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dengue

Saúde

Novo Hamburgo tem um novo caso confirmado de dengue

Por Gabrielle Pacheco 23/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Novo Hamburgo, por meio da Gerência de Vigilância em Saúde, confirma a ocorrência de mais um caso de dengue autóctone no município, totalizando três em 2020. Trata-se de um homem, de 22 anos, morador do bairro Operário, que foi atendido na UPA Centro no dia 16 de abril com sintomas compatíveis com a doença. Foi coletado material do paciente e enviado para a análise no Laboratório Central do Estado, que testou positivo.

Com a confirmação do novo caso, de acordo com a Vigilância Ambiental em Saúde, será realizada a Pesquisa Vetorial Especial (que é a procura da presença do Aedes aegypti em área até então sem transmissão, para evitar o contagio da doença), por meio do projeto de Prevenção e Combate à Dengue, realizado pela parceria da Prefeitura de Novo Hamburgo e a Universidade Feevale. Ainda, nesta sexta-feira, dia 24, será feita a ação de bloqueio com borrifação de inseticida via UBV costal, conhecido popularmente por “fumacê” no bairro.

Os outros dois casos de dengue confirmados no município no ano são de um homem de 28 anos, morador do bairro Canudos, e uma mulher de 39 anos, moradora do bairro Vila Nova.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/04/2020 0 Comentários 444 Visualizações
Saúde

Estância Velha tem cinco casos confirmados de dengue

Por Gabrielle Pacheco 16/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Vigilância em Saúde (Visa) da Secretária Municipal de Saúde de Estância Velha, juntamente com as agentes de saúde do município, estão atuando intensamente na delimitação do foco da dengue. Estância Velha tem confirmados cinco casos, sendo que outros três aguardam o resultado dos exames. Dos casos confirmados, todos são no bairro Bela Vista.

E devido ao número de casos no município, a Visa também vai combater o mosquito Aedes aegypti nos pontos de coleta seletiva existentes no município, sendo este o mecanismo mais rápido para combater o foco do principal transmissor da doença.

Desde o início do mês de abril deste ano 2020, começaram a aparecer casos de pessoas com sintomas da doença. Todos estão sendo acompanhados por profissionais da saúde estanciense.

As agentes de saúde do município, estão fazendo uma ação mecânica na eliminação de criadouros do mosquito. Também orientam a comunidade quanto aos cuidados que devem ser tomados. “Evite água parada e acúmulo de lixo. Lembrando que a aplicação do veneno não significa que os cuidados não deverão ser mantidos, precisamos da colaboração de toda a comunidade. Estamos vivendo um momento de pandemia, mas não podemos esquecer que a dengue também mata”, destacou a enfermeira e coordenadora da Visa, Rosane Aparecida Hermes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/04/2020 0 Comentários 553 Visualizações
Saúde

Estância Velha tem dois casos de Dengue confirmados

Por Gabrielle Pacheco 06/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Nesta semana o Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Sul, o Lacen-RS, confirmou dois casos de dengue em Estância Velha. Um casal, morador do bairro Bela Vista, está em isolamento domiciliar e passa bem. Eles receberam atendimento médico, estão sendo monitorados e orientados pela Vigilância em Saúde (Visa) da Secretaria Municipal da Saúde. 

Na manhã da última sexta-feira, 3, foi realizada a ação “Vira Pote” em um raio de 300 metros da casa dos pacientes no Bela Vista. A atividade teve parceria com a Defesa Civil. Em dois pontos de reciclagem perto do local foram encontradas larvas do Aedes aegypti. Durante a semana, o total de imóveis visitados chegou a 275, totalizando 122,44% de lugares inspecionados e 160,65% de casas fechadas. 

A dengue não tem cura. Os pacientes devem usar repelentes e não tomar medicamentos como Ácido Acetilsalicílico, conhecido como AAS, pois pode afinar o sangue e agravar a situação, gerando a dengue hemorrágica. 

