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crescimento

Cidades

CDL NH registra crescimento de 46% nas consultas de SPC

Por Gabrielle Pacheco 04/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

O crescimento de 46% foi observado neste mês de janeiro de 2019 em relação a dezembro de 2018. “Isso significa que o consumidor foi ao comércio de Novo Hamburgo com intenção de comprar e o lojista consultou o SPC para saber se o cliente tinha crédito”, explica o diretor financeiro da CDL NH, Jaime Machado, também proprietário da Selet Comércio de Materiais Elétricos.

Se compararmos janeiro de 2019 ao mesmo período do ano anterior, o número de consultas ao SPC também aumentou, 34%. Devido a esse crescimento, os lojistas constataram que o número de inadimplentes igualmente cresceu. Subiu 42% em janeiro de 2019 em comparação ao mesmo período de ano anterior.

Para o presidente da CDL NH, Jorge Stoffel (foto), o crescimento da inadimplência é mais comum nesta época do ano. “Neste período as famílias têm despesas como IPTU, IPVA, férias, volta às aulas e em algum momento os consumidores podem ficar no vermelho”, analisa Stoffel. No entanto, ele também destaca que a ida ao comércio neste período também é motivada pelas liquidações a exemplo do Liquida NH, promovido pela CDL NH, que termina no próximo dia 10 de fevereiro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/02/2019 0 Comentários 560 Visualizações
BusinessVariedades

Retomada do crescimento traz alento para a economia gaúcha

Por Gabrielle Pacheco 28/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério da Economia no dia 23 de janeiro foram avaliados como satisfatórios pelo presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, especialmente no que diz respeito ao indicador de empregabilidade do varejo.

“O fato do Rio Grande do Sul encerrar 2018 com um saldo positivo de 20.249 vagas, após três anos de resultados ruins, serve de alento para projetarmos um 2019 melhor no que diz respeito a retomada do emprego no estado. Nesse aspecto, a reação do comércio, que teve um aumento de 1.639 empregos na comparação com 2017, é um fator importante, uma vez que diversos aspectos dificultaram a atividade varejista ao longo do último ano, como a paralisação dos caminhoneiros e a incerteza do cenário político até o final de outubro. Então, voltar a gerar postos de trabalho é uma boa notícia”, destaca Vitor Augusto Koch.

O dirigente ressalta que até mesmo em dezembro, mês em que o Rio Grande do Sul registrou um saldo negativo, o comércio teve aumento de 914 postos de trabalho, muito em função da contratação de temporários para atender a demanda das lojas no final de ano. A partir desses dados, e da retomada da confiança dos lojistas no cenário econômico estadual e nacional, é possível esperar que 2019 traga um cenário mais alentador, tanto para vendas quanto para empregos no varejo gaúcho.

“Em 2018, houve para o varejo gaúcho um crescimento de 6,3% nas vendas, contabilizando o varejo ampliado, no qual estão incluídos material de construção e veículos. E a alta poderia ter sido maior, mas fatores como a greve dos caminhoneiros, em maio e junho, e as incertezas eleitorais, acabaram por minar uma maior confiança do consumidor. Então, caso não tenhamos nenhum fato negativo novo na trajetória de 2019, acreditamos no início de uma reação que encaminhe o consumo para atingir os padrões registrados em 2014, o melhor ano para os lojistas”, enfatiza Vitor Augusto Koch.

Segundo o presidente da FCDL-RS as expectativas positivas para 2019 serão concretizadas a partir da tomada de decisões importantes pelo governo, como o avanço das reformas da previdência e tributária e a erradicação da crise fiscal que o país vive há um bom tempo. Além disso, a sociedade brasileira precisa retomar a confiança, a partir da melhora de indicadores como o aumento da oferta de vagas de emprego e o avanço da renda.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/01/2019 0 Comentários 682 Visualizações
BusinessSaúde

Saúde suplementar impulsiona criação de empregos no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 23/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

A cadeia de saúde suplementar tem impulsionado a economia e a criação de empregos no Brasil e já responde por 8,1% da força de trabalho no País. De acordo com o Relatório de Emprego na Cadeia da Saúde Suplementar, aferido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o número de postos de trabalho formal no setor cresceu 3,4% na comparação entre novembro de 2018 e o mesmo mês do ano anterior. O que significa um aumento de 116,5 mil vagas. No mesmo período, o total de empregos formais no Brasil teve avanço de apenas 1%.

