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Business

Sebrae RS seleciona empresas para o Salão Internacional do Couro e do Calçado

Por Ester Ellwanger 02/03/2022
Por Ester Ellwanger

Pequenas empresas gaúchas fabricantes de calçados, bolsas e artefatos que querem impulsionar suas marcas junto a alguns dos principais players do mercado têm até o próximo dia 18/03 para garantir presença no Estação Moda RS, do Sebrae RS, que estará presente na edição 2022 do Salão Internacional do Couro e do Calçado (SICC).

As empresas selecionadas poderão usufruir de um subsídio de até 40% no valor final para participar do no espaço coletivo no evento promovido pela Merkator Feiras e Eventos, de 23 a 25 de maio, no Serra Park (Viação Férrea, nº 100), em Gramado, na Serra Gaúcha. Informações adicionais, manual do expositor e ficha de inscrição podem ser acessadas no site do Sebrae/RS. 


Esta é a quarta vez que a feira contará com a participação do projeto Estação Moda RS, conforme a gestora de projetos do Sebrae RS, Aliana Maciel. Funcionando como uma verdadeira vitrine de oportunidades para os empreendedores, segundo ela, eventos como a SICC permitem que os pequenos negócios intensifiquem sua capacidade de venda, prospectem novas oportunidades e mercados, e aprimorem seus produtos do ponto de vista tecnológico e qualitativo.

Desenvolvido pelo Sebrae RS, o projeto é viabilizado por meio de uma parceria permanente junto a alguns dos principais agentes que atuam na profissionalização do setor e no fomento de novas oportunidades na região, como as Associações Comerciais, Industriais e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha; e o Sindicato das Indústrias de Calçados e Artefatos de Farroupilha. A iniciativa conta ainda com apoio financeiro das prefeituras de Farroupilha, Novo Hamburgo e Sapiranga. O projeto tem como principais objetivos potencializar os negócios das indústrias fabricantes de calçados e artefatos, fortalecer suas marcas e facilitar a conexão com o varejo e o consumidor final.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/03/2022 0 Comentários 773 Visualizações
Business

Grendene registra em 2021 receita bruta maior que nos dois anos anteriores

Por Ester Ellwanger 28/02/2022
Por Ester Ellwanger

A Grendene encerrou 2021, ano em que completou meio século de história, em forte ritmo de retomada após o momento mais crítico da pandemia. O acumulado de receita bruta, em 2021, foi de R$ 2,8 bilhões, 13,3% e 21,9% acima de 2019 e de 2020, respectivamente.

De outubro a dezembro, a companhia registrou receita bruta de R$ 946,8 milhões, crescimento de 19,1% comparado com o quarto trimestre de 2019, quando não havia os impactos da pandemia no mercado.

No acumulado do ano, a receita bruta oriunda das exportações foi de R$ 686,3 milhões, 28,6% e 59,2% acima de 2019 e de 2020, respectivamente. Foram embarcados 32,9 milhões de pares no ano, um aumento de 6,6% ante 2019 e de 26,6% versus 2020. “A comercialização de uma excelente coleção, a nomeação de novos distribuidores internacionais e a penetração em diversos canais de autosserviço em inúmeros países trouxeram novas oportunidades comerciais à Grendene.

 

Mercado Internacional

Adicionalmente, existe um movimento no mercado internacionais em que as empresas estão buscando diversificar seus fornecedores, buscando reduzir a dependência de fornecedores chineses. Este fator, aliado ao aumento do frete internacional, principalmente da China e aos problemas globais das cadeias de produção, tem trazido ótimas oportunidades para a Grendene”, afirma Alceu Albuquerque, diretor de Relações com Investidores da Grendene.

Assim, as marcas do grupo avançaram no Brasil e no exterior, contribuindo para os resultados da empresa. Clube Melissa, por exemplo, ganhou 45 novas unidades, passando para 391 lojas. “Também avançamos com o processo de internacionalização da Melissa. Encerramos o ano com cinco Clubes Melissa em território norte-americano, além de outras 136 lojas exclusivas Melissa distribuídas em diversas regiões do mundo”, observa o executivo.

O fortalecimento das vendas internacionais e o mix de maior valor agregado, combinados aos reajustes de preços concedidos, permitiram alcançar uma receita bruta/par superior em 14,0% e 11,6% em relação ao quarto trimestre em 2019 e 2020, respectivamente, contribuindo para mitigar o impacto do aumento de preços das matérias-primas e da mão de obra na margem bruta.

