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carne suína

Business

Exportações de carne suína batem recorde histórico em setembro

Por Ester Ellwanger 06/10/2021
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 112,2 mil toneladas em setembro, recorde histórico nas exportações mensais do setor. A informação é da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é 29,7% maior que o embarcado no mesmo período de 2020, com 86,5 mil toneladas, e supera a antiga marca mensal histórica alcançada pelo setor em março deste ano, de 109,2 mil toneladas. Em receita, as vendas de setembro geraram saldo de US$ 255,8 milhões, número 35,6% maior que o resultado alcançado no nono mês de 2020, com US$ 188,5 milhões.

No acumulado do ano (janeiro a setembro), as exportações brasileiras de carne suína alcançaram 868,8 mil toneladas, volume 13,58% superior às 764,9 mil toneladas embarcadas em 2020. No mesmo período, as exportações de carne suína geraram receita de US$ 2,061 bilhões, desempenho 22,9% maior em relação ao US$ 1,677 bilhão registrado no ano passado.

“O desempenho mensal histórico nas exportações de carne suína reforça as projeções da ABPA de um ano com recordes acumulados em volume e receita cambial para a suinocultura do Brasil. O quadro de demanda internacional segue favorável, reduzindo a pressão enfrentada pelo setor produtivo com os custos de produção elevados”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

A China segue como principal destino das exportações da carne suína do Brasil, com 53,4 mil toneladas em setembro, volume 22% superior ao registrado no mesmo período de 2020. Em seguida estão Hong Kong, com 15,7 mil toneladas (+60,9%) e Chile, com 4,8 mil toneladas (+24,5%).

“Outros mercados da Ásia e América do Sul também ampliaram as importações, incluindo Filipinas, Argentina, Japão e outros, contribuindo para que o setor superasse a marca de US$ 2 bilhões em exportações em apenas nove meses”, completa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Foto: Manoel Petry/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2021 0 Comentários 430 Visualizações
Variedades

Exportações de carne suína alcançam 102,7 mil toneladas em julho

Por Stephany Foscarini 06/08/2021
Por Stephany Foscarini

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 102,7 mil toneladas em julho. O volume supera em 2,2% o desempenho registrado no mesmo período de 2020, quando foram embarcadas 100,4 mil toneladas. A receita totalizou US$ 246,4 milhões, resultado 21,3% superior aos US$ 203,1 milhões alcançados em julho do ano passado. As informações são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

No acumulado do ano, as exportações de carne suína alcançaram 665,4 mil toneladas. Uma alta de 14,76% na comparação com as 579,8 mil toneladas vendidas no mesmo período de 2020. Com isso, a receita no período chegou a US$ 1,596 bilhão. O número é 24,8% maior que o registrado entre janeiro e julho do ano passado — com US$ 1,279 bilhão.

Entre os principais destinos das exportações, a China importou 348,4 mil toneladas nos sete primeiros meses de 2021, número 23,5% acima do embarcado em 2020 no mesmo período. Outro destaque é o Chile, com importações de 37,7 mil toneladas (+80,3% no mesmo período), além do Uruguai, com 25 mil toneladas (+8,6%), Angola, com 18,2 mil toneladas (+4%), Argentina, com 16,2 mil toneladas (+85,2%) e Filipinas, com 13,5 mil toneladas (+197%).

“O expressivo aumento da receita das exportações sinalizam, entre outros pontos, o repasse das fortes altas dos custos de produção que alcançam o mercado internacional, assim como no mercado doméstico. O quadro sanitário da Ásia segue pressionando a demanda dos países da região por proteína animal de outras nações, incluindo o Brasil. Ao mesmo tempo, os países da América do Sul têm buscado apoio em nosso setor produtivo para complementar a sua oferta interna, favorecendo a expectativa de um fechamento de ano em patamares de exportação novamente acima de 1 milhão de toneladas”, analisa Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Rio Grande do Sul

Segundo a ABPA, o volume de carne suína embarcado pelo Estado no mês de julho ficou em 25,87 mil toneladas. O resultado representa uma leve queda de 4,45% na comparação com o mesmo período de 2020, quando foram exportadas 27,07 mil toneladas. Mesmo assim, houve aumento na receita. O valor total das vendas ao exterior alcançou os US$ 63,75 milhões, o que significa uma alta de 9,24% na comparação com os US$ 58,30 milhões alcançados em julho do ano passado.