Olhando para o saldo de empregados, a diferença entre o total de contratados e o de demitidos, a cadeia da saúde suplementar fechou novembro de 2018 com 12,1 mil novos postos de trabalho. O que corresponde a 20,6% do saldo de 58,7 mil empregos registrado no Brasil.

Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, aponta que regionalmente a criação de empregos ainda está bastante concentrada na Região Sudeste do País, que responde por 47,4% (5,7 mil) do saldo de empregos formais do setor em novembro de 2018. Contudo, ele destaca que outras regiões têm registrado importantes resultados. “Temos visto um fortalecimento expressivo do mercado no Centro-Oeste, com 1,5 mil novos postos de trabalho. Isso em um período em que a região encerrou 7,5 mil empregos formais no total da economia”, analisa.

Na mesma linha, a cadeia de saúde registrou saldo positivo de 234 empregos no Norte enquanto, no total da economia, foram fechados 932 postos de trabalho. “Ainda que os números sejam mais ‘modestos’ do que os registrados em outras regiões, fica evidente que o setor está contratando em ritmo superior à média nacional. O que indica que o mercado está se preparando para voltar a crescer”, pondera Carneiro.

Os dados da edição mais recente do boletim já estão presentes no IESSdata, plataforma que fornece os números mais atuais do setor de saúde suplementar e da economia brasileira.

Sobre o IESS

O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) é uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo de promover e realizar estudos sobre saúde suplementar baseados em aspectos conceituais e técnicos que colaboram para a implementação de políticas e para a introdução de melhores práticas. O Instituto busca preparar o Brasil para enfrentar os desafios do financiamento à saúde, como também para aproveitar as imensas oportunidades e avanços no setor em benefício de todos que colaboram com a promoção da saúde e de todos os cidadãos. O IESS é uma referência nacional em estudos de saúde suplementar pela excelência técnica e independência, pela produção de estatísticas, propostas de políticas e a promoção de debates que levem à sustentabilidade da saúde suplementar.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
23/01/2019 0 Comentários 513 Visualizações
Business

Exportações da indústria gaúcha registram crescimento de 22% em 2018

Por Gabrielle Pacheco 16/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

As exportações do Rio Grande do Sul fecharam o ano de 2018 com crescimento de 18,2% em relação a 2017, totalizando US$ 21 bilhões. A indústria registrou alta de 22% no período, com US$ 15,4 bilhões, mas se desconsiderar as operações com as plataformas de petróleo e gás (US$ 2,8 bilhões), as vendas para o exterior encerram o ano em queda de 0,5%, enquanto as exportações totais têm expansão de 2,2%. “Alguns segmentos importantes da pauta de exportações do Estado foram prejudicados pela crise econômica na Argentina, país que reduziu a demanda por importados de origem gaúcha em 21,5% este ano.

Já a indústria de alimentos, que atualmente tem a maior participação nas exportações do setor secundário, sofre com a diminuição nas vendas para o exterior de carne de frango e suíno “.alerta o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry. O segmento de Alimentos, responsável por 15,1% do total exportado pelo Estado, é atingido pelos efeitos negativos provenientes da operação Trapaça e dos embargos da Rússia, que reduziram as exportações das carnes nos últimos dois anos.

Celulose e papel (78,7%), Coque e derivado do petróleo e de biocombustíveis (207%), Metalurgia (33,1%) e Madeira (9,6%) foram os segmentos que tiveram melhor desempenho no ano. Alimentos (-6,6%), Químicos (-6,9%), Veículos automotores, reboques e carrocerias (-4,5%) e Materiais elétricos (-31,2%) assinalaram as maiores quedas anuais entre as 24 categorias para as quais houve algum embarque em 2018. Os principais destinos dos produtos gaúchos em 2018 foram China (14,2%, atingindo US$ 6,1 bilhões, principalmente soja), Holanda (671,6%, alcançando US$ 1,8 bilhão, valor atípico devido à plataforma de petróleo de US$ 1,5 bilhão) e Argentina (-21,5%, registrando US$ 1,5 bilhão, principalmente automóveis, caminhonetas e utilitários).

