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crescimento

Business

Exportações de carne de frango crescem 21,3% em setembro

Por Stephany Foscarini 06/10/2021
Por Stephany Foscarini

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 418,5 mil toneladas em setembro, número que superou em 21,3% os embarques realizados no mesmo período de 2020, com 345 mil toneladas.

O bom desempenho das exportações gerou receita de US$ 730,5 milhões, resultado 52,5% maior que os US$ 479 milhões registrados em setembro de 2020.

No acumulado do ano (janeiro a setembro), as exportações de carne de frango totalizaram 3,466 milhões de toneladas, desempenho 9% superior ao embarcado nos nove primeiros meses de 2020, com 3,178 milhões de toneladas.

Com isso, o resultado em dólares das exportações alcançou US$ 5,623 bilhões, número 21,7% maior que a receita registrada no mesmo período do ano passado, com US$ 4,619 bilhões.

O desempenho das exportações efetivadas no terceiro trimestre foi especialmente elevado, superando a média mensal de 400 mil toneladas em volumes e US$ 700 milhões no saldo cambial”.

“O desempenho das exportações efetivadas no terceiro trimestre foi especialmente elevado, superando a média mensal de 400 mil toneladas em volumes e US$ 700 milhões no saldo cambial. São indicadores que reforçam as projeções da ABPA para um ano com resultados recordes nas exportações”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

A China, principal destino dos embarques brasileiros, importou 63,2 mil toneladas em setembro, volume 20,4% superior ao embarcado no mesmo período do ano passado. Em seguida vieram Japão, com 46,9 mil toneladas (+45,2%), e Emirados Árabes Unidos, com 43,2 mil toneladas (+66,3%). Outros destaques foram as Filipinas, com 20,5 mil toneladas (+1118,8%), União Europeia, com 16,9 mil toneladas (+20,8%), e México, com 9,2 mil toneladas (+348%).

“A retomada gradativa das atividades tem impulsionado o consumo em diversos destinos de exportação do Brasil, o que é especialmente notável no Oriente Médio e Ásia, além de regiões importadoras de produtos de mais valor agregado, como é o caso da União Europeia. A oferta mundial está adequada à demanda, o que vem sustentando os preços internacionais e a receita das exportações”, detalha Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Foto: Manoel Petry/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2021 0 Comentários 459 Visualizações
Variedades

Marcopolo registrou um crescimento de produção no segundo trimestre

Por Milena Costa 03/08/2021
Por Milena Costa

No segundo trimestre de 2021, a Marcopolo registrou um crescimento de produção acima do percentual registrado no mercado nacional. No 2T21, o Brasil registrou um aumento de 4,7%, com 3.456 unidades produzidas, no comparativo a 2T20. No mesmo período, a Marcopolo atingiu um crescimento de 21,6%, com 2.483 unidades produzidas nas unidades brasileiras, incluindo a produção de modelos Volare.

A receita líquida da companhia somou R﹩ 823,7 milhões no 2T21, aumento de 3,2% ante o 2T20. O lucro bruto atingiu R﹩ 60,5 milhões, com margem de 7,4%. O EBITDA totalizou R﹩ 140,5 milhões, com margem de 17,1%. O lucro líquido foi de R﹩ 200,9 milhões, com margem de 24,4%, beneficiado pelo reconhecimento dos processos de exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins, que representaram impacto positivo de R﹩ 383,0 milhões, antes de impostos.

O setor de fretamento está entre os segmentos que contribuíram positivamente com o desempenho da companhia no 2T21, seguido pelos modelos entregue ao programa Caminho da Escola.

“Começamos a perceber sinais de recuperação da confiança de clientes e usuários.”

“Começamos a perceber sinais de recuperação da confiança de clientes e usuários. Um dos indicativos é o aumento do interesse de compra e maior uso das frotas paradas, o que deve levar a compras efetivas mais adiante. A companhia segue confiante de que a demanda retornará de forma mais intensa no fim do 3T21, com boas perspectivas para o 4T21, quando a maioria da população brasileira deverá ter tomado a primeira dose da vacina contra Covid-19”, observou o CFO.

