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calçados

Business

Fimec marca presença na feira Efica

Por Ester Ellwanger 21/01/2022
Por Ester Ellwanger

Com o propósito de divulgação da Fimec 2022, o diretor-executivo da Fenac, Diego Martinez participou da feira Efica, reconhecida no setor calçadista. O evento aconteceu em Buenos Aires, na Argentina, entre 9 e 11 de janeiro, quando Martinez aproveitou a oportunidade para estreitar o relacionamento com o setor coureiro-calçadista da América Latina.

Na feira, organizada pela Câmara Argentina da Indústria de Calçados CIC, foram apresentados cerca de 200 estandes e 150 marcas de empresas nacionais com produção local.

 

45ª Fimec

A 45ª Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes (Fimec) está confirmada de forma presencial e irá acontecer entre os dias 8 e 10 de março, nos pavilhões da Fenac em Novo Hamburgo, das 13h às 20h.

Da produção à logística, a feira apresentará novidades em couros e peles, produtos químicos, componentes, máquinas, tecnologia e inovação para todo o setor – sendo reconhecida como a única feira do mundo que reúne toda a operação do setor coureiro-calçadista em um mesmo local.

Serviço

Evento: 45ª Fimec
Data: 8 a 10 de março 2022
Horário: 13h às 20h
Local: Fenac – Novo Hamburgo/RS, Brasil
Realização: Fenac Experiências Conectam

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/01/2022 0 Comentários 553 Visualizações
Business

Feira italiana deve gerar US$ 7,5 milhões para calçadistas

Por Ester Ellwanger 21/01/2022
Por Ester Ellwanger

A feira italiana Expo Riva Schuh, realizada entre os dias 15 e 18 de janeiro, em Riva del Garda, deve gerar mais de US$ 7,5 milhões, com a venda de 670 mil pares, para 26 marcas calçadistas brasileiras. A projeção está no relatório do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) que viabilizou a participação verde-amarela. Os resultados somam os negócios realizados in-loco e os alinhavados durante o evento.

A coordenadora da Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, conta que o evento, apesar de mais compacto do que nas edições anteriores, na pré-pandemia, teve resultado satisfatório para a maior parte dos expositores brasileiros. Foram gerados 211 contatos com alguns dos principais players do mercado europeu. “O nível dos compradores, que por ainda haver restrições de entrada eram em grande parte da Europa, foi muito bom. Os resultados da Expo Riva Schuh certamente impulsionarão as exportações brasileiras ao longo do primeiro semestre”, avalia.

 

Mercado

No ano passado, conforme dados elaborados pela Abicalçados, as exportações de calçados para a Europa somaram 21 milhões de pares, 17% do total embarcado no período (que foi de 123,6 milhões de pares). O incremento das exportações gerais foi de 32% e para Europa de 3,8% no comparativo com 2020.

Participaram da Expo Riva Schuh, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas ADG Export, Awana, GVD International, Usaflex, Carrano, Stéphanie Classic, Andacco, Beira Rio, Vizzano, Moleca, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BR Sport, Madeira Brasil, Verofatto, Werner, Pegada, Capelli Rossi, Jorge Bischoff, Loucos & Santos, Democrata, Piccadilly, Anatomic Shoes e Sapatoterapia.

A próxima feira italiana apoiada pelo Brazilian Footwear será a Micam Milano, que teve sua data confirmada para 13 a 15 de março.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/01/2022 0 Comentários 521 Visualizações
Business

Exportações de componentes para calçados registram incremento de 22% em 2021

Por Ester Ellwanger 21/01/2022
Por Ester Ellwanger

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) apontam que, em 2021, as exportações do setor somaram US$ 410,3 milhões, 22% mais do que em 2020 e 9% acima do registro de 2019, não somente recuperando, mas ultrapassando os níveis registrados na pré-pandemia.

O incremento dos embarques teve como motivação uma série de fatores macroeconômicos, com destaque para o aumento dos custos de transporte, que inibiu as importações asiáticas, especialmente para os vizinhos latino-americanos. O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, destaca que, além dos custos logísticos, influenciaram os resultados a escassez de matérias-primas no mercado internacional, o que fez com que calçadistas do mundo inteiro voltassem os olhos para os fornecedores brasileiros, que possuem um dos clusters mais completos do mundo. “O resultado mostra a importância da indústria brasileira de insumos e químicos para calçados e couros no mercado internacional, fortalecendo ainda mais a imagem nacional de contar com soluções completas”, avalia.

Segundo o relatório da Assintecal, o principal destino das exportações de componentes brasileiros foi a China (US$ 85,54 milhões, 6% mais do que 2020 e 49% mais do que 2019), seguido pela Argentina (US$ 52,14 milhões, incrementos de 241% ante 2020 e 157% sobre 2019), México (US$ 7 milhões, incremento de 29% sobre 2020 e queda de 18% ante 2019) e Colômbia (US$ 5,3 milhões, incrementos de 58% sobre 2020 e de 5% sobre 2019).

 

América Latina

Júnior comenta que cerca de metade dos embarques realizados foram para mercados latino-americanos. “São mercados com alta produção de calçados e que sentiram as dificuldades logísticas para importar da China. Os fornecedores brasileiros souberam identificar a oportunidade e colheram excelentes resultados. O desafio, para o qual a Assintecal está preparando esses fornecedores, é manter e ampliar essa performance mesmo diante da normalização dos fluxos de abastecimento no mercado internacional”, acrescenta o gestor.

