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Variedades

ABPA participa de evento na China

Por Jonathan da Silva 01/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), participará da China International Import Expo (CIIE) 2024, evento realizado pelo governo chinês de 5 a 10 de novembro em Xangai, com o objetivo de fortalecer as relações comerciais entre os dois países no setor de proteína animal.

Durante o evento, a ABPA será representada pela coordenadora de promoção, Nayara Dalmolin, que se reunirá com importadores e stakeholders chineses. A associação também distribuirá materiais promocionais sobre a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade dos produtos da avicultura e suinocultura brasileira, com contatos de empresas exportadoras que atendem o mercado chinês. “Temos boas expectativas quanto à qualificação do público presente, exatamente pelo perfil oficial do evento. Nesta ação, vamos focar no fortalecimento institucional setorial que gerará boas oportunidades de negócios futuros para os exportadores de proteína animal do Brasil”, explica Nayara.

Simultaneamente, o presidente da ABPA, Ricardo Santin, participará por vídeo da 15ª China International Meat Conference 2024, evento paralelo à CIIE, que reúne autoridades governamentais e stakeholders do setor de carne.

A China é o principal destino das exportações brasileiras de carne de frango e suína, tendo importado 408 mil toneladas de carne de frango e 180 mil toneladas de carne suína nos primeiros nove meses de 2024, o que gerou uma receita de US$ 1,3 bilhão no período.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/11/2024 0 Comentários 442 Visualizações
Business

“Invasão chinesa” preocupa setor calçadista brasileiro

Por Jonathan da Silva 03/10/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista brasileira encerrou agosto com saldo positivo de 12,4 mil novos postos de trabalho, totalizando 293 mil empregos no setor, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) baseados em registros do Ministério do Trabalho e Emprego. Apesar do crescimento de mais de 4% na produção até agosto, com 500 milhões de pares de calçados fabricados, o número de empregos ainda é 2,5% menor do que no mesmo período do ano passado. Além disso, uma “invasão chinesa” é vista com alarme pela entidade.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, afirma que o crescimento da renda das famílias brasileiras impulsionou o mercado interno e contribuiu para a recuperação do setor. No entanto, Ferreira alertou para a ameaça representada pelo aumento das importações de calçados asiáticos, especialmente da China. Segundo ele, a prática de dumping, quando produtos são vendidos abaixo do preço de mercado, tem gerado concorrência desleal com a produção nacional. “Esses calçados entram no Brasil com valores subfaturados, o que prejudica a competitividade das empresas brasileiras”, pontua Ferreira.

Outro risco apontado pelo executivo é a possibilidade de um acordo de livre comércio entre o Mercosul e a China, o que poderia agravar a situação. “Seria uma tragédia se a China pudesse enviar seus produtos ao Brasil sem taxa de importação e sem a tarifa antidumping, que hoje é de US$ 10,22 por par. Isso colocaria em risco tanto os empregos quanto a própria existência da indústria calçadista brasileira”, conclui Ferreira.

Em termos regionais, o Rio Grande do Sul, principal empregador do setor, criou 1,6 mil empregos até agosto, somando 85,7 mil postos, uma redução de 4% em relação ao mesmo período de 2023. Já o Ceará foi o primeiro estado a recuperar as perdas de 2023, gerando mais de 3 mil postos até agosto e fechando o período com 68,3 mil empregos, um aumento de 0,7%. Na Bahia, foram criados mil postos até agosto, totalizando 40,8 mil empregos, uma queda de 4,8% em comparação com o ano anterior.

Empregos no setor por estado

  • Rio Grande do Sul: + 1,6 mil empregos entre janeiro e agosto / 85,8 mil empregos no total (-4% ante 2023)
  • Ceará: + 3 mil empregos entre janeiro e agosto / 68,3 mil empregos no total (+0,7% ante 2023)
  • Bahia: + 1 mil empregos entre janeiro e agosto / 40,8 mil empregos no total (-4,8% ante 2023)
  • São Paulo: + 4 mil empregos entre janeiro e agosto / 33,8 mil empregos no total (-0,8% ante 2023)
  • Brasil: + 12,4 mil empregos entre janeiro e agosto / 293 mil empregos no total (-2,5% ante 2023)
Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/10/2024 0 Comentários 531 Visualizações
Business

Assintecal colhe insights em missão realizada na China

Por Jonathan da Silva 17/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) realizou uma missão na China entre os dias 3 e 12 de setembro. A iniciativa foi promovida pelo Brazilian Materials, programa realizado pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Durante a viagem, a comitiva colheu insights durante visita a uma das maiores feiras internacionais de couros e componentes, a All China Leather Exhibition (Acle), que aconteceu em Xangai de 3 a 5 de setembro.

