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câncer ginecológico

Saúde

Seminário sobre câncer ginecológico é realizado no Hospital Fêmina, em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 23/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Oncofriends e o Instituto Ceos promoveram o “Seminário Setembro em Flor” nesta segunda-feira (22), no Hospital Fêmina, em Porto Alegre. O encontro marcou os 52 anos de funcionamento do hospital e reuniu cerca de 50 profissionais de saúde para discutir avanços na prevenção e no tratamento de doenças oncológicas ginecológicas, além de estratégias de conscientização sobre o câncer de colo de útero, considerado um dos mais letais entre mulheres.

Durante a programação, especialistas apresentaram informações sobre a incidência da doença. Segundo os dados divulgados, o câncer de colo de útero é o mais letal entre mulheres até 35 anos e o segundo que mais mata até os 60. Globalmente, uma mulher morre a cada dois minutos em decorrência da enfermidade, sendo que muitos casos chegam ao Hospital Fêmina em estágio avançado.

A vacinação contra o papilomavírus humano (HPV), principal causa da doença, foi reforçada como medida essencial de prevenção. O CEO do Instituto Ceos, Paulo Pitrez, destacou a importância do imunizante. “Evidências científicas indicam que, se toda a população se vacinar ainda na juventude, poderemos erradicar esse câncer que afeta tantas famílias. A vacina, aliada aos novos tratamentos que a pesquisa clínica desenvolve, é fundamental na prevenção e no tratamento”, afirmou Pitrez.

Voz das pacientes

A gestora da Oncofriends, Daniela Miranda, ressaltou a relevância do diálogo entre profissionais e pacientes. “Como pacientes oncológicas, ter a oportunidade de entrar em um hospital 100% SUS e dialogar diretamente com os servidores é muito importante. Antes, eles nos deram o primeiro acesso às pacientes; agora, conseguimos falar com quem está na linha de frente. Isso reverbera tanto na vida desses profissionais e suas famílias quanto no cuidado com os pacientes”, destacou Daniela.

Outras iniciativas

O seminário também apresentou projetos da Promotoria da Infância voltados ao acolhimento de jovens e famílias, além de orientações sobre autodefesa e sobrevivência.

Lançamento beneficente

O evento marcou ainda o lançamento da Noite de Doar, que ocorrerá em 2 de dezembro, promovida pela Oncofriends e Instituto Ceos, em parceria com o Moda Alegre e apoio do Café da Catedral. A ação pretende arrecadar fundos para o projeto Cuidar de quem cuida, voltado à aquisição de móveis para áreas de convivência dos profissionais da saúde, reforma da sala de espera para pais de crianças em UTI Neonatal e registros de nascimento. A arrecadação também fortalecerá as atividades da Oncofriends e do Moda Alegre, que atua em 25 comunidades de Porto Alegre.

Foto: Paulo Fonseca/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/09/2025 0 Comentários 151 Visualizações
Saúde

30 mil brasileiras por ano são diagnosticadas com câncer ginecológico

Por Amanda Krohn 13/09/2022
Por Amanda Krohn

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), cerca de 30 mil brasileiras são diagnosticadas com cânceres ginecológicos por ano, sendo mais comum o câncer do colo do útero em mulheres mais jovens e os tumores ovarianos e de corpo uterino naquelas acima de 50 anos. Ao longo do mês, a campanha Setembro em Flor alerta sobre a prevenção e conscientização dos cânceres que atingem o aparelho reprodutor feminino, composto pelo útero, ovário e endométrio. Indo além do câncer do colo do útero, doença que atinge 16.590 mulheres por ano, segundo o INCA, é fundamental também abrir os olhos para os tumores ginecológicos como um todo.

A oncologista Angélica Nogueira, do Grupo Oncoclínicas, comenta ainda que a vacinação é um fator importante e que não pode ser deixada de lado. “Mais de 90% dos casos do câncer do colo do útero estão ligados ao HPV. O câncer do colo do útero é uma das poucas neoplasias malignas que pode ser considerada uma doença amplamente evitável através da vacinação anti-HPV e/ou triagem adequada e tratamento das lesões precursoras, como preventivo de Papanicolau. No entanto, principalmente nas regiões do planeta de maior vulnerabilidade socioeconômica, milhares de mulheres morrem, desnecessariamente, vítimas da doença”

Desde 2014, a vacina contra o HPV é oferecida gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde no Brasil para meninas de 9 a 14 anos e também para meninos de 11 a 14 anos. “A imunização pode ajudar não só a prevenir o câncer do colo do útero, como também o de vulva, vagina, ânus, orofaringe e pênis”. Além disso, vale lembrar que a vacina também é indicada e está disponível gratuitamente para pacientes imunossuprimidos, como pacientes com câncer, HIV e transplantados (até os 45 anos de idade). “Contudo, apesar de disponível gratuitamente para as populações citadas, a cobertura vacinal no país está significativamente abaixo do necessário para entrar em um estrato compatível com a eliminação do câncer do colo do útero nas próximas décadas”, comenta a oncologista.

