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Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul

Saúde

Campanha esclarece dúvidas sobre a Monkeypox

Por Amanda Krohn 26/08/2022
Por Amanda Krohn

Com o objetivo de desmistificar e chamar a atenção para a varíola símia, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS), aborda o tema na campanha “Que varíola é essa?”. O CRMV-RS convidou o pesquisador, pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão da Universidade Feevale e membro da Câmara-Pox, grupo de especialistas formado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações para estudo do vírus Monkeypox, Fernando Spilki, para esclarecer dúvidas sobre o tema.

O virologista explica sobre a transmissão, sintomas e tratamento. “Este vírus tem uma plasticidade muito grande, uma capacidade importante de se estabelecer e infectar outras espécies, e é seguramente questão de tempo para que se comece a observar infecções principalmente em animais domésticos, que ficam em contato direto com seres humanos. Por isso, é muito importante que as pessoas estejam atentas”, alerta Spilki.

Já o presidente do CRMV-RS, Mauro Moreira, destaca a importância de orientar a população a respeito da enfermidade. “As informações são fundamentais para esclarecer a sociedade e, assim, ajudar a evitar que a doença avance e contamine mais pessoas”, destaca.

Origem e contágio da doença

A varíola símia é uma doença infecciosa que foi identificada, primeiramente, em surtos ocorridos em macacos oriundos do continente africano, em 1958. No entanto, esta varíola não é transmitida por macacos, acreditando-se que o principal reservatório dos vírus sejam os roedores do ambiente africano.

A transmissão ocorre por contato próximo com lesões, fluidos corporais, gotículas respiratórias e materiais contaminados, como roupas de cama e banho. O contágio também se dá entre o contato físico com pessoas sintomáticas; o período de incubação, geralmente, é de seis a 13 dias, mas pode variar de cinco a 21 dias. Por isso, pessoas infectadas precisam ficar isoladas e em observação por 21 dias.

Sintomas e prevenção

Neste surto, as pessoas contaminadas apresentam lesões, que vão desde a formação de vesículas até de úlceras e, posteriormente, de cicatrizes, que na maioria dos casos não atingem outros órgãos, localizadas, principalmente, na região genital e na face. Pode, em alguns casos (geralmente em crianças), atingir as mãos, os braços e a região do tronco. Antes do aparecimento das lesões da pele, muitos pacientes podem apresentar indisposição, febre e inchaço de linfonodos (gânglios linfáticos).

O contágio é prevenido principalmente evitando o contato próximo e íntimo com desconhecidos ou pessoas que possam ter tido histórico de contato com o vírus. Pessoas com suspeita devem buscar, imediatamente, atendimento médico; uma vez que a doença seja confirmada, o paciente deve permanecer em isolamento e evitar contato próximo com outros indivíduos, a fim de conter a disseminação da doença. Não apenas em hospitais, mas também em hotéis e outros locais de permanência, deve-se evitar o compartilhamento de lençóis, cobertores, fronhas, travesseiros e outros, pois o vírus é resistente ao ambiente, especialmente em roupas e roupas de cama. Todo material, nesse sentido, deve ser adequadamente higienizado.

Tratamento e mitos que envolvem a doença

Na maioria dos casos, o tratamento é sintomático, com medicações para indisposição, enjoo e mal-estar (sempre a partir de atendimento médico). Em poucos casos, são utilizados antivirais específicos, mas como há efeitos colaterais muito fortes, estes só são aplicados quando o caso é bastante grave, o que, felizmente, ainda é raro para Monkeypox.

Um dos mitos que envolvem a doença é que, assim como para outras doenças e nesta em específico, não são os macacos que a transmitem. Muito pelo contrário, eles são vítimas e podem se tornar alvo de agressão ou serem mortos por total desconhecimento. Também não se pode atribuir a determinado grupo da população a transmissão de Monkeypox, pois ela pode contaminar a pessoas de todas as idades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2022 0 Comentários 512 Visualizações
Business

CRMV-RS entregará prêmio Destaque Professor Édison Armando de Franco Nunes durante a Expointer

Por Amanda Krohn 16/08/2022
Por Amanda Krohn

A Expointer foi o palco escolhido pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS) para a entrega do prêmio Destaque Professor Édison Armando de Franco Nunes. Esta é a primeira edição da distinção, e os vencedores serão conhecidos durante a 45ª Expointer, que acontece de 27 de agosto a 04 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.

“Com o prêmio, queremos reconhecer, incentivar, destacar e premiar os profissionais que tenham contribuído sobremodo para o desenvolvimento de suas profissões”, ressalta o presidente do CRMV-RS, Mauro Moreira. A premiação será conferida, anualmente, a profissionais que atuam no setor público, envolvendo os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário a nível federal, estadual e municipal. Também aos que exercem atividades no setor privado, nas áreas de agricultura, indústria e comércio, prestação de serviços e cooperativismo.

Serão premiados ainda, profissionais do setor de ensino, que atuam em atividades de direção, docência e pesquisa. O prêmio para representantes do terceiro setor será para profissionais da Medicina Veterinária, da Zootecnia e outros profissionais que atuem em atividades de direção de ONG’s, OSCIPS, instituições sociais e outras.

As indicações de nomes para o prêmio foram feitas por associações de Médicos Veterinários e Zootecnistas, nas regiões de abrangência, representantes de Instituições de Ensino do Estado, dos cursos de Medicina Veterinária e Zootecnia, pelos sindicatos de Médicos Veterinários e Zootecnistas, bem como pelas entidades representativas da agropecuária, da indústria, do comércio, dos serviços e do cooperativismo, e por representantes dos poderes públicos.

Categorias a serem premiadas

Liderança Empresarial Varejo e Comércio

Liderança Empresarial Industria

Liderança Empresarial Serviço

Liderança Empresarial Agronegócio

Destaque Órgão Público

Destaque Empreendedor – Personalidade do ano

Destaque Terceiro Setor

Destaque Ensino Medicina Veterinária

Destaque Ensino Zootecnia

Destaque Bem-Estar Animal e Proteção

Destaque Saúde Pública

Destaque Associações

Destaque Pesquisa

Destaque Cultura

Destaque Imprensa

Quem foi Édison Armando de Franco Nunes

A ideia de dar à premiação o nome de Édison Armando de Franco Nunes é imortalizar o nome de um profissional que deixou um legado inestimável para a Medicina Veterinária e a Zootecnia, que faleceu em março de 2021, vítima de Covid-19. Formado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em 1970, Edison foi fundador e diretor do curso de Medicina Veterinária (1996 – 2003) da Universidade de Passo Fundo (UPF), onde atuou como professor das faculdades de Veterinária e Agronomia.

Édison também exerceu o cargo de auditor fiscal federal agropecuário do Ministério da Agricultura e Abastecimento, membro da Academia Riograndense de Medicina Veterinária. Foi Conselheiro do CRMV-RS durante cinco gestões e Delegado Regional do CRMV-RS em Passo Fundo. Fundou a Associação dos Médicos Veterinários do Planalto (Passo Fundo) e integrou a diretorias da SOVERGS e SIMVET/RS. Participou da ANFFA Sindical, Sindacri e AFAMA-RS. Foi vice-presidente da ABRAVES.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/08/2022 0 Comentários 863 Visualizações

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