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CEEE Equatorial

Política

Presidente da CPI da Energia na ALRS pede cassação da concessão da CEEE Equatorial

Por Jonathan da Silva 10/12/2025
Por Jonathan da Silva

O presidente da CPI da Energia da Assembleia Legislativa (ALRS), deputado Miguel Rossetto (PT), apresentou uma declaração de voto pedindo a cassação da concessão da CEEE Equatorial nesta segunda-feira (8). Segundo o parlamentar, a empresa apresenta o quadro mais grave entre as investigadas pela comissão, com evidências de má gestão e descumprimento contratual. O deputado anunciou que enviará ofícios ao Ministério Público Federal (MPF) e à Aneel solicitando o início do processo para perda da concessão.

Rossetto justificou que votou contra o relatório oficial da CPI, produzido pelo deputado Marcus Vinícius (PP), por considerá-lo insuficiente. “Apresentei um relatório paralelo pois o relator optou por apenas expor os problemas denunciados durante os trabalhos da CPI, sem um posicionamento da comissão e encaminhando as denúncias para outros órgãos realizarem novamente a investigação. Isso se revela completamente insuficiente para o trabalho que realizamos”, afirmou o parlamentar petista. O pedido de cassação se fundamenta em dois eixos: má gestão do serviço público e descumprimento do contrato de concessão.

Irregularidades apontadas

Entre as irregularidades listadas por Rossetto estão fraudes em certificados de treinamento de segurança (NR-10 e NR-35) envolvendo milhares de trabalhadores terceirizados, apontadas como causa de acidentes fatais. O deputado também citou cobranças retroativas ilegais de pelo menos 8 mil famílias que nunca tiveram contrato com a empresa, atendimento precário com 36% dos postos presenciais irregulares e descumprimento reiterado das metas de qualidade DEC e FEC, previstas no contrato. Em 2024, 95,2% dos conjuntos elétricos operaram fora dos limites regulatórios, configurando, segundo ele, um colapso generalizado.

Outros pontos levantados foram uma tentativa da empresa, aceita pela Aneel, de reduzir metas contratuais e evitar fiscalização em 2025, o que afetaria cerca de 700 mil famílias; e um endividamento muito acima dos limites contratuais, com risco ao equilíbrio financeiro da concessão, enquanto o grupo distribuiu R$ 1,8 bilhão a acionistas e aprovou novas debêntures.

Encaminhamentos

Rossetto anunciou que enviará ao Ministério Público Federal (MPF) um pedido para a instauração imediata de processo de caducidade (perda) da concessão. Ele também vai solicitar que a Agência Nacional de Energia Elétrica (aneel) inicie processo administrativo para a perda da concessão por descumprimento de metas e má gestão. O deputado afirmou que “o povo gaúcho merece serviço público de qualidade” e que “não é aceitável que consumidores sigam reféns de uma concessionária que descumpre obrigações contratuais, que trabalhadores morram em acidentes evitáveis e que famílias vulneráveis sejam vítimas de cobranças ilegais”. Rossetto reforçou que a retirada da concessão não é punição, mas “a única resposta possível diante de uma empresa que falhou e segue falhando sistematicamente com o povo gaúcho”.

Foto: Nathan Oliveira/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/12/2025 0 Comentários 82 Visualizações
Variedades

CEEE Equatorial reforça cuidados com eletricidade na construção civil

Por Jonathan da Silva 06/11/2025
Por Jonathan da Silva

A CEEE Equatorial está reforçando orientações de segurança sobre o uso da energia elétrica em obras da construção civil, um dos setores com maior número de acidentes de trabalho no país, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego. A iniciativa busca alertar profissionais como pedreiros, pintores, operadores de máquinas e eletricistas patrimoniais sobre a importância de respeitar as normas e manter distância adequada da rede elétrica para evitar choques e outras ocorrências graves.

De acordo com o executivo de Segurança do Trabalho da CEEE Equatorial, Pedro Henrique Guimarães, a atenção constante é indispensável. “É fundamental a atenção com a rede elétrica em uma obra. Eletricidade não pode ser vista, não tem cheiro, nem cor, o que a torna ainda mais perigosa. Um simples descuido pode custar uma vida”, afirma Guimarães.

O executivo destaca que o primeiro passo é o cumprimento das Normas Regulamentadoras NR-18 e NR-12, que estabelecem diretrizes sobre sinalização, equipamentos de segurança, distâncias mínimas e práticas adequadas para evitar acidentes.

Trabalhadores que atuam em altura, como pintores e pedreiros, devem manter distância mínima de 1,5 metro da rede de média tensão ao erguer paredes, sacadas ou janelas. O mesmo cuidado vale para a instalação de andaimes, que devem estar devidamente isolados com anteparos, telas e divisórias para evitar contato direto ou indução elétrica.

Intervenções só com profissionais capacitados

A CEEE Equatorial alerta que, em hipótese alguma, trabalhadores devem afastar cabos ou fios por conta própria. Apenas profissionais habilitados pela empresa podem realizar intervenções na rede elétrica de forma segura.

