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Business

Pela primeira vez no RS, Inspiramais movimenta a cadeia da moda nacional

Por Ester Ellwanger 26/11/2021
Por Ester Ellwanger

 

O mercado da moda nacional se prepara para a realização da 25ª edição do Inspiramais, salão que reunirá soluções em design para a indústria de calçados e artefatos, confecção, móveis e bijuterias de 150 expositores nacionais. O evento, que acontece nos dias 25 e 26 de janeiro de 2022, ocorre pela primeira vez em Porto Alegre/RS e já tem inscrições abertas para participantes. A estimativa é de uma visitação de mais de sete mil profissionais, sendo que mais de 50 importadores de 10 países já estão confirmados por meio do Projeto Comprador Internacional.

Um dos destaques do evento será o projeto Conexão Inspiramais, que lançará ao mercado mais de mil materiais inovadores para a temporada 2023_I. A iniciativa, realizada em parceria com o Sebrae Nacional, teve pesquisa iniciada há um ano e meio com a curadoria do Núcleo de Design do Inspiramais, comandado pelo renomado estilista Walter Rodrigues. “É como um arquivo do tempo. O registro da história humana. Está diretamente relacionado com aspectos sociais, culturais, econômicos e comportamentais. O corpo, temática desta edição, tem extrema importância no tempo em que estamos vivendo. Expressa nossa fragilidade e nossa força para continuarmos a projetar esperança e vida”, conta Rodrigues.

Na avaliação do estilista, a singularidade do projeto está na combinação de fatores, como a pesquisa que reúne tendências mundiais – com o olhar direcionado para o mercado brasileiro, e no grupo de gestores em design que acompanha o desenvolvimento de produtos e atua nas áreas criativa, comercial e de comunicação. Ele conta que, desde setembro, o núcleo de design realizou, ao menos, seis encontros com cada uma das empresas com o objetivo de orientar a criação dos materiais. “O Conexão é a vitrine do Inspiramais. É o primeiro impacto causado no visitante. Todo esse trabalho busca criar a melhor experiência, organizando e facilitando o processo criativo de quem participa do evento”, conclui Rodrigues, acrescentando que todos os materiais expostos no espaço estarão disponíveis para comercialização nos estandes das 150 empresas expositoras do Inspiramais.

Capital gaúcha

A edição do Inspiramais é a primeira realizada fora de São Paulo/SP. O objetivo da Assintecal é tornar o salão itinerante. Seguirá ocorrendo duas vezes ao ano. “O Inspiramais acompanha o espírito do tempo. Adaptamos o formato e escolhemos o local de acordo com as necessidades do mercado, e é motivo de orgulho realizarmos o evento em Porto Alegre. Destacamos a proximidade com a indústria do calçado, a força do mercado de confecção e moveleiro, além de ser uma capital que comumente recebe empresários do Brasil e do mundo”, avalia o presidente da Assintecal, Gerson Luis Berwanger. Além do novo local, o salão ocorrerá no formato phygital, sendo transmitido on-line para todo o mundo.

Berwanger ressalta que o evento acontece em um momento de retomada da economia brasileira, especialmente a partir do avanço da vacinação contra a Covid-19. Porto Alegre é uma das capitais mais avançadas do Brasil, com 88% da população com esquema vacinal completo. No Brasil, a vacinação está completa para 61% da população. “A expectativa é a melhor possível, não somente para negócios realizados com compradores brasileiros, mas também internacionais”, projeta. Nesta edição, o Inspiramais já tem confirmada a presença de mais de 50 importadores de 10 países, a maior parte da América Latina. No último Inspiramais presencial realizado, em janeiro de 2020, o Projeto Comprador Internacional gerou mais de US$ 9 milhões em negócios realizados in loco e alinhavados no evento. O projeto é realizado por meio do programa By Brasil Components, Machinery and Chemicals, realizado pela Assintecal em parceria com a Apex-Brasil.

Conteúdo

Além dos lançamentos de materiais, o Inspiramais terá um qualificado e abrangente programa de conteúdo, com mais de 10 palestras sobre design e sustentabilidade. As apresentações serão transmitidas on-line.

 

Protocolos de Biossegurança

Será exigido o uso de máscara, disponibilizado álcool em gel 70% e mantido distanciamento. Também será obrigatória a apresentação de carteira de vacinação completa (duas doses) ou teste de PCR atualizado na entrada do evento.

 

Serviço

Inspiramais 2022
Data: 25 e 26 de janeiro de 2022
Horários: das 10h às 20h e das 10h às 19h
Inscrições: pelo site 
Local: Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) – Av. Assis Brasil, 8787, Porto Alegre.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/11/2021 0 Comentários 697 Visualizações
Business

Puxadas pela América Latina, exportações de componentes para calçados cresceram 12,4%

Por Ester Ellwanger 25/11/2021
Por Ester Ellwanger

As dificuldades de abastecimento e encarecimento do frete, especialmente para importações da Ásia, têm feito com que grandes players da América Latina busquem componentes para a produção de seus calçados no Brasil. Dados elaborados pela Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) apontam que, de janeiro e outubro deste ano, as exportações do setor geraram US$ 230,14 milhões, incrementos de 12,4% em relação ao mesmo período do ano passado e de 0,7% em relação a igual intervalo de 2019.