A coordenadora da Visa, Rosane Hermes, pede para a comunidade que aproveite este tempo em casa e limpe o pátio. “Neste momento estamos trabalhando mais intensamente na eliminação de focos e criadouros. É hora de se unir e combater o mosquito”, conclui. Acredita-se que é um caso de dengue autóctone, ou seja, quando a doença é contraída dentro da própria cidade.

Para combater a proliferação do mosquito, basta ter algumas medidas de prevenção dentro de casa. Confira alguns cuidados: tapar tonéis e caixas, escovar baldes e potes de cachorros, pelo menos uma vez por semana, deixar garrafas viradas com a boca para baixo, preencher pratos de vasos de plantas com areia, manter as calhas limpas, fazer furos nos pneus velhos, entre outros.

As denúncias de locais com água parada são aceitas pelo telefone (51) 3551-1417. A Vigilância Ambiental, que integra a Visa, se coloca à disposição em caso de dúvidas e para prestar esclarecimentos. O horário de atendimento é de segunda a quinta-feira das 8h às 17h e nas sextas das 8h às 12h.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/04/2020 0 Comentários 389 Visualizações
Cidades

RS tem 99 municípios em alerta ou alto risco de transmissão da dengue

Por Gabrielle Pacheco 13/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Rio Grande do Sul tem 99 cidades em situação de alerta ou de alto risco de transmissão da dengue, chikungunya e zika. O número representa os municípios onde mais de 1% dos imóveis vistoriados por agentes de endemias apresentaram larvas do mosquito Aedes aegypti. No ano passado, mais de 1,3 mil casos dessas três doenças transmitidas pelo inseto foram confirmados no Estado. O fato reforça as ações preconizadas pela Secretaria da Saúde (SES), principalmente no verão, quando a proliferação do mosquito aumenta em função das altas temperaturas. O principal cuidado deve ser em relação a locais com água parada, onde o Aedes deposita seus ovos.

Entre essas 99 cidades, a situação é de maior atenção em 10 delas. Nesses locais, o último Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), realizado entre outubro e dezembro de 2019, o Índice de Infestação Predial (IIP) foi superior a 4%. Esses municípios estão localizados majoritariamente nas regiões norte e missões do Estado. Ao todo, 358 cidades realizaram o levantamento no último trimestre. Enquanto 3% e 25% delas apresentaram, respectivamente, índices de alerta e risco, os demais 72% (ou 259 municípios) tiveram a infestação considerada de baixo risco (quando em menos de 1% dos imóveis houve a presença do Aedes).

Outras 16 cidades classificadas como infestadas (quando houve a identificação de larvas do inseto nos últimos 12 meses) não realizaram o detalhamento da infestação. Somados, são 374 municípios considerados infestados no RS. Além dessas 358 cidades, Porto Alegre realiza um outro levantamento, o Índice Médio de Fêmeas Adultas do Aedes (IMFA). Ele se baseia na vigilância de armadilhas distribuídas pela Capital e teve, na última semana de 2019, taxa considerada baixa (0,18).

Em relação à população, 92% dos gaúchos (ou 10,5 milhões de pessoas) residem nessas 374 cidades onde há presença do mosquito. Os 10 municípios com alto risco somam 281 mil habitantes (ou 2,5% da população do RS). A lista segue com outras 2,4 milhões de pessoas que vivem nas 89 cidades com situação de alerta, representando 22% dos gaúchos. Por sua vez, 49% (5,5 milhões) da população mora em cidades de risco considerado baixo e 7% (803 mil) em cidades não infestadas.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/01/2020 0 Comentários 385 Visualizações
Saúde

Ministério da Saúde inicia o combate ao Aedes aegypti

Por Gabrielle Pacheco 13/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Ministério da Saúde lançou, nesta quinta-feira (12), a nova campanha de combate ao Aedes aegypti – mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Neste ano, a ação foi adiantada para o mês de setembro, antes do período de chuvas no país e para que os gestores estaduais, municipais e toda a sociedade tenham tempo para mobilização.