A ACLE é um evento anual para marcas do setor calçadista e compradores de materiais para calçados, que oferece produtos como couro, cabedais, solas, malhas, flyknit, suprimentos, químicos e máquinas para couro e calçados. Nesta edição, o evento contou com mais de 1,2 mil expositores de 28 países, entre eles seis participantes brasileiros apoiados pelo programa Brazilian Materials: Tanac, Noko, Química Carioca, Seta, SystemHaus e Corium. “Na feira, percebemos grandes avanços dos fornecedores de insumos e calçadistas locais, especialmente no que diz respeito à oferta de insumos sustentáveis”, conta gestor de Mercado Internacional da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Luiz Ribas Júnior.

Avanços

Ribas Júnior afirma que o país asiático chamou a atenção da comitiva pelos avanços tecnológicos, pela inovação em produtos com design diferenciado e pelo foco em qualidade e conforto. “Aquela China dos anos 90 não existe mais. Claro que existem exceções, mas o que vimos foi uma indústria atenta às mudanças no comportamento do mercado, com estratégia planejada e que aprendeu a contar seu storytelling para o mundo com uma estrutura qualificada para exportar”, avalia o gestor.

Precisamos mudar o olhar sobre a China. Claro que existe concorrência desleal praticada por algumas empresas, mas não é a regra dos principais players do mercado. Hoje, a indústria local, fornecedora para marcas internacionais, produz calçados de qualidade, com design e inovação. É preciso parar de enxergar a China como um fantasma para passar a ver uma possibilidade de parceria estratégica”, comenta Ribas Júnior.

Sustentabilidade como diferencial brasileiro

Como oportunidades e diferenciais brasileiros, Ribas Júnior destaca a vantagem na prática ESG. O mercado chinês está focado em calçados esportivos e para atender a demanda de marcas internacionais. “Não se visualizou, pelo menos no geral, um trabalho para avançar neste tema. Assim, a indústria brasileira de componentes deve aproveitar esta brecha para fortalecer sua participação no mercado internacional”, explica o gestor.

Ao todo, a Missão China realizou mais de 20 visitas na ACLE ,em indústrias, centros de pesquisa e tecnologia, varejos de rua e shoppings nas cidades de Xangai, Quanzhou, Jinjiang, Guangzhon, Foshan, Shenzhen e Dongguan. Participaram da iniciativa diretores de Bertex, Chronos, Cofrag, Cofratec, Cotton Shoes, Crespi do Brasil, FCC, Killing, Martêxtil, Metalização Igrejinha, Sugar Shoes e Assintecal.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2024 0 Comentários 334 Visualizações
Business

Assintecal realiza missão e mapeia oportunidades na China

Por Jonathan da Silva 03/09/2024
Por Jonathan da Silva

Uma missão à China será realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) entre os dias 3 e 12 de setembro. Organizada por meio do Brazilian Materials, programa de apoio à internacionalização do setor mantido pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), a iniciativa tem, segundo a Assintecal, o objetivo de “transformar uma dor de cabeça” em insights pela maior competitividade da indústria nacional.

O gestor de Mercado Internacional da entidade, Luiz Ribas Júnior, avalia que a China, apesar de, em muitos casos, ser vista como uma concorrente desleal, tem muito a ensinar para a cadeia produtiva do calçado brasileiro. “Evidentemente, não são todas as empresas chinesas que praticam concorrência predatória. Pelo contrário, é um mercado que vem se desenvolvendo muito em termos de tecnologia e respeito às melhores práticas de ESG. Temos muito a aprender com a maior produtora de calçados do mundo, que somente no ano passado produziu mais de 13 bilhões de pares, dos quais exportou mais de 9 bilhões”, afirma Júnior, ressaltando que as produtoras locais, antes conhecidas apenas por produtos de menor valor agregado, tem produzido cada vez mais calçados com diferenciais de qualidade, inovação e sustentabilidade para abastecimento de mercados mais sofisticados.

