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carne de frango

Business

Exportações de carne de frango crescem 19,7% em janeiro

Por Ester Ellwanger 08/02/2022
Por Ester Ellwanger

Levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostra que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 349,1 mil toneladas, volume que supera em 19,7% os embarques realizados no mesmo período do ano passado, com 291,6 mil toneladas.

O resultado das vendas de carne de frango no primeiro mês deste ano chegou a US$ 616,9 milhões, número 42% superior ao registrado em janeiro de 2021, com US$ 434,4 milhões.

Conforme avaliação do presidente da ABPA, Ricardo Santin, o mercado internacional de produtos avícolas têm enfrentado a forte pressão da alta dos custos dos insumos, o que é refletido nos preços mais elevados.

“A elevação dos preços da proteína é um fenômeno global. O preço médio das exportações brasileiras neste mês foi 18,6% superior, o que ajudou a diminuir a forte pressão gerada pelos custos do milho e da soja, além de outros insumos que encareceram no mercado brasileiro. O ponto positivo é que, mesmo diante do preço mais caro, a carne de frango brasileira segue fortemente demandada graças a atributos como a qualidade dos produtos e o fato do Brasil ser o único grande exportador livre de Influenza Aviária”, detalha Santin.

 

Principais mercados

A China, maior importadora da carne de frango do Brasil, incrementou suas compras em 4,6%, com 48,3 mil toneladas em janeiro. O grande destaque, entretanto, é o segundo principal importador, posto assumido pelos Emirados Árabes Unidos que, em janeiro, importou 42,8 mil toneladas, número 96,6% maior do que o registrado no primeiro mês do ano passado.

Outro mercado que aumentou as importações é a União Europeia 53,5%, com 18,1 mil toneladas. Também foram destaques as Filipinas, com 11,4 mil toneladas (+339,4%), Coreia do Sul, com 10 mil toneladas (+94%) e Rússia, com 9,2% (100%).

Carne de frango

“A questão sanitária também está ditando o comportamento do mercado internacional para o Brasil. Países da Europa, Ásia e África vem enfrentando focos da enfermidade e há uma situação crítica instalada, em especial, em nações da União Europeia. Neste quadro, o fato de nunca termos registrado Influenza Aviária no país tem sido um diferencial competitivo, reforçando a posição brasileira como porto seguro para a demanda mundial de carne de frango”, avalia Luís Rua, diretor de Mercados da ABPA.

 

Rio Grande do Sul

O Estado acompanhou a tendência nacional e registrou crescimento tanto em volume quanto em receita nas exportações de aves em janeiro de 2022.

Os embarques gaúchos alcançaram 51,59 mil toneladas, alta de 16,88% em relação ao volume exportado no mesmo período do ano anterior, que registrou 44,14 mil toneladas. O saldo em dólares das exportações somou US$ 88,87 milhões. O número é 33,09% superior ao obtido no primeiro mês do ano passado, quando o resultado foi de US$ 66,77 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

08/02/2022 0 Comentários 507 Visualizações
Business

ABPA projeta desempenho positivo para a avicultura e a suinocultura em 2021 e 2022

Por Stephany Foscarini 16/12/2021
Por Stephany Foscarini

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) projeta novos recordes de produção, exportações e consumo para a avicultura e a suinocultura do Brasil para 2021 e 2022. Os números foram divulgados em coletiva online de imprensa realizada hoje.

Com relação à carne de frango, a produção deverá alcançar neste ano até 14,350 milhões de toneladas, número 3,5% superior ao registrado no ano passado, com 13,850 milhões de toneladas. Já o volume projetado para 2022 poderá chegar até 14,900 milhões de toneladas, volume 4% maior em relação a 2021.

Em exportações, as projeções apontam para embarques totais neste ano de até 4,580 milhões de toneladas, número 8% superior ao alcançado em 2020, com 4,231 milhões de toneladas. Em 2022, as vendas internacionais poderão chegar a 4,750 milhões de toneladas, volume que supera em 5% as exportações projetadas para 2021.

Com relação ao consumo per capita, o índice deverá alcançar este ano 46 quilos per capita, número 2% maior que o consumo registrado em 2020, com 45,27 quilos. Já em 2022, o consumo per capita projetado alcança 48 quilos, número 4% maior que o esperado para 2021. Tanto a produção quanto às exportações projetadas para 2021 e 2022 são recordes históricos.

