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criança

Saúde

Nesta quarta começa a vacinação de crianças em Campo Bom

Por Ester Ellwanger 18/01/2022
Por Ester Ellwanger

As doses pediátricas da vacina contra Covid-19 já estão entre nós e o Centro Materno Infantil (CMI) foi o local escolhido para receber a primeira etapa da imunização das crianças em Campo Bom. Amanhã, quarta-feira, 19 de janeiro, a partir das 8h, crianças de 5 a 11 anos com comorbidades, indígenas e quilombolas podem ser vacinadas. A aplicação das doses vai até às 16h. “É um momento importante, principalmente por se tratar de um período que antecede o retorno às escolas, mais um passo rumo à imunização total da população”, observa o prefeito Luciano Orsi.

O responsável que acompanhar a vacinação deve apresentar CPF ou cartão do Sistema Único de Saúde (SUS), carteira de vacinação e, neste caso, laudo de comprovação da comorbidade da criança. O cartão deve estar registrado em Campo Bom. O Setor de Protocolo, localizado no térreo do Centro Administrativo, oferece auxílio para atualização do cadastro junto ao SUS, basta apresentar comprovante de residência no município e documento de identificação da criança. O horário de atendimento é o mesmo da Prefeitura.

O secretário de Saúde João Paulo Berkembrock destaca a preparação da equipe que vai receber as crianças nas unidades de saúde. “Os profissionais realizaram, hoje, capacitação a fim de melhor atender os pequenos e aplicar as doses da forma correta”, afirma. Após a conclusão da vacinação do primeiro grupo, as crianças serão vacinadas na seguinte ordem: 10 e 11 anos, 8 e 9 anos, 6 e 7 anos e, por fim, 5 anos.

O Centro Materno Infantil fica localizado na Rua São Paulo, número 235, no centro da cidade. As recomendações gerais para a vacinação incluem não estar fazendo tratamento imunossupressor, não ter tido Covid-19 há menos de 30 dias, não estar com sintomas gripais e não ter aplicado nenhuma outra vacina nos últimos 15 dias.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/01/2022 0 Comentários 454 Visualizações
Saúde

RS registrou 13 mortes de crianças de 5 a 11 anos desde o início da pandemia

Por Ester Ellwanger 13/01/2022
Por Ester Ellwanger

Com vacinação recentemente aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as crianças entre 5 e 11 anos totalizaram 13 falecimentos por Covid-19 desde o início da pandemia. Este foi o número de óbitos para esta faixa etária registrados pelos Cartórios de Registro Civil gaúchos no período de março de 2020 à primeira semana de janeiro de 2022.
O levantamento mostra ainda que as crianças mais afetadas pela doença foram aquelas de seis anos, com três mortes registradas, seguida pelas que tinham sete, oito, dez e 11 anos, com dois falecimentos registrados em cada uma destas idades. Crianças de cinco e novo anos totalizaram um óbito cada.

Os dados contabilizados fazem parte do Portal da Transparência do Registro Civil, base de dados que reúne as informações de nascimentos, casamentos e óbitos registrados pelos 7.663 Cartórios brasileiros -, administrada pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), e que retrata ainda que esta faixa etária registrou cinco mortes em razão de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), uma por causa indeterminada e duas por morte súbita.

 

O ano de 2021 foi aquele que registrou o maior número de mortes cuja causa mortis consta como Covid-19 (nove), enquanto, em 2020, foram quatro. Na primeira semana de janeiro de 2022 não foram contabilizados óbitos por Covid-19 de crianças entre 5 e 11 anos, embora os Cartórios de Registro Civil tenham o prazo legal de até 10 dias para enviar os dados ao Portal da Transparência do Registro Civil.

“Os números publicados no Portal da Transparência, disponibilizam os óbitos registrados em Cartórios de Registro Civil e informam a sociedade sobre o atual estágio da pandemia. No caso das crianças, os tristes números também fazem parte do momento que estamos vivendo e indicam que a vacinação pode ser o melhor caminho para salvar vidas”, destaca Sidnei Birmann, presidente da Arpen-RS.

