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Business

Pequenos negócios têm bom desempenho no saldo de empregos

Por Gabrielle Pacheco 02/02/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os pequenos negócios no Brasil mantiveram, em 2019, um desempenho na geração de vagas de trabalho formal superior ao registrado pelas médias e grandes empresas, resultando no melhor saldo de empregos formais para esse segmento dos últimos cinco anos. Segundo análise do Sebrae feita a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, os pequenos negócios terminaram o ano com um saldo de 731 mil postos de trabalho, número 22% acima do registrado em 2018.

Já as médias e grandes empresas encerram o ano com um saldo negativo de 88 mil vagas, quase o dobro do registrado em 2018. Em todos os setores da atividade econômica, em 2019, os pequenos negócios registraram saldos positivos de emprego, com destaque para o setor de Serviços, que gerou um saldo de quase 400 mil postos de trabalho, mais da metade dos empregos criados por esse nicho de empresas em 2019. Já as médias e grandes empresas registraram saldo positivo de emprego em apenas um único setor: a Extrativa Mineral (+3.480).

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, esse resultado confirma a força e a importância estratégica dos pequenos negócios para a economia do país. “O saldo de empregos gerados pelos Pequenos Negócios sinaliza uma continuidade da retomada da economia do país e mostra que por mais um ano, foram as pequenas empresas que sustentaram a geração de novos postos de trabalho com carteira assinada”, destaca Melles.

Dezembro

No último mês de 2019, como ocorre em todos os meses de dezembro, devido principalmente aos desligamentos dos trabalhadores temporários, as empresas brasileiras registraram saldos negativos de emprego, ou seja, mais demitiram do que contrataram. As Médias e Grandes Empresas (MGE) fecharam 155,8 mil postos de trabalho, enquanto as Micro e Pequenas Empresas extinguiram 136,1 mil vagas. No total, considerando também a Administração Pública, foram extintos 307,3 mil postos de trabalho no mês de dezembro.

Isso não impediu que os pequenos negócios fechassem o ano com o saldo positivo. Esses registraram, em dezembro de 2019, saldos positivos de empregos no Comércio (14.726 empregos) e no setor de Serviços Industriais de Utilidade Pública (376 vagas), que engloba o saneamento básico, energia elétrica etc. As MGE também registraram saldo positivo no Comércio, de 4.396 empregos.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
02/02/2020 0 Comentários 550 Visualizações
Variedades

Turistas estrangeiros no Brasil gastaram mais em dezembro

Por Gabrielle Pacheco 31/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

O mês de dezembro de 2019 registrou saldo positivo no gasto de turistas estrangeiros no país. Dados do Banco Central do Brasil (Bacen) apontaram uma alta de 4,23% no valor, saindo de US$ 488 milhões e indo para US$ 509 milhões. Tirando o item de “outros serviços de negócios”, considerado pelo levantamento, o setor de viagens foi o que mais arrecadou no período. Para o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, a alta no setor é reflexo de um trabalho realizado pela Pasta em todos os meses de 2019.

“Estamos realizando várias medidas para destravar o turismo brasileiro e elevá-lo ao patamar que lhe pertence. Temos vários atrativos e capacidade para alcançarmos mais e mais números positivos, movimentando nossa economia e gerando emprego e renda para a nossa população”, comemorou. No acumulado do ano, de janeiro a dezembro, as despesas de visitantes estrangeiros no país atingiram US$ 5,913 bilhões, ficando estável quando comparado ao mesmo período do ano passado (US$ 5,921 bilhões).

“Temos vários atrativos e capacidade para alcançarmos mais e mais números positivo.”

O índice gerou uma queda no déficit da balança comercial do turismo, que caiu de US$ 12,345 bilhões, em 2018, para US$ 11,681 bilhões, neste ano. O gasto dos brasileiros em viagens no exterior também cresceu em dezembro: 6,6% a mais. Foram US$ 1,49 bilhão contra US$ 1,40 bilhão registrados no mesmo período de 2018. Em todo o ano de 2019, o montante gasto por turistas fora do país teve queda de 3,6%, se comparado com 2018.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
31/01/2020 0 Comentários 632 Visualizações
Business

Produção de móveis do RS registra alta em 2019

Por Gabrielle Pacheco 29/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

O relatório “Conjuntura e comércio externo do setor de móveis no Brasil”, com dados de novembro e dezembro, encomendado pela Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs) e produzido pelo IEMI – Inteligência de Mercado, demonstra que no acumulado de 2019, comparado com o mesmo período do ano anterior, a produção industrial no Rio Grande do Sul cresceu 1,7%, resultado superior ao registrado na indústria nacional.