Carne suína

A produção deverá alcançar neste ano até 4,700 milhões de toneladas, número 6% superior ao registrado no ano passado, com 4,436 milhões de toneladas. Já o volume projetado para 2022 poderá chegar até 4,850 milhões de toneladas, volume 4% maior em relação a 2021.

Em exportações, as projeções apontam para embarques totais neste ano de até 1,130 milhão de toneladas, número 10,5% superior ao alcançado em 2020, com 1,024 milhão de toneladas. Em 2022, as vendas internacionais poderão chegar a 1,200 milhão de toneladas, volume que supera em 7,5% as exportações projetadas para 2021.

Com relação ao consumo per capita, o índice deverá alcançar este ano 16,80 quilos per capita, número 5% maior que o consumo registrado em 2020, com 16,06 quilos. Já em 2022, o consumo per capita projetado alcança 17,30 quilos, número 3% maior que o esperado para 2021. Tanto a produção quanto às exportações e o consumo per capita projetados para 2021 e 2022 são recordes históricos.

Ovos

A produção deverá alcançar neste ano até 54,503 bilhões de unidades, número 1,8% superior ao registrado no ano passado, com 53,533 bilhões de unidades. Já o volume projetado para 2022 poderá chegar até 56,200 bilhões de toneladas, volume 3% maior em relação a 2021.

Com relação ao consumo per capita, o índice deverá alcançar este ano 255 unidades capita, número 1,55% maior que o consumo registrado em 2020, com 251 unidades. Já em 2022, o consumo per capita projetado alcança 262 unidades, número 2,5% maior que o esperado para 2021.

Em exportações, as projeções apontam para embarques totais neste ano de 9,550 mil toneladas, número 52,9% superior ao alcançado em 2020, com 6,250 mil toneladas. Em 2022, as vendas internacionais poderão chegar a 10,200 mil toneladas, volume que supera em 6,5% as exportações projetadas para 2021. Tanto a produção quanto o consumo per capita projetados para 2021 e 2022 são recordes históricos.

Fatos relevantes

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o mercado interno foi influenciado pelos programas de auxílio à renda disponibilizados pelo Governo Federal em 2021, e que devem ser renovados agora com o Auxílio Brasil, além da retomada da economia.

A avaliação do comportamento do consumo em 2021 ao longo dos meses mostra o impacto destes programas de apoio para o acesso da população às proteínas de aves, suínos e ovos. Este é um dos fatores que deve manter os níveis de consumo no próximo ano”.

“A avaliação do comportamento do consumo em 2021 ao longo dos meses mostra o impacto destes programas de apoio para o acesso da população às proteínas de aves, suínos e ovos. Este é um dos fatores que deve manter os níveis de consumo no próximo ano”, avalia Santin. No mercado internacional, diversos mercados devem influenciar o comportamento positivo das exportações brasileiras.

No caso da carne suína, a demanda chinesa deverá ser renovada pela estabilização da produção interna que, conforme dados coletados junto a organizações internacionais de monitoramento de mercado, deve seguir aquém da demanda interna. Ao mesmo tempo, a abertura de uma cota de 100 mil toneladas para a Rússia, além da demanda de outros mercados — como o Vietnã e nações da América do Sul — serão primordiais para a sustentação das exportações. Neste contexto, o quadro global de focos de Peste Suína Africana deve continuar a impactar a demanda internacional pela proteína, assim como as exportações de algumas nações concorrentes.

Já para carne de frango, a situação sanitária internacional — com os impactos dos focos de Influenza Aviária no fluxo global de exportações — devem favorecer a posição brasileira como líder mundial das exportações do setor. Vale lembrar que o Brasil nunca registrou Influenza Aviária em seu território.

Com relação aos custos de produção, há expectativa de estabilidade em relação aos preços do milho e da soja (que representam mais 70% dos custos), somados ao aumento de outros insumos que compõem o preço da carne de frango, de suínos e ovos, como o diesel, plásticos e outros.

Os indicadores de custos não apontam para quedas no curto prazo. Os preços internacionais do setor e para o consumidor interno não sinalizam queda em 2022″.

“Os indicadores de custos não apontam para quedas no curto prazo. Os preços internacionais do setor e para o consumidor interno não sinalizam queda em 2022. Ainda assim, o consumo dos produtos deve seguir elevado, o que mostra a importância da manutenção de medidas para controle deste quadro de custos, como a desoneração da Folha de Pagamento e a liberação da importação de insumos de regiões extra-Mercosul. A resiliência da avicultura e da suinocultura foi fundamental para a manutenção da segurança alimentar do Brasil e das nações importadoras das nossas proteínas”, avalia Santin.

