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Business

Em fevereiro, Intenção de Consumo das Famílias Gaúchas segue retomada em ritmo lento

Por Stephany Foscarini 24/02/2022
Por Stephany Foscarini

A edição de fevereiro da Intenção de Consumo das Famílias Gaúchas (ICF-RS) trouxe um quadro de recuperação lenta do consumo. Divulgada pela Fecomércio-RS nesta quinta-feira, 24, os resultados da pesquisa revelaram um processo de retomada do consumo que deve ser visto com cautela, uma vez que a melhora do quadro geral do consumo ocorre, sobretudo, em virtude de uma base de cálculo deprimida.

O comportamento dos componentes do ICF-RS evidencia as características da recuperação em curso. Todos os subíndices avaliados se encontram abaixo da linha dos 100,0 pontos e nenhum dos componentes supera o patamar pré-crise (considerado março de 2020). Apesar disso, os resultados recentes vêm apresentando melhora do quadro geral.

O subíndice de Emprego Atual teve alta de 2,8% aos 94,2 pontos e registrou o maior nível desde julho de 2020 (95,0 pontos). Frente a fevereiro do ano passado, houve crescimento de 51,0%. No indicador de Renda Atual houve alta marginal de 3,3% e de 14,6% na comparação interanual. Em nível, o indicador está em 91,8 pontos.

O subíndice de Consumo Atual atingiu os 79,3 pontos, maior nível desde abril de 2020 (81,5 pontos). Em relação a fevereiro do ano passado, a alta foi de 51,9%. Os subíndices de Acesso a Crédito e de Momento para a Aquisição de Bens duráveis têm sido destaques negativos da pesquisa, refletindo o aumento dos custos via alta da taxa de juros. Em 78,1% dos casos, os entrevistados referiram que este é um mau momento para adquirir esses bens.

Nos indicadores referentes às expectativas houve melhora, tanto na margem quanto em relação ao ano anterior. A Perspectiva Profissional registrou 76,7 pontos ao variar 1,5% na margem. Esse foi o maior resultado para o índice desde junho de 2020 (81,0 pontos). A Perspectiva de Consumo teve desempenho semelhante. Ao variar 7,3% na passagem do mês, o subíndice atingiu os 69,0 pontos, o maior valor desde abril de 2020 (77,4 pontos).

Estamos diante de um consumidor cauteloso, com acesso mais dificultado ao crédito e com muita pressão sobre seu orçamento”.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, afirma que, apesar do cenário bastante desafiador, a pesquisa de fevereiro já mostra um consumidor menos pessimista do que no passado. “É algo a ser comemorado. No entanto, estamos diante de um consumidor cauteloso, com acesso mais dificultado ao crédito e com muita pressão sobre seu orçamento. Neste caso, o esforço de venda que deve ser feito pelas empresas é muito maior do que numa conjuntura mais favorável”, comentou Bohn.

Acesse a pesquisa completa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2022 0 Comentários 443 Visualizações
Business

Especialista apresenta características do novo comportamento de compra do consumidor

Por Gabrielle Pacheco 29/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Atenta aos possíveis rumos que a economia está tomando diante do cenário atual de distanciamento social e limitações ao funcionamento do comércio, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Sapiranga, está promovendo uma série de encontros. O objetivo é auxiliar lojistas através da qualificação e promoção de conhecimento. Nesta terça-feira (30) acontece o primeiro encontro o “Meetup”, com o tema “O novo comportamento de compra do consumidor”.

O atual cenário mudou completamente a maneira como o consumidor interage com as marcas, pois agora ele está mais digital do que nunca. As poucas empresas que se prepararam para este momento estão surfando e ganhando mercado. Porém a realidade é que a maioria das empresas não se prepararam para este quadro e estão sofrendo. O que fazer neste momento, e como atender as expectativas deste novo consumidor? É sobre isso que Wesley Ribeiro vai falar no encontro virtural. O palestrante é fundador da W Learning Ecossistema de Inovação, publicitário de formação, com pós graduação em gestão de varejo pela FGV e Transformação Digital pela PUC-RS. Foi executivo das Lojas Renner por 18 anos, e sócio fundador de duas startups de educação corporativa voltada a inovação.