 

Origens

O Rio Grande do Sul foi o maior exportador de componentes do período, com US$ 245 milhões em receitas geradas, 9% mais do que em 2020 e 5% menos do que em 2019. A segunda origem foi Santa Catarina, com receita de US$ 28,64 milhões, incremento de 8% sobre 2020 e queda de 4% sobre 2019. A terceira origem das exportações foi a Bahia, com US$ 23,8 milhões gerados, 425% mais do que em 2020 e 167% mais do que em 2019. São Paulo foi a terceira origem, com receita de US$ 19 milhões, resultados superiores tanto ante 2020 (44%) quanto no comparativo com 2019 (14%).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/01/2022 0 Comentários 495 Visualizações
Business

Franquias impulsionam crescimento do setor calçadista

Por Ester Ellwanger 19/01/2022
Por Ester Ellwanger

Em crescimento ao longo de 2021 – de 8% na produção até novembro, conforme dados oficiais mais recentes -, o setor calçadista brasileiro vem expandindo suas atividades no varejo nacional e internacional por meio do franchising. Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) apontam que as mais de 2,5 mil redes de franquias e 150 mil unidades franqueadas no Brasil geraram mais de R$ 182 bilhões nos últimos 12 meses (sendo R$ 24 bilhões somente no setor de Moda), um crescimento de 8,4% em relação a 2020.

O presidente da ABF, André Friedheim, destaca que o setor de franchising já representa 2,7% do PIB brasileiro e vem registrando crescimento nos últimos anos. “O franchising tem demonstrado uma recuperação importante. A Pesquisa Trimestral de Desempenho do setor feita pela ABF mostra que chegamos aos meses de julho, agosto e setembro de 2021 no mesmo patamar de faturamento do terceiro trimestre de 2019, o que mostra uma franca recuperação”, avalia, ressaltando que a projeção da entidade é encerrar 2021 com um faturamento 9% maior do que em 2020. “No setor de Moda, no qual está inserido o Calçado, o crescimento deve ultrapassar 11%, portanto acima da média nacional”, prevê.

 

Bibi: transformação digital nas franquias

Com a abertura de 21 unidades de franquias no ano passado, a Bibi é um dos cases de sucesso do setor calçadista. Hoje com 146 unidades em operação no Brasil e na América Latina (Peru, Chile, Equador e Guatemala), a empresa enxerga no franchising uma forma rápida e rentável de crescimento. No segmento de franquias desde 2008, a Bibi conta com dois modelos de negócios. O formato de loja Standard, com investimento a partir de R$ 580 mil, criado para ser implantado em shopping centers de capitais e grandes metrópoles; e conceito Light, com custo de R$ 450 mil, indicado para cidades com, em média, 200 mil habitantes. Nos valores, já estão inclusos instalações, soluções tecnológicas, primeiro estoque, capital de giro e taxa de franquia.

Do total produzido pela Bibi, mais de dois milhões de pares de sapatos por ano, em 2021, 37% foi vendido por lojas multimarcas, 41% foi colocado no mercado por lojas próprias e franquias e os demais exportados. Em 2022, prevendo a abertura de 25 novas lojas, sendo 12 internacionais, a empresa estima que 43% das vendas serão via franquias, 35% via multimarcas e o restante será vendido para o mercado externo.

A presidente da Bibi, Andrea Kohlrausch, conta que um dos segredos da rápida expansão da marca no franchising tem relação com a aceleração dos processos de transformação digital. “As cidades com franquias permitem uma maior agilidade nas vendas. Nessas, os consumidores podem contar com os benefícios do e-commerce, com Prateleira Infinita, Clique e Retire, Entrega Expressa, Bibi Delivery e Bibi em Casa. Dessa forma, a integração e diversificação de canais também auxilia no aumento das vendas e, consequentemente, do faturamento das lojas que fazem parte da rede”, conta a executiva, ressaltando que a Bibi acelerou ainda mais seus planos de transformação digital para consolidar as competências dos canais digitais da rede de franquias.

Para ser um franqueado da Bibi, Andrea explica que a empresa interessada deve estar em sinergia com a marca, além de passar por um período de avaliação, no qual são levados em consideração aspectos como propósito de vida, identificação com o universo de Varejo e da Bibi, capacidade financeira, experiência, ética, entre outros indicadores importantes. “Após ser aprovado, ele ainda passa pelo período de imersão cultural na Bibi, em que conhecerá mais afundo sobre a marca e seu propósito para, em seguida, desenvolvermos juntamente o plano de inauguração, levando como base a escolha do ponto, reforma do local, projeto arquitetônico, contratação da equipe etc”, conta a executiva, destacando que a Bibi presta todo o suporte necessário ao franqueado, por meio de consultores de campo que acompanham as lojas e o desempenho delas, além de um time de planejamento comercial, que apoia na parte de compra, provendo assim um controle efetivo do estoque.

 

Usaflex: meteórica expansão no varejo

Tendo apostado fortemente no mercado de franquias há pouco mais de cinco anos, a Usaflex já contabiliza 254 unidades no território nacional – sendo 21 inauguradas em 2021. Conforme a empresa, as franquias já representam mais de um terço das vendas, que somaram mais de 2,9 milhões de pares no ano passado.

Até 2024, segundo o diretor de Franquias da Usaflex, Elbio Armiliatto, existe um plano bastante agressivo de expansão: somar mais de 400 lojas no Brasil, com franquias respondendo por mais de 50% do faturamento da empresa no mercado doméstico. “A partir do crescimento do número de franquias no Brasil, a marca Usaflex ganhou muita visibilidade, de forma a mostrar para as consumidoras toda qualidade do seu mix de produtos”, avalia Armiliatto.

