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economia

Política

Dívida de Novo Hamburgo com o Ipasem é de R$ 657,4 milhões

Por Jonathan da Silva 18/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Novo Hamburgo informou que a dívida com o Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores Municipais (Ipasem-NH) soma R$ 657.421.386,05, referente ao saldo de parcelamentos firmados ao longo de diferentes gestões para cobrir despesas não pagas em previdência e assistência. O levantamento foi realizado pela administração hamburguense e detalha os acordos firmados ao longo dos anos, identificando períodos, gestões e responsáveis, com o objetivo de apresentar o impacto financeiro atual dessas obrigações no orçamento público.

O valor divulgado corresponde apenas ao saldo ainda a ser quitado, sem incluir os montantes já pagos. Segundo o levantamento, mais de R$ 537,2 milhões já foram destinados ao pagamento dessas dívidas, elevando o total de recursos comprometidos ao longo do tempo para cerca de R$ 1,2 bilhão. Atualmente, o município desembolsa aproximadamente R$ 52,5 milhões por ano para honrar os parcelamentos em andamento.

A Prefeitura afirma que parte desses recursos poderia ser direcionada a áreas como saúde, educação, infraestrutura e serviços públicos, mas segue comprometida com a amortização de débitos acumulados. Há parcelamentos com prazo de quitação que se estendem até 2043.

Origem dos débitos

Os registros indicam que os atrasos nos repasses ao Ipasem-NH começaram em junho de 1995, durante a gestão do então prefeito Atalíbio Foscarini. O primeiro parcelamento foi formalizado em dezembro de 1996, na administração do então prefeito Elio Giacomet, no valor de R$ 6 milhões.

Entre 1997 e 2004, na gestão do ex-prefeito José Airton dos Santos, foram firmados seis acordos de parcelamento, ampliando o passivo previdenciário. Ao longo dos anos seguintes, diferentes administrações realizaram novas renegociações, incorporando débitos anteriores a novos acordos.

O levantamento aponta que parte significativa do saldo atual está vinculada a acordos firmados em diferentes períodos administrativos. Na gestão do ex-prefeito Jair Foscarini, em 2007, foi formalizado parcelamento que hoje soma R$ 268.782.479,01, sendo que a maior parte das obrigações teve origem em gestões anteriores.

Na administração do ex-prefeito Luís Lauermann, em 2015, foram aprovados quatro acordos que totalizam R$ 110.423.715,30 em débitos previdenciários. Já na gestão da ex-prefeita Fátima Daudt, foram realizados parcelamentos entre 2017 e 2023, somando R$ 252.415.297,82 em previdência e assistência.

Na atual gestão, do prefeito Gustavo Finck, foi formalizado em 2025 um parcelamento de R$ 25.799.893,92, referente a valores não repassados no exercício anterior. Há ainda previsão de um novo parcelamento em 2026, estimado em R$ 18 milhões, que não está incluído no cálculo atual.

Impacto financeiro recente

A administração hamburguense afirma que o atraso nas contribuições previdenciárias em 2025 ocorreu em razão de um déficit financeiro herdado, estimado em cerca de R$ 117 milhões, além de aproximadamente R$ 80 milhões em despesas não empenhadas que precisaram ser quitadas no mesmo período. Segundo a Prefeitura, esse cenário impactou o caixa do município e contribuiu para o não pagamento, no prazo, das contribuições referentes aos últimos meses de 2025.

O que é o Ipasem-NH

O Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores Municipais de Novo Hamburgo foi criado em 1992 para administrar o sistema previdenciário dos servidores públicos municipais. A autarquia é responsável pela gestão das contribuições e pelo pagamento de benefícios como aposentadorias e pensões, além de oferecer assistência à saúde por meio de rede credenciada.

O financiamento do regime ocorre por meio de contribuições mensais dos servidores e do próprio Município, seguindo as regras dos Regimes Próprios de Previdência Social, que preveem a participação conjunta no custeio do sistema.

Foto: Ramon Belmonte/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/03/2026 0 Comentários 40 Visualizações
Variedades

Fórum de Inovação da Granpal planeja ações de 2026

Por Jonathan da Silva 18/03/2026
Por Jonathan da Silva

O Fórum de Inovação do Consórcio Granpal reuniu recentemente seus integrantes para discutir os eventos previstos para 2026 e temas relacionados à inovação nas gestões municipais. O encontro tratou da participação em agendas nacionais e regionais, para alinhar estratégias e promover o desenvolvimento econômico das cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre. Durante a reunião, foram debatidas as participações no South Summit 2026 e no SecOps Summit, ambos em Porto Alegre, no 7º Fórum de Proteção de Dados, em Canoas, e no Regeneration Summit, em Guaíba. Os eventos fazem parte do calendário de atividades consideradas estratégicas para o próximo ano.

