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crianças

Variedades

E-book orienta pais a estimularem as habilidades cognitivas e emocionais das crianças durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 16/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O projeto social Intervenções Neuropsicológicas no Contexto Escolar, desenvolvido pela Universidade Feevale, lançou um e-book que traz orientações e dicas para pais e responsáveis por crianças de 5 a 12 anos. O material, intitulado Como estimular as habilidades executivas e emocionais em crianças em tempos de pandemia?, visa auxiliar as famílias em situações novas e complexas.

O e-book foi produzido por três professores – Caroline de Oliveira Cardoso, Janaína Cardoso e Rodrigo Giacobo Serra – e sete estudantes do curso de Psicologia: Betina Ritzel, Daniela Bertoleti da Costa Cardozo, Gabriela Oliveira, Juliane Dreher Arceno, Laryssa Dias Sena, Rebeca Feltes e Rita de Cássia Silveira. Eles integram o projeto social, que atende crianças do Ensino Fundamental de escolas públicas, com o objetivo de potencializar as suas habilidades cognitivas e emocionais, levando-as a um melhor rendimento escolar.

Segundo os autores, nesses tempos de incertezas em função da pandemia, pode ser muito mais difícil para as crianças se organizarem, controlarem seus impulsos, regularem suas emoções e terem recursos para uma adaptação aos imprevistos. Dessa forma, os pais podem ajudá-las, ensinando habilidades e promovendo maior autonomia. “Por meio de atividades do cotidiano, como arrumar o quarto e ajudar a colocar a mesa, por exemplo, os pais podem estimular as habilidades cognitivas de seus filhos; tudo vai depender da maneira como eles propõem as tarefas e ensinam essas habilidades”, diz a professora responsável pelo projeto, Caroline de Oliveira Cardoso.

Dicas práticas

No e-book, os autores comentam que é importante que os pais compreendam que essa situação de pandemia é atípica e que as crianças têm mais dificuldades para manter uma rotina. Mas, por estarem junto com seus filhos, esta pode ser uma oportunidade para os pais estimularem as habilidades das crianças.

Conforme os professores e estudantes da Feevale, a partir de simples atividades do cotidiano já é possível ajudar as crianças no aperfeiçoamento das funções executivas. Assim, eles incluíram, no material, dicas práticas e exemplos para os pais ou responsáveis auxiliarem as crianças neste momento de isolamento social. Confira algumas orientações dos autores:

– Dê oportunidades para que a criança possa realizar as atividades que já são esperadas para sua faixa etária. Ensine-a, dê tempo e, após, a estimule para que ela faça. Não faça por ela.

– Quando fornecer alguma instrução, proponha pistas verbais e visuais, pois auxiliam na memorização e consolidação da informação.

– Ao fornecer uma instrução, procure ser claro, objetivo, sem dar ordens complexas e muitas informações ao mesmo tempo.

– Seja o modelo: no início mostre como se faz determinada tarefa, dê suporte e promova maior autonomia, deixando que a criança faça sozinha.

– Tente, dentro do possível, organizar a rotina em conjunto com a criança.

– Incentive e estimule seu filho a estabelecer um sistema de organização do seu espaço. Isso auxilia na organização e no controle inibitório.

– Proponha algumas atividades lúdicas. Além de ser um momento de diversão, você possibilitará que seu filho recrute habilidades cognitivas e executivas para realizar as tarefas.

Saiba mais

O e-book Como estimular as habilidades executivas e emocionais em crianças em tempos de pandemia? pode ser acessado, gratuitamente, no site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2020 0 Comentários 679 Visualizações
Variedades

SPRS reforça a importância das atividades físicas para as crianças durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 07/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

No período de isolamento domiciliar, atender às recomendações de prática de atividades físicas tem sido um desafio. Neste sentido, visando aumentar o nível de atividade física, crianças e adolescentes podem praticar atividades físicas em casa de forma lúdica brincando de bambolê, cabra cega, amarelinha, pular corda, caminhar sobre corda no chão e cabo de guerra, entre outras. As ideias de atividades incluem jogos tradicionais de recreio em ambientes fechados (esconder e procurar, marcar, pular) e criatividade (construir uma pista de obstáculos, jogar vôlei de balão ou aprender a fazer malabarismos).