Contabilizando-se todas as mortes por causas naturais no Rio Grande do Sul, a faixa etária entre 5 e 11 anos registrou 196 óbitos, sendo 83 em 2020 e 112 em 2021. Dentre as causas de mortis segmentadas pelo Portal, Septicemia foi a causa de 30 mortes, Pneumonia (25), AVC (12), Insuficiência Respiratória (21) e Covid-19 (13). Importante constatar que os Demais Óbitos, que reúnem várias doenças não segmentadas no Portal, totalizaram 81 mortes.

Já no caso de Covid-19, as crianças entre 5 e 11 anos totalizaram 324 falecimentos por Covid-19 desde o início da pandemia. Entre os Estados brasileiros, São Paulo, estado mais populoso do país respondeu percentualmente por 22,8% dos óbitos de crianças nesta faixa etária, seguido por Bahia (9,3%), Ceará (6,8%), Minas Gerais (6,5%), Paraná (6,2%), Rio de Janeiro (5,9%) e Rio Grande do Sul (4%). Amapá, Mato Grosso e Tocantins foram as unidades que registraram o menor número de óbitos na faixa etária.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/01/2022 0 Comentários 480 Visualizações
Saúde

Cartórios do RS registram mais de 500 órfãos de Covid até seis anos de idade

Por Ester Ellwanger 15/10/2021
Por Ester Ellwanger

Ao menos 567 crianças de até seis anos de idade no Rio Grande do Sul ficaram órfãos de um dos pais vítimas da Covid-19 entre 16 de março de 2020 e 24 de setembro deste ano. Os dados foram levantados com base no cruzamento entre os CPFs dos pais nos registros de nascimentos e de óbitos feitos nos 419 Cartórios de Registro Civil do Estado desde 2015, ano em que as unidades passaram a emitir o documento diretamente nas certidões de nascimento das crianças recém-nascidas em todo o estado.

Os números obtidos pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), entidade que representa os Cartórios de Registro Civil do Brasil e administra o Portal da Transparência, mostram que três pais faleceram antes do nascimento de seus filhos, enquanto quatro crianças, até a idade de seis anos, perderam pai e mãe vítimas da Covid-19.

“Durante a pandemia, os Cartórios de Registro Civil contribuem continuamente, por meio do Portal da Transparência, para dimensionar os impactos da Covid-19 no Brasil, inclusive com a estimativa de quantas crianças no país perderam os pais para a doença, um dado extremamente importante para auxiliar os órgãos públicos e autoridades no amparo dessas crianças”, destaca Sidnei Hofer Birmann, presidente da Arpen/RS.

Já no Brasil, no mesmo período, ao menos 12.211 crianças de até seis anos de idade ficaram órfãs de um dos pais vítimas da Covid-19.

Segundo os dados levantados pela Arpen-Brasil, 25,6% das crianças de até seis anos que perderam um dos pais na pandemia não tinham completado um ano. Já 18,2% tinham um ano de idade, 18,2% dois anos de idade, 14,5% três anos, 11,4% quatro anos, 7,8% tinham cinco anos e 2,5% , seis anos. São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro, Ceará e Paraná foram os estados que mais registraram óbitos de pais com filhos nesta faixa etária.

Os dados de nascimentos, casamentos e óbitos estão disponíveis no Portal da Transparência do Registro Civil, base de dados abastecida em tempo real pelos atos praticados pelos Cartórios de Registro Civil do País, administrada pela Arpen-Brasil, cruzados com os dados históricos do estudo Estatísticas do Registro Civil, promovido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base nos dados dos próprios cartórios brasileiros.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/10/2021 0 Comentários 606 Visualizações
Saúde

Pediatra alerta que violência familiar pode ser um ciclo de repetição

Por Ester Ellwanger 30/09/2021
Por Ester Ellwanger

O caminho para evitar cenas de violência contra crianças está em ações de prevenção e no amplo debate sobre o tema, incluindo toda a rede de apoio. A avaliação é do médico pediatra e membro do Comitê de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Renato Santos Coelho, que destaca a importância do trabalho pediátrico desde a primeira consulta.