No 2T21, com o programa federal Caminho da Escola, a Marcopolo entregou 368 unidades, sendo 120 micros, 18 urbanos e 230 modelos Volare. Em junho deste ano, foi realizada uma nova licitação, pela qual a companhia terá o direito de 3.900 unidades, do total de 7.000 ônibus licitados.

“Aguardamos a homologação desta licitação para iniciar a produção. Além disso, seguimos otimistas com o avanço da vacinação, a reabertura das escolas e universidades e a retomada do segmento turismo”, afirma José Antonio Valiati, CFO e Diretor de Relações com Investidores da Marcopolo.

Mercado externo

Mesmo diante do cenário adverso provocado pela pandemia, no segundo trimestre deste ano, a produção da Marcopolo direcionado para exportações foi 18,8% superior ao mesmo período do ano anterior. Nas unidades localizadas fora do Brasil, a produção cresceu 61,2%, contra uma base mais fraca de 2020, quando parte das operações se encontravam com as atividades suspensas em função da pandemia. Os números representam um total de 30,9% da receita líquida da companhia no 2T21.

“Países mais avançados na vacinação, como o Chile, mostram recuperação de volumes, ao mesmo tempo que mercados importantes, como Peru e América Central, avançam mais lentamente”, comenta Valiati.

O continente africano segue como um mercado importante para a companhia, com volumes expressivos previstos para o segundo semestre de 2021. Na África do Sul, há indicação de recuperação de volumes no curto prazo. Neste cenário, no 2T21, a produção consolidada para país africano foi de 90 unidades durante o período, frente aos 24 veículos no mesmo período de 2020.

Na América Central, o volume da produção consolidada alcançou 190 veículos no segundo trimestre deste ano, ampliando a participação no México, que no segundo trimestre do ano anterior representou 161 unidades. Na Argentina, a Marcopolo mantém a produção acelerada de ônibus urbanos, com 145 unidades fabricadas no 2T21.

Perspectivas para 2021

No segundo trimestre, a companhia fez importantes lançamentos. Em maio, lançou a linha Volare New Attack, aliando a robustez, conforto e segurança do modelo a um visual mais moderno. Em junho, foi a vez do modelo Marcopolo Viaggio 800, dedicado ao setor de fretamento. Entre os diferenciais da carroceria, a largura maior, que proporciona mais conforto e espaço interno ao passageiro, posicionando o produto na linha premium do segmento que mais se destacou no período da pandemia.

E em julho, foi lançada a Geração 8, composta por modelos destinados ao transporte rodoviário. Os ônibus apresentam evoluções substanciais de performance, segurança, conforto e design, desenvolvidos com foco em clientes e usuários.

Os novos veículos apresentados ao mercado reforçam o posicionamento da Marcopolo no mercado mundial de ônibus, propondo soluções inovadoras em mobilidade. Os lançamentos deverão contribuir e estimular as vendas já a partir do fim do terceiro trimestre, em um momento de retomada do segmento.

Foto: Marcopolo/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/08/2021 0 Comentários 656 Visualizações
Business

Abear: malha aérea doméstica de julho reage pelo 3º mês consecutivo

Por Milena Costa 21/07/2021
Por Milena Costa

As companhias aéreas nacionais registram, em julho, o terceiro mês consecutivo de crescimento da malha aérea doméstica, com um média de partidas diárias de 1.624, ou o equivalente a 67,7% da oferta de voos no início de março de 2020, antes dos severos impactos da pandemia sobre o setor. O crescimento em relação às 1.230 decolagens por dia de junho é de 16,4 pontos percentuais. O levantamento é da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

É fundamental que a imunização da população brasileira mantenha o ritmo atual para que a aviação possa retomar sua atividade de forma consistente.”

