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crescimento

Business

I Fashion Outlet NH registra crescimento de fluxo em dezembro

Por Gabrielle Pacheco 14/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

O ano de 2019 fechou com resultado positivo para o I Fashion Outlet Novo Hamburgo. O empreendimento apresentou crescimento de 10% em circulação no mall comparado ao ano de 2018. O número é um reflexo da grande procura de presentes para as festas do final do ano. O I Fashion Outlet apresenta 83 lojas do segmento Premium e em 2019 inaugurou importantes marcas no empreendimento, tais como Adidas, Ramarim, Pandora, Puket e Lojas Tevah.

Pioneiro no segmento outlet Premium da região Sul, o empreendimento se mantém como um importante centro de compras do estado; vinculado a sua localização estratégica que propicia o crescimento, visto que atrai os turistas que realizam o caminho entre Capital e Serra Gaúcha.

I Fashion Outlet Novo Hamburgo

Inaugurado em setembro 2013, o I Fashion Outlet Novo Hamburgo é o primeiro Premium Outlet do Sul do país e primeiro empreendimento desse segmento da Iguatemi Empresa de Shopping Centers, localizado no Km 236 da BR-116.

Atualmente, conta com 83 lojas e oferece o melhor do varejo nacional e internacional, com descontos de 30% a 70%, além de nove operações de fast-food e um renomado restaurante, o Mamma Mia. Com um projeto arquitetônico diferenciado, o outlet valoriza a iluminação natural e tem formato de open mall e oferece diversos serviços para clientes, como o estacionamento gratuito, com capacidade para 1.300 carros.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/01/2020 0 Comentários 728 Visualizações
Business

Abertura de empresas no Brasil costuma crescer no início do ano

Por Gabrielle Pacheco 11/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

De acordo com as estatísticas, o início do ano é sempre o período em que mais empresas são abertas no Brasil. Historicamente, o primeiro trimestre do ano tem 12% a mais de buscas por abertura de empresa do que nos outros trimestres do ano (Google Trends). Para se ter uma ideia, no primeiro trimestre de 2017 foram mais de 135 mil aberturas de empresas, mais de 147 mil em 2018 (+8,8%), e mais de 159 mil (+8,9%) em 2019, fora do modelo MEI (Microempreendedor Individual).

Somente em 2019, o primeiro trimestre do ano registrou um crescimento de 17,2% frente a 2018, no número de novas empresas, de acordo com o levantamento feito pela Boa Vista, com abrangência nacional. O quarto trimestre do ano passado ainda apresentou um avanço maior, de 24,9% e no acumulado do ano, o indicador cresceu 16,7%. “A maioria dos CNPJs abertos são pelo regime MEI, mas é possível ver uma crescente em todos os ramos e modelo de negócios, o que indica que temos cada vez mais microempreendedores e profissionais liberais assumindo o seu próprio negócio, mostrando mais confiança no momento do mercado”, afirma Guilherme Soares, VP de Growth.

A mesma pesquisa indicou que o setor de Serviços foi o que teve a maior alta e representatividade no número de abertura de empresas, com 61,6%, seguido do Comércio com 29,7%, e da Indústria com 8%. Na comparação por regiões, o que mais chama atenção é a região Nordeste com um aumento de 18,5%, apenas um pouco maior do que a região de maior pólo de negócios do país, a Sudeste com 18,2%. Norte (17,3%), Centro-Oeste (16,9%) e Sul (12,8%), também apresentaram alta.  A alta demanda em abertura de CNPJ, aumenta também as expectativas para as empresas que oferecem este tipo de serviço.

No Brasil, são mais de 8.9 milhões de micro e pequenas empresas, quais são responsáveis por 27% do PIB nacional e 52% dos empregos com carteira assinada, 40% e dos salários pagos.”Oferecer uma contabilidade mais econômica, inteligente e sem custo para iniciar a empresa gera impacto positivo direto na economia do país.” finaliza Soares. Por meio da tecnologia, a empresa já gerou aos seus clientes uma economia em serviços contabéis superior aos R﹩ 250 milhões

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/01/2020 0 Comentários 481 Visualizações
Business

Construção civil tem melhor desempenho desde 2014

Por Gabrielle Pacheco 20/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

O setor da construção civil apresentou no terceiro trimestre de 2019 o melhor desempenho para o setor desde o primeiro trimestre de 2014, na comparação com o mesmo período do ano anterior. O segmento cresceu 4,4% ante o resultado do terceiro trimestre de 2018. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. O resultado foi impulsionado pelo setor imobiliário e pelo aumento da ocupação de 1,3%, segundo dados da Pnad Contínua. A economia brasileira avançou 0,6% no terceiro trimestre de 2019, na comparação com os três meses anteriores.

