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Variedades

Comusa em alerta para cheia do Rio dos Sinos

Por Marina Klein Telles 05/09/2023
Por Marina Klein Telles

A Comusa – Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo já está em alerta para a possibilidade de cheia no Rio dos Sinos. De sábado até esta terça-feira (5), o nível do rio já subiu quase 3 metros por conta das chuvas no final da semana. Para garantir a manutenção da captação e tratamento da água, bem como a segurança dos servidores, a autarquia já monitora a elevação do rio de hora em hora na estação ao lado da ponte da Estrada Leopoldo Petry, repassando as informações também para a Defesa Civil de Novo Hamburgo. Além disso, a coordenação de produção acompanha a qualidade da água bruta captada para tratar a plena capacidade e garantir reservatórios cheios em toda a cidade.

O vice-prefeito e diretor-geral da Comusa, Márcio Lüders, destaca que a cheia de junho foi um teste de fogo para as operações da autarquia e que os servidores estão preparados para uma eventual cheia. “Conseguimos garantir o abastecimento com o nível do rio acima de 8 metros, algo que nunca havia sido feito antes. Ainda assim, de lá pra cá, implementamos melhorias para uma possível nova cheia”, comenta. “Estamos monitorando as mudanças climáticas com agências de meteorologia, que já nos alertaram que setembro seria um mês crítico, e adquirimos um barco para auxiliar na retirada de servidores que atuam em regiões alagadas”, afirma o vice-prefeito.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/09/2023 0 Comentários 568 Visualizações
Variedades

Comusa começa a utilizar cloro gás no tratamento de água

Por Marcel Vogt 01/09/2023
Por Marcel Vogt

A Comusa (Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo), desde junho, já trabalha com a aplicação de cloro gás no tratamento de água do Município. O investimento faz parte da série de inovações tecnológicas que a autarquia tem apresentado no seu aniversário de 25 anos e vai impactar diretamente no tratamento durante os períodos de estiagem prolongada, como explica a coordenadora de produção Luciane Maria. “O que se espera é que o cloro gás mantenha os parâmetros de qualidade da água mesmo os períodos de estiagem prolongadas”, detalha. “Todas as demais companhias de saneamento da bacia do Sinos já utilizam o cloro gás, então, tivemos a oportunidade de acompanhar em visitas técnicas e consultar elas antes de fazer a instalação”.

Para o vice-prefeito e diretor-geral da Comusa, Márcio Lüders, as constantes estiagens que a região vem passando todos os anos fez com que a autarquia buscasse por novas tecnologias no tratamento. “Nossas equipes sempre estão buscando formas de minimizar os efeitos da estiagem para o consumidor e, nos longos meses de seca, o cloro gás acaba sendo muito efetivo em garantir um tratamento eficiente, mesmo com a má qualidade da água bruta captada. É mais um avanço tecnológico nesses 25 anos da autarquia.”

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2023 0 Comentários 559 Visualizações
Cidades

Comusa vai dobrar o número de Válvulas Reguladoras de Pressão em Novo Hamburgo

Por Marcel Vogt 16/08/2023
Por Marcel Vogt

Comusa (Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo) prepara a compra de 54 novas válvulas reguladoras de pressão (VRPs), que serão instaladas nos bairros Vila Nova, Santo Afonso, Canudos, além de substituir válvulas antigas que apresentaram desgastes. O equipamento tem a função de controlar a pressão nas redes de água de Novo Hamburgo, aumentando quando o consumo é maior e reduzindo quando ele diminui, garantindo o abastecimento contínuo e evitando o rompimento das tubulações. Atualmente, a Comusa dispõe de 63 VRPs em pontos críticos do Município, e o resultado é uma queda significativa nos vazamentos e rompimentos nessas regiões já instaladas.

O vice-prefeito e diretor-geral da Comusa, Márcio Lüders, relata que o setor operacional da autarquia vem ampliando a instalação de VRPs após coletar os resultados significativos nas áreas já instaladas. “Nossos estudos indicam que, dependendo da região, houve até 100% de redução nos índices de rompimentos de redes. É uma ferramenta muito importante, justamente por fazer o controle da pressão na rede, fazendo um distensionamento dela em momentos de baixa vazão”, comenta. “Como ainda trabalhamos na substituição da nossa rede de água, de mais 900 quilômetros, essas válvulas são importantes para reduzir essas ocorrências.” Completa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/08/2023 0 Comentários 530 Visualizações
Cidades

Comusa evita desabastecimento em 11 bairros

Por Marcel Vogt 09/08/2023
Por Marcel Vogt

Uma pane na rede elétrica das bombas de reservatórios da Comusa (Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo), na rua Marcílio Dias, foi revertida a tempo pela equipe de eletromecânica da autarquia e evitou o desabastecimento em 11 bairros do Município, o que atingiria mais de 31 mil economias, na terça-feira (08).