Feira

Durante a missão, os empresários visitarão uma das maiores feiras internacionais de couros e componentes, a All China Leather Exhibition (ACLE), que acontece em Xangai entre os dias 3 e 5 de setembro. Organizada pela China Leather Industry Association (CLIA) e pela APLF Limited, a ACLE é conhecida como o evento de destaque para empresas internacionais que buscam oportunidades no vasto mercado chinês.

Desde sua criação, em 1998, a ACLE já recebeu centenas de milhares de compradores das principais províncias de curtumes e manufatura de artigos de couro/calçados da China continental. “A ACLE é um evento anual de sourcing para marcas de calçados e compradores de materiais para calçados esportivos, oferecendo materiais como cabedais, solas, malhas, flyknit, suprimentos e máquinas para calçados”, destaca Júnior.

A mostra, que conta com 1,2 mil expositores de 28 países, tem seis participantes brasileiras apoiadas pelo Brazilian Materials: Tanac, Noko, Química Carioca, Seta, SystemHaus e Corium. Na visita, o consultor da Assintecal, Marnei Carminatti, estará à disposição para auxiliar empresários da missão na orientação de tendências, moda e mercado.

Imersão no mercado

Estão previstas também visitas à Nike House Innovation, Peak, Anta, entes públicos, Xin Hao Pan Shoe Materials Market, XDD Footwear Co, Xinruizhou Tecnologias de Corte, New Belle Group, Emma Technology Group, Qi Sheng Shoe, Consulado Geral do Brasil em Xangai, Huafon Microfiber, entre outros grupos. O ambiente de negócios na China, a relação comercial bilateral, formas de garantir uma maior integração, expansão global das marcas, oportunidades de negócios, tendências de mercado e moda, novas tecnologias, sustentabilidade em materiais, automação e outros temas estarão em pauta.

Participam da Missão à China, com o apoio do Brazilian Materials, diretores da Bertex, Chronos, Cofrag, Cofratec, Cotton Shoes, Crespi do Brasil, FCC, Killing, Martêxtil, Metalização Igrejinha e Sugar Shoes.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2024 0 Comentários 373 Visualizações
Business

Possível acordo de livre comércio com a China assusta indústria calçadista brasileira

Por Jonathan da Silva 11/07/2024
Por Jonathan da Silva

A importação predatória de calçados da China e um possível acordo de livre comércio com o país asiático dominaram os debates na reunião da Coalizão Indústria realizada nesta quarta-feira (10), em Brasília, na sede do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O encontro de entidades que representam 15 setores industriais brasileiros, dentre eles o calçadista, aconteceu com a presença de representantes do ministério.

Durante o encontro, o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, destacou a importância do antidumping contra o calçado chinês, bem como a inclusão de três grandes grupos chineses que ficaram de fora na mais recente renovação do mecanismo, em 2022. Atualmente, além da tarifa de importação de 35%, o calçado chinês que entra no Brasil paga uma sobretaxa de US$ 10,22 por par. “Mesmo com o mecanismo, estamos presenciando uma verdadeira invasão de calçados asiáticos no mercado brasileiro, com preços abaixo dos praticados no mercado, o que tem colocado em risco a produção da indústria nacional”, alertou o dirigente.

Apenas em junho, mais de 705 mil pares chineses entraram no país, 261% a mais do que no mesmo mês do ano anterior. “E, como se não bastasse, acompanhamos, com preocupação, a ideia de se criar um acordo de livre comércio entre Mercosul e China. Caso isso ocorra, teremos uma quebradeira generalizada na indústria nacional, pois é impossível competir com calçados que entram aqui com preços abaixo de US$ 2”, enfatizou o executivo.