A construção civil é apontada como um bom termômetro para investimentos e emprego, pois mobiliza muita mão de obra. O motor desse segmento costuma ser um misto de ganho de renda da população, confiança do empresariado e das famílias de que dias melhores virão e investimento público, cada vez mais restrito. “É um crescimento puxado principalmente pela construção imobiliária, não pela infraestrutura. A construção cresceu esses dois trimestres, mas ainda está 30% abaixo do maior dado, que foi no primeiro trimestre de 2014”, ressalta Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais.

“É um crescimento puxado principalmente pela construção imobiliária, não pela infraestrutura”

José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), destaca que o setor vai manter o crescimento.“O crescimento da construção civil é uma boa notícia para a economia do país. É movimento já consistente em São Paulo, mas com força também no Centro-Oeste, puxado pela renda gerada pelo agronegócio. Tradicionalmente, a recuperação começa por São Paulo e, depois, chega aos demais estados”.

Por ora, contudo, a retomada na construção está restrita ao segmento residencial do mercado imobiliário, que representa apenas uma pequena fatia do potencial do setor, explica Martins.A construção civil, continua ele, conta com quatro grandes pilares. Um deles é o de obras públicas, parado pela falta de capacidade de investimento do governo. Há ainda o vetor de obras de infraestrutura realizadas pelo modelo de parceria público-privada, como o usado nas grandes concessões sendo feitas em rodovias, aeroportos e outras. Existem as obras de projetos industriais e corporativos e, por fim, o imobiliário residencial.

“O governo aposta em grandes PPPs, mas são projetos que demandam maior prazo de maturação, licenciamento, até acontecerem. Na indústria e no corporativo ainda há grande capacidade ociosa. É um pilar forte em investimento, mas só virá com a recuperação econômica mais forte”, diz o executivo. “O imobiliário residencial está indo, mas com um fator preocupante: ancorado nas classes média e média alta. Na moradia popular, onde o mercado é maior, faltam recursos e política de habitação definida”, explica.

“Na moradia popular, onde o mercado é maior, faltam recursos e política de habitação definida.”

Apesar do resultado positivo, o nível de desempenho da construção ainda está 30% abaixo do maior nível registrado para atividade econômica, no primeiro de 2014. O resultado para o trimestre acompanha a alta registrada no segundo trimestre de 2019, quando foi interrompida a série de 20 trimestres consecutivos, na comparação anual, de retração do setor. Além disso, acumula o segundo trimestre consecutivo de avanço da atividade econômica, tanto na comparação anual quanto na trimestral. Nessa última, apresenta alta de 1,3%

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
20/12/2019 0 Comentários 616 Visualizações
Business

Fiergs apresenta perspectivas para 2020

Por Gabrielle Pacheco 04/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Estado terá um crescimento de PIB de 2,6% em 2019, superior ao do País (aumentará 1,1%), mas que será reduzido para 1,8% no próximo ano, prevê a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), que apresentou, nesta terça-feira (3), o seu Balanço 2019 e Perspectivas 2020. “O ano de 2019 foi de o Brasil começar a arrumar a casa, esperava-se mais rapidamente, mas não foi porque em uma democracia sempre se depende do parlamento, que anda mais devagar do que a economia”, disse o presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry, ressaltando que em 2020 o Produto Interno Bruto Brasileiro deverá chegar a 2%, de acordo com a estimativa da entidade.

Segundo o que a Fiergs apresentou em entrevista coletiva, dois fatores principais contribuíram para o resultado da economia gaúcha em 2019: a elevada produtividade da colheita de grãos em relação à safra de 2018 (incremento de 6,1%, enquanto a brasileira foi de 3,8%) e o bom desempenho da Indústria de Transformação no primeiro semestre, com forte crescimento, puxado pelo desempenho da fabricação de veículos automotores (+21%). O presidente da Fiergs vê o empresário brasileiro mais otimista com o futuro da economia e das empresas, e isso deverá se refletir com a abertura de novas vagas em 2020.

“Nossa previsão é a de criar 38 mil empregos no Rio Grande do Sul. Como empresários, temos a função de criar emprego, juntamente com o governo”, salientou.