“É preciso, desde o nascimento do bebê, promover o vínculo dos pais com a criança, especialmente nas gestações de risco e nos bebês prematuros. São esses vínculos que sustentam uma relação com menos violência”, explica.
Além disso, o especialista destaca que existem “pequenos sinais”, como um histórico de modelos parentais agressivos, que são possíveis para analisar ambientes em que a violência contra os menores esteja presente ou possa surgir.

A violência familiar tende a ser um processo de repetição. Quebrar este ciclo, é uma forma de prevenção. Em alguns momentos, isso tende a ser geracional.”

“A violência familiar tende a ser um processo de repetição. Quebrar este ciclo, é uma forma de prevenção. Em alguns momentos, isso tende a ser geracional. Nas consultas de puericultura, o pediatra deve trabalhar essa questão geracional com a família, trazendo novos modelos e quebrando o ciclo transgeracional”, acrescenta.
A prevenção aos casos de agressão não pode ficar somente nos consultórios médicos e dentro de casa. “Nas escolas, é necessário debater esses temas, realizar fórum de discussão, aproximar pais. Aliar educação com a prevenção”, finaliza.

Entre os sintomas de que algo não está correndo bem com os pequenos, o pediatra ou os responsáveis pelo cuidado com a criança precisam analisar aspectos físicos, como hematomas ou contusões, mas também alterações de comportamento. Agitação, insônia, agressividade, são sinais amplos que indicam que não está tudo bem com a criança e é preciso buscar ajuda.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/09/2021 0 Comentários 728 Visualizações
Cidades

Estância Velha integra rede para proteção de crianças e adolescentes

Por Gabrielle Pacheco 28/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Um dos focos da Prefeitura de Estância Velha é a proteção da criança e do adolescente. Para fortalecer as bases de uma verdadeira rede de proteção, ocorreu uma palestra sobre o assunto para professores e gestores de escolas da rede municipal, assistentes sociais, conselheiros tutelares e candidatos.

O evento foi no auditório do Centro Administrativo Prefeito Gabriel Steiner, na manhã desta sexta-feira (28). A prefeita Ivete Grade participou da atividade, que também tem apoio do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (Comdica) de Estância Velha.

Presente em 16 municípios da região, o projeto é intitulado “Articulando Redes de proteção”. Nova Hartz e Dois irmãos também já receberam a palestra. Marilene Maia, professora e integrante do Instituto Humanista Unisinos (IHU) foi a palestrante da manhã.

Marilene lembrou que a educação não é o único setor responsável pela vida e proteção das crianças e adolescentes, e ainda, destacou a importância da economia diante do tema. “Cada cidadão faz parte desse processo. Cada um de nós é corresponsável pela proteção delas”, explicou.

A prefeita Ivete Grade abriu o evento e deu as boas-vindas. “No lar é que as coisas acontecem. Temos que investir nisso. Passar os bons valores e ensinar o que é certo e o que é errado”, afirmou Ivete, que ainda destacou: “Esse trabalho é muito importante, pois nosso foco também são crianças e adolescentes”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/06/2019 0 Comentários 537 Visualizações
Cidades

Processo de escolha dos conselheiros tutelares de Taquara

Por Gabrielle Pacheco 13/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Taquara e a Comissão eleitoral do processo de eleições unificadas dos Conselhos Tutelares torna público o Edital 002/2019, que visa a inscrição para participação do processo de escolha dos conselheiros tutelares de Taquara e da prova de conhecimentos.

Interessados em participar do pleito, que ocorrerá em 6 de outubro de 2019, podem se inscrever de 13 a 31 de maio, no protocolo geral da Prefeitura Municipal de Taquara, na rua Tristão Monteiro n.º 1390, Centro Administrativo, de segundas a quintas-feiras, das 8h às 12h, e, das 13h às 17h30, e nas sextas-feiras, das 8h às 14h.