O evento acontece a partir das 15h e será transmitido através da página da CDL Sapiranga no Facebook.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2020 0 Comentários 776 Visualizações
Variedades

Pesquisa realizada pela DMCard aponta que 69% dos consumidores tiveram perda de renda devido à pandemia

Por Gabrielle Pacheco 01/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Entre os dias 5 e 12 de maio, a área de Experiência do Cliente da DMCard aplicou mais de 15 mil entrevistas online para uma pesquisa sobre o comportamento do consumidor com suas finanças durante a pandemia. O estudo apontou que 69% das pessoas tiveram algum tipo de perda financeira desde o início da quarentena e 62% acreditam que ainda vão enfrentar algum problema que as obrigará a atrasar o pagamento de suas contas.

“Nossa amostra é composta por pessoas que são portadoras de cartão de crédito e nos permite uma representatividade muito fiel de como anda o bolso desse consumidor economicamente ativo, se ele sofreu perdas e como o bolo está sendo repartido para o consumo e pagamento das dívidas mais comuns no dia-a-dia da população”, explica Sandra Castello, Diretora de Marketing e Pessoas da DMCard.

Os entrevistados foram questionados sobre quais as dívidas que dariam prioridade em caso de não terem dinheiro suficiente para pagamento em dia de todas elas, sendo que, nesta questão, puderam citar mais de uma resposta. As contas de consumo como água, luz, telefone e internet ficaram em primeiro lugar, com 31% de percentual de lembrança.

Em segundo lugar na prioridade do consumidor está o cartão de crédito do supermercado, o private label, (29%) e, só então, o cartão de crédito tradicional (20%). Essa ordem de prioridade aponta para um consumidor que está preocupado em manter seu poder de compra, principalmente do que é essencial, em manter a comida na mesa. O cartão tradicional também pode ser utilizado no supermercado, contudo, além de não ser acessível a todos, este ainda é compreendido com um formato que pode ser utilizado para gastos supérfluos, por impulso, como explica Sandra.

“Além dessa percepção da importância e peso no orçamento entre os cartões de loja e o tradicional, há outro fenômeno importante de se observar, principalmente nas classes mais baixas, que é a atual dificuldade de se conseguir crédito na rede bancária. Não se trata apenas de uma escolha, muita gente não consegue ter um cartão de crédito tradicional. Com o atual cenário econômico a rede bancária acaba reduzindo sua aprovação e esse consumidor, muitas vezes ainda desbancarizado, acaba migrando para os cartões de loja”.

Na sequência das dívidas que não seriam tão priorizadas, foram citadas os financiamentos (11%) e a assistência médica (9%). A diretora também explica como o reflexo do não pagamento de alguma dessas contas na rotina também interfere na decisão. “Com estes resultados, conseguimos identificar uma linha clara de comportamento. O consumidor prefere pagar primeiro as contas que podem ocasionar a interrupção de algum serviço que lhe faria muita falta no seu dia-a-dia. Em segundo lugar, vêm as dívidas que podem tirar deles o poder de compra, em um momento em que ter crédito é muito importante em caso de emergências”.

Além do desemprego, contratos foram interrompidos e ganhos reduzidos

Apenas 26% dos entrevistados afirmaram estar empregados formalmente, com registro em carteira profissional, e sem nenhum tipo de redução em seus ganhos, enquanto outros 15% tiveram redução de carga horária e, consequentemente, em seus rendimentos.

Em contrapartida, 12% foram totalmente afastados do trabalho ou tiveram seus contratos interrompidos, e 15% já entraram na pandemia desempregados. Os entrevistados aposentados são 10% dos respondentes e 21% são profissionais autônomos.

