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calçados

CidadesVariedades

Calçados produzidos na Fimec 2019 são doados para instituições sociais

Por Gabrielle Pacheco 14/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

Na tarde desta quarta-feira, 13, a Fenac, junto com o IBTeC (Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos) e a Coelho Assessoria Empresarial, realizou o ato simbólico de entrega dos calçados produzidos na Fábrica Conceito da 43ª Fimec – Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes.

Ao todo, foram repassados 1.945 pares de calçados para 12 entidades assistenciais da região, além da Secretaria de Desenvolvimento Social de Novo Hamburgo (SDS), que também foi contemplada.

Na ocasião, o diretor-presidente da Fenac, Marcio Jung, realizou a doação de calçados à Secretaria de Desenvolvimento Social de Novo Hamburgo e destacou a importância do projeto nos aspectos sociais. “Achamos necessário antecipar a doação dos calçados para este momento considerando as circunstâncias de Novo Hamburgo e da região em virtude das fortes chuvas que atingiram a comunidade, buscando ajudar as famílias atingidas”, destacou Jung.

A prefeita municipal, Fátima Daudt, agradeceu a doação. “Este ato é de extrema importância neste momento que vivemos em nosso município. Inclusive visitamos uma família em que uma das meninas estava sem calçado para ir à escola em virtude das enchentes. Precisamos fazer deste ato um exemplo para a cidade”, comentou.

Já o diretor da Coelho Assessoria Empresarial, Luís Coelho, por sua vez, repassou pares de calçados à Liga Feminina de Combate ao Câncer de Ivoti; Amigos do Mundo de Ivoti; ABEFI de Novo Hamburgo; ADEVIS de Novo Hamburgo; Casa João Bosco; APAE de Novo Hamburgo; Comunidade Evangélica de Novo Hamburgo; Kinder Centro de Integração da Criança Especial de Porto Alegre.

Já o presidente executivo do IBTeC, Paulo Griebeler, doou calçados para a Secretaria de Desenvolvimento Social de Novo Hamburgo; o Lar São Vicente de Paula; Lar do Menino (Projeto Girassol); Horta Comunitária Joanna de Ângelis; e AMO Criança.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/03/2019 0 Comentários 513 Visualizações
Business

Espaço do RS recebe homenagem da Couromoda pelos 20 anos do projeto

Por Gabrielle Pacheco 16/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Estande Coletivo do Rio Grande do Sul recebeu, na terça-feira (15), uma homenagem da Couromoda, pelos 20 anos de realização do projeto. Desenvolvido através da parceria entre a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae RS) e a Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do RS (SDECT), e com o apoio das prefeituras de Novo Hamburgo, Campo Bom e Sapiranga, o reconhecimento foi coordenado pelo diretor da Couromoda, Jeferson Santos. “Não poderíamos deixar passar em branco, de uma forma muito próxima, a comemoração de 20 anos da realização de um projeto que foi pioneiro no Brasil, que vem se aperfeiçoando ao longo dos anos, por meio das parcerias institucionais que, cotizadas, junto com a Couromoda, vem realizando uma feira que migrou entre governos e momentos econômicos. Este projeto segue dentro de seu pioneirismo, com vendas, trazendo produtos e aperfeiçoando conceitos”, ressaltou Jeferson Santos.

“Foi uma grata surpresa esta celebração dentro da feira, pelos 20 anos de execução do projeto”, complementa o diretor da ACI, Marco Aurélio Kirsch. Nesta edição, 29 micro e pequenas empresas do setor coureiro-calçadista integram o Estande Coletivo do RS, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/01/2019 0 Comentários 620 Visualizações
BusinessVariedades

Couromoda inicia na próxima segunda-feira com a participação de nove empresas sapiranguenses

Por Gabrielle Pacheco 11/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Faltam poucos dias para o início da principal feira de calçados e artigos de couro da América Latina, a Couromoda, onde Sapiranga participará neste ano com nove empresas expondo suas coleções outono/inverno. A mostra internacional, que tem importância significativa para as empresas sapiranguenses, ocorrerá de 14 a 17 de janeiro na Expo Center Norte em São Paulo. E o Município, mais uma vez, auxiliará as empresas da Cidade das Rosas na exposição de seus produtos.