As importações do Rio Grande do Sul totalizaram US$ 11,3 bilhões em 2018, registrando crescimento de 13,7%. Os produtos mais comprados foram Bens intermediários (+15,8%, totalizando US$ 6,6 bilhões).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
16/01/2019 0 Comentários 447 Visualizações
Business

Micro, pequeno e médio empreendedor esperam alta no faturamento em 2019

Por Gabrielle Pacheco 03/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

Embora historicamente seja maior o percentual de grandes empresas que apostam no crescimento do faturamento, chama a atenção a melhora do otimismo entre micro, pequenos e médios empresários. É o que constatou a pesquisa ‘Perspectivas Empresariais’, da Boa Vista, realizada com cerca de mil executivos de todo o Brasil, no 3º trimestre de 2018. O que mostra uma mudança de humor entre os empresários destes três portes, principalmente.

De acordo com a pesquisa, no mesmo período de 2017, 40% dos médios empresários previam ter um faturamento maior em 2018. Entrevistados agora no 3º Tri/18, 54% têm a expectativa de faturar mais no próximo ano. Um salto de 14 pontos percentuais. Mantendo a base de comparação, 35% dos micro e pequenos empresários previam faturar mais em 2018, e agora são 42%, em ambos os portes. Um crescimento de sete pontos percentuais, respectivamente.

Quando o recorte da pesquisa observou o setor de atividade, contatou-se que as de Serviços são as que estão mais otimistas com relação ao faturamento. Neste segmento, 48% dos entrevistados esperam faturar mais em 2019 (no 3º Tri/17 eram 37% os que esperavam faturar mais em 2018). O setor do Comércio permanece estável (42%) e o da Indústria teve uma pequena alta, passando de 40% para 42%, na mesma base de comparação.

Quando separados por porte, os empresários de micro, pequenas, médias e grandes empresas também se mostraram otimistas com relação aos investimentos para o próximo ano, na comparação ao 3º Tri/17. Os microempresários representam 35% contra 31%. Os das pequenas empresas eram 24% e agora 38% os que preveem investir mais em 2019. O das médias agora são 39% contra 35% e os das grandes empresas 51%, contra 43%.

Já quando avaliado por setor, o empresário do segmento de Serviços é o que está mais confiante no aumento dos investimentos para o próximo ano. No 3º Tri/17, 30% previam mais investimentos em 2018, já no 3º Tri/18, 40% dos executivos acreditam que terão mais investimentos em 2019. O empresário do Comércio não esboçou a mesma animação e se manteve com percentuais praticamente iguais, na mesma base de comparação, passando de 36% para 35% quanto à perspectiva de crescimento. Os executivos da Indústria preveem um salto de oito pontos percentuais em investimentos no negócio (de 27% para 35%, na mesma base de comparação).

Quando questionados sobre a perspectiva de inadimplência do negócio para o próximo ano, as grandes empresas foram a que se demonstraram mais pessimistas. 49% acreditam que a inadimplência cresça, contra 31% da pesquisa realizada pela Boa Vista no 3º Tri/17. Já 50% das médias, 40% das pequenas e 32% das microempresas acreditam que ficará igual a 2018. As tabelas têm as informações.

Por setor, 33% dos executivos que atuam em Indústrias acreditam que a inadimplência do negócio deve crescer em 2019. Eram 28% no 3º Tri/17. 34% dos que atuam no Comércio têm esta mesma visão, contra 26% na mesma base de comparação. E 28% dos que são de Serviços acreditam que terão mais dificuldades para honrar as contas de suas empresas, contra 34% no 3º Tri/17.

A percepção de que o endividamento da empresa irá diminuir em 2019 é unânime entre as empresas de todos os portes. No 3º Tri/17, 19% das micro tinham essa percepção para o próximo ano. Agora são 38%. Das pequenas eram 25% e agora são 34%; das médias eram 29% e já neste novo levantamento são 43% as que esperam um endividamento menor. As grandes empresas eram 23% na pesquisa do 3º Tri/17 e na atual são 30% as que acreditam em um endividamento menor em 2019.

A expectativa de que o endividamento caia em 2018 também é maior em empresas de todos os setores na comparação com as que foram entrevistadas em 2017. As da Indústria saltaram de 30% para 40%. As do Comércio de 22% para 43% e de Serviços de 30% para 30%.

