a programação da Feira seminários, exposição, arena e o projeto inédito Célula Conceito Indústria 4.0, uma parceria entre Rede RS Indústria 4.0, Sebrae RS e Senai/RS, que irá reproduzir, em escala real, uma célula produtiva com os conceitos da Indústria 4.0.

Serviço

Live Aquece Jornada 4.0 – Case EGII + IST Mecatrônica – Sistema de Rastreabilidade Indoor

Quando: 15 de setembro, das 11h às 12h

Inscrições: https://jornada40edicao4.eventize.com.br/

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

14/09/2021 0 Comentários 993 Visualizações
Business

Trensurb bate recorde de usuários no ano durante a Expointer

Por Ester Ellwanger 14/09/2021
Por Ester Ellwanger

De 4 a 12 de setembro, o Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, recebeu a 44ª Exposição Internacional de Animais, Máquinas, Implementos e Produtos Agropecuários, a Expointer. O metrô operado pela Trensurb foi uma das principais opções de deslocamento até o local, visto que a Estação Esteio está situada ao lado do parque de exposições. Para atender a demanda de passageiros, que costuma sempre aumentar no período da exposição, a empresa montou um esquema especial para adequar a oferta de serviços. Também houve reforço no efetivo de empregados de estações e da segurança metroviária, além de plantões de equipes de manutenção.

Durante os nove dias do evento, foram transportados 575.976 passageiros no sistema, sendo 7,4% superior à média diária de usuários transportados no mês de agosto, correspondendo a um acréscimo de 39 mil passageiros. Na sexta-feira,10, foi estabelecido o maior fluxo de usuários no ano, na qual foi registrada a marca de 100 mil passageiros. Fazendo uma comparação com o período em que ocorreu a Expointer de 2019, que representa a 43ª edição, o fluxo de passageiros chegou a atingir 180 mil usuários. A enorme diferença entre as constatações ocorreu devido a questões como o cenário econômico e a pandemia do novo coronavírus. O recorde histórico da empresa, referente ao número máximo de passageiros transportados, foi estabelecido durante o período da Expointer de 2014, onde foi registrada a marca de 228.250 usuários.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

14/09/2021 0 Comentários 421 Visualizações
Business

Bibi planeja exportar 20% da produção em 2021

Por Ester Ellwanger 09/09/2021
Por Ester Ellwanger

Reforçando a importância e qualidade do calçado Made in Brazil, desde 1970 a Bibi exporta seus produtos e inicia na década de 90 a comercialização com marca e design próprio para outros mercados. A Argentina, na América do Sul, foi o primeiro País a receber os produtos após a mudança. Atualmente, a Bibi está presente em mais de 70 países em todos os continentes via exportação direta a franqueados, lojistas multimarcas, virtuais ou, dependendo da região, também distribuidores. A produção anual de calçados é de 2 milhões de pares nos parques fabris localizados em Parobé, no Rio Grande do Sul, e Cruz das Almas, na Bahia, sendo que 20% serão destinados à exportação neste ano. Em comparação com 2019, a marca registrou um incremento de 27% na exportação de pares para países da América Latina e de 76% para a Europa.

Para a Bibi, os principais diferenciais competitivos para a exportação englobam o alinhamento com as tendências da moda mundial, as tecnologias relacionadas ao conforto e bem-estar da criança, além de uma cadeia de suprimentos altamente qualificada. Outra questão importante é a proximidade aos mercados de alto consumo e facilidades logísticas. A atuação em países da América do Sul, por exemplo, segue o mesmo calendário do Brasil. “Com base na atuação do setor como um todo, destaco a expertise na produção de calçados brasileiros, já que várias marcas estão se reinventando e apostando em tecnologias de ponta e o alinhamento com as principais tendências do mercado. E, mais especificamente falando sobre a Bibi, já somos reconhecidos pela inovação nos produtos e pelo desenvolvimento de calçados que promovem o crescimento natural e saudável do pé da criança”, revela a presidente da marca, Andrea Kohlrausch.

