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Mercado de flores comemora chegada da primavera

Por Gabrielle Pacheco 23/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Apesar de o índice previsto em 2019 ser 3% menor do que nos anos anteriores, ele é ainda muito significativo, principalmente considerando que o PIB – Produto Interno Bruto – ficará na faixa de um ponto percentual.

O crescimento do mercado de flores no Brasil em 2019 está menor do que nos últimos quatro anos, quando vinha variando de 8% a 10,4%. No entanto, o setor ainda tem muito que comemorar. A previsão é de que a floricultura nacional cresça entre 7% e 8% este ano.

Assim, a Expoflora, evento que está sendo realizado em Holambra (São Paulo) para mostrar ao país as novidades e os lançamentos em flores ornamentais, dá as boas-vindas à primavera em nome de toda a cadeia, que prevê faturamento da ordem de R$ 8,5 bilhões, de acordo com o Ibraflor – Instituto Brasileiro de Floricultura.

Considerando a queda no crescimento, o presidente do Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), Kees Schoenmaker, recomenda cautela neste momento, mas acredita que não há motivo para pessimismo.

“Nosso setor continua indo bem, porém existem diferenças regionais. Os produtores com qualidade, inovação e confiabilidade não precisam se preocupar”, diz.

As características dos próprios produtos – flores e plantas ornamentais – reforçam o cenário positivo. Segundo Kees Schoenmaker, as flores têm apelo emocional, melhoram a vida das pessoas, são cada vez mais fáceis de encontrar e têm preços que variam de R$ 5,00 a R$ 5 mil. “Essas qualidades e tendências particulares estimulam um ligeiro otimismo no setor”, conclui.

Dados do setor

Os números do setor apontam uma tendência de crescimento de 12% na produção de plantas verdes em vasos. Em segundo lugar, vêm as plantas com flores, também em vasos, com previsão de 7% de crescimento. Espécies para jardinagem apresentam aumento de 4%, e as flores de corte fecham a lista com avanço de 2%.

O Brasil tem cerca de 8.300 produtores, 60 centrais de atacado (como as cooperativas, por exemplo), 680 atacadistas e prestadores de serviço e mais de 20 mil pontos de varejo. São cerca de 15.600 ha de área cultivada, o que coloca o país no oitavo lugar entre os maiores produtores de plantas ornamentais do mundo.

Enquanto o Brasil enfrenta uma taxa de desemprego em torno de 12% – equivalente a 12,8 milhões de pessoas –, a floricultura vai na contramão desses dados. Em 2019, foram criados 209 mil postos de trabalho no setor, sendo que 54% dessas vagas são no varejo, 39% na produção, 4% no atacado e 3% em outras funções.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
23/09/2019 0 Comentários 578 Visualizações
Business

Produção de móveis no RS cresce 3,5% no primeiro semestre

Por Gabrielle Pacheco 07/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

O fechamento do primeiro semestre de 2019 revela que a produção industrial no Rio Grande do Sul cresceu 3,5% no acumulado do ano em comparação ao mesmo período do ano anterior.

O resultado foi superior ao registrado na indústria nacional no mesmo período, de acordo com o relatório ‘Conjuntura e comércio externo do setor de móveis no Brasil’ de julho de 2019, com dados de junho e julho, produzido pelo IEMI – Inteligência de Mercado e encomendado pela Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs).

No acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento da indústria gaúcha foi ainda maior, com alta de 5,3%, enquanto a indústria nacional se retraiu no mesmo período, de acordo com números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Exportações

Após recuar 9,8%, somando US$ 14,6 milhões em junho, as exportações reagiram e em julho avançaram 9,2%, totalizando US$ 15,9 milhões. Os três estados da região Sul: Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná foram responsáveis por 84,7% dos valores exportados entre os estados exportadores de móveis no período. São Paulo veio logo a seguir, com 11,5% dos valores.

Dos países de destino das exportações de móveis do Rio Grande do Sul, o Reino Unido apareceu em primeiro lugar, com 17,6% dos valores exportados, seguido pelos Estados Unidos com 14,9%, e Uruguai com 14,7%. O destaque ficou por conta do expressivo crescimento de 162,2% do México.

Consumo aparente

Analisando-se o consumo aparente de móveis apenas no estado do Rio Grande do Sul, o volume foi de 5,1 milhões de peças em junho, queda de 11,0% em relação ao consumo que foi registrado no mês anterior. Porém, nos últimos 12 meses houve crescimento de 5,1%.

