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Empreendedorismo brasileiro

Simples Nacional
Business

Empresários devem ficar atentos com o fim da prorrogação dos vencimentos do Simples Nacional

Por Gabrielle Pacheco 24/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os donos de pequenos negócios precisam ficar atentos ao calendário. Aqueles que optaram por prorrogar os pagamentos dos tributos federais do Simples Nacional, relativos aos meses de março, abril e maio, terão de cumprir esse compromisso a partir de outubro. Após seis meses de prorrogação dos vencimentos, devido a pandemia de Covid -19, não há sinalização por parte do governo de um novo adiamento.

Desde julho as micro e pequenas empresas optantes do Simples Nacional já voltaram a pagar as guias mensais dos meses de apuração correspondentes. Além disso, em julho, agosto e setembro também já houve o pagamento cumulativo da guia do mês com o ICMS e ISS de abril, maio e junho, que haviam sido prorrogadas por três meses. Atualmente, os pequenos negócios optantes do Simples no Brasil já somam 17,72 milhões, sendo 10,6 milhões de microempreendedores individuais (MEI) e 7,08 milhões de micro e pequenas empresas.

De acordo com o gerente de políticas públicas do Sebrae, Silas Santiago, não há nenhuma indicação de que o governo fará uma nova prorrogação de vencimentos tributários. Ele avalia que os próximos três meses não serão fáceis para os empresários, que terão de arcar com a guia do mês mais os tributos federais que foram prorrogados.

Segundo ele, diante das dificuldades que ainda permanecem por causa da pandemia, o Sebrae tem atuado junto ao Congresso Nacional para a aprovação de medidas que amenizem esses pagamentos acumulados. “Estamos trabalhando pela aprovação no Senado Federal, do PLP 200/2020 que institui a moratória dos tributos vencidos entre 1º de abril de 2020 e 30 de setembro de 2020; e do PLP 224/2020 que institui o PREX-SN que trata de uma renegociação de débitos tributários do Simples Nacional. Para que possamos ao menos garantir a sobrevivência de diversas micro e pequenas empresas”, contou Silas.

Algumas medidas já foram tomadas

 

Em julho deste ano, em meio à pandemia, a Receita Federal anunciou que as
empresas inscritas no Simples Nacional não serão excluídas por débitos
tributários em 2020. A medida foi resultado de uma demanda do Sebrae, que
também vem sensibilizando estados e municípios para que adotem a mesma
prática, em decorrência da crise econômica que o país e o mundo atravessam
por causa da Covid-19.

“A Receita teve uma decisão muito acertada. Não seria muito adequado excluir empresas nesse ano totalmente atípico, no qual a pandemia paralisou as atividades de grande parte do país”, analisou Santiago. Segundo ele, a medida permite que as empresas continuem no Simples e busquem a renegociação dos seus débitos tributários por meios existentes.

No Portal Sebrae, os empresários podem conferir informações completas sobre
o pagamento dos tributos por meio do Simples Nacional.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
24/09/2020 0 Comentários 594 Visualizações
Business

Fórum da Liberdade debate os propósitos do empreendedor brasileiro

Por Gabrielle Pacheco 09/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

O segundo dia da 32ª edição do Fórum da Liberdade iniciou nesta terça-feira, 9, com o painel Empreendendo a Liberdade. Participaram do encontro o CEO e fundador do Brasil Paralelo, Henrique Viana; o CEO da Amaro, Dominique Oliver; e o diretor-executivo da Escola de Administração Pública (ENAP), Diogo Costa.

Os convidados falaram sobre os desafios e as oportunidades do empreendedorismo no país, dividindo experiências e orientando caminhos para prosperar.

Henrique Viana, CEO e fundador do site Brasil Paralelo, contou sobre o surgimento da empresa e como trabalhar por um propósito pode ser a diferença para o sucesso. “Tudo começou a partir de encontros realizados entre pessoas com um propósito em comum: debater a situação política e econômica do país, e as diferentes ideologias. Queríamos transformar nossa paixão em algo maior, e empreendemos na maneira de enviar a mensagem, daí surgiu a Brasil Paralelo”, explicou Viana.

A partir da produção de conteúdos em vídeos sobre momentos da história brasileira de forma independente, a empresa foi se consolidando e tornando-se rentável, com um faturamento quatro vezes maior em 2017.  Hoje, a nossa plataforma de conteúdo tem mais de 30 mil assinantes e constantemente reavaliamos o nosso modelo de negócio”, finalizou o palestrante.

O economista e CEO da Amaro – uma marca de moda totalmente digital -, Dominque Oliver, explicou como inovou na criação e gestão da empresa a partir do controle de dados. “Minha experiência em bancos de investimentos americanos me abriu os olhos para a oportunidade de levar a moda para um ambiente totalmente digital em mercados de países emergentes, desafiando a cadeia de negócio tradicional”, explicou Oliver.

Para ele, a utilização de dados permite o controle total dos resultados. “A partir das informações obtidas conseguimos medir a satisfação do nosso público, criar e testar novos produtos e personalizar o ambiente virtual para deixar com a cara do cliente”.

Diogo Costa, diretor-executivo da Escola Nacional de Administração Pública, finalizou o painel destacando que as dificuldades de empreender no país não impedem o brasileiro de abrir seu negócio próprio. “Segundo dados do Banco Mundial, o Brasil está em 109º lugar na facilidade de fazer negócios. Apesar dos número negativos, o brasileiro não deixa de empreender, seja por necessidade ou oportunidade”, avaliou o palestrante.

Para Costa, é preciso valorizar o crescimento no número de empreendedores no Brasil, que já atinge mais de 50 milhões. “É preciso estimular um ambiente competitivo e que foque em gestão qualificada, pois isso é essencial para o crescimento da economia e do desenvolvimento social”, finalizou.

Foto: Fernando Conrado/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/04/2019 0 Comentários 733 Visualizações
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