A Couromoda está em sua 46.ª edição, sendo que desde 2013 a Administração Municipal fomenta o desenvolvimento calçadista em Sapiranga, conforme explica a prefeita Corinha Molling. “Neste ano o investimento da Administração nas empresas será de mais de R$ 64 mil. Nós temos muito gosto em oferecer esse auxílio para que as empresas possam expor seus produtos e também trocar experiências. Esse apoio da Administração Municipal tem sido um diferencial positivo nos negócios e na economia dessas empresas”, explicou a prefeita. Corinha também destaca que nessa edição, os empresários sapiranguenses estarão muito bem posicionados. “Os empresários estarão próximos da entrada da feira, onde terão uma visibilidade muito grande, o que garantirá o fomento de vendas e pedidos”, disse.

Para o diretor da Mr. Silver, Matheus Gonçalves, o apoio da Administração Municipal ajuda a empresa de uma forma ímpar. “Esse apoio é muito importante para as pequenas empresas, pois acredito que a minha empresa, e também outras, não teriam condições de participar de uma feira desse porte sem o incentivo da Prefeitura. Isso nos gera novos negócios, oportunidades de conhecer novas tendências, fazer negócios nacionais, exportações e consequentemente o aumento do nosso faturamento, o que nos permite manter nossas equipes. É de extrema importância para todas as empresas esse aporte da Prefeitura, pois não teríamos condições de estarmos num evento tão grande. Por isso trabalhamos cada vez mais para ter qualidade e um diferencial competitivo”, agradeceu.

Investimento

O investimento no Governo Municipal será de R$ 64.497,48, que será aplicado em estruturas de estandes, à disposição dos empresários. Sapiranga estará representada por nove empresas. Sete delas estarão no estande coletivo em parceria com o SEBRAE e outras duas estarão independentes no interior da feira. Os empresários irão expor suas coleções de outono/inverno, em um espaço oferecido pela Administração Municipal que servirá de vitrine importante do segmento calçadista, o que oportuniza negócios rentáveis e ampliação de seus contatos com lojistas nacionais e internacionais.

Empresas participantes

As empresas sapiranguenses que marcarão presença na Couromoda com apoio da Administração Municipal são a Piber Shoes, Zadora Calçados, KLB Calçados e Bolsas, Dutti Calçados, Mister Silver do Brasil, Via Alvo Calçados, Trieste Calçados, Liver Calçados e Bolsas e Invoice Calçados.

Foto: Divulgação/Couromoda | Fonte: Assessoria
11/01/2019 0 Comentários 793 Visualizações
Business

Exportações de calçados caíram mais de 10% em 2018

Por Gabrielle Pacheco 11/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Acumulando quedas ao longo de quase todos os meses do ano – o único com resultado positivo foi abril no comparativo com mês correspondente, as exportações de calçados despencaram em 2018. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), foram embarcados 113,47 milhões de pares por US$ 976 milhões, queda de 10,8% em volume e de 10,5% em valores no comparativo com 2017. Segregando apenas o último mês do ano, as exportações alcançaram 13 milhões de pares US$ 97,6 milhões, quedas de 24,3% em volume e de 16,5% em receita ante o mês correspondente de 2017.

O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, destaca que as bruscas oscilações cambiais, provocadas sobretudo pelas incertezas políticas do período eleitoral e pelo aumento dos juros nos Estados Unidos, prejudicaram os embarques ao longo do ano, fato ao qual se somaram as paralisações dos caminhoneiros, em maio, e os altos custos de produção. “A partir deste ano, porém, com um ambiente mais seguro para os agentes de exportação, devemos obter incrementos”, projeta, ressaltando que existem boas expectativas de recuperação, especialmente para o mercado norte-americano. “Existe uma tendência, por conta a guerra comercial travada entre os Estados Unidos e China, de substituição das importações de calçados asiáticos naquele país”, acrescenta.

Destinos
A recuperação do mercado norte-americano, inclusive, já se fez sentir no último mês de 2018. O único dos três principais destinos estrangeiros do produto nacional a obter saldo positivo no mês 12, importou 2,17 milhões de pares por US$ 25 milhões, incrementos de 51% em volume e de 26,8% em receita no comparativo com o último mês de 2017. Com isso, no acumulado, os Estados Unidos importaram 10,76 milhões de pares por US$ 166,78 milhões, quedas de 5% em pares e de 12,2% em dólares em relação a 2017.

O segundo comprador estrangeiro foi a Argentina, que em dezembro importou 418,4 mil pares por US$ 5,24 milhões, quedas de 47,3% em pares e de 28,5% em receita ante o mês correspondente do ano anterior. Com isso, no acumulado de 2018, os argentinos importaram 11,8 milhões de pares verde-amarelos por US$ 139,38 milhões, incremento de 2% em volume e queda de 5,2% em receita no comparativo com o ano anterior. “A Argentina passou a diminuir suas importações de calçados brasileiros a partir dos últimos meses do ano passado, especialmente por conta da crise interna e brusca desvalorização do peso ante o dólar, o que encareceu os produtos dolarizados”, avalia Klein.