Foto: Jeferson Soldi/Reprodução | Fonte: Assessoria
07/09/2019 0 Comentários 490 Visualizações
Business

Volkswagen registra seu melhor mês de vendas

Por Gabrielle Pacheco 06/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

O mês de agosto foi de resultados expressivos para a Volkswagen do Brasil. A marca continua avançando mais que o mercado, resultado da implementação da estratégia da Nova Volkswagen, que prevê o lançamento de 20 modelos até 2020.

A Volkswagen registrou em agosto um volume de 38.906 unidades, alcançando um crescimento de 14,5% na comparação com o mesmo período de 2018, enquanto o mercado de veículos leves encerrou o mês com queda de 3,4%. O market share de 16,8% em agosto é também o melhor do ano e o maior desde fevereiro de 2015.

De janeiro e agosto, as vendas da VW evoluíram 12,4% na comparação com 2018, enquanto o mercado cresceu 8,8%. Entre os destaques de produtos estão o T-Cross, que já contabiliza mais de 15 mil unidades vendidas no mercado brasileiro desde o seu lançamento, em abril deste ano, e já está na lista dos três SUVs compactos mais vendidos do setor em agosto, com mais de 4,2 mil unidades comercializadas, sua melhor marca até o momento.

Outro bom desempenho veio do Polo, que, com mais de 5,5 mil unidades em agosto, contabilizou seu melhor mês de vendas no varejo em 2019.

“Os números mostram que os diferenciais da Volkswagen estão sendo percebidos pelos consumidores. Desde outubro de 2017, com a implementação da Nova Volkswagen, temos acelerado as inovações tecnológicas e a digitalização, dando mais agilidade aos processos, desenvolvendo novos veículos e ampliando os serviços que trazem ainda mais comodidade para nossos clientes”, afirma Pablo Di Si, Presidente e CEO da Volkswagen América Latina.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
06/09/2019 0 Comentários 543 Visualizações
Business

Desempenho do PIB no segundo trimestre

Por Gabrielle Pacheco 30/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Produto Interno Bruno (PIB), que representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e mede o crescimento da economia, registrou alta de 0,4% no segundo trimestre de 2019 em relação ao primeiro trimestre deste ano, livre de efeitos sazonais, e 1% na comparação interanual.

Com base no Sistema de Contas Nacionais Trimestrais divulgadas pelo IBGE nesta quinta-feira (29), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) analisou os dados e publicou o documento atividade econômica: desempenho do PIB.

O destaque positivo entre os componentes de demanda foi a formação bruta de capital fixo (FBCF), que registrou crescimento de 3,2% no segundo trimestre deste ano. Com base na desagregação do Indicador Ipea Mensal de FBCF, houve retomada no crescimento do setor da construção civil, que cresceu 1,5% no período.

O setor de Máquinas e Equipamentos teve aumento mais expressivo: 6,7% no segundo trimestre deste ano, em comparação com o primeiro trimestre do ano. Na comparação interanual, a construção civil cresceu 2%, após 20 trimestres de queda; enquanto a FBCF avançou 5,2% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado.

De acordo com a análise do Grupo de Conjuntura do Ipea, apesar da melhora no desempenho do PIB, o cenário macroeconômico é desafiador, principalmente por conta dos níveis de incerteza, relacionado à piora do cenário externo. Mas a recuperação nos investimentos e o crescimento do PIB da indústria de transformação apontam para uma melhora nas perspectivas em relação aos próximos meses.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
30/08/2019 0 Comentários 688 Visualizações
Variedades

Sete em cada 10 brasileiros usam internet

Por Gabrielle Pacheco 28/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

A pesquisa TIC Domicílios 2018, divulgada hoje, mostra que 7 em cada 10 brasileiros usam a internet no País. Ao todo, são 127 milhões de internautas no Brasil, o que representa um crescimento de 37% nos últimos cinco anos. Em 2013, metade da população estava conectada, agora já são 70%.

O principal meio de acesso à internet no Brasil é o celular. Segundo a pesquisa, 97% dos internautas usam o smartphone para navegar, 43% usam o computador, 30% a TV e 9% o vídeo game. Isso reforça a tendência já verificada nos últimos anos, de preferência do brasileiro pela mobilidade na conexão.

O setor de telecomunicações entende que o acesso poderia ser ainda maior com a atualização do marco regulatório de telecomunicações, permitindo que os investimentos hoje obrigatórios na telefonia fixa e em orelhões sejam destinados à expansão da banda larga. Também importante é a utilização dos recursos dos fundos setoriais, especialmente o Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust), parar atenda as camadas mais baixas da população e regiões remotas.