O problema teve início na madrugada quando foi constatado um curto-circuito que desligou as bombas que alimentavam os reservatórios Maurício Cardoso e Taça, responsáveis pelo abastecimento de diversos bairros do Município. As equipes da Comusa acionaram a RGE Sul e trabalharam para descobrir a causa da pane. No começo da tarde, após diversos testes, a equipe de eletromecânica, formada por servidores de quadro, identificou a necessidade da troca de um transformador e deu início à operação. Como os reservatórios estavam com baixa capacidade, a Comusa disparou o alerta avisando da possibilidade de falta d’água. No entanto, por volta das 17h, a troca foi finalizada e a falta de água generalizada, evitada.

O vice-prefeito e diretor-geral da autarquia, Márcio Lüders, destacou o empenho dos servidores na resolução da situação. “Evitamos uma crise com muito trabalho da nossa equipe. Era um problema complexo, mas que contou com todo o foco dos nossos servidores.”

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2023 0 Comentários 522 Visualizações
Cidades

Comusa e sindicato debatem denúncias de assédio moral na autarquia

Por Marina Klein Telles 08/08/2023
Por Marina Klein Telles

No último dia 17, o Grêmio Sindicato dos Funcionários Municipais (GSFM-NH) protocolou ofício na Câmara de Novo Hamburgo relatando uma série de reclamações de servidores da Comusa a respeito de supostas inconsistências na folha salarial e denúncias de assédio moral. A manifestação motivou um grupo de quatro vereadores a propor a abertura de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI). A falta de uma quinta assinatura, no entanto, inviabilizou a criação do colegiado. Apesar disso, o assunto foi discutido na sessão desta segunda-feira, 7, na presença de representantes da autarquia e do sindicato.

Convidados pelo vereador Gustavo Finck, o diretor-geral da Comusa, Márcio Lüders, e o advogado do GSFM-NH, Nelson Lilioso, ocuparam a tribuna para externarem suas versões sobre os acontecimentos. A fala inicial coube ao vice-prefeito, responsável pela gestão da companhia de saneamento.

Segundo ele, tudo iniciou com o adiantamento do 13º salário. “Houve divergência de entendimentos sobre os descontos dessa antecipação, fatos elucidados no final do mesmo dia. Não contente, um servidor denunciante mandou um e-mail para todos os funcionários da Comusa relatando sua indignação. Nós o chamamos para uma reunião de diretoria para que ele pudesse nos explicar melhor os motivos. Durante sua fala inicial, o servidor acusou a direção da Comusa, de forma explícita e reiterada, de ser conivente com um caso de assédio moral, mas não apresentou nenhuma prova”, relatou Lüders.

“Na semana seguinte, recebemos uma notificação de denúncia por parte do GSFM-NH, através de um ofício desta Casa, de que havia algumas inconsistências com relação aos pagamentos, e também foram apresentados dois processos judiciais que supostamente versam sobre assédio moral. Em nenhum momento o sindicato nos oficiou, oportunizando o contraditório. E fomos surpreendidos na última sexta-feira, 4, com a abertura de um requerimento pedindo uma CPI sem que nos tenha sido feito qualquer questionamento”, continuou o diretor-geral.

O pedido de abertura de CPI foi subscrito por Enio Brizola, Fernando Lourenço, Inspetor Luz e Lourdes Valim. O requerimento, contudo, acabou arquivado. Por disposição regimental, comissões parlamentares de inquérito precisam ser propostas por um terço dos membros da Câmara, quórum que só seria atingido com um quinto vereador.

Enio Brizola justificou a tentativa. “Não há mais espaço para ambientes hostis de trabalho, tensões ou assédio moral. Não podemos fugir do debate. Temos que investigar, uma das finalidades desta Casa. Não se trata de disputa política, mas dignidade no trabalho”, pontuou o vereador, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Inspetor Luz reforçou o discurso do colega. “A CPI serve para investigar. E ela pode até absolver o acusado. Não existe a intenção de prejudicar A, B ou C”, frisou.

Nelson Lilioso reiterou o pedido do sindicato e dos funcionários pela instauração da comissão. “É um espaço democrático pertinente para requisitar documentos e informações. Não sabemos o que é verdade ou não. Não é a Casa Legislativa que tem de apurar isso? Se for verdade, responsabilize quem fez. Se não for verdade, responsabilize quem denunciou. É temerário que uma CPI seja desmobilizada. Qual o interesse de não se realizar uma investigação? Na dúvida, investigue-se. Com a confiança dos 13 servidores que foram corajosos em assinar seus nomes, e hoje nos ligaram apavorados com medo de retaliações, conclamo esta Casa a abrir a CPI. É aqui que deve ser investigado. Não deixaremos que denúncias sejam ocultadas”, asseverou o advogado.