O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, destaca que as exportações para países da América Latina vêm impulsionando os dados gerais. “Dos dez principais destinos, sete são da América Latina. A alta das importações desses países também é maior, na faixa de 44% em relação ao mesmo período do ano passado”, avalia, ressaltando que existe um problema generalizado de falta de matéria-prima na América Latina e uma disparada dos preços dos contêineres para importação da Ásia.

Os principais destinos dos componentes brasileiros para a fabricação de calçados – cabedais, laminados sintéticos, matrizes, solados, palmilhas, produtos químicos etc – são China (US$ 70,9 milhões, incremento de 9,8% em relação a 2020), Argentina (US$ 36,3 milhões, incremento de 40%), México (US$ 9,57 milhões, incremento de 31,6%) e Paraguai (US$ 9,55 milhões, incremento de 43%).

Inspiramais

São justamente os compradores da América Latina que virão ao Brasil para participar do Inspiramais, salão de lançamentos de insumos para a cadeia calçadista e de moda que acontece nos dias 25 e 26 de janeiro de 2022, em Porto Alegre/RS. Serão mais de 50 compradores, que estarão no evento por meio do Projeto Comprador, realizado pela Assintecal em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Até o momento já estão confirmados compradores da Argentina, Equador, Guatemala, Colômbia, México, Peru, Paraguai e El Salvador.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/11/2021 0 Comentários 609 Visualizações
Moda e beleza

Usaflex lança coleção Verão 2021/2022

Por Ester Ellwanger 24/11/2021
Por Ester Ellwanger

Inspirada na leveza da natureza, a Coleção Verão 2021/2022 da Usaflex, batizada de Ser & Sentir – Sinta o Sol, faz um convite para o público feminino experienciar as sensações de sua natureza interior e exterior. Os calçados, bolsas e acessórios que compõem o mix de estreia evidenciam desde a paleta de cores à textura, shape e referências de moda, a conexão com a elegância minimalista do natural.

No mix de cores, destacam-se o amarelo luminoso, inspirado no calor do Astro-Rei, e as nuances de verde, que entre suas variedades, trazem o frescor do hortelã e o verde mais escuro do alecrim, com destaque para as propostas monocolor e minimalistas. Os terrosos também são itens-chave, compondo dobradinhas com materiais naturais como a ráfia, a madeira e a cortiça, o que mantém um ar clean e romântico. Entre os hits da estação, o clog retorna dos anos 70 com força, rememorando o salto de madeira com cabedal pregado nas laterais, no melhor estilo hippie chic, porém com muito mais conforto e maciez, dividindo espaço com outras peças no estilo handmade.

Anabelas, flatforms e saltos médios anunciam uma retomada do uso do salto em propostas mais práticas e modernas, para acompanhar o dia a dia das mulheres com estilo e personalidade. Neste combo, destacam-se os tamancos e os chinelos com salto, que se apresentam com tiras largas e levemente fofas numa proposta ultra confortável. Para quem prefere manter os pés firmes no chão, a Usaflex traz plataformas e papetes, que além de despojadas, traz ainda mais estabilidade para o andar. “Com a retomada das atividades ao ar livre, essa categoria vem ganhando muito espaço nas coleções de calçados”, destaca Lethycia Bondam, estilista da Usaflex.

Indispensáveis, os tênis surgem nas mais diversas propostas, atendendo aos desejos daquelas que buscam um mood mais urbano ou comfy. O tênis-mule (que não é fechado atrás) é um item que vai fazer a cabeça – e os pés – das fashionistas.
Navegando na maré do conforto, solados macios, palmilhas removíveis, cabedais em elastano são opções que dão vida às mais variadas peças com a linha Usa + Conforto, que apresenta sandálias, chinelos e tênis, atendendo às necessidades de quem tem pés sensíveis e busca conforto para todos os momentos.


Fazem parte da Coleção Verão 2021/2022 bolsas, frasqueiras, carteiras e cintos, também inspirados nas paletas de nuances e materiais naturais, para complementar o visual e atender às necessidades das mulheres contemporâneas. Entre os destaques nas bolsas, figuram peças monocromáticas com detalhes como o matelassê com seu toque macio e acolchoado, e monogramas com o logotipo Usaflex. O toque maxi fica por conta das alças confeccionadas em inspiração na madeira esculpida ou alças trançadas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/11/2021 0 Comentários 1,9K Visualizações
Business

Assintecal realiza missão para Dubai

Por Ester Ellwanger 24/11/2021
Por Ester Ellwanger

Com o objetivo de incrementar as exportações de componentes para calçados, a Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) realiza, entre os dias 29 de março e 1º de abril de 2022, a primeira missão prospectiva à Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Além de conhecer a estrutura de varejo das principais grifes de moda, as empresas participantes poderão expor na tradicional feira APLF, que pela primeira vez ocorre fora de Hong Kong. A ação faz parte do By Brasil Components, Machinery and Chemicals, programa de internacionalização do setor de componentes e insumos desenvolvido pela Assintecal em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A missão oportuniza posicionarmos o Brasil como marca e indústria de componentes, em um momento de desconfiança global com relação ao comércio com a China”.

