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colheita

Variedades

Federarroz alerta para atrasos na entrega de diesel e aumento no preço do combustível

Por Jonathan da Silva 09/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) emitiu nota nesta sexta-feira (6) manifestando preocupação com relatos de produtores rurais sobre atrasos e cancelamentos na entrega de óleo diesel previamente agendada em diferentes regiões do estado. Segundo a entidade, os cancelamentos estariam sendo justificados por suposto desabastecimento ao mesmo tempo em que foi registrado aumento superior a R$ 1,20 por litro do combustível nas últimas horas, situação que pode afetar o início da colheita do arroz.

De acordo com a Federarroz, produtores rurais relataram que pedidos de diesel agendados anteriormente não teriam sido entregues. A justificativa apresentada em alguns casos seria a falta do produto, enquanto o preço do combustível registrou aumento nas últimas horas.

O posicionamento foi divulgado em comunicado assinado pelo diretor jurídico da Federarroz, Anderson Belloli. Segundo a entidade, o caso está sendo acompanhado devido aos possíveis impactos no setor produtivo.

A federação afirma que monitora os movimentos do mercado e os efeitos decorrentes dessas situações. Caso sejam identificados indícios de irregularidades comerciais envolvendo integrantes da cadeia de abastecimento de combustíveis, a entidade informa que poderá adotar medidas legais.

Medidas legais

Na nota, a Federarroz destaca que suspeitas de possíveis irregularidades comerciais que prejudiquem produtores e consumidores poderão ser alvo de ações nas esferas administrativa, cível e penal, conforme prevê a legislação brasileira.

A entidade também informa que deverá solicitar esclarecimentos à Petrobras nos próximos dias sobre eventuais situações de desabastecimento de óleo diesel relatadas por produtores rurais em diferentes regiões do Rio Grande do Sul.

Impacto no setor arrozeiro

A preocupação ocorre em um momento considerado delicado para o setor arrozeiro no estado. Segundo a federação, os produtores enfrentam um período de preços considerados abaixo do custo de produção.

Atualmente, a saca de arroz é comercializada em média por cerca de R$ 55. O custo de produção do cereal, conforme estimativa do setor, varia entre R$ 85 e R$ 90, dependendo do sistema produtivo adotado nas propriedades.

Consumo de combustível no início da colheita

Os relatos de problemas no abastecimento de diesel ocorrem no período em que os produtores iniciam a colheita da safra 2025/2026. Essa etapa exige grande volume de combustível para o funcionamento de máquinas agrícolas e para a logística de transporte da produção.

Segundo a Federarroz, eventual escassez de diesel ou elevação abrupta no preço do combustível pode ampliar os custos de produção e afetar o desempenho das lavouras.

A entidade também aponta que eventuais problemas no abastecimento ou no custo do diesel podem repercutir futuramente na oferta do produto e no preço final do arroz ao consumidor. A federação afirma que continuará acompanhando a situação e adotará providências caso sejam confirmadas práticas que prejudiquem os produtores do estado.

Foto: Paulo Rossi/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 107 Visualizações
Variedades

Nova Pádua sediará a abertura da colheita da noz-pecã em maio

Por Jonathan da Silva 05/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Abertura da Colheita da Noz-Pecã será realizada no dia 8 de maio, em Nova Pádua, reunindo produtores, especialistas, autoridades e a comunidade para marcar o início da safra no Rio Grande do Sul. Uma programação com palestras técnicas, workshops, exposição de empresas do setor e uma colheita simbólica em pomar da região está sendo preparada para a ocasião. O encontro também busca discutir produção e mercado da cultura, além de valorizar o trabalho dos pecanicultores e incentivar a economia local.

De acordo com o presidente do Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), Claiton Wallauer, a recepção dos participantes está prevista para iniciar às 8h. O dirigente destaca que a programação será dividida em três momentos principais. “O primeiro contempla palestras e workshops técnicos voltados à produção, manejo e mercado da noz-pecã. Também haverá espaço para expositores, onde empresas do segmento e da região apresentarão produtos, tecnologias e soluções ligadas à cultura”, detalha Wallauer.

