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Cisvale

Projetos especiais

Alunos finalistas de concurso têm aula prática de educação ambiental no Rincão Gaia

Por Jonathan da Silva 22/10/2024
Por Jonathan da Silva

Os alunos finalistas do Concurso Cultural da Agenda Ambiental Cisvale 2030 participaram de uma visita de estudos ao Rincão Gaia, em Pantano Grande, onde puderam vivenciar na prática a educação ambiental. O local, uma antiga pedreira transformada em reserva ecológica pelo ambientalista gaúcho José Lutzenberger, serviu como espaço para os estudantes observarem e aprenderem sobre a natureza.

A viagem envolveu 31 pessoas, entre alunos e professores orientadores, e marcou a conclusão do ciclo do projeto de escolha do slogan da Agenda Ambiental. A diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas, destacou o impacto positivo da experiência. “É gratificante estarmos propiciando esta atividade como parte integrante de um projeto maior, com abrangência regional”, afirmou Léa.

A aluna Emily Butzke, da Escola Municipal de Ensino Fundamental São Paulo, de Candelária, expressou sua motivação ao participar da visita, revelando seu interesse pela engenharia florestal. “Pensei que seria mais como um parque, não com tantas atrações e tantas curiosidades sobre o meio ambiente como vimos aqui. Dá uma sensação boa, sentir que a vida prevalece e consegue encontrar novos caminhos”, conta a estudante.

O guia Alexandre Rates de Freitas explicou que uma parte do Rincão Gaia, antes degradada pela extração de pedras, foi transformada em um lago chamado Lago das Estrelas, conhecido por refletir o céu em noites claras.  “O céu estrelado é refletido no lago, por isso chamamos ele de Lago das Estrelas”, revela o guia.

A professora Sílvia Inez do Amaral Alves, da Escola São Miguel, de Minas do Leão, comentou sobre o impacto da visita. “Isso é educação ambiental na prática. Várias portas foram se abrindo para novos conteúdos e trabalhos na sala de aula”, salientou a educadora.

A presidente do Cisvale, Sandra Backes, destacou a importância da visita para o projeto e para a consciência ambiental dos jovens. “Certamente estas escolas que participaram terão um novo olhar para o meio ambiente, e isso é o mais importante”, afirmou Sandra.

O Concurso Cultural contou com a participação de 58 escolas da região e foi realizado pelo Cisvale, com patrocínio do Sicredi Vale do Rio Pardo e da Radson Diagnóstico por Imagem.

Fotos: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/10/2024 0 Comentários 276 Visualizações
Saúde

RS deverá ampliar atendimento em saúde com serviços complementares do Cisvale

Por Jonathan da Silva 21/10/2024
Por Jonathan da Silva

O Estado do Rio Grande do Sul deve ampliar os atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de janeiro de 2025, por meio da contratação de serviços complementares junto a consórcios intermunicipais, como o Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale). A decisão foi confirmada pela secretária Estadual da Saúde, Arita Bergmann, em reunião com a diretoria do Cisvale realizada na sexta-feira (18) em Santa Cruz do Sul.

Durante o encontro, a secretária Arita Bergmann destacou que a pandemia de Covid-19 havia prejudicado a ampliação de parcerias com consórcios intermunicipais durante o primeiro mandato do governador Eduardo Leite (PSDB). “Agora estamos com tudo pronto e, em novembro, o governador deverá apresentar a proposta aos prefeitos”, afirmou Arita, que ressaltou que o orçamento de 2025 já prevê o dobro de recursos para essas parcerias.

A proposta do Governo do Estado é que os consórcios se tornem responsáveis pela complementação do atendimento em áreas com deficiência de serviços médicos especializados. “Estaremos dobrando o valor dos recursos para o ano que vem, e esta divisão será feita de acordo com a necessidade da região”, explicou a secretária.

A presidente do Cisvale, Sandra Backes, avaliou que o consórcio tem capacidade de ampliar os atendimentos e atuar em áreas com falta de serviços médicos. “O Cisvale tem condições de assumir mais parcerias com o estado”, afirmou Sandra.

O programa de ampliação de atendimentos, cujas regras serão divulgadas em novembro, contará com R$ 20 milhões destinados à contratação de serviços e atendimentos dos consórcios públicos do Rio Grande do Sul. Segundo a secretária Arita Bergmann, a expectativa é que o novo modelo entre em operação no início de 2025.

A diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas, informou que, entre setembro de 2023 e setembro de 2024, o consórcio realizou 187 mil atendimentos, entre consultas, exames de imagem e pequenos procedimentos. Além disso, destacou a economia de até 60% na compra consorciada de medicamentos pelas prefeituras.

Fotos: Rodrigo Nascimento/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/10/2024 0 Comentários 441 Visualizações
Cidades

Projetos do Comitê Pró-Clima para o Plano RS superam R$ 79 milhões

Por Jonathan da Silva 14/10/2024
Por Jonathan da Silva

O Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale) apresentou seis projetos no valor de R$ 79,6 milhões para o Plano Rio Grande, programa do governo estadual voltado à resiliência e adaptação às mudanças climáticas no Rio Grande do Sul. As propostas, enviadas pelo Comitê Pró-Clima, têm foco em monitoramento, adaptação e recuperação de áreas ambientais degradadas na região do Vale do Rio Pardo.

De acordo com a presidente do Cisvale, Sandra Backes, os projetos buscam fortalecer a gestão pública em eventos climáticos e criar mecanismos para mitigar os efeitos das mudanças climáticas. “É necessário criar mecanismos que possam minimizar os efeitos das mudanças climáticas tanto ao patrimônio material, ao meio ambiente e à vida das pessoas”, afirmou Sandra.

As ações do Comitê Pró-Clima foram organizadas em quatro eixos: Resiliência Climática e Gestão de Desastres, Gestão de Recursos Hídricos e Revitalização de Ecossistemas, Infraestrutura e Urbanização Sustentável, e Recuperação de Solos Agricultáveis e Agricultura Sustentável. No eixo de Resiliência Climática, está prevista a aquisição de estações de monitoramento e equipamentos para a Defesa Civil, orçados em R$ 21,4 milhões. No eixo de Gestão de Recursos Hídricos, os projetos incluem o estudo da bacia hidrográfica e a revitalização do Arroio Castelhano, com um investimento total de R$ 47,6 milhões.

A diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas, ressaltou que os projetos foram desenvolvidos com base em conhecimento técnico e têm o objetivo de garantir mais segurança e capacidade de resposta a eventos climáticos extremos. “Foram todos estudos construídos em cima de conhecimento técnico, com base nas experiências profissionais que integram o corpo técnico do comitê. São ações projetadas para curto, médio e longo prazo, para dar mais segurança e capacidade de resposta em casos de necessidades extremas”, detalha Léa.

A aprovação dos projetos pelo Comitê Gestor do Plano Rio Grande ainda depende da captação de recursos, que, segundo Sandra Backes, deve envolver aportes do Estado e da União, uma vez que os municípios não têm capacidade de financiar essas ações de forma independente.

O Comitê Pró-Clima é composto por representantes de municípios consorciados, universidades e outras entidades, como o Conselho Regional de Desenvolvimento do Vale do Rio Pardo (Corede-VRP) e o Conselho de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Sul (Crea-RS).

Foto: Rodrigo Sales/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/10/2024 0 Comentários 481 Visualizações
Projetos especiais

Instituto BAT e Cisvale formam 29 empreendedores no “Decola Negócios”

Por Jonathan da Silva 30/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Instituto BAT Brasil e o Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale) formaram 29 empreendedores no projeto “Decola Negócios”, realizado em Santa Cruz do Sul. O curso, que ocorreu na semana passada no Centro de Treinamento Profissional do Sindicato dos Contadores e Técnicos em Contabilidade do Vale do Rio Pardo (Sindicontábil), contou com alunos dos municípios de Pantano Grande, Santa Cruz do Sul, Sinimbu, Vale Verde e Vera Cruz, e já beneficiou mais de 1.350 alunos em 16 estados brasileiros.

O coordenador de projetos sociais do Instituto BAT, Carlos Martins, destacou que, além das 20 horas de aula presenciais, os formandos participaram de uma consultoria de negócios gratuita durante três meses. “Com esta experiência, eles poderão criar os seus próprios negócios e entender de todas as áreas referentes a ele, como gestão, recursos humanos, finanças, marketing digital e o fomento às parcerias, por meio de parceiros de negócio. É uma semente plantada, no âmbito social e econômico para estes profissionais que participaram”, afirmou Martins.