“Sabemos que a casa tem espaços menores e mais limitados do que a rua, mas a criatividade é fundamental nessas horas. É preciso colocar para fora a ansiedade e angústia por estarmos confinados. Vários aplicativos foram lançados com atividades lúdicas para crianças e podem ser aliados. Um circuito pode ser feito dentro de casa ou estimulados jogos que impliquem em série de movimentos”, afirma o médico pediatra e associado da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), José Paulo Ferreira,

Assim como para os adultos, a disciplina agora vai ajudar também no cenário pós-pandemia. A ideia é que as crianças depois não saiam de forma tão intensa para atividades estando totalmente despreparadas.

“O que é interessante lembrar é que a atividade física para criança ou adolescência é uma forma de prevenção de uma série de doenças relacionadas a obesidade, diabetes e pressão alta. Atividade física e alimentação adequada favorecem muito. Estamos em pleno momento de uma pandemia e todos estão dentro de casa, mais angustiados e nervosos. O que acaba acontecendo é ficarmos mais sedentários e comendo um pouco mais. Neste momento é importante se cuidar para evitar esse ganho de peso e, sobretudo, trabalhar a saúde mental, uma vez que para as crianças, assim como para os adultos, o esporte ajuda no combate ao stress e ansiedade.

Segundo documento publicado pela Sociedade Brasileira de Pediatria Idealmente, as crianças e adolescentes deveriam acumular 60 minutos de atividade física de intensidade moderada a vigorosa por dia, incluindo modalidades que estimulem ossos, músculos, mobilidade articular e exercícios envolvidos no desenvolvimento motor e de habilidades como equilíbrio e coordenação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2020 0 Comentários 997 Visualizações
Variedades

Alterações no Código de Trânsito Brasileiro não contemplaram medidas de proteção para crianças

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A aprovação das novas medidas que alteram o Código Brasileiro de Trânsito (CTB), no que tange a proteção das crianças, foi recebida pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) com um alívio, pela retirada do projeto que previa não aplicar multas para quem não usa a cadeirinha, porém os critérios do tipo de equipamento a ser usado continuam alvo de críticas. 

“Como pediatra e pesquisador de segurança infantil, lamento que o Projeto de Lei aprovado pela Câmara de Deputados continue ignorando as recomendações atuais sobre transporte de crianças em veículos, conforme sumarizadas no último documento científico da SBP sobre esse tema”, afirma o médico associado da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Danilo Blank.

O conteúdo disponibilizado pela Sociedade Brasileira de Pediatria detalha que segundo as recomendações atuais das melhores práticas para o transporte de crianças em automóveis, apoiadas em evidências científicas, o consenso é que as limitações se baseiem no tamanho da criança – primordialmente a estatura, mas também o peso – e à capacidade do dispositivo em acomodá-la. Quando se referem a idades, tais recomendações o fazem apenas para situar mais ou menos na linha de desenvolvimento os limites determinados pelo tamanho da criança.

“A proposta de alteração do artigo 64 do Código de Trânsito Brasileiro continua omissa quanto às melhores recomendações para os tipos de assento apropriados para diferentes tamanhos de crianças. Enfim, pelo menos o projeto aprovado bloqueou a inexplicável intenção do Governo Federal de retirar simplesmente da legislação brasileira as punições pelo transporte inapropriado de crianças em automóveis”, completou.