A pesquisa mostra também que o uso da internet no Brasil é intenso: 89% dos usuários acessam a internet todos os dias. Há cinco anos, esse percentual era de 71%.

Esses dados confirmam o crescimento no tráfego de dados, especialmente nas redes móveis, reforçando a necessidade de atualização das leis municipais para a instalação de antenas e fibra óptica. No Brasil, grandes cidades, como São Paulo e Belo Horizonte, estão com leis ultrapassadas que estão impedindo a expansão dos serviços e o atendimento adequado à demanda.

Quando o indicador é sobre a conexão no domicílio, a pesquisa mostra que 67% dos lares brasileiros têm acesso à internet, o que corresponde a 46,5 milhões de domicílios. Nos últimos cinco anos, a proporção de domicílios conectados cresceu 55%, de 43% para 67%. A expansão tem se dado principalmente entre as classes C, D e E, que no último levantamento apresentaram índices de conexão de 76% na classe C e de 40% na classe D/E. Nesta última, o crescimento foi de 33% de 2017 para 2018 e mais que dobrou desde 2015.

A pesquisa confirma ainda que o uso do celular está disseminado no Brasil: 88% da população usam os serviços móveis, sendo 90% dos moradores das áreas urbanas e 76% dos habitantes da área rural. Fazer e receber chamadas, enviar mensagens, tirar fotos, ouvir música e assistir a vídeos são as atividades mais realizadas no celular.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
28/08/2019 0 Comentários 713 Visualizações
Business

Setor de franquias cresce 5,9% no 2º trimestre

Por Gabrielle Pacheco 19/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

O mercado de franquias registrou um crescimento nominal de 5,9% no 2º trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2018, segundo levantamento da ABF – Associação Brasileira de Franchising. Dentro do segmento, as franquias modelo home office, como o Grupo TSValle, continuam a crescer, graças à tecnologia e vantagens que aliam qualidade de vida e lucratividade.

Presente no mercado segurador desde 2003, a TSValle oferece aos seus atuais 29 franqueados o modelo de franquia de seguros para trabalhar em casa, com investimento inicial de R$ 8.900,00, que pode ser parcelado em até 10 vezes. O sucesso da oferta da empresa na conquista de novos franqueados reflete mais um indicador apontado pelo levantamento da ABF: a participação das unidades franqueadas home office no setor passou de 4,9% para 6,7% no primeiro trimestre de 2019.

Um dos motivos para o aumento de empreendedores nesse ramo é o alto desemprego no país, que chegou a 12,5%, atingindo 13,2 milhões de pessoas no trimestre encerrado em abril, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Além disso, existem diversas vantagens em se tornar um empreendedor em sua própria casa, algumas delas são: economia de investimento, baixos custos operacionais e flexibilidade de horários.

“Antes de tudo é preciso ter vontade de empreender e ter alguma experiência em gestão e vendas, além de ser organizado e ter foco. Também é imprescindível ter proatividade, horários flexíveis e saber administrar o tempo entre lazer, família e trabalho. Com essas características, a franquia home office pode trazer muitos benefícios para vida profissional e pessoal”, ressalta Bruno Bronetta, CEO da TSValle.

Outra vantagem oferecida pela TSValle é o retorno do investimento inicial (payback) em um período mais curto que a média de outras franquias. Seus franqueados recebem o payback em média aos 7 meses de operação, sendo o prazo máximo de 12 meses – um terço do contrato de 3 meses de cada unidade franqueada.

Além disso, a rede de franquia oferece treinamento presencial e online a todos os franqueados, não sendo necessário ter experiência na área para atuar na rede. Além de capacitação técnica, é oferecido também treinamento da metodologia de vendas e prospecção da empresa, o que certamente garante o sucesso dos negócios.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2019 0 Comentários 524 Visualizações
Business

Vendas no Dia dos Pais podem crescer até 5%

Por Gabrielle Pacheco 06/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

As vendas para o Dia dos Pais deste ano, comemorado em 10 de agosto, devem ter um crescimento que pode chegar até 5% na comparação com a mesma data de 2018, de acordo com a expectativa da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS.

A expansão leva em conta alguns fatores como o fato da celebração ter um grande apelo emocional, a gradativa recuperação do mercado de trabalho, conforme dados recentes do IBGE, e a possibilidade de ocorrerem temperaturas mais baixas nos próximos dias, o que ajuda a impulsionar a comercialização de artigos de vestuário e calçado.

O presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, destaca que outros itens também poderão usufruir de uma elevação nas vendas, como artigos de uso pessoal, equipamentos e materiais de informática, escritório e comunicação.

