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dentista

Saúde

Especialista explica causas da sensibilidade dentária e como tratar o problema

Por Jonathan da Silva 19/09/2024
Por Jonathan da Silva

A sensibilidade dentária é um desconforto comum que ocorre quando a dentina, uma camada interna do dente, fica exposta. De acordo com a cirurgiã-dentista de Novo Hamburgo, Dra. Kátia Blume, essa exposição geralmente acontece devido à perda de esmalte, que é a camada protetora dos dentes, ou à retração gengival, deixando a dentina mais vulnerável.

De acordo com a especialista, diversos fatores contribuem para o problema, como a má escovação, cáries, má oclusão e até mesmo procedimentos como o clareamento dental, que torna o esmalte mais poroso temporariamente. Nos casos em que a sensibilidade é causada por retração gengival, Kátia explica que a escovação inadequada ou muito agressiva é uma das principais causas. “Escovas com cerdas duras e o uso excessivo de força ao escovar os dentes podem retrair a gengiva, expondo a dentiFotona e provocando a sensibilidade”, alerta a cirurgiã-dentista.

Além disso, problemas de oclusão dentária, quando a mordida está desalinhada, também podem levar à retração gengival e, consequentemente, à sensibilidade.

Como tratar

Para tratar a retração gengival e aliviar a sensibilidade, há diversas opções disponíveis. Kátia destaca o enxerto de gengiva como uma solução eficaz. Nesse procedimento, parte da gengiva do céu da boca é enxertada na área retraída. Outra alternativa é o uso de resinas que recobrem a área exposta.

Em casos mais leves, a aplicação de flúor no consultório e o uso de pastas dentais específicas para sensibilidade também são recomendados. “Essas pastas possuem substâncias que bloqueiam os túbulos da dentina, reduzindo a sensibilidade”, explica a especialista.

Mesmo pacientes que sofrem com sensibilidade podem realizar o clareamento dental, desde que com acompanhamento profissional. Kátia Blume recomenda o clareamento a laser, que permite o uso de produtos para proteger as áreas sensíveis durante o procedimento.

Além disso, a alimentação também desempenha um papel importante. “Alimentos ácidos, como frutas cítricas e refrigerantes, podem agravar a sensibilidade, pois aceleram a desmineralização da dentina”, destaca a cirurgiã-dentista, que ressalta ser essencial buscar orientação adequada para tratar e prevenir a sensibilidade dentária, garantindo um sorriso saudável e confortável.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/09/2024 0 Comentários 434 Visualizações
Saúde

Dia Mundial da Saúde Bucal: a importância de visitar o dentista regularmente

Por Marina Klein Telles 18/03/2024
Por Marina Klein Telles

Na próxima quarta-feira, dia 20 de março, é celebrado o Dia Mundial da Saúde Bucal. A data foi estabelecida pela Federação Dentária Internacional (FDI) com o objetivo de inspirar mudanças de comportamento em prol do cuidado da saúde da boca. “A preocupação com a saúde bucal passa, também, pela boa alimentação, autoestima e, evidentemente, refletindo na saúde do corpo como um todo. A campanha chama atenção a cuidados para evitar os problemas mais comuns, como cáries, tártaro, gengivite e mau hálito, até mais complexos, como a perda de dentes, alterações na mastigação e, inclusive, a detecção do câncer de boca”, explica a cirurgiã-dentista e Coordenadora de Saúde Bucal do Sesc/RS, Aline H. Gagliardi Mota.

Responsável por coordenar as 32 clínicas odontológicas do Sesc/RS espalhadas em 31 cidades gaúchas, a especialista destaca que, além dos cuidados individuais em casa, visitas regulares ao dentista são essenciais para manter saudável esta área do corpo. O ideal, segundo ela, é manter a regularidade de consultas a cada seis meses. Veja a seguir o porquê.

Prevenção de problemas

Consultas regulares permitem que o dentista identifique problemas dentários em estágios iniciais. Isso inclui cáries, doenças gengivais e outras condições. “Quanto mais cedo um problema com a saúde bucal for detectado, mais fácil e menos dispendioso será tratá-lo”, resume Aline.

Limpeza profissional

Mesmo com uma boa higiene bucal em casa, há áreas da boca que são difíceis de alcançar com os instrumentos que temos em casa. “O dentista realiza uma limpeza profissional, removendo placa bacteriana e tártaro, o que ajuda a prevenir doenças gengivais e as cáries, que são o principal problema de saúde bucal dos brasileiros”, aponta a dentista.

Aconselhamento personalizado

O dentista pode fornecer orientações específicas para a saúde bucal com base nas necessidades individuais de cada paciente. “Isso inclui, inclusive, dicas sobre escovação, uso do fio dental, dieta e outros cuidados”, destaca Aline.

Detecção precoce de câncer de boca

Durante as consultas, o dentista verifica sinais de câncer de boca, doença que afeta os lábios e o interior da cavidade oral. A detecção precoce aumenta as chances de tratamento bem-sucedido. Dados do Atlas da Mortalidade por Câncer (SIM), apontam que 6.338 pessoas morreram em decorrência do tumor no Brasil em 2021.

Monitoramento de tratamentos anteriores

Ao paciente que já passou por tratamentos dentários anteriores, visitas regulares permitem que o dentista avalie o progresso e faça ajustes conforme necessário.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/03/2024 0 Comentários 477 Visualizações
Saúde

Dentistas ajudam a entender relação do coronavírus com a saúde bucal

Por Ester Ellwanger 25/10/2021
Por Ester Ellwanger

A importância da atuação dos dentistas tem sido ressaltada durante a pandemia, quando o atendimento a pessoas internadas e pesquisas vêm mostrando que estar atento à saúde bucal pode ajudar a diminuir a gravidade da covid-19, assim como já se sabia sobre outras doenças.