O acumulado dos últimos 12 meses segue a mesma tendência, com a indústria gaúcha registrando alta de 1,5%, enquanto a indústria nacional vem apresentando retração no mesmo período, de acordo com números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em se tratando especificamente da produção de móveis no estado, o mês de novembro registrou 8,3 milhões de peças, recuo de 6,3% em relação ao mês anterior.

Exportações

As exportações também registraram queda em dezembro, com recuo de 18%, totalizando US$ 15,6 milhões. Os três estados da região Sul – Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná -, juntos, foram responsáveis por 85% dos valores exportados no período, seguidos pelo estado de São Paulo com 11%. No ranking dos países de destino das exportações de móveis do Rio Grande do Sul, o Uruguai aparece em primeiro lugar, com 17,5%; seguido pelos Estados Unidos, com 16,1%; e Reino Unido, com 14,4%. Destaca-se também o crescimento de 243,9% do México em relação ao mês anterior.

Consumo aparente

No item consumo aparente de móveis, apenas no Rio Grande do Sul o volume foi de 7,4 milhões de peças em novembro, queda de 8,3% em relação ao consumo que foi registrado no mês anterior. Na variação dos últimos 12 meses houve queda de 2,5%.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
29/01/2020 0 Comentários 604 Visualizações
Business

Setor de eletroeletrônicos cresce 5% em 2019

Por Gabrielle Pacheco 28/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

A produção de eletroeletrônicos registou alta de 5% em 2019, repetindo a mesma performance verificada em 2018, indicam os dados da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros). Foram produzidas 104,8 milhões de unidades no ano passado. Os números apontam para uma provável retomada do consumo em 2019, ainda que abaixo das expectativas do setor no início do ano.

A Eletros, que representa as 33 maiores empresas do setor, previa evolução entre 5% e 10% no período. “Projetávamos uma evolução com uma margem de crescimento mais robusta, entretanto, os números indicam que atingimos o piso de nossa previsão, o que nos releva uma recuperação do consumo mais lenta do que seria a ideal”, afirma o presidente da entidade José Jorge do Nascimento.

Linha branca

O setor de linha branca, que representa principalmente a produção de máquinas de lavar, refrigeradores e fogões, apresentou crescimento de 7,8% em 2019 em relação a 2018. No ano anterior o crescimento havia sido de apenas 1%. Os números absolutos indicam a produção de 15,8 milhões de unidades destes produtos em 2019, contra 14,6 milhões em 2018.

“Ao analisarmos isoladamente os dados de linha branca verificamos uma evolução importante. Este viés positivo, porém, deve ser interpretado com moderação, tendo em vista que este segmento sentiu os efeitos da crise dos últimos anos marcado por desempenhos que variaram entre estagnação e encolhimento da produção”, analisa Nascimento.

Linha marrom

Na linha marrom, que concentra equipamentos de áudio e vídeo tendo os televisores como principal produto da categoria, os indicadores demonstram evolução de 3%. Foram produzidas 12,4 milhões de televisores em 2019 contra 12 milhões em 2018. “Se considerarmos que em 2018 tivemos um ano de Copa do Mundo, período em que tradicionalmente as vendas de televisores disparam e crescem acima da média histórica, em 2019 registramos uma evolução moderadamente positiva”, explica o executivo.

Linha eletroportáteis

Com uma grande variedade de produtos, incluindo secadores de cabelo, sanduicheiras, ventiladores, entre outros, a linha de eletroportáteis apresentou crescimento de 17,8% em 2019. Foram produzidos 76,6 milhões de unidades de produtos em comparação aos 65 milhões produzidos em 2018, sendo que 25% destes produtos são ventiladores. No comparativo entre 2018 e 2017, a evolução foi de 14%. “Estamos falando de uma categoria de produtos que são mais acessíveis e estão presente na vida dos brasileiros de todos os níveis de renda. Os indicadores neste segmento também nos mostram uma evolução moderada, mas consistente”, ressalta Nascimento.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
28/01/2020 0 Comentários 459 Visualizações
Saúde

Cresce o número de casos de hanseníase no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 24/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

A queda progressiva registrada entre 2003 e 2016 nos casos de hanseníase no Brasil foi interrompida no último relatório sobre a doença divulgado pelo Ministério da Saúde. Segundo os dados levantados, em 2017 e 2018 o Brasil apresentou um aumento de 26.875 para 28.660 novos registros da doença. Essa foi a primeira vez em 13 anos que os números cresceram. Para o médico dermatologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS), Rodrigo Vettorato, as razões para esse crescimento são complexas e passam por diversos fatores.