Com o tema “E você? Já combateu o mosquito hoje? Proteja a sua família”, o governo chama toda a população para agir, de forma efetiva. O Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ressaltou, durante o lançamento da mobilização, em Brasília, a necessidade de um combate permanente aos criadouros do vetor.

“É muito comum a gente ver as pessoas fazerem mutirões durante a epidemia. Lógico, precisa? Precisa. Mas se tivesse feito cedo, com certeza, o risco de epidemia teria sido muito menor. Há uma noção muito grande de que essas doenças são basicamente de comportamento nosso em relação ao meio ambiente”, afirmou.

As doenças em números

O último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra que, até o dia 24 de agosto deste ano, foram registrados mais de 1,4 milhão de casos de dengue no Brasil. Em comparação a 2018, o crescimento foi de mais de 599%. A taxa de incidência, que considera a proporção de casos por habitantes, é de 690,4 casos por 100 mil habitantes. Segundo o levantamento, entre as Unidades da Federação com casos da doença, destacam-se Minas Gerais, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

A febre chikungunya registrou alta de 44,2% no comparativo. Foram 110,6 mil casos até agosto. No último ano, esse número foi de 76,7 mil. A taxa atual de incidência foi de 53,1 casos por 100 mil habitantes. Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte são os estados que mais concentram notificações.

Os casos de zika também apresentaram aumento: 47,1%. Do início do ano até agosto, foram registrados 9,8 mil casos contra 6,6 mil registrados no mesmo período de 2018. A taxa de incidência foi de 53,1 casos por 100 mil habitantes. Tocantins, Rio Grande do Norte, Alagoas e Espírito Santo são os estados que mais concentram notificações da doença.

Ao todo, 650 mortes foram causadas pelas três doenças em todo o Brasil: 591 por dengue, 57 por chikungunya e duas por zika.

Alternativas de prevenção

Para prevenir a proliferação do Aedes nas residências e prédios, o Ministério recomenda tirar 10 minutos do dia para verificar se existe algum tipo de depósito de água no quintal, em calhas ou dentro de casa. O armazenamento de água pode até ser feito, mas de maneira que impeça o mosquito de depositar os ovos, ou seja, com os recipientes bem tampados. É necessário ainda descartar o lixo em local adequado, não acumular no quintal ou jogar em praças e terrenos baldios.

Secretário de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber, destaca que o atual período de seca é ideal para se fazer essa prevenção.

“Estamos, agora, com a oportunidade de eliminar focos nos vasinhos de plantas, eliminar os criadouros no domicílio. A recomendação é tirar 10 minutos por dia, da sua rotina, ao chegar em casa do trabalho, ou durante o final de semana, checar esses locais onde o mosquito pode ter depositado ovos e que no contato com a água pode crescer um mosquito”, destacou.

As ações de prevenção e combate ao mosquito, realizadas pelo Ministério da Saúde em conjunto com estados e municípios, são permanentes. A execução das visitas dos agentes de endemia para eliminação dos criadouros é de responsabilidade dos gestores locais.

O Ministério oferece apoio técnico e insumos para o combate ao vetor nos estados e municípios. Segundo a pasta, os recursos para as ações de Vigilância em Saúde, incluindo o combate ao Aedes aegypti, cresceram nos últimos anos, passando de R$ 924,1 milhões, em 2010, para R$ 1,9 bilhão em 2018. Este recurso é destinado à vigilância das doenças transmissíveis, entre elas dengue, zika e chikungunya.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/09/2019 0 Comentários 506 Visualizações
Saúde

Surto de dengue segue preocupando no RS

Por Gabrielle Pacheco 18/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Se, no passado, a preocupação com a dengue era restrita ao período de verão, os números alarmantes em Porto Alegre e no Rio Grande do Sul fazem com que, mesmo nas baixas temperaturas, a guarda tenha de ser mantida. Em um só bairro de Porto Alegre (Santa Rosa de Lima), foram registrados 93 casos recentemente.