O coordenador do Fórum e secretário de Inovação de Porto Alegre, Luiz Carlos Pinto, comentou o objetivo do encontro. “O ano já começa forte com muitos eventos, e eles mostram como a inovação e suas vertentes estão associadas ao desenvolvimento econômico. O fórum é muito ativo, com redes internacionais e mais um ano de entregas importantes”, afirmou Pinto.

Pautas do encontro

Além da agenda de eventos, o grupo tratou de pautas como o uso de dados nas administrações municipais, o desenvolvimento de clusters e grupos estratégicos, a incorporação de práticas de proteção de dados nas gestões públicas e a avaliação de mecanismos inovadores de compras públicas. Também foram discutidas ações relacionadas ao apoio de procuradores nesses processos.

Cooperação internacional

O Fórum de Inovação também realizou interação com a Bloomberg, em um programa de intercâmbio de boas práticas. A iniciativa possibilitou a análise de possíveis avanços em sistemas de integração de processos de licenciamento e no posicionamento estratégico de negócios nas cidades.

Foto: UffiziCom/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/03/2026 0 Comentários 60 Visualizações
Business

Stihl Brasil registra faturamento de R$ 4 bilhões em 2025

Por Jonathan da Silva 12/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Stihl Brasil registrou um faturamento de R$ 4 bilhões em 2025, crescimento de 25% em relação ao ano anterior e recorde histórico da empresa no país. De acordo com a companhia, o resultado foi impulsionado principalmente pelas exportações, com vendas destinadas a 73 países. O desempenho ocorre no ano em que o Grupo Stihl completa 100 anos e antecede novos investimentos e lançamentos previstos para 2026.

Segundo a empresa, o resultado também está associado à consolidação do Hub Latam, estrutura criada para regionalizar a gestão de operações na América Latina e ampliar a atuação da companhia na região.

De acordo com o presidente da Stihl Latam, Cláudio Guenther, o desempenho financeiro está relacionado à estratégia de inovação, ampliação de canais de venda e fortalecimento da presença da marca em diferentes mercados. “Alcançar a marca histórica de R$ 4 bilhões em faturamento não é apenas um reflexo de volume, mas da assertividade da estratégia. Inovações no portfólio, canais de vendas qualificados, avanço do e-commerce como alternativa de atendimento aos clientes e as constantes campanhas da marca são algumas das ações que fortalecem nossa relação com o mercado. Também ampliamos nossa atuação com a regionalização por meio do Hub Latam – que conta com 32 países -, uma decisão que no Brasil visa otimizar nossos processos e nos aproximar ainda mais das culturas e das reais necessidades dos mercados locais. Tudo isso, atrelado ao nosso crescimento de 25%, comprova que estamos no caminho certo: unindo a qualidade que nos trouxe até aqui com a visão de futuro necessária para os próximos 100 anos”, afirma Guenther.

Planos para 2026

Para 2026, a empresa prevê o lançamento de 16 novos produtos no Brasil, entre equipamentos a bateria, elétricos e a combustão. Com os novos itens, o portfólio deverá alcançar 124 soluções. A companhia também prevê investir R$ 101 milhões no período, com foco em tecnologia, automação e capacitação de colaboradores e revendedores.

Centenário da marca

O centenário do Grupo Stihl em 2026 marca a trajetória iniciada em 1926, quando o fundador Andreas Stihl iniciou a operação da empresa em uma oficina na cidade de Stuttgart, na Alemanha. Atualmente, a companhia atua globalmente no desenvolvimento de equipamentos a bateria e a combustão voltados a áreas como silvicultura, paisagismo e uso residencial.

O presidente do Conselho Supervisor e Conselho Consultivo da empresa, Dr. Nikolas Stihl, afirma que o centenário também representa um momento de renovação estratégica. “Qualquer empresa que chega aos 100 anos não alcançou essa marca confiando apenas na tradição. Uma empresa só pode se manter bem-sucedida por um século se conhecer suas raízes, ao mesmo tempo em que reconhece quando é hora de começar um novo capítulo. Com isso, nosso aniversário não é apenas um momento para olhar para trás, mas também um momento de reconhecer a nossa força oriunda da herança, da expertise em engenharia e da coragem para inovar”, pontua Stihl.

Energia renovável

Entre os projetos recentes da empresa está a implantação do abastecimento com biometano na fábrica localizada em São Leopoldo. O combustível renovável é produzido a partir de resíduos orgânicos e substitui parte do uso de gás natural fóssil.