Pedro Henrique Guimarães também ressalta a importância do uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) em todas as etapas da obra. “Os equipamentos de segurança são fundamentais para todos os profissionais que executam esse tipo de tarefa. EPIs são indispensáveis para a segurança dos trabalhadores. Independente do tamanho da obra, é necessária atenção máxima e respeito às regras para que todos possam voltar para casa no fim do dia em segurança”, conclui o executivo.

Foto: CEEE Equatorial/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/11/2025 0 Comentários 111 Visualizações
Variedades

CEEE Equatorial alerta para cuidados com a rede elétrica no campo

Por Jonathan da Silva 27/06/2025
Por Jonathan da Silva

A CEEE Equatorial emitiu um alerta nesta semana sobre os cuidados necessários com a rede elétrica em áreas rurais, especialmente durante o uso de maquinário agrícola. A medida visa prevenir acidentes e proteger trabalhadores, produtores rurais e suas comunidades, diante do aumento da movimentação nas lavouras e do risco de contato com a fiação elétrica.

Segundo a companhia, colheitadeiras, semeadoras, pulverizadoras, tratores, drones e até ferramentas metálicas como enxadas e rastelos devem manter distância segura da rede elétrica. A Norma Brasileira NBR 15688 estabelece que em áreas rurais com acesso de máquinas agrícolas, a altura mínima da fiação deve ser de 6 metros, e em vias exclusivas de pedestres, de 3 metros. O contato com a rede pode causar choques fatais e interrupções no fornecimento de energia.

Intervenções só com profissionais autorizados

A CEEE Equatorial também alerta para os riscos de contratar terceiros para realizar serviços na rede elétrica. O Executivo de Segurança do Trabalho da CEEE Equatorial, Pedro Henrique Guimarães, afirmou que apenas profissionais da CEEE Equatorial têm autorização e a capacitação necessária para qualquer tipo de trabalho envolvendo a rede elétrica. “Pessoas sem equipamentos de proteção e sem o treinamento obrigatório colocam a própria vida em risco e podem comprometer o fornecimento de energia de toda uma região”, enfatizou Guimarães.

Aterramento de cercas e plantio de árvores

Outro ponto de atenção são as cercas de arame construídas próximas à rede elétrica. De acordo com a norma NBR 5410, o aterramento é obrigatório em cercas instaladas paralelamente à rede por mais de 30 metros ou quando cruzam com a fiação. A medida visa proteger pessoas e animais, inclusive contra descargas atmosféricas.

Também é recomendado que árvores de grande porte, como eucaliptos, não sejam plantadas sob linhas de transmissão ou distribuição, para evitar acidentes e falhas no fornecimento.

Orientações da CEEE Equatorial

  • Manter distância segura entre máquinas e a rede elétrica;
  • Evitar o plantio de árvores grandes sob a fiação;
  • Não permitir que terceiros façam serviços elétricos;
  • Realizar o aterramento de cercas conforme a norma NBR 5410;
  • Em caso de dúvidas ou emergências, acionar a CEEE Equatorial pelos canais oficiais.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2025 0 Comentários 236 Visualizações
Projetos especiais

CEEE Equatorial adota transformadores sustentáveis em 72 cidades

Por Jonathan da Silva 23/04/2025
Por Jonathan da Silva

Transformadores sustentáveis passaram a ser utilizados desde janeiro de 2024 pela CEEE Equatorial em toda a sua área de concessão, que abrange 72 municípios do Rio Grande do Sul. Com investimento superior a R$ 34,5 milhões, a empresa prevê a instalação de 3 mil desses equipamentos até o final do ano, com o objetivo de aumentar a eficiência energética, reduzir impactos ambientais e evitar trocas frequentes por sobrecarga.

Os novos transformadores utilizam óleo vegetal no lugar do óleo mineral tradicional. O fluido vegetal, além de não ser tóxico, é biodegradável e produzido a partir de fontes renováveis, como grãos e sementes. Os transformadores sustentáveis se destacam pela maior capacidade de carga, resistência ao fogo, maior vida útil e menor impacto ambiental.

De acordo com o gerente de Normas e Qualidade da Equatorial, Jorge Alberto Oliveira Tavares, a estratégia é evitar substituições frequentes. “Nossa estratégia é reduzir o número de trocas de equipamentos queimados por sobrecarga, tendo em vista que o óleo vegetal aumenta a capacidade de carga do transformador”, afirmou Tavares.

Esses transformadores podem ser identificados pela cor verde nos postes, representando o foco na operação sustentável.

Conexão com metas ambientais

Segundo o gerente de Planejamento e Controle Técnico da CEEE Equatorial, Rafael Crochemore, a iniciativa atende a critérios ambientais, sociais e de governança (ESG), e está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. “A CEEE Equatorial já investiu mais de R$ 34,5 milhões com a compra deste equipamento mais moderno, que atende aos critérios ESG, e está alinhado com Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, principalmente os ODS 12 (Consumo e Produção Sustentáveis) e ODS 13 (Ação contra a Mudança Global do Clima)”, destacou Crochemore.