 

Para abrir uma franquia Usaflex, que prevê investimento de em torno de R$ 350 mil, o interessado deve passar por uma análise criteriosa, especialmente nos aspectos de capacidade financeira e operacional e disponibilidade para dedicação ao negócio. “Depois de validado no processo inicial, o candidato a franqueado conhece toda a empresa, seu processo interno e a operação de uma loja, passando por entrevistas finais com os diretores. Aprovado como franqueado, inicia-se o processo de busca de ponto comercial onde se pretende inaugurar a loja”, conta o diretor.

Segundo ele, a Usaflex conta também com uma área de Operação de Loja que, além da equipe interna da empresa, soma o trabalho dos consultores de campo, que são o elo de ligação entre os franqueados e a Usaflex. “Os consultores de campo visitam as franquias, implementam e acompanham junto às lojas o Programa de Excelência de Franquias Usaflex, que orienta como deve ser operada uma Franquia Usaflex”, detalha Armiliatto, acrescentando que a Usaflex exige renovação do contrato para operação a cada cinco anos.

 

Jorge Bischoff: “embaixadores da marca”

A Jorge Bischoff vê os franqueados como “embaixadores da marca”. Tendo inaugurado 15 lojas em 2021, a empresa aposta na diversificação de cidades de atuação, não ficando concentrada apenas nos grandes centros urbanos. A medida, conforme o designer e CEO, Jorge Bischoff, tem se mostrado acertada. Hoje são 96 lojas, sendo uma exclusiva para e-commerce. “Enfrentamos muitos desafios, como todo o mercado, mas nos posicionamos muito bem. Dezembro de 2021 teve o melhor resultado para o mês em toda nossa história. As franquias tiveram um faturamento 11% acima de dezembro de 2019, ou seja, superando patamar anterior à pandemia. Podemos dizer que fizemos um ano de 2021 sensacional em resultados”, comemora o empresário, destacando que as franquias são o principal ramo de atuação e também o principal foco em expansão de negócios da empresa, atualmente representando em torno de 60% das vendas.

Para abrir uma loja Jorge Bischoff, que demanda um investimento médio a partir de R$ 385 mil, o interessado passa por uma seleção de parceiros. “São embaixadores da nossa marca, por isso temos um cuidado importante para que seja mantido o padrão da Jorge Bischoff”, conta o empresário. Segundo ele, após entrar para o time Jorge Bischoff, o franqueado poderá contar com todo o suporte necessário para a melhor gestão do negócio. “Isso se reflete nos resultados e na fidelidade dos nossos parceiros e a prova é que vários deles possuem mais de uma franquia da nossa marca. É espetacular perceber que as pessoas envolvidas na nossa rede de franquias são apaixonadas, cuidando da grife como um patrimônio, com muito carinho e dedicação”, avalia.

 

 

Para 2022, Bischoff conta que a expansão por meio de franquias seguirá forte. Já estão assinados contratos para abertura de 14 lojas, em Belo Horizonte/MG, São Paulo/SP, Curitiba/PR e Lajeado/RS. “A meta da empresa é fechar o ano com 125 lojas exclusivas. Uma das apostas é expandir ainda mais pelas cidades do interior do Brasil, que têm um gigantesco potencial econômico – muito por conta do agronegócio – e anseiam muito por receber lojas exclusivas da marca”, projeta o empresário.

Piccadilly: aposta no multicanal

Tradicional indústria de calçados femininos, a Piccadilly vem aumentando a sua experiência no varejo monomarca. Com uma produção anual de mais de 5 milhões de pares, a empresa conta atualmente com 14 franquias, número que pretende aumentar nos próximos anos.

O head de Franquias da Piccadilly, Marcos Vinícius Finokiet, destaca que os últimos dois anos foram bastante desafiadores para a empresa, que se viu impelida a buscar formas diferenciadas de atuação no mercado. “Precisamos ser ágeis e inovadores e conseguimos isso a partir de novos processos e ferramentas digitais que facilitaram a chegada de nossos produtos até nossos lojistas e consumidores. Em 2021, dobramos o nosso número de franquias e assumimos posições estratégicas nos melhores shoppings e mercados. Passamos a oferecer a conveniência e acesso a nossa marca no ambiente físico e no digital de forma integrada, apostando na multicanalidade”, conta.

Para operar uma franquia Piccadilly, que prevê um investimento entre R$ 350 mil e R$ 500 mil, o interessado passa por entrevistas e visita a sede da empresa, no Rio Grande do Sul. “Vencidas as etapas de aprovação do candidato, seguimos para o planejamento de abertura da franquia. Desde o processo de implantação até a abertura da franquia, nossos franqueados são acompanhados por nossa equipe de franchising, que é composta por um time experiente com múltiplas competências que oferece todas as informações necessárias para o sucesso do negócio”, conta Finokiet, ressaltando, ainda, que além do suporte permanente na operação, o franqueado pode contar com ferramentas de gestão que facilitam o dia a dia do negócio e um software exclusivo que reúne todos os dados das consumidoras, seus hábitos e preferências de consumo.

Finokiet conta que, para 2022, a expectativa é encerrar o ano com mais 30 franquias inauguradas, consolidando o processo de expansão no varejo monomarca.

 

Democrata: aproximação com o consumidor

Representando a expansão do setor de calçados masculinos no franchising, a Democrata comercializa 15% da sua produção de cerca de 300 mil pares mensais em 61 lojas licenciadas em todas as regiões do País. “As lojas Democrata, juntamente com o e-commerce da marca, fazem parte da estratégia de uma maior aproximação e interação com nossos consumidores. Este contato direto com os consumidores e shoppers é uma forma de conhecer e entendê-los cada vez mais, transformando estas relevantes informações em valiosas contribuições para desenvolver e entregar produtos e soluções de alto padrão para todo o mercado”, explica Marcelo Paludetto, diretor da empresa. Para 2022, Paludetto projeta a abertura de 15 novos pontos de franquias no Brasil.