Foto: Manoel Petry/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2021 0 Comentários 925 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 24,2% em outubro

Por Ester Ellwanger 10/11/2021
Por Ester Ellwanger

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 397,1 mil toneladas em outubro, número que supera em 24,2% o desempenho registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 319,7 mil toneladas.

Em receita, as vendas de carne de frango para o mercado internacional alcançaram saldo de US$ 715,2 milhões, desempenho 60,1% superior ao alcançado em outubro de 2020, com US$ 446,8 milhões.

No acumulado do ano (janeiro a outubro), as exportações de carne de frango alcançaram 3,864 milhões de toneladas, volume 10,45% maior que as 3,498 milhões de toneladas embarcadas no mesmo período do ano passado.

Em receita, as exportações de carne de frango somaram US$ 6,339 bilhões, saldo 25,1% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 5,066 bilhões.

“Houve crescimento generalizado nos diversos destinos de exportações da carne de frango do Brasil em outubro, mantendo as projeções positivas previstas pela Abpa para o ano de 2021. Ao mesmo tempo, a significativa alta na receita das exportações tem equilibrado os impactos das elevações dos custos de produção acumulados desde o ano passado”, avalia o presidente da Abpa, Ricardo Santin.

 

Principais mercados

Líder entre os principais importadores de carne de frango do Brasil, a China foi destino de 51,2 mil toneladas em outubro, volume 2,5% superior ao registrado no décimo mês de 2020. Outros destaques foram Japão, com 47,2 mil toneladas (+60,4%), Emirados Árabes Unidos, com 43,6 mil toneladas (+108,1%), África do Sul, com 23,6 mil toneladas (+1,3%), e União Europeia, com 19,7 mil toneladas (+49,6%).

“Com média histórica recorde, acima das 400 mil toneladas mensais, o segundo semestre deste ano deve seguir em sólido ritmo de embarques, especialmente em um momento no qual, historicamente, regiões do Hemisfério Norte apresentam focos de Influenza Aviária, enfermidade da qual o Brasil é livre”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua.

 

Rio Grande do Sul

As exportações gaúchas de carne de frango mantiveram o patamar de crescimento em outubro. O volume foi 13,52% superior, passando de 54,63 mil toneladas em 2020 para 62,02 mil toneladas em 2021. A receita dos embarques do décimo mês de 2021 alcançou US$ 108,16 milhões, aumento maior que a metade, 51,72% a mais que o registrado no mesmo período do ano passado (US$ 71,29 milhões).

Nos dez primeiros meses deste ano foram embarcadas 590,12 mil toneladas, contra 559,83 mil toneladas no mesmo período de 2020. Alta de 5,41%. O saldo em dólares das exportações chegou a US$ 977,55 milhões entre janeiro e outubro. O número é 28,87% superior ao obtido no mesmo período do último ano, que teve saldo de US$ 758,55 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/11/2021 0 Comentários 709 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 21,3% em setembro

Por Stephany Foscarini 06/10/2021
Por Stephany Foscarini

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 418,5 mil toneladas em setembro, número que superou em 21,3% os embarques realizados no mesmo período de 2020, com 345 mil toneladas.

O bom desempenho das exportações gerou receita de US$ 730,5 milhões, resultado 52,5% maior que os US$ 479 milhões registrados em setembro de 2020.

No acumulado do ano (janeiro a setembro), as exportações de carne de frango totalizaram 3,466 milhões de toneladas, desempenho 9% superior ao embarcado nos nove primeiros meses de 2020, com 3,178 milhões de toneladas.

Com isso, o resultado em dólares das exportações alcançou US$ 5,623 bilhões, número 21,7% maior que a receita registrada no mesmo período do ano passado, com US$ 4,619 bilhões.

O desempenho das exportações efetivadas no terceiro trimestre foi especialmente elevado, superando a média mensal de 400 mil toneladas em volumes e US$ 700 milhões no saldo cambial”.

“O desempenho das exportações efetivadas no terceiro trimestre foi especialmente elevado, superando a média mensal de 400 mil toneladas em volumes e US$ 700 milhões no saldo cambial. São indicadores que reforçam as projeções da ABPA para um ano com resultados recordes nas exportações”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

A China, principal destino dos embarques brasileiros, importou 63,2 mil toneladas em setembro, volume 20,4% superior ao embarcado no mesmo período do ano passado. Em seguida vieram Japão, com 46,9 mil toneladas (+45,2%), e Emirados Árabes Unidos, com 43,2 mil toneladas (+66,3%). Outros destaques foram as Filipinas, com 20,5 mil toneladas (+1118,8%), União Europeia, com 16,9 mil toneladas (+20,8%), e México, com 9,2 mil toneladas (+348%).