A iniciativa é realizada em parceria com a empresa Ultragaz e prevê redução anual de cerca de 4.080 toneladas de dióxido de carbono (CO₂). Com a implementação do sistema, aproximadamente dois terços do gás consumido na unidade brasileira passarão a vir de fontes sustentáveis.

Inicialmente, o biometano será utilizado em processos industriais, como fusão de alumínio e geração de energia térmica, com possibilidade de expansão para abastecimento da frota logística. “A Stihl tem uma meta global de reduzir 40% das emissões de energia fóssil até 2030, e vamos atingir esse objetivo já em 2026. Depois de estudar várias alternativas, vimos no biometano uma solução que combina sustentabilidade, viabilidade técnica, econômica e segurança de fornecimento. O projeto também faz sentido localmente: estamos em São Leopoldo, próximo ao aterro do município, que produz mais de 60 mil metros cúbicos de biometano por dia. Essa proximidade torna o abastecimento mais eficiente e de baixo impacto”, relata Guenther.

Estrutura regional na América Latina

Em agosto de 2025, o Grupo Stihl colocou em operação o Hub Latam, estrutura voltada à regionalização da gestão na América Latina. O projeto reúne, além do Brasil, Argentina, Colômbia, México e Peru, que possuem subsidiárias de vendas da empresa, além de outros 27 países importadores da América Latina e do Caribe.

A sede do Hub Latam está localizada na unidade fabril da empresa em São Leopoldo. Cláudio Guenther acumula a presidência da Stihl Latam e da Stihl Brasil.

No modelo de operação, as áreas de marketing, vendas, produtos, serviços e logística terão gestões independentes. No Brasil, a liderança dessas áreas ficará com o vice-presidente de Marketing e Vendas da Stihl Brasil, Romário Britto. Os demais países ficarão sob responsabilidade do vice-presidente de Marketing e Vendas, Juan González, que anteriormente atuava como gerente-geral nas unidades da empresa no México e na Colômbia.

O que é a Stihl

A Stihl atua no mercado brasileiro de ferramentas motorizadas portáteis voltadas aos setores florestal, agropecuário, de construção civil, conservação e jardinagem profissional, além do uso doméstico. Os produtos da empresa estão disponíveis em mais de 5,2 mil pontos de venda no país e também por meio da loja online.

No Brasil, a companhia mantém fábrica em São Leopoldo, além de três centros de distribuição localizados em São Leopoldo, Jundiaí-SP e Benevides-PA. A empresa conta com aproximadamente 3,4 mil colaboradores no país.

A matriz do grupo está localizada em Waiblingen, na Alemanha, e a empresa possui presença em mais de 160 países, com rede formada por mais de 55 mil revendedores especializados. A produção global ocorre em unidades instaladas na Alemanha, Brasil, Estados Unidos, Áustria, Suíça, China, Filipinas e Romênia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2026 0 Comentários 82 Visualizações
Business

Comércio gaúcho projeta aumento nas vendas no Dia do Consumidor

Por Jonathan da Silva 11/03/2026
Por Jonathan da Silva

O comércio do Rio Grande do Sul espera aumento nas vendas com a chegada do Dia do Consumidor, celebrado em 15 de março, data que se consolidou como um dos principais períodos promocionais do primeiro semestre. A expectativa do setor é de que campanhas e ofertas realizadas pelos lojistas impulsionem o consumo mesmo em um cenário econômico considerado desafiador, marcado por fatores que impactam o poder de compra da população.

De acordo com a Federação das Câmaras de Comércio e de Serviços do Rio Grande do Sul (FCCS-RS), a data passou a ocupar posição estratégica no calendário do varejo, especialmente por estimular promoções e ações comerciais voltadas à atração de consumidores.

Expectativa do setor

Segundo o presidente da FCCS-RS, Vitor Augusto Koch, o período é comparado a outro momento de forte movimentação no comércio. “O Dia do Consumidor já é considerado a ‘Black Friday’ do primeiro semestre, pela intensidade das promoções que o comércio oferece aos seus clientes. Isso ajuda a incrementar vendas, especialmente em um período onde se registra menor consumo. Mesmo com a atual situação inconstante da economia brasileira e mundial, temos uma expectativa positiva de comercialização de produtos aqui no estado”, avalia Koch.

O dirigente também destaca que, nos últimos anos, a data passou a se estender para além de um único dia, com a realização da chamada Semana do Consumidor.

Relacionamento com clientes

De acordo com Vitor Augusto Koch, o período também é utilizado pelas empresas para fortalecer o relacionamento com os consumidores. “O fundamental desta ocasião é poder reconhecer e valorizar quem movimenta diariamente a economia e é o patrimônio mais importante de toda empresa, o consumidor. É uma grande oportunidade para agradecer a confiança dos clientes e fortalecer a relação entre empreendimentos e consumidores, que forma a base de sustentação do comércio”, salienta o dirigente.