 

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/01/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Business

Empresas de Sapiranga participam de feiras em São Paulo

Por Ester Ellwanger 18/01/2022
Por Ester Ellwanger

Com o incentivo prefeitura de Sapiranga, oito empresas sapiranguenses irão expor seus produtos na próxima semana em São Paulo. Seis delas participarão da Feira Internacional de Calçados, Artefatos e Acessórios de Moda (Couromoda), e outras duas, da TM Showroom. O subsídio será de R$ 84.568,15 que será aplicado em estruturas de estandes à disposição dos empresários. A Couromoda ocorrerá entre os dias 17 a 19 de janeiro, no Expo Centro Norte, já a TM será de 16 a 18 de janeiro no Hotel Pestana São Paulo.

A expectativa é de que a participação nas feiras neste ano, após dois anos sem ocorrer de maneira presencial devido à Covid-19, renderá bons negócios aos empresários, conforme destaca o secretário Municipal de Indústria, Comércio e Tecnologia, José Della Santos. “O setor calçadista está em pleno crescimento e aquecido. Os empresários que estarão lá, apoiados pelo município, estão com boas expectativas em fechar negócios e alavancar suas produções”, explicou.
As empresas que participarão da Couromoda são: Invoice, Doralis, Pandora, Liver, Dutti e Estilomix; e as empresas que participarão do TM Showroom são KLB e Lorraci.

 

Couromoda

Sempre renovada, a Couromoda, evento líder em lançamentos e vendas de calçados e acessórios na América Latina, reúne lojistas de todo o Brasil e compradores globais, vindos dos principais centros consumidores do mundo e conta com expositores mostrando tendências de moda, negócios e oportunidades de atualização profissional. O evento deste ano ocorre de 17 a 19 de janeiro no Expo Centro Norte em São Paulo.

 

TM Showroom

Com um mix de marcas selecionadas, a TM Showroom reúne calçados, bolsas, acessórios e vestuário de qualidade e bom gosto. O cuidado no atendimento, a seleção de produtos, o conforto do local e o alto astral que permeia o evento são referência no mercado. O evento acontece duas vezes por ano. A feira ocorrerá de 16 a 18 de janeiro no Hotel Pestana São Paulo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/01/2022 0 Comentários 526 Visualizações
Business

Calçado sustentável com a assinatura do I’m greenT bio-based da Braskem

Por Ester Ellwanger 18/01/2022
Por Ester Ellwanger

A marca Life Shoes traz para o mercado o conceito Sustentabilidade com linhas de calçados contemporâneos e modernos nos mais variados modelos, com as características para um calce perfeito e com design arrojado para um clima tropical. A linha sustentável da Life Shoes é produzida EVA I’m green bio-based da Braskem, da Braskem, empresa pioneira na produção de biopolímeros em escala industrial. A resina é feita a partir da cana-de-açúcar, contribuindo para a redução das emissões de gás carbônico, um dos principais causadores do efeito estufa.

O objetivo da marca é buscar alternativas sustentáveis e apresentar soluções inovadores para o mercado calçadista brasileiro, beneficiando diretamente o consumidor que está ávido por produtos alinhados com a preservação do planeta. “Uma das nossas soluções utiliza EVA I’m green bio-based da Braskem, que captura 2,1 toneladas de CO2 para cada tonelada de resina produzida”, diz Edson Buhler, diretor de marketing e comercial da Life Shoes. E acrescenta: “nossos produtos têm acabamento de alto padrão e são muito confortáveis, definimos como uma luva para os pés”, sublinha Buhler. Segundo ele, estas características são devido a matéria-prima, o EVA Expandido, que acentua o conforto, a leveza e a durabilidade do produto, proporcionando bem estar ao consumidor e uma excelente relação custo benefício. “Além disto, os nossos produtos não tem cheiro e são fáceis de limpar”.

A linha de produtos tem modelos como clogs, slides, papetes, birkens e sandálias com cartela de cores ousada e designs que seguem as tendências mundiais da moda para o dia a dia de mulheres, homens e crianças com grade completa de numeração a partir do 23/24.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

18/01/2022 0 Comentários 749 Visualizações
Business

Brazilian Footwear lança série internacional sobre sustentabilidade na indústria calçadista

Por Ester Ellwanger 11/01/2022
Por Ester Ellwanger

O programa Brazilian Footwear, realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), acaba de lançar uma série com dez episódios voltados à sustentabilidade na indústria calçadista brasileira. O foco é o mercado internacional, marcando o posicionamento da indústria brasileira como player sustentável em nível mundial. Participam da série as empresas Beira Rio, Bibi, Grendene, Kidy, Klin, Pegada, Piccadilly, Ramarim, Urban Flowers e Usaflex. O lançamento oficial aconteceu durante a participação brasileira na Expo Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

A coordenadora de Promoção de Imagem da Abicalçados, Alice Rodrigues, destaca que a série é parte de uma campanha do reposicionamento do Brazilian Footwear, que será lançada em 2022. “A sustentabilidade é um atributo de valor no Brasil, mas principalmente um requisito para atração de mais negócios. O posicionamento da indústria brasileira de calçados retratando a realidade prática de sustentabilidade reforçará ainda mais as oportunidades de negócios e a promoção da nossa imagem no exterior”, avalia, ressaltando que as empresas participantes, mais do que produtos sustentáveis, possuem processos produtivos alinhados com o conceito.