“Os dados da malha aérea doméstica de julho confirmam que a vacinação contra a Covid-19 está reaquecendo a demanda por viagens de avião. É fundamental que a imunização da população brasileira mantenha o ritmo atual para que a aviação possa retomar sua atividade de forma consistente. É importante também avançarmos em temas que podem inibir uma retomada mais vigorosa, como o alto preço do combustível dos aviões e a tributação sobre o setor”, afirma o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/07/2021 0 Comentários 513 Visualizações
Business

Mercado imobiliário do litoral norte tem se tornado alvo de grandes investimentos

Por Milena Costa 22/06/2021
Por Milena Costa

Desde 2020 o litoral norte do estado tem sido alvo de uma crescente e inédita onda de investimentos imobiliários. Enquanto a maior parte dos setores da economia tentavam criar novas estratégias de atuação para driblar a crise gerada pela Covid-19, o número de moradores nas praias gaúchas aqueceu o mercado, gerando um aumento de 50% na procura por compra de imóveis. O dado é superior, se comparado ao de consumidores que planejam adquirir um imóvel nos próximos dois anos (35%) no sul do país, de acordo com a Brain Inteligência Estratégica

Neste ano, os dados mantêm o cenário otimista de expansão com a previsão de novos empreendimentos de alto padrão. Em maio, o edifício Allure Beach Condo teve todos os lotes reservados em menos de 20 minutos. Outros quatro lançamentos devem ser realizados pela Imobiliária Casaqui até o mês de dezembro nas praias de Atlântida e Xangri-lá, com três condomínios loteados e um de sobrados já concluídos.

De acordo com o último levantamento realizado pela imobiliária, a valorização dos imóveis deve ser superior ao ano passado. Entre os prováveis estímulos para a aceleração no crescimento estão os novos formatos e vínculos de trabalho como a popularização do home office, e a busca por espaços maiores, distantes do caos das grandes cidades. – A praia está se preparando para ser a capital dos investimentos imobiliários e para receber aqueles que almejam qualidade de vida, contato com a natureza, sentimento de segurança e liberdade – garante Eron Valim, CEO da Imobiliária Casaqui.

Foto: Fernando Pitol/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2021 0 Comentários 1,K Visualizações
Variedades

Demanda por voos domésticos registrou crescimento em abril

Por Milena Costa 20/05/2021
Por Milena Costa

A demanda por voos domésticos, medida em passageiros quilômetros transportados (RPK), registrou crescimento de 462,5% em abril, em relação ao mesmo período de 2020, quando a aviação comercial registrou o seu pior resultado operacional em 20 anos por causa da pandemia do novo Coronavírus. Isso é o que mostra a base de dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). A oferta, calculada em assentos quilômetros ofertados (ASK), teve alta de 374,6% na mesma comparação. Assim, a taxa de ocupação das aeronaves ficou em 77,6%, aumento de 12,2 pontos percentuais. No total, foram transportados 2,6 milhões de passageiros, expansão de 561,1%.

Abril x Março

A comparação dos resultados operacionais da aviação em abril com o mês anterior permanece com resultados negativos. A demanda doméstica registrou queda de 20,4% e a oferta recuou 31,5%.

Mercado internacional

O transporte de passageiros no mercado internacional (RPK) cresceu 282% em abril, diante de igual mês do ano passado. A oferta, por sua vez, teve aumento de 377,4% na mesma base de comparação. Com isso, o aproveitamento dos aviões foi de 28,5%, queda de 7,2 pontos percentuais. Ao todo, foram transportados 161,9 mil passageiros, alta de 308%. A comparação com março de 2021 mostra que houve retração de 7,5% para a demanda e crescimento de 0,8% para a oferta.

Cargas

O transporte aéreo de carga e correio teve aumento de 135,6% em abril, em relação ao mesmo mês de 2020. No mercado internacional, essa atividade teve expansão de 75,3%.