Na sequência, ocorrerá o ato oficial de abertura do evento, realizado em conjunto com a Secretaria da Agricultura e integrado à agenda institucional do estado. Conforme explica Wallauer, a cerimônia ocorrerá em um pomar da região. “A cerimônia será realizada em um pomar da região, onde os participantes acompanharão simbolicamente a colheita, com o tradicional chacoalhar das árvores e a queda dos frutos, que é um dos momentos mais aguardados da programação”, destaca o presidente da IBPecan.

Expectativa para a safra

Segundo Wallauer, a safra deste ano representa uma mudança no cenário da cultura no Estado após anos de dificuldades provocadas por condições climáticas adversas. A expectativa do setor é de que a colheita possa alcançar até 7 mil toneladas, com volumes e qualidade voltados tanto ao mercado interno quanto à exportação. “A cadeia da pecan no Brasil está se adequando às normas internacionais de qualidade e comercialização. Estamos confiantes de que teremos uma safra mais consistente, com continuidade e melhores resultados”, afirma o presidente do IBPecan.

Cenário do mercado

Atualmente, a região sul concentra os maiores produtores de noz-pecã no Brasil. O consumo, no entanto, apresenta crescimento em diferentes regiões do país, com aumento da demanda em estados do sudeste, norte e nordeste.

De acordo com a entidade, o cenário internacional também passa a integrar o planejamento estratégico da cadeia produtiva, com expectativa de ampliar a discussão sobre oportunidades de mercado para a noz-pecã tanto no Brasil quanto no exterior.

Organização do evento

A Abertura da Colheita da Noz-Pecã é promovida pelo Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e pelo programa Pró-Pecan, iniciativa voltada ao fomento da cultura no Rio Grande do Sul. O evento conta ainda com apoio da Emater e da Embrapa.

Foto: IBPecan/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/03/2026 0 Comentários 84 Visualizações
Variedades

Produtores apresentam cases de gestão e tecnologia na Abertura da Colheita

Por Jonathan da Silva 25/02/2026
Por Jonathan da Silva

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas reuniu produtores e especialistas no painel “Produtores em Foco: Experiências que Geram Valor” nesta terça-feira (24), no Auditório Frederico Costa, em Capão do Leão. O encontro apresentou casos práticos de transformação no campo com foco em qualidade de semente, inovação, gestão e eficiência produtiva para ampliar escala e sustentar margens no agronegócio.

O debate integrou a programação do evento e colocou produtores no centro das discussões sobre estratégias aplicáveis às propriedades rurais.

Troca de experiências

O presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Denis Dias Nunes, afirmou que a troca de experiências e a abertura a novas perspectivas contribuem para o fortalecimento do setor produtivo. Segundo ele, o compartilhamento de vivências reais permite ampliar horizontes e estimular soluções práticas.

Algodão e organização produtiva

Na primeira palestra, o produtor de algodão e ex-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Alexandre Pedro Schenkel, abordou o tema “Da semente à camisa” e apresentou dados sobre a evolução da cultura no Brasil. “Hoje produzimos cinco vezes mais algodão no Brasil, chegando a 4 milhões de toneladas, cerca de dez vezes mais do que na década de 70, em uma área duas vezes menor. Somos um dos maiores exportadores do mundo, ultrapassando os Estados Unidos”, afirmou Schenkel.

O especialista acrescentou que o país é o maior exportador de algodão responsável e ocupa a segunda posição em geração de empregos na indústria de transformação. Segundo Schenkel, a transformação ocorreu com eficiência na produção e no beneficiamento, melhoria da qualidade da fibra, inovação, sustentabilidade, compliance e rastreabilidade de 17 milhões de fardos identificados por safra.

Semente e planejamento

Na sequência, a gerente técnica e engenheira agrônoma da Sementes Falcão, Fernanda Falcão, apresentou a palestra “Semente: a pérola do campo” e defendeu que sustentabilidade, tecnologia e planejamento são determinantes para manter a rentabilidade. “Tínhamos um terreno com declive e a nossa estratégia foi adotar o sistema de plantio direto. Nunca ficamos sem cultura de cobertura. Aprendemos a controlar a erosão e, com a estiagem, conseguimos reter a água da chuva”, relatou Fernanda Falcão.

A painelista também destacou a importância do controle do processo produtivo antes da semeadura. “Para ter semente de alto vigor, os cuidados devem começar antes mesmo da semeadura”, ressaltou Fernanda Falcão.