Durante a pandemia, a marca promoveu diversas rodadas de negócios e showrooms virtuais com o objetivo de apresentar as coleções, estreitar a relação e obter novas frentes em territórios onde não está presente. No primeiro semestre, esse trabalho foi desenvolvido em países como Rússia, França e Inglaterra. O próximo projeto seguindo as mesmas diretrizes será com foco para o Oriente Médio. “No início do ano, um dos países que se destacou na exportação foi Israel, no Oriente Médio, por ter um avanço significativo na vacinação. Mas se levarmos em conta o primeiro semestre de 2021, a Europa vem se destacando e apresentando um sell-out expressivo se comparado com outros continentes. Com uma procura maior, tivemos que efetuar alguns embarques aéreos para suprir a demanda do mercado. E isso é ótimo, mostra a recuperação. Aqui na América Latina, os principais destinos dos calçados da Bibi são para Peru, Equador, Chile e Argentina. Acreditamos em um cenário positivo com a retomada da produção”, explica Kohlrausch.

Em 2020, a Bibi lançou o e-commerce com venda direta para os consumidores da marca no Chile. O projeto completa um ano em setembro com resultados satisfatórios. Inicialmente, o canal teve um período de maturação, com números crescentes principalmente no último trimestre do ano passado. Com base nas vendas gerais, levando em conta e-commerce, multimarcas e marketplaces, as vendas no Chile tiverem um aumento de 270% quando comparados os anos de 2019 e 2020. Até o momento, neste ano, a marca de calçados já registrou um incremento de 10% em relação ao ano passado. Dessa forma, a empresa tem uma perspectiva bastante positiva para o mercado chileno e projeta um crescimento em torno de 60% em relação a 2020.
“Temos estratégias de negócios diferenciadas. Investimos na expansão da rede de franquias internacionais em mercados-alvo, que são pré-determinados pela Bibi, assim como na expansão do projeto de e-commerce internacional, acelerando assim a presença no digital no mercado externo. Atuamos de forma constante em ampliar nossa rede de distribuição, por meio de vendas diretas e pela entrada em marketplaces internacionais em mercados estratégicos”, ressalta a presidente da Bibi.

Fundada em 1949, a Calçados Bibi é referência no mercado de calçados infantis que são exportados para mais de 70 países, nos cinco continentes, como Estados Unidos, Inglaterra, Japão, China, Índia, Emirados Árabes, Argentina, Peru, entre outros. No Brasil, a marca está em mais de 3,5 mil pontos de venda multimarcas, além do e-commerce e de uma rede de franquias com mais de 130 lojas. A empresa é a única calçadista certificada pelo Selo Diamante de Sustentabilidade, produz calçados para crianças de 0 a 9 anos e desenvolveu a palmilha Fisioflex, que se ajusta à anatomia do pé, com tecnologia que proporciona a sensação de andar descalço.

Em parceria com o IBTec (Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos), a Bibi monitora todos os materiais para utilizar somente os que estão de acordo com os padrões internacionais quanto a substâncias tóxicas, assegurando o desenvolvimento saudável das crianças e a tranquilidade de pais e mães ao investir em produtos não tóxicos. A marca dispõe de um mix completo de produtos pensado para cada fase do desenvolvimento infantil e o couro é a principal matéria-prima utilizada na fabricação dos calçados. A boa relação com os distribuidores em diferentes países fez com que a rede investisse na internacionalização da franquia, com o mesmo modelo de negócio implantado em diferentes estados brasileiros. A primeira loja foi inaugurada em setembro de 2017 em Lima, capital do Peru. Hoje já são 14 operações no exterior, sendo um e-commerce no Chile que é considerado frente de loja pela marca e 13 franquias localizadas nos países da América do Sul e Central.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

09/09/2021 0 Comentários 866 Visualizações
Business

Atividade industrial avança 0,2% no RS e emprego completa 14 meses de alta

Por Ester Ellwanger 08/09/2021
Por Ester Ellwanger

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) cresceu 0,2% em julho, na comparação com junho, alcançando 4,8% acima de fevereiro de 2020, patamar anterior à pandemia, divulgou a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), nessa quarta-feira (8). “Os indicadores mostram um quadro positivo para o setor industrial gaúcho no início do segundo semestre influenciado pela reabertura gradual da economia, a queda no número de casos de Covid e o avanço da vacinação”, diz o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry. Segundo Petry, o crescimento das exportações industriais também sustenta esse cenário, assim como o agronegócio, que impulsiona o complexo metalmecânico. Ao mesmo tempo, o principal fator adverso continua sendo as restrições e, principalmente, os altos custos dos insumos e matérias-primas.