Entre janeiro e julho, os dados também são positivos. O Rio Grande do Sul embarcou 179,54 mil toneladas. O desempenho é 22,7% superior ao registrado no mesmo período de 2020, quando foram exportadas 146,33 mil toneladas. A receita cresceu 25,18%, passando de US$ 356,78 milhões nos sete primeiros meses de 2020 para US$ 446,63 milhões nos primeiros sete meses de 2021.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2021 0 Comentários 576 Visualizações
Business

ABPA promove campanha de imagem na Coreia do Sul

Por Milena Costa 29/06/2021
Por Milena Costa

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) — em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e a Embaixada Brasileira em Seul — iniciará nesta terça-feira (29) uma campanha de imagem focada no mercado consumidor da Coreia do Sul. O Embaixador do Brasil na Coreia do Sul, Luís Henrique Sobreira Lopes e o Adido Agrícola, Gutemberg Barone, participarão da cerimônia de lançamento.

O objetivo é exaltar os atributos da carne de frango e da carne suína do Brasil — como a qualidade dos produtos e o status sanitário da produção brasileira. A campanha contará com 362 telas de mobiliário urbano, instalados nas movimentadas estações de metrô e terminais de ônibus da capital sul-coreana. Para isso, foram escolhidos 17 locais estratégicos de Seul, como a famosa Gangnam Station — bairro conhecido pelo clipe viral Gangnam Style, de Psy. A ação deverá durar cerca de 1 mês.

A campanha da ABPA acontece pouco após o reconhecimento dos estados do Rio Grande do Sul e Paraná — respectivamente, segundo e terceiro principais produtores de carne suína do Brasil — como áreas livres de aftosa sem vacinação. O status obtido junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) reforça a qualidade e a sanidade do produto brasileiro exportado, especialmente para alguns mercados de alto valor, como é o caso da Coreia do Sul.

A Coreia do Sul é, atualmente, o quarto principal importador mundial de carne suína, com 570 mil toneladas, equivalente a cerca de US$ 1,38 bilhão ao longo de 2020 — atrás apenas de China, Japão e México. O Brasil ainda possui uma baixa participação no mercado, cerca de 5 mil toneladas exportadas no mesmo período. Hoje, somente Santa Catarina embarca produtos para as gôndolas coreanas, situação que pode ser incrementada com a possível entrada de exportadores gaúchos e paranaenses neste mercado.

“O reconhecimento do país para a certificação da OIE tem potencial de elevar nossa capacidade de fornecimento para estes mercados, gerando oportunidades novas e valiosas para os exportadores brasileiros”

“É preciso ainda um certo tempo até o reconhecimento da Coreia do Sul sobre este status, mas o reconhecimento do país para a certificação da OIE tem potencial de elevar nossa capacidade de fornecimento para estes mercados, gerando oportunidades novas e valiosas para os exportadores brasileiros. A ação de imagem ocorre neste contexto, em que reforçamos à comunidade Sul-Coreana nossas intenções em fornecer ao país produtos seguros e de alta qualidade”, ressalta Ricardo Santin, presidente da ABPA.

O Brasil é o maior fornecedor de carne de frango para a Coreia do Sul, em números bastante representativos. Cerca de 80% da carne de frango importadas pelo país é proveniente do Brasil. Ao todo, foram embarcadas para lá 127,4 mil toneladas de produtos avícolas brasileiros em 2020, gerando receita de US$ 196,6 milhões. O país é o 8° entre os maiores importadores de carne de frango do Brasil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

29/06/2021 0 Comentários 606 Visualizações
Business

Exportações de carne suína do RS e PR podem crescer até 35%

Por Milena Costa 28/05/2021
Por Milena Costa

O reconhecimento do Paraná e do Rio Grande do Sul pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) entre as novas áreas classificadas como livre de aftosa sem vacinação deverá abrir novas oportunidades para os exportadores de carne suína do Brasil, avalia a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O anúncio das novas áreas foi feito hoje, em encontro da organização com sede em Paris (França).

Exportadores paranaenses e gaúchos do setor podem aumentar suas vendas acima de 10% ainda este ano, podendo alcançar até 35% em 2022, quando comparado aos volumes embarcados em 2020. “Isto, com a possibilidade de embarques de carne suína com osso e miúdos para o mercado chinês – atual principal importador dos produtos brasileiros”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Para efeito comparativo, no caso do Rio Grande do Sul, há potencial para alcançar até 293 mil toneladas neste ano, gerando receita de aproximadamente US$ 715 milhões — 86 milhões a mais que em 2020. Em 2022, as vendas gaúchas poderão alcançar 350 mil toneladas, com uma receita cambial estimada de US$ 850 milhões. Como referência, em 2020. os embarques totais do estado alcançaram 261 mil toneladas com uma receita de US$ 629 milhões.