Para a gestora do Brazilian Footwear na ApexBrasil, Mariele Christ, a sustentabilidade, especialmente para empresas que desejam exportar seus produtos para mercados mais desenvolvidos, especialmente da Europa e América do Norte, já não é mais um diferencial, é uma necessidade. “Diante de todos os desafios climáticos e ecológicos, a sustentabilidade tem ganhado cada vez mais importância para os consumidores. É um movimento mundial”. Segundo ela, as ações de comunicação para o mercado internacional, em especial a série, ajudam a difundir um trabalho importante e com grande apelo no imaginário do consumidor. “A indústria calçadista nacional, cada vez mais, vem trabalhando a sustentabilidade. O fato é traduzido no Origem Sustentável, a única certificação mundial da cadeia na área de sustentabilidade”, conclui.

 

Tendência mundial

Uma das empresas que participam da ação é a Usaflex, de Igrejinha/RS. A analista de Marketing Internacional da empresa, Simone Strazburger, destaca que o futuro depende de um trabalho sustentável, não apenas ambientalmente, mas em todos os pilares econômico, social e cultural que dão base ao conceito da Sustentabilidade. “Novos olhares para a sustentabilidade, como o conceito de ESG (Environmental, Social and Governance), demonstram que cuidar do meio ambiente, ter responsabilidade social e adotar melhores práticas de governança são pilares indispensáveis para a prosperidade”, diz a analista.

“Percebemos uma maior preocupação com produtos sustentáveis em países da Europa e nos Estados Unidos, que já nos solicitam certificações e testes que comprovam a origem e tipo de material utilizado na fabricação de nossos calçados. Este movimento é bastante importante e precisa ser olhado com atenção pela indústria brasileira, pois geralmente são esses países que norteiam as tendências de consumo para o resto do mundo”, ressalta.

 

Simone conta que a Usaflex traz em seu portfólio de produtos, artigos visando a preocupação com o meio-ambiente, introduzindo tênis produzidos com fios reciclados de garrafa pet, uma proposta que renova o cuidado com o meio ambiente.”Este projeto foi apresentado na participação da empresa no saguão de Sustentabilidade, na Expo Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A recepção foi muito boa”, avalia. Além deste, ela conta que a empresa está trabalhando com uma linha de palmilhas chamada Re-Confort, constituída, na parte superior, por espumas de alta densidade e na parte inferior por compostos provenientes da reciclagem de espumas utilizadas na fabricação de outras palmilhas e na própria forração dos calçados Usaflex.

Para a analista, a série do Brazilian Footwear dá um passo importante na comunicação da sustentabilidade brasileira ao mercado internacional, que atualmente é realizada pela Usaflex por meio de treinamentos com vendedores das lojas parceiras ao redor do planeta (in loco e on-line), nos quais são apresentados os pilares do ESG traduzidos em ações realizadas pela empresa, tais como a logística reversa, descontaminação e reciclagem, uso de energias renováveis etc. Nas oportunidades, são apresentadas as formas de seleção dos fornecedores, que devem ter certificações como Leather Working Group e CSBC, que são certificações de rastreabilidade do couro para ser inserido e reprocessado dentro da cadeia produtiva do calçado.

 

Retornos positivos

A Klin, de Birigui/SP, também é parte da série do Brazilian Footwear. A gerente de exportação da empresa, Camila Chamoun, destaca que a sustentabilidade sempre foi uma marca da atuação da calçadista. “Há 38 anos, quando foi fundada a empresa, já existia essa preocupação com o meio ambiente. Então sempre foi muito verdadeiro para nós”, diz. Segundo ela, atualmente são realizados projetos que incentivam o crescimento profissional dos funcionários, promovem o reflorestamento das regiões de atuação, otimizam o uso de recursos naturais no processo produtivo, entre outros. “Mas também entendemos que a sustentabilidade precisa ser tangível, no produto”, acrescenta.

Para incentivar a cultura da sustentabilidade, a Klin tem entre seus destaques a Linha Semear. Camila explica que a sola e o cabedal do produtos são desenvolvidos com 20% dos seus materiais reciclados do processo produtivo (borrachas e tecidos). Além disso, os pares vêm com sementes para incentivar o plantio dos pequenos consumidores. Outro destaque é a linha Eco Klin, que traz calçados produzidos com garrafas pet recicladas – quatro pets por par. “É mais do que um produto comercial, é uma forma de comunicar ao mercado a preocupação ecológica da empresa, de forma genuína e tangível”, explica Camila.

 

Camila conta que a empresa tem reforçado a comunicação com o consumidor final, tanto brasileiro quanto internacional, e que a série do Brazilian Footwear certamente auxiliará no processo. “Quando apresentamos o vídeo da série em Dubai, durante a Expo, tivemos uma receptividade muito boa. Até mesmo após, quando enviamos a campanha para o nosso CRM, recebemos mais respostas do que o usual por parte de compradores internacionais parabenizando pela apresentação”, comemora a gerente, ressaltando que existe uma procura de clientes antigos e novos por produtos sustentáveis, especialmente nos mercados da Europa. “Apresentamos os produtos e notamos que eles ficam positivamente surpresos”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2022 0 Comentários 733 Visualizações
Business

Bibi conquista Prêmio Reclame Aqui por atendimento diferenciado aos consumidores

Por Ester Ellwanger 11/01/2022
Por Ester Ellwanger

Em dezembro, marcas de diversos segmentos foram reconhecidas pelo atendimento de excelência que ofereceram aos consumidores. Após mais de 10 milhões de votos, o Prêmio Reclame AQUI reconheceu empresas em diferentes categorias pelo trabalho desenvolvido em 2021. Na 10ª edição, a Calçados Bibi conquistou o primeiro lugar na categoria Calçados Infantis — Fabricantes, somando mais de 28 mil pontos, por prestar um atendimento único e encantador para seus clientes.