Foto: Paulo Rossi/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 88 Visualizações
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Painel apresenta soluções tecnológicas para gestão no campo

Por Jonathan da Silva 25/02/2026
Por Jonathan da Silva

A Arena da Inovação da 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas apresentou soluções tecnológicas já aplicadas à rotina do produtor rural nesta terça-feira (24), em Capão do Leão. Exemplos trazidos foram assistente virtual integrado ao WhatsApp para lançamento de despesas por áudio e a emissão de Nota Fiscal Eletrônica pelo celular, além do uso de drones com mão de obra especializada. O objetivo é ampliar a eficiência produtiva e a organização da gestão nas propriedades.

O painel “Conexões para o Campo: soluções práticas e oportunidades por meio da inovação” integrou a programação do evento e reuniu especialistas e empresas para apresentar ferramentas voltadas à realidade do agronegócio.

Ferramentas digitais na gestão rural

Entre as soluções apresentadas está o assistente virtual Zeca das Contas, uma inteligência artificial que auxilia na gestão financeira da propriedade. O diretor comercial da empresa, Bruno Quadros, explicou que o sistema permite interação por meio do WhatsApp, inclusive com envio de áudios, possibilitando, por exemplo, a emissão de Nota Fiscal Eletrônica. “O agro é super tecnológico. Em todas as áreas do agro a gente vê um incremento de tecnologia muito grande”, pontua Quadros.

A ferramenta foi desenvolvida em parceria com a Farmcont, de Santa Maria, e permite ao produtor realizar o controle financeiro de forma simplificada. Segundo Quadros, sistemas de ERP já são consolidados, mas apresentam gargalos de usabilidade. “E o que a gente está fazendo foi conseguir colocar isso dentro do WhatsApp. Então, o produtor no seu telefone vai conseguir fazer o lançamento das suas despesas e das suas receitas”, explica o diretor comercial da empresa.

Ele diz, olha, essa despesa aqui é para a soja, X% para a soja, 100% para a soja, vou pagar dia tal, e a inteligência, por trás, já faz todo esse lançamento e o produtor confirma, é isso mesmo ou corrige ali como se estivesse conversando com alguém. Não precisa mais juntar aquela nota e ir lá levar para alguém, pedir para colocar. Ele já faz essa interface direto com o WhatsApp e com a inteligência artificial”, conta o diretor comercial Bruno Quadros.

Outras soluções apresentadas

O painel também apresentou cases como o fornecimento de mão de obra especializada para pulverização com drones e outras ferramentas voltadas à gestão e à produção rural.

Participaram do debate os gestores de Inovação e Tecnologia Gustavo Adornes e Milene Rostirolla, o diretor técnico da Ciclo, Antonio Duarte Pagano, o CEO da TerraMares, Victor Magalhães, o coordenador do Celeiro AgFood Hub, Luiz Humberto Villwock, o especialista em soluções com drones da Base Agro, Leonardo Henke, e o diretor comercial da Rota Rural, Bruno Costa.

Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas tem como tema “Cenário atual e perspectivas: conectando campo e mercado”. O evento é realizado pela Federarroz, com correalização da Embrapa e do Senar, e patrocínio premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Informações e inscrições gratuitas estão disponíveis no site oficial do evento.

Foto: Leandro Vieira/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 95 Visualizações
Variedades

Inovação no campo pauta debate na Abertura da Colheita

Por Jonathan da Silva 25/02/2026
Por Jonathan da Silva

A inovação tecnológica aplicada ao campo foi tema de debate na manhã desta terça-feira (24), durante a 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, realizada na Estação Experimental da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão. O evento reuniu representantes de universidade, empresas e governo para discutir como parcerias entre setor produtivo, academia e poder público podem gerar valor e ampliar a competitividade no agronegócio.

O painel “Parcerias que Geram Valor” integrou a programação do evento e abordou desafios produtivos e caminhos para soluções tecnológicas no setor.

Universidade e setor produtivo

A coordenadora do Núcleo de Prospecção e Inovação iTEC/Furg, Micheli Castro, apresentou o funcionamento do núcleo, os critérios de seleção de projetos e o papel da pesquisa no atendimento às demandas do setor produtivo. Segundo ela, a aproximação entre empresas e universidades é decisiva para transformar ideias em soluções aplicáveis. “No iTEC temos um time de mulheres com vasta experiência em automação, robótica, ciência de dados, entre outros. Os empresários podem contar com a gente para buscar soluções mais rentáveis para os seus negócios”, ressaltou a Micheli.