O dirigente também expressou gratidão pela parceria com o Cisvale e o apoio do Sindicontábil. “Acreditamos que esta será a primeira de muitas jornadas que iremos realizar com o consórcio, que agrega 17 municípios à nossa atuação aqui na região”, acrescentou Martins.

A presidente do Cisvale, Sandra Backes, comentou sobre a importância da parceria com a BAT Brasil, ressaltando que ela abre novas portas para a comunidade regional. “A formação empreendedora é sempre uma grande porta que se abre aos trabalhadores que decidem ter o seu próprio negócio e veem nele um caminho para a realização de sonhos profissionais”, declarou Sandra.

A diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas, também agradeceu ao Instituto BAT pela escolha do consórcio como agente multiplicador de oportunidades. “Aqui foi dado o pontapé inicial para o sucesso profissional destes alunos que concluíram esta parte da formação. A todos eles, desejamos muito sucesso e prosperidade na missão de empreender”, afirmou Léa.

O presidente do Sindicontábil Vale do Rio Pardo, Ernani Baier, enfatizou a necessidade de mais empreendedores no país e destacou que a formação é essencial para evitar o fracasso no empreendedorismo. “Estes jovens que concluíram esta etapa estão em vantagem a tantos outros empreendedores, pois tiveram acesso aos mecanismos para ajudar nesta tarefa. A todos desejamos também votos de sucesso”, detacou Baier.

Além do projeto “Decola Negócios”, o Instituto BAT anunciou o programa “Novos Rurais”, que será lançado em 2024 em parceria com o Cisvale, focando na formação de jovens do meio rural. Martins explicou que o programa terá 40 dias de duração e, ao final, cada aluno sairá com um plano de negócios para implementar em suas propriedades. O Instituto BAT aportará até R$ 5 mil para o financiamento das atividades, tornando viáveis os projetos dos participantes. As inscrições para o curso ainda não têm data definida, mas serão amplamente divulgadas pelo Instituto BAT na região.

Fotos: Rodrigo Sales/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/09/2024 0 Comentários 480 Visualizações
Variedades

Seminário sobre drenagem hídrica acontece nesta sexta em Santa Cruz

Por Jonathan da Silva 11/09/2024
Por Jonathan da Silva

O 1º Seminário de Drenagem Adaptada à Nova Realidade será realizado na próxima sexta-feira, 13 de setembro, no Auditório do Memorial da Unisc, em Santa Cruz do Sul, a partir das 13h. O evento, aberto à comunidade, terá debates sobre soluções e sistemas que podem ser implementados ao Vale do Rio Pardo como alternativas para adaptação dos municípios aos eventos climáticos extremos. Soluções para drenagem urbana e rural e formas sustentáveis de gestão destes recursos nas cidades estão entre os temas do evento.

De acordo com o coordenador da Câmara Setorial do Meio Ambiente do Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale), Ricardo Konzen, a experiência vivida pela região durante os eventos climáticos extremos dos meses de abril e maio criou uma nova realidade no que se refere a drenagem hídrica no Rio Grande do Sul. “Entendemos que este é o momento para criarmos esta discussão de capacitação técnica, para buscar ferramentas para melhorar a capacidade nos nossos municípios em combater situações semelhantes ao que passamos”, aponta o coordenador.

Konzen revela ainda que os estudos do clima mostram que situações extremas tendem a ser mais frequentes a partir de agora, situação que obriga a região a criar formas de resposta e adaptação diante desta realidade. “Um evento igual ao que passamos impõe uma melhoria à nossa capacidade de controle e resposta. Projetos modernos de drenagem hídrica ajudam a controlar e gerir as águas das chuvas em excesso. Nossa não atenção a isto implica nas inundações, erosões de solo, poluições acabam sendo efeitos que acompanham toda a destruição registrada neste ano”, recomenda o especialista.

