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Começa a funcionar nesta segunda-feira o serviço de telemedicina em Campo Bom

Por Gabrielle Pacheco 02/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Começa a funcionar na segunda-feira (6) o serviço Telemedicina Campo Bom, oferecido pela Prefeitura para manter atendimentos em saúde especialmente importantes para pacientes de doenças crônicas em época de pandemia do coronavírus. Tudo para evitar que os moradores da cidade tenham que se deslocar desnecessariamente até as Unidades Básicas de Saúde (UBS). O serviço funcionará 24 horas por dia, todos os dias, sem limite no número de atendimentos. “Trata-se de uma realidade em vários países do mundo e que estamos trazendo para Campo Bom com uma equipe treinada e qualificada que vai oferecer todo suporte necessário com toda a segurança”, afirma o prefeito Luciano Orsi.

A equipe da telemedicina Campo Bom é composta por seis enfermeiros e sete médicos. Se for o caso, será fornecido receituário após o atendimento médico. Porém, o serviço de telemedicina não fará a renovação de receitas médicas para quem faz uso de remédio contínuo. A secretária municipal da Saúdem Suzana Ambros Pereira, destaca a importância do serviço nesse momento de pandemia em que o vírus está circulando pela cidade. “Teremos menos gente nas ruas e nas Unidades de Saúde e manteremos o atendimento da população com muita responsabilidade”, destaca. O diretor-executivo da Associação Beneficente São Miguel, gestora da Telemedicina Campo Bom, Ricardo Pigatto, reforça que o serviço é exclusivo para moradores da cidade. “Importante frisar que quem recebe o atendimento é somente o usuário do sistema de saúde de Campo Bom, com Cartão Nacional de Saúde registrado na cidade”, argumenta.

Como funciona

O paciente liga gratuitamente para o número 0800 772 8989 e será atendido por um enfermeiro supervisionado por médico. Será preciso se identificar, informar nome completo, CPF, data de nascimento e número do Cartão Nacional de Saúde (CNS). Após a identificação, a pessoa deve descrever seus sintomas e, de acordo com seu relato, ela será incluída no protocolo correspondente, chamado de Desfecho, que é composto por quatro níveis.

Encaminhamentos

Em casos leves, o cidadão recebe atendimento e orientação de enfermeiro para autocuidado em casa. Será feita uma ligação de retorno em até 24 horas para verificação do estado de saúde.

Caso tenham sido identificados pelo enfermeiro sintomas agudos ou crônicos, o cidadão será direcionado para uma consulta por videochamada, em outra ligação que será feita por um médico vinculado ao Hospital Lauro Reus. Se ele não possuir acesso à internet, será orientado a procurar atendimento presencial, que pode ser em UBS ou Hospital, de acordo com o caso. Cidadão recebe ligação de retorno em até 24 horas para verificação do estado de saúde após consulta com o médico, seja por vídeo ou presencialmente.

Caso sejam identificados pelo médico em videochamada sintomas graves, o cidadão será direcionado para a realização de uma consulta médica presencial no Hospital Lauro Reus. O paciente também recebe ligação de retorno em até 24 horas após sua consulta no hospital para verificação do estado de saúde.

Caso seja identificado pelo médico risco de morte do paciente, haverá orientação a um acompanhante ou ao próprio paciente para que chame o Samu para levá-lo ao Hospital Lauro Reus, onde receberá atendimento.

Investimento na saúde da população

A Telemedicina Campo Bom permanecerá em funcionamento enquanto durar a pandemia pelo novo coronavírus, com o prazo máximo de seis meses neste primeiro momento. Mensalmente, a Secretaria Municipal da Saúde investirá mais de R$ 54 mil na prestação do serviço. A Associação Beneficente São Miguel possui sistema de criptografia para proteger os dados do paciente e trazer mais segurança a fim de preservar o sigilo do atendimento. Em caráter de excepcionalidade e durante o combate ao contágio da Covid-19, o Conselho Federal de Medicina (CFM) reconheceu a possibilidade e a ética da utilização da telemedicina.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2020 0 Comentários 424 Visualizações
Saúde

AMRIGS defende discussão maior sobre aplicação da telemedicina

Por Gabrielle Pacheco 11/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

A medida anunciada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) acendeu o debate sobre como a nova ferramenta deve ser utilizada e causou surpresa e desconfiança por parte da classe médica, havendo manifestações de vários Conselhos Regionais de Medicina e sociedades de especialidades.

“O posicionamento das entidades não é contrário a Resolução do Conselho Federal de Medicina, nem contra a implementação da Telemedicina, mas avalia que o processo foi foi feito de maneira abrupta sem consultar as sociedades médicas federadas e os Conselhos Regionais de Medicina” afirmou o presidente da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), Alfredo Floro Cantalice Neto.

As entidades médicas gaúchas (AMRIGS, SIMERS e CREMERS) emitiram nota de esclarecimento pedindo que haja um debate mais aprofundado do tema antes da aplicação. O diretor científico da AMRIGS, Marcos Vinícius Ambrosini Mendonça (foto), participou do segundo Fórum de Telemedicina, em Brasília, ao longo da última quinta-feira (07/02).

“É importante ressaltar que a telemedicina existe no Brasil há pelo menos dez anos com experiência exitosas no setor público e privado, mas sem uma regulamentação que dê segurança para pacientes e médicos exercerem a profissão. Vários pontos ficaram sem uma definição clara e precisam ser discutidos” declarou.

As entidades médicas gaúchas, após escutarem e debaterem os relatórios trazidos do II Fórum de Telemedicina por seus representantes, decidirão em conjunto qual posição a ser tomada frente a Resolução do CFM e sua entrada em vigor, 90 dias após sua publicação.

A resolução CFM nº 2.227/18 entra em vigor em maio, quando a nova definição de telemedicina será: “O exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, educação, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde.”

Até então o conceito se restringia ao uso de veículos digitais de comunicação e bases de dados para exercício da medicina aplicada à assistência, ensino e pesquisa. Com isso a nova definição passou a abarcar inúmeras possibilidades e gerou um posicionamento oficial sobre aspectos chaves, dos quais os principais são teleconsulta e telediagnóstico, que não estavam previstos até então.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/02/2019 0 Comentários 593 Visualizações

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