O economista-chefe da Fiergs, André Nunes de Nunes, destacou que mesmo completando o terceiro ano consecutivo de crescimento, as economias do Brasil e do Rio Grande do Sul no final de 2019 ainda operam muito aquém do período pré-crise, com a produção física industrial do Estado mais de 14% abaixo do pico. Mas o economista vê perspectivas positivas a partir do ano que vem. “Se para a economia global o melhor já passou, tendo em vista a aproximação do fim de um longo ciclo de crescimento, no caso do Brasil, o pior já passou”, afirmou ele, observando que o menor avanço do PIB gaúcho para 2020 em relação ao Brasil se explica porque o Estado partirá de uma base de crescimento mais elevada.

Já o desempenho nacional, embora houvesse a expectativa de retomada mais vigorosa no início de 2019, foi influenciado por diferentes fatores: a queda da demanda externa, especialmente da Argentina, o patamar das taxas de juros ainda alto e insuficiente para estimular a economia, e a incerteza em relação à aprovação da Reforma da Previdência, promulgada apenas em novembro. Além disso, o desempenho da indústria nacional foi afetado também pela queda na Indústria extrativa (-9,8%) em função do desastre de Brumadinho.

Para 2020, a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul projeta três cenários: No cenário base, o crescimento esperado de 2% para o PIB terá como principal vetor a continuidade do processo de expansão do mercado consumidor interno. A melhora na confiança dos consumidores – impactados pela liberação de recursos do FGTS – e a evolução positiva do mercado de trabalho, bem como as taxas de juros e inflação baixas, proporcionam as condições para a aceleração do crescimento no próximo ano. Para o Rio Grande do Sul, a estimativa é de 1,8% de elevação do Produto Interno Bruto.

Já o cenário superior conta com a contribuição do setor externo para o crescimento. Mesmo com uma taxa de câmbio mais favorável ao exportador, a retração na demanda externa tem afetado o desempenho das exportações. Nesse quadro, o PIB brasileiro subiria 3% e o do RS, 2,9%. As previsões para o cenário inferior, por sua vez, contemplam para 2020 um crescimento menor do que o esperado na demanda interna e piora na demanda externa, resultando em 1,4% de aumento de PIB nacional e 0,9% no gaúcho.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/12/2019 0 Comentários 486 Visualizações
Variedades

Índice de atividade turística cresce 4,8% em setembro

Por Gabrielle Pacheco 16/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

O índice de atividades turísticas no país apresentou um crescimento de 4,8% em setembro em relação ao mês de agosto. O percentual, divulgado nesta terça-feira (12), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é quatro vezes maior do que foi registrado por todo o setor de serviços no mesmo período (1,2%). Destaque para os estados de São Paulo, que teve alta de 10,5%; Distrito Federal, com avanço de 4,8%; e o Rio de Janeiro, que expandiu em 2,1% suas atividades.

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, celebrou os dados positivos apresentados e ressaltou a importância do setor para o país. “Estamos trabalhando para conseguir resultados como estes, que mostram a relevância deste segmento para ajudar no desenvolvimento econômico do país. Ainda temos muito a crescer e vamos continuar atuando nisso, para gerar mais emprego e renda para os brasileiros”, comentou Álvaro Antônio.

“Ainda temos muito a crescer e vamos continuar atuando nisso, para gerar mais emprego e renda para os brasileiros.”

No acumulado do ano, de janeiro a setembro, o índice teve alta de 2,2% quando comparado com o mesmo período do ano passado. Segundo a pesquisa, o número foi impulsionado pelos ramos de locação de automóveis, de hotéis e de serviços de catering, bufê e comida preparada. Neste comparativo, os destaques vão para os estados do Ceará (5,9%), seguido por São Paulo (5,1%), Minas Gerais (2%) e Rio de Janeiro (1,2%).

Realizada pelo IBGE, a Pesquisa Mensal de Serviços produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no País. O levantamento traz a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
16/11/2019 0 Comentários 566 Visualizações
Business

Empresas Randon registram crescimento superior a 20% até setembro

Por Gabrielle Pacheco 14/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Após apresentar um primeiro semestre com índices de crescimento em praticamente todos os indicadores, as Empresas Randon reforçam a consistência de seus resultados, entregando mais um trimestre com boa performance. No acumulado de 2019, a receita bruta total atingiu R$ 5,5 bilhões, aumento de 26,2% no comparativo com os nove meses de 2018. Em linha com este crescimento, está a evolução de 24,8% da receita líquida consolidada, que somou R$ 3,8 bilhões nos nove meses de 2019.