49% pediram o auxílio emergencial, no entanto apenas 15% já recebeu

O auxílio emergencial de R$ 600 oferecido pelo governo foi buscado por 49% dos entrevistados. Considerando apenas esse grupo, 31% deles já recebeu a primeira parcela. Um grupo composto por 33% não foram aprovados, outros 19% foram aprovados mas ainda não receberam e 17% ainda estão aguardando resposta.

Dentre os 51% que não entraram com o pedido, apenas 1% ainda tem a intenção de solicitar o auxílio. “A demora e problemas no pagamento dessa ajuda do governo tem reflexo direto no comportamento financeiro, principalmente no pagamento de dívidas e nas classes mais baixas, nas quais a prioridade é sempre o consumo alimentar”, destaca Sandra.

Consumidor mais dependente do crédito para abastecer a despensa

O estudo também avaliou o uso do cartão de loja do supermercado pelos consumidores, principal área de atuação da DMCard, realizadora do estudo, e 41% dos entrevistados afirmaram que um limite maior disponível em seu cartão private label os ajudaria neste momento de pandemia.

E, em caso de atraso no pagamento especificamente da fatura desse cartão e posterior acordo, 45% prefere um desconto e pagar tudo de uma vez, 32% preferem um parcelamento da dívida e para 23% basta apenas um prazo maior para pagamento.

A primeira pergunta de toda a pesquisa era se as pessoas estavam bem de forma geral, sendo que 92% responderam positivamente. Também 92% responderam que, de alguma forma, respeitam o isolamento e 35% já conhecem alguém que foi contaminado pelo novo coronavírus.

“É importante entender o comportamento financeiro dessa população economicamente ativa pois, é somente ouvindo o que pensam que podemos entender suas reais necessidades e motivações e, assim, encontrar meios que possam ser viáveis para a sustentabilidade econômica das famílias, das empresas e do nosso país”, conclui a Diretora de Marketing e Pessoas da DMCard.

Sobre o Grupo DMCard

A DMCard é uma administradora de cartões private label que nasceu em 2002, em São José dos Campos, interior de são Paulo. A empresa viabiliza a redes de supermercados a possibilidade de oferecerem aos seus consumidores um cartão de crédito de marca própria que, além de aumentar as vendas, fideliza seus clientes. Além da própria, o grupo conta também com a processadora de cartões Infocards e a financeira Finansinos S/A.

Denis César Correia, CEO do Grupo, explica o sucesso e os diferenciais da DMCard: “Somos uma empresa especialista em varejo, por isso podemos atender às necessidades específicas do segmento”.

A DMCard nasceu de uma pequena operação de cartões de fidelidade de uma rede varejista. Hoje, possui uma completa e integrada estrutura de administração e processamento de operações, e atua em diversas regiões do Brasil. A empresa já ultrapassou a marca de 3 milhões de cartões emitidos para mais de 360 redes e 2.300 lojas, incluindo Sonda, Cobal, Spani, Semar, Royal, Unissul, Unidasul, Docelar, Joanin, Ricoy, Imec, BH, Koch, Paulistão, Extrabom e Althof.

Além do crédito, a DMCard ainda oferece uma poderosa ferramenta de CRM que coleta informações sobre o hábito de compra dos consumidores, permitindo, assim, a criação de campanhas personalizadas e relevantes para os diferentes perfis de clientes existentes. 

Com nota alta em qualidade de serviço, a DMCard é uma das únicas empresas de cartões que possui o selo RA1000, garantindo o compromisso da marca em oferecer o melhor atendimento para seus parceiros e clientes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/06/2020 0 Comentários 422 Visualizações
Business

Busca do consumidor por crédito cresce 12,4% em 2019

Por Gabrielle Pacheco 20/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

A demanda dos brasileiros por crédito teve alta de 12,4% em 2019, na comparação com 2018. O crescimento é o segundo maior já registrado na série histórica do Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, ficando atrás apenas de 2010, quando o aumento foi de 16,4%. O economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, aponta as consecutivas quedas nas taxas de juros e a retomada gradual da economia como os principais fatores para o crescimento, que deve se manter elevado neste ano. A expectativa é que o crédito seja a alavanca econômica de 2020.

