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Cidades

Feevale renova convênio com universidade da China

Por Gabrielle Pacheco 27/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Na manhã desta quarta-feira (26), a Universidade Feevale renovou acordo de cooperação com a Jiangxi Science & Technology Normal University, da China.

A cerimônia contou com o reitor da Feevale, Cleber Prodanov; o pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão, João Sganderla Figueiredo; a diretora de Relações Internacionais e Institucionais, Paula Casari Cundari; o diretor de Novos Negócios, Alexandre Zeni; e o diretor do Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS), Marcelo Ayub.

Da instituição chinesa, estiveram: o presidente, Zuo Heping; o diretor de Relações Internacionais, Huang Jiaozhen; o pró-reitor da Escola de Belas Artes, Zhi Lin; o diretor do escritório de mobilidade discente, Liu Biao; o pró-reitor de Administração da Instituição, Wu Guanghua; e a secretária do Ministério da Educação chinês, Xu Yan.

Os representantes estiveram na Instituição para articular ações conjuntas nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e mobilidade discente. O convênio com as universidades existe desde 2012 e, neste ano, pretende estreitar as relações e articulações direcionadas para a inovação e a tecnologia.

Após a assinatura, a delegação esteve presente no Grande Expediente Especial em Homenagem aos 50 anos Aspeur/Feevale, realizado pela Assembleia Legislativa, em Porto Alegre. Os representantes também puderam conhecer o Hub One de Criatividade e Inovação e o Teatro Feevale.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2019 0 Comentários 473 Visualizações
Cidades

Polo da Feevale Digital na China é inaugurado

Por Gabrielle Pacheco 17/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

A manhã desta segunda-feira (17) marcou a inauguração oficial do polo da Feevale Digital em Dongguan, localizada na província de Cantão, na China.

A solenidade foi realizada por meio de videoconferência no Feevale Techpark, em Campo Bom, com participação, no Brasil, de gestores da Universidade Feevale, e, na China, de representantes da Escola Wisdom, do polo e alunos. Também esteve presente na cerimônia, em Dongguan, o cônsul-geral do Brasil na China, Pedro Murilo Ortega Terra.

A primeira turma do polo na China conta com 26 alunos e a segunda, que inicia as aulas no próximo trimestre, está recebendo inscrições. Desde o início dos anos 1990, Dongguan é destino de brasileiros, em particular moradores da região do Vale do Sinos, que foram trabalhar lá em função de sua experiência e conhecimento do setor calçadista.

A chegada da Feevale ao país integra um processo iniciado em dezembro do ano passado, no âmbito da estruturação da Feevale Digital, uma nova modalidade de educação a partir de metodologias próprias.

A instalação do polo na China se deu por meio da parceria com a Escola Wisdom, firmada em março deste ano.

Conforme Roberto Cardoso, presidente da Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur), mantenedora da Feevale, o orgulho, neste dia, é muito grande, ao entregar para a comunidade brasileira de Dongguan, na China, esta expansão da Instituição.

“Tenho certeza que o polo trará uma melhor qualidade profissional e de vida para todos, por meio da educação superior. Acreditamos na educação, e só com ela entregaremos, para o mercado de trabalho, pessoas e profissionais capazes de mudarem não só os rumos e o futuro de um país, mas, também, do mundo”, afirmou.

Já de acordo com o reitor da Feevale, Cleber Prodanov, esse é um momento muito especial, pois a Instituição se aproxima de pessoas muito importantes, que não estão próximas territorialmente, mas que possuem uma ligação com o Brasil, com a Feevale e com a região.

“Como uma das missões da Universidade é estar próxima das comunidades, temos esse entendimento: seja em Dongguan, seja em outras comunidades, onde estiverem os brasileiros, desenvolvendo seus trabalhos, nós pretendemos estar com eles. Somos a primeira universidade no Rio Grande do Sul a ter uma estrutura fora do País, atendendo à nossa comunidade, que são pessoas muito importantes pra nós, e isso tem muito significado”, disse.