Os países asiáticos (além da China, o Vietnã e a Indonésia) não ratificaram convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que possuem impacto direto em setores intensivos em mão-de-obra, como é o caso da indústria calçadista, por se tratarem de assuntos relativos a salários, jornada de trabalho, segurança do trabalho e inspeção do trabalho. “Os três países em questão sequer ratificaram a Convenção que trata da fixação de salário mínimo”, completou Ferreira.

Compensação da desoneração adiada

Além de apresentar dados da indústria calçadista nacional e abordar as preocupações quanto ao comércio internacional com a China, o dirigente da Abicalçados também esteve em agenda no Congresso Nacional, onde trabalhou nos debates com parlamentares acerca de uma medida compensatória para a manutenção da desoneração da folha de pagamentos para 2024. O Governo Federal propõe o aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), que não tem o apoio do Senado Federal. “A previsão era de que o Senado votasse uma alternativa ontem (10), mas a votação foi adiada”, pontuou Ferreira, enfatizando que a indústria calçadista tem pressa no que diz respeito à aprovação da medida, já acordada com a União. “Precisamos, urgentemente, da resolução deste imbróglio, para dar segurança jurídica e tranquilidade para as empresas”, concluiu o dirigente.

A Coalizão

A Coalizão Indústria foi organizada em 2018 para discutir assuntos relevantes à indústria nacional. A iniciativa reúne representantes de 15 setores produtivos, que juntos equivalem a 45% do Produto Interno Bruto da indústria brasileira (R$ 485 bilhões), 65% das exportações manufatureiras (R$ 167 bilhões), 30 milhões de empregos diretos e indiretos, e contribuem com R$ 250 bilhões em pagamento de impostos. Integram a Coalizão, além da Abicalçados, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), a Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica (Abinee), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), a Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o Instituto Aço Brasil e o Grupo FarmaBrasil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/07/2024 0 Comentários 415 Visualizações
Business

Importações de calçados da China sobem 261% e preocupam Abicalçados

Por Jonathan da Silva 09/07/2024
Por Jonathan da Silva

Mais de 705 mil pares de calçados com origem da China entraram no Brasil em junho de acordo com dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). O número representa um crescimento de 261% nas importações chinesas para o país em relação ao mesmo mês no ano passado. O panorama causa preocupação na entidade e na indústria calçadista brasileira, já que as exportações do setor têm apresentado quedas consecutivas.

Com o crescimento, a China é o segundo país do qual o Brasil mais exporta, atrás apenas do Vietnã. Desta nação asiática, foram 1,47 milhão de pares importados apenas em junho, o que representa 57,8% a mais do que no mesmo período de 2023. No total considerando todos os países, as importações somaram 3,3 milhões de pares, dado que representa 63,7% de crescimento em relação ao sexto mês do ano passado. No acumulado do semestre, são 18,72 milhões de pares, 11,4% a mais que no mesmo período de 2023.

Na contramão disso, as exportações brasileiras somaram 5,5 milhões de pares em junho, 26,2% a menos do que no mesmo mês do ano passado. No acumulado do primeiro semestre, foram exportados 48,45 milhões de pares, 25,5% abaixo ante o mesmo intervalo de 2023. “O mercado externo, além de estar bastante instável, está sendo inundado por calçados chineses, em uma concorrência desleal com qualquer outro país produtor do mundo”, avalia o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira. O dirigente ressaltou que são calçados exportados a preços abaixo dos praticados no mercado, em um cenário considerado prática desleal de comércio, além de pontuar que das condições trabalhistas no país asiático estarem pouco alinhadas aos padrões internacionais e agenda ambiental ser branda.

Gigante Asiático

De acordo com Ferreira, mesmo em um ambiente internacional adverso, as exportações totais da China para o mundo vêm em crescimento. “O maior crescimento das exportações chinesas, no período, foi para os países da América Latina, com expansão de 19,8%, em volume. Na América Latina estão alguns dos nossos principais destinos. O gigante asiático está devorando nosso mercado no continente”, alerta o dirigente.