Um dos estudos mais recentes, realizado por um grupo de cientistas da Universidade do Cairo, no Egito, em parceria com membros da Academia Americana de Cardiologia, mostrou que a má saúde bucal aumenta o risco de desenvolvimento da covid-19 na forma grave, especialmente em pessoas com algum problema cardíaco. A pesquisa avaliou o estado de saúde bucal, a gravidade dos sintomas da covid e os níveis de proteína C reativa – que determinam quando há inflamação no corpo – além do tempo de recuperação de 86 pacientes egípcios com doenças cardíacas e covid-19.

“Eles confirmaram estudos anteriores que mostram que a cavidade oral é um reservatório para patógenos respiratórios e que relacionam a má higiene bucal com o risco de complicações por covid e doenças cardiovasculares”, comenta o dentista e especialista em Saúde Coletiva na Neodent, João Piscinini.


Outro estudo publicado no Journal of Clinical Periodontology, revista da Federação Europeia de Periodontologia (Fep), concluiu que problemas gengivais levam um paciente a ter 3,5 vezes mais chances de ser internado pelo coronavírus e uma probabilidade de 4,5 vezes maior de precisar de um ventilador mecânico.

As ligações entre o vírus e a boca não param por aí. Pacientes que já portam o vírus podem vir a apresentar aftas e feridas na mucosa oral, como mostrou o Journal of Dental Research. Além das doenças virais, diversas outras complicações podem indicar alertas pela boca, como sífilis, leucemia, anemia, cirrose e até diabetes.

Além dos consultórios

Dentro das Unidades de Tratamento Intensivo, os cuidados bucais se tornaram um procedimento essencial para auxiliar na recuperação e também para evitar a proliferação do coronavírus. A higienização e descontaminação da cavidade bucal de forma correta e com os materiais adequados garantem que a boca fique livre de microrganismos que podem agravar o quadro do paciente. De acordo com um manual desenvolvido e publicado pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO), em parceria com a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amibi), o vírus pode agravar problemas pulmonares a partir da alteração da microbiota bucal, que é o conjunto de microrganismos que habitam a boca.

Por esse motivo, além de médicos, enfermeiros e fisioterapeutas, os profissionais de odontologia também integraram equipes de UTIs da covid em vários hospitais. A experiência e a atuação dos dentistas dentro desses ambientes foram primordiais para o processo de recuperação dos pacientes internados, sem colocar a equipe profissional em risco.

O especialista em Saúde Coletiva João Piscinini comenta que o perfil multiprofissional das equipes que atuam na linha de frente da covid-19 é um dos grandes aprendizados da pandemia, além do reforço da relação entre saúde bucal e saúde sistêmica. “Precisamos estar atentos aos sinais de que a boca pode nos dar de como vai a saúde de uma maneira geral. Neste período, percebemos como é crucial garantir que nosso corpo esteja forte e nutrido, em todas as áreas. O cuidado com a saúde bucal também como uma ação preventiva a outras doenças foi evidenciado”, comenta Piscinini.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/10/2021 0 Comentários 595 Visualizações
Saúde

Açúcar: o grande vilão da boca das crianças

Por Ester Ellwanger 12/10/2021
Por Ester Ellwanger

Não é novidade para ninguém que criança adora chocolates, doces, refrigerantes, entre outros alimentos ricos em açúcar. O problema é o consumo desenfreado deles, aliado à uma má escovação, se torna o ambiente propício para a proliferação de cáries, e muitos pais nem sabem disso.

Exemplo disso é que números do Ministério da Saúde mostram que 53,4% das crianças brasileiras de até cinco anos têm ou já tiveram cárie. Na opinião do dentista Dr. Luciano Martins, este consumo excessivo de açúcar é um dos grandes responsáveis por este contexto. “Afinal, este elemento serve como uma espécie de ‘alimento’ para as bactérias cariogênicas, e com a falta de uma escovação adequada, o ambiente se torna o mais propício possível para isso”. Além disso, o dentista observa: “O açúcar não tem valor nutricional, mas o exagero dele pode trazer outros problemas, por exemplo inflamação gengival e proliferação de outras bactérias”.

Um grande erro que as famílias cometem, lembra Dr. Luciano, é que muitas famílias pensam que pelo fato da troca de dentes ocorrer por volta dos seis anos de idade, não há problemas em oferecer estes alimentos à criança. “Isso é um grande erro, E as pessoas não sabem que essa conduta pode inclusive prejudicar o processo de dentição. Pois a perda precoce dos dentes de leite pode causar uma desordem no surgimento dos permanentes, causando problemas oclusais, apinhamento, dentre outros problemas. Soma-se a isso que a lesão causada pela cárie pode se prolongar até o germe do dente permanente, afetando ele também”.

Para evitar esta série de transtornos, Dr. Luciano recomenda medidas simples que qualquer família pode seguir: “Basta ter uma higienização de qualidade, com uso de creme dental com flúor e do fio dental. Lembre-se de que a escovação deve ser feita desde que surgir o primeiro dente do bebê, e explique a ela que os cuidados devem ser tomados ao longo de toda sua vida”, completa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/10/2021 0 Comentários 649 Visualizações

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

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