O cônsul-geral do Brasil na China, Pedro Murilo Ortega Terra, relembrou o tempo em que foi professor e ressaltou o tamanho do investimento pessoal que pressupõe este ofício. “Parabéns ao trabalho e esforço desta escola e da Feevale pois, aqui, os brasileiros terão muitas possibilidades”, completou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2019 0 Comentários 630 Visualizações
Business

Pré-inspeção libera tabaco brasileiro para embarque rumo à China

Por Gabrielle Pacheco 23/08/2018
Por Gabrielle Pacheco

Desde o dia 16 de julho, técnicos chineses da Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena (AQSIQ) e da Administração Geral das Alfândegas da República da China (GACC) estiveram na região do Vale do Rio Pardo, no Rio Grande do Sul, coletando amostras de tabaco processado e fazendo testes laboratoriais para comprovar a sanidade do tabaco brasileiro antes do embarque. A missão chinesa concluiu que o produto brasileiro está apto a ser embarcado.

A pré-inspeção do tabaco comercializado para o país chinês costuma ocorrer anualmente com o intuito de assegurar a ausência de pragas quarentenárias no produto e é uma das exigências do atual protocolo bilateral de comércio entre Brasil-China. O encerramento das atividades reuniu representantes do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), integrantes da GACC, da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC), empresas associadas e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Liu Dong, chefe de Seção da GACC, apresentou um resumo dos resultados da pré-inspeção. “Baseado no protocolo existente, os inspetores chineses analisaram 58 amostras coletadas de um total de 43 mil toneladas de tabaco adquirido pela China em 2018”, relatou. O material foi analisado no laboratório da Central Analítica da UNISC e, de acordo com a missão chinesa, está apto para embarque. A responsável técnica do Laboratório de Fitopatologia da UNISC, Adriana Dupont, acompanhou as análises laboratoriais e enfatizou a importância do trabalho realizado para confirmar a sanidade do produto.

A China é um importante parceiro do agronegócio brasileiro e isso também acontece no setor do tabaco. Em 2017, figurou como segundo maior país comprador do tabaco brasileiro, gerando US$ 276 milhões em divisas, o que representa 13% do total embarcado no ano. “A China é um importante importador do tabaco brasileiro, o que só é possível devido à parceria dos envolvidos nesta missão. Considerando que o Brasil é o segundo maior produtor e o maior exportador mundial há 25 anos, é nossa expectativa que possamos continuar fazendo negócios por muito tempo”, disse o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.

Por se tratar de uma missão oficial de inspeção agropecuária, feita por técnicos de outro país, técnicos do MAPA acompanharam todo o processo de coleta e análises das amostras. Jairo Carbonari, auditor Fiscal Federal Agropecuário, da Superintendência do MAPA no RS, contou da importância do trabalho realizado. “Este é um trabalho robusto, iniciado há mais de 10 anos, em parceria com o setor produtivo e que abrange todas as etapas de produção, processamento e exportação, garantindo um produto de excelente qualidade para o mercado chinês”.

Jairo também destacou que o monitoramento é um dos trabalhos mais importantes do MAPA no Rio Grande do Sul, no sentindo de atender ao protocolo existente, com o apoio de uma equipe de especialistas e de um trabalho efetivo de rastreabilidade do produto. “Nesse sentido, é preciso mencionar que o tabaco é o cultivo no Brasil com o melhor sistema de rastreabilidade”, disse Carbonari. A Superintendência do MAPA também esteve representada no encontro por Roque Danielli, auditor Fiscal que acompanhou todo o trabalho da pré-inspeção em conjunto por com os fiscais da Unidade Técnica Regional (UTRA) do MAPA em Santa Cruz do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/08/2018 0 Comentários 563 Visualizações
Business

Avançam negociações para exportação do arroz brasileiro

Por Gabrielle Pacheco 28/05/2018
Por Gabrielle Pacheco

Na sexta-feira (25), a Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) divulgou uma nota relatando a expectativa de levar o arroz brasileiro para a China aumentou diante de um sinal positivo de autoridades do país asiático. O tema foi tratado em reunião de autoridades brasileiras com o ministro do Comércio da China, Zhong Shan, em Xangai.

O objetivo da entidade durante a missão foi alcançado incluindo o arroz na pauta da COSBAN (Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação – comissão bilateral, Brasil-China), especialmente na subcomissão de quarentena para que seja deliberado os requisitos fitossanitários que o país exige para que o Brasil se qualifique para exportar arroz para a China. A China sinalizou favoravelmente que este ano ainda vai marcar esse encontro que não ocorre há dois anos. Os temas a serem tratados abrangem frutas, arroz e carne”, afirma a diretora executiva da Abiarroz, Andressa Silva.