O lucro bruto foi de R$ 954,7 milhões, com margem bruta de 25,1% e o EBITDA consolidado avançou 21,8%, e somou R$ 530,1 milhões nos nove primeiros meses do ano. O crescimento das receitas se deve principalmente à retomada do mercado doméstico, pois no mercado externo fatores como a disputa comercial entre China e EUA e a instabilidade econômica da Argentina afetam os negócios e apresentam desafios, seja pela redução da demanda ou pela diminuição da confiança para novos investimentos.

“Mesmo com volatilidade no mercado, conseguimos receitas robustas e manutenção das margens, o que mostra a consistência das ações da companhia”, comenta o CFO das Empresas Randon, Paulo Prignolato (foto). Ele lembra que a projeção de safra recorde, aliada à estabilidade econômica brasileira, com juros e inflação baixos, influenciam na melhora da confiança dos agentes econômicos.

“Mesmo com volatilidade no mercado, conseguimos receitas robustas e manutenção das margens, o que mostra a consistência das ações da companhia.”

Também a Fenatran, que aconteceu em outubro, em São Paulo, contribuiu para a continuidade da realização de bons negócios durante o atual e o próximo ano. Nesta que é a maior feira do transporte de cargas da América Latina, as Empresas Randon apresentaram mais de 20 lançamentos e inovações, que destacam ainda mais a empresa entre os principais players globais de transporte de carga.

A receita bruta total, com impostos e antes da consolidação, somou R$ 2,0 bilhões no 3T19, 23,7% superior à receita obtida no mesmo período de 2018 (R$ 1,6 bilhão). No 3T19 a receita líquida consolidada somou R$ 1,4 bilhão, aumento de 23,6% no comparativo com o 3T18, quando somou R$ 1,1 bilhão.

O lucro bruto do 3T19 atingiu R$ 338,6 milhões, 24,4% superior ao lucro bruto do mesmo período do ano anterior (R$ 272,3 milhões). A margem bruta passou de 24,5% no 3T18 para 24,7% no 3T19. No 3T19, o EBITDA consolidado somou R$ 192,1 milhões, aumento de 28,6% em relação ao valor obtido no mesmo trimestre de 2018 (R$ 149,4 milhões). A margem EBITDA passou de 13,5%, no 3T18, para 14,0%, no 3T19.

Foto: Jefferson Bernardes/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/11/2019 0 Comentários 607 Visualizações
Business

Black Friday deve movimentar R$ 3,5 bilhões nos e-commerces

Por Gabrielle Pacheco 09/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Cada vez mais popular no Brasil, este ano a Black Friday deve apresentar crescimento expressivo. Dados do Compre&Confie, empresa de inteligência de mercado focada em e-commerce, apontam para um crescimento nominal de 19% em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando R$ 3,5 bilhões. A projeção considera o faturamento total estimado para as vendas realizadas nos dias 28 e 29 de novembro, de 2019.

O aumento é impulsionado pelo aumento no volume de compras realizadas – já que o tíquete médio dos pedidos deve apresentar queda em relação ao mesmo período de 2018. Ao todo, devem ser realizados 5,8 milhões de pedidos, representando aumento de 24% em relação à Black Friday do ano passado. O tíquete médio deve ser de R$ 600, queda de 4% na comparação com o mesmo período de 2018.

“Podemos afirmar que a Black Friday está cada dia mais consolidada no Brasil. Os mecanismos criados por diversas empresas para comprovar que os descontos são reais, somados à proximidade do Natal e recebimento de parcela do 13º salário pelo brasileiro, explica o otimismo do setor para um forte crescimento no número de pedidos este ano, que deve ser observado principalmente em categorias de maior valor agregado como eletrônicos e telefonia”, explica André Dias, diretor executivo do Compre&Confie.

“Podemos afirmar que a Black Friday está cada dia mais consolidada no Brasil.”

De acordo com estimativas do Compre&Confie, somente no primeiro semestre deste ano, mais de 19 milhões de consumidores fizeram pelo menos uma compra online – aumento de 35,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Além disso, uma pesquisa conduzida pela companhia com 2.705 consumidores que fizeram pelo menos uma compra pela internet no último ano mostrou que 72% deles pretendem comprar novos produtos e aproveitar as promoções da data.