O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, avalia que o Dubai é hoje um dos principais polos mundiais de negócios, atraindo cada vez mais compradores não só do mundo árabe, mas, especialmente, pela excelente posição geográfica. O gestor ressalta que a missão contará, ainda, com a participação na APLF, que estará estrategicamente localizada em um país com grande avanço na vacinação contra a Covid (quase 90% da população está totalmente vacinada) e geograficamente mais próxima de países da Europa Ocidental, Oriental, Ásia e Norte da África. “A expectativa de realização da feira, neste contexto, é muito boa”, projeta. Além disto, pela abertura da feira a outras regiões e mudança de local, a feira tradicional para produtos químicos para couro terá uma participação especial de componentes para calçados, em estande coletivo, posicionando o Brasil como cadeia produtiva completa para a indústria de calçados e artefatos.

Segundo Júnior, a missão ocorre em um bom momento para as exportações brasileiras de componentes, que tiveram incremento de 12,4% no comparativo entre janeiro e outubro deste ano com o mesmo período de 2020. “A missão oportuniza posicionarmos o Brasil como marca e indústria de componentes, em um momento de desconfiança global com relação ao comércio com a China”, conclui.

Limitadas, as inscrições para a missão partem de um investimento de US$ 1.500,00 e podem ser realizadas pelo e-mail [email protected].

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/11/2021 0 Comentários 885 Visualizações
Business

Empreendedorismo é o Brasil que dá certo

Por Ester Ellwanger 22/11/2021
Por Ester Ellwanger

Muito se fala dos desafios do empreendedorismo no Brasil. De fato, não são poucos. Além de uma elevada carga tributária, somam-se custos com uma logística cara e ineficiente, um Estado inchado e com grande ingerência na economia, a oscilação cambial, entre tantos outros obstáculos. Porém, empreendedores mostram um outro lado, um lado que coloca o Brasil entre os países que mais empreendem no mundo. O Brasil que dá certo. Conforme levantamento da Global Entrepreneurship Monitor, realizada com o apoio do Sebrae, o Brasil ocupa a sétima posição no ranking mundial de empreendedorismo, com quase 32% da população adulta atuando na área. Quando comparado a países que compõem o BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul -, o Brasil é a nação com a maior taxa de empreendedorismo A China tem 26,7%, a Índia 10,2%, a África do Sul 9,6% e a Rússia 8,6%. O número de brasileiros que já têm uma empresa, ou que estão envolvidas na criação de uma, é superior, também, a países como Estados Unidos (20%), Reino Unido (17%), Japão (10,5%), Itália (8,6%) e França (8,1%).

O fato de resistir a todos os problemas enfrentados, desenvolvendo os seus negócios, concede ao empreendedor uma dose de resiliência importante. Nesta matéria especial, contaremos a história de empreendedores que, mesmo diante de todas as dificuldades, mantêm seus negócios apostando em calçados inovadores e nichos de mercado diferenciados.

Invitto: slow fashion e fidelização

Fundada em 1999 pelo empreendedor Marco Aurélio Kehl, a Invitto, de Novo Hamburgo/RS, se especializou na chamada slow fashion, voltada para o mercado de calçados femininos classes A e B. Produzidos artesanalmente com matérias-primas de alta qualidade, com destaque para couros exóticos como o de Python, ao longo da história a empresa sempre procurou estar na vanguarda da moda nacional. Na coleção de Verão passada, por exemplo, foram criados calçados femininos revestidos com fios de seda e tingidos com cascas de cebola.

A produção fica entre 30 e 40 pares diários, que são comercializados em cerca de 30 pontos de venda no Sul e interior de São Paulo e no e-commerce da Invitto. A exportação, que já foi parte dos negócios da empresa, por enquanto aguarda novos projetos. Trabalhando sem estoque, apenas por encomenda, a empresa possui um nicho de mercado fidelizado e que já fez com que, em 2021, crescesse 10% ante 2019. “Em 2020, assim como o setor, sofremos muito pela paralisação das atividades”, diz Kehl.

Antes de fundar a Invitto, o empresário conta que passou por diferentes setores na indústria calçadista. Aos 14 anos começou trabalhando na produção e foi para o departamento de contabilidade da mesma empresa um ano depois. “A contabilidade, aliás, me ajudou muito quando criei o meu próprio negócio”, frisa. Após passar pelo departamento, Kehl foi para a importação e depois foi morar nos Estados Unidos, um sonho antigo. Lá, onde permaneceu durante um ano e meio, trabalhou em uma empresa que importava roupas da Ásia e ganhou ainda mais bagagem. De volta ao Brasil, ficou pouco tempo e partiu para a Holanda, para trabalhar na área de vendas de uma empresa que desenvolvia calçados para serem produzidos no Brasil ou Portugal, no modelo de private label (com a marca do cliente). “Nessa empresa tive o meu primeiro contato com a parte de desenvolvimento de calçado, que mais tarde seria a minha atividade”, recorda. Em meados dos anos 1990, saiu da empresa holandesa e retornou ao Brasil, onde voltou para a indústria de calçados, dessa vez em departamentos de vendas para o mercado doméstico. Com a empresa fechando as portas em 1998, resolveu criar sua própria coleção, que daria vida à Invitto um ano depois. “Depois de sofrer com a criação de uma linha de preço médio, resolvi entrar no mercado de maior valor agregado com a Invitto, de onde não saímos mais”.