Tendo importado 910,8 mil pares por US$ 6,53 milhões em dezembro, quedas de 47,3% em volume e de 28,5% em receita ante mesmo mês de 2017, o terceiro país importador de calçados brasileiros de 2018 foi a França, para onde foram embarcados 7,34 milhões de pares que geraram US$ 57 milhões, incremento de 5,7% em volume e queda de 2,5% em dólares na relação com 2017.

Origens
Em 2018, a principal origem do calçado exportado foi o Rio Grande do Sul. Das fábricas gaúchas saíram 27,18 milhões de pares que geraram US$ 428 milhões, quedas de 3,4% em volume e de 5,2% em receita no comparativo com 2017. O segundo exportador foi o Ceará, de onde partiram 40,9 milhões de pares por US$ 248,8 milhões, quedas de 18% em pares e de 14% em receita ante 2017. O terceiro exportador foi São Paulo, de onde foram embarcados 7 milhões de pares que geraram US$ 103,7 milhões, quedas tanto em volume (-4,1%) como em receita (-8,6%) em relação ao ano anterior.

Importações tiveram alta
Já as importações de calçados fizeram movimento inverso. Em 2018, entraram no Brasil 26,6 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 347,55 milhões, incrementos de 11,8% em volume e de 2,2% em receita ante 2017.

As principais origens foram os países asiáticos. No período, o Brasil importou 12 milhões de pares por US$ 192,48 milhões do Vietnã, altas de 11,8% e de 2,7%, respectivamente, na relação com 2017. Da Indonésia, segunda origem, partiram 4,4 milhões de pares por US$ 65,36 milhões, alta de 3% em volume e queda de 0,5% em receita em relação ao ano anterior. A terceira origem do calçado importado foi a China, de onde foram embarcados 7,4 milhões de pares por US$ 36 milhões, incrementos de 32,3% e de 15,7%, respectivamente, em relação ao ano anterior.

Em partes de calçados as importações também registraram incremento, de 16,5%, chegando a 12 milhões. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/01/2019 0 Comentários 410 Visualizações
Variedades

Calçadistas comemoram decisão que pode destravar exportações para o Equador

Por Gabrielle Pacheco 09/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Foi no apagar das luzes de 2018, mais precisamente no dia 27 de dezembro, que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, decidiu liberar a importação de camarão do Equador, o que pode deve fim a uma barreira imposta a calçadistas brasileiros desde julho de 2017 e que causou prejuízos estimados em mais de US$ 20 milhões.

O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, comemora o fato, que contou com atenção especial da entidade ao longo do último ano. “Como forma de retaliação à barreira de importação de camarões, o governo equatoriano vinha exigindo uma extensa lista de informações para verificação de origem do calçado brasileiro e uma taxa de garantia de 10% do valor do produto mais US$ 6 por par, o que, em muitos casos, acabava inviabilizando o processo”, explica Klein, acrescentando que a alegação para a barreira imposta ao camarão equatoriano era de que este representava risco de contaminação, o que já havia sido negado pelo próprio Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). “A questão ficou parada na Secretaria de Pesca e só retornou à pauta com a pressão dos calçadistas e com o apoio do senador Lasier Martins”, conta o executivo.

No ano passado, mesmo com os problemas das barreiras, os equatorianos importaram US$ 34 milhões em calçados brasileiros, 31% mais do que em 2017. “É um mercado muito forte e que com a resolução do entrave deve crescer ainda mais em 2019”, conclui Klein.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
09/01/2019 0 Comentários 480 Visualizações
Cultura

Museu Nacional do Calçado está aberto à visitação do público

Por Gabrielle Pacheco 07/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

O público pode conferir, no Museu Nacional do Calçado, em Novo Hamburgo, a exposição “… estão voltando as flores”. A mostra, que é gratuita, marca os 20 anos de fundação do Museu Nacional do Calçado e também integra o calendário comemorativo aos 50 anos da Universidade Feevale.

A exposição apresenta sapatos do acervo do Museu que contêm flores e também sapatos de marcas parceiras: Gasperin Design, Amoreco e Ararajuba. O Museu fica localizado no Câmpus I da Universidade Feevale (Av. Dr. Maurício Cardoso, 510, Bairro Hamburgo Velho). O horário de visitação é de segunda a sexta-feira, das 9h15min às 12h e das 13h30min às 18h, e nos sábados, das 9h às 12h.