Uma das empresas atendidas pelo núcleo é a Agrifence, criada em 2023 com foco na otimização do uso de máquinas agrícolas. O gerente-geral da Agrifence Brasil, Ignácio Melito, afirmou que, após anos de pesquisa, a empresa passou a comercializar um hardware instalado nos maquinários, capaz de analisar dados e gerar relatórios para apoiar decisões estratégicas, reduzir atrasos produtivos e ampliar a visão de negócio. “O apoio das universidades é essencial para destravar soluções que os empresários não conseguem avançar. É fundamental ter a visão de alguém de fora para dar um fôlego e conseguir executar os projetos até a fase final”, afirmou Melito.

Papel do poder público

Representando o Governo do Estado, a diretora de Ambientes de Inovação da Secretaria Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia (SICT), Andréia Dullius, destacou a atuação do poder público na articulação entre setor produtivo e centros de pesquisa. “Ao longo dos anos, percebemos que é um grande desafio o empresário se aproximar da universidade para buscar a pesquisa como uma forma de solucionar problemas tecnológicos do seu negócio. O governo, por vezes, faz o elo entre essas pontas”, afirmou Andréia.

A diretora acrescentou que o investimento nas fases iniciais é determinante para a viabilidade dos projetos. “Infelizmente, normalmente as empresas não dedicam tempo e dinheiro nas primeiras etapas e, muitas vezes, elas acabam não prosperando”, concluiu Andréia.

Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas tem como tema “Cenário atual e perspectivas: conectando campo e mercado”. O evento é realizado pela Federarroz, com correalização da Embrapa e do Senar, e patrocínio premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Informações e inscrições gratuitas estão disponíveis no site oficial do evento.

Foto: Leandro Vieira/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 87 Visualizações
Variedades

Abertura da colheita do tabaco reúne lideranças e produtores em Rio Pardo

Por Jonathan da Silva 10/11/2025
Por Jonathan da Silva

A 7ª Abertura Oficial da Colheita do Tabaco no Rio Grande do Sul foi realizada nesta quinta-feira (7), no Parque da Expoagro Afubra, em Rincão del Rey, na cidade de Rio Pardo. O evento, promovido pelas Secretarias estaduais de Desenvolvimento Rural e da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), reuniu autoridades, produtores, representantes de entidades e imprensa para marcar o início da safra 2024/2025 e destacar a importância econômica e social da cultura do tabaco no estado.

Durante a cerimônia, o presidente da Afubra, Marcilio Drescher, ressaltou o papel do evento como símbolo de valorização da atividade agrícola. “Este evento mostra a importância que a cultura tem e está sendo reconhecida por estar no calendário gaúcho de aberturas de colheitas. O tabaco é importante para a economia, não somente dos produtores, mas também para os municípios que têm em sua base a agricultura”, afirmou o dirigente. Drescher saudou especialmente o casal de produtores homenageados, Anderson Rafael da Silva Barros e Débora Roberta Wink Barros, e destacou o Parque da Expoagro Afubra como “a casa do produtor de tabaco”.

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, agradeceu à Afubra pelo apoio e pela cedência do espaço para a realização do evento. “Neste ano, tivemos mais um lembrete de que a agricultura é, em essência, uma grande empresa a céu aberto, sempre sujeita às forças da natureza, nos relembrando a resiliência dos produtores de tabaco”, afirmou Thesing. Para o dirigente, a cerimônia também foi uma homenagem “aos homens e mulheres que, com dedicação e esforço, impulsionam a economia dos municípios e do estado”.

Defesa da cadeia produtiva

O deputado federal Heitor Schuch (PSB) destacou a relevância do tabaco na manutenção da renda de milhares de famílias rurais. “Nunca vi o preço de outras culturas tão baixos. Não deixem acontecer no tabaco o que está acontecendo nas outras culturas; façam o possível, pois a região precisa para continuar produzindo e manter a renda das famílias e dos municípios”, pontuou o parlamentar, que também mencionou a Conferência das Partes (COP 11), reforçando que as lideranças do setor estarão presentes para defender os interesses dos produtores.