O médico destaca que a importância de manter todas as crianças menores de 1,45m — não somente até os 10 anos — em assentos de segurança está na superioridade comprovada da proteção desses dispositivos. Assim, cabe ao pediatra orientar os pais para que se certifiquem que seus filhos utilizem os equipamentos mais seguros e adequados, independentemente da lei.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2020 0 Comentários 1,1K Visualizações
Variedades

Especialista alerta sobre cuidados com crianças na quarentena

Por Gabrielle Pacheco 03/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Devido ao ineditismo provocado pela pandemia do novo coronavírus, muitos pais e responsáveis se sentem inseguros e cercados de dúvidas sobre como abordar a gravidade da situação e a importância da prevenção com crianças. Desde o dia 19 de março, quando as aulas foram suspensas no município, os pequenos canoenses tiveram suas rotinas drasticamente ajustadas para a prática do isolamento social, o que diminui ao máximo passeios e encontros com amigos. Segundo especialistas da saúde, se o período não for trabalhado de forma sensível dentro de casa, o público infantil se torna vulnerável ao desenvolvimento de ansiedade, estresse e tristeza.  

Com o objetivo de amenizar o impacto da pandemia nas famílias de Canoas, a Prefeitura, através da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), esclarece os principais pontos relacionados à prevenção, possíveis sintomas da covid-19, técnicas de abordagem e atividades caseiras recomendadas. A médica Andréa Lima Leal, especializada em infectologia pediátrica e servidora do município há 23 anos, separou os cinco assuntos listados abaixo.

Como abordar a gravidade da pandemia e a importância da prevenção ao novo coronavírus 

É fundamental que os familiares estejam com a saúde mental em dia para demonstrar tranquilidade e segurança aos pequenos. Crianças tendem a observar atitudes, ouvir conversas e, mesmo sem entender direito, prestar atenção às notícias que os adultos consomem. Absorver tanto conteúdo alarmante sobre uma pandemia, por exemplo, gera pânico e atormentações. As informações devem chegar de acordo com o nível de entendimento de cada criança e com a finalidade de esclarecer ao invés de apavorar.  

Uma recomendação é a conversa com todos os integrantes do ambiente familiar após uma maratona de vídeos educativos disponíveis no YouTube. Muitos materiais produzidos por professoras, que já trabalham com o público infantil, explicam conteúdos capazes de ser compreendidos com mais facilidade. Lá, existem histórias com linguagem diferenciada sobre o novo coronavírus, passo a passo de como devem ser lavadas as mãozinhas, experiências lúdicas de higiene e até aula da Turma da Mônica sobre distanciamento.  

Além de instruir, os adultos devem servir como exemplos da adoção de novos hábitos de higiene e isolamento, reduzindo ao máximo as saídas que não forem essenciais, como ir ao mercado ou à farmácia em uma urgência. A aquisição de novos hábitos é essencial para pararmos esta pandemia e toda a família deve praticar a prevenção, pois estarão educando suas crianças e protegendo os habitantes da sua casa.

Cuidados para impedir a contaminação da covid-19 em crianças 

Se for imprescindível tirá-las de dentro de casa, os pais devem tomar cuidados redobrados com o distanciamento de terceiros e a higienização, sempre atento às atitudes das crianças. Elas são muito rápidas e, naturalmente, sentem a necessidade de tocar nos objetos e superfícies, abraçar pessoas e posteriormente colocar a mãozinha na boca. Vale ressaltar que além de prevenir o coronavírus, atitudes podem manter os pequenos também longe de micróbios: usar máscara ao sair de casa e, ao retornar, tirar os sapatos e pôr imediatamente roupas utilizadas para a lavagem, além de higienizar brinquedos antes e depois do uso.  

Sobre o uso da máscara, é fundamental que atentemos ao tamanho do acessório porque se não estiverem ajustadas adequadamente no rosto das crianças, não terá eficiência. Além disso, os mesmos cuidados quanto ao estado da máscara precisam ser considerados. Se a criança estiver salivando ou com o nariz escorrendo molha o tecido e o torna sujo, devendo ser substituído.  

O uso da máscara em bebês e crianças menores de dois anos 

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), máscaras são contraindicadas para crianças menores de dois anos, pessoas com problemas respiratórios ou inconscientes, incapacitadas ou incapazes de removê-las sem assistência. O alerta é devido ao difícil manuseamento do objeto sem possíveis contaminações e o alto risco de sufocamento, uma vez que os bebês não conseguem indicar a falta de ar aos pais ou tirar o objeto sozinhos. Por isso tudo, recomendamos manter a criança em casa, brincando em um ambiente limpo e arejado.  