População com renda até R$ 1000 foi a que mais solicitou crédito

Os brasileiros cuja renda fica entre R$ 500 e R$ 1000 foram os que mais solicitaram crédito em 2019, com alta de 14%. Esta foi a única faixa que ficou acima da média nacional de 12,4%. Aqueles que ganham até R$ 500 ficaram com a segunda maior variação (12%). Rabi explica que “os crescimentos apresentados pela população de baixa renda refletem a maior volatilidade destas pessoas de acordo com os movimentos econômicos, ou seja, apresentam uma retomada mais intensa quando os dados econômicos são positivos”.

Regiões Norte e Nordeste impulsionaram a alta

As regiões Norte e Nordeste foram as que apresentaram maior variação anual acumulada em 2019 – 16% e 13,1%, respectivamente. Apenas o Sudeste ficou abaixo da média nacional, com crescimento de 11,5% no ano.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
20/01/2020 0 Comentários 407 Visualizações
Business

Busca do consumidor por crédito cresce 17,2% em novembro

Por Gabrielle Pacheco 16/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Indicador Serasa Experian de Demanda do Consumidor por Crédito mostrou um aumento de 17,2% no volume de solicitações em novembro de 2019. A região Norte impulsionou a alta, apresentando variação positiva de 22,4% no comparativo com o mesmo mês do ano anterior – as demais também tiveram crescimento significativo neste mês. Na análise com outubro/19, houve queda de -4,5%. Segundo o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, o crédito foi o grande impulsionador da economia brasileira neste ano, principalmente por conta das quedas sequenciais dos juros nos últimos meses.

“Os brasileiros estão mais otimistas na hora de buscar crédito e a perspectiva para o próximo ano é ainda melhor, uma vez que o Cadastro Positivo trará novos dados para compor o score dos consumidores”, comenta. Uma pesquisa recente da Serasa Experian mostra que 88% das pessoas acreditam que o score pode contribuir para o acesso a crédito no Brasil, sendo que 94% afirmam que o Cadastro Positivo vai influenciar o modelo estatístico de pontuação de crédito, com variáveis que devem incluir os hábitos de pagamento dos clientes e outros detalhes como pontualidade, gastos mais frequentes, montante de renda comprometida, entre outras.

“Os brasileiros estão mais otimistas na hora de buscar crédito e a perspectiva para o próximo ano é ainda melhor.”

A população com renda entre R$ 500 e R$ 1000 foi a que apresentou maior crescimento na busca por crédito desde o início do ano. Nestes onze primeiros meses de 2019, o número da faixa ficou acima da média total e desde abril tem crescido mais do que as demais. Rabi explica que, normalmente, “aqueles com rendimentos menores têm um comportamento mais volátil. Quando a situação da economia piora, esta parcela populacional sai mais do mercado de crédito. Quando a economia dá sinais de melhora, ela tende a voltar com mais intensidade, e é isso que temos visto ao longo de 2019”.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
16/12/2019 0 Comentários 429 Visualizações
Business

CDL POA dá dicas para economizar no fim de ano

Por Gabrielle Pacheco 11/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

O fim de ano chegou, e os gastos dessa época não se resumem à compra de presentes de Natal para familiares e amigos, viagens e compra de roupas novas para as festas. Geralmente os consumidores também têm muitos gastos com a preparação dos comes e bebes para as ceias e almoços de Natal e Ano Novo. Por isso, é muito importante haver planejamento para esses gastos, evitando o risco de começar o novo ano no vermelho, afetando assim os planos futuros. Para ajudar nesta tarefa, a CDL POA, em parceria com a Boa Vista, apresenta algumas dicas para que o consumidor celebre as festas de fim de ano da melhor maneira possível e comece 2020 no azul.