A entidade recomenda que os lojistas utilizem o período para promover campanhas promocionais, apresentar novidades e desenvolver experiências de compra voltadas ao público. Segundo a federação, essas estratégias podem contribuir para ampliar as vendas e estimular a circulação de renda nas cidades.

Perfil do consumidor

Estudos recentes indicam que consumidores estão cada vez mais atentos ao planejamento de compras e à pesquisa de preços. De acordo com os dados apresentados, 63% dos consumidores aguardam promoções antes de realizar compras e 48% afirmam planejar suas aquisições com base na comparação de preços.

As mulheres representam 54% do público comprador, enquanto os homens correspondem a 46%. A faixa etária com maior volume de compras está entre 25 e 34 anos.

Setores com maior procura

Nos últimos anos, os segmentos que registram maior procura durante o Dia do Consumidor incluem moda, saúde, beleza, vestuário e acessórios.

Também apresentam desempenho relevante os setores de bebidas e alimentação, além de eletrodomésticos e eletroeletrônicos, especialmente quando as empresas promovem ofertas e campanhas promocionais durante o período.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/03/2026 0 Comentários 77 Visualizações
Variedades

Produtividade da soja no RS fica abaixo da média nacional

Por Jonathan da Silva 10/03/2026
Por Jonathan da Silva

A produtividade da soja no Rio Grande do Sul tem ficado abaixo da média registrada em outros estados brasileiros nos últimos cinco anos, segundo análise apresentada nesta terça-feira (10) durante o 36º Fórum Nacional da Soja, realizado no Auditório Central da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque. A avaliação foi apresentada pelo fundador da Veeries e especialista em inteligência de mercado para o agronegócio, Marcos Rubin, durante debate que reuniu especialistas para discutir competitividade, cenário produtivo e perspectivas para as cadeias da soja e do milho.

O evento integrou a programação técnica da 26ª edição da Expodireto Cotrijal. Durante a palestra “2026: O Novo Ciclo da Soja e do Milho: entre safras recordes e mudanças na demanda”, Marcos Rubin apresentou dados e ferramentas voltadas à análise do mercado agrícola.

Cenário da produtividade

Na apresentação, Rubin exibiu dados sobre o desempenho da soja nos últimos anos e afirmou que a produtividade no Rio Grande do Sul tem ficado abaixo da média observada em outros estados brasileiros.

Segundo o especialista, fatores climáticos têm contribuído para esse cenário, além de limitações no investimento nas lavouras. “Além do clima tem sobrado menos dinheiro para investir em novas safras”, ressaltou o especialista.

Demanda por biodiesel

Durante a palestra, Rubin também destacou o potencial da produção de biocombustíveis como alternativa para ampliar a demanda por soja no país. “A nova China para o Brasil é a geração de biodiesel. No Brasil, existe um mercado interno considerável para comercialização de biodiesel. A gente tem uma oportunidade gigantesca. Então, se aplicarmos o biocombustível no futuro, ele vai ser o principal responsável pelo crescimento da demanda de soja no Brasil nos próximos anos”, concluiu o palestrante.

Perspectivas do cenário internacional

Rubin também apresentou gráficos comparativos sobre a evolução da produção de soja no cenário internacional. Segundo ele, o Brasil ampliou significativamente sua produção nos últimos dez anos em comparação com os Estados Unidos.

Sobre as perspectivas futuras, o especialista afirmou que há sinais mais positivos para o segundo semestre, mas destacou fatores de incerteza no cenário internacional. “Eu acho que existem fatores imponderáveis como as consequências da guerra Estados Unidos-Irã. Tem um fator que não é benéfico nessa questão da guerra, que é o fertilizante. A gente não sabe por quanto tempo, mas os preços já subiram”, constatou Rubin.

Infraestrutura e logística

Além da análise de mercado, o fórum também abordou desafios relacionados à infraestrutura e à logística do agronegócio brasileiro. A programação incluiu a palestra “Da adversidade à vantagem competitiva: o novo ciclo estratégico do Termasa”, apresentada pelo vice-presidente da Cooperativa Central Gaúcha Ltda. (CCGL) e dos terminais portuários Termasa-Tergrasa, Guillermo Dawson Jr.

Durante a apresentação, Dawson Jr. falou sobre o papel da infraestrutura portuária e da logística integrada na competitividade do setor. “O momento da soja é uma preocupação constante que vai desde o clima até questões comerciais, em um contexto mundial de guerras. Nos cabe dar as melhores condições de infraestrutura logística para que a soja possa ingressar nos mercados”, afirmou o especialista.