Com vasta bagagem no setor calçadista, Kehl destaca que são muitos os desafios, mas que a atividade é gratificante. “Produzir no Brasil é difícil. Temos dificuldade quanto à questão tributária, mas o que mais atrapalha, ainda mais para o nosso nicho, é a falta de mão de obra qualificada. Meus montadores têm mais de 50 anos. Não existe uma renovação. A saída, segundo ele, é o investimento em formação e sobretudo em campanhas para atrair jovens para a atividade. Apesar das dificuldades, o empreendedor se mantém otimista. “A nossa consumidora é fidelizada e sabe que, comprando nossos produtos, está comprando qualidade e durabilidade. Existe um grande mercado a ser desbravado”, conclui.

 

Perky: calçado brasileiro com sotaque castelhano

Foi em 2011 que o argentino nascido em Buenos Aires, Rodrigo Casas, decidiu trazer um produto típico gaúcho e castelhano para terras brasileiras, mais especificamente para Porto Alegre/RS. Filho de pai argentino e mãe brasileira, antes de se tornar empreendedor, Casas chegou a se formar em Jornalismo, onde atuou na área esportiva no país vizinho. “Sempre quis ter um negócio próprio. Em 2008, conheci a Gabriela – sócia e companheira – no Brasil e depois de algumas pontes áreas resolvi vir morar definitivamente aqui e lançamos a marca Perky”, conta. Há dez anos, a produção era integralmente de alpargatas, mas a experiência no rigoroso inverno gaúcho fez com que a empresa optasse por aumentar o mix para produtos fechados. Hoje, mesmo sendo as alpargatas o carro-chefe da marca, a Perky desenvolve também botas, sandálias, tênis vulcanizados e acessórios voltados para um público de 25 a 35 anos.

Com uma produção terceirizada de 55 mil pares por ano, das quais exporta cerca de 7% para Argentina, Uruguai, República Checa, Chile e Inglaterra, a empresa tem nas suas lojas franqueadas o principal canal de distribuição. No total, as quatro lojas Perky – duas em Porto Alegre/RS, uma em Gramado/RS e uma em Búzios/RJ — respondem por mais de 50% do faturamento, número que deve aumentar ainda mais a partir da ampliação do projeto de franquias da marca em 2022. “Estamos desenvolvendo um projeto para expansão das lojas em quiosques”, conta.

Casas ressalta que existem muitos obstáculos para se empreender no Brasil, sendo o principal deles a dificuldade de acesso ao crédito. Para ter uma ideia, a primeira experiência, em 2012, quando a marca recém havia sido lançada, está sendo paga até hoje. “Precisávamos de capital para investir na empresa e não conseguimos crédito. Tivemos que hipotecar nosso apartamento para conseguir R$ 80 mil e estamos terminando de pagar a dívida agora, que já foi para mais de R$ 200 mil”, recorda. O baque, no entanto, não foi suficiente para segurar o ímpeto da Perky, que foi crescendo na medida em que seus produtos ficavam mais conhecidos – e reconhecidos – no mercado.

Outro golpe para a Perky foi o ano de 2020, quando a empresa viu seu faturamento cair quase 60%. “Ficamos com as lojas físicas fechadas boa parte do ano. O que salvou o ano foi o nosso e-commerce”, comenta. Em 2021, com a retomada do mercado e a normalização do comércio físico, a empresa já cresceu 30%, índice que ainda não fará com que se chegue ao período pré-pandemia, em 2019. Porém, o otimismo está presente. Em 2022, a meta é crescer, inclusive, sobre 2019. “Estamos otimistas com o projeto de expansão das franquias, que já era para ter iniciado no passado, mas que foi adiado em função da pandemia”, conclui.

Tnin: sustentabilidade nos pés dos pequenos

Com dois anos e meio de fundação, a Tnin, de São Paulo/SP, é uma startup do universo calçadista. Especializada no universo infantil, a marca traz produtos infantis com materiais ecologicamente corretos no estilo plimsolls, calçados de cabedal de lona popularizados nos anos 1990 e que vem retornando à moda mundial.

Trabalhando com consultoria no setor calçadista desde 2009, Juliana Lawson resolveu colocar a teoria em prática ao conhecer o inglês Darren Enthoven. A empresária conta que a criação da marca partiu da percepção de um gap no mercado de produtos infantis, carente de calçados voltados para o nicho da sustentabilidade. “Nos ajudou, também, o fato de que no Brasil encontramos muitos fornecedores de materiais sustentáveis”, recorda.

Atualmente com uma produção de 2,5 mil pares mensais, a Tnin exporta cerca de 30% dela para Estados Unidos, Chile, Singapura, China, Itália, entre outros países. Apesar das dificuldades enfrentadas durante a pandemia do novo coronavírus, Juliana revela que a empresa recém criada cresceu mais de 70% em relação a 2020. Para o resultado, foram adotadas duas estratégias importantes, o foco maior no e-commerce próprio e as exportações, que favorecidas pelo fator cambial devem seguir crescendo em 2022. Juliana conta que, para 2022, a expectativa é de crescimento e que a empresa vem buscando parcerias para ampliação dos investimentos. “Felizmente, já temos uma parceria super bacana já encaminhada. Divulgaremos em breve”, adianta.