“É extremamente complicado atribuir somente um motivo para o aumento de casos. A queda dos índices, muitas vezes, acaba provocando um certo negligenciamento em relação à doença. Com isso, para-se de investir em seu controle, a mídia diminuí o ritmo de divulgação de informações e, em alguns casos, os próprios médicos (sem o treinamento adequado) não conseguem diagnosticar precocemente”, salientou. Segundo Rodrigo Vettorato, esses novos números só reforçam a necessidade de campanhas de conscientização e prevenção à doença.

“Investir em ações que busquem informar a população é imprescindível. Quanto mais cedo se descobre a doença, mais tranquilo é o tratamento e menor a chance de sequelas. O grande problema da hanseníase é o diagnóstico tardio, quando o paciente já apresenta deformidades ou incapacidades sensitivo-motoras”, explica o médico.

“Investir em ações que busquem informar a população é imprescindível.”

O Janeiro Roxo é dedicado a conscientização e prevenção da hanseníase, que é uma doença contagiosa causada pela transmissão do Bacilo de Hansen, através da respiração. Ela se manifesta de diversas formas, como através de lesões na pele, ausência de sensibilidade à dor e ao tato em qualquer parte do corpo. O Brasil registra 12% dos casos da doença em todo o mundo, contabilizando 15 ocorrências a cada 100 mil habitantes. Por isso, a hanseníase é caso de saúde pública e tem tratamento gratuito em todo o Brasil pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
24/01/2020 0 Comentários 609 Visualizações
Business

Verão deve trazer crescimento para o varejo gaúcho

Por Gabrielle Pacheco 22/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

As vendas do varejo gaúcho na temporada de verão 2020 devem crescer até 10% na comparação com o mesmo período de 2019. A estimativa é da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, contemplando, especialmente, as cidades litorâneas, onde a circulação de turistas aumenta de forma expressiva nessa época do ano. Os meses de janeiro e fevereiro movimentam o litoral gaúcho e trazem como reflexo o crescimento da população disposta a consumir.

Além da hotelaria e do setor gastronômico que são beneficiados pelo incremento da circulação de pessoas, as lojas dessas cidades também podem ter sua rentabilidade ampliada nesse período. A FCDL-RS observa que os primeiros dias do ano mostram os gaúchos dispostos a circular pelas praias do Rio Grande do Sul, evitando viagens ao exterior, por causa da alta do dólar, e para outros pontos do país, por medida de economia.

Desta forma, restaurantes, bares, supermercados, hotéis e lojas com vestuário leve, bijuterias, calçados e produtos farmacêuticos, especialmente cosméticos, deverão registrar maior incremento na venda de produtos e serviços. Nas cidades que não estão situadas na faixa litorânea, o forte calor registrado no verão faz com que produtos como aparelhos de ar-condicionado, ventiladores e climatizadores sejam muito procurados e tenham seus indicadores de vendas incrementados, projetando-se um crescimento de até 15% em relação ao mesmo período de 2019.

Outro aspecto que o veraneio gaúcho favorece é o crescimento dos indicadores de emprego nas cidades litorâneas. No Litoral Norte (microrregião Osório, que vai de Mostardas a Torres), a expectativa é que no período compreendido pelos meses de dezembro, janeiro e fevereiro sejam abertas cerca de 6 mil vagas temporárias, com a quase totalidade delas voltadas aos setores do comércio e serviços.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
22/01/2020 0 Comentários 597 Visualizações
Business

Atividade do comércio encerra 2019 com alta de 2%

Por Gabrielle Pacheco 22/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian apresentou aumento de 2% no acumulado de janeiro a dezembro de 2019, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Seguindo a tendência do ano, o crescimento foi impulsionado pelo setor de veículos, motos e peças, que teve alta de 8,4% e pelo segmento de material de construção, este com acréscimo de 4,6%. Na variação mensal – dezembro x novembro 2019 –, o indicador apresentou queda de 0,1%.