“A retomada gradativa das atividades tem impulsionado o consumo em diversos destinos de exportação do Brasil, o que é especialmente notável no Oriente Médio e Ásia, além de regiões importadoras de produtos de mais valor agregado, como é o caso da União Europeia. A oferta mundial está adequada à demanda, o que vem sustentando os preços internacionais e a receita das exportações”, detalha Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Foto: Manoel Petry/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2021 0 Comentários 453 Visualizações
Variedades

Exportações gaúchas de carne de frango crescem 44,17% em receita no mês de julho

Por Stephany Foscarini 06/08/2021
Por Stephany Foscarini

O Rio Grande do Sul exportou 58,96 mil toneladas de carne de frango em julho. O resultado é 1,51% maior do que as 58,08 mil toneladas embarcadas no mesmo período de 2020. Em receita, a alta foi expressiva. As vendas somaram US$ 103,78 milhões no mês passado, o que significa um salto de 44,17% na comparação com os US$ 71,98 milhões registrados em julho de 2020. As informações são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

No acumulado do ano, o volume de carne de frango vendida ao exterior ficou em 441,11 mil toneladas, contra 390,87 mil toneladas no mesmo período do ano passado — uma alta de 5,18%. Em receita, as exportações somaram US$ 663,78 milhões entre janeiro e julho deste ano. O valor é 23,77% superior ao registrado entre janeiro e julho de 2020, quando foram alcançados US$ 536,31 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2021 0 Comentários 546 Visualizações
Variedades

Nova cota do México para importação de carne de frango deve beneficiar o Brasil

Por Stephany Foscarini 01/07/2021
Por Stephany Foscarini

Os exportadores brasileiros devem ser beneficiados pela abertura de uma nova cota de 30 mil toneladas para importação de carne de frango de nações exportadoras extra-USMCA (acordo de livre comércio dos países da América do Norte), publicada pela Secretaria de Economia do Governo do México.

A publicação do dia 23 de junho aponta o aumento de preços internos da carne de frango como causa motivadora da definição desta nova cota para a importação de volume de nações produtoras, como é o caso do Brasil. A cota (com isenção de tarifas de importação) é válida para diversos cortes com ossos e desossados de carne de frango (como peito, coxa e sobrecoxa, asas e outros).

Atualmente, mesmo com a aplicação de tarifas de 75%, o mercado mexicano é um importante destino do produto brasileiro, dadas as condições específicas de mercado no México neste ano de 2021. De acordo com levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), entre janeiro e maio, o país importou 38,3 mil toneladas do produto — volume expressivamente maior que o efetivado no mesmo período de 2020, quando foram embarcadas 2,3 mil toneladas.

Há quase uma década temos construído uma forte parceria com o México”.

“Há quase uma década temos construído uma forte parceria com o México, apoiando especialmente em momentos em que a oferta local enfrenta problemas para o abastecimento interno. Esta é uma parceria que tem dado certo, e que agora deve ganhar novo impulso, influenciando o saldo positivo das exportações brasileiras”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Sobre a ABPA

É a representação político-institucional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Congrega mais de 140 empresas e entidades dos vários elos de ambos os setores no país, responsáveis por uma pauta exportadora superior a US$ 8 bilhões. Sob a tutela da ABPA está a gestão, em parceria com a Apex-Brasil, das quatro marcas setoriais das exportações brasileiras de aves, ovos e suínos: Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Pork. Por meio de suas marcas setoriais, a ABPA promove ações especiais em mercados-alvo e divulga os diferenciais dos produtos avícolas e suinícolas do Brasil – como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção – e fomenta novos negócios para a cadeia exportadora de ovos, de material genético, de carne de frangos e de suínos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/07/2021 0 Comentários 511 Visualizações
Business

ABPA promove campanha de imagem na Coreia do Sul

Por Milena Costa 29/06/2021
Por Milena Costa

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) — em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e a Embaixada Brasileira em Seul — iniciará nesta terça-feira (29) uma campanha de imagem focada no mercado consumidor da Coreia do Sul. O Embaixador do Brasil na Coreia do Sul, Luís Henrique Sobreira Lopes e o Adido Agrícola, Gutemberg Barone, participarão da cerimônia de lançamento.