Fonte: Assessoria.
20/05/2021 0 Comentários 734 Visualizações
Variedades

Malha aérea doméstica registra leve retomada em maio

Por Milena Costa 18/05/2021
Por Milena Costa

A malha aérea doméstica registra, em maio, sinais de leve retomada, com média de 1.046 partidas por dia, ou o equivalente a 43,4% da oferta de voos na primeira semana de março de 2020, antes das medidas de isolamento social e fechamento de fronteiras por causa do novo Coronavírus. Esse resultado mostra uma desaceleração da queda registrada em abril, quando foram operadas 854 decolagens diárias, ou 35,6% da oferta regular. O crescimento é de 7,8 pontos percentuais.

“Esse resultado mostra o reflexo positivo da vacinação para a leve recuperação da demanda por viagens aéreas domésticas na comparação de maio com abril. É importante lembrar, que o severo impacto da pandemia na aviação ainda faz com que seja necessária a manutenção de medidas emergenciais para que possamos retomar a operação aérea de forma sustentável ao longo do tempo”, afirma o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), Eduardo Sanovicz.

A partir de maio de 2020, as empresas aéreas nacionais começaram a registrar uma retomada gradual da operação, alcançando o pico de 1.798 decolagens diárias em janeiro de 2021, ou 75% da oferta diária de partidas em relação ao início de março de 2020. O agravamento da pandemia impactou a quantidade de voos em fevereiro, quando a média diária recuou para 1.469, o que equivale a 61,2% da malha aérea pré-crise. Em março, a oferta diária de voos domésticos teve novo recuo, com 1.177 decolagens, ou 49% da oferta regular de voos.

 

Fonte: Assessoria.
18/05/2021 0 Comentários 503 Visualizações
Business

Exportações de carne suína crescem 35,1% em abril

Por Caren Souza 12/05/2021
Por Caren Souza

As exportações brasileiras de carne suína (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 98,3 mil toneladas em abril, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O saldo supera em 35,1% os embarques realizados no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 71,8 mil toneladas. O resultado das exportações de abril chegou a US$ 232,3 milhões. O número é 40,6% superior ao registrado no mesmo período de 2020, quando o valor atingiu US$ 165,2 milhões.

No acumulado do ano, as exportações de carne suína alcançaram 351,8 mil toneladas. O volume é 25,29% maior em relação ao primeiro quadrimestre de 2020, quando foram exportadas 280,8 mil toneladas. De janeiro a abril, a receita acumulada chegou a US$ 826,4 milhões, valor 27,1% superior ao efetivado nos primeiros quatro meses do ano passado (US$ 650,3 milhões).

Na análise por país, a China, carro-chefe das exportações brasileiras, importou 51,5 mil toneladas em abril (+50,5% em relação ao mesmo período de 2020). Outros destaques foram Hong Kong, com 14,6 mil toneladas (+4,9%); Chile, com 5,4 mil toneladas (+130,9%); Angola, com 3,4 mil toneladas (+3,8%); Filipinas, com 2,4 mil toneladas (+623,4%); e Argentina, com 2,2 mil toneladas (+84,3%).

Também em abril, Santa Catarina, principal estado exportador, embarcou 50,1 mil toneladas (+41,73% em relação ao mesmo período de 2020). Em seguida vieram Rio Grande do Sul, com 26,3 mil toneladas (+45,33%), e Paraná, com 12,4 mil toneladas (+11,34%).

“Além das expressivas vendas para o mercado chinês, temos observado o aumento das exportações para outras regiões do planeta, incluindo mercados vizinhos ao Brasil. Em meio à forte pressão gerada pelos custos internos de produção, o bom desempenho destas exportações diminuem perdas e melhoram o quadro para as indústrias que atuam no mercado internacional”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Sobre a ABPA

A ABPA é a representação político-institucional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Congrega mais de 140 empresas e entidades dos vários elos dos dois setores, responsáveis por uma pauta exportadora superior a US$ 8 bilhões. Sob a tutela da ABPA, está a gestão, em parceria com a Apex-Brasil, das quatro marcas setoriais das exportações brasileiras de aves, ovos e suínos: Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Pork.