Outros 25% podem comprar caso as ofertas apresentem boas vantagens e apenas 4% não pretendem aproveitar as promoções. No topo dos itens mais desejados, estão: Eletrônicos (elencados por 51% dos entrevistados), Telefonia (35%), Informática (28%), Moda e Acessórios (24%) e Eletrodomésticos (23%).

“É fundamental que varejistas tenham forte planejamento e estejam preparados para atender à demanda e suprir a necessidade dos consumidores. Investir em estoques de produtos de maior demanda, infraestrutura tecnológica e melhorias de processos operacionais são pontos fundamentais para aproveitar o sucesso que a data deve trazer”, finaliza Dias.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
09/11/2019 0 Comentários 502 Visualizações
Business

Franchising na Região Sul cresce 8%

Por Gabrielle Pacheco 28/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Segundo o mais recente balanço da Associação Brasileira de Franchising – ABF, o mercado de franquias na Região Sul faturou R$ 7,6 bilhões no terceiro trimestre de 2019. Esses números representam um aumento de 8% no faturamento da região em relação ao mesmo período do ano anterior. O mercado sulista expandiu em 19% o número de redes, atingindo o patamar de 954 marcas operando na Região. Além disso, o Sul cresceu 10% em número de unidades, com 16.877 operações de franquias.

“As redes estão buscando cada vez mais eficiência e qualidade para atender os clientes e superar as instabilidades econômicas do País. Esses números provam que o Sul fez o dever de casa e tem uma grande importância no sistema de franquias brasileiro. Temos muitas oportunidades de crescimento”, destaca o diretor da Regional Sul da ABF, Antonio Carlos Diel.

“Esses números provam que o Sul fez o dever de casa e tem uma grande importância no sistema de franquias brasileiro.”

A maioria das redes sulistas atua nos mercados de Alimentação (26,3%), Saúde, Beleza e Bem-Estar (18,7%) e Serviços Educacionais (12,4%). Os dados revelam que o franchising na Região segue avançando em linha com o mercado nacional. Com sua economia forte, todos os estados da Região Sul são importantes e têm potencial para crescer ainda mais nos próximos anos.

“Sentimos o impacto do cenário econômico atual, como ocorreu em todo o País, mas temos muitos municípios que possuem estrutura para receber grandes marcas e expandir suas unidades. O Sul é uma região com excelentes oportunidades para os diversos segmentos de franquias e é perceptível que o movimento do franchising para o interior se tornou mais intenso, chegando a cidades com menos de 50 mil habitantes. Várias cidades do interior se desenvolveram muito, formando um novo mercado potencial”, conclui Diel.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/10/2019 0 Comentários 443 Visualizações
Business

DEE divulga Boletim de Conjuntura do RS

Por Gabrielle Pacheco 24/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Mesmo em um contexto desfavorável, com redução nas exportações e fragilidade na retomada da atividade econômica brasileira, o Rio Grande do Sul manteve ao longo do primeiro semestre taxas de crescimento superiores às do país. A perspectiva, de acordo com o Boletim de Conjuntura divulgado nesta quarta-feira (23) pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE), é de que os índices se mantenham acima dos registrados no Brasil também na segunda metade do ano.

O documento elaborado pelos técnicos do DEE analisa as questões mais importantes da conjuntura internacional, nacional e regional observadas até mês de setembro, com foco no Rio Grande do Sul. A alta de 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado no primeiro semestre foi a maior dos últimos seis anos e acima da registrada no país (0,7%), sendo impulsionada pelo desempenho positivo da agropecuária (7,2%) e da indústria de transformação (5,5%).

A despeito da queda das exportações gaúchas (16,2% no acumulado do ano entre janeiro e setembro) e da dificuldade de recuperação da economia brasileira, o segmento metalmecânico se destaca com crescimento da produção de veículos, produtos de metal e máquinas e equipamentos. A chefe da Divisão de Indicadores Estruturais do DEE, Vanessa Sulzbach, afirma:

“A retomada dos investimentos no Brasil impulsionou a produção de bens de capital, segmento em que o Rio Grande do Sul é especializado”.

Outros segmentos como derivados de petróleo, produtos do fumo e couro e calçados também contribuíram para o crescimento do ano.