Representando a Secretaria de Desenvolvimento Rural, o diretor Alex Teichmann lembrou que o programa Terra Forte, lançado no ano anterior durante a abertura da colheita, beneficia cerca de 8 mil produtores de tabaco e de outras culturas. “Eles têm desafios para serem superados”, ponderou Teichmann.

O senador Luís Carlos Heinze (PP) também manifestou apoio ao setor. “Temos que continuar com esta atividade que traz renda para milhares de pequenos produtores numa cadeia organizada”, afirmou, acrescentando que acompanhará as discussões da COP 11.

O secretário estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Edivilson Brum, destacou dados de pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) que apontam os fumicultores como os que mais incentivam o estudo entre os agricultores. “O preço do tabaco nunca baixou, como em outras culturas, e continua sendo uma cultura rentável. É preciso união, pois a luta é a mesma: produtores, indústria e comércio”, afirmou Brum.

Homenagens e assinatura de acordo

Durante o evento, o casal de produtores Anderson Rafael da Silva Barros e Débora Roberta Wink Barros foi homenageado pelo SindiTabaco e pela Afubra. Eles receberam cestas e um kit produtividade com insumos para o plantio de um hectare de milho. A cerimônia estava originalmente prevista para ocorrer na propriedade da família, em Santa Cruz do Sul, mas foi transferida para o Parque da Expoagro devido às condições climáticas.

Também foi assinado na ocasião o Acordo de Cooperação Técnica do programa “Tabaco é Agro: Diversificação das Propriedades”, iniciativa lançada em março de 2025 para incentivar a produção sustentável e a diversificação agrícola nas propriedades fumicultoras. O programa é realizado pelo SindiTabaco e suas empresas associadas, com apoio dos governos estaduais do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além de entidades como Afubra, Fetag-RS, Farsul, Faesc/Senar, Fetaesc, FAEP/Senar e Iapar-Emater.

Números da safra

De acordo com os dados apresentados, a produção sul-brasileira de tabaco da safra 2024/2025 alcançou 719.891 toneladas, sendo 648.189 toneladas da variedade Virgínia, 59.629 toneladas do tipo Burley e 12.073 toneladas do Galpão Comum. No Rio Grande do Sul, 69.238 famílias produziram 303.393 toneladas, cultivadas em 131.789 hectares, com produtividade média de 2.313 kg/ha no Virgínia, 2.242 kg/ha no Burley e 1.746 kg/ha no Comum.

História

A Abertura Oficial da Colheita do Tabaco foi criada em 2017 e já passou por diversas cidades produtoras do Estado. As edições anteriores ocorreram em Venâncio Aires (2017), Canguçu (2018), Arroio do Tigre (2019), Vale do Sol (2021), São Lourenço do Sul (2022) e, em 2024, também no Parque da Expoagro Afubra, em Rio Pardo.

Estiveram presentes na cerimônia os deputados estaduais Airton Artus (PDT), Kelly Moraes (PL) e Marcus Vinícius (PP); o presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco, Romeu Schneider; o presidente da AmproTabaco e prefeito de Vera Cruz, Gilson Becker (PSB); além dos prefeitos Jarbas da Rosa (PDT), de Venâncio Aires, Nasario Kuentzer (PL), de Herveiras, o vice-prefeito de Sinimbu, Vanderlei Fredrich, e lideranças regionais.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/11/2025 0 Comentários 209 Visualizações
Variedades

Abertura da Colheita do Tabaco muda de local por previsão de chuva

Por Jonathan da Silva 05/11/2025
Por Jonathan da Silva

A 7ª Abertura Oficial da Colheita do Tabaco será realizada no Pavilhão da Agricultura Familiar do Parque da Expoagro Afubra, em Rincão Del Rey, Rio Pardo, na sexta-feira, 7 de novembro, às 14h. A mudança de local foi definida pelos organizadores devido à previsão de fortes chuvas e ventos para o dia do evento, o que poderia comprometer a estrutura temporária e o acesso à propriedade onde a cerimônia seria realizada, em Santa Cruz do Sul.

O evento, que marca simbolicamente o início da colheita do tabaco no Rio Grande do Sul, é uma ação oficial do Governo do Estado, promovida pelas secretarias de Desenvolvimento Rural e da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, com organização do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). A solenidade reunirá representantes da cadeia produtiva, de municípios produtores, parlamentares e imprensa.