Por meio de suas marcas setoriais, a ABPA promove ações especiais em mercados-alvo e divulga os diferenciais dos produtos avícolas e suinícolas do Brasil — como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção — e fomenta novos negócios para a cadeia exportadora de ovos, de material genético, de carne de frangos e de suínos.

Fonte: Assessoria
12/05/2021 0 Comentários 546 Visualizações
Business

Vendas de cimento acumulam alta em abril

Por Caren Souza 10/05/2021
Por Caren Souza

indústria

O mês de abril seguiu a tendência do primeiro trimestre do ano e contou com um volume de vendas de 5,3 milhões de toneladas de cimento, 26,5% a mais do que abril do ano passado. No acumulado de janeiro a abril, o crescimento foi de 20,8% em relação ao mesmo período de 2020, segundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC).

As vendas estão sendo apoiadas, em sua grande maioria, pelo mercado imobiliário residencial .

Já o volume de vendas de cimento por dia útil, melhor indicador do setor, registrou 237,2 mil toneladas, um aumento de 8,2% em comparação ao mês de março e de 25,8% em relação ao mesmo mês de 2020. No acumulado do ano (jan-abril) o desempenho registra alta de 21,7%.

Esse resultado se deve, principalmente, em função de uma base de vendas muito fraca no primeiro quadrimestre do ano passado, especialmente abril que teve o pior desempenho (-6%) da indústria do cimento em 2020. Isso faz com que o efeito estatístico alavanque variações positivas, provavelmente até maio.

No tocante a abril de 2021, os principais indutores de crescimento continuam sendo as obras imobiliárias – não há registro de paralisação (1) – e as reformas residenciais e comerciais. Em São Paulo, por exemplo, os lançamentos imobiliários cresceram 98% em março contra o mesmo mês do ano passado (2).

Na contramão do bom desempenho das vendas de cimento no ano, o índice de confiança do consumidor (3), apesar de uma pequena recuperação, ainda caminha de maneira sofrível. O indicador da construção (4) em queda desde novembro, voltou a nível inferior ao observado antes da pandemia, revertendo toda a crescente expectativa positiva registrada entre maio e outubro de 2020.

Os cortes no orçamento do governo federal, principalmente em atividades como infraestrutura e programas habitacionais como o Casa Verde Amarela, a instabilidade macroeconômica, a desvalorização cambial, a inflação, o desemprego em alta, o ritmo lento da vacinação e a perda da massa salarial vem abatendo o otimismo e aumentando ainda mais a incerteza e a cautela do setor produtivo brasileiro.

Diante deste cenário, haverá um desafio maior que é manter a boa performance obtida a partir de junho do ano passado, início da recuperação da atividade. Neste momento, o efeito estatístico deverá ter resultante negativo para os ganhos obtidos até então.

“Os resultados são positivamente surpreendentes até o momento, mas ainda sem sustentação, conforme indica a projeção do PIB da Construção Civil com a significativa queda de 4% para 2,5%. As vendas estão sendo apoiadas, em sua grande maioria, pelo mercado imobiliário residencial e isto impõe cautela à indústria do cimento para o futuro. A diversificação da fonte de demanda é primordial e os resultados dos leilões de abril apontam para o retorno do segmento da infraestrutura como importante vetor de consumo a médio prazo”, destaca Paulo Camillo Penna, presidente do SNIC.