O objetivo é exaltar os atributos da carne de frango e da carne suína do Brasil — como a qualidade dos produtos e o status sanitário da produção brasileira. A campanha contará com 362 telas de mobiliário urbano, instalados nas movimentadas estações de metrô e terminais de ônibus da capital sul-coreana. Para isso, foram escolhidos 17 locais estratégicos de Seul, como a famosa Gangnam Station — bairro conhecido pelo clipe viral Gangnam Style, de Psy. A ação deverá durar cerca de 1 mês.

A campanha da ABPA acontece pouco após o reconhecimento dos estados do Rio Grande do Sul e Paraná — respectivamente, segundo e terceiro principais produtores de carne suína do Brasil — como áreas livres de aftosa sem vacinação. O status obtido junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) reforça a qualidade e a sanidade do produto brasileiro exportado, especialmente para alguns mercados de alto valor, como é o caso da Coreia do Sul.

A Coreia do Sul é, atualmente, o quarto principal importador mundial de carne suína, com 570 mil toneladas, equivalente a cerca de US$ 1,38 bilhão ao longo de 2020 — atrás apenas de China, Japão e México. O Brasil ainda possui uma baixa participação no mercado, cerca de 5 mil toneladas exportadas no mesmo período. Hoje, somente Santa Catarina embarca produtos para as gôndolas coreanas, situação que pode ser incrementada com a possível entrada de exportadores gaúchos e paranaenses neste mercado.

“O reconhecimento do país para a certificação da OIE tem potencial de elevar nossa capacidade de fornecimento para estes mercados, gerando oportunidades novas e valiosas para os exportadores brasileiros”

“É preciso ainda um certo tempo até o reconhecimento da Coreia do Sul sobre este status, mas o reconhecimento do país para a certificação da OIE tem potencial de elevar nossa capacidade de fornecimento para estes mercados, gerando oportunidades novas e valiosas para os exportadores brasileiros. A ação de imagem ocorre neste contexto, em que reforçamos à comunidade Sul-Coreana nossas intenções em fornecer ao país produtos seguros e de alta qualidade”, ressalta Ricardo Santin, presidente da ABPA.

O Brasil é o maior fornecedor de carne de frango para a Coreia do Sul, em números bastante representativos. Cerca de 80% da carne de frango importadas pelo país é proveniente do Brasil. Ao todo, foram embarcadas para lá 127,4 mil toneladas de produtos avícolas brasileiros em 2020, gerando receita de US$ 196,6 milhões. O país é o 8° entre os maiores importadores de carne de frango do Brasil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

29/06/2021 0 Comentários 572 Visualizações
Carne de frango
Business

Exportações de carne de frango crescem 1,8% em 2020

Por Gabrielle Pacheco 09/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

As exportações brasileiras de carne de frango apresentaram alta de 11,3% no mês de agosto. Dessa maneira, as embarcações alcançaram 362,4 mil toneladas, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). No ano passado, o país exportou 325,7 mil toneladas no mesmo período. Em receita, no entanto, houve decréscimo de 10%, com saldo de US$ 497,8 milhões, contra US$ 553,3 milhões em agosto de 2019.

“A tendência de alta nas exportações contribui para reduzir os impactos do aumento de custos.”

No acumulado do ano, as exportações totalizaram 2,833 milhões de toneladas, volume 1,8% superior ao registrado entre janeiro e agosto de 2019. Todavia, houve retração de 11,3% em receita. Isso corresponde a um total de US$ 4,14 bilhões em 2020, contra US$ 4,66 bilhões em 2019.

Segundo Ricardo Santin, presidente da ABPA, o movimento mensal das exportações foi positivo em praticamente todos os grandes importadores da carne de frango do Brasil. “A tendência de alta nas exportações contribui para reduzir os impactos do aumento de custos. Principalmente por conta do enfrentamento da pandemia e da alta dos grãos”, ressalta Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Os embarques para a Arábia Saudita, por exemplo, subiram em 24% no mês de agosto na comparação com o mesmo período do ano passado, com total de 46,7 mil toneladas no mês. Outro destaque foram os Emirados Árabes Unidos, que aumentaram suas importações também em 24%.

Seguindo na dianteira entre os principais destinos, a China importou 46% a mais em agosto, em relação ao mesmo mês de 2019. Ainda na Ásia, as exportações para a Coreia do Sul aumentaram em 25%, com total de 14,2 mil toneladas.

Outro grande mercado consumidor do frango brasileiro é a União Europeia. A região aumentou suas importações em 14% no mês passado, totalizando 21,8 mil toneladas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2020 0 Comentários 497 Visualizações
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