Para a presidente do Cisvale, Sandra Backes, a realização do Seminário Drenagem Adaptada à Nova Realidade cumpre um papel indispensável junto às gestões municipais, não apenas no Vale do Rio Pardo, mas de uma forma geral, a todo o Rio Grande do Sul, fortemente atingido durante as enchentes do mês de maio. “Precisamos criar alternativas a esta situação, pois o clima está diferente e nós, gestores municipais, precisamos ter a iniciativa de programar os municípios para o futuro. É indispensável este evento no nosso atual momento, porque nossa capacidade de resposta aos eventos climáticos necessita ser melhorada”, pontua a presidente.

O 1º Seminário Drenagem Adaptada à Nova Realidade está com inscrições abertas. Os interessados em participar podem acessar o formulário digital pelo link https://bit.ly/SeminarioDrenagem. A ação é uma realização do Cisvale em parceria com a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) e o Centro Socioambiental da Unisc, Conselho Municipal do Meio Ambiente de Vera Cruz (Comdema), Cisvale, com apoio do CREA-RS, Corede Vale do Rio Pardo, com patrocínio do Sicredi.

Programação

  • 13h – Abertura no Auditório Memorial da Unisc;
  • 14h – Eventos extremos: a segurança climática na perspectiva das melhoras práticas de sustentabilidade ESG – Professor Doutor Marcelo Dutra da Silva (Universidade Federal de Rio Grande – Furg);
  • 14h30min – Novas Tecnologias na Área de Drenagem Urbana – Engenheiro Especialista Eduardo Kayser Torri (Torri Engenharia e Saneamento);
  • 15h20min – Sustentabilidade Financeira de Serviços de Drenagem – Professor Doutor Guilherme Marques (Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS);
  • 16h – Modelagem Hidrológica e sua importância no planejamento da drenagem dos municípios – Professora Mestre Sofia Royer (Universidade do Vale do Taquari – Univates);
  • 16h40min – Soluções de Drenagem para o Meio Rural – Professor Mestre Marcelo Kronbauer (Universidade de Santa Cruz do Sul – Unisc).
Foto: Cisvale/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2024 0 Comentários 325 Visualizações
Cidades

Defesa Civil confirma instalação de base regional no Vale do Rio Pardo até janeiro

Por Jonathan da Silva 11/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul garantiu a instalação de uma unidade adjunta à Defesa Civil regional de Lajeado no Vale do Rio Pardo, possivelmente em Santa Cruz do Sul, com funcionamento a partir de janeiro do ano que vem.  A confirmação ocorreu durante reunião entre a coordenação regional do órgão e o Comitê Pró-Clima do Vale do Rio Pardo nesta terça-feira (10).

O encontro em Santa Cruz do Sul serviu para a apresentação de projetos do Eixo-1 da Defesa Civil. O grupo, que trata sobre resiliência climática e gestão de desastres, apresentou a proposta para aquisição de equipamentos e qualificação das Defesas Civis nos 17 municípios consorciados no Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale). O comandante regional do órgão estadual, coronel Claiton Fernando Marmitt, participou do evento.

A presidente do Cisvale, Sandra Backes, abriu a reunião saudando a presença do coronel Marmitt e apresentando os projetos desenvolvidos pelo comitê. “Na proposta do Eixo-1, que trata sobre resiliência climática e gestão de desastres, nós temos o trabalho integrado com a Defesa Civil e sentimos a necessidade de uma unidade regional, assim como o melhor aparelhamento e treinamento das nossas equipes, nos 17 municípios que fazem parte do Cisvale”, justificou a presidente.

Sandra frisou a necessidade de um treinamento constante para os operadores das Defesas Civis dos municípios da região, solicitação que deve ser encaminhada como um pedido especial do Comitê Pró-Clima ao Governo do Estado. “Nossa região tem muita deficiência na área de capacitação e treinamento dos técnicos das unidades municipais de Defesa Civil, por isso solicitamos de maneira muito especial ao estado esta possibilidade de criarmos cursos e momentos dedicados a esta formação especial”, destacou a dirigente do Cisvale.

Ao conhecer a articulação regional, o coronel Marmitt confirmou a instalação de uma adjuntoria, uma espécie de unidade adjunta, à Defesa Civil Regional, com sede no município de Lajeado, no Vale do Taquari. “Esta unidade funciona de maneira coordenada, com a presença constante de equipe da Defesa Civil Estadual, dando um suporte localizado e uma resposta imediata à região. Esta equipe fica fixada na adjuntoria e trabalha em parceria com o Vale do Taquari”, explicou o coordenador regional da Defesa Civil.