Na edição de 2021, houve adequações no regulamento. Dessa forma, as duas regras mais rígidas da premiação, sendo elas Nota de Corte e Limite de 10 Empresas por Categoria, foram revisadas. Assim, novas empresas foram indicadas e disputaram o Prêmio Reclame Aqui 2021.

“Trata-se de uma premiação democrática, com critérios rigorosos de seleção e com a participação do consumidor, que elege as empresas que prestam um bom atendimento por meio de voto popular. Para nós, é de extrema importância sermos contemplados com essa chancela que comprova o trabalho árduo de toda a marca para oferecer não apenas um produto de qualidade, mas um atendimento diferenciado, uma experiência única e boas lembranças, para que o cliente volte a fazer negócio conosco, pois teve uma ótima jornada de compra”, avalia a presidente da Bibi, Andrea Kohlrausch.

A Calçados Bibi foi fundada em 1949, em Parobé, no Rio Grande do Sul, com o propósito de fazer o bem para gerar boas lembranças. Atualmente, a marca possui duas plantas fabris localizadas no estado gaúcho e em Cruz das Almas (BA), 146 unidades de franquias em operação no Brasil e em países da América Latina, além de canal próprio de e-commerce. Vale ressaltar que os modelos de calçados da marca possuem a exclusiva palmilha Fisioflex, que proporciona a sensação de andar descalço, concedendo todo o conforto, liberdade e estímulos que os pezinhos precisam para se desenvolver da forma mais natural, saudável e livre possível. Além disso, todos os produtos são livres de substâncias tóxicas, visando o bem-estar dos pequenos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Business

Exportações de calçados aumentaram 36,8% em 2021

Por Ester Ellwanger 10/01/2022
Por Ester Ellwanger

Em recuperação, especialmente a partir do segundo semestre do ano passado, as exportações de calçados registraram o embarque de 123,6 milhões de pares, que geraram US$ 900,3 milhões em 2021. Os resultados são superiores tanto em volume (+32%) quanto em valores (+36,8%) em relação a 2020.

Em relação a 2019, os dados são 7,4% inferiores em divisas e 7,3% superiores em volume embarcado. Segregando apenas o mês de dezembro, foram embarcados 12,88 milhões de pares, que geraram US$ 94,64 milhões, incrementos de 38,8% em volume e de 58,8% em receita na relação com o mesmo mês de 2020. Os resultados também são superiores aos registrados em dezembro de 2019, 24,5% em volume e 17,2% em receita. Os dados foram elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

As exportações foram as principais responsáveis pela recuperação da atividade”.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que os índices apontam para a consolidação da recuperação dos calçadistas brasileiros no mercado internacional. “Neste ano, as exportações foram as principais responsáveis pela recuperação da atividade”, avalia, ressaltando que o câmbio e o aumento dos embarques para os Estados Unidos tiveram papel fundamental no crescimento dos embarques. Segundo ele, a recuperação deve seguir ao longo de 2022. “No ano, devemos crescer mais 5% sobre a base de 2021”, projeta.

 

Destinos

Em 2021, o principal destino do calçado brasileiro no exterior foi os Estados Unidos. No ano, os norte-americanos importaram 15 milhões de pares por US$ 228,57 milhões, altas de 62,7% em volume e de 66% em divisas em relação a 2020.

O segundo destino internacional do calçado brasileiro no ano foi a Argentina. Para lá, foram embarcados 13,4 milhões de pares, que geraram US$ 115,2 milhões, incrementos tanto em volume (+73%) quanto em receita (+58,7%) em relação a 2020.

O terceiro destino no exterior foi a França, para onde foram embarcados 7,27 milhões de pares por US$ 60,2 milhões, crescimentos de 3% e de 1,7%, respectivamente, ante 2020.

 

Estados

No ano passado, o principal exportador brasileiro foi o Rio Grande do Sul. Respondendo por 45% do valor gerado com embarques de calçados, as fábricas gaúchas exportaram 32,75 milhões de pares, que geraram US$ 403,8 milhões, incrementos de 48,7% em volume e de 38% em receita na relação com 2020.

O segundo maior exportador de calçados de 2021 foi o Ceará. No ano, partiram das fábricas cearenses 38,17 milhões de pares, que geraram US$ 210 milhões, altas de 15,8% em volume e de 25,7% em receita em relação a 2020.

São Paulo apareceu na terceira colocação entre os exportadores de calçados de 2021. No ano, as fábricas paulistas exportaram 8,3 milhões de pares por US$ 94,6 milhões, incrementos de 31% em volume e de 41,7% em receita na relação com o ano anterior.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/01/2022 0 Comentários 839 Visualizações
Business

Empresas calçadistas investem em sustentabilidade

Por Ester Ellwanger 15/12/2021
Por Ester Ellwanger

Não é de hoje que a sustentabilidade vem chamando a atenção do mercado. Pesquisas apontam que o “argumento verde” vem ganhando importância no imaginário do consumidor, em um movimento influenciado por tendências globais.
Conforme pesquisa da Economist Intelligence Unit (EIU), encomendada pela WWF e realizada em 54 países, onde vive 80% da população mundial, a procura on-line por produtos sustentáveis cresceu 71%. Como não poderia ser diferente, a maior consciência do consumidor vem puxando o mercado de diversos setores, entre eles o calçadista.

“A tendência da sustentabilidade é global. Apesar de ser impulsionada pelos países mais desenvolvidos, especialmente na Europa, é um fenômeno que vem ocorrendo em economias emergentes, caso do Brasil. Semanalmente recebemos sondagens, especialmente de importadores, em busca de fornecedores sustentáveis aqui no País”, conta a coordenadora de Promoção Comercial da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Letícia Sperb Masselli, ressaltando que a oferta de calçados brasileiros sustentáveis pode ser encontrada na plataforma BrazilianFootwear.com.