Os componentes do IDI-RS apresentaram resultados distintos em julho. Caíram as horas trabalhadas na produção, 0,6%; a massa salarial real, 0,9%; e as compras industriais, 3,1%. Por outro lado, a utilização da capacidade instalada-UCI subiu 1,9 ponto percentual, atingindo 84,3%, o maior nível desde outubro de 2008; e o emprego, 0,6%, a 14ª elevação consecutiva. O faturamento real permaneceu estável, com -0,1%.

Todas as comparações anuais, todavia, seguem influenciadas pela base deprimida do ano passado, com o IDI-RS de julho de 2021 superando em 13,4% o nível do mesmo mês de 2020. No acumulado dos sete primeiros meses, o avanço atingiu 17% frente ao mesmo período do ano passado, com altas intensas de 40,6% das compras industriais, de 19,8% das horas trabalhadas na produção e de 16% do faturamento real. Os demais componentes – UCI, com elevação de 7,6 pontos percentuais; emprego, 6,1%; e massa salarial real, 4,5% – também contribuíram para o desempenho positivo da indústria do RS no período. Em relação ao pessoal ocupado, o destaque de janeiro a julho de 2021 foi o setor de Máquinas e equipamentos, que aumentou em 19,8% as contratações.

Dos 16 setores pesquisados, apenas Máquinas e materiais elétricos registrou queda na atividade industrial, de 1%, nos sete primeiros meses de 2021. A pesquisa mostra um crescimento expressivo e disseminado. Os principais impactos positivos vieram de Máquinas e equipamentos (aumento de 37,4%), Produtos de metal (29,7%), Veículos automotores (21,9%), Químicos e refino de petróleo (10,5%) e Couros e calçados (14%).

Perspectivas

Os resultados do IDI-RS de julho, juntamente com indicadores antecedentes do setor no Rio Grande do Sul, como a confiança empresarial elevada, indicam que a tendência é positiva também para o restante do ano, avalia o presidente da FIERGS. Além da normalização cada vez maior da economia, apesar da inflação elevada e juros crescentes, os problemas com os insumos e matérias-primas tendem a diminuir.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/09/2021 0 Comentários 493 Visualizações
Business

Comércio de usados cresce 48,5% na pandemia

Por Ester Ellwanger 08/09/2021
Por Ester Ellwanger

A pandemia do coronavírus, que fez com que as pessoas tivessem mais atenção ao controle financeiro, e a preocupação cada vez maior com a preservação do meio ambiente, podem ter sido fatores que impulsionaram o aumento do mercado de produtos usados no país. De acordo com levantamento feito pelo Sebrae, com base em dados da Receita Federal, a abertura de estabelecimentos que comercializam produtos de segunda mão registrou um crescimento de 48,58%, entre os primeiros semestres de 2020 e 2021.

De acordo com o levantamento, foram abertas, no primeiro semestre desse ano, 2.104 novas empresas nesse segmento, sendo 1.875 microempreendedores individuais (MEI) e 229 empresas de pequeno porte. No mesmo período do ano passado, haviam sido criados 1.298 MEI e 118 empresas de pequeno porte. Esse incremento na abertura de novos negócios no comércio de itens usados, verificado entre os seis primeiros meses de 2020 e 2021, é o maior em seis anos.

Para o gerente de competitividade do Sebrae, Cesar Rissete, uma das formas de economizar encontrada pelas pessoas foi vender produtos que não usavam mais e que ainda tinham condições de uso, assim como a compra de artigos de segunda mão. “Tanto o apelo de preservação do meio ambiente quanto a pandemia do coronavírus fizeram com que as pessoas tivessem uma preocupação maior com o futuro e percebessem o valor dos produtos usados. Existem muitos que são praticamente novos, mesmo em produtos não tão duráveis como roupas, por exemplo”, observa o gestor.