O surto espalha temor entre a população e faz com que, mesmo no inverno, a sociedade busque ações preventivas e faça uso de repelentes. Conforme dados recentes da Secretaria Municipal de Saúde, foram registrados 109 pacientes com dengue desde o início do ano, sendo que 101 contraíram a doença na cidade. Dos casos autóctones, 92% foram infectados pelo vírus no bairro Santa Rosa de Lima. Outros oito são do bairro Jardim Floresta.

“Em temperaturas baixas, as larvas do mosquito pausam o seu processo de desenvolvimento, mas podem eclodir em minutos em qualquer situação de calor em água parada. Como o nosso inverno ultimamente não é constante e tem alternado dias frios com dias quentes, infelizmente não podemos dizer que estamos protegidos nesta época do ano. Ainda, com as chuvas e a umidade, deixamos de cuidar dos recipientes de água parada e acumulamos mais focos de reprodução do mosquito para os dias quentes e para o próximo verão”, explica o médico de Família e Comunidade, e diretor Científico e Cultural da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), Marcos Vinícius Ambrosini Mendonça.

Desde a última epidemia, ocorrida em 2016, não havia um número tão expressivo de casos confirmados, bem como o número de casos autóctones.

“As campanhas de prevenção em larga escala também diminuíram e não tem causado o mesmo impacto na população geral. Uma das sugestões é intensificar a fiscalização das casas e realizar dedetização em larga escala. Em 2016, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o Governo do Estado criou um canal de comunicação por telefone e aplicativo para celular para os moradores denunciarem focos de dengue abandonados pelas prefeituras e propriedades privadas. Como houve uma mobilização e uma adesão interessante, esta parceria poderia ser reativada”, sugere Marcos.

O Rio Grande do Sul é um dos estados em que a incidência de novos casos em relação ao ano passado mais cresceu: dados do Ministério da Saúde apontam uma variação de 1.420% de crescimento de casos suspeitos. No país, o número de casos cresceu 264%. De acordo com a Vigilância em Saúde do RS, até o dia 15 de junho de 2019, já haviam 992 casos no estado em comparação aos 581 casos do ano passado inteiro. Já houve no RS três óbitos pela doença.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
18/07/2019 0 Comentários 561 Visualizações
Cidades

Combate ao mosquito da dengue em Campo Bom

Por Gabrielle Pacheco 23/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Secretaria de Saúde de Campo Bom, através da Vigilância Ambiental, continuou o intenso trabalho de combate aos criadouros do mosquito Aedes que desenvolve ao longo de todo ano. Ao todo, foram feitas 912 visitas domiciliares em abril. Esse número só não foi maior pois 819 casas abordadas estavam fechadas e em 78 habitações os moradores recusaram a visita dos Agentes de Combate às Endemias.

A secretária de Saúde, Suzana Ambros Pereira, destaca a importância da comunidade permitir a entrada dos agentes para vistorias nos terrenos. “O trabalho dos agentes é fundamental para identificar e eliminar focos de criação do mosquito Aedes aegypti. Os profissionais também conversam com os moradores sobre os cuidados a serem tomados para evitar o acúmulo de água em pátios. Terrenos com residência costumam concentrar a maior parte dos pontos de proliferação do mosquito da dengue, por isso, pedimos que o cidadão receba os agentes. Eles estão sempre identificados por coletes oficiais e crachás”, destaca Suzana.

Trabalho intenso em toda cidade

Foram analisados cerca de 3646 depósitos contendo água, principalmente pratinhos de vasos, piscinas, baldes, pneus e bromélias (cada depósito caracteriza oportunidade para mosquitos se desenvolverem). Em parceria com os Agentes Comunitários de Saúde (variando entre 65 e 75 agentes), o número salta para 10945 residências visitadas.