O presidente-executivo da Abicalçados também se diz preocupado com rumores sobre um possível acordo de livre comércio entre Mercosul e China. “Se hoje, mesmo com o antidumping parcial contra o calçado chinês, temos essa invasão de produtos chineses, o que dirá com tarifa zero em um acordo de livre comércio? A indústria brasileira, não somente a de calçados, irá acabar”, avalia Ferreira.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2024 0 Comentários 426 Visualizações
Business

Assintecal irá à China em busca de negócios e insights de mercado

Por Jonathan da Silva 18/03/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) promoverá, em setembro, a participação de empresas na maior feira da indústria de base no mundo, a All China Leather (ACLE), realizada em Xangai, na China e uma missão em importantes polos produtivos chineses. O objetivo das ações é gerar negócios e colher insights do mercado.

A China é a maior produtora de calçados do mundo, com mais de 11 bilhões de pares produzidos por ano. O país asiático é considerado uma referência internacional em termos de avanços tecnológicos para aumento da produtividade do setor. As atividades da Assintecal na China ocorrem através do Brazilian Materials, programa de apoio às exportações de componentes e químicos promovido pela Associação em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

Com mais de mil expositores e cerca de 30 mil visitantes de 29 países, a ACLE acontece entre os dias 3 e 5 de setembro. Já a missão ao mercado chinês está prevista para a semana seguinte, de 9 a 13, e prevê visitas a centros tecnológicos, institutos, shoppings e empresas nos polos de Guagzhou, Shenzhen e Dongguan. “Trata-se de uma missão completa, que reunirá oportunidades de negócios com o maior mercado de calçados do mundo e muita informação de qualidade que, certamente, tornará a indústria nacional mais competitiva”, comenta o presidente da Assintecal, Gerson Berwanger, ressaltando que as empresas brasileiras não podem seguir tratando a China como uma ameaça sem aprender com ela. “Não foi à toa que a China se tornou a segunda maior economia do mundo, crescendo muito mais do que a média mundial. É um país que soube modernizar seu parque produtivo com o apoio do Poder Público e muita disposição por parte de sua iniciativa privada”, completa o dirigente.

Tanto a feira ACLE quanto a Missão serão subsidiadas pelo programa Brazilian Materials. As inscrições são limitadas e acontecem até o dia 22 de abril, partindo de US$ 2.880 para a feira e US$ 800 para a Missão. Mais informações e inscrições pelo e-mail relacionamento@assintecal.org.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/03/2024 0 Comentários 410 Visualizações
Business

Comitiva chinesa visita região produtora de tabaco

Por Marcel Vogt 30/05/2023
Por Marcel Vogt

O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, esteve reunido com a comitiva chinesa que visitou a região do Vale do Rio Pardo na última semana. No domingo, 21 de maio, ele apresentou ao grupo, na Alliance One, em Venâncio Aires, os principais números e ações do setor de tabaco no Sul do País. Também falou sobre os resultados do Instituto Crescer Legal, entidade fundada por iniciativa das empresas associadas ao SindiTabaco e que atua na qualificação dos jovens do meio rural.

Participaram da comitiva Chen Peijie, consulesa-Geral; Sun Renan, cônsul adjunto; Li Xiaoming, Consul Consular; Wang Tianjiao, vice-cônsul; Li Qicheng, vice-cônsul; Zhuang Su, vice-diretor do Departamento dos Assuntos Bilaterais; representantes do Bank of China, do China Council for the Promotion of International Trade (CCPIT), do CMG China Media Group, da CCCC – China Communications Construction Company, da Huawei do Brasil Telecomunicações Ltda, da SEMP TCL, da CAOA Chery, da China News, da China Tabaco Internacional do Brasil Ltda. e da CPFL Energia e da Associação Brasileira de Empresas Chinesas (ABEC).

Apesar de ser a maior produtora mundial de tabaco, a China é um importante cliente do tabaco brasileiro. Em 2022, embarcou US$ 472 milhões, figurando como o segundo maior importador do produto no período.

Foto: Gelson Pereira/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2023 0 Comentários 665 Visualizações
Business

Exportações de Carne de Frango crescem 4% em abril

Por Marina Klein Telles 09/05/2023
Por Marina Klein Telles

As exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 435,1 mil toneladas em abril, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 4% o total embarcado no mesmo período de 2022, quando foram exportadas 418,2 mil toneladas.