 

Lojas On-line

Outro aspecto que merece destaque é a conclusão da internalização de todas as lojas on-line das marcas da Grendene. Desde que a companhia passou a operar com todas as marcas em plataformas proprietárias, houve expressivos crescimentos de vendas nas plataformas digitais.

O EBIT recorrente foi de R$ 415,6 milhões, em comparação a R$ 335,6 milhões em 2019, e a R$ 372,2 milhões, em 2020. Já a margem EBIT recorrente anual cresceu 1,5 p.p. frente a 2019 e caiu 1,9 p.p. ante 2020. No trimestre, o EBIT recorrente atingiu R$ 176,1 milhões, ante R$ 154,8 milhões (+13,8%) no 4T19 e R$ 227,8 (-22,7%) no 4T20.

O resultado financeiro atingiu R$ 54,8 milhões no trimestre, avanço de 17,3% frente ao 4T19 e retração de 40% ante o 4T20. No acumulado do ano, o resultado financeiro recorrente alcançou R$159,2 milhões, queda de 10,6% contra 2019 crescimento de 15,9% versus 2020.

Albuquerque avalia que o desempenho apresentado ao longo de 2021 foram positivos. “Encerramos o ano com um sólido resultado, mesmo diante de um ambiente adverso. Os números apresentados hoje refletem nossos esforços para promover um crescimento sustentável de longo prazo, ainda que diante de um ambiente volátil no curto prazo, provocado pela COVID-19.”

O executivo também projeta um ano desafiador, mas com grande potencial de crescimento. “Está claro, que 2022, também será desafiador dado o cenário atual, mas não estamos desanimados. Pelo contrário, acreditamos num ano de crescimento de vendas, volume e recomposição de margens.”

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/02/2022 0 Comentários 659 Visualizações
Business

Fórum Fimec traz palestras com profissionais renomados do mercado calçadista

Por Ester Ellwanger 25/02/2022
Por Ester Ellwanger

Reconhecida por ser um ambiente para criar novos negócios e parcerias, a 45ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes) apresenta a 4ª edição do Fórum Fimec, com uma programação voltada às novidades e tendências do mercado, com conteúdo relevante para transformar o setor coureiro-calçadista. No segundo dia de feira, 09 de março, das 14h às 17h, os visitantes que se inscreverem no Fórum garantirão um conteúdo inédito de palestrantes nacionais e internacionais, além de um debate sobre o mercado. Neste ano, a Fimec ocorrerá de 08 a 10 de março, na Fenac, em Novo Hamburgo/RS.

Trazendo informação e conhecimento, o Fórum Fimec apresenta assuntos inovadores e atuais, com uma variedade de palestras sobre temáticas pertinentes do mercado coureiro-calçadista. Com início às 14h, no Auditório Oficial do Centro de Eventos, a palestra “Recomendações para a Moda Sustentável Brasileira” abre as atividades do Fórum. A temática será conduzida por Lucilene Danciguer, Diretora do Colabora Moda Sustentável e Laura Madalosso, Cofundadora da Cora Design. Em formato de conversa, as palestrantes apresentarão orientações para grandes mudanças na forma de produzir, vender e consumir moda no Brasil.

Outra palestra confirmada é sobre “Sustentabilidade e Inovação em Adesivos – Henkel’, com os palestrantes Jeferson Segantini, Gerente de Vendas Brasil e Desenvolvimento de Negócios Latam na Henkel e Pedro Bueno, Gerente Técnico na Henkel Latam. Para fechar o circuito de palestras, mas em formato online, Matt Priest falará sobre o “Mercado Americano de Calçados”. Matt é presidente e CEO da Footwear Distributors & Retailers of America (FRDA), associação dos revendedores e distribuidores de calçados nos Estados Unidos.