Terminais portuários

O dirigente também apresentou informações sobre a trajetória dos terminais Termasa-Tergrasa, localizados no Porto de Rio Grande. Segundo ele, o empreendimento surgiu no final dos anos 1960 a partir de uma iniciativa de cooperativistas que buscavam alternativas para o escoamento da produção de grãos.

O terminal tornou-se o primeiro terminal graneleiro do país em 1972. Atualmente, o Termasa passa por um processo de reconstrução após um acidente envolvendo um navio, com investimento estimado em R$ 600 milhões. As obras devem se estender até outubro de 2026.

Abertura do fórum

Na abertura do fórum, o presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), Paulo Pires, destacou a relevância do encontro, que chega à 36ª edição e ocorre pelo 26º ano consecutivo dentro da Expodireto Cotrijal. “Eu acho que a questão mais importante do Fórum da Soja é a interação. Nós temos basicamente representantes de cooperativas, de empresas, do sistema financeiro e é nesse contexto que temos uma seleção muito grande de debates no sentido convergente para solucionar os problemas”, ressaltou Pires.

O 36º Fórum Nacional da Soja é promovido pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), pela Cotrijal e pela Cooperativa Central Gaúcha Ltda. (CCGL), com apoio do Sistema Ocergs/Sescoop-RS.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2026 0 Comentários 76 Visualizações
Variedades

Campo Bom lança evento voltado a inovação e empreendedorismo

Por Jonathan da Silva 10/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Campo Bom e a Universidade Feevale realizam o lançamento oficial do Campo Bom Expo.Summit nesta quarta-feira, 11 de março, às 19h. O evento ocorre em Campo Bom e tem como objetivo apresentar à comunidade, ao setor empresarial e a parceiros o projeto que pretende reunir iniciativas ligadas à inovação, tecnologia, empreendedorismo e desenvolvimento econômico para fortalecer o ecossistema de negócios da região. A atividade é gratuita e aberta ao público.

A programação inicia às 19h com a abertura institucional. Às 19h30min ocorre um painel com o CEO da Raiô Benefícios, presidente do South Summit Brazil e cofundador da 4all, José Renato Hopf, e com a economista Patrícia Palermo. Durante o encontro, os convidados abordarão o cenário e as perspectivas econômicas.

José Renato Hopf

O CEO da Raiô Benefícios, presidente do South Summit Brazil e cofundador da 4all, José Renato Hopf, iniciou sua trajetória liderando a área de inovação do Banrisul. Posteriormente, fundou a Getnet, considerada por muitos como o primeiro unicórnio brasileiro.

Em 2015, criou a empresa 4all, especializada em experiência digital. Em 2023, fundou a Raiô, empresa brasileira de benefícios corporativos, onde atua como CEO. Hopf também é presidente e cofundador do Grupo Four, que reúne empresas como 4all, Uhuu!, Wine Locals, Ground e South Summit Brazil. Além disso, atua na Endeavor Brasil e integra o Conselho de Desburocratização e Empreendedorismo do Estado do Rio Grande do Sul.

Patrícia Palermo

A economista Patrícia Palermo é mestre e doutora em Economia Aplicada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atua como professora universitária desde 2004 e possui experiência no assessoramento econômico de empresas, entidades empresariais e cooperativas de crédito.

Em 2016, foi reconhecida como Economista do Ano pelo Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Sul.

Objetivo do Expo.Summit

De acordo com a organização, o Campo Bom Expo.Summit foi criado para promover a inovação, o empreendedorismo e a conexão entre universidades, empresas e poder público, com foco no desenvolvimento econômico e tecnológico do município e da região.

Serviço

  • O quê: Lançamento oficial do Campo Bom Expo.Summit
  • Quando: Quarta-feira, 11 de março, às 19h
  • Onde: Campo Bom
  • Quanto: Evento gratuito e aberto à comunidade
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2026 0 Comentários 107 Visualizações
Business

Mercado de veículos no RS registra queda no primeiro bimestre de 2026

Por Jonathan da Silva 09/03/2026
Por Jonathan da Silva

O mercado de veículos zero quilômetro no Rio Grande do Sul registrou retração em fevereiro e também no acumulado do primeiro bimestre do ano. De acordo com dados divulgados pelo Sincodiv/Fenabrave-RS, foram emplacadas 12.277 unidades no estado em fevereiro, número 4,2% inferior ao registrado em janeiro, quando foram comercializados 12.815 veículos. Na comparação com fevereiro de 2025, quando foram vendidas 14.048 unidades, a queda foi de 12,58%.