Rissete destaca ainda que essa é uma tendência mundial e que pesquisas feitas em outros países comprovam que esse mercado ainda tem espaço para crescimento. Ele cita a pesquisa feita pela ThreadUP, uma das principais plataformas de revenda de roupas nos Estados Unidos, que mostrou o grande crescimento desse mercado durante a pandemia. “Os valores movimentados pela revenda de roupas nos EUA dobraram desde 2019 e a projeção é que esse número triplique até 2025”, pontua o gerente.

“Ter uma boa vitrine digital é essencial e, por se tratar da venda de produtos usados, é importante que o empreendedor divulgue fotos com boa resolução e descrevam a real situação do produto. A tecnologia deve ser usada para incrementar as vendas”.

A pesquisa da ThreadUP também detectou que os principais varejistas de vestuário já estão planejando como potencializar esse mercado e um dos caminhos escolhidos é a formação de parcerias: 60% acreditam que a forma mais viável de alcançar novos mercados é se unir às empresas já especializadas no segmento, porque a logística é muito diferente do que estão habituados, mas apesar disso, 28% dizem que pretendem estruturar uma operação própria.

Para os empreendedores brasileiros, Rissete recomenda que eles façam um bom planejamento, que conheçam bem seu público e saibam de quem irão comprar os produtos. Além disso, a presença no mundo digital pode favorecer uma captação maior de clientes para que ocorra uma maior recorrência de compras das mercadorias. “Ter uma boa vitrine digital é essencial e, por se tratar da venda de produtos usados, é importante que o empreendedor divulgue fotos com boa resolução e descrevam a real situação do produto. A tecnologia deve ser usada para incrementar as vendas”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

08/09/2021 0 Comentários 700 Visualizações
Business

Primeiro final de semana da Expointer 2021 reúne 18 mil visitantes

Por Ester Ellwanger 06/09/2021
Por Ester Ellwanger

O público voltou ao Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, neste final de semana, para vivenciar mais uma Expointer, depois de a feira ter sido fechada aos visitantes no ano passado. No sábado, 04 de setembro, foi registrada a venda de 7.178 ingressos. No domingo, 05 de setembro, até às 19h, foram 11.769. Embora houvesse previsão de chuva, o tempo colaborou e permitiu que os expositores restabelecessem o contato direto com o público. No Pavilhão da Agricultura Familiar, no sábado, a comercialização alcançou R$ 201,9 mil.

Nos primeiros dois dias da feira, que ocorre até 12 de setembro, as pessoas puderam perceber a execução de protocolos de saúde. Foram orientadas a usar máscara, higienizar as mãos, manter o distanciamento social. “Estamos presenciando um clima de alegria, um ambiente positivo. Os expositores nos dizem que estão felizes por estarem aqui e vemos que os visitantes estão tendo um bom comportamento”, avaliou a secretária da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), Silvana Covatti.

Também para a diretora do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), Cynthia Molina Bastos, essa largada do evento deixou uma boa impressão, lembrando que, entre as ações realizadas, há atividades educativas com o público. “O reforço dos monitores está sendo muito importante para que todos possam aproveitar o passeio com segurança”, completou a diretora.

Quem passeou pela feira neste domingo foi a enfermeira Denise Nunes. Ela estava com o marido Carlos Dalenogare e o filho Alexandre, de 8 anos. Vieram de Guaíba para visitar a feira que não viam há 10 anos. “Acho ótima essa retomada. A gente não pode perder nossa cultura. Aqui, meu filho viu alguns animais que só conhecia por meio de desenho animado, como ovelha e vaca. Ficou bem feliz, conseguiu passar a mão neles”, comemorou Denise. “As ovelhas são grandes, eu pensava que eram menores”, contou Alexandre, bem feliz.