No caso do Paraná, existe potencial para que o estado exporte aproximadamente 145 mil toneladas em 2021, um acréscimo de mais de 5% em relação ao ano de 2020 — com receita estimada em US$ 332 milhões. Para 2022, previsões indicam que poderão ser exportadas 165 mil toneladas com uma receita cambial de US$ 377 milhões

Juntos, Paraná e Rio Grande do Sul poderão ter receita cambial superior a US$ 1,2 bilhões em 2022, muito acima dos US$ 820 milhões auferidos em 2020.

“Estes estados terão possibilidade de acesso aos mercados mais exigentes do mundo, como é o caso do Japão, EUA, Coreia do Sul, Chile e Filipinas, e este reconhecimento reforça ainda mais a excelência dos serviços sanitários brasileiros, seja federal, estadual ou municipal”, ressalta o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Paraná e Rio Grande do Sul se somam aos estados do Acre e Rondônia e de parte do Amazonas e de Mato Grosso, que estão entre as novas áreas reconhecidas. Até então, apenas Santa Catarina era detentora deste status desde 2007.

Fonte: Assessoria
28/05/2021 0 Comentários 505 Visualizações
Business

Exportações de carne suína crescem 35,1% em abril

Por Caren Souza 12/05/2021
Por Caren Souza

As exportações brasileiras de carne suína (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 98,3 mil toneladas em abril, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O saldo supera em 35,1% os embarques realizados no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 71,8 mil toneladas. O resultado das exportações de abril chegou a US$ 232,3 milhões. O número é 40,6% superior ao registrado no mesmo período de 2020, quando o valor atingiu US$ 165,2 milhões.

No acumulado do ano, as exportações de carne suína alcançaram 351,8 mil toneladas. O volume é 25,29% maior em relação ao primeiro quadrimestre de 2020, quando foram exportadas 280,8 mil toneladas. De janeiro a abril, a receita acumulada chegou a US$ 826,4 milhões, valor 27,1% superior ao efetivado nos primeiros quatro meses do ano passado (US$ 650,3 milhões).

Na análise por país, a China, carro-chefe das exportações brasileiras, importou 51,5 mil toneladas em abril (+50,5% em relação ao mesmo período de 2020). Outros destaques foram Hong Kong, com 14,6 mil toneladas (+4,9%); Chile, com 5,4 mil toneladas (+130,9%); Angola, com 3,4 mil toneladas (+3,8%); Filipinas, com 2,4 mil toneladas (+623,4%); e Argentina, com 2,2 mil toneladas (+84,3%).

Também em abril, Santa Catarina, principal estado exportador, embarcou 50,1 mil toneladas (+41,73% em relação ao mesmo período de 2020). Em seguida vieram Rio Grande do Sul, com 26,3 mil toneladas (+45,33%), e Paraná, com 12,4 mil toneladas (+11,34%).

“Além das expressivas vendas para o mercado chinês, temos observado o aumento das exportações para outras regiões do planeta, incluindo mercados vizinhos ao Brasil. Em meio à forte pressão gerada pelos custos internos de produção, o bom desempenho destas exportações diminuem perdas e melhoram o quadro para as indústrias que atuam no mercado internacional”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Sobre a ABPA

A ABPA é a representação político-institucional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Congrega mais de 140 empresas e entidades dos vários elos dos dois setores, responsáveis por uma pauta exportadora superior a US$ 8 bilhões. Sob a tutela da ABPA, está a gestão, em parceria com a Apex-Brasil, das quatro marcas setoriais das exportações brasileiras de aves, ovos e suínos: Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Pork.

Por meio de suas marcas setoriais, a ABPA promove ações especiais em mercados-alvo e divulga os diferenciais dos produtos avícolas e suinícolas do Brasil — como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção — e fomenta novos negócios para a cadeia exportadora de ovos, de material genético, de carne de frangos e de suínos.