Planejamento

O melhor começo para um bom planejamento para as compras de fim de ano, incluindo presentes, alimentos, bebidas e viagens, é conversar com a família para que, juntos, decidam o que realmente é necessário comprar. Feito isso, o consumidor pode fazer uma planilha de gestão de orçamento familiar para registrar todas as despesas e ganhos. Assim, saberá exatamente quanto dinheiro tem e quanto poderá gastar sem entrar no vermelho. É importante não esquecer de colocar as dívidas que já foram feitas para ter clareza nos valores disponíveis e evitar deixar de pagar uma delas.

Lista de compras

Já sabendo o quanto terá disponível para as festas de fim de ano, é hora de preparar uma lista de presentes e de gastos no supermercado, incluindo quantidade, para não comprar produtos em excesso.

Compras antecipadas

Deixar para fazer as compras muito em cima das festas não é aconselhável. Isso deixará o consumidor sob pressão e as escolhas poderão ser impulsivas, além de provavelmente o gasto acabar sendo maior do que o planejado. Quanto à comida e bebida, como panetone, algumas frutas, nozes e outros produtos tradicionais da época, poderá pagar mais caro se for comprar dias antes da festa. Esses produtos sobem muito de preço à medida em que chega o Natal.

Festas colaborativas

Se o consumidor receberá os amigos e parentes em sua casa para as comemorações de fim de ano, uma boa forma de economizar é organizar festas colaborativas. Cada convidado fica responsável por um prato e uma bebida. Assim, ninguém fica sobrecarregado financeiramente.

Amigo secreto

Como geralmente é impossível financeiramente presentear todas as pessoas que o consumidor gostaria, é válido pensar na possibilidade de organizar um amigo secreto entre os participantes das festas. Assim, todos sairão com um presente e ainda será possível limitar os valores que podem ser gastos com presentes, resultando em menores despesas.

Comparativos de preços

Antes de ir para as lojas e supermercados, uma boa dica é acessar os comparativos de preços na internet (há também para supermercados) e fazer uma pesquisa dos valores do que se pretende comprar. Essas ferramentas virtuais mantêm gráficos com históricos de preços, o que ajuda a saber se o preço do item desejado subiu ou caiu nos últimos seis meses. Também é possível fazer as compras em lojas virtuais, com antecedência, para não correr o risco de o item não chegar a tempo. Os preços virtuais costumam ser cerca de 20% mais barato do que nas lojas físicas.

À vista ou no crédito

Pagar à vista pode render descontos nos preços, então é uma boa dica, sempre que possível, é claro. O indicado é só pagar com cartão de crédito se o consumidor tiver a certeza de que terá dinheiro para quitar a fatura total no próximo vencimento. Se pagar só uma parte do boleto, a dívida será acrescida dos juros mais altos do mercado.

Cuidado com as promoções

Caso encontre uma promoção de algo que não estava na sua lista, o consumidor deve tentar não cair na tentação para não comprometer seus ganhos nos próximos meses. É fundamental ter em mente que o início de ano é cheio de despesas, como mensalidade e material escolar, férias e impostos, como IPTU e IPVA.

oto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/12/2019 0 Comentários 522 Visualizações
Business

Mercado publicitário cresceu 36% em 2018

Por Gabrielle Pacheco 18/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Contrariando as expectativas do mercado financeiro, um estudo do Kantar Ibope Media mostrou que 2018 foi um ano positivo para a publicidade brasileira, movimentando mais de 145 milhões de reais em anúncios. Com aproximadamente 135 mil marcas trabalhadas, o mercado para os profissionais de publicidade está aquecido novamente.

Segundo o coordenador do curso de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Internacional Uninter, Alexandre dos Santos, o publicitário “deve ser movido pela curiosidade, paixão pelo novo, estudos, geração de grandes ideias e por boas soluções”.