Foto: Felipe Dalla Valle /Divulgação | Fonte: Assessoria
06/09/2021 0 Comentários 556 Visualizações
Ensino

Fundação Estudar oferece curso gratuito para jovens a atingirem seu objetivo de carreira

Por Ester Ellwanger 06/09/2021
Por Ester Ellwanger

A Fundação Estudar, organização sem fins lucrativos, abre inscrições para o curso Decisão de Carreira Na Prática. A iniciativa gratuita, por tempo indeterminado, é online e traz uma série de vídeo aulas e ferramentas poderosas usadas em processos de mentoria para que os jovens tenham maior clareza sobre suas aspirações e possíveis trilhas de carreira. O objetivo da organização é auxiliar os alunos a refletirem sobre como desenvolver a sua motivação e auto realização na sua profissão e propor inspirações para mostrar que qualquer mudança profissional é possível.

O Decisão de Carreira é direcionado para aqueles que procuram encontrar um trabalho alinhado com seus interesses e habilidades para ter mais realização pessoal e profissional no cotidiano. Dividido em cinco módulos, o curso possibilita a exploração de conexões valiosas, além de um maior conhecimento de mercado viabilizando a identificação do que te motiva e te realiza dentro da sua carreira e até abrindo a cabeça para outras possíveis.
Além disso, também conta com uma curadoria feita por especialistas em educação que inclui materiais inspirados em grandes centros de excelência como Harvard e o curso de Design Your Career de Stanford, certificado de 6 horas emitido pela Fundação Estudar, 21 dias de curso, definindo uma jornada rápida, intensa e cheia de descobertas em experiências com autoconhecimento, entendimento do mercado e definição de um plano de carreira.

O conteúdo é exclusivo e conta com a narrativa de histórias reais, como a de Ana Cláudia Michels que recomeçou do zero trocando a carreira de modelo para realização do sonho de criança de se tornar médica. Ela fala sobre a vivência transformadora, ressaltando a importância de tangibilizar os sonhos em pequenas metas e objetivos e mostra que com um plano de ação alinhado, vontade de fazer acontecer e clareza em seus próximos passos, qualquer mudança pode ser feita.


“Nós pensamos no curso como algo que irá abraçar uma dor geral do jovem inserido no contexto atual (momento de grandes mudanças e novas tendências no mercado, momento de alta competitividade que os convida a definir no que querem ser muito bons, e principalmente o momento de autocuidado e introspecção para refletir sobre qual trabalho vai fazê-lo mais feliz também nas segundas-feiras). Queremos mostrar outras perspectivas para a carreira desses jovens’’, explica Anamaíra Spaggiari, diretora-executiva da Fundação Estudar.

A iniciativa também conta com a participação de pessoas inspiradoras que irão ajudar os jovens a se decidirem nesse momento difícil de carreira. Maria Luisa Lange, especialista em conteúdo educacional e Vinícius Estrela, gerente de canais indiretos na Cargell são os facilitadores do curso. Também conta com convidados com trajetórias de carreiras inspiradoras e diferentes entre si. Flavia Flaugeres, fundadora da Learntofly, uma plataforma digital para mentoria e autoconhecimento, Cristiane Pedote, líder de pessoas, desenvolvendo negócios e criando ambientes de trabalho cooperativos, Daniela Barone e Victor Paolillo, líderes da Fundação Estudar e Cecília Braga, analista de sustentabilidade na WayCarbon.

 

Serviço

Inscrições: https://conteudos.napratica.org.br/decisao-de-carreira-na-pratica/
Quanto: Gratuito (por tempo limitado)
Carga horária: de 5 à 10 horas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/09/2021 0 Comentários 595 Visualizações
Business

Aplicativo do RS é o melhor em custo-benefício na pesquisa Delivery, Refeições e Produtos

Por Ester Ellwanger 04/09/2021
Por Ester Ellwanger

A Delivery Much, plataforma de delivery que atua no interior do país, ficou em primeiro lugar entre os aplicativos de refeição com o melhor custo-benefício percebido pelos clientes, segundo o estudo Delivery, Refeições e Produtos, da CVA Solutions. A empresa também aparece na quarta posição no quesito Força de Marca, sendo um dos aplicativos mais usados pelos consumidores na hora de pedir comida. A pesquisa foi realizada entre junho e julho de 2021 e ouviu 3,2 mil pessoas de 13 grandes cidades e outros municípios menores do Brasil, para entender o comportamento e hábitos dos clientes de delivery.

