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desenho animado

Variedades

“Cidade Amarela” leva show de fantoches com lições de vida para plataforma de streaming

Por Marcel Vogt 14/07/2023
Por Marcel Vogt

O uso de fantoches é uma das formas mais simples e antigas de se contar histórias. Buscando resgatar essa tradição e levá-la às telas para o público infantil, a Lumine lançou “Cidade Amarela”. A série é uma produção original da plataforma de streaming, e seu primeiro episódio  “O Ratinho do Campo e o Ratinho da Cidade”, está disponível gratuitamente no YouTube.

A primeira temporada, dividida em cinco partes, tem como pano de fundo as Fábulas de Esopo. Todos os dias, na hora de colocar seu filho para dormir, um pai compartilha uma série de histórias. Em comum, elas trazem um ensinamento universal, buscando ajudar as crianças a lidar com dilemas morais no seu dia a dia.

Calma e artesanalidade: na contramão da indústria do entretenimento

“Os desenhos atuais são muito computadorizados, complexos, acelerados e em 3D. Nós quisemos retomar um formato clássico, que é o fantoche, para transmitir mensagens profundas e valores elevados. De um jeito leve e divertido, tratamos sobre honestidade, persistência e importância da família, entre outros temas”, diz a diretora e roteirista Julia Sondermann.

Ela escreveu o roteiro e dirigiu a animação ao lado de Gustavo Leite. A trilha sonora também é assinada pelo Gustavo, com produção da série sob responsabilidade de Janaína Martins. Dois ilustradores participaram do processo.

Segundo Gustavo Leite, a Lumine buscou fazer a série do modo mais artesanal possível. “Foi tudo do zero. Cada frame da animação foi pensado como um quadro de arte, para ser harmônico por si só. Não utilizamos fundos genéricos ou desfocados, como se tornou comum nas produções infantis em todo o mundo. Tudo foi feito a mão e com referências artísticas. E esse esforço gera um produto único, bem diferente da lógica industrial e de escala que hoje é corrente”, destaca. “Resgatamos a arte do fantoche, mas com uma estética nova, belas imagens e profundidade de campo”, acrescenta.

Para a confecção dos fantoches, foi contratado um artista que dedicou toda sua vida a essa forma de expressão: Evaldo Gambim. Os bonecos foram encomendados pela equipe de produção, e suas roupas todas, personalizadas.

“Nosso objetivo foi que ‘Cidade Amarela’ se parecesse com um livro animado, e não com um desenho frenético. Queremos devolver um pouco de calma para as crianças, com um ritmo que possam, além de assistir, observar a série no detalhe. E, assim, proporcionar um momento especial. Teve muito zelo”, pontua Julia, que adianta que a segunda temporada já está em produção.

Pensado para as crianças

Fundador da Lumine, Matheus Bazzo ressalta que esse lançamento e os demais itens do acervo da Lumine Kids, seção infantil da plataforma de streaming, passam por muitas discussões. “Sabemos a responsabilidade que é produzir conteúdo para criança. Por isso, refletimos muito sobre os atos de cada personagem e sobre as mensagens que queremos transmitir.”

As preocupações não se encerram aí. A plataforma de streaming é a única que tem o recurso de definir o tempo de consumo para o público infantil. Os pais podem estabelecer, por exemplo, 15 minutos como limite para seus filhos e, depois desse período, a reprodução é automaticamente interrompida. “Somos absolutamente comprometidos com a qualidade dos nossos conteúdos. Mas só isso não basta. O tempo é uma questão fundamental. Com o timer, os pais têm a possibilidade de definir isso também”, expressa Bazzo. “Acreditamos muito que a utilização das telas, sobretudo pelas crianças deve se dar de forma bastante cautelosa e consciente, evitando qualquer tipo de prejuízo ao desenvolvimento.”

