A Trensurb transportou, em média, 69.773 passageiros por dia útil na semana passada, entre os dias 24 e 28 de agosto. A média superou a semana anterior, onde foram transportados 66.358 passageiros por dia útil, e foi o maior número desde junho. Porém, o número representa uma queda de 55,4% em comparação a média de passageiros transportados por dia útil na primeira quinzena de março. No sábado, 29, foram registrados 37.068 embarques e 13.068 no domingo, 30.
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A Trensurb transportou 71.823 passageiros na segunda-feira, 8, maior número registrado desde 19 de março – ocasião em que foram transportados 84.563 passageiros – e 1,4% a mais que no dia 20 de março – quando haviam ocorrido 70.836 embarques no metrô. Trata-se de um incremento de 10,1% em comparação ao número de passageiros transportados na sexta-feira, 5, – 65.259 – e de 8,3% em relação à média de passageiros nos dias úteis da semana anterior – 66.328. No entanto, a demanda registrada na segunda-feira ainda equivale a uma redução de 54,4% em relação à média de usuários transportados por dia útil na primeira quinzena de março – 157.636.
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A Trensurb transportou 66.570 passageiros na segunda-feira, 1º, o que representa uma redução de 57,8% em relação à média de usuários transportados por dia útil na primeira quinzena de março (157.636). No entanto, pelo segundo dia útil consecutivo, a demanda de passageiros atingiu o recorde desde 20 de março (ocasião em que foram registrados 70.836 embarques no metrô). Trata-se de um incremento de 2,4% em comparação ao número de passageiros transportados na sexta-feira, dia 29. O número de embarques registrado na segunda-feira representa, ainda, um aumento de 5,3% em relação à média de passageiros nos dias úteis da semana anterior, 63.191.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
A Demanda por Crédito do Consumidor caiu 1,1% em julho na comparação mensal dessazonalizada, de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC. No acumulado em 12 meses o indicador avançou 2,2% (agosto de 2017 até julho de 2018 frente aos 12 meses antecedentes). Na avaliação interanual, julho apresentou queda de 2,0%.
Considerando os segmentos que compõem o indicador, o segmento Financeiro apresentou aumento de 1,5% na variação mensal dessazonalizada. O segmento Não Financeiro teve redução de 2,9% na mesma base de comparação.
Passado o período de instabilidade durante as paralisações dos caminhoneiros, o indicador continua não mostrando sinais claros de recuperação. A lenta retomada da economia e do mercado de trabalho fragilizado continuam contribuindo para a redução do ritmo de crescimento do consumo e, consequentemente, da demanda por crédito. Entende-se que um crescimento mais acelerado do indicador dependerá da melhora na renda, das condições de crédito e diminuição da desocupação.
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