Desemprego

O mercado de trabalho, contudo, ainda não mostra sinais consistentes de recuperação. A taxa de desemprego no Estado permanece estável e, das novas posições registradas no segundo trimestre, aproximadamente 30% se referem a ocupações por conta própria sem CNPJ, caracterizadas pela informalidade e pelos rendimentos abaixo da média.

Dados mais recentes da indústria gaúcha, especialmente de julho e agosto, sinalizam que, para os próximos meses, a perspectiva é de leve desaceleração na atividade econômica. A redução sazonal da contribuição da safra de grãos no Estado para o PIB gaúcho também colabora para essa perspectiva.

“A baixa base de comparação do ano passado, quando houve a greve dos caminhoneiros e problemas de safra, deixará de existir e não contribuirá mais para que tenhamos taxas expressivas de crescimento nos próximos meses do ano como ocorreu no início de 2019”, explica Vanessa.

Mesmo com a desaceleração esperada do crescimento gaúcho, o boletim aponta que o Rio Grande do Sul deve encerrar o ano com avanço acima da média nacional, em função dos resultados já registrados no primeiro semestre e, em especial, porque a indústria extrativa não afeta o Estado como tem afetado o Brasil.

“A retomada de investimentos no país impulsionou a produção de bens de capital, segmento que o RS é especializado”, diz Vanessa.

Foto: Reprodução/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/10/2019 0 Comentários 634 Visualizações
Business

PIB do RS cresceu 3,8% no primeiro semestre 

Por Gabrielle Pacheco 15/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

A soma das riquezas produzidas pela economia gaúcha no primeiro semestre de 2019 alcançou 3,8% de crescimento, enquanto o Brasil cresceu 0,7% no mesmo período. O resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul nos seis primeiros meses do ano foi fortemente influenciado pelos desempenhos da agropecuária, que cresceu 7,2%, e da indústria, com crescimento de 5,5%. Desde o primeiro semestre de 2013, o PIB do Estado não crescia tanto na primeira metade do ano.

O PIB do segundo trimestre de 2019 foi apresentado na tarde desta segunda-feira (14), pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE) da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag). O resultado, segundo os pesquisadores que elaboraram o indicador, deve ser comemorado com cautela.

“O crescimento do primeiro semestre de 2019 se deu sobre uma base deprimida, devido à estiagem e à greve dos caminhoneiros que ocorreram na primeira metade de 2018”, pondera Roberto Rocha, pesquisador em economia da Seplag.

Rocha destaca o desempenho do setor automotivo no Estado. A produção de automóveis, implementos e carrocerias contribuiu decisivamente para o crescimento de 6,4% da indústria de transformação no período.

A dinamização da agropecuária e de segmentos da indústria do RS fez com que, no semestre, os serviços crescessem mais do que na média nacional: 1,8% em comparação com 1,2% do país. O crescimento dos três setores foi maior no Estado do que no Brasil, evidenciando, mais uma vez, o desempenho superior da economia gaúcha em 2019, aponta a pesquisa. O resultado positivo do segundo trimestre deste ano é o quarto numa sequência que teve início no terceiro trimestre de 2018, logo após a greve dos caminhoneiros.

A secretária de Planejamento, Leany Lemos, destacou que o resultado mostra a “força da economia do Estado” e que a divulgação do indicador pelo DEE faz parte da estratégia da pasta de “para melhorar a gestão pública, aumentar o volume de informações qualificadas para a sociedade e dar base para decisões do setor privado”.

Leany reforça todas as medidas que vêm sendo tomadas para reformar a máquina pública e auxiliar na atração de investimentos: “se não equacionarmos a crise fiscal, o governo estadual não poderá realizar os investimentos fundamentais ao crescimento da economia”. O DEE deverá apresentar até o final deste mês uma análise mais aprofundada da conjuntura econômica.

“Se não equacionarmos a crise fiscal, o governo estadual não poderá realizar os investimentos fundamentais ao crescimento da economia”.

Em relação ao trimestre imediatamente anterior (2° trim./2019 sobre o 1° trim./2019), o crescimento do PIB foi de 1,4%. Neste comparativo, a economia nacional evoluiu tão somente 0,4%. Quando comparado ao mesmo trimestre do ano passado (2° trim./2019 sobre 2° trim./2018), o crescimento da economia gaúcha chegou a 4,7%. O país, considerando o mesmo período de um ano para o outro, teve variação positiva de 1%.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/10/2019 0 Comentários 617 Visualizações
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