Alexandre explica que é preciso entender o consumidor e conhecer o retorno que cada uma das mídias entrega atualmente. “É importante compreender as novas práticas e os novos hábitos. Do imã de geladeira ao comercial de trinta segundos mais caro da TV brasileira, hoje não basta anunciar, devemos também inspirar”. Para dar suporte ao estudante que se interessa por esse universo, o especialista preparou uma lista com as principais áreas de atuação.

Atendimento

Os principais ramos de atuação da carreira de publicidade são dentro das agências e essa área faz a ponte entre a empresa e o cliente. Ela é responsável pela coleta e distribuição das informações, briefings de campanhas, realização de reuniões e apresentação dos materiais produzidos.

Mídia

A área é responsável pela seleção dos canais de comunicação nos quais as campanhas serão veiculadas. Além disso, o publicitário que trabalha nesse meio tem que saber negociar espaços para propagandas, criar o planejamento de mídias e melhorar os investimentos do cliente.
Esse profissional é muito valorizado no mercado, pois a função é indispensável para o sucesso de qualquer campanha.

Criação

É uma das mais conhecidas áreas da carreira de publicidade. Fica responsável pela execução de ideias e do desenvolvimento das chamadas peças publicitárias criativas. Normalmente, é composta por redatores e diretores de arte. O redator tem a responsabilidade de produzir textos e roteiros com a mensagem objetivada pelo planejamento da campanha. Já o diretor de arte é o profissional responsável pela parte da apresentação visual das peças.

Planejamento

O profissional de planejamento é conhecido como planner dentro das agências. A sua responsabilidade é buscar e analisar as oportunidades do mercado, fazer a identificação dos canais de comunicação, descobrir o público-alvo e traçar as estratégias mais adequadas. “Exige um perfil analítico e que tenha uma visão geral da agência para manter as áreas integradas em busca do mesmo objetivo”, esclarece Alexandre.

Social Media

Conhecido como community manager, o profissional fica responsável pela construção e gerenciamento das empresas digitalmente. Suas funções também são as de criar estratégias de conteúdo, ter interação online, criar identificação e estreitar o relacionamento entre empresa e público.

Marketing

Fora das agências, o publicitário pode trabalhar nas áreas de marketing das empresas. Muita gente tem dúvidas sobre as diferenças entre esses dois ramos de atuação. O que acontece é que, nesse quesito, são trabalhadas as estratégias voltadas para a venda de produtos e serviços. “Além disso, é preciso que o profissional saiba entender as necessidades do cliente para dar destaque à empresa no mercado”, finaliza o coordenador.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
18/07/2019 0 Comentários 465 Visualizações
Cidades

Porto-alegrense deve gastar 30% a mais no Dia dos Pais

Por Gabrielle Pacheco 16/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

De acordo com o Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre, o valor desembolsado para o presente de Dia dos Pais deverá ser mais alto este ano. A informação considera a resposta de 462 consumidores da Capital para um levantamento da entidade, que indicou que o ticket médio no comércio deverá girar em torno de R$ 182, o que significa 27,9% a mais que o valor que as pessoas estavam dispostas a gastar em 2018.

Entretanto, o valor do presente poderá variar até R$ 246 se analisada a classe econômica do consumidor: as classes D/E deverão gastar cerca de R$ 87; a classe C pretende pagar em média R$ 149; o presente da classe B ficará aproximadamente R$ 194; e o da classe A, em torno de R$ 333.

A forma de pagamento preferida da maioria (65%) dos consumidores deverá ser à vista, em dinheiro ou no cartão de débito. Já a compra parcelada será mais utilizada este ano se depender de 35% dos respondentes que pretendem pagar no crédito, no cartão da loja a prazo ou no crediário. Em 2018, 27,3% das pessoas pretendiam parcelar o presente.