Marmitt ressaltou que a unidade adjunta deve entrar em operação já no início do próximo ano, a partir de 2 de janeiro, possivelmente em Santa Cruz do Sul. “Queremos ressaltar a extrema importância do trabalho do Consórcio na organização de projetos e na mobilização regional com a criação do Comitê Pró-Clima. Esta gestão climática precisa ocorrer de forma integrada entre os municípios, para que todo o planejamento seja o reflexo de organização e bons projetos para o Vale do Rio Pardo como um todo”, avaliou o representante do órgão estadual.

Coronel Claiton Fernando Marmitt

Comitê opta por aparelhamento

Com a confirmação de que a partir de janeiro do próximo ano a região contará com a adjuntoria local da Defesa Civil Regional, os membros do Comitê Pró-Clima atualizaram os projetos que serão submetidos ao Comitê Gestor do Plano Rio Grande no próximo dia 16 de setembro. “A intenção é aparelhar e equipar as unidades da Defesa Civil nos municípios. Listamos o que é necessário e cada município fica responsável de conferir esta lista e confirmar se será necessário algum item a mais”, explicou a diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas.

Após a confirmação das unidades municipais da Defesa Civil da região, os membros do Eixo-1 do Comitê Pró-Clima irão finalizar o projeto para encaminhar ao Governo do Estado, que solicitou a inclusão de propostas ao Plano Rio Grande até o próximo dia 26 de setembro. “É muito importante que o atendimento nos nossos municípios tenha acesso a estes equipamentos e possa dar uma resposta mais eficiente às nossas comunidades. Este projeto acaba sendo essencial para a resiliência e gestão de desastres naturais no Vale do Rio Pardo”, complementou a presidente do Consórcio, Sandra Backes.

Equipamentos para a Defesa Civil dos municípios

  • Caminhão baú 5 Ton, 4×4 (17 unidades);
  • Caminhonete tração 4×4 (17 unidades);
  • Barco de alumínio (34 unidades);
  • Bote de borracha (34 unidades);
  • Gerador de energia 50 KVA (17 unidades);
  • Reboque barco/bote/moto (34 unidades);
  • Drone de 30 Kg (17 unidades);
  • Notebook (17 unidades);
  • Nobreak (17 unidades);
  • Repetidora e integradora de radiocomunicação (17 unidades);
  • Provedor de internet independente (Kit Starlink) (16 unidades);
  • Cobertor de alumínio (3.400 unidades);
  • Colete salva vidas (850 unidades);
  • Megafone (68 unidades).
Fotos: Rodrigo Salles/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2024 0 Comentários 336 Visualizações
Cidades

Cisvale amplia debate sobre soluções tecnológicas para desastres climáticos

Por Jonathan da Silva 26/07/2024
Por Jonathan da Silva

Projetos e propostas para a adaptação e reconstrução dos municípios após as enchentes pautaram a assembleia geral do Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale), realizada nesta quarta-feira (24). Com os prefeitos dos municípios associados ao consórcio, o encontro aconteceu junto à Feira da Produção, em Vera Cruz.

Para a presidente do Cisvale, Sandra Backes, a realidade da região foi completamente alterada após os eventos climáticos de maio. “Nosso próprio município (Sinimbu) acabou se tornando um grande laboratório de estudo para que se tome decisões e medidas neste pós-enchente”, exemplifica Sandra.

O engenheiro civil Lucas Reginato, apresentou um novo método de avaliação para uma edificação atingida por enchentes. “A ReHabilar tem como proposta ir além dos problemas causados pelas enchentes, entender quais os problemas que poderão surgir a partir do evento de enchente e mapear custos para a recuperação”, explica o engenheiro.

Segundo Reginado, a partir do estudo e mapeamento detalhado das edificações, torna-se possível criar projetos e cronogramas de recuperação, com a capacidade de quantificar estes recursos. “A avaliação dura em torno de 15 minutos, fazendo com que os dados estejam disponíveis ao gestor em quase tempo real. Avaliamos 50 edificações em Sinimbu, e pudemos constatar até o tipo de material utilizado nas edificações. Isso pode inclusive estar definindo nos planos diretores dos municípios, para criar estratégias de reabilitação nestas áreas”, detalha o engenheiro.