Perspectivas

Os leilões do último mês geraram R$ 48 bilhões de investimentos em terminais portuários, metrô, rodovias, ferrovias, aeroportos e projetos de saneamento. Ainda há um bom estoque de novas concessões e de ativos a serem disputados com destaque para rodovia Presidente Dutra, Aeroportos de Congonhas e Santos do Dumont e a ferrovia Ferrogrão, entre muitos outros.

A expectativa é de que em razão do sucesso dos eventos em Alagoas e Rio de Janeiro viabilizados em razão da aprovação do novo marco legal do saneamento, outros municípios passem a se incorporar ao novo modelo de desenvolvimento do setor. Atualmente, o BNDES tem 5 novas concessões na fila para serem realizados, totalizando R$17 bilhões de investimento (Amapá, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Alagoas e Ceará).

Apesar desses fatores positivos, o consumo de cimento através da infraestrutura é de médio e longo prazo. O impacto dessas concessões no consumo de cimento será sentido a partir de 2022.

Mesmo com um ritmo favorável de janeiro a abril, a indústria do cimento ainda tem enormes desafios para 2021. O cenário, até então, permitia uma projeção de crescimento entre 1% e 2% no consumo. Os significativos reajustes de preços de coque (energia térmica da indústria), de energia elétrica, de refratários, de embalagens e de peças de reposição, todos eles também impactados pela alta do câmbio, vem afetando os resultados da indústria. Por tudo isso, a estimativa de performance do setor será revista a partir do segundo semestre.

O atual cenário é de difícil leitura. O país ainda está preso às incertezas políticas, sanitárias e econômicas.

Fonte: Assessoria
10/05/2021 0 Comentários 578 Visualizações
Business

Grupo Xalingo comemora crescimento e nova fase

Por Gabrielle Pacheco 07/05/2021
Por Gabrielle Pacheco

O Grupo Xalingo, de Santa Cruz do Sul, obteve crescimento em suas três áreas de operação: Brinquedos (educativos, elétricos, jogos, licenciados, triciclos, playgrounds, entre outros), Soluções (produtos para o setor agrícola) e Miper (matrizaria).

Desde 2020, aceleramos a produção de brinquedos e conseguimos, assim, dar conta da alta demanda e vencer os desafios.

No último ano, a empresa registrou aumento de 30% em relação a 2019 e pretende manter o mesmo ritmo em 2021. De acordo com a instituição, várias iniciativas auxiliaram nesse processo de expansão, como o novo centro de distribuição em Barra Velha-SC, o lançamento do e-commerce da unidade de brinquedos e a ampliação do portfólio de peças para máquinas agrícolas. “Como esse mercado também está aquecido – especialmente pela safra recorde de grãos prevista para este ano –, esperamos manter os resultados positivos”, comenta Rodrigo Ebert Harsteln.

Em junho de 2020, ele foi anunciado como novo presidente da Xalingo. Há quatro anos na companhia, o executivo passou pelos principais departamentos do grupo. “O ano apresenta muitas incertezas, e o perfil do consumidor está mudando rapidamente. Desde 2020, aceleramos a produção de brinquedos e conseguimos, assim, dar conta da alta demanda e vencer os desafios”, explica.

Para 2021, ele afirma que a indústria irá apresentar cerca de 200 lançamentos, entre itens nacionais e importados. “Dessa forma, queremos ampliar nossa fatia de mercado e chegar a todas as regiões do país”, finaliza.

Foto: Divulgação
07/05/2021 0 Comentários 972 Visualizações
Business

Grendene registra lucro líquido de R$ 129,2 milhões no 1º trimestre

Por Caren Souza 30/04/2021
Por Caren Souza

A calçadista gaúcha Grendene registrou, no primeiro trimestre de 2021, lucro líquido de R$ 129,2 milhões, 334,3% superior ao mesmo período de 2020, chegando a uma receita bruta de R$ 644,3 milhões, 43% maior do que no ano passado. A companhia também apresentou crescimento nas margens Bruta, ampliando de 41,2% em 2020 para 45,1% este ano; na Ebit, de 10,7% para 19,8%; na Ebtida, de 16,3% para 24,3%; e na Líquida, de 8% para 24,7%.