Piccadilly

A fabricante de calçados femininos Piccadilly Company é um dos exemplos positivos do setor calçadista na área de sustentabilidade. A vice-presidente e diretora de produto da empresa, Ana Carolina Grings, destaca que, ciente de que a sociedade e os mercados estão rapidamente se transformando, concluindo a transição para uma sociedade mais sustentável, circular e de baixo carbono, a empresa tem inserido no seu dia a dia uma estratégia Environmental, social and corporate governance (ESG) e de sustentabilidade corporativa.


“Uma estratégia de sustentabilidade pressupõe um compromisso com a melhoria contínua, com o planejamento e a execução de projetos e ações ambientais, sociais, econômicas e culturais, alinhados com a política e os objetivos da companhia. Além disso, não há como falar em sustentabilidade sem inspirar e envolver toda a cadeia de valor”, diz a executiva, ressaltando que o consumidor “não quer saber o que você fala, mas o que você faz com o que fala”, revela.
Segundo ela, o tema da sustentabilidade é algo que vem sendo cada vez mais valorizado, especialmente pelas novas gerações. “Isso coloca a marca à frente no mercado, valorizando a imagem da empresa, agregando valor percebido ao produto, além de permitir uma margem mais interessante, pelo maior valor agregado”, acrescenta.

Contamos com o tênis So.Si Ecoar, que tem cada par fabricado com 3,5 garrafas PET retiradas do meio ambiente e de resíduos recuperados da indústria têxtil, além da linha Marshmallow, 100% desenvolvida com Eva reciclável”.

Entre os destaques sustentáveis da Piccadilly estão justamente os seus calçados, todos fabricados com matéria-prima livre de origem animal e que não deixam resíduos no meio ambiente. “Nossos produtos são confeccionados com PrimeTech, um material exclusivo de alta qualidade, super macio, prático para limpar, com tratamento antimofo e antibactéria, e repelente à água. Também contamos com o tênis So.Si Ecoar, que tem cada par fabricado com 3,5 garrafas PET retiradas do meio ambiente e de resíduos recuperados da indústria têxtil, além da linha Marshmallow, 100% desenvolvida com Eva reciclável”, conta Ana Carolina.

Com 66 anos no mercado, a Piccadilly emprega 1,5 mil colaboradores em duas unidades no Rio Grande do Sul e comercializa anualmente mais de 5 milhões de pares todos os anos, 35% deles para mais de 100 países.

Grendene

Outra gigante do setor calçadista brasileiro que vem se destacando na área é a Grendene. O gerente de Desenvolvimento Sustentável da empresa, Carlos André Carvalho, destaca que, há anos, a Grendene assumiu o compromisso de reduzir desperdícios, garantir mais eficiência nos processos, pesquisar e desenvolver materiais de menor impacto, reciclar produtos incentivando práticas circulares pelos programas próprios de logística reversa e contribuir para o bem-estar de funcionários e das comunidades onde tem fábricas inseridas.

“Hoje, observar aspectos de sustentabilidade é, também, olhar para tendências de consumo. Além disso, a sustentabilidade se manifesta cada vez mais na avaliação financeira das organizações e observar aspectos sociais, ambientais e de governança permitem custos mais baixos, diagnóstico de riscos, zelo pela imagem e reputação e maior preparo para a gestão de crises”, frisa.

Em termos de produto, a Grendene oferece ao mercado nacional e internacional produtos sem nada de origem animal e feitos com PVC 100% reciclável, atóxicos e livres de substâncias perigosas. Atualmente, a empresa comemora ter um portfólio de produtos 100% veganos registrados pela Vegan Society.

Carvalho cita algumas linhas de calçados que estão evoluindo para diminuir ainda mais impactos ambientais, entre elas a Melissa Free, o primeiro monobloco da marca em EVA derivado da cana-de-açúcar, feito com material com 20% de carbono renovável e que emite até 65% menos gases do efeito estufa em sua produção; a Melissa Flox M, feita 100% com material reciclado; o Rider R4, chinelo produzido com os princípios de recriar, reduzir, reutilizar e reciclar; e a Ipanema Recria, feita com material reciclado e com cascas de arroz, 100% reciclável e que conta com coletores de logística reversa em mais de 400 lojas parceiras para estimular o descarte correto de calçados sem condições de uso.

Fundada em 1971, a Grendene tem capacidade produtiva para mais de 250 milhões de pares de calçados todos os anos e emprega quase 20 mil pessoas em suas unidades de Farroupilha/RS, Fortaleza/CE, Sobral/CE e Crato/CE.

Bibi

Também com forte atuação na área de sustentabilidade, a Bibi é uma das mais tradicionais indústrias de calçados infantis do Brasil. A presidente da empresa, Andrea Kohlrausch, conta que a sustentabilidade faz parte do DNA Bibi, que há muitos anos produz calçados infantis com materiais atóxicos e seguindo os mais rígidos padrões internacionais e com resíduos industriais reciclados ou coprocessados, não sendo enviados aos aterros sanitários.

“A Bibi tem como objetivo promover o crescimento sustentável em todas as frentes do negócio. Desta forma, anunciou uma série de compromissos baseados no ESG até 2030. No que tange ao campo ambiental, a marca espera alcançar anualmente 100% de conformidade dos produtos fabricados na Norma Reach (Regulamento Nº 1907/2006 Parlamento Europeu) referente à toxicidade”, projeta a empresária.


No que diz respeito aos produtos, todos os calçados produzidos pela Bibi possuem características sustentáveis, visto que todos os processos de fabricação levam em consideração toda a cadeia de fornecedores. Um dos grandes destaques é o Bibi Eco. O calçado é composto por serragem, garrafas PET, cascas de arroz, fibras de bambu e materiais reaproveitados da produção das fábricas da marca.