Olhar diferente para a região

De acordo com o pesquisador da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Daniel Allasia, inundações estão entre os principais desastres naturais, especialmente nas pequenas bacias hidrográficas, situação que torna este tipo de evento praticamente inevitável. “Percebemos que é dada maior atenção à região metropolitana, e os municípios da região Central acabaram ficando em segundo plano”, salienta o pesquisador.

Conforme Allasia, em média, uma grande enchente atinge municípios da região a cada 20 anos, e isto não está mapeado em níveis federais. “O que se precisa trabalhar é que estes municípios, onde ocorrem estes eventos cíclicos precisam estar preparados e equipados. Um dos primeiros pontos é mapear por batimetria o fundo dos rios, para criar as estratégias nas cidades”, pontua o pesquisador, ao destacar que além destas ações, a previsão de desastres precisa estar focada na mancha de inundação e áreas que serão atingidas em um evento. Segundo ele, hoje este serviço não existe no Rio Grande do Sul.

Na avaliação do pesquisador, é necessário que consórcios regionais sejam utilizados como parceiros para a captação de recursos para implantar soluções resilientes, com capacidade de suportar desastres naturais, com o mínimo de perda ou risco à população.

Sinergia para a região

De acordo com o professor e pesquisador da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Marcelo Luís Kronbauer, o conceito de resiliência está muito próximo da sinergia regional para que as ações que precisam ser tomadas sejam otimizadas, quanto ao uso de recursos e assertivas no que se refere aos resultados. “Todos os projetos que estão em abafamento e que são propostos precisam desta sinergia na região, porque precisaremos deixar de pensar nos limites dos municípios neste novo normal”, define Kronbauer.

A Unisc também prepara a instalação de estações de monitoramento nas bacias hidrográficas para gerar informações e dados de precisão para o alerta às comunidades ribeirinhas e municípios banhados pelos rios. “Estamos juntos para, inclusive, buscar recursos para a implementação destas ações, para não onerar as prefeituras com estas ações e dispositivos para auxiliar no trabalho de prevenção e resposta rápida aos eventos”, complementa o pesquisador.

A presidente do Cisvale destacou na assembleia que urge a necessidade de inclusão da região no Plano Rio Grande, criado para a adaptação das áreas atingidas pela catástrofe do clima. “É essencial que sejamos incluídos neste projeto, pois todos os municípios da nossa região precisam de planos e programas coletivos para recuperação e adaptação a esta nova realidade”, salienta Sandra Backes, ao antecipar que será criada uma Comissão Regional, por meio do Cisvale, Amvarp, universidades, faculdades, e outras entidades regionais, para desenvolver ações e projetos para o Vale do Rio Pardo, com foco na prevenção e adaptação aos eventos climáticos.

Foto: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/07/2024 0 Comentários 340 Visualizações
Saúde

Cisvale integra força estadual para ampliar atendimentos na saúde especializada

Por Jonathan da Silva 17/07/2024
Por Jonathan da Silva

O Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale) participa, junto com os demais consórcios estaduais e a Secretaria Estadual de Saúde (SES), da criação de um novo programa de financiamento e custeio na área da saúde. A meta é suprir a carência em áreas nas quais não há serviços ou profissionais credenciados em especialidades médicas, também conhecidas como vazios assistenciais. A expectativa é que a medida ajude a reduzir a espera regional por atendimentos via Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com a presidente do Cisvale, Sandra Backes, o Governo do Estado recrutou os consórcios de serviços para ajudar na tarefa de formatação de novo programa de incentivo da saúde que tem como missão reduzir o tempo de espera no atendimento médico em algumas especialidades médicas. “É uma boa iniciativa do governo, pois os consórcios entendem qual é a dificuldade no atendimento médico junto aos municípios. Com esta participação, podemos contribuir com a nossa realidade nesta ação da Secretaria Estadual da Saúde”, destaca Sandra.

A presidente ressalta que a meta é que este novo financiamento do estado comece a ser contratualizado com os consórcios a partir de janeiro do ano que vem. “Este programa nasce com o objetivo de reduzir o vazio assistencial, que ocorre quando falta oferta de serviço em alguma especialidade médica”, afirma Sandra.