Fonte: Assessoria
12/05/2021 0 Comentários 574 Visualizações
carne suína
Business

Exportações gaúchas de carne suína cresceram mais de 50%

Por Eduarda Ferreira 21/01/2021
Por Eduarda Ferreira

O volume de carne suína exportada pelo Rio Grande do Sul cresceu 54,41% em 2020 na comparação com o ano anterior, conforme a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Assim, passou de 169,23 mil toneladas para 261,32 mil toneladas. Na receita, a alta foi de 52,37%. Dessa forma, foram negociados US$ 629,29 milhões no ano passado contra US$ 412,99 milhões em 2019.

De acordo com a , os embarques de carne de frango também aumentaram no acumulado do ano no Estado: 15,82%. Assim, em 2020 foram exportadas 678,53 mil toneladas, enquanto em 2019 o total foi de 585,85 mil toneladas. As vendas totalizaram US$ 920,93 milhões no ano passado, superando em 0,95% o valor de 2019 — quando foram registrados US$ 912,27 milhões.

Embarques de dezembro de 2020

No último mês do ano, o Rio Grande do Sul exportou 22,13 mil toneladas de carne suína. Assim, o número significa uma alta de 22,04% na comparação com o mesmo mês de 2019, quando foram embarcadas 18,13 mil toneladas. As vendas somaram US$ 51,81 milhões em dezembro, o que representa uma leve queda de 1,31% se comparado ao valor do mesmo período do ano anterior (US$ 52,49 milhões).

Já as vendas internacionais de carne de frango caíram 6,84% em volume, passando de 65,05 mil toneladas para 60,60 mil toneladas. A receita também recuou 14,89%. Além disso, foram negociados US$ 101,13 milhões em dezembro de 2019 contra US$ 86,08 milhões em dezembro de 2020.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
21/01/2021 0 Comentários 700 Visualizações
Exportações
Business

Exportações de carne suína acumulam alta de 40,4% em 2020

Por Gabrielle Pacheco 10/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) acumulam em 2020 alta de 40,4%, com 853,4 mil toneladas, de acordo com levantamentos feitos pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em comparação, nos 10 primeiros meses de 2019, o volume exportado foi de 607,7 mil toneladas.

Assim, em receita a alta acumulada no ano chega a 48,5%, com US$ 1,876 bilhão em 2020, contra US$ 1,264 bilhão nos 10 primeiros meses do ano anterior. Considerando apenas o mês de outubro, as vendas de carne suína brasileira para o exterior chegaram a 88,5 mil toneladas, número 21,5% superior ao registrado no mesmo período de 2019, com 72,8 mil toneladas.

Além disso, a receita em dólar dos embarques do mês chegou a US$ 199,4 milhões, resultado 24,5% superior em relação ao mesmo período comparativo, com US$ 160,1 milhões em outubro de 2019.Entre os cinco maiores importadores da carne suína, a China segue como principal destaque, com 423,2 mil toneladas embarcadas nos dez primeiros meses de 2020, volume 123% maior em relação ao mesmo período em 2019.

Assim, no período comparativo, Hong Kong importou 143,1 mil toneladas (+10%). Singapura e Vietnã foram destinos de, respectivamente, 45,5 mil toneladas (+57%) e 36,9 mil toneladas (+222%). Chile, no quinto posto, importou 33,5 mil toneladas (-10%).“As vendas para a Ásia seguem sustentadas, especialmente para os destinos impactados por crises sanitárias de Peste Suína Africana.

Por fim, a tendência é de continuidade deste quadro, apontando para projeções totais de 1 milhão de toneladas embarcadas pelo Brasil nos 12 meses deste ano”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA. Considerando as exportações por estado, Santa Catarina se mantém como principal exportador do setor, com 435,7 mil toneladas entre janeiro e outubro, número 51,6% superior em relação à 2019. Em segundo lugar, o Rio Grande do Sul exportou 215,6 mil toneladas no mesmo período (+25,5%). No terceiro posto, o Paraná embarcou 117,4 mil toneladas nos 10 primeiros meses do ano (+13,9%).

Receita de exportações gaúchas cresce 60% em 2020

A receita das exportações do Rio Grande do Sul cresceu 60,63% no acumulado do ano, em comparação ao mesmo período de 2019, chegando a US$ 518,73 milhões. Em outubro, o crescimento foi de 6,48%. O estado representa uma fatia de 27,77% do faturamento nacional e permanece na segunda colocação – atrás apenas de Santa Catarina.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/11/2020 0 Comentários 555 Visualizações
Business

Exportações de carne suína alcançam 100 mil toneladas em julho

Por Gabrielle Pacheco 11/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 100,4 mil toneladas em julho, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O saldo supera em 47,9% as vendas realizadas no mesmo período de 2019, com 67,9 mil toneladas.