Com mais de 3 milhões de usuários, a Delivery Much está presente em mais de 300 municípios de 22 estados e vem crescendo ano a ano pelo interior do país por meio de franquias e operações próprias. O aplicativo registrou alta de 69% no número de clientes em 2020 e os pedidos dobraram em meio a pandemia. “Diante das restrições, o delivery acabou sendo o maior aliado para os lojistas manterem seus negócios e uma forma segura para os consumidores. As pessoas experimentaram a comodidade de pedir comida em casa e o serviço se tornou ainda mais presente na vida delas”, avalia Pedro Judacheski, CEO e sócio fundador da Delivery Much.

A entrega de comida ainda representa a maior parte do serviço disponível no aplicativo da Delivery Much, onde o cliente tem acesso a restaurantes, bares e lanchonetes locais com cardápios, preços e promoções exclusivas. Entretanto, a empresa está ampliando os serviços e já oferece delivery para supermercados, farmácias, pet shops e comércios de água e gás em muitas regiões. No total, já são mais de 17 mil lojas cadastradas. “Ouvir o cliente é sempre um ótimo atalho, eles nos trazem insumos de grande valor. Os usuários encontram na Delivery Much um app com diversos benefícios, tanto econômicos quanto de conveniência. Esse é um esforço consciente que viemos fazendo para oferecer boas promoções e garantir a adesão de lojistas parceiros. Ter uma boa oferta é apenas um dos pontos, também investimos para que a experiência dentro e fora do aplicativo seja a melhor possível”, reforça Vinícius Dambros, diretor de marketing da empresa.

Fundada em 2011 na cidade gaúcha de Santa Maria e com sede atual em Florianópolis (SC), a Delivery Much oferece uma plataforma full service, ou seja, em um único app é possível gerenciar pedidos, pagamentos e entregas. No entanto, assim como ocorre com muitos comércios de cidades pequenas, que ainda não se digitalizaram, os entregadores nem sempre estão dentro da plataforma, sendo uma das frentes em expansão da Delivery Much.

“Hoje, muitos estabelecimentos contratam seus próprios entregadores, que ficam disponíveis para apenas um comércio, o que no grande centro já não ocorre. Por isso, um dos nossos investimentos é estender a digitalização para os entregadores, gerando demanda de trabalho e conectando eles com os restaurantes e o consumidor final”, explica Judacheski.

Perspectivas

A pesquisa da CVA Solutions também mostrou que os brasileiros estão satisfeitos com os serviços de delivery de refeições e produtos existentes e que os problemas reportados diminuíram, se comparado aos dados do ano passado. O gasto médio mensal dos pedidos de comida aumentou 9,6%, mas a média da frequência no uso de delivery para refeições diminuiu, passando de 6,13 vezes por mês em 2020 para 5,82 em 2021. Segundo o levantamento, isso é reflexo da reabertura de alguns setores de comércio e restaurantes.

No entanto, para Judacheski, a perspectiva para os próximos anos é de ampliação do delivery, pois a abrangência no mercado brasileiro ainda é baixa e muitas cidades, principalmente no interior, ainda não possuem uma opção para pedidos online.

“Mesmo com o crescimento rápido do delivery impulsionado pela pandemia, o mercado brasileiro ainda é pouco penetrado, com 84% ainda não explorado. Se pegarmos cidades com até 300 mil habitantes, esse número sobe para 92%. Mas estamos passando por uma transformação cultural e o delivery veio para ficar. O propósito da Delivery Much é democratizar esse serviço e expandi-lo para além dos grandes centros, levando tecnologia e a melhor experiência ao usuário para todo o interior”, analisa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2021 0 Comentários 928 Visualizações
Business

Fábrica de calçados inicia exportação para quatro países

Por Ester Ellwanger 03/09/2021
Por Ester Ellwanger

De Monte Alverne para o mundo. Com sede no interior de Santa Cruz do Sul, a indústria de calçados Shalom iniciou neste mês a confecção de 810 pares do tênis feminino da marca própria Priva que serão exportados para Israel. A fábrica corre para atender também pedidos da Colômbia, Equador e República Dominicana.
Atuando há muitos anos apenas como terceirizada em uma parte do processo de confecção de um calçado, a costura, a Shalom resolveu neste ano aproveitar as oportunidades e crescer. Contratou profissionais experientes no mercado, abriu um escritório em Campo Bom, e iniciou o desenvolvimento de um produto e uma marca própria.