No acumulado de janeiro e fevereiro de 2026, o mercado gaúcho soma 25.092 veículos comercializados, frente a 28.900 unidades no mesmo período do ano anterior, o que representa retração de 13,18%.

Comparação com o mercado nacional

Segundo o Sincodiv/Fenabrave-RS, o desempenho de fevereiro acompanha características sazonais do início do ano, período marcado por férias, retomada gradual das atividades econômicas e menor número de dias úteis.

Mesmo assim, o desempenho do estado ficou abaixo da média nacional. Enquanto o mercado gaúcho registrou retração de 4,2% em relação a janeiro, o mercado brasileiro apresentou crescimento de 2,25%. Na comparação com fevereiro de 2025, o Rio Grande do Sul teve queda de 12,58%, enquanto o país registrou alta de 4,13%. No acumulado do ano, o estado apresenta recuo de 13,18%, enquanto o mercado nacional cresce 5,73%.

Com esse desempenho, o Rio Grande do Sul passou a ocupar a 11ª colocação no ranking nacional de vendas de veículos, atrás de estados como São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Bahia, Santa Catarina, Pernambuco, Pará, Goiás e Ceará.

Desempenho do segmento de automóveis

O segmento de automóveis registrou 5.995 unidades vendidas em fevereiro, número 2,93% inferior ao de janeiro, quando foram comercializadas 6.176 unidades.

No acumulado do primeiro bimestre, o segmento soma 12.171 unidades, frente a 14.012 no mesmo período de 2025, representando retração de 13,14%.

O presidente do Sincodiv/Fenabrave-RS, Jefferson Fürtstenau, afirma que o desempenho precisa ser analisado dentro do contexto do início do ano. “Apesar de o Rio Grande do Sul figurar na sexta colocação nacional em vendas de automóveis no acumulado, o mês de fevereiro ele contabilizou a 5ª colocação, esse resultado também reflete um mês de janeiro mais fraco para o segmento. Ainda assim, em fevereiro o Estado vendeu mais automóveis do que o Rio de Janeiro, que ocupa a quarta colocação geral no ranking geral”, salienta Fürtstenau.

Comerciais leves

O segmento de comerciais leves registrou 1.478 unidades vendidas em fevereiro, queda de 11,18% em relação a janeiro, quando foram comercializadas 1.664 unidades.

No acumulado do bimestre, o volume soma 3.142 unidades, frente a 4.141 no mesmo período de 2025, retração de 24,12%.

De acordo com a entidade, o desempenho está relacionado ao cenário econômico do agronegócio no estado, setor que possui relação direta com a demanda por picapes e utilitários.

Caminhões

O segmento de caminhões registrou 471 unidades em fevereiro, redução de 1,88% em comparação com janeiro.

No acumulado do bimestre foram 951 unidades comercializadas, frente a 1.524 no mesmo período de 2025, o que representa retração de 37,6%.

Apesar da redução no volume, o Sincodiv/Fenabrave-RS destaca que o segmento possui ticket médio elevado e continua representando parcela importante da movimentação econômica do setor no Estado, mantendo a quinta colocação no ranking nacional.

Ônibus

O segmento de ônibus registrou 50 unidades vendidas em fevereiro, queda de 32,43% em relação a janeiro, quando foram comercializadas 74 unidades.

No acumulado do bimestre, o volume soma 124 unidades, frente a 234 no mesmo período de 2025, retração de 47,01%.

Com o desempenho, o segmento também perdeu posição no ranking nacional, passando da sexta para a oitava colocação.

Motocicletas

O segmento de motocicletas registrou 2.922 unidades vendidas em fevereiro, retração de 3,6% em relação a janeiro.

No acumulado do bimestre, foram comercializadas 5.953 unidades, contra 5.799 no mesmo período de 2025, crescimento de 2,66%.

Apesar da alta, o desempenho gaúcho permanece abaixo da média nacional, onde o segmento registra crescimento mais acelerado.

Impacto das motocicletas no ranking nacional

Segundo o levantamento, o baixo volume de vendas de motocicletas influencia diretamente a posição do Rio Grande do Sul no ranking nacional de comercialização de veículos.

No acumulado do bimestre, o Ceará registrou 25.786 veículos vendidos, superando o Rio Grande do Sul, que contabilizou 25.092 unidades. A diferença se amplia quando observado o segmento de duas rodas: o estado nordestino comercializou 17.133 motocicletas, enquanto o Rio Grande do Sul registrou 5.953 unidades.

Situação semelhante ocorre na comparação com o Pará, que ocupa a oitava posição no ranking nacional. O estado soma 29.980 veículos vendidos no bimestre, enquanto o Rio Grande do Sul registra 25.092. A principal diferença também está nas motocicletas: o Pará comercializou cerca de 24 mil unidades, frente às 5.953 vendidas no Estado gaúcho.

