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CONITEC

Saúde

Pacientes com AME terão remédio pago pelo SUS

Por Amanda Krohn 06/12/2022
Por Amanda Krohn

O deputado estadual Issur Koch (PP) comemorou a decisão da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), que aprovou na quinta-feira (1/12) o pagamento do remédio Zolgensma pelo SUS para pacientes pediátricos com até 6 meses de idade com Atrofia Muscular Espinhal (AME) do tipo I. A medida foi anunciada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em seu perfil no Twitter. De acordo com a Comissão, a medida vale para crianças que estejam fora de ventilação invasiva acima de 16 horas por dia, conforme protocolo estabelecido pelo Ministério da Saúde e Acordo de Compartilhamento de Risco.

Issur disse que foi dado um passo importante para o sistema de saúde reconhecer o direito das famílias, mas que a luta ainda não acabou. “É uma grande vitória, sem dúvida. Porém, este direito precisa ser ampliado para todas as crianças que lutam contra o tempo e precisam deste remédio para sua sobrevivência. O Brasil tem condições de oferecer este medicamento a estes pacientes, dando tratamento digno para quem precisa deste apoio com tão pouca idade”, sublinhou.

Ao lado do deputado federal Lucas Redecker (PSDB) e outros deputados progressistas que tratam desta questão em Brasília, Issur tem se somado à luta dos pacientes com AME. Na Capital Federal, em agosto de 2020, ele esteve com Redecker no STF em audiência com o ministro Dias Toffoli para pedir que o Supremo agilizasse o julgamento de processos que pedem o pagamento do medicamento pelo SUS.

No Estado, Issur mobilizou a Assembleia para que o governo do Estado retirasse o ICMS do Zolgensma, considerado o medicamento mais caro do mundo, reduzindo seu valor em cerca de R$ 1,7 milhão. Autor de livro infantil, o deputado também doou os recursos dos direitos autorais de sua primeira obra para as campanhas das crianças portadoras de AME. “Vamos seguir lutando por esta causa até que este medicamento de cerca de R$ 10 milhões esteja à disposição de todos que precisam”, finaliza.

Foto: Reprodução/Deposiphotos | Fonte: Assessoria
06/12/2022 0 Comentários 534 Visualizações
Saúde

Em marco histórico, SUS incorpora primeira imunoterapia para câncer a pedido da SBOC

Por Gabrielle Pacheco 10/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Foi anunciado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (CONITEC), órgão do Ministério da Saúde, a recomendação favorável para a incorporação da primeira imunoterapia para o tratamento de pacientes com melanoma metastático no Sistema Público de Saúde (SUS). Desde 2016, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) vem concentrando seus esforços para a introdução de imunoterápicos no SUS e, mesmo com o posicionamento inicial contrário da CONITEC, a Sociedade continuou honrando seu compromisso de defender o bem-estar dos pacientes e a boa prática oncológica.

De acordo com o Dr. Rodrigo Munhoz, vice-presidente para Ensino da Oncologia da SBOC, que vem a frente da defesa pela imunoterapia no SUS, a conquista é um grande passo para quem depende da rede de saúde pública, além de ser uma questão de justiça social. “Os pacientes ficam à mercê de um tratamento quimioterápico-padrão que não só é pouco eficaz contra o melanoma avançado, mas também prejudica consideravelmente a qualidade de vida dos pacientes, por conta de efeitos colaterais bastante severos”. No sistema privado, os tratamentos que permitem aos pacientes um aumento considerável de sobrevida, como a imunoterapia e a terapia-alvo, estão disponíveis desde janeiro de 2018.

Isso abre caminho para que hospitais públicos de todo o país finalmente possam tratar os pacientes de forma efetiva e segura contra tumores mais agressivos. “Para se ter uma ideia, a chance de um paciente com melanoma metastático estar vivo em três anos com a quimioterapia oferecida pelo SUS é de 10% a 12%. Esse número chegou a quase 60% com combinação de imunoterapias. Ou seja, os pacientes que antes viviam de 6 a 9 meses, hoje podem viver até mais de 5 anos e, em alguns casos, atingir a cura”, aponta Dr. Munhoz, enfatizando a importância do acesso ao tratamento imunoterápico para todos. “Agora, um importante avanço da ciência oncológica, que já era disponível a poucos pacientes, pode chegar à população de forma mais justa. Continuaremos lutando para que tratamentos dignos sejam ofertados aos brasileiros”, completa.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a imunoterapia é considerada “medicamento essencial” para o tratamento de melanoma metastático desde agosto de 2019. Esse título implica na responsabilidade de proporcionar esse medicamento aos pacientes de todos os países membros das Nações Unidas, incluindo o Brasil. Por isso, a conquista da SBOC é um marco histórico, capaz de abrir portas a novos avanços no SUS. É resultado da atuação da entidade ao longo dos anos, que trabalhou não somente envolvendo evidências científicas do potencial terapêutico da imunoterapia, mas também um trabalho sobre a custo-efetividade dos medicamentos.

Vale destacar que, com a posicionamento contrário da CONITEC no relatório inicial para a incorporação das imunoterapias no SUS, a SBOC não só participou como recomendou à população a participar da consulta pública aberta pelo órgão em janeiro deste ano, quando o assunto em questão foi avaliado e as contribuições poderiam interferir positivamente na recomendação final da instituição. Esse esforço conjunto resultou em mais de 2.200 contribuições a favor da incorporação dos novos medicamentos no Sistema Público de Saúde, reforçando a necessidade da oferta digna e igualitária de tratamento para todos.

A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica defende que as necessidades dos pacientes devem estar em primeiro lugar e, por isso, é fundamental viabilizar o acesso desses tratamentos para os pacientes do SUS. “O parecer favorável da CONITEC é o primeiro passo para que o tratamento seja disponibilizado pelo SUS, esperamos que as autoridades envolvidas no processo atuem de forma vigorosa para garantir o acesso do paciente com melanoma a um tratamento que pode ser decisivo em sua vida. A SBOC seguirá atuante para que isso se torne realidade o quanto antes, de forma rápida e efetiva”, garante Dr. Munhoz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2020 0 Comentários 579 Visualizações

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