Outras funcionalidades se somam a essa na seção infantil, que foi criada há quase dois anos e conta com um design diferenciado, que traz mais cores e suavidade nas informações. A curadoria seleciona quais títulos ficam disponíveis nessa área do aplicativo. E, caso ocorra uma alteração do perfil kids para o normal, é solicitada a inclusão de senha, o que impede que as crianças acessem conteúdos diferentes daqueles recomendados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2023 0 Comentários 593 Visualizações
Cultura

90 anos de Mickey Mouse: dez curiosidades sobre o personagem

Por Gabrielle Pacheco 25/10/2018
Por Gabrielle Pacheco

Passaram-se 90 anos desde sua criação e Mickey Mouse continua vivo na memória de crianças e adultos ao redor do mundo, e é a franquia número 1 da The Walt Disney Company.

Em seu nonagésimo aniversário, confira algumas curiosidades do personagem mais icônico do mundo:

1. No início, o personagem principal de Walt Disney não era Mickey…

E sim Oswald, o coelho sortudo. Walt Disney acreditava que o personagem seria um sucesso, mas em uma viagem para tentar conseguir dinheiro para a produção, os investidores deram uma resposta negativa e, como os direitos autorais do personagem pertenciam a eles, assumiram o controle do personagem.

2. O primeiro nome de Mickey Mouse, na verdade era…

Mortimer! Após a reunião com os investidores de Oswald, Walt Disney e sua esposa voltaram a Los Angeles em um trem onde, Walt passou o tempo criando um ratinho alegre e com grandes orelhas redondas.

3. O nome “Mickey” foi sugerido por outra pessoa

Lillian, esposa de Walt, achou o nome Mortimer muito pretensioso e sugeriu Mickey. A partir daí, nascia um astro!

4. Nem tudo foi sucesso no começo!

Após criar o personagem, Walt Disney começou a trabalhar imediatamente no primeiro desenho animado de Mickey Mouse: Plane Crazy. O entusiasmo desapareceu quando nenhum distribuidor quis comprar o filme. Em sua segunda tentativa, Walt produziu outro desenho animado mudo intitulado Mickey, The Gallopin’ Gaucho, porém a Warner Bros. havia iniciado os filmes falados.

5. A estreia de Mickey Mouse nos cinemas foi um grande marco…

Com Steamboat Willie, Mickey Mouse fez sua estreia nas telas de cinema em 18 de novembro de 1928, no Colony Theatre de Nova York, como o astro do primeiro desenho animado com som sincronizado.

6. As primeiras palavras de Mickey foram…“Hot-dog! Hot Dog!”, a fala faz parte do curta-metragem The Karnival Kid (1929). Daquele momento em diante, na maioria dos curtas de Mickey durante a Segunda Guerra Mundial foi o próprio Walt Disney que deu voz a Mickey.

7. Mickey Mouse possui nomes diferentes em alguns idiomas

Apesar do nome Mickey Mouse ser conhecido no mundo todo, em italiano, é chamado de Topolino; em alemão, é o Micky Maus; em espanhol, Raton Mickey; em sueco, Musse Pigg; e em mandarim, Mi Lao Shu.

8. Mickey participou da cerimônia do Oscar duas vezes

Em 1998, o personagem subiu ao palco para entregar um envelope ao ator Tom Selleck. Já em 2003, Mickey voltou a aparecer na cerimônia como animação ao lado da atriz Jennifer Garner.

9. Mickey Mouse chegou à televisão em 1950

Nesta década, Walt produziu um especial de Natal para televisão chamado One Hour in Wonderland. O desenho clássico Relojoeiros das Alturas (1937) também foi apresentado como parte das comemorações de fim de ano.

10. Mickey Mouse foi o primeiro personagem de desenhos animados a ser amplamente licenciado

O primeiro livro de Mickey Mouse foi publicado em 1930, e a Ingersoll Watch Company produziu o primeiro relógio do Mickey em 1933.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/10/2018 0 Comentários 1,2K Visualizações

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