Segundo a diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas, na região do Vale do Rio Pardo há carência em atendimentos na área de urologia. “Assim como a fila de espera em traumatologia de alta complexidade, que sempre tem muita demanda por cirurgia na região, e o tempo de espera é longo”, acrescenta a dirigente.

Será formada uma comissão entre a Secretaria Estadual da Saúde e membros dos consórcios e da Associação Gaúcha de Consórcios Públicos (Agconp), entidade que congrega todos os consórcios que atuam nas diferentes regiões do estado. “Será um trabalho executado a muitas mãos e que certamente cobrirá mais esta necessidade dos municípios”, complementa Sandra Backes.

Visita do Tribunal de Contas

A presidente e a diretora executiva do Cisvale participaram de uma visita, organizada pela Agconp ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS). O presidente do órgão, conselheiro Marco Peixoto, recebeu os representantes da comitiva. Durante o encontro, as entidades agradeceram e destacaram a importância da atuação do tribunal na garantia da aplicação correta dos recursos públicos. Em sua fala, Peixoto destacou a função de orientação que o TCE tem, especialmente no momento de crise que o Rio Grande do Sul vive. “Para nós esta orientação é muito importante, especialmente porque muitos decretos, processos de compra e legislação sofreram mudanças em decorrência das enchentes”, avalia Sandra Backes.

Foto: Vinícius Reis/TCE-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2024 0 Comentários 424 Visualizações
Ensino

26 escolas são finalistas de concurso cultural do Cisvale

Por Jonathan da Silva 09/07/2024
Por Jonathan da Silva

O Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale) divulgou as 26 escolas que tiveram trabalhos inscritos e selecionados para o Concurso Cultural de escolha do Slogan do projeto Agenda Ambiental Cisvale 2030. O concurso faz parte do conjunto de 30 ações em prol do meio ambiente programadas pela entidade para serem realizadas até o ano de 2030 na região. O anúncio oficial dos vencedores e a solenidade de premiação acontecem na próxima sexta-feira, 12 de julho, na sede administrativa do Sicredi Vale do Rio Pardo, em Santa Cruz do Sul.

Segundo a presidente do Cisvale, Sandra Backes, o envolvimento dos estudantes na elaboração do slogan do projeto faz todo o sentido quando se pensa na capacidade de envolvimento das crianças e adolescentes na preservação do meio ambiente. “A intenção é que toda a comunidade participe ativamente da Agenda Ambiental, mas neste momento, realizar esta atividade diretamente com os alunos das escolas da região é uma contribuição muito grande para criar este envolvimento, começando pelas famílias destes alunos”, explica Sandra.

A presidente revela ainda que a escolha se deu em duas etapas. Na primeira, as escolas participantes encaminharam as suas propostas, que foram examinadas pela Comissão Técnica Permanente da Agenda Ambiental Cisvale 2030. Na sequência, os trabalhos selecionados foram enviados para jornalistas e comunicadores do Vale do Rio Pardo. “Criamos uma banca de especialistas em comunicação, sendo que estes, de forma muito generosa, acolheram nosso pedido e escolheram entre os finalistas, o slogan que mais se ajusta, em termos de comunicação, com a nossa proposta”, conta Sandra.

Segundo a diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas, o tema do meio ambiente se tornou ainda mais relevante após as tragédias ambientais que devastaram o Rio Grande do Sul em maio. Para Léa, se antes de tudo isso este assunto já era tratado com atenção pelo Consórcio, a partir de então as questões que envolvem o meio ambiente precisam de destaque ainda maior. “Nossa Agenda Ambiental nasce com este propósito, ir além dos serviços que o Cisvale presta aos municípios na área, mas sim, criar um novo comportamento social para validar estas ações e tornar a preservação uma prática diária e constante em nosso cotidiano”, detalha a diretora.

O Concurso Cultural de escolha do Slogan do projeto Agenda Ambiental Cisvale 2030 tem como patrocinadores o Sicredi Vale do Rio Pardo e a Radson Diagnóstico por Imagem

Vencedores serão conhecidos na sexta

As propostas vencedoras do Concurso Cultural serão conhecidas na sexta-feira, dia 12, em uma cerimônia de premiação na sede administrativa do Sicredi Vale do Rio Pardo, com a presença dos finalistas.  Os alunos responsáveis pela criação do slogan vencedor em primeiro e segundo lugar por município, e o professor da escola do slogan que foi classificado em primeiro lugar, irão participar da viagem de estudos para o Rincão Gaia, no município de Pantano Grande, com todas as despesas pagas.