Principais sintomas encontrados em crianças com o novo coronavírus 

Os sintomas em crianças podem apresentar-se diferentemente de febre, dificuldade respiratória, calafrios, dores de cabeça e no corpo e mal-estar. Inclusive, costumam vir misturados com outras deficiências imunológicas que as crianças já apresentavam antes, como asma, alergia respiratória e rinite. 

Caso haja suspeita em algum indivíduo da família, a recomendação é a mesma. Procure um dos hospitais de campanha para realizar o diagnóstico ao lado das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Rio Branco e Boqueirão. O atendimento ocorre 24 horas por dia.

Campanha de Vacinação contra a gripe 

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS), diferentemente dos anos anteriores, imuniza crianças com idade entre seis meses e seis anos de casa em casa para impedir a proliferação do novo coronavírus. Além disso, mais de 86% dos canoenses também garantiram a proteção, gerando menos sintomas de gripe nos moradores e consequentemente menor procura por postos de saúde. A medida, em andamento até o dia 30 de junho, é avaliada pelos imunizados como de suma importância ao evitar filas e aglomerações nos postos de saúde. 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2020 0 Comentários 591 Visualizações
Saúde

Pediatras ressaltam importância de manutenção do calendário vacinal das crianças e adolescentes

Por Gabrielle Pacheco 28/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A baixa cobertura vacinal em crianças já preocupava antes mesmo da epidemia da Covid-19 e agora, o temor é de que haja uma piora ainda mais significativa. Os números nos últimos anos mostram uma queda preocupante apesar dos esforços que a sociedade científica e o Ministério da Saúde vem fazendo para conscientização. Entre os fatores que alguns estudos apontaram para essa baixa procura por vacinas estão medo das reações, receio de efeitos adversos, propagação de fake news e desinformação, entre outros.

“Há um receio da sociedade em ir até os postos, porém o que estamos estimulando é manter a vacinação de rotina. O esforço deve ser máximo para manter a rotina de vacinação. Entre as ideias que estamos sugerindo estão a aplicação em ambientes diferentes e em horários alternativos, além dos protocolos todos de segurança. São modelos que precisam ser avaliados pelos gestores municipais e que poderão ser seguidos de acordo com a realidade de cada um”, afirma o membro do Comitê de Infectologia da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Juarez Cunha.

A importância de manter as vacinas em dia é fundamental porque as outras doenças todas continuam acontecendo. Há surtos de sarampo em determinadas regiões do país. Para muitas outras doenças, o número de casos foi drasticamente reduzido ou zerado graças a imunização.

“Se descuidarmos, teremos o risco não só da Covid-19, mas do retorno de outras doenças contra as quais a gente já tem a possibilidade de prevenção”, finaliza.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) posicionaram-se a favor da manutenção do calendário vacinal de adolescentes e crianças, em função do risco à saúde decorrente da situação epidemiológica atual do sarampo, febre amarela e coqueluche no país. Em documento divulgado pelas duas entidades, são sugeridas várias condutas para resguardar a proteção das crianças, adolescentes e grupos de risco, e manter o calendário vacinal atualizado.

As sugestões incluem ações como a utilização de unidades de saúde mais próximas da residência; aplicação de estratégias de distanciamento; utilização de escolas, clubes e outros locais atualmente ociosos; horários diferenciados para crianças e adolescentes; opção de vacinação domiciliar; a prática do distanciamento nas clínicas privadas; e orientação para não comparecimento de qualquer pessoa com sintomas respiratórios ou febre nos centros de vacinação, como forma de diminuir a disseminação da doença.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2020 0 Comentários 796 Visualizações
Variedades

Família gaúcha cria projeto para entreter as crianças que estão em casa durante a quarentena

Por Gabrielle Pacheco 25/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Bernardo Guedes é o detentor do título de maior colecionador de bonecos do Brasil, homologado pelo RankBrasil também é um dos personagens da série de TV “Colecionadores”, do History Channel. Mas o gaúcho também tem uma família apaixonada por crianças e com muito talento. Eles criaram o projeto “Be e seus amigos” para entreter as crianças que estão em casa durante a quarentena. Trata-se de um livro de colorir, que pode ser arrecadado no site, onde também estão sendo arrecadadas doações.