Durante a cerimônia, será assinado o Acordo de Cooperação Técnica do Programa Tabaco é Agro: Diversificação das Propriedades. O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, afirmou que a transferência foi uma medida preventiva para garantir a segurança do evento. “Lamentamos que a cerimônia não possa ocorrer na propriedade de um dos 69 mil produtores gaúchos e esperamos que a abertura da colheita de 2026 ocorra junto a alguma lavoura”, pontuou Thesing.

Importância da produção no estado

O Rio Grande do Sul é o maior produtor de tabaco do Brasil. Segundo dados da Afubra, a safra 2024/2025 da Região Sul alcançou cerca de 720 mil toneladas, das quais 303 mil foram produzidas em território gaúcho, representando 42% do total. A cultura envolve aproximadamente 69 mil produtores distribuídos em 206 municípios e gerou uma receita de R$ 6,2 bilhões para o Estado.

Foto: Banco de imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/11/2025 0 Comentários 146 Visualizações
Variedades

Abertura da safra do morango em Bom Princípio acontece no sábado

Por Jonathan da Silva 04/08/2025
Por Jonathan da Silva

O município de Bom Princípio, reconhecido como a capital estadual do morango, realiza no próximo dia 9 de agosto, às 15h, a Abertura Oficial da Safra do Morango de 2025. O evento será realizado em frente ao Parque Municipal, conhecido como Morangão, localizado na Rua Celestino Wolkweis. A estimativa do escritório da Emater na cidade aponta para uma produção de mil toneladas da fruta, com 1,1 milhão de mudas em cultivo comercial, envolvendo 50 famílias e gerando cerca de 230 empregos diretos. Cada pé de morango deve produzir, em média, 900 gramas.

A 21ª Festa Nacional do Moranguinho, por sua vez, será realizada em Bom Princípio nos dias 4 a 7, 10 a 14 e 18 a 21 de setembro. A expectativa da organização é de receber cerca de 180 mil visitantes ao longo do evento, que contará com atrações gastronômicas e programação cultural voltada para celebrar a fruta e fortalecer o vínculo da comunidade com a festa.

Envolvimento da comunidade

O presidente desta edição da festa, Gerhard Ledur, afirmou que a preparação tem envolvido fortemente a comunidade. “Estamos conseguindo engajar muito a comunidade, as divulgações estão sendo muitíssimo positivas, e, junto a tudo isso, preparamos uma grande programação para receber muitos visitantes que vão contar com um parque muito bonito, decorado e organizado”, comentou Ledur.

A realização é do Ministério da Cultura, da Prefeitura de Bom Princípio e da Associação de Ação Social e Cultural Proarte, com produção da Um Cultural e patrocínio master da Mercoaves. O evento é financiado pela Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal.

Produção de morangos

Grande parte da produção de Bom Princípio abastece as regiões metropolitana e serrana, sendo comercializada em bancas da Ceasa, mercados, feiras e estabelecimentos de produtos orgânicos. As variedades mais cultivadas são San Andreas, Albion, Festival, Fronteira, Fênix, Camarosa e Florida Beauty, que se adaptam ao clima local e aos diferentes sistemas de plantio.

O cultivo é feito principalmente em estruturas suspensas, com uso de substrato poroso e fertirrigação por gotejamento, correspondendo a 75% da produção. O cultivo no solo também é utilizado e foi responsável pelo aumento de 20% no número de plantas nos últimos anos.

Serviço

  • O quê: 21ª Festa Nacional do Moranguinho
  • Quando: 4 a 7, 10 a 14 e 18 a 21 de setembro
  • Onde: Parque Municipal de Bom Princípio (Morangão) – Rua Celestino Volkweiss, Centro, Bom Princípio
  • Ingressos: festadomoranguinho.com.br
Foto: Mateus Specht/Karamelo Criativo/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/08/2025 0 Comentários 254 Visualizações
Variedades

Rio Pardo sediará a abertura oficial da colheita do tabaco no Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 31/10/2024
Por Jonathan da Silva

A abertura oficial da colheita do tabaco no Rio Grande do Sul será realizada no dia 8 de novembro, no Parque da Expoagro Afubra, em Rio Pardo. O evento, que começará às 14h, contará com a presença de autoridades, lideranças, produtores e representantes da imprensa. A cerimônia é organizada pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco).