Em receita, o saldo total de julho chegou a US$ 203,1 milhões, número 37,3% superior ao registrado em julho do ano passado, com US$ 147,9 milhões.

No acumulado do ano, as vendas do setor cresceram 38,78%, com 579,9 mil toneladas exportadas entre janeiro e julho deste ano, contra 417,8 mil toneladas exportadas no mesmo período de 2019. Em receita cambial, a alta chega a 49,9%, com US$ 1,279 bilhão, contra US$ 853,5 milhões nos sete primeiros meses do ano passado.

As vendas para os países asiáticos seguem impulsionando os embarques do setor. A alta das vendas para a região chega a 82,9% na comparação entre janeiro e julho deste ano e o mesmo período de 2019, com 456 mil toneladas exportadas neste ano (equivalente a 78,6% do total exportado pelo setor).

Apenas para a China foram 282,1 mil toneladas, número 143% superior ao efetivado no mesmo período de 2019. Hong Kong, com 107,7 mil toneladas (+17%), Cingapura, com 32,9 mil toneladas (+49%) e Vietnã, com 16,9 mil toneladas (+90%) também se destacam entre os principais importadores.

“Este é um comportamento consistente no mercado asiático, que deve perdurar ao longo dos próximos meses. As lacunas deixadas pela Peste Suína Africana nos países asiáticos ainda impactam a demanda local por produtos importados, e o Brasil está consolidado como um fornecedor confiável para a região”, analisa Francisco Turra, presidente da ABPA.

CARNE DE FRANGO

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 364,6 mil toneladas em julho, volume 5,7% menor em relação ao saldo registrado no mesmo mês de 2019, com 386,9 mil toneladas.

No mesmo período, a receita cambial das exportações alcançou US$ 498,2 milhões, número 25% menor em relação ao registrado em julho de 2019, com US$ 664,1 milhões.

“O volume exportado em julho deste ano foi acima da média efetivada em 2019, de 351 mil toneladas mensais. O comportamento mensal das exportações deste ano indica que a alta acumulada deverá se manter, com fechamento positivo para 2020”, analisa Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA.

Já no acumulado do ano (janeiro-julho), o setor mantém alta positiva de 0,5%, com 2,471 milhões de toneladas exportadas em 2020, contra 2,458 milhões de toneladas em 2019. O resultado em receita chegou a US$ 3,642 bilhões, número 11,4% menor em relação ao mesmo período comparativo do ano passado, com US$ 4,112 bilhões.

Assim como no setor de suínos, os embarques para a Ásia dão impulso dos negócios do setor. Ao todo, foram exportadas 988,3 mil toneladas para a região entre janeiro e julho, número 12,7% superior ao realizado no mesmo período de 2019, com 876,8 mil toneladas. Deste total, a China foi destino de 406,8 mil toneladas (+29%). Cingapura, com 79,8 mil toneladas (+45%), Filipinas, com 50,3 mil toneladas (+64%) e Vietnã, com 25,5 mil toneladas (+88%) foram os destaques.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/08/2020 0 Comentários 472 Visualizações
Variedades

Exportações brasileiras de carne suína crescem 50,4% em junho

Por Gabrielle Pacheco 08/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

As exportações brasileiras de carne suína totalizaram 96,1 mil toneladas em junho. A informação é da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 50,4% o volume embarcado no sexto mês de 2019, com total de 63,9 mil toneladas.

Em receita, o desempenho mensal registrou alta de 43,4%, com US$ 198 milhões de saldo registrado em junho deste ano, frente a US$ 138,1 milhões em 2019.

No acumulado do ano, as vendas de carne suína seguem 37,01% maior este ano, em comparação com 2019.  Foram 479,4 mil toneladas entre janeiro e junho de 2020, contra 349,9 mil toneladas exportadas nos seis primeiros meses do ano passado.

Em receita, houve elevação de 52,5% no mesmo período comparativo, com US$ 1,076 bilhão este ano e US$ 705,6 milhões em 2019.