Os produtos mais requisitados não deverão variar muito em relação ao ano passado: roupas, perfumes/cosméticos/produtos de higiene, calçados, eletrônicos, artigos esportivos e acessórios continuam liderando a preferência de quem vai presentear. Esses itens vão ao encontro do que as pessoas gostariam de ganhar. O levantamento revelou também que 77,1% deverão dar apenas um presente.

O Dia dos Pais deverá ser responsável pela injeção de R$ 149 milhões na economia de Porto Alegre. O número é 36,2% maior que o divulgado em 2018, quando a projeção era movimentar R$ 105 milhões.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
16/07/2019 0 Comentários 449 Visualizações
Variedades

Consumidores e empresas terão benefícios com a aprovação do Cadastro Positivo

Por Gabrielle Pacheco 17/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, avalia como muito positiva a aprovação do Projeto de Lei Complementar 441/2017, que desburocratiza as regras do Cadastro Positivo, pelo Plenário do Senado Federal no dia 13 de março. O texto aprovado pelos senadores segue, agora, para a sanção do presidente da República, Jair Bolsonaro.

Com a alteração, todos os consumidores brasileiros que possuem CPF ativo e empresas inscritas no CNPJ passam a fazer parte automaticamente do cadastro, a não ser que peçam a exclusão de suas informações, o que é feito de forma gratuita.

O Cadastro Positivo é um banco de dados operado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), que reúne informações sobre o histórico de pagamentos realizados pelos consumidores.

“As novas regras devem tornar o acesso ao crédito mais fácil e com juros menores para consumidores e empresas que honram seus compromissos financeiros, uma vez que informações que atualmente não são consideradas em uma avaliação de créditos estarão disponibilizadas, permitindo uma análise mais justa e individualizada”, destaca o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Outro aspecto positivo na mudança nas regras do Cadastro Positivo, na avaliação de Vitor Augusto Koch, diz respeito ao estímulo à competição na oferta de crédito entre instituições financeiras, como fintechs, cooperativas, pequenas financeiras e também entre empresas do varejo.

Vale ressaltar que o novo Cadastro Positivo vai permitir mais assertividade por parte do empresário nos processos de análise e concessão de financiamentos, empréstimos e compras a prazo. Isso tudo sem afetar a proteção de dados sensíveis e o próprio sigilo bancário que permanecem preservados, como todas as demais exigências previstas no Código de Defesa do Consumidor.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
17/03/2019 0 Comentários 531 Visualizações
Variedades

Inadimplência do consumidor cai 1,7% no primeiro semestre

Por Gabrielle Pacheco 06/07/2018
Por Gabrielle Pacheco

A inadimplência do consumidor caiu 1,7% no acumulado do primeiro semestre de 2018, de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC. Na comparação mensal com ajuste sazonal, junho apresentou variação negativa de 4,5% frente a maio. Quando comparado o resultado contra o mesmo mês de 2017, o indicador evoluiu 4,5%. No acumulado em 12 meses (julho de 2017 até junho de 2018 frente aos 12 meses antecedentes), houve redução de 3,8%.

Regionalmente, na análise acumulada do semestre, ocorreu queda nas regiões Norte (-6,0%), Centro-Oeste (-4,5%), Nordeste (-1,9%), Sudeste (-1,8%). Apenas a região Sul registrou evolução no período (2,4%).

As adversidades ocorridas na economia ao longo dos últimos anos geraram grande cautela nas famílias, inibindo o consumo e a tomada de crédito, contribuindo para a diminuição do fluxo de inadimplência. Dado o ritmo lento da recuperação da atividade econômica e do mercado de trabalho, a queda nos registros persiste. Espera-se que com a diminuição da desocupação e juros menores ocorra uma evolução mais consistente na demanda por crédito, que deverá colaborar para a manutenção de um ritmo estável do estoque de inadimplência.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
06/07/2018 0 Comentários 430 Visualizações
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