 

Urban Flowers: ativismo e negócios juntos

Criada em 2014 a partir de uma filosofia de vida de seus fundadores, o veganismo, a Urban Flowers, de Campo Bom/RS, utiliza materiais sem origem animal na sua produção. Atualmente com 10 funcionários e parceiros locais para produção, a marca produz 500 pares por mês, além de acessórios como mochilas, bolsas e carteiras, que distribui em e-commerce próprio e em uma loja parceira especializada em produtos slow fashion de Santa Catarina. Sócio da empresa, ao lado de sua companheira Cecília Weiler, Patrick Lenz, destaca que, mais do que produtos, a marca tem o objetivo de divulgar a causa do veganismo, que não é somente ecológica, mas também social. “Os criadores da empresa são veganos. Trouxemos essa questão orgânica para o dia a dia do negócio”, conta, ressaltando que isso é percebido pelo público e que a marca precisa passar essa verdade em suas relações. O impacto ecológico é percebido e premiado. No ano passado, conforme levantamento interno, foram recuperados mais de 7,7 mil metros quadrados de tecidos, 1,1 tonelada de borracha foi reciclada e foram utilizados mais de 3,3 toneladas de papelão reciclado. Atualmente, a empresa possui o Certificado Lixo Zero, Instituto Lixo Zero Brasil (ILZB).

Para que a marca não tenha apenas o produto final vegano, Lenz diz que existe uma relação muito próxima com os fornecedores, estimulando para que toda a cadeia produtiva seja efetivamente sustentável. Entre os principais desafios para a criação da marca, o empreendedor cita justamente a dificuldade na relação com os fornecedores, que no início não entendiam muito bem o conceito do veganismo. “Hoje existe uma conscientização maior, eles nos procuram, trocam informações”, comenta.

A comunicação com os consumidores é outro trunfo da empresa. “Buscamos uma relação próxima com o nosso público. Caminhamos na corrente inversa aos chatbots, queremos tornar a relação mais humanizada possível”, conta, acrescentando também a importância do trabalho nas redes sociais. Além da relação marca/cliente, Lenz destaca que existe uma preocupação em passar o conceito do veganismo, ajudando o público a identificar não somente calçados realmente veganos, mas até mesmo produtos da indústria alimentícia. Mesmo com todo o ativismo vegano, o empreendedor ressalta que recentemente a marca fez um levantamento para a atualização da “persona” e percebeu que existe uma gama crescente de consumidores não veganos, que têm identificação com as pautas da sustentabilidade.

Assim como para o setor calçadista em geral, o ano de 2020 foi bastante difícil para a Urban Flowes. Lenz recorda que a empresa chegou a fechar durante alguns meses e que só não teve um impacto pior por causa do apoio dos próprios consumidores. “Criamos vales, que as pessoas adquiriam para receber os produtos depois”, lembra. A ajuda do público fez com que a empresa resistisse e a queda fosse bem menor do que a prevista inicialmente. “Perdemos 15% da nossa produção e, em 2021, conseguimos recuperar as perdas. A partir de 2022 temos a expectativa de voltar a crescer”, projeta, ressaltando que a empresa tem capacidade produtiva para ampliar a produção para até 800 pares mensais.

Dobra: DNA inovador

Carteiras de tyvek, um tipo de papel especial super resistente utilizado pela NASA. Foi com esse produto que os jovens da Dobra, de Montenegro/RS, começaram a se destacar no mercado brasileiro a partir de 2016. Cinco anos depois, a empresa ampliou o mix de produtos e, além das carteiras, hoje oferece uma gama completa de acessórios, tênis, camisas e até mesmo produtos de decoração. Tudo utilizando a mesma matéria-prima e sob encomenda, já que a empresa não trabalha com estoques. A inovação da Dobra não está apenas no produto. Na Dobra, o modelo de gestão é horizontal. São 14 pessoas envolvidas, todas no mesmo nível de hierarquia e com o mesmo salário. Além disso, as estampas dos produtos são todas fruto de cocriação, pois no site a Dobra mantém mais de mil artistas cadastrados com suas criações.

Um dos sócios, Guilherme Massena, conta que a Dobra começou a partir de um trabalho de faculdade. “Venho de uma família de empreendedores, sempre tive vontade de ter meu próprio negócio. Foi a partir de um trabalho de faculdade, no qual criamos uma carteira de papel, que nasceu a Dobra”, recorda. Segundo Massena, a partir do trabalho foram alguns anos de atualização, com estudos sobre nova economia, economia colaborativa, revolução pós-digital, entre outros temas. Já para a construção dos produtos, foram realizados testes. “Nosso modelo de criação é MPV (produto mínimo viável, sigla em inglês). Ou seja, testamos a viabilidade e lançamos no mercado”, diz.

Segundo Massena, são inúmeros os desafios do empreendedorismo no Brasil. O maior é a burocracia, que engessa a criação de novos negócios. “Hoje até está mais fácil, especialmente para o enquadramento como Microempreendedor Individual (Mei), mas ainda existe uma enorme complexidade tributária que atrapalha o desenvolvimento de novas empresas”, avalia, ressaltando que a Dobra realiza lives nas redes sociais para auxiliar os novos empreendedores com dicas sobre abertura de empresas, modelos de negócios, entre outras informações.

O modelo de negócios diferenciado, mais voltado para o ambiente digital, fez com que a empresa sentisse menos o impacto da pandemia do novo coronavírus. Segundo o empreendedor, no entanto, mudou um pouco o público, antes da pandemia formado em grande parte por jovens profissionais liberais, designers e estudantes. A pandemia fez com que, na medida da retomada dos trabalhos em ambiente físicos, aumentassem as encomendas de empresas para presentear seus colaboradores com produtos inovadores e exclusivos. “Em 2021, no comparativo com a pré-pandemia, em 2019, crescemos 5% a 10% em faturamento. Já o crescimento dos negócios B2B (business to business) ficou entre 15% a 20%”, conta Massena.