“As pessoas que quiserem participar do projeto podem adquirir os livrinhos através do site do financiamento coletivo. Vai receber o seu livro em casa enviado pelos correios e vai estar doando mais quantos livros quiser para as crianças em situação de vulnerabilidade social”, afirma Guedes.

A filha Isadora, de 15 anos, foi a ilustradora e criou diversos personagens que foram inspirados em nossos amigos pessoais para as crianças pintarem. Entre as pessoas escolhidas para serem transformadas em bonecos estão jornalistas, influenciadores digitais, personalidades gaúchas que são engajados em causas sociais.

“Foi tudo feito com muito carinho para entreter quem está em casa neste momento. Isadora é dona de um canal no YouTube onde mostra sua criatividade artística.”

Pintar trabalha a motricidade fina da criança e também incentiva a criatividade e é o que queremos com este projeto, levar alegria para elas.

“Estamos arrecadando também lápis de cor e giz de cera para as crianças pintarem. Não queremos ganhar nem um real com estes livrinhos, a ideia é conseguir fazer mais e mais livros para atingir um maior número de crianças”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2020 0 Comentários 481 Visualizações
Variedades

Alimentação saudável no período de quarentena pode ajudar pais e filhos

Por Gabrielle Pacheco 28/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Manter uma alimentação saudável durante o período de distanciamento social é um desafio para os adultos e crianças. A vice-presidente da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), gastro-pediatra, Cristina Helena Targa Ferreira e a nutricionista Materno-Infantil, Flávia Guedes recomendam uma alimentação variada e colorida. fundamental para oferta adequada de vitaminas, fibras e minerais.

É importante, para que a refeição seja considerada balanceada e nutritiva, que ela seja composta por um alimento de cada um dos grupos alimentares a seguir.

Cereais e tubérculos

São os mais concentrados em carboidratos. É formado por massas, farináceos, cereais diversos, como arroz, trigo, aveia, linhaça, granola e os tubérculos como batatas, aipim, inhame por exemplo. Esses alimentos são a nossa principal fonte de energia.

Carnes e ovos

Fontes de proteína animal, auxiliam na saúde dos tecidos e ossos e são ricos em ferro, zinco e vitamina B12 (cobalamina), importante para a saúde dos sistemas nervoso e cardiovascular.

Legumes e verduras

Cenoura, cebola, beterraba, folhosos como alface, rúcula e agrião são alguns exemplos. Ricos em vitaminas, fibras e minerais, esses alimentos contribuem diretamente para a saúde do organismo como um todo.

Leguminosas

O grupo das leguminosas é composto pelos diferentes tipos de feijões, grão-de-bico, ervilha e lentilha. São boas fontes de ferro, que ajuda no combate a anemia e auxilia no transporte de oxigênio pela corrente sanguínea;

Frutas

Todas, sem exceções. Assim como os legumes e verduras, são ricas em componentes nutritivos como água, fibras, vitaminas e antioxidantes. As frutas não necessariamente precisam estar no prato das refeições maiores como almoço e jantar, mas são ótimas para oferecer nos lanches ou como uma sobremesa.

Vale lembrar ainda da importância da hidratação diária. Uma boa ingestão de líquidos, principalmente de água pura é fundamental para o bom funcionamento do organismo, melhorando as funções de órgãos como bexiga, rins e intestino por exemplo.