Em receita, as vendas internacionais do setor alcançaram US$ 840,3 milhões, número 2,3% maior que o total registrado em abril do ano passado, com US$ 821 milhões. No acumulado de 2023, as exportações de carne de frango já totalizam 1,749 milhão de toneladas, volume 12,1% superior ao registrado no 1° quadrimestre de 2022, com 1,560 milhão de toneladas.  No mesmo período, a receita acumulada chegou a US$ 3,413 bilhões, saldo 18,9% superior ao realizado no ano passado, com US$ 2,872 bilhões.

“O volume embarcado em abril praticamente repete a média mensal registrada ao longo deste ano, que está acima das 430 mil toneladas. Nos próximos meses, são esperados números de exportações equivalentes aos de abril, projetando para o ano volumes superiores a 5 milhões de toneladas de carne de frango embarcadas pelo Brasil para mais de 150 países”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principal destino

A China importou no quadrimestre 262,8 mil toneladas, volume 33,3% superior ao embarcado no mesmo período de 2022.  Outros destaques foram o Japão, com 140,6 mil toneladas (+6,2%), África do Sul, com 134,1 mil toneladas (+12%), Arábia Saudita, com 119,5 mil toneladas (+36,9%), União Europeia, com 79,6 mil toneladas (+11%), Filipinas, com 76 mil toneladas (+8,3%) e México, com 69,6 mil toneladas (+18,9%).

No levantamento por estado, o Paraná segue como principal exportador do setor, com 727,5 mil  toneladas exportadas entre janeiro e abril, superando em 16,75% o resultado registrado em 2022.  Em seguida estão Santa Catarina, com 366,2 mil toneladas (+8,88%), Rio Grande do Sul, com 245,6 mil toneladas (+1,02%), São Paulo, com 101,5 mil toneladas (+26,27%) e Goiás, com 79,8 mil toneladas (+37,49%).

“A China continua o seu ritmo acelerado de compras e este comportamento também se repete em vários destinos importantes como México, Coreia do Sul e Singapura. Ao mesmo tempo que vemos constantes reduções de volumes produzidos e exportados por alguns países concorrentes do Brasil, as exportações brasileiras continuam ganhando espaço internacionalmente, reafirmando assim o país como um parceiro sólido em um momento de grandes incertezas em função de questões como por exemplo a influenza aviária em várias partes do mundo” destaca o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/05/2023 0 Comentários 608 Visualizações
Business

Assintecal inscreve empresas para feiras internacionais

Por Marina Klein Telles 24/04/2023
Por Marina Klein Telles

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), por meio do By Brasil Components, Machinery and Chemicals, programa de apoio às exportações do setor mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), está inscrevendo empresas para participar de três grandes feiras internacionais no segundo semestre de 2023.

A primeira delas é a All China Leather Exhibition (Acle), que acontece em Xangai entre os dias 29 e 31 de agosto. Conhecida como o evento mais importante para as empresas internacionais que procuram oportunidades em grandes mercados da China, a mostra oferece grande variedade de couros, componentes e acessórios, equipamentos, máquinas e serviços de tecnologia.

“O evento é bastante internacionalizado, teve 34 países em 2019, e grandes volumes negociados. Além disso, a China é o nosso principal mercado de componentes e produtos químicos no exterior”, comenta o gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, ressaltando que esta é a primeira edição pós-pandemia de Covid-19.

Na sequência, nos dias 19 a 21 setembro, acontecem em Milão/Itália duas feiras simultâneas, a Lineapelle e a Simac. A primeira, focada em couros, acessórios, componentes, tecidos e materiais de moda em geral, recebe, a cada edição, compradores de mais de 40 países e tem o foco no abastecimento da indústria para o primeiro semestre do ano seguinte. Já a Simac tem foco em maquinário e tecnologia e recebe compradores de mais de 80 países.

As inscrições para as feiras, com suporte técnico e subsídios financeiros do programa, estão abertas até o próximo dia 26 de abril e as vagas são limitadas. Mais informações pelo e-mail relacionamento@assintecal.org.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/04/2023 0 Comentários 689 Visualizações
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