Segundo o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, “as menores taxas de juros influenciam no acesso ao crédito, o que potencializa o comércio. Além disso, com o 13° salário e os saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, há um aumento pontual da renda da população, que acabou gerando um bom desempenho para os setores”, avalia. O aumento dos rendimentos se refletiu na variação positiva de 3,9% em dezembro, comparado com o mesmo mês do ano anterior.

“As menores taxas de juros influenciam no acesso ao crédito, o que potencializa o comércio.”

Isso se deve ao melhor desempenho do setor de Tecidos, Vestuário, Calçados e Acessórios (6,8%), que não costuma estar ligado ao crédito como Veículos ou Materiais de Construção, segundo Rabi. Apenas Combustíveis e Lubrificantes apresentaram queda (-7,2%) em dezembro, mantendo os resultados negativos apresentados ao longo do ano.

Vendas no varejo físico crescem 4,1% no Natal

Dados do Indicador de Atividade do Comércio – Natal mostram que as vendas na semana da data comemorativa (18 a 24 de dezembro) em 2019 registraram alta de 4,1%, comparado com o ano anterior. Este é o segundo maior aumento desde 2014, quando começaram as quedas consecutivas das vendas, ficando atrás apenas de 2017, ano em que houve maior liberação de recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. No fim de semana (21 a 23 de dezembro), o aumento foi de 4,7% em todo o país. Já na cidade de São Paulo, entre 18 e 24, a variação foi de 4,7%, enquanto o fim de semana registrou 3,6% de crescimento.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
22/01/2020 0 Comentários 495 Visualizações
Business

Número de vagas temporárias aumentou 23% em 2019

Por Gabrielle Pacheco 17/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma oportunidade de trabalho que não se limita ao período previamente estabelecido. Assim pode ser visto o trabalho temporário que tem registrado crescimento no Brasil. Os reflexos foram sentidos no volume de contratações efetivadas nessa modalidade pela RH Mattos, empresa que atua em processos de seleção de efetivo, temporário, terceirização e estágio; folha de pagamento, auditoria trabalhista e administração de benefícios.

“Observamos um volume grande de contratações pelo segmento da indústria. Como perfil solicitado pelas empresas há uma preferência por candidatos com Ensino Médio e formação técnica na faixa etária dos 25 aos 40 anos”, explica a diretora da RH Mattos, Carmen Jardim. O tempo médio de permanência é de 60 a 90 dias. Um dado que chamou a atenção é o elevado índice de efetivação dos trabalhadores temporários.

“Observamos um volume grande de contratações pelo segmento da indústria.”

A média ficou próxima a 80%, o que mostra que a contratação temporária pode ser uma excelente oportunidade de ingresso ou retomada para o mercado de trabalho. Os dados da empresa estão alinhados com a estimativa feita pela Asserttem (Associação Brasileira do Trabalho Temporário) que calculou crescimento de 23,86% na criação de vagas temporárias em 2019 para atender a demanda das festas de final de ano, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/01/2020 0 Comentários 516 Visualizações
Variedades

Mercado de segurança eletrônica no Brasil faturou R$ 7 bilhões em 2019

Por Gabrielle Pacheco 15/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

O setor de segurança eletrônica terminou 2019 otimista. O segmento espera a aprovação do “Estatuto da Segurança Privada” para o início do ano e, com isso, a abertura de novos mercados ao setor – que é responsável por gerar mais de 250 mil empregos diretos e mais de 2 milhões indiretamente. A retomada do crescimento econômico, baseado nos indicadores ascendentes também reforçam o otimismo cauteloso com que o mercado entra em 2020.

Para a presidente da Abese – Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança, Selma Migliori, que esteve no Senado Federal para defender o setor e a aprovação do novo estatuto, o projeto de lei oferecerá amparo legal às empresas de segurança eletrônica que, finalmente, poderão concorrer em posição de igualdade em licitações públicas e de instituições financeiras.“O Estatuto da Segurança Privada insere definitivamente a segurança eletrônica como um pilar independente dentro da segurança privada e possibilitará a livre iniciativa e concorrência. Assim, se um grande empreendimento ou o setor público desejar contratar um projeto de sistema eletrônico de segurança isoladamente, estarão amparados pela nova lei”, explica.