O evento ainda contará com um debate com a temática “Sourcing Mundial de Calçados: a oportunidade da América Latina”. Com a mediação de Diogo Carlos Leuck, Presidente da ACI-NH/CB/EV, os debatedores que estão com a presença confirmada são: Marcelo Schmidt – SVP, Head of Global Sourcing – Camuto Group, a Designer Brands Company; Christian Thomas – General Manager Brazil Office – Camuto Group, a Designer Brands Company; Gerson Berwanger – Presidente da Bertex Produtos para Moda; André da Rocha – Diretor da Master Soluções Que Conectam; Eduardo Fuga – Diretor da Fuga Couros S/A; Mauricio Wendling – Diretor Comercial da Indústria de Calçados Wirth; e Luiz Valentim Corneo – Diretor Presidente na ECX Global.

Os debatedores são profissionais de todas as áreas e setores que estão acompanhando a realidade do mercado. “Iremos abordar a migração do sourcing da Ásia para o Ocidente e as oportunidades do Brasil e das Américas para aproveitar este momento. Além disso, os debatedores presentes estão vivendo intensamente toda essa movimentação do mercado, negociando e atendendo clientes dos Estados Unidos da América e da Europa. Será um grande debate!”, comenta Marcio Jung, diretor-presidente da Fenac.

A Fimec acontecerá seguindo os protocolos oficiais de biossegurança vigentes no momento para receber expositores e visitantes, permanecendo atenta aos decretos governamentais.

Serviço

Evento: 4ª edição do Fórum Fimec
Data: 09 de março
Horário: das 14h às 17h
Local: Fenac (Av. Nações Unidas, 3025, Ideal, Novo Hamburgo)
Ingressos: Os ingressos podem ser adquiridos através do site www.fimec.com.br/forum
Realização: Fenac Experiências Conectam

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2022 0 Comentários 674 Visualizações
Business

Abicalçados lança Vogue Brazilian Footwear

Por Ester Ellwanger 25/02/2022
Por Ester Ellwanger

Com 25 marcas calçadistas brasileiras participantes, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) acaba de lançar mais uma edição on-line da Vogue Brazilian Footwear. Renovada, a publicação teve a participação de um seleto grupo de marcas e apresenta o melhor das coleções Inverno 2022 para compradores internacionais, ao mesmo tempo em que proporciona um conteúdo diferenciado de promoção de imagem para as calçadistas nacionais.

Realizada há 13 anos, a Vogue Brazilian Footwear, que está hospedada no site brazilianfootwear.com/vogue, é uma ação do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Abicalçados em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A analista de Promoção de Imagem da Abicalçados, Nicolle Frapiccini, destaca que o projeto conta com 19 marcas de calçados adultos e seis infantis, sendo que a seleção das mesmas foi realizada pela própria Vogue Brasil, referência em moda brasileira. Segundo Nicolle, o grande diferencial dessa edição foi a entrega personalizada para o grupo de marcas participantes. “As coleções para o Inverno 2022 de cada marca participante foram analisadas pela equipe da Vogue Brasil. Eles selecionaram os calçados e fizeram a curadoria de todos os conteúdos da publicação, destacando, então, as apostas da Vogue para a estação”, explica.

As coleções para o Inverno 2022 de cada marca participante foram analisadas pela equipe da Vogue Brasil. Eles selecionaram os calçados e fizeram a curadoria de todos os conteúdos da publicação, destacando, então, as apostas da Vogue para a estação”.

A funcionalidade “Discover the brands”, que estreou na edição passada, foi mantida na plataforma e permanece como um dos destaques do projeto. Ela é responsável por redirecionar o comprador internacional das páginas de conteúdo da Vogue Brazilian Footwear para a página da marca na plataforma BrazilianFootwear.com, otimizando as conexões e possibilidades de negócios.

A edição Inverno 2022 da Vogue Brazilian Footwear seguiu com os dois pilares de conteúdo do projeto: Business e Fashion. Os conteúdos reúnem reportagens sobre como a indústria calçadista brasileira tem se destacado mundialmente. A sustentabilidade em toda a cadeia produtiva, indo além do eco-product, bem como os diferenciais das empresas brasileiras são temáticas abordadas nas matérias. Já no Fashion, a edição apresenta quatro editoriais de moda que mostram as novidades trazidas pelas empresas brasileiras, as tendências que estarão em alta no Inverno 2022 e as apostas da Vogue. Além disso, as ferramentas multimídias são exploradas por meio de teasers em vídeos dos editoriais de moda e de reels com tendências para uso nas redes sociais.