Avaliação do setor

Para o presidente do Sincodiv/Fenabrave-RS, o desempenho registrado no início do ano deve ser acompanhado com cautela. “É claro que a queda nesses dois primeiros meses preocupa. No entanto, quando observamos os segmentos de automóveis e caminhões, que possuem os maiores tickets médios, o Rio Grande do Sul continua apresentando bom desempenho e relevância no mercado nacional. Importante aguardar o desempenho de março, que apresenta forte perspectiva de recuperação, para avaliarmos o primeiro trimestre do ano”, conclui Jefferson Fürtstenau.

De acordo com a entidade, o comportamento do mercado nos próximos meses dependerá da evolução do cenário econômico, da recuperação de setores estratégicos como o agronegócio e da manutenção das condições de crédito ao consumidor.

Foto: Senivpetro/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 85 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne suína crescem em fevereiro

Por Jonathan da Silva 09/03/2026
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína totalizaram 122,1 mil toneladas em fevereiro de 2026, um volume 6,7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados na sexta-feira (6) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O crescimento foi impulsionado principalmente pela demanda de mercados asiáticos, com destaque para as Filipinas, que ampliaram as importações do produto brasileiro no mês.

De acordo com a ABPA, em fevereiro de 2025 haviam sido embarcadas 114,4 mil toneladas de carne suína. Já neste ano, o volume chegou a 122,1 mil toneladas.

Crescimento também financeiro

Em receita, as vendas internacionais do setor somaram US$ 284,1 milhões no mês, valor 4,1% superior ao obtido no mesmo período do ano passado, quando as exportações alcançaram US$ 272,9 milhões.

No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o Brasil exportou 238,4 mil toneladas de carne suína, crescimento de 8,1% em relação ao mesmo período de 2025, quando o volume foi de 220,5 mil toneladas.

A receita gerada pelas exportações também apresentou aumento no período. Nos dois primeiros meses de 2026, o setor somou US$ 554,4 milhões, frente aos US$ 510,9 milhões registrados no primeiro bimestre do ano anterior, o que representa crescimento de 8,5%.

Principais destinos

Entre os mercados importadores, as Filipinas ampliaram a liderança como principal destino da carne suína brasileira. Em fevereiro, o país importou 40,9 mil toneladas, volume 77,4% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado.

Na sequência aparecem Japão, com 12,1 mil toneladas, aumento de 34,8%, e China, com 11,1 mil toneladas, queda de 43%. Também figuram entre os principais destinos Chile, com 8,8 mil toneladas, alta de 6%, e Hong Kong, com 8 mil toneladas, retração de 40%.

Outros mercados relevantes foram Singapura, com 5,4 mil toneladas (-16,6%), Argentina, com 4,3 mil toneladas (-10,5%), Uruguai, com 4 mil toneladas (+8,7%), México, com 3,2 mil toneladas (+8%) e Geórgia, com 3,1 mil toneladas (+122%).

Exportações por estado

Entre os estados exportadores, Santa Catarina manteve a liderança em fevereiro, com 57 mil toneladas embarcadas. O volume, porém, representa queda de 7,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Na sequência aparecem o Rio Grande do Sul, com 29,7 mil toneladas exportadas e crescimento de 24,1%, o Paraná, com 20,6 mil toneladas (+15,3%), Mato Grosso, com 3,9 mil toneladas (+39,2%) e Minas Gerais, com 3,1 mil toneladas (+34,3%).

Avaliação do setor

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, avaliou que a expansão em diferentes mercados tem contribuído para o desempenho das exportações. “O avanço expressivo em mercados como Filipinas e Japão demonstra a confiança dos importadores no status sanitário, na regularidade de fornecimento e na competitividade da proteína produzida no Brasil. Ao mesmo tempo, a diversificação de destinos tem ampliado a segurança da pauta exportadora, reduzindo a dependência de mercados específicos e abrindo novas oportunidades comerciais. Neste cenário, fatores como a credibilidade sanitária, a capacidade produtiva e a eficiência logística do setor brasileiro deixam de ser apenas condicionantes e passam a se consolidar como diferenciais estratégicos para sustentar o crescimento das exportações ao longo do ano”, comentou Santin.

Foto: Bearfotos/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 84 Visualizações
Política

Tribunal de Contas emite parecer favorável às contas de Gramado de 2023

Por Jonathan da Silva 06/03/2026
Por Jonathan da Silva

O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul emitiu parecer prévio favorável às contas de governo da Prefeitura de Gramado referentes ao exercício de 2023, período em que o prefeito em exercício era Nestor Tissot (PP), que segue no comando do executivo gramadense hoje. O documento foi recebido pela Câmara de Vereadores de Gramado, que agora dará andamento aos trâmites previstos no Regimento Interno para análise legislativa e divulgação das informações.