Lüders ponderou que as reclamações colhidas pelo sindicato não representam a situação laboral da maioria dos colaboradores da autarquia. “Dos 293 servidores ativos da Comusa, três efetivaram denúncias por assédio moral. Duas delas judicializadas, em cujos processos ainda não fomos citados, e outra está tramitando. Os outros três reclamantes apenas preencheram formulário do sindicato apontando questões meramente administrativas, não se tratando de uma denúncia efetiva. Temos, de fato, seis servidores descontentes em um universo de 293. Trabalhamos para que isso não ocorra, mas nem sempre é possível. Aproveitamos o espaço para nos colocarmos à disposição para corrigir qualquer falha”, concluiu o diretor.

Foto: Tatiane Lopes/divulgação | Fonte: Assessoria
08/08/2023 0 Comentários 586 Visualizações
Cidades

Comusa dá início à substituição de redes no São Jorge

Por Marina Klein Telles 03/08/2023
Por Marina Klein Telles
A substituição de redes de abastecimento de água da Comusa – Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo, pela primeira vez, no bairro São Jorge, representam um avanço nas melhorias do bairro. O vice-prefeito e diretor-geral da autarquia, Márcio Lüders, visitou as obras na rua Sobradinho, que substituirão as tubulações de ferro e fibrocimento com mais de 50 anos por novas de PEAD, um material mais maleável e de fácil conserto. Além disso, as redes deixam as vias da cidade e são colocadas sob as calçadas, o que facilita intervenções em caso de rompimento, sem afetar o trânsito.
Lüders afirma que as tubulações antigas se rompem com frequência afetando o abastecimento do bairro. “O São Jorge e o bairro Canudos englobam uma grande parte da nossa população, o que torna o consumo de água muito maior em momentos de pico. Como essas tubulações são extensas e antigas, o rompimento acaba ocorrendo, o que torna o bairro um dos pontos críticos para nossa atuação. É por isso que estamos dando início às intervenções aqui.”
Ao todo, Novo Hamburgo tem mais de 900 quilômetros de redes de abastecimento, dos quais, a Comusa já substituiu mais de 50% com investimentos próprios. “Os recursos que nós arrecadamos são reinvestidos aqui, não vão para outro município ou para os lucros de uma empresa. A municipalização foi uma luta da nossa comunidade, há 25 anos, e os resultados vemos nessas obras”, finaliza.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/08/2023 0 Comentários 541 Visualizações
Variedades

Comusa adere à programa energético que vai economizar mais de R$ 19 milhões

Por Marina Klein Telles 13/07/2023
Por Marina Klein Telles

A Comusa – Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo vai migrar para o mercado livre de energia elétrica, uma iniciativa que deve resultar em mais de R$ 19 milhões até 2028. A mudança é uma forma de reduzir os gastos energéticos da Comusa não apenas em seus prédios administrativos, mas na captação e tratamento de água, e estações de tratamento de esgoto.

A empresa responsável já atende outras autarquias de saneamento, como a Corsan e o Semae, de São Leopoldo, e consiste em gerenciar a compra de energia com análise de mercado, garantindo o menor preço para a autarquia.

Para o vice-prefeito e diretor-geral da Comusa, Márcio Lüders, a iniciativa faz parte do salto tecnológico que a autarquia está dando na sua comemoração dos 25 anos. “A economia que a Comusa vai ter com essa mudança é fundamental para garantir que esses gastos que temos com o consumo de energia elétrica se tornem investimentos em outras obras que estamos fazendo em Novo Hamburgo com recursos próprios. É preciso lembrar que todos o processo de captação e tratamento de água e esgoto é extremamente custoso no consumo de energia. Poder negociar livremente essas tarifas é uma garantia de melhor aproveitamento de recursos com gestão de energia”, aponta.

De acordo com as projeções e etapas da migração de energia, já em 2024, a Comusa terá economizado R$ 1,5 milhão; em 2025, essa economia já será de R$ 3,8 milhões, atingindo mais de R$ 5,4 milhões em apenas 2 anos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/07/2023 0 Comentários 445 Visualizações
Cidades

Substituição de redes da Comusa começa no bairro Canudos

Por Marcel Vogt 07/07/2023
Por Marcel Vogt

A substituição de redes de abastecimento de água pela Comusa (Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo), chega, pela primeira vez, ao bairro Canudos, na rua João Edmundo Streb. O trecho vai receber redes de PEAD, material mais maleável e resistente, que vai substituir as antigas tubulações de ferro e fibrocimento, e mover as redes do meio da rua para as calçadas, evitando danos às vias e interrupção do trânsito em caso de necessidade de reparos. 