Para o próximo ano, o empreendedor destaca que a empresa deve seguir investindo na geração de conteúdos com impacto social, monetizando o que for possível. Também buscará fortalecer o portfólio de produtos e estreitar o relacionamento com o seu público por meio da criação de um bar na empresa, onde as pessoas poderão confraternizar e trocar experiências.

Pesh: foco no mercado infantil

Criada para atender o mercado infantil com calçados divertidos e preços competitivos, a Pesh, de São Paulo/SP, é um case clássico de empreendedorismo. Juliana Mader, uma das sócias da empresa, é formada em Administração de Empresas, com MBA na área, e vem do mercado financeiro. Trabalhou neste setor até entrar para um e-commerce especializado em produtos infantis. Lá, se apaixonou por esse universo e junto da sócia, Thaís Drummond, criou a marca Pesh em 2017.

Atualmente com uma produção de 10 mil pares mensais, a Pesh transformou uma operação baseada na relação B2B (business to business), de fornecimento para o varejo físico, para um modelo de venda direta quase que totalmente digital. Segundo a empreendedora, 70% do faturamento da empresa vem do canal on-line. A mudança no modelo veio justamente durante a pandemia do novo coronavírus, com as dificuldades no varejo físico e o incremento vertiginoso do comércio eletrônico. “Já tínhamos a ideia de e-commerce desde o princípio da Pesh, mas pelo histórico de trabalho em e-commerce resolvemos esperar. A pandemia acelerou esse processo e ano passado resolvemos investir nesse canal”, conta.

A decisão se mostrou acertada e a marca, depois de uma queda de mais de 50% no ano passado, já cresceu mais de 100% em 2021 e pretende dobrar o crescimento no próximo ano, ultrapassando os números da pré-pandemia. Para os próximos anos, Juliana projeta aumentar ainda mais a participação do digital no faturamento da marca. Entre os benefícios, Juliana cita o risco menor com a inadimplência e o relacionamento mais direto com o consumidor.

Outra tendência identificada pela Pesh é a sustentabilidade. Em abril deste ano, a empresa lançou mais uma marca, a Zoez. São calçados adultos unissex produzidos a partir de matérias-primas sustentáveis. “É um mercado difícil, bastante nichado, mas que percebemos que vem em crescimento. Ainda pequena, o objetivo é aumentar a fatia de produtos dessa linha no nosso mix nos próximos anos”, projeta a empresária.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/11/2021 0 Comentários 1,2K Visualizações
Business

Calçado retoma índices semelhantes ao período pré-pandemia

Por Ester Ellwanger 18/11/2021
Por Ester Ellwanger

É latente a retomada da economia. A Zero Grau – Feira de Calçados e Acessórios que encerra nesta quarta-feira, dia 17 de novembro, no Centro de Eventos do Serra Park, em Gramado, comprova este novo momento do setor calçadista brasileiro. Os números registrados nesta edição comparados com os do ano passado, quando também foi a única feira presencial do ano no segmento, dobraram e até triplicaram.

O número de expositores dobrou, tendo este ano 220 empresas expositoras, representando 800 marcas, lojistas e importadores tiveram presenças mais significativas, com presenças de compradores internacionais de 20 países, de quatro continentes. O número de visitantes também surpreendeu, atingindo mais de 7.500 profissionais de todos os estados brasileiros.

Podemos dizer que foi a feira da retomada. Não só pelas compras, mas muito pelos encontros que estavam represados e por muita troca de informações”.

“Nós ouvimos muitos depoimentos de excelentes desempenhos em negócios, assistimos os corredores e os estantes lotados. Podemos dizer que foi a feira da retomada. Não só pelas compras, mas muito pelos encontros que estavam represados e por muita troca de informações”, diz Frederico Pletsch, diretor da Merkator Feiras e Eventos, promotora da feira.

O marketing de calçados Ferracini, de SP, Naty Faleiros, diz, por exemplo, que os negócios desta edição foram praticamente iguais aos de 2019, antes da pandemia. “Não tenho números fechados ainda, mas posso dizer que superamos todas as nossas expectativas. Pensávamos em uma feira regional, mas encontramos lojistas de todo o país”, diz ela.

O diretor da Variettá, de Três Coroas (RS), Márcio Port dos Santos, diz que os negócios aqui na serra gaúcha realmente dobraram. “Estávamos com alguns receios, mas nossos negócios dobraram”, acentua.

Além disto, vimos muitos lojistas que não se encontravam há cerca de dois anos comemorando reencontros de negócios e de amizades”.

O empresário Roberto Argenta, diretor da Beira Rio segue as opiniões dos demais expositores e destaca as presenças de importadores, especialmente da América Latina, onde a moda brasileira tem um destaque especial em muitos países. “Além disto, vimos muitos lojistas que não se encontravam há cerca de dois anos comemorando reencontros de negócios e de amizades”, enfatiza Argenta.

Também a presidente da Piccadilly, Cristine Grings Nogueira destaca a oportunidade “em estarmos novamente próximo dos nossos clientes, mostrando a nova coleção e recebendo feedback do mercado. Terminamos a feira muito otimistas com a performance para o próximo semestre”, finaliza ela.