“Torcemos para que o mês de agosto apresente um crescimento mais expressivo das vendas varejistas, muito em função do Dia dos Pais. Existe a disposição dos filhos em presentear os pais e é importante que os lojistas estejam atentos a esse cenário, investindo em promoções comerciais e na excelência no atendimento”.

A expectativa da FCDL-RS é que o ticket médio na aquisição dos presentes fique na casa dos R$ 180,00.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2019 0 Comentários 440 Visualizações
Business

Turismo de negócios cresce no primeiro semestre

Por Gabrielle Pacheco 26/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Durante o primeiro semestre de 2019, as viagens a negócio no Brasil cresceram 14,7%, se comparado com o mesmo período do ano passado. Os dados são de um levantamento da Associação Brasileira das Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), realizado com empresários do setor.

O aumento no índice, consequentemente, gerou mais receita para o país. Os gastos destes turistas também cresceram 14,8%, saindo de R$ 4,85 bilhões, nos seis primeiros meses de 2018, para R$ 5,57 bilhões neste ano.

O ministro do Turismo interino, Daniel Nepomuceno, comemorou o dado, já que este tipo de viagem possui grande relevância para o desenvolvimento do segmento de Viagens, movimenta ainda mais a economia nacional e ajuda a minimizar o efeito da sazonalidade no setor. Dados do Ministério do Turismo comprovam que a receita gerada pelos turistas internacionais que vem ao Brasil a negócios é 33,4% maior que para viagens a lazer.

“O Brasil apresenta grande potencial para a realização destes tipos de eventos, que podem ser o norte para desenvolvermos o turismo dentro e fora do país. Para nós, isso é animador, pois o turismo de negócios reduz a sazonalidade do setor e atrai turistas especializados que podem gastar acima do esperado, resultando em emprego e renda” finalizou.

Entres os setores que mais apresentaram alta, de acordo com a pesquisa da Abracorp, estão o rodoviário, o de hotelaria e o de aviação, que cresceram 56,8%; 25,7% e 24,8%, respectivamente. Juntos, os três movimentaram mais de R$ 3,3 bilhões na economia do país. As principais rotas responsáveis pelo crescimento no setor aéreo são localizadas nas pontes aéreas Rio/São Paulo e Brasília/São Paulo.

Para o diretor-executivo da Abracorp, Gervasio Tanabe, as medidas propostas pelo atual governo podem ter provocado este crescimento. “Todas as ações, nestes primeiros seis meses, sinalizam de forma positiva uma expectativa de alta no mercado de Viagens. Isso muda até o ânimo das empresas, fazendo com que elas se movimentem ainda mais e que seja possível alcançar esse aumento de quase 15% em todo o ano de 2019”.

Tanabe ainda destacou que o setor de infraestrutura deve impulsionar ainda mais esse crescimento no resto do ano. “A partir dos anúncios, feitos pelo governo, de investimentos na infraestrutura, acho que o setor terá um aumento ainda maior. Na medida que se investe na privatização de empresas, o capital se movimenta”, concluiu o diretor.

Dados do Ministério do Turismo apontaram que, em 2018, o turismo de negócio foi o segundo principal motivo da vinda de estrangeiros para o Brasil.

Do número total, 13,5% visitaram o país com esta finalidade. Entre os destinos mais procurados estão São Paulo (48,7%), Rio de Janeiro (19,7%), Curitiba (4,5%), Campinas (3,9%) e Porto Alegre (3,4%). O gasto médio per capita, por dia, desses viajantes foi de US$ 84,33.

Recentemente, um estudo mundial da Associação Internacional de Congressos e Convenções (Icca) apontou o Brasil como o principal destino latino-americano para a realização de congressos e eventos corporativos. Em todo mundo, o país está entre os 20 destinos mais procurados pelos executivos para a realização de eventos deste tipo, ocupando a 17ª posição. São Paulo, Rio de Janeiro e Foz do Iguaçu lideram a lista das cidades mais demandadas no Brasil.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
26/07/2019 0 Comentários 888 Visualizações
Business

Mercado publicitário cresceu 36% em 2018

Por Gabrielle Pacheco 18/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Contrariando as expectativas do mercado financeiro, um estudo do Kantar Ibope Media mostrou que 2018 foi um ano positivo para a publicidade brasileira, movimentando mais de 145 milhões de reais em anúncios. Com aproximadamente 135 mil marcas trabalhadas, o mercado para os profissionais de publicidade está aquecido novamente.

Segundo o coordenador do curso de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Internacional Uninter, Alexandre dos Santos, o publicitário “deve ser movido pela curiosidade, paixão pelo novo, estudos, geração de grandes ideias e por boas soluções”.