Sobre o Museu

O Museu Nacional do Calçado conserva a memória da atividade coureiro-calçadista do país e reúne um vasto acervo, como calçados desde o século XII e sandálias gregas antigas. No local, são realizadas exposições permanentes e temporárias. As mostras temporárias permitem que seu acervo de milhares de peças seja conhecido pelos visitantes. Já a exposição permanente engloba algumas temáticas específicas, como o Hall da Fama, curiosidades, calçados históricos e bancada de sapateiro, entre outras.

Foto: Mayara Morales | Fonte: Assessoria
07/01/2019 0 Comentários 587 Visualizações
Business

Global conquista a conta da Kildare

Por Gabrielle Pacheco 07/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

A agência Global inicia uma nova parceria com a Kildare, da Calçados Jacob S/A. Há 90 anos no mercado, a empresa é umas das mais tradicionais do setor calçadista brasileiro. O projeto envolverá branding, campanha institucional e o desdobramento para todos os pontos de contato da marca. A agência quer explorar o valor emocional da Kildare como ativo de performance, de maneira que aprimore a experiência do consumidor com a marca.

“Trabalhar com a Kildare é uma oportunidade incrível, que nos desafia pela marca ter muitos anos de história e muita força no mercado. Queremos que ela cresça ainda mais com a nossa parceria”, comenta Alexandre Skowronsky, Diretor de Estratégia da Global.

Sobre a Kildare

Mesmo a Kildare tendo se consolidado somente nos anos 70, a história da Calçados Jacob S/A começa muito antes disso. Fundada no dia 22 de dezembro de 1928, na cidade de Novo Hamburgo (RS), a empresa surgiu como Jacob & Cia, dirigida por Kurt Jacob, e o sócio Adolfo Jaeger. Atualmente, a Calçados Jacob S/A atua em todo o território nacional e em mais de 30 países, tanto que 15% dos negócios da empresa correspondem exclusivamente às exportações. Entre a sede administrativa e as diversas unidades de produção, ela emprega cerca de 450 pessoas.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
07/01/2019 0 Comentários 802 Visualizações
Business

Abicalçados firma termo de cooperação com sindicatos

Por Gabrielle Pacheco 12/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

Com o objetivo de aumentar ainda mais a integração do setor calçadista em nível nacional, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) firmou, durante a realização da Maratona MMX, em Canoas/RS (dia 7/12), um termo de cooperação com 14 sindicatos de indústrias de calçados do Brasil. Estavam representadas, as entidades dos polos calçadistas do Rio Grande do Sul, São Paulo e Bahia.

Conforme o documento, os sindicatos tornam-se, automaticamente, associados à Abicalçados, sem custos de mensalidades, com consultorias, eventos, mentorias, entre outros serviços disponíveis. Segundo o presidente-executivo da associação nacional, Heitor Klein, o objetivo é atuar de forma conjunta e cooperativa pelo desenvolvimento da indústria de calçados no País. “Atuando de forma coordenada, a luta por melhores condições de produção é facilitada. De acordo com o termo, tanto a Abicalçados como os sindicatos assumem o compromisso de realizar eventos em conjunto e trabalhar de modo cooperativo para levantamento de informações e pleitos. Em um país de dimensões continentais, como o nosso, é importante ter braços em todas as regiões”, conta o executivo.

Criada em 1983, a Abicalçados possui quase 200 empresas associadas que representam mais de 70% da produção nacional de calçados (de 909 milhões de pares em 2017).

Assinaram o termo, que permanece disponível para todos os sindicatos das indústrias calçadistas do Brasil, mediante avaliação, o Sicergs (Sindicato das Indústrias de Calçados do Rio Grande do Sul), Sindicato das Indústrias de Calçados de Campo Bom, Sindicato das Indústrias de Calçados de Três Coroas, Sindigrejinha (Sindicato das Indústrias de Calçados de Igrejinha), Sicev (Sindicato das Indústrias de Calçados de Estância Velha), Sindicato das Indústrias de Calçados de Farroupilha, Sindicap (Sindicato das Indústrias de Calçados de Parobé), Sindicato das Indústrias de Calçados de Dois Irmãos, Sindijau (Sindicato das Indústrias de Calçados de Jaú), Sindifranca (Sindicato das Indústrias de Calçados de Franca), Sinbi (Sindicato das Indústrias de Calçados e Vestuário de Birigui), Sindicalçados (Sindicato das Indústrias de Calçados de Minas Gerais), Sindicato das Indústrias de Calçados da Bahia e Sindicato das Indústrias de Calçados de Fortaleza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/12/2018 0 Comentários 531 Visualizações
Business

Calçadista alcança certificação máxima em sustentabilidade

Por Gabrielle Pacheco 04/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

A calçadista Bibi, de Parobé/RS, é a primeira indústria calçadista a receber certificação máxima do Programa Origem Sustentável. Promovido em conjunto pela Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couros, Calçados e Artefatos (Assintecal), Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e Instituto by Brasil (IBB), o programa é pioneiro na certificação em sustentabilidade da cadeia produtiva do calçado nacional, alcançando reconhecimento internacional de instituições como a Universidade de Cambridge (Inglaterra), que irá receber uma apresentação do programa no Congresso Mundial de Tecnologias Sustentáveis, que ocorre entre 10 e 13 de dezembro.