Assim, o mercado de Segurança Eletrônica, que compreende mais de 26 mil empresas e cresce em média de 8% ao ano, sendo 10% em 2019, espera atender à demanda reprimida da segurança pública e privada por soluções que utilizam Inteligência Artificial, Sensores, Internet das Coisas (IoT) para ajudar a evitar ou solucionar ocorrências sem o uso de armas letais. Os condomínios e empreendimentos que gradativamente investem em Portarias Remotas também estão entre os principais catalisadores do crescimento esperado para o próximo ano.

Em busca de mais segurança e economia, uma vez que este tipo de tecnologia custa cerca de 30% a 40% do que uma portaria tradicional e gera uma economia que pode chegar a 70%. O segmento é exemplo da incorporação das soluções de Segurança Eletrônica ao dia-a-dia e oferecerá novas oportunidades de negócios e de geração de empregos para a área de TI e atendimento.

Um levantamento realizado pela Abese com empresas de segurança que trabalham com portarias remotas em 2019 mostrou que 34,5% das empresas que atuam com Portaria Remota realizam a requalificação dos porteiros para as áreas de atendimento, assistentes de manutenção, operadores remotos, seguranças, ou até mesmo para compor portarias híbridas – que operam com o profissional local junto ao sistema remoto.

“A Abese entende que as portarias remotas têm gerado novas oportunidades de emprego e aprendizado aos profissionais dos condomínios e para o próximo ano a tendência é que este modelo se consolide. Muitas empresas do setor de segurança eletrônica têm contratado porteiros para trabalharem em centrais de videomonitoramento, além de outras ofertas de trabalho para atividades pertinentes ao atendimento, ao monitoramento externo, instalações de sistemas, desenvolvimento de softwares, dentre outras funções”, afirma a presidente da Abese.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/01/2020 0 Comentários 600 Visualizações
Business

Calçadistas projetam crescimento para 2020

Por Gabrielle Pacheco 15/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

A coletiva de imprensa realizada pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) no dia 14, durante a Couromoda 2020, trouxe para a pauta temas que fizeram parte do ano de 2019 e também os que devem influenciar o desempenho da atividade ao longo de 2020. Participaram o presidente do Conselho Deliberativo e o presidente-executivo da entidade calçadista, Caetano Bianco Neto e Haroldo Ferreira, respectivamente.

Para Neto, existe um “otimismo moderado” para 2020. “Em 2019, tínhamos expectativas muito positivas, mas o atraso de reformas estruturais importantes, caso da Previdência, acabou frustrando um pouco. O fato é que, para não ter que rever a estimativa de crescimento, ainda mais para baixo, estamos sendo um pouco mais conservadores nas projeções”, disse, e brincou: melhor estourar a meta do que dizer que não a alcançamos. No início de 2019, a meta de crescimento do setor chegava a 3,4%, número que foi revisto para entre 1,1% e 1,8% no último trimestre do ano.

“Não foi um ano ruim, mas poderia ter sido melhor. O certo é que parou de piorar”, afirmou, ressaltando que a confiança, tanto do mercado quanto do consumidor, segue em elevação com o novo momento econômico brasileiro. Para Ferreira, comportamento das exportações foi determinante para que 2019 se mantivesse em crescimento. “O mercado externo puxou as exportações, especialmente em função do aumento dos embarques para os Estados Unidos, resultado direto da guerra comercial instalada entre o país norte-americano e a China”, avaliou, ressaltando que no período, em função das sobretaxas às importações da China, os compradores norte-americanos buscaram calçados em países alternativos ao gigante asiático, favorecendo o Brasil, maior produto de calçados do Ocidente.

Em 2019, os embarques cresceram 0,9% em volume e registraram queda de o,9% em receita no comparativo com 2018. “Porém, em função do dólar valorizado ao longo do ano, tivemos um incremento de 7% e reais, um resultado positivo importante”, acrescentou. Entre janeiro e dezembro do ano passado, foram embarcados ao exterior 114 milhões de pares por US$ 967 milhões.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/01/2020 0 Comentários 432 Visualizações
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