 

A obra faz parte dos 20 quilômetros de novas redes que a autarquia deve realizar até o fim do ano, feita com recursos próprios. Ao todo, são mais de R$ 6 milhões de investimentos, que vão garantir uma melhor continuidade no abastecimento. A Comusa já substituiu mais de 50% dos mais de 900 quilômetros de redes de água do Município.

 

“São investimentos contínuos que conseguimos fazer graças às ações de gestão que garantiram valores em caixa para reinvestirmos em Novo Hamburgo. Claro que, obras para melhoria podem causar algum desconforto temporário a moradores do local, mas é algo que vai ser muito positivo no abastecimento da região pelas próximas décadas”, destaca o vice-prefeito e diretor-geral da Comusa, Márcio Lüders.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2023 0 Comentários 413 Visualizações
Cidades

Comusa não enfrenta falta generalizada no abastecimento desde de 2019

Por Marina Klein Telles 28/06/2023
Por Marina Klein Telles

Em dia 19 de junho, com o maior nível do Rio dos Sinos, desde 2013, na captação da Comusa – Serviços Água e Esgoto de Novo Hamburgo, em 8,03m, a autarquia não interrompeu a captação, o que poderia afetar o tratamento e abastecimento da comunidade de forma generalizada. Em 2020, na maior seca já enfrentada na história da Comusa, quando o nível do rio atingiu perigosos 1,74m, o abastecimento também não foi afetado, mesmo com a imensa dificuldade do tratamento devido à péssima qualidade de água bruta captada.

O resultado foi fruto de uma série de investimentos em infraestrutura ao longo de anos que preparou a autarquia para enfrentar os extremos climáticos. “Em 2019, tivemos um sério problema elétrico que afetou gravemente a distribuição de água. Iniciamos ali uma série de iniciativas para garantir alternativas reservas viáveis, prevendo as possíveis dificuldades que poderíamos enfrentar. Manutenção regular das bombas, lavagem dos reservatórios, motores e aparelhamento reserva, tudo isso para evitar uma situação tão grave novamente. E conseguimos superar essas dificuldades”, explica o vice-prefeito e diretor-geral da Comusa, Márcio Lüders.

Ele destaca que o esforço dos servidores é sempre no sentido de antever o que pode acontecer de errado e garantir uma solução rápida em caso de emergência. “No caso da cheia, desde 2013, eles têm feito uma série de melhorias na captação, como mudança dos disjuntores e transformadores, reforço dos muros de contenção. E isso foi fundamental para que não fosse necessário retirar os motores mesmo quando água do rio já estava invadindo a estação. Nesse momento tão difícil, a água potável continuou abastecendo toda a cidade”, explica Márcio.

Mais melhorias

Projetando novas cheias, a Comusa também trabalha na modernização da estação de captação. A obra, retomada em 2019, faz parte da ampliação da Estação de Tratamento de Água (ETA) que vai aumentar em 25% o volume de água tratado. “O novo prédio da estação já foi construído ao lado da atual estação e está em um nível ainda mais alto que o atual. Em breve, vamos licitar os novos equipamentos que vão equipar o local”, aponta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/06/2023 0 Comentários 422 Visualizações
Cidades

Comusa vai adiantar a entrega da ETE Luiz Rau

Por Marcel Vogt 22/06/2023
Por Marcel Vogt

Uma revisão no cronograma da nova estação de tratamento de esgoto (ETE) Luiz Rau deve adiantar e entregar a obra ainda em novembro de 2024. O edital, que está em fase final de preparação, tinha prazo de 20 meses para conclusão da obra, mas, em negociações com a Caixa, responsável pelo maior financiamento da obra, a Comusa (Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo) definiu que, de acordo com o projeto, é possível finalizar a ETE, que será responsável por tratar 50% em um prazo menor do que o projetado inicialmente. 

 

“Essa é uma excelente notícia que é fruto de estudo e trabalho dos nossos servidores. Com isso, ganha a população que vai ter o esgoto tratado antes do prazo esperado e sem afetar a qualidade do projeto original”, afirma o vice-prefeito e diretor-geral da Comusa, Márcio Lüders.

 

Agora, no novo edital, a empresa vencedora do contrato terá prazo de 17 meses para concluir a obra, assim que for assinada a ordem de início. “O edital deve sair até a primeira semana de julho, com as novas adaptações que serão feitas no texto. A partir daí, decorre o prazo legal da licitação até o início da obra”, destaca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2023 0 Comentários 731 Visualizações
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