Carro-chefe das exportações brasileiras, as vendas para a Ásia chegaram a 374,5 mil toneladas no primeiro semestre deste ano, saldo 83,1% superior ao registrado em 2019.  A China, maior importadora de carne suína do Brasil, foi destino de 230,7 mil toneladas no período (+150,2%).  Hong Kong, no segundo posto, importou 18,6% a mais, com 92,9 mil toneladas. Outro mercado de destaque foi Singapura, com 27,8 mil toneladas (+51,6%).

“Os impactos gerados na Ásia pela Peste Suína Africana desde 2018 continuam a ditar o ritmo das importações da região.  O Brasil mantém sua posição como parceiro pela segurança alimentar da China e das demais nações que impulsionaram suas compras neste ano’, destaca Francisco Turra, presidente da ABPA.

Exportações de carne de frango

As exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 341,9 mil toneladas em junho, volume 12,4% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, com total de 390,5 mil toneladas.

Em receita, o saldo de exportações chegou a US$ 446,5 milhões em junho, número 30,95% menor em relação ao registrado no mesmo período de 2019, com US$ 646,2 milhões.

No acumulado do ano, as vendas do setor se mantiveram positiva em 1,7%, com 2,106 milhões de toneladas embarcadas entre janeiro e junho deste ano, contra 2,072 milhões de toneladas em 2019.

No mesmo período, as vendas para o mercado externo geraram receita de US$ 3,144 bilhões, número 8,8% menor em relação ao saldo do primeiro semestre de 2019, com US$ 3,448 bilhões.

Como no setor de suínos, o mercado asiático foi o principal destino das exportações brasileiras – chegaram a importar 837,3 mil toneladas no primeiro semestre, número 15% maior que o efetivado no mesmo período de 2019. Principal destino, as vendas para o mercado chinês seguem positivas, com alta de 32% e embarques de 346,3 mil toneladas entre janeiro e junho de 2020.  Singapura, com 67,6 mil toneladas (+49%), Filipinas, com 43,8 mil toneladas (+72%) e Vietnã, com 19,8 mil toneladas (+73%) foram os destaques nas vendas para a região neste ano.

 “Houve também fortalecimento nas vendas para nações da África, como Egito, Líbia e Angola, além de nações árabes como Kuwait, Iêmen e Catar, que deram sustentabilidade aos embarques do setor no ano em médias mensais superiores às realizadas no primeiro semestre de 2019”, avalia Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2020 0 Comentários 543 Visualizações
Business

Receita de exportações de carne suína cresce 54,6% em fevereiro

Por Gabrielle Pacheco 04/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 67,4 mil toneladas em fevereiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é recorde para o mês e supera em 24,7% o volume embarcado no mesmo período de 2019, quando foram exportadas 54,1 mil toneladas.

A receita mensal das exportações chegou a US$ 154,9 milhões, cifra 54,6% maior em relação ao resultado obtido no segundo mês de 2019, com US$ 100,2 milhões.

“O preço médio das exportações segue elevado, pressionado pela forte demanda asiática por proteína animal.”

No acumulado do ano, as exportações de carne suína chegaram a 135,9 mil toneladas, volume 32,4% maior em relação ao alcançado no primeiro bimestre de 2019, com total de 102,6 mil toneladas. As vendas do período geraram receita de US$ 319,1 milhões, saldo 66,2% superior ao registrado nos dois primeiros meses de 2019, com US$ 192 milhões.

“O preço médio das exportações segue elevado, pressionado pela forte demanda asiática por proteína animal. Os impactos das ocorrências de Peste Suína Africana no rebanho de mercados como China e Vietnã mantiveram o fluxo dos embarques elevados, em níveis atípicos para o período”, aponta Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA.

Principal destino das exportações, a China incrementou suas compras em 161% na comparação com o mesmo período do ano passado, com total de 31 mil toneladas exportadas em fevereiro.

“As questões pontuais de logística decorrentes das ações de controle ao Covid-19 não geraram impactos significativos no saldo final das exportações brasileiras.”

“As questões pontuais de logística decorrentes das ações de controle ao Covid-19 não geraram impactos significativos no saldo final das exportações brasileiras. Ajustes logísticos garantiram o desembaraço das cargas no mercado chinês. O governo chinês prioriza o trânsito de alimentos”, analisa Francisco Turra, presidente da associação.

O Japão também elevou suas compras de carne suína do Brasil, com total de 678 toneladas em fevereiro, número 239% maior que o embarcado em fevereiro de 2019.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
04/03/2020 0 Comentários 442 Visualizações
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Especial | ACI promove exposição fotográfica histórica em comemoração aos 99 anos de NH

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