Lançamento

Nicolle ressalta que esta é a segunda edição totalmente on-line do projeto dentro do BrazilianFootwear.com, plataforma oficial de conexões da indústria calçadista brasileira com compradores internacionais. Para a estratégia internacional de comunicação da publicação, o lançamento internacional da publicação, a Abicalçados conta com apoio de escritórios de Relações Públicas nos Estados Unidos e na Colômbia.

Participam desta edição da Vogue Brazilian Footwear as marcas Adriana Farina, Beira Rio Conforto, Bibi, Bottero, Cecconello, Democrata, Divalesi, DOK, Ferracini 24h, Ferricelli, Ipanema, Kidy, Luz da Lua, Malu Super Comfort, Molekinha, Opananken Antistress, Ortopé, Pampili, Pegada, Petite Jolie, Piccadilly, Savelli/SVL, Tabita, Vicenza e Vizzano.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

25/02/2022 0 Comentários 643 Visualizações
Business

Assintecal promove rodadas com compradores internacionais na Fimec

Por Ester Ellwanger 24/02/2022
Por Ester Ellwanger

A 45ª edição da Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes (Fimec) será palco de mais uma edição do Projeto Comprador Internacional. Realizado no âmbito do By Brasil Components, Machinery and Chemicals, programa de apoio às exportações do setor desenvolvido pela Associação das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o projeto prevê a realização de rodadas de negócios entre empresas fornecedoras e 12 importadores da Colômbia, Guatemala, Equador, República Dominicana e Peru. Considerada uma das principais feiras de máquinas e insumos para o setor calçadista na América Latina, a Fimec acontece entre os dias 8 e 10 de março, na Fenac, em Novo Hamburgo.

Somando uma produção de mais de 3,4 milhões de pares todos os anos, serão nove empresas de calçados e mais três curtumes presentes nas rodadas. “As expectativas são muito positivas. Os mercados latino-americanos, desde o ano passado, vêm sendo os motores do crescimento das exportações de componentes brasileiros”, avalia o gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior.

As expectativas são muito positivas. Os mercados latino-americanos, desde o ano passado, vêm sendo os motores do crescimento das exportações de componentes brasileiros”.

Depois de encerrar o ano passado com incremento de 22% (US$ 410,3 milhões), as exportações de componentes para calçados aumentaram 17% no primeiro mês de 2022, no comparativo com janeiro passado. Conforme dados da Assintecal, foram exportados mais de US$ 37 milhões em componentes para 76 destinos, sendo que 51 deles aumentaram suas importações de materiais verde-amarelos. “Dos quatro principais destinos das exportações do setor, três são da América Latina. É um mercado que vem crescendo com mais força do que os demais”, acrescenta Júnior.

Participam das rodadas, que aconteceram no dia 7 e 8 de março no estande da Assintecal (4142), os grupos Curtipieles (Colômbia), Procpieles (Colômbia), Andicalzado (Colômbia/Equador), Bosi (Colômbia), Calzado 3025 (Colômbia), Iron Group (Colômbia), Saga (Colômbia), Uniroca (Colômbia), Grupo JC WYN (Guatemala), Grupo Coban (Guatemala), Euro Components Suppliers (República Dominicana) e Manrique (Peru).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2022 0 Comentários 419 Visualizações
Business

Beira Rio inaugura mais uma fábrica no RS

Por Ester Ellwanger 17/02/2022
Por Ester Ellwanger

Dando continuidade ao plano de expansão para 2022, a Calçados Beira Rio inaugurará, em 18 de março na cidade de Candelária, sua décima primeira planta fabril. Em números: o investimento, que conta com recursos do Fundopem, é de 50 milhões de reais. Sendo 30 milhões direcionados para instalações e equipamentos, e os outros 20 milhões aplicados em obras civis.

A unidade tem 9.559 metros quadrados de área construída e terreno com área total de 30.442 metros quadrados. A sua operação será dedicada à produção de calçados femininos, especialmente produtos das marcas Beira Rio Conforto e Moleca.

 

Com essa, já são duas as fábricas instaladas pela companhia calçadista no município. E os motivos para isso são muito relevantes: “A região tem reconhecida capacidade de mão de obra, sendo extremamente habilitada e comprometida. Além do alto nível de empreendedorismo regional, que colabora para o desenvolvimento de parcerias comerciais. Isso alimenta um ciclo virtuoso, acelerando o crescimento econômico e social na comunidade de Candelária e demais cidades vizinhas”, sinaliza Roberto Argenta, presidente da Calçados Beira Rio S.A..