Foto: Dinarci Borges/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/11/2021 0 Comentários 542 Visualizações
Business

Omnichannel integra on-line e o físico durante a Zero Grau

Por Ester Ellwanger 16/11/2021
Por Ester Ellwanger

Esta edição da Zero Grau – Feira de Calçados e Acessórios, que acontece até amanhã, 17 de novembro, está diferente. Uma movimentação atípica nos corredores, pois lojistas estão com interesses diferenciados em “gifts” de expositores que estão garantindo brindes, descontos e vantagens em compras durante a feira. Este é o resultado visível do projeto Onno Place uma parceria Merkator Feiras e Eventos e a Linx|Seta Digital com o patrocínio da Fedex Express.

Este é o primeiro Market Place em feira profissional e está impulsionando negócios e relacionamentos nos pavilhões do Serra Park, em Gramado. “Este projeto Onno Place é uma loja on-line que está apresentando esta experiência omnichannel, com a indústria e o varejo em um ambiente único, onde é possível ver a integração e a agilidade de todo este processo, que acredito vai revolucionar o varejo”, diz Frederico Pletsch, diretor da Merkator Feiras e Eventos, promotora da feira.

Os expositores que participam do projeto estão oferecendo uma grande variedade de “gifts” que estão despertando o desejo do lojista em acessar várias vezes as suas marcas, em busca de presentes e de novidades nas coleções. “Nós somos engajados em desenvolver mais eficiência aos negócios do setor calçadista. E somos ansiosos por criar projetos para este segmento, especialmente um canal on-line de vendas e o Onno atende esta demanda com funcionalidade de market place” diz Rafael Reolon, da Linx/Seta Digital. Ele conta que essa tecnologia especialmente para feiras foi desenvolvida em tempo recorde, cerca de 20 dias, para que lojistas que são visitantes da feira pudesse interagir com o evento das formas física e on-line, em qualquer lugar, em qualquer momento”, ressalta ele.

“Estamos confiantes no crescimento do Onno Place já na nossa próxima feira que será o Sicc – Salão Internacional do Couro e do Calçados, em maio de 2022, pois estamos assistindo um clima de contentamento tanto da indústria como dos lojistas, pois a grande maioria só conhecia este conceito na teoria e imaginava a sua aplicação. Aqui está visível e palpável”, finaliza Pletsch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/11/2021 0 Comentários 754 Visualizações
Business

60% da produção de calçados do primeiro bimestre de 2022 é encaminhada na Zero Grau

Por Ester Ellwanger 16/11/2021
Por Ester Ellwanger

Parece que a saudade era imensa, pois os corredores, estandes e áreas de convivência da Zero Grau – Feira de Calçados e Acessórios estão lotados de lojistas de calçados vindos de praticamente de todos os estados brasileiros, além de importadores de 20 países.

“Estamos assistindo um renascimento das grandes negociações entre a indústria e o varejo aqui nos pavilhões”, diz Frederico Pletsch, diretor da Merkator Feiras e Eventos, promotora da feira, o primeiro evento presencial do setor neste ano. Ele acrescenta que “já esperávamos este movimento, pois antes da feira foram inúmeras consultas de lojistas e de fabricantes para estarem aqui. Agora é só comemorar”. A feira está com 220 expositores, representando cerca de 800 marcas. Estão sendo cumpridos todos os protocolos sanitários do Governo do Estado e da prefeitura de Gramado devido a pandemia do coronavírus.

A lojista de São Paulo, Taís Simões, do Comércio de Calçados Mazzali, com quatro unidades na capital, que afirma que veio já para fazer os pedidos para a estação fria em calçados femininos. “Vamos comprar aqui cerca de 70% dos nossos estoques”, diz a varejista. Da mesma opinião é Magna Araújo Costa Sales, proprietária de lojas em Grajaú, no Maranhão, que afirma que além do ato de compra e venda, a feira representa para ela informação com conteúdo precioso que agrega a sua rotina de trabalho.

“Para nós é fundamental uma feira presencial. É uma renovação. Mas além disto compro muito. Daqui saio com 60% dos meus estoques para o próximo inverno. Aline Zardo, da PIttol Calçados, com mais de 30 lojas no Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, afirma que veio conhecer os lançamentos, mas também repor calçados para as demandas de final de ano. “Numa feira se encontra muitas oportunidades de negócios. Isto é essencial para as minhas lojas”, finaliza a lojista.

 

Serviço

Evento: Zero Grau – Feira de Calçados e Acessórios
Data: 15, 16 e 17 de novembro de 2021
Horário: Das 9h às 19h
Local: Centro de Eventos Serra Park – Gramado (RS)
Expositores: 220 da indústria nacional de calçados / Marcas: 800
Eventos profissional para varejo especializado em calçados.

Credenciamento: no site www.feirazerograu.com.br

Foto: Dinarci Borges/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/11/2021 0 Comentários 757 Visualizações
Business

Piccadilly inaugura quarta franquia no Rio Grande do Sul

Por Ester Ellwanger 16/11/2021
Por Ester Ellwanger

Presente em mais de 13 mil pontos de vendas no Brasil, a Piccadilly acelera o processo de expansão através de Franquias, que deu início em 2018, e traça planos ousados: inaugurar mais de 100 franquias até 2025. No próximo mês, a marca abre 5 unidades, uma delas em Porto Alegre, no Barra Shopping, no Rio Grande do Sul – a quarta na região.