Em fevereiro, comemoramos 50 anos de história, durante os quais enfrentamos inúmeras crises domésticas e internacionais, das quais sempre emergimos mais fortes como empresa.

Mesmo em mais um período desafiador em função dos impactos gerados pela pandemia da Covid-19, a companhia alcançou, nos primeiros três meses deste ano, um volume de pares negociados de 35,4 milhões, contra 26 milhões registrados no primeiro trimestre de 2020. O incremento foi de 36,2%, tendo o mercado interno registrado 27,3 milhões; e as exportações, 8,1 milhões em 2021. Outro destaque foi o avanço da receita líquida em 40,6%, passando de R$ 372,2 milhões para R$ 523,3 milhões.

“Em contrapartida ao impacto gerado às exportações para os mercados do hemisfério norte, a Grendene realizou alterações na sua gestão comercial e em seus canais de distribuição, o que facilitou o ingresso de novos parceiros de distribuição em diversos mercados, ampliando o número de países-destinos exportados”, explica o diretor de Relações com Investidores da companhia, Alceu Demartini de Albuquerque, sinalizando também que, se por um lado, os canais de vendas diretos e magazines sofreram com as restrições causadas pela pandemia, os canais indiretos e de autosserviço apresentaram crescimento de 91% e 84% (em receita bruta), respectivamente, em comparação ao primeiro trimestre de 2020, e foram responsáveis pela performance positiva da companhia neste trimestre.

Nesse contexto, a empresa continuou a fortalecer suas marcas, investindo no digital e no direct to consumer. Dando continuidade à estratégia de transformação digital iniciada em 2019, no primeiro trimestre de 2021, a Grendene concluiu a internalização do e-commerce de todas as suas marcas, com expressivos crescimentos em comparação ao registrado no ano anterior.

Como reflexo desse planejamento, a empresa ampliou a equipe de digital commerce e inaugurou, em Fortaleza (CE), seu segundo centro de distribuição exclusivo para as vendas on-line, com o objetivo de prover uma experiência única aos seus clientes. “A próxima etapa na evolução da Grendene no ambiente digital está relacionada à inserção dos nossos produtos nos marketplaces existentes no mercado para ampliar nossas vendas, além de fortalecer nossas marcas, trazendo maior fluxo de clientes para as nossas lojas on-line”, afirma o diretor de RI.

O crescimento de 334,3% no lucro líquido é reflexo do elevado volume de pares embarcados, dos reajustes de preços concedidos em outubro de 2020 e fevereiro de 2021, além do controle das despesas operacionais.

Na execução estratégica, a companhia vem envidando todos os esforços para ajustar seus custos. As despesas operacionais da Grendene cresceram 16,5% nesse trimestre em relação ao mesmo período de 2020, percentual bastante inferior ao incremento das vendas no período. Houve também redução nas despesas variáveis, que passaram a representar 10,6% da receita líquida da empresa em comparação aos 12,4% registrados no primeiro trimestre do ano passado.

O EBIT alcançou R$ 103,8 milhões, avanço de 161,9%, representando uma margem EBIT de 19,8% (alta de 9,1 p.p. em relação aos primeiros três meses de 2020). O resultado financeiro foi R$ 52,6 milhões maior do que o registrado no primeiro trimestre de 2020. A Grendene encerrou o período com caixa de R$ 2,2 bilhões, mantendo sólida situação financeira. “Em fevereiro, comemoramos 50 anos de história, durante os quais enfrentamos inúmeras crises domésticas e internacionais, das quais sempre emergimos mais fortes como empresa. Estamos confiantes de que o desfecho será o mesmo para a atual crise sanitária e econômica que vivemos”, conclui Albuquerque.

Fonte: Assessoria
30/04/2021 0 Comentários 820 Visualizações
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