“Para uma oferta adequada de nutrientes, que fortalece a imunidade e proporciona o bom funcionamento do organismo, costumamos dizer que devemos ter um prato colorido, mantendo assim uma boa diversidade e qualidade de alimentos. As cores nos alimentos representam diferentes nutrientes e cada cor traz determinados benefícios, pois não existe um alimento específico que sozinho irá fortalecer nosso organismo. É a diversidade de alimentos que pode auxiliar neste processo, pois todos os alimentos são importantes, fornecendo macro e micronutrientes em quantidades adequadas que juntos irão proporcionar uma melhora na capacidade imunológica”, afirma a médica, Cristina Targa Ferreira

Caso a criança não aceite determinados alimentos importantes para manter sua imunidade em dia, como comer legumes, verduras e frutas, por exemplo, uma dica é começar a introduzir esses alimentos aos poucos e, de preferência, junto com algo que ele goste e tolere melhor para que fique mais fácil aceitação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/04/2020 0 Comentários 639 Visualizações
Variedades

Como lidar com as crianças em casa

Por Gabrielle Pacheco 25/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com as atividades externas temporariamente suspensas. Mas isso não precisa ser sinônimo de tristeza ou frustração. A imposição de confinamento mudou o hábito de toda a população e a orientação da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul é que os pais estejam muito atentos não só a saúde física, mas também mental das crianças.

O pediatra, psiquiatra infantil e psicanalista, Victor Mardini, comenta que esse período pode promover uma aproximação entre os pais e as crianças. “Há uma série de proposição de brincadeiras, jogos, colorir, esconde-esconde e atividades que estavam esquecidas no momento atual da nossa sociedade. Parece que houve um lado de aproximação dos pais com os filhos. Obrigados a adotar, em muitos casos, um formato home office, os pais acabam ficando mais tempo com os filhos. Isso pode, sim, ser construtivo”, comenta.

Como soluções criativas, o médico cita o uso de fantoches e contação de histórias. Sempre que possível, é válido envolver irmãos e irmãs em todas as atividades. Quebra-cabeças, brincadeiras antigas e receitas de comidas também são bem vindas. Um aspecto importante, destacado pelo médico, é a criação de uma rotina estabelecida com a família. É importante ter um horário de início e fim do trabalho, pausas para almoço e até atividades físicas dentro de casa organizadas em família.

Tecnologia pode ser aliada

“Estamos incentivando que as crianças não deixem de manter o relacionamento com amigos, familiares e coleguinhas da escola. O celular e tablet, deve ser um instrumento a nosso favor nessa hora. Esses momentos são bons”, completa

Com as aulas paradas, o especialista sugere que atividades virtuais também sejam mantidas. Atividades online podem ser feitas, mas o médico sugere que além da simples entrega e devolução de tarefas exista uma interação e relacionamento com os professores com áudio e vídeo para que esse aprendizado seja mais produtivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/03/2020 0 Comentários 718 Visualizações
Business

Consumidores consideram importante a educação financeira para crianças

Por Gabrielle Pacheco 10/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

84% dos consumidores acreditam ser muito importante que crianças e adolescentes tenham orientações relacionadas à Educação Financeira, segundo pesquisa realizada pela Boa Vista, sobre a intenção de compra para o Dia das Crianças. Outros 15% dos entrevistados consideram estas orientações importantes, e 1% nada importante. O levantamento foi feito entre os últimos meses de agosto e setembro, com cerca de 600 consumidores, em todo o país.

Questionados sobre qual método utilizam na orientação financeira dos filhos ou de crianças próximas, 69% dos entrevistados indicam que optam pela conversa em família (explicando o que é, como se ganha e para que serve o dinheiro). Já outros 28% o fazem estimulando a criança a economizar a mesada. Por fim, 3% afirmam que a escola onde a criança estuda tem esse tipo de orientação.

Mesada

30% dos consumidores afirmam dar mesada aos filhos ou outras crianças, um aumento de 3 pontos percentuais (p.p.) em relação a 2018. Dentre eles, 84% dão para os filhos e outros 16% para sobrinhos, afilhados, netos e outras crianças. O gráfico abaixo ilustra esses dados.