Como identificar

Os sinais e sintomas dos cânceres ginecológicos variam entre os subtipos, sendo sangramento vaginal e corrimentos anormais os achados mais comuns em cânceres do útero, corpo e colo. Considerado grave e silencioso, o câncer de ovário é  descoberto em 75% dos casos em estágios avançados, segundo o INCA. Contudo, alguns sintomas podem indicar que algo está errado com o corpo. Entre eles, estão:

● Sangramento vaginal anormal

● Inchaço abdominal

● Sensação de empanzinamento

● Dor pélvica ou pressão abaixo do umbigo

● Dor de estômago

● Alterações intestinais

● Dor durante a relação sexual

● Fadiga

● Vulva e vagina com feridas, alteração da cor ou bolhas

● Perda de peso sem motivo (10kg ou mais)

Quanto ao rastreamento dos cânceres ginecológicos, Angelica Nogueira comenta que o Papanicolau é uma maneira de identificar as lesões pré-malignas antecipadamente. “O Papnicolaou é um exame que pode detectar lesões pré cancerosas que, uma vez tratadas, podem não evoluir para câncer, além disso, o exame pode ajudar a diagnosticar precocemente o câncer do colo do útero e evitar que o tumor seja encontrado em estágios mais avançados, quando o tratamento é usualmente mais complexo e as chances de cura menores”.

Já nos casos de câncer de ovário e endométrio, ainda não existem bons exames de rastreamento. Em casos como esse, o médico pode solicitar exames clínicos ginecológicos, laboratoriais e também de imagem que ajudam a identificar a presença de ascite ou acúmulo de líquidos, além da extensão da doença em mulheres com suspeita de disseminação intra-abdominal. Nos casos de síndromes de câncer hereditário, programas de rastreamento específicos são montados para os membros da família portadores de mutações patogênicas. Isto é especialmente importante em cânceres ginecológicos uma vez que em 20-25% dos cânceres de ovário há mutações hereditárias; em relação ao câncer do endométrio, corpo do útero, em portadores de síndrome de Lynch, o risco vital de câncer de endométrio chega a 70%, de acordo com o American Cancer Society.

Fatores de risco

Câncer do colo do útero: infecção por HPV de alto risco, AIDS, tabagismo e constante troca de parceiros

Câncer de ovário: menarca precoce (antes dos 12 anos) ou menopausa após os 52 anos, mulheres que nunca tiveram filhos ou que possuam histórico da doença na família.

Câncer de endométrio: menarca precoce (antes dos 12 anos) ou menopausa após os 52 anos, mulheres que nunca tiveram filhos, idade acima dos 50 anos, obesidade, diabetes, ou que realizaram terapia de reposição hormonal de à base de estrogênio após a menopausa.

Prevenção

De acordo com a oncologista do Grupo Oncoclínicas, no caso do câncer do colo do útero, a prevenção deve ser realizada através do Papanicolau (a partir dos 25 anos), sendo repetido uma vez por ano por duas vezes e, se não houver alterações, uma vez a cada três anos após esse período, vacinação contra o HPV e uso de preservativos durante a relação sexual.

“No caso dos cânceres de útero e endométrio, por não existirem exames específicos de rastreamento, é fundamental praticar regularmente exercícios físicos, manter uma dieta equilibrada e, caso haja suspeita de síndrome familial de câncer, procurar um oncologista ou oncogeneticista “, comenta a especialista.

Tratamento

O tratamento adequado irá depender do subtipo da doença, estadiamento das neoplasias e também da condição clínica da paciente. “Podem ser recomendadas radioterapia, cirurgia, quimioterapia, braquiterapia, ou ainda a combinação de dois ou mais tratamentos”.

“Não podemos esquecer que quando falamos de prevenção e tratamento, é muito importante buscar por fontes de informação seguras. Na internet, por exemplo, existem diversos boatos que podem impactar de maneira negativa na saúde da população. Por isso, sempre tire as principais dúvidas com um especialista e confirme quaisquer informações recebidas pelas redes sociais antes de compartilhar ou iniciar tratamentos milagrosos. Isso pode trazer consequências graves para os pacientes oncológicos e até mesmo dificultar e agravar o quadro de saúde”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/09/2022 0 Comentários 521 Visualizações

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