A coordenadora de Projetos de Inovação do IBB, Linda Pienis, destaca que o programa, que é auditado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e SGS Certificadora, é pioneiro no setor brasileiro. “A Bibi, que aderiu ao programa assim que foi lançado, em 2013, já largou com atendimento de quase 80% dos indicadores obrigatórios”, conta a coordenadora, ressaltando que o selo máximo, o Diamante, foi obtido após auditoria realizada em novembro passado, que verificou melhorias significativas em indicadores como de gestão de resíduos, substituição de adesivos químicos por base água, utilização de componentes e embalagens reciclados e recicláveis e incorporação da sustentabilidade no planejamento estratégico da empresa.

“Com esta conquista, a Bibi representa um modelo a ser seguido pelas demais empresas do setor, além de ser grande incentivadora da implementação da sustentabilidade em toda cadeia produtiva”, diz Linda.

O presidente da Bibi, Marlin Kohlrausch, ressalta que a certificação decorre de um compromisso da empresa com os pilares social, econômico e ambiental que formam o conceito de sustentabilidade. “Esta certificação evidencia um pouco do nosso dia a dia e a preocupação que temos em oferecer o melhor produto ao público infantil. Estamos honrados em sermos a primeira empresa do Brasil a conquistar tamanho reconhecimento”, comemora o empresário.

Programa Origem Sustentável
Foi desenvolvido para certificar empresas brasileiras da cadeia produtiva do calçado que incorporam a sustentabilidade em seus processos produtivos. Todo o processo para a certificação segue 52 indicadores distribuídos em quatro pilares: econômico, ambiental, social e cultural. O programa de certificação garante que as empresas tenham um melhor engajamento com relação ao tema, garantindo ganhos econômicos, sociais e ambientais. Já são 143 empresas no programa, sendo 17 de calçados e 126 fabricantes de insumos e componentes para o calçado.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
04/12/2018 0 Comentários 486 Visualizações
Variedades

Equador volta a barrar calçados brasileiros

Por Gabrielle Pacheco 23/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) está empenhada na resolução de um entrave nas exportações para o Equador. Na última quarta-feira, dia 21, o presidente-executivo da entidade, Heitor Klein, esteve reunido com representantes da AEICAL (associação de importadores de calçados do Equador, sigla em espanhol) e empresas brasileiras afetadas em Gramado/RS.

Klein conta que as solicitações de verificação de origem, exigidas pelo governo equatoriano desde agosto de 2017 – com interrupção nos meses de dezembro de 2017 até junho deste ano -, além de emperrar o fluxo do comércio com a burocracia prevê uma taxa de garantia de 10% do valor do produto e mais US$ 6 por par brasileiro – tarifa integral extra-acordo comercial – o que, muitas vezes, inviabiliza o processo. “Na realidade, é uma retaliação à exigência brasileira de Análise de Risco (ARI) para a importação de camarões equatorianos. Uma coisa não é relacionada à outra, mas o governo local escolheu um setor brasileiro para retaliar e, infelizmente, foi o nosso”, aponta o executivo, ressaltando que o procedimento tem provocado prejuízos aos exportadores brasileiros.

Segundo o executivo da Abicalçados, desde agosto de 2017 os entraves já causaram perdas de US$ 12,4 milhões aos calçadistas. “Antes de enfrentarmos essa barreira, os calçados entravam com tarifa zero de importação no Equador, amparadas pelo a Acordo de Complementação Econômica (ACE) 59”, informa, ressaltando que o prejuízo estimado representa quase a metade do total gerado com as exportações para aquele país em 2017 (US$ 26 milhões). Atualmente, mais de 80 indústrias de calçados brasileiras exportam para o país sul-americano.

Próximos passos

A reunião de quarta-feira teve o intuito de alinhar o discurso para a busca de uma solução para o impasse, tanto nas esferas oficiais do Equador como do Brasil. A Abicalçados tem reunião marcada com autoridades brasileiras para tratar a questão em dezembro deste ano.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/11/2018 0 Comentários 536 Visualizações
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