Ainda dentro dos 30% dos consumidores que dão mesada, 52% o fazem para estimular a educação financeira da criança. Outros 31% dão a mesada para prover recursos para a alimentação da criança, ao passo que 16% dão o valor como forma de recompensa pelo comportamento. 1% dos consumidores afirmam que dão a mesada por outro motivo não especificado.

93% dos consumidores que dão mesada usam o dinheiro em espécie, 4% o cartão pré-pago e 3% o cartão de crédito adicional. Dentre os 7% que utilizam o cartão, 60% o fazem por acreditar que se trata de uma boa ferramenta para a organização das despesas e 40% para controlar melhor os gastos dos filhos.

Hábitos de poupar para os filhos

O número de consumidores que afirmam ter o hábito de poupar para os filhos cresceu 8p.p. em relação a 2018, passando de 51% no ano passado para 59% em 2019. Entre os consumidores que poupam, 52% utilizam a poupança, 15% a previdência privada, 9% fundos, ações ou CDB (Certificado de Depósito Bancário), 5% os títulos de capitalização e 19% outros tipos de investimento.

Valor e finalidade da poupança

Dentre os 59% dos consumidores que poupam para os filhos, 39% afirmam poupar até R$ 50 por mês, enquanto 61% poupam a partir de R$ 51 todos os meses. Ainda dentre o total de entrevistados que poupam para as crianças, 61% afirmam fazer a poupança pensando nos estudos dos filhos. Para outros 16%, a finalidade de poupar é a casa própria, enquanto para 7% é o tratamento médico. Por fim, 16% poupam com outras finalidades, como aposentadoria, emergências e independência financeira, por exemplo.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/10/2019 0 Comentários 517 Visualizações
Cidades

I Fashion Outlet NH inaugura espaço para recreação infantil

Por Gabrielle Pacheco 17/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com a intenção de proporcionar uma experiência diferenciada ao seus clientes, o I Fashion Outlet Novo Hamburgo inaugurou no dia 15 de junho (sábado), no jardim principal, uma área de recreação ao ar livre.

Desenvolvida para crianças de 3 a 12 anos, a nova opção de lazer do empreendimento será permanente e evidencia o compromisso do outlet em promover espaços de lazer e entretenimento para toda a família.

Os brinquedos foram concebidos para oferecer momentos divertidos e lúdicos aos pequenos visitantes. As instalações são da ErêLab, empresa brasileira especializada na criação e desenvolvimento de objetos infantis interativos.

Todas as peças são ecologicamente corretas e fabricadas com madeiras certificadas provenientes de soluções de reaproveitamento.

O mobiliário do ambiente foi pensado para estimular o desenvolvimento cognitivo e motor infantil e será composto por casinha de madeira, pedras de borracha e um escorregador de estilo contemporâneo.

“A inauguração desse espaço é motivo de muito orgulho para nós da Iguatemi, pois trabalhamos continuamente para que todos os clientes se sintam acolhidos em nossos empreendimentos, especialmente as crianças”, destaca Amélia Siqueira, Gerente Geral do I Fashion Outlet Novo Hamburgo.

A nova área de recreação infantil estará disponível todos os dias do ano, durante o horário de funcionamento do empreendimento.

I Fashion Outlet Novo Hamburgo

Inaugurado em setembro 2013, o I Fashion Outlet Novo Hamburgo é o primeiro premium outlet do Sul do país e primeiro empreendimento desse segmento da Iguatemi Empresa de Shopping Centers, localizado no Km 236 da BR-116.

Atualmente, conta com 81 lojas e oferece o melhor do varejo nacional e internacional, com descontos de 30% a 70%, além de 10 operações de fast-food e um renomado restaurante, o Mamma Mia.

Com um projeto arquitetônico diferenciado, o outlet valoriza a iluminação natural e tem formato de open mall e oferece diversos serviços para clientes, como o estacionamento gratuito, com capacidade para 1.300 carros.

Foto: Nicole Hummes/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2019 0 Comentários 2,2K Visualizações
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