O processo de escolha dos membros do Conselho Tutelar será constituído de prova de conhecimentos escrita e eleição direta, com voto direto, secreto, universal e facultativo de todo eleitor habilitado a votar no Município de Taquara-RS. As etapas de todo o processo serão divulgadas no sítio eletrônico e no mural oficial da Prefeitura Municipal de Taquara.

Os requisitos, a documentação necessária para a inscrição, o conteúdo da prova de conhecimentos e sua composição, informações sobre a campanha eleitoral, dentre outras informações podem ser consultadas no site.

Conforme o edital, o curso preparatório para a prova, organizado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, será realizado nos dias 17,18,19,24 e 25 de junho de 2019, nas dependências do Centro Educacional Índio Brasileiro Cesar, das 19h às 22h. Já a prova de conhecimentos escrita terá duração de três horas, e, será realizada, no dia 15 de julho de 2019, a partir das 19 horas, na FACCAT.

O Conselho Tutelar será composto por 5 (cinco) Conselheiros Tutelares, com mandato de 4 (quatro) anos, permitida 1 (uma) recondução para a função de forma consecutiva. O mandato terá início no dia 10 de janeiro de 2020.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/05/2019 0 Comentários 463 Visualizações
Variedades

Bota do Mundo leva crianças com deficiência aos gramados de futebol

Por Gabrielle Pacheco 16/07/2018
Por Gabrielle Pacheco

Após as emoções da Copa do Mundo na Rússia, a Arena do Grêmio será palco da sexta edição de outro campeonato muito especial, a Bota do Mundo – criado especialmente para crianças com deficiência darem o primeiro chute de suas vidas. Com realização da Smile Flame, o evento ocorre no dia 22 de julho, às 14h, e contará com diversos ídolos do futebol. O evento já contou com a participação dos jogadores Dunga, Barcos, Tinga, Léo, Felipe Anderson, Wendell Lira e Neymar.

O objetivo é fazer com que as crianças realmente se sintam em uma Copa de verdade. Cada pequeno representa um país e conta com a ajuda de um jogador e uma bota especial. Além do campeonato, baseado na cobrança de pênaltis (melhor de três), o evento conta com entrega de troféu e premiações. A molecada também terá à disposição o gramado do estádio do Grêmio, os vestiários dos jogadores, uniforme da sua seleção dos pés a cabeça, torcida organizada e a companhia de jogadores e ex-profissionais do futebol.

Atletas como Chiquinho, Michel Gaúcho, Jeferson Franco, Diogo Barcelos, Suelen Franco, Vinicius, Bolivar, Pedro Iarley, Diogo Rincon, Marcelo Pitol, Claiton e Bressan formarão duplas com 16 crianças da Kinder Centro Integração da Criança Especial, do Educandário São João Batista e do Centro de Reabilitação de Porto Alegre (Cerepal).

Sobre a Bota do Mundo

A Bota do Mundo é um campeonato de futebol para crianças cadeirantes realizarem o sonho de fazer o primeiro gol de suas vidas. O evento procura ser muito mais do que uma tarde alegre e divertida, mas proporcionar a emoção de estar perto de ídolos, de elevar a autoestima dos pequenos e de estimular a vontade de seguir em frente com o tratamento.

O evento já passou pelo Estádio do Vale, em Novo Hamburgo, em 2013, a Arena do Grêmio em 2014, em 2015 esteve no Instituto Projeto Neymar Jr., em Praia Grande (SP), no Estádio Beira-Rio, em 2016, e novamente na Arena do Grêmio, no ano passado.

A grande mágica do evento está em uma botinha especial que une os pés das crianças com os pés de um adulto. A bota foi criada por Alexandro Faleiros, que realizou o sonho de jogar bola com seu filho cadeirante. A Smile Flame adorou a ideia e resolveu transformá-la em uma Copa do Mundo.

Serviço

O quê: Bota do Mundo 2018
Quando: 22/7, às 14h
Onde: Arena do Grêmio, Av. Padre Leopoldo Brentano, 110, bairro Humaitá, Porto Alegre (entrada pelo Portão 7)
Quanto: entrada franca

Foto: Joe Beck/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2018 0 Comentários 999 Visualizações
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