Conforme estabelece o artigo 147 do Regimento Interno da Câmara de Gramado, após o recebimento e o protocolo do parecer prévio do Tribunal de Contas, cabe à presidência da casa determinar a divulgação da conclusão pelo prazo de 24 horas, inclusive por meios eletrônicos. Também é responsabilidade da presidência providenciar a inclusão do documento no expediente da primeira sessão plenária subsequente.

Após a leitura em plenário, o parecer será encaminhado à Comissão de Orçamento, Finanças e Contas Públicas da Câmara, que ficará responsável por realizar a instrução do processo legislativo relacionado à análise das contas.

Consulta pública

Além da tramitação interna no legislativo, as contas do exercício em julgamento serão disponibilizadas para consulta pública. O acesso às informações ficará aberto pelo prazo de 60 dias para interessados, permitindo a análise da documentação referente à gestão pública municipal.

O procedimento segue os trâmites previstos na legislação e integra as etapas de fiscalização e acompanhamento da aplicação dos recursos públicos no município.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/03/2026 0 Comentários 65 Visualizações
Projetos especiais

Portão lança Programa Avança Portão com foco no desenvolvimento econômico

Por Jonathan da Silva 04/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Portão lançará o Programa Avança Portão no próximo dia 9 de março. A iniciativa é uma política pública estruturada para organizar a estratégia de desenvolvimento econômico local que integra poder público, setor produtivo, universidades e instituições financeiras, com planejamento anual, metas definidas e acompanhamento de indicadores voltados à geração de emprego, estímulo à competitividade e fortalecimento das empresas. O lançamento ocorrerá às 19h30min, no Centro de Eventos Antônio Dias, com recepção a partir das 19h.

O Avança Portão está organizado em cinco pilares: desburocratização e melhoria do ambiente de negócios; capacitação empresarial; conexão e geração de oportunidades; fortalecimento industrial e inovação; e ampliação do acesso a crédito.

Entre as ações previstas estão aceleração da abertura de empresas, modernização da Lei de Incentivos, rodadas de negócios, visitas técnicas às empresas, capacitações para micro e pequenas empresas, diagnóstico do setor industrial e eventos voltados à inovação e tecnologia.

O calendário anual inclui iniciativas como o Portão Delas, marcado para os dias 25 e 26 de março; o Conecta Portão, com início das visitas técnicas às empresas; o Impulsiona Empreendedores – 1ª edição; a Rodada de Negócios – 1ª edição; o Portão + Produtivo; o Ambiente de Negócios; Linhas de Crédito para Desenvolvimento; o Impulsiona Empreendedores – 2ª edição; a Rodada de Negócios – 2ª edição; o Portão Inova Tech; o Fórum de Desenvolvimento Econômico; e o Prêmio Destaque Portão Empreende.

Impacto no município

O Comitê de Governança do programa está em atuação desde o início de janeiro, com reuniões quinzenais e itinerantes realizadas junto às entidades parceiras. O grupo trabalha na estruturação dos eixos estratégicos, com definição de prioridades, cronogramas e indicadores de acompanhamento.

Para a secretária de Administração e Governo de Portão, Andrea Schneider Pascoal, o Avança Portão posiciona o município em um novo patamar de organização econômica. “Estruturamos um modelo de governança que cria previsibilidade para quem empreende e estabelece metas claras para o poder público. Desenvolvimento não acontece por acaso — ele é planejado, monitorado e construído em parceria”, comentou a titular da pasta.

Portão assume uma posição de liderança ao estruturar uma política permanente de desenvolvimento econômico. Estamos organizando o município para crescer com responsabilidade, competitividade e visão de futuro. Esse é um movimento coletivo que fortalece nossa economia e projeta a cidade no cenário regional”, destacou o prefeito de Portão, Kiko Hoff (PP).

Lançamento oficial

O lançamento oficial ocorre no Centro de Eventos Antônio Dias, em Portão, reunindo empresários, empreendedores, instituições de ensino, instituições financeiras, entidades representativas e autoridades regionais. O evento marca o início da agenda permanente de desenvolvimento econômico do município.

Entidades parceiras

O programa conta com a adesão de CICs Portão; CDL Portão; CDI Mulher Portão; Sebrae; Senac; Associação Comercial, Industrial e de Serviços; Sicredi; Banco do Brasil; Banrisul; Sicoob; Cresol; Unisinos; Universidade Feevale; IERGS; Estácio; UniCesumar.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/03/2026 0 Comentários 107 Visualizações
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