A escola cujo slogan foi o vencedor do concurso cultural irá receber um troféu com o título “Escola Amiga do Meio Ambiente”, além do prêmio de R$ 1 mil. As escolas que tiveram o slogan classificado na primeira etapa da escolha também ganharão um troféu, assim como os alunos classificados e participantes, que receberão medalhas de honra ao mérito.

Palco do evento, o Auditório do Sicredi está localizado na Rua Carlitos Eduardo Valter Kaempf, 11, no Bairro Germânia, em Santa Cruz do Sul.

Escolas finalistas

Boqueirão do Leão
  • Escola Estadual de Ensino Fundamental Aprender
  • Escola Estadual de Ensino Médio Eugênio Franciosi
Candelária
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental São Paulo
  • Escoa Municipal de Ensino Fundamental Cristo Rei
Gramado Xavier
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental João Moré
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Letícia Hoppe
Herveiras
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental General Osório
  • Escola Estadual de Ensino Médio Emílio Alves Nunes
Minas do Leão
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental São Miguel
Pantano Grande
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Dario Lopes de Almeida
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Pantano Grande
Passo do Sobrado
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Nossa Senhora da Saúde
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Francisco Antônio de Borba Filho
Rio Pardo
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental João Habekost
  • Instituto Estadual de Educação Ernesto Alves
Santa Cruz do Sul
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Emanuel
  • Colégio Estadual Monte Alverne
Sinimbu
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Nossa Senhora da Glória
  • Ensino Médio Gaúcho em Tempo Integral Frederico Kops
Vale do Sol
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Felipe dos Santos
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental São João Batista
Vale Verde
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Nero Pereira de Freitas
Venâncio Aires
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Dois Irmãos
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Narciso Mariante de Campos
Vera Cruz
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental José Bonifácio
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental São Sebastião
Fotos: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2024 0 Comentários 524 Visualizações
Política

Cisvale defende liberação de recursos para Defesas Civis municipais na Marcha dos Prefeitos

Por Jonathan da Silva 05/07/2024
Por Jonathan da Silva

Durante a participação da Marcha dos Prefeitos pela Reconstrução do RS, em Brasília, o Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale) defendeu a liberação de repasses às Defesas Civis dos municípios atingidos no estado. Além disso, a necessidade de socorro imediato do Governo Federal às prefeituras, por meio da liberação de recursos e da desburocratização de processos, esteve em destaque. Na avaliação da entidade sobre evento, realizado nesta semana, há agora a expectativa de uma atenção às necessidades das regiões.

De acordo com a presidente do Cisvale, Sandra Backes, a reconstrução precisa ser feita de forma mais rápida e célere, e passa pela importância da ajuda direta aos municípios por meio da Defesa Civil. “Este processo não pode ser tão demorado, passa essencialmente pelo aparelhamento com recursos às Defesas Civis de nossos municípios, para que por meio destes dois órgãos, tenhamos condições de realizar as ações necessárias. Fomos ouvidos e recebidos até mesmo pelo Governo Federal, mas não temos um retorno imediato às nossas demandas”, afirma a presidente.

É essencial que haja uma liberação de recursos de forma mais rápida ao auxílio reconstrução, ao fortalecimento do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronamp), que não é suficiente para as empresas acessarem, são muitas demandas e todas urgentes”, destaca Sandra Backes.

De acordo com a presidente do Cisvale, as próprias ações do consórcio, como a realização de parcerias para a elaboração de laudos em edificações atingidas pelas enchentes, criação de projetos urbanísticos, liberação de horas-máquina e suporte financeiro, por meio do Pix Solidário, tiveram papel fundamental no processo de resposta imediata aos municípios. “Porém são muitas demandas e solicitações, de diferentes frentes e todas merecem urgência. O Cisvale atuou como protagonista neste processo, mas o governo federal precisa entrar de vez na recuperação do nosso estado”, conclui Sandra.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2024 0 Comentários 301 Visualizações
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