Também houve sequência ao trabalho de PSE (Programa Saúde Escolar) em cerca de 12 escolas e creches do município abrangendo alunos de 4 a 10 anos – tal atividade consiste em palestra educativa e atividades lúdicas como: exibição de larvas e pupas vivas em aquário, maquete demonstrativa tanto de cuidados quanto de desleixos comuns nas residências, vídeos e distribuição de panfletos.

As amostras coletadas no mês chegaram a 195, das quais 146 resultaram em positivas para Aedes aegypti, deixando o município com uma marca de 79% de índice de positivação desde o início do ano. Conjuntamente com a Vigilância Sanitária, foram revisitados cerca de 10 endereços considerados críticos.

Os tradicionais Pontos Estratégicos (locais que por causa de sua atividade fim necessitam fazer uso freqüente de água, como floriculturas, borracharias, cemitérios, etc) foram inspecionados quinzenalmente, conforme protocolo federal, sendo atualmente um total de 44 locais que atendem ao perfil. No momento, a Vigilância Ambiental conta com 5 funcionários concursados e 2 estagiárias. Há expectativa de aumento na equipe para os próximos meses.

Foto: Julia Allgayer/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/05/2019 0 Comentários 657 Visualizações
Cidades

Prevenção e controle da dengue em Santa Cruz do Sul

Por Gabrielle Pacheco 17/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

O estado de surto de dengue no qual Santa Cruz do Sul se encontra, devido aos casos já confirmados da doença, levou o prefeito Telmo Kirst a emitir na tarde desta quinta-feira (16) decreto estabelecendo medidas permanentes de prevenção e controle da doença.

Também uma alteração na Lei 7.859, de 2017, que dispõe sobre o Programa de Prevenção e Combate ao Mosquito, está sendo encaminhada à Câmara de Vereadores, e vai impor penalidades mais severas a quem facilitar o surgimento de focos.

Até o momento, das 13 notificações feitas pela Vigilância Epidemiológica do município, cinco casos de dengue foram confirmados, três foram descartados, e cinco ainda aguardam pelos resultados do Laboratório Central do Estado (Lacen). Diante dessa situação tem início agora uma verdadeira guerra contra o Aedes aegypti.

Pelo decreto fica instituída uma força-tarefa de enfrentamento, composta por agentes de saúde, de endemias e de Defesa Civil, fiscais de trânsito, Guarda Municipal, operários, motoristas, servidores da Ucefex e demais secretarias e entidades do Município. O Exército também vai colaborar na ação.

A primeira atuação do grupo acontece neste sábado, dia 18, com uma mega-operação. Detalhes foram definidos em reuniões realizadas no decorrer desta semana, entre o secretário municipal de Saúde, Régis de Oliveira Júnior, e o comandante do 7º BIB, coronel Christian Augusto dos Santos Cravo, e serão divulgados nesta sexta-feira.

Já com relação à alteração na lei, diferente do que acontecia antes, quando o morador recebia prazo de três dias para se regularizar em casos de focos serem encontrados na sua residência, agora esse tempo não existe mais. Uma vez achado um foco, o morador recebe uma advertência e, em uma visita posterior, caso a situação se repita, ele será multado.

Conforme explica o secretário Régis, as ações do programa de combate ao mosquito transmissor da dengue terão a partir de agora caráter permanente. “Essa não é uma ação pontual, que começa hoje e termina, por exemplo, com a chegada do inverno. Temos que ter em mente que a necessidade de cuidados se estende por todo o ano, até porque no verão os ovos eclodem.

De acordo com o secretário, “o que hoje são quatro, cinco casos, amanhã, se não tomarmos as medidas necessárias, serão 40 ou 50”.

O decreto também regulamenta as atividades de fiscalização nas residências, imóveis públicos e particulares, prédios em construção, abandonados e/ou terrenos baldios. Em um segundo momento, as equipes estão autorizadas a ingressar nos locais abandonados cujos proprietários neguem o acesso e também naqueles nos quais os donos não sejam encontrados. A entrada na residência, no entanto, será em último caso, somente após notificações anteriores.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
17/05/2019 0 Comentários 487 Visualizações
Cidades

Feevale conscientiza sobre o Aedes aegypti

Por Gabrielle Pacheco 14/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

O projeto de extensão Dengue, realizado pela Universidade Feevale, promove, gratuitamente, palestras educativas e atividades didáticas e lúdicas para estudantes e professores da rede pública e privada do município.