Metodologia

O período de realização da Pesquisa ‘Perspectivas Empresariais’, da Boa Vista, é trimestral (evolutivo 2017 e 2018), e o universo é representado por empresas dos diferentes setores de Comércio (atacadista e varejista), Serviços1, Indústria. A amostra é de pouco mais de mil empresas por trimestre, distribuídas por porte e setor. Para a leitura geral dos resultados, deve-se considerar 95% de grau de confiança, e margem de erro de 3%, para mais ou para menos.
(1) Inclui empresas dos segmentos Instituições Financeiras e Construção Civil.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
03/12/2018 0 Comentários 533 Visualizações
Business

Número de novas empresas sobe 10,1% no 1º semestre

Por Gabrielle Pacheco 30/08/2018
Por Gabrielle Pacheco

O número de novas empresas cresceu 10,1% no 1º semestre de 2018 ante o mesmo período do ano anterior, segundo levantamento da Boa Vista SCPC, com abrangência nacional. No 2º trimestre houve avanço de 1,1% em relação ao trimestre anterior.

Forma jurídica

Na classificação por forma jurídica, a variação acumulada no ano mostrou que as MEIs (Microempreendedor Individual) continuam com papel de destaque, crescendo 14,9% no semestre. Já os demais tipos de empresa caíram 3,3%, mantida a base de comparação. Em termos de composição, no resultado acumulado do ano as MEIs representam 78,4% dos casos.

Setores

Quando analisada a composição das novas empresas por setores, o levantamento mostrou que o setor de Serviços atingiu 57,8% de representatividade no 1º semestre de 2018, estando maior que os 55,8% observados no mesmo período 2017. O Comércio ficou praticamente estável em relação ao ano passado. Já o setor Industrial perdeu espaço, passando de 8,7% para 6,5% dos casos no período, enquanto o setor Rural teve participação de 0,9% no semestre.

Regiões

Em comparação com 1º semestre de 2018 (1S17), apenas a região Norte registrou queda (-3,6%), como pode ser visto no gráfico 4. As regiões Sudeste (11,9%) e Sul (12,9%) foram as que mais cresceram no número de novas empresas nos valores acumulados até junho de 2018. No mesmo sentido houve avanço nas regiões Centro-Oeste (8,2%) e Nordeste (7,2%).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
30/08/2018 0 Comentários 502 Visualizações
Business

Tecon Rio Grande registra crescimento na importação de cargas do setor automotivo

Por Gabrielle Pacheco 25/04/2018
Por Gabrielle Pacheco

O Tecon Rio Grande, terminal de contêineres do Grupo Wilson Sons, registrou crescimento de 26% na importação entre janeiro e março, em comparação a igual período de 2017. O aumento é relacionado principalmente à movimentação de cargas do setor automotivo, que apresentou alta de 14% nesses três meses ante o primeiro trimestre do ano passado.

As vendas e a produção automobilística têm avançado e os fabricantes estão mais otimistas em 2018. O setor automotivo tem grande importância para o Tecon Rio Grande, que está preparado para atender a essa demanda”, afirma o diretor-presidente do terminal, Paulo Bertinetti. Ele destaca ainda que alguns importadores já estão utilizando a navegação interior para transportar suas cargas de Rio Grande às fábricas.

No primeiro trimestre, a indústria automobilística brasileira produziu 699,7 mil veículos, uma expansão de 14,6% em relação a igual período de 2017, de acordo com dados a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Em março, 267,5 mil unidades saíram das linhas de montagem, representando aumento de 25,3% ante o mês anterior e de 13,5% em comparação a março de 2017.

Exportação

Na exportação, os destaques do trimestre foram o frango congelado (+75%) e o tabaco (+68%). No total, somando cargas de exportação e importação, o terminal apresentou crescimento de 10% nos três primeiros meses de 2017 em relação ao mesmo período de 2018.