Ainda foram realizadas agendas com os representantes da Apex-Brasil na China. O calendário contou com visita à feira de alimentos SIAL, uma das principais feiras do setor de alimentos e bebidas do mundo, com foco em inovação e tendências que acontece Xangai, na China. Participaram da missão, representando a Abiarroz, a diretora executiva da Abiarroz, Andressa Silva e o analista de Promoção Comercial projeto Brazilian Rice, Diogo Thomé.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2018 0 Comentários 513 Visualizações
Business

Indústria brasileira do arroz direciona esforços para ingresso no mercado chinês

Por Gabrielle Pacheco 07/05/2018
Por Gabrielle Pacheco

Com a maior economia do mundo, mas características incomuns no cenário internacional, o mercado da China é percebido como um dos principais potenciais para a indústria brasileira do arroz. O tema foi debatido em Porto Alegre (RS), durante ato de assinatura de renovação do convênio entre a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e a Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz).

A China é o maior produtor, maior importador e maior consumidor de arroz no mundo. Para se ter uma ideia, o país importa cerca de cinco milhões de toneladas de arroz ao ano. Parte desta demanda poderia ser suprida pelo arroz brasileiro.

O Brasil exporta uma média de um milhão de toneladas de arroz ao ano, além de absorver parte do excedente do cereal no âmbito do Mercosul. O entrave burocrático hoje existente é o acordo fitossanitário entre China e Brasil para o produto arroz. Para isso, a Abiarroz tem realizado gestões junto aos órgãos competentes em Brasília e vai compor missão oficial à China juntamente com o ministro Blairo Maggi, este mês” disse Andressa Silva.

Segundo ponderou o presidente da Apex-Brasil, Embaixador Roberto Jaguaribe Gomes de Mattos, como fruto da grande densidade populacional, o país asiático não é autossuficiente em alimentos, o que habilita o Brasil a ser um fornecedor competente dessa demanda.

É preciso agir com inteligência e calma. Nunca teremos capacidade de ditar termos para o mercado chinês, mas sempre vai haver espaço de regulação relevante para a produção brasileira. Além disso, há uma mudança de modelo econômico abrindo mais o país para importações de produtos – afirmou o presidente da Apex-Brasil.

A expectativa de aumento significativo da demanda por alimentos dá-se pelo esgotamento de áreas produtivas em países como a China e a Índia. Na Índia, por exemplo, mais de 60% do território é dedicado à agricultura. Para efeito de comparação, esse índice no Brasil é de 7,5%.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2018 0 Comentários 641 Visualizações
Business

China mantém interesse em área de infraestrutura no Estado

Por Gabrielle Pacheco 20/03/2018
Por Gabrielle Pacheco

O presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China (CCIBC), Charles Tang, disse na tarde de ontem (19), em palestra para industriais gaúchos na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), que infraestrutura, especialmente em áreas de energia, ferrovias, portos e aeroportos, segue como o principal objetivo dos chineses no Estado. Tang falou sobre “Comércio entre Brasil e China: desafios e oportunidades” durante a reunião do Conselho de Comércio Exterior (Concex) da entidade, moderada pelo vice-coordenador do Concex, André Meyer da Silva.

No ano passado, os chineses adquiriram o controle acionário do grupo CPFL Energia, e se associaram a algumas hidrelétricas com a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE). Charles Tang comentou ainda sobre a possibilidade de o Rio Grande do Sul receber uma montadora de tratores, e na sequência a instalação de uma planta para fabricação em território gaúcho. Propôs também que uma missão empresarial do Estado visite o país asiático ainda este ano em busca de investimentos e parcerias.

O presidente da CCIBC enfatizou que os chineses lideram o movimento de transformação e governança global, assumindo a responsabilidade que exercem como nação da segunda economia do planeta. Prevê que, em sete ou oito anos, a China ultrapasse o PIB americano, assumindo definitivamente o posto de principal economia do mundo. Por isso, os demais países devem ser receptivos aos projetos de investimentos da nação asiática. “Poucos empresários enxergam a China como ameaça, a maioria vê como oportunidade”, destacou.
O senador Lasier Martins, um dos articuladores da visita de Tang à FIERGS, participou da reunião. “A China não faz segredo de que o seu principal interesse na América Latina e país que ela está investindo muito é o Brasil. Queremos ver o Rio Grande do Sul envolvido nisso”, disse o senador.

Fonte: Assessoria | Foto: Divulgação
20/03/2018 0 Comentários 459 Visualizações
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