A Fábrica

A nova fábrica já adota em seu formato operacional dinâmicas da indústria 4.0 (quatro ponto zero). Com aprimoramento e modernização de vários tipos de sistemas que, investidos nos processos e metodologia da empresa, aumentam a competitividade do setor. Por exemplo: o corte, a revisão e a expedição dos calçados serão feitos internamente nessa unidade, gerando 100 postos de trabalho direto no primeiro semestre e mais 50 no segundo, em Candelária. As etapas de costura e de montagem dos calçados serão externas, ou seja, realizadas por micro, pequenas e médias empresas. Chamadas de ateliês, prestarão esse serviço em regime terceirizado e entregarão mais 1.680 postos de trabalho, distribuídos pelas cidades de Paraíso do Sul, Segredo, Jaguari e Cachoeira do Sul.

Com capacidade projetada para fabricar de 30 a 40 mil pares/dia, a filial 11 inicia as operações com uma produção diária de 3 mil pares, chegando a 15 mil/pares dia até o final de 2022. A perspectiva para 2023 — com varejo interno estabilizado, além do crescimento contínuo que vem sendo realizado pelas exportações — é de funcionamento pleno da unidade. Com isso, a nova instalação da Calçados Beira Rio S.A. representará entre 10% a 15% do volume total de pares da empresa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/02/2022 0 Comentários 1,6K Visualizações
Business

Exportações de componentes para calçados somaram US$ 37,25 milhões

Por Ester Ellwanger 16/02/2022
Por Ester Ellwanger

Depois de encerrar o ano passado com incremento de 22% (US$ 410,3 milhões), as exportações de componentes para calçados seguem em trajetória de alta. Em janeiro, conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), foram exportados o equivalente a US$ 37,25 milhões, resultado 17% superior ao registro do mesmo mês de 2021. Dos 76 destinos, segundo a entidade, 51 aumentaram suas importações de materiais verde-amarelos.

 

O Brasil é um dos principais fornecedores de componentes fora da Ásia e tem chamado a atenção do mundo por contar com uma cadeia de fornecimento completa e de excelência”.

 

O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, destaca que as exportações do setor seguem sendo influenciadas pelo encarecimento dos fretes para importações asiáticas. “O Brasil é um dos principais fornecedores de componentes fora da Ásia e tem chamado a atenção do mundo por contar com uma cadeia de fornecimento completa e de excelência”, avalia Júnior, ressaltando que existe uma tendência de incremento nos embarques do setor para os próximos meses.

 

Destinos

O principal destino das exportações de componentes para calçados em janeiro foi a China. No total, foram embarcados para lá o equivalente a US$ 14,8 milhões, 38% mais do que no mesmo mês de 2021. Os principais produtos importados pelos chineses foram químicos para tratamento de couros.

O segundo destino do primeiro mês do ano foi a Argentina, para onde foi embarcado o equivalente a US$ 6,73 milhões, 66% mais do que no mesmo intervalo de 2021. Os principais produtos exportados para os hermanos foram solados, palmilhas, adesivos, laminados sintéticos e cabedais.

No terceiro posto entre os destinos das exportações de componentes apareceu o Chile. Em janeiro, foram exportados para lá o equivalente a US$ 1,28 milhão, 10% mais do que no mesmo período do ano passado. Na pauta estavam, principalmente, adesivos e laminados sintéticos.

Com crescimento expressivo, a Colômbia foi o quarto destino dos embarques de componentes brasileiros. Em janeiro, os colombianos importaram o equivalente a US$ 660,8 mil, 65% mais do que no primeiro mês de 2021. Os principais materiais embarcados para lá foram adesivos, cabedais, palmilhas e solados.

 

Exportadores

O principal exportador de componentes em janeiro foi o Rio Grande do Sul. No mês, as fábricas gaúchas exportaram o equivalente a US$ 21 milhões, 7% mais do que no mesmo período do ano passado.

O segundo estado exportador do período foi São Paulo, que embarcou o equivalente a US$ 4,7 milhões, 34% mais do que em janeiro de 2021.