O presidente da Afubra, Marcilio Drescher, destacou a importância do evento para os produtores do estado, afirmando que a cerimônia representa o reconhecimento do Governo do Estado à relevância do setor. “É em nosso Parque que realizamos a Expoagro Afubra e levamos ao produtor as alternativas de diversificação, bem como informações sobre novas tecnologias que ele pode usar para melhorar a sua propriedade”, afirmou Drescher.

A produção de tabaco da safra 2023/2024 na região sul alcançou 508.041 toneladas, sendo 42,4% deste total produzido no Rio Grande do Sul, com 256.947 toneladas. Na safra anterior, o estado registrou uma redução de 14,4% na produção total, totalizando 219.992 toneladas. Apesar das dificuldades climáticas, o preço por quilo aumentou, atingindo R$ 24,31 para o tabaco Virgínia (34,7%), R$ 20,43 para o Burley (14,7%) e R$ 19,51 para o Comum (14,2%).

Foto: Claiton Dutra Teixeira/Afubra/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/10/2024 0 Comentários 305 Visualizações
Business

Com produção de tabaco 13,7% menor na lavoura, contratação de safreiros cai 8%

Por Jonathan da Silva 11/04/2024
Por Jonathan da Silva

Com as perdas na lavoura, que representaram mais de 83 mil toneladas de tabaco a menos para o processamento, uma queda de 13,7% na comparação com a produção de 2023, o volume de contratações de safreiros também sofreu redução. Conforme levantamento do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Novo Stifa), o total de postos de trabalhos gerados até o momento somam 11 mil trabalhadores nas indústrias, queda de 8,3%, mil postos de trabalho a menos, na comparação com ano passado.

De acordo com o presidente do Novo Stifa, Gualter Baptista Júnior, o revés do clima, com as cheias nos meses de setembro, novembro e as tempestades seguidas durante o período, acabaram reduzindo a colheita do tabaco em todo o sul do Brasil. “O reflexo desta redução foi sentido com força pela indústria, que recebeu menos 83 mil toneladas de tabaco. A consequência direta foi no número de trabalhadores temporários que acabou caindo também. Nós tínhamos uma expectativa de repetir o total de empregos do ano passado – 12 mil trabalhadores na safra – mas, no entanto, não conseguimos alcançar este índice”, comenta Baptista Júnior.

Presidente Gualter Baptista Júnior

Ainda assim, a avaliação do Novo Stifa é positiva. Mesmo com uma redução significativa de tabaco, na casa dos 13,7%, o volume de trabalhadores contratados recuou apenas 8,3%, o que representa mil safreiros a menos neste ano. “É preciso olhar para este desempenho e entender que o mercado do tabaco é dinâmico, e mesmo com uma retração da produção, a indústria conseguiu manter um bom ritmo, empregando agora, no auge do processamento, 11 mil trabalhadores, entre sazonais e efetivos. Isso é um dado muito importante, que representa sim uma queda, mas que ainda é menor do que o reflexo na lavoura”, avalia o presidente.

A expectativa agora é para uma continuidade no período de processamento. Historicamente, safras que empregam menos trabalhadores têm uma característica especial: a longa duração dos contratos. Para o presidente do Novo Stifa, a tendência é que os empregados sazonais sejam mantidos por um período maior, avançando sobre o segundo semestre do ano. “Isso é positivo, pois representa mais renda circulando na cidade. Um maior tempo de safra permite ao trabalhador que ele realize investimentos e amplie sua perspectiva de compras. Quando a safra é mais longa, Santa Cruz do Sul e a economia regional saem ganhando”, analisa Baptista Júnior.

Projeção positiva

Visto que o Brasil é o maior exportador de tabaco do mundo, a projeção para a safra de 2025 é considerada animadora pela entidade. Isto porque haverá uma demanda reprimida da safra atual que acabou sendo menor do que a indústria esperava. “Este olhar que pode ser considerado otimista é real. O consumo do tabaco no mundo não reduziu, mesmo com todos os problemas de contrabando e descaminho, ele segue como um produto muito procurado. E se neste ano, o mercado nacional entregou menos, haverá uma tendência de crescimento na procura, para o ano que vem”, projeta o presidente do Novo Stifa.

Novo Stifa faz projeções positivas para 2025

Fotos: Jcomp/Freepik/Divulgação e Nascimento MKT/Divulgação
11/04/2024 0 Comentários 370 Visualizações
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