Alexandre explica que é preciso entender o consumidor e conhecer o retorno que cada uma das mídias entrega atualmente. “É importante compreender as novas práticas e os novos hábitos. Do imã de geladeira ao comercial de trinta segundos mais caro da TV brasileira, hoje não basta anunciar, devemos também inspirar”. Para dar suporte ao estudante que se interessa por esse universo, o especialista preparou uma lista com as principais áreas de atuação.

Atendimento

Os principais ramos de atuação da carreira de publicidade são dentro das agências e essa área faz a ponte entre a empresa e o cliente. Ela é responsável pela coleta e distribuição das informações, briefings de campanhas, realização de reuniões e apresentação dos materiais produzidos.

Mídia

A área é responsável pela seleção dos canais de comunicação nos quais as campanhas serão veiculadas. Além disso, o publicitário que trabalha nesse meio tem que saber negociar espaços para propagandas, criar o planejamento de mídias e melhorar os investimentos do cliente.
Esse profissional é muito valorizado no mercado, pois a função é indispensável para o sucesso de qualquer campanha.

Criação

É uma das mais conhecidas áreas da carreira de publicidade. Fica responsável pela execução de ideias e do desenvolvimento das chamadas peças publicitárias criativas. Normalmente, é composta por redatores e diretores de arte. O redator tem a responsabilidade de produzir textos e roteiros com a mensagem objetivada pelo planejamento da campanha. Já o diretor de arte é o profissional responsável pela parte da apresentação visual das peças.

Planejamento

O profissional de planejamento é conhecido como planner dentro das agências. A sua responsabilidade é buscar e analisar as oportunidades do mercado, fazer a identificação dos canais de comunicação, descobrir o público-alvo e traçar as estratégias mais adequadas. “Exige um perfil analítico e que tenha uma visão geral da agência para manter as áreas integradas em busca do mesmo objetivo”, esclarece Alexandre.

Social Media

Conhecido como community manager, o profissional fica responsável pela construção e gerenciamento das empresas digitalmente. Suas funções também são as de criar estratégias de conteúdo, ter interação online, criar identificação e estreitar o relacionamento entre empresa e público.

Marketing

Fora das agências, o publicitário pode trabalhar nas áreas de marketing das empresas. Muita gente tem dúvidas sobre as diferenças entre esses dois ramos de atuação. O que acontece é que, nesse quesito, são trabalhadas as estratégias voltadas para a venda de produtos e serviços. “Além disso, é preciso que o profissional saiba entender as necessidades do cliente para dar destaque à empresa no mercado”, finaliza o coordenador.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
18/07/2019 0 Comentários 525 Visualizações
Business

Crescimento econômico para 2019 projetado em 0,8%

Por Gabrielle Pacheco 27/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta quinta-feira (27) uma análise completa da atual situação da economia brasileira por meio de duas seções da Carta de Conjuntura.

A previsão é de que o Pib deve ter crescimento de 0,8% em 2019 e uma aceleração do crescimento da economia em 2020, quando o Pib fecharia com alta de 2,5%. Para o segundo trimestre do ano, a expectativa é de alta de 0,5% em relação ao trimestre anterior.

A previsão de inflação para 2019 é de 3,9%. A análise do Grupo de Conjuntura aponta que o equacionamento do problema fiscal pode estimular os investimentos e tirar a economia da tendência de baixo crescimento.

Com relação à atividade econômica, a análise aponta para um recuo da produção industrial de 0,4% na margem em maio. Já as vendas no comércio e o volume de serviços devem registrar avanço de 1% e 0,7%, respectivamente, em comparação com o mês de abril deste ano.

O Indicador Ipea de Risco Brasil tem se mantido, desde outubro do ano passado, em terreno negativo e com tendência de queda. A medida tradicional de risco-país, o Credit Default Swap (CDS), se encontra 62,4 pontos base abaixo do ponto em que estaria caso tivesse seguido o movimento comum dos emergentes. Esse baixo patamar de risco combinado com a melhora da confiança dos empresários permitiria uma aceleração do crescimento a partir do quarto trimestre deste ano.

O elevado grau de ociosidade da economia do país, estimado em 3,2% pelo Indicador Ipea de Hiato do Produto, mostra que há espaço para uma retomada mais intensa do crescimento sem que haja impactos inflacionários. Mesmo com a aceleração do crescimento, o país ainda fecharia 2020 com quase 2% de ociosidade, o suficiente para evitar pressões inflacionárias.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2019 0 Comentários 526 Visualizações
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