Desde o início da adoção dos transformadores sustentáveis no estado, mais de 3,7 mil unidades foram adquiridas. A instalação dos equipamentos complementa outras iniciativas da empresa, como os programas E+ Reciclagem e de Eficiência Energética, que contribuíram para a redução de mais de 51,3 mil toneladas de CO² na atmosfera em 2024.

Foto: Fernanda Bracht/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/04/2025 0 Comentários 361 Visualizações
Projetos especiais

CCMQ, Fundação Iberê Camargo e MACRS recebem patrocínio da CEEE Equatorial

Por Jonathan da Silva 23/08/2024
Por Jonathan da Silva

A CEEE Equatorial destinou R$ 850 mil para iniciativas desenvolvidas pela Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), Fundação Iberê Camargo e pelo Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MACRS) no mês de agosto. Com o objetivo de fortalecer os equipamentos culturais que são referência no estado e que sofreram impactos da catástrofe climática, os projetos foram viabilizados via incentivo fiscal da Lei Rouanet e pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura (Pró-Cultura RS).

Nossa conexão com os gaúchos se dá muito além do serviço prestado na distribuição de energia elétrica. Temos o compromisso de estar próximos e de fazer a nossa parte neste momento de reconstrução”, afirma a analista de Responsabilidade Social da CEEE Equatorial, Luciana Hoffmann Teixeira.

Um dos projetos patrocinados  é o “Luzes do Futuro”, da CCMQ. O espaço cultural na capital gaúcha receberá um seminário internacional e intervenções artísticas no Jardim Lutzenberger. Além disso, artistas gaúchos afetados pelas enchentes ocuparão espaços expositivos. A visitação estará aberta desde o dia 15 de agosto e segue na casa até dezembro deste ano.

Também no Centro de Porto Alegre, o MACRS sedia seis exposições de artistas gaúchos a partir de seleção realizada pelo Comitê de Acervo e Curadoria da instituição. Com foco em questões ambientais, uma nova edição do Programa de Residência Artística do Instituto Estadual de Artes Visuais (IEAVi) será iniciada. Ademais, um projeto de circulação de exposição e formação em artes visuais passará por alguns municípios do interior e serão realizadas ações com foco educacional nos abrigos temporários.

O Programa Educativo do Iberê também receberá recursos destinados pela CEEE Equatorial. Serão iniciativas em três eixos: mediação, formação e ações expandidas, com expectativa de 100 visitas guiadas e mais de 200 oficinas formativas, incluindo projeto para atendimento a autistas.

Foto: CCMQ/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/08/2024 0 Comentários 385 Visualizações
Política

Deputado Marcus Vinícius entra com representação no Ministério Público contra CEEE Equatorial

Por Marina Klein Telles 25/07/2023
Por Marina Klein Telles

Presidente da Frente Parlamentar da Metade Sul, o deputado estadual Marcus Vinícius de Almeida (Progressistas) acionou o Ministério Público por meio de uma representação contra a atuação do grupo CEEE Equatorial, solicitando a retomada imediata da operação de fornecimento de energia elétrica. Segundo o deputado, essa iniciativa visa garantir o restabelecimento ágil do fornecimento de energia elétrica na região sul do Estado após a passagem do segundo ciclone extratropical entre os dias 11 e 13 de julho.

Marcus Vinícius explicou a motivação do envio da representação, que foi enviada à instituição na segunda-feira (24), assinada e corroborada por outros parlamentares. “É surreal o que os moradores estão passando. A Equatorial assumiu a CEEE com condições periclitantes, carregada de dívidas, problemas estruturais e operacionais, sim. E eu entendo que a sociedade deu um prazo, um justo prazo, para a empresa minimamente se estabilizar. No entanto, nada mais, agora, justifica a incapacidade de resposta e letargia do Grupo”, salienta.

No texto, o parlamentar requer que o Ministério Público abra procedimento de apuração em cada uma das promotorias nas comarcas de atuação da Equatorial para analisar os casos isoladamente. Além disso, solicita o serviço de apoio operacional para acompanhar in loco a manutenção e reparo do serviço de energia.

O parlamentar destaca que a empresa precisa manter um constante diálogo com as prefeituras. “Sou um municipalista convicto. Ninguém compreende melhor os anseios das comunidades e da região do que os prefeitos. Precisam se estabelecer prioridades, e as administrações municipais sabem o caminho”, disse. Segundo o parlamentar, é inaceitável que famílias fiquem mais de dez dias sem energia elétrica. “Isso não pode ser tolerado. É um erro administrativo. O Estado, como regulador da concessão, precisa tomar medidas, inclusive com sanções”, destacou.

Foto: Paulo Garcia/divulgação | Fonte: Assessoria
25/07/2023 0 Comentários 374 Visualizações

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