Andrea avalia que a empresa está sempre atenta às possibilidades de inserções de ações e produtos sustentáveis em seu mix. “Hoje, os consumidores estão mais atentos a essas questões e temos que acompanhar as modificações e os interesses dos nossos clientes, além de proporcionar um futuro melhor para os nossos pequenos. A Bibi acredita ser o papel das marcas despertar a curiosidade pela sustentabilidade e incentivar o cuidado que o meio ambiente precisa”, diz.

Fundada em 1949, a Bibi emprega 1,3 mil pessoas em suas duas unidades, em Parobé/RS e Cruz das Almas/BA. A produção é de mais de 2 milhões de pares por ano, sendo que 20% serão destinados à exportação para a América Latina e Europa.

Boaonda

Fundada em 2008, a Boaonda já nasceu com a sustentabilidade como parte do seu modelo de negócio. Em Sapiranga/RS, onde emprega 300 colaboradores que produzem mais de 1 milhão de pares todos os anos, a empresa investe em materiais inovadores e na produção com alto valor agregado em tecnologia e inovação, implementando e seguindo os princípios da sustentabilidade e os padrões internacionais de qualidade.

“A sustentabilidade é, para a Boaonda, mais do que uma tendência de mercado, é uma nova perspectiva de vida. Por isso, implantamos o projeto Walking To The Future, que instiga uma caminhada para o futuro através de ações imediatas com resultados de médio e longo prazos, por meio de três vieses de atuação: social, cultural e econômico”, comenta Letícia Vaccari Tatim, coordenadora de Marketing da empresa.

No projeto Walking To The Future, a empresa promove uma série de ações na área de sustentabilidade. No campo social, conta com a construção de parcerias com instituições, pessoas e marcas com propósitos semelhantes, como as collabs com o atleta de ciclismo Beto Bike, o artista plástico Jackson Brum, a Discovery Channel e o apoio ao Projeto Arborizar, que visa aumentar as espécies arbóreas nas cidades e levar educação ambiental para as escolas. Já na área cultural, o projeto conta com uma consultoria especializada em sustentabilidade para guiar ações e levar informações sobre o tema aos colaboradores, para que possam aplicá-las em seu cotidiano.

Na área da economia, o destaque é a criação da Linha Hope, que tem 60% dos materiais utilizados provenientes de reciclagem – reaproveitamento de resíduos de TR e Eva. “Além disso, a Hope é produzida com emissão de CO2 super reduzida, energia renovável, não faz uso de materiais de origem animal e tem 95% dos seus resíduos reutilizados”, explica Letícia.

Ainda na linha Hope, a Boaonda está lançando uma inédita parceria com a Discovery Channel com o intuito de incentivar atividades ao ar livre. São três modelos, o tênis Evo, a babuche Flow e o slide nuvem Soft, que poderão retornar para a produção depois de usados, no contexto da Logística Reversa. “Ficamos felizes em estarmos, já há algum tempo, juntos nessa provocação pela movimentação do setor para um cenário mais sustentável, consciente. Poder ver mais e mais empresas iniciando esse movimento é satisfatório, afinal é sobre nosso planeta e consumo, mas é preciso ser verdadeiro”, ressalta Israel Reis, supervisor do Mercado Externo da Boaonda.

Digitalização

Piccadilly, Grendene, Bibi e Boaonda são algumas das mais de 200 marcas que fazem parte da plataforma BrazilianFootwear.com, que visa conectar calçadistas brasileiras com compradores de todo o mundo.
A vice-presidente e diretora de produto da Piccadilly, Ana Carolina Grings, destaca que a digitalização é fundamental para a empresa. “Como maior vantagem, vemos grandes ganhos com agilidade, além da redução de custos, dando a possibilidade de crescimento em escala com uma distribuição mais direta e assertiva”, avalia, acrescentando que o site BrazilianFootwear.com tem auxiliado a marca na conexão com compradores internacionais de forma eficiente e ágil.

A digitalização do mercado ampliou expressivamente as possibilidades de negócios. Sem o entrave de barreiras geográficas, os canais digitais permitem uma conexão mais ágil entre as organizações e compradores.”

A Grendene enxerga a participação na plataforma como uma forma de transpor barreiras geográficas. “A digitalização do mercado ampliou expressivamente as possibilidades de negócios. Sem o entrave de barreiras geográficas, os canais digitais permitem uma conexão mais ágil entre as organizações e compradores. Por isso, acreditamos no potencial da plataforma BrazilianFootwear.com e esperamos que em um breve futuro negócios sejam fechados pelo canal”, projeta o gerente de Desenvolvimento Sustentável da empresa, Carlos André Carvalho.

Para a presidente da Bibi, Andrea Kohlrausch, a importância da digitalização ficou ainda mais evidente durante a pandemia de Covid-19 e as consequentes restrições aos encontros físicos. “Devido ao distanciamento social em decorrência da pandemia, a Bibi teve que se reinventar para manter contato com compradores internacionais. As plataformas digitais vieram para agregar na prospecção e aproximação de clientes, principalmente, com o cancelamento de feiras e visitas aos países parceiros”, comenta a executiva.

Na avaliação de Israel Reis, supervisor do Mercado Externo da Boaonda, a digitalização otimiza o tempo de aproximação no mercado B2B (business to business), especialmente no exterior. “O BrazilianFootwear.com tem reconhecimento no meio dos compradores internacionais e, por isso, entendemos que pode ser um bom centro de aproximação”, avalia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/12/2021 0 Comentários 1,2K Visualizações
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