Com mais de 20 anos de atuação, o Tecon Rio Grande é hoje um dos mais importantes terminais de contêineres da América Latina. Opera as principais linhas de navegação que escalam o País e atende a cerca de três mil importadores e exportadores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/04/2018 0 Comentários 537 Visualizações
Business

Madero cresce 67% em faturamento no último ano

Por Gabrielle Pacheco 28/02/2018
Por Gabrielle Pacheco

O ano de 2017 foi de crescimento da rede Madero, podendo ser considerada como uma das maiores redes de “casual dining” do país. Além de ultrapassar o número de 110 restaurantes espalhados pelo Brasil – e um deles em Miami (EUA) -, e lançar uma nova marca, o Jeronimo Smash Burger, a rede de restaurantes obteve crescimento de 67% em seu faturamento, alcançando a notável marca de R$ 510 milhões, valor expressivo considerado o momento extremamente desafiador da economia brasileira. Novo Hamburgo, Igrejinha e Canoas são algumas das cidades que fizeram parte do plano de expansão da rede no ano passado, ao entrar em operação nas cidades.

Para Junior Durski, chef, fundador e presidente do Madero, o segredo para crescer no cenário de crise, além de um posicionamento inovador e claro, é o foco implacável na combinação alta qualidade dos produtos mais preços honestos, além de uma cadeia produtiva praticamente 100% verticalizada.

Segundo ele, esses conceitos ajudam a garantir excelência em todas as etapas do processo e a melhorar os custos. “Para este ano, nosso planejamento é ultrapassar a marca de R$ 1,1 bilhão em faturamento e gerar mais de 1700 novos postos de trabalho, passando dos atuais 3700 funcionários para 5400”, revela o empreendedor. O grupo ainda prevê o lançamento de três novas marcas ainda nesse primeiro semestre.

A expansão do Madero, rede do setor de alimentação que mais cresceu no país em 2017, segundo a Deloitte/Exame, consolidou sua presença em estados como São Paulo (13 restaurantes), Minas Gerais (4) e Rio Grande do Sul (6) e expandiu sua atuação na região Norte, com a chegada do Madero Container Capim Dourado Shopping, em Palmas, capital do Tocantins. Hoje, o Madero está presente em 13 estados e 62 cidades no país. Ao longo de 2017, foram abertas 18 restaurantes do modelo container, 11 do steak house e uma do modelo burger.

O Madero vai continuar sua forte expansão em 2018, com previsão de inauguração de 29 novos restaurantes, sendo 15 no modelo container e 14 steak houses.

Foto: Marco Torelli/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/02/2018 0 Comentários 614 Visualizações
Business

Couromoda reflete otimismo da recuperação na economia

Por Gabrielle Pacheco 19/01/2018
Por Gabrielle Pacheco

A 45ª edição da Couromoda, feira calçadista que lançou mais de duas mil coleções de calçados e acessórios para a temporada de outono-inverno nos pavilhões do Expo Center Norte, em São Paulo (SP), entre 15 e 18 de janeiro, refletiu o otimismo de uma retomada da economia brasileira. Com uma demanda interna crescente, a mostra paulista foi a melhor dos últimos quatro anos, conforme a promotora do evento.

O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, destaca que o crescimento na produção de calçados registrada ao longo de 2017, na casa de 3%, impulsionada pela retomada da demanda doméstica e pelas exportações de calçados, refletiu positivamente na feira paulista. “A movimentação nesses quatro dias foi superior a do ano passado, com negócios efetivados, o que aponta para um ano de retomada do setor”, avalia o executivo.

Já o diretor geral da feira, Jeferson Santos, ressalta a visitação de importantes compradores brasileiros e da América Latina. “Tivemos um incremento entre 8% e 10% na visitação de lojistas, o que é muito relevante e já pode indicar um ano mais positivo para o setor”, comenta. Segundo ele, foram mais de dois mil compradores internacionais, a maior parte deles da América Latina, que fecharam negócios mesmo com o calçado brasileiro tendo um preço mais elevado em função da oscilação cambial.

O presidente da Bibi, Marlin Kohlrausch, destaca que a feira foi “muito superior a do ano passado”, com lojistas mais otimistas para o ano, o que gerou uma maior ordem de pedidos no estande. “Acreditamos na recuperação da economia ao longo de 2018, com um crescimento do PIB entre 3% e 4%, incremento que deve vir, sobretudo, pelo aumento progressivo do consumo”, projeta o empresário. A Bibi, que tem uma produção anual de 2,6 milhões de pares, dos quais 20% são exportados principalmente para a América Latina e Ásia, tem a projeção de crescer entre 10% e 12% em 2018.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/01/2018 0 Comentários 563 Visualizações
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