Em junho, começaram a sair do forno os primeiros pares do Priva, um tênis feminino 100% em couro legítimo, com 12 modelos diferentes. Desde então, já foram quase cinco mil vendidos. O processo de confecção agora é integral na fábrica: do couro ao produto final dentro da caixa direto para a loja.


Conforme a proprietária, Elza Maria de Mello Silveira, em 2020, a pandemia fez com que a empresa tivesse de demitir 25 funcionários. Mas com o novo produto e a conquista de vários mercados no Brasil e no mundo, só neste ano já contrataram um número maior, passando de 70 empregados atualmente. E cartazes na porta de entrada avisam que estão à procura de mais homens e mulheres.

“Estamos produzindo 120 pares por dia, mas queremos chegar a 400, 500 pares. Isso no início, pois pensamos em expandir ainda mais”, diz uma otimista Elza, que administra o empreendimento ao lado do filho Cristian Rafael Silveira.

A prefeita Helena Hermany, o vice-prefeito Elstor Desbessell, o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Márcio Farias Martins, o subprefeito do distrito, Júlio Mahl, além de servidores do Município, estiveram hoje visitando a indústria para conhecer o novo produto e também ouvir as demandas dos proprietários. O principal pedido é para a reativação de uma linha de ônibus do Centro para Monte Alverne, pois muitas pessoas estão interessadas em trabalhar na Shalom, mas necessitam do transporte público.

“Fiquei impressionada com o crescimento da empresa. Já tinha visitado ela há muitos anos, quando trabalhavam só com a costura, estão de parabéns pela coragem em investir e empreender. Podem contar com a Prefeitura para que consigam expandir ainda mais, a geração de emprego e renda, ainda mais no interior, é muito positiva”, disse a prefeita Helena Hermany.

Foto: Tiago Rech /Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2021 0 Comentários 625 Visualizações
Business

Empresas têm até 8 de setembro para se inscrever no Projeto Comprador da Mercopar 2021

Por Ester Ellwanger 03/09/2021
Por Ester Ellwanger

Os interessados em participar do Projeto Comprador da 30ª Mercopar – Feira de Inovação Industrial – tem até o dia 8 de setembro para realizar as inscrições. Com o objetivo de gerar conexões entre empresas e novos negócios, a iniciativa integra a programação do Salão de Negócios e acontece durante os três dias do evento, de 5 a 7 de outubro de 2021, das 14h às 19h, no Centro de Feiras e Eventos da Festa da Uva, em Caxias do Sul/RS. As inscrições devem ser feitas pelo site do Sebrae/RS.

Já tradicional no Salão de Negócios, o Projeto Comprador terá rodadas presenciais e digitais, com estimativa de 200 compradores de grandes e médias empresas e 400 vendedores. A empresa interessada deve realizar a inscrição e solicitar as reuniões que deseja participar, indicando com quais compradores gostaria de agendar. A solicitação passa por validação que, após aprovada, gera uma agenda com os horários disponíveis para as reuniões.

Visando a aproximar grandes, micros e pequenas empresas atendidas pelo Sebrae por meio do cruzamento das ofertas e demandas das organizações, o Projeto Comprador realizou em 2020 2.224 reuniões, com 112 compradores e 340 vendedores.

Projeto Comprador – Salão de Negócios Mercopar

Data: 5 a 7 de outubro de 2021
Horário: das 14h às 19h
Inscrições: www.sebraers.com.br/rodadasdenegocios, até 3 de setembro

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2021 0 Comentários 501 Visualizações
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