4º franquia no RS

Presente em mais de 13 mil pontos de vendas no Brasil, a Piccadilly acelera o processo de expansão através de Franquias, que deu início em 2018, e traça planos ousados: inaugurar mais de 100 franquias até 2025. No próximo mês, a marca abre 5 unidades, uma delas em Porto Alegre, no Barra Shopping, no Rio Grande do Sul – a quarta na região.

De acordo com a franqueada Patrícia LoIacono Bronzatto, as consumidoras da região têm um carinho muito grande pela Piccadilly e se identificam com a proposta da marca em oferecer beleza, tecnologia e conforto em um único produto. A empresária ainda comenta que está bastante otimista para um período pós-vacina e que a nova unidade chega em um momento em que as vendas ganharam uma retomada. “Acreditamos na força da marca e de toda a indústria, por isso, estamos confiantes com o sucesso e crescimento desta franquia em um futuro próximo”, comenta.

Além dessa unidade, o estado conta com mais três, que ficam localizadas no Shopping Iguatemi, Shopping Total e Shopping Praia de Belas.

A Piccadilly possui franquias em diversos estados, como Rio Grande do Sul, Pernambuco, Pará, Piauí e Distrito Federal. Sempre atenta em oferecer a melhor experiência de compra às suas consumidoras, iremos inaugurar mais 5 unidades até o final do ano, e até 2025, serão mais de 100 lojas espalhadas em todo o país.

 

Serviço

Loja Piccadilly
Local: Barra Shopping (Av. Diário de Notícias, 300, Cristal, Porto Alegre)
Horário de funcionamento: aberto todos os dias, das 10h às 22h

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/11/2021 0 Comentários 1,2K Visualizações
Business

Grendene inova e leva mais sustentabilidade para a Zero Grau em Gramado

Por Ester Ellwanger 12/11/2021
Por Ester Ellwanger

A Grendene, principal exportadora de calçados do Brasil e uma das maiores produtoras mundiais, estará presente na feira de calçados e acessórios Zero Grau, que acontece nos dias 15, 16 e 17 de novembro, em Gramado. Como novidade, neste ano que celebra cinco décadas de atuação, a companhia leva para o evento um estande que representa mais um passo da sua jornada de sustentabilidade.

O espaço, de 368 m², terá os revestimentos das paredes feitos com materiais recicláveis e tijolos de Pvc mostrarão a matéria-prima utilizada pela Grendene em seus produtos. Já o mobiliário (balcão de recepção) e os materiais de comunicação visual serão reutilizados pela própria companhia na sua fábrica localizada em Farroupilha (RS). A pintura do estande será realizada com tinta atóxica, à base de água, e as madeiras utilizadas são de Pinus de reflorestamento e levam a certificação Fsc (manejo florestal sustentável). O espaço conta ainda com iluminação natural e em Led, o que garante maior economia de energia.

 

Produtos Sustentáveis

Para essa edição da feira, a Grendene apresentará produtos das marcas Rider, Ipanema, Grendha, Zaxy, Azaleia, Cartago e Grendene Kids, inclusive lançamentos que estarão disponíveis aos consumidores a partir de 2022. Na ala infantil, a Grendene Kids, em parceria com um dos principais canais do YouTube sobre Ciência e Educação, o Manual do Mundo, aposta no lema “Eu protejo meu planeta”, para incentivar as crianças e, assim, contribuir para a formação de adultos mais conscientes e atentos às práticas sustentáveis. Para isso, foram criados personagens como o “Brócolis”, a “Laranja” e a “Beterraba” que ajudarão nessa missão. Os produtos têm menor impacto, baixa emissão de CO2eq, pelo menos 30% de conteúdo reciclado e utilizam pigmentos orgânicos, como a fibra de coco.

Também estarão expostas coleções lançadas recentemente e que geram um menor impacto para o planeta. Entre os destaques, a linha Rider R4, que tem como premissas ‘reduzir, reutilizar, reciclar e recriar’ e apresenta calçados com materiais de fonte renovável/biobased na composição, com origem na cana-de-açúcar, PVC reciclado e fibras têxteis de garrafas Pet recicladas, garantindo uma menor emissão de carbono equivalente.

Já os produtos Cartago Tauá são inspirados no universo casual natural e apresentam identidade ligada ao compartilhamento de experiências, conforto, bem-estar, leveza e personalidade. O chinelo e a sandália da coleção Tauá também contam com materiais feitos com matéria-prima derivada da cana-de-açúcar e fibras têxteis de garrafa Pet recicladas. No chinelo, foi usado o equivalente a meia garrafa Pet por par, enquanto na sandália foi utilizada uma garrafa Pet reciclada por par de calçado.

A Ipanema também marcará presença e reforçando o seu compromisso com a jornada sustentável, estará expondo a Ipanema Recria, coleção de sandálias produzidas com 60% de material reciclado, o dobro do restante da sua linha. São três modelos que possuem opções de cores na cartela que utilizam resíduo de casca de arroz, material que seria descartado. Essa coleção foi concebida por meio de material e processos com menos impacto socioambiental, aliado a sandálias com preços acessíveis para todas as brasileiras.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/11/2021 0 Comentários 957 Visualizações
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