As ações são voltadas para alunos a partir do primeiro ano do Ensino Fundamental e docentes. As escolas que tiverem interesse podem contatar o líder do projeto, Tiago Santos de Carvalho, pelo e-mail tiagocarvalho@feevale.br. As atividades acontecem, preferencialmente, no turno da tarde, mas pode ser avaliada a possibilidade de realização em outros turnos.

Projeto Dengue

A preocupação com o Aedes aegypti, vetor da dengue, zika e chikungunya, teve início em 2008, com o aumento do número de focos do mosquito e a sua rápida proliferação, acarretando uma parceria entre a Universidade Feevale e a Prefeitura Municipal de Novo Hamburgo.

O projeto de extensão Dengue tem como objetivo sensibilizar a população de Novo Hamburgo quanto às práticas de prevenção e combate ao mosquito transmissor dos vírus, bem como promover o conhecimento sobre a doença.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2019 0 Comentários 405 Visualizações
Cidades

Suspeitas de dengue em Santa Cruz do Sul

Por Gabrielle Pacheco 09/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesa) de Santa Cruz do Sul está intensificando ações ambientais para eliminação de focos e de possíveis criadouros em virtude do aumento significativo de casos suspeitos de dengue, registrados nos últimos dias, na zona urbana do município,

Técnicos da Vigilância e Ações em Saúde já estão operando em um raio de 300 metros dos pontos onde foram registrados os casos. A ação inclui aplicação de larvicidas para eliminação das larvas e de inseticida, produto fornecido pelo Governo do Estado, nos terrenos baldios para matar os mosquitos adultos. Enquanto isso ficam suspensos os trabalhos de campo do Levantamento Rápido do Índice de Infestação do Aedes Aegypti (Lira).

Os exames para confirmação dos casos suspeitos de dengue foram encaminhados nesta quarta-feira (8) para o Laboratório Central do Estado (Lacen) e os resultados serão conhecidos em cerca de dez dias úteis. Enquanto isso não acontece, a Prefeitura pede a colaboração de toda a comunidade no sentido de cuidar do quintal de casa, local de trabalho de todo e qualquer lugar propício para o desenvolvimento do mosquito. Aos comerciantes do Centro pede-se bom senso para que abram as portas aos agentes de endemias, que são pessoas treinadas para averiguar se a situação desses espaços está adequada para que não surjam novos focos.

Mesmo com a proximidade do inverno e a consequente baixa nas temperaturas, o momento é de alerta. É fato que com o calor que ainda se perpetua neste segundo trimestre do ano, a ameaça da dengue é maior, haja vista a aparição de possíveis casos. Porém, a chegada de uma estação mais fria não é razão para que se negligenciem os cuidados.

Os ovos de fêmeas contaminadas com o vírus da dengue também carregam o vírus, e embora estejam adormecidos nesta época do ano, com a chegada do verão irão eclodir dando origem a milhares de mosquitos que irão disseminar a doença entre a população. Assim sendo, qualquer recipiente com água ou que possa vir a acumular água, dentro ou fora das edificações, deve ser descartado.

A Vigilância Epidemiológica chama atenção para o fato de que, como qualquer infecção viral, a dengue é de difícil identificação e pode ser confundida até mesmo com uma gripe. Ao menor sinal de suspeita é necessário procurar uma unidade de saúde. Os sintomas da dengue são: febre alta, de 39 a 40 graus; dor de cabeça, dor no corpo e articulações, fraqueza, algumas vezes erupções na pele, náusea e vômitos.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
09/05/2019 0 Comentários 455 Visualizações
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