Com incremento de 75%, as fábricas baianas embarcaram o equivalente a US$ 2,63 milhões, enquanto as cearenses receberam US$ 1,33 milhão pelas exportações de componentes, 67% mais do que em janeiro do ano passado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/02/2022 0 Comentários 467 Visualizações
abicalçados
Business

Diferenciais qualificam exportações de calçados

Por Ester Ellwanger 16/02/2022
Por Ester Ellwanger

Com seus primeiros embarques no final dos anos 1960, as exportações de calçados brasileiros alcançaram um nível de excelência e hoje estão presentes em mais de 170 países. No ano passado, foram 123,6 milhões de pares embarcados, número 32% superior ao de 2020 e 7,3% maior do que 2019, ano pré-pandemia.

O resultado é significativo e demonstra a força internacional da indústria calçadista brasileira, hoje a principal fora da Ásia e a quinta do mundo em número de pares produzidos: mais de 800 milhões por ano. Diferenciais como flexibilidade produtiva – entrega de lotes menores, de acordo com a necessidade do importador, facilidades de negociação, credibilidade, qualidade de materiais utilizados –, atributos de sustentabilidade e moda são alguns dos motivos elencados por compradores do mundo inteiro quanto à escolha de produtos verde-amarelos.

“Hoje, o calçado brasileiro é objeto de desejo nos principais mercados, especialmente na América Latina, onde temos, além de qualidade e credibilidade reconhecidas, uma similaridade cultural importante”, comenta o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira.

Segundo Ferreira, a atual posição internacional do calçado verde-amarelo não foi conquistada por acaso, foi com muita “transpiração e inspiração” das produtoras, que desde o ano 2000 contam com o apoio do Brazilian Footwear, programa de fomento às exportações de calçados mantido pela Abicalçados em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). No âmbito do programa são apoiadas e realizadas, todos os anos, feiras, rodadas de negócios, ações de promoção de imagem e ações personalizadas.

Conforme relatório da Abicalçados, 74% do valor gerado com exportações de calçados em 2021 foram por meio de embarques de empresas apoiadas pelo Brazilian Footwear.

Beira Rio: tradição e sustentabilidade

Uma das maiores e mais tradicionais indústrias de calçados do Brasil, a Beira Rio e suas oito marcas (Actvitta, Modare Ultraconforto, Beira Rio Conforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Vizzano e Br Sport) são reconhecidas em 95 países. Fundada em 1975, em Igrejinha/RS, a empresa deu seus primeiros passos no mercado internacional em meados dos anos 1980. Foi a partir daí que, segundo a diretora Comercial e de Marketing da empresa, Maribel Silva, “a empresa ganhou espaço no mercado, investiu no atendimento aos seus clientes e no processo de pesquisa das áreas de moda, destacando seus produtos nas melhores vitrines do Brasil e do mundo, consagrando-se como a ‘nova indústria de calçados’”.

Atualmente com uma produção de mais de 400 mil pares por dia, dos quais exporta mais de 18%, especialmente para mercados latino-americanos, a Beira Rio se destaca em atributos importantes para as exportações.

Segundo Maribel, são referências no mercado internacional, a possibilidade de pesquisas de origem dos materiais utilizados, a sustentabilidade – esta reconhecida no nível máximo no Origem Sustentável, único programa de certificação de sustentabilidade da cadeia produtiva do calçado em nível internacional – e a qualidade dos materiais utilizados. “No Brasil temos uma das cadeias de fornecimento mais completas do mundo e que preza pela transparência, inovação e tecnologia, certamente um diferencial diante dos principais concorrentes internacionais”, avalia a diretora.

Associada ao Brazilian Footwear desde 2003, a Beira Rio enxerga o apoio fundamental para o incremento e qualificação dos seus embarques. “Sob ponto de vista financeiro, o suporte oferecido pelo Brazilian Footwear aos associados, em rodadas de negócios e feiras internacionais, viabiliza a participação, tornando-a frequente e linear no calendário global, otimizando investimentos e aproximando clientes”, ressalta Maribel, acrescentando, ainda, os editoriais de moda distribuídos para imprensa internacional e a plataforma digital BrazilianFootwear.com, que gera tráfego de clientes aos sites da empresa e que evoluem para novos negócios.

 

Andacco: curtume próprio como diferencial

Fundada em 1979, a Andacco, de São Sebastião do Paraíso/MG, tem forte presença no mercado internacional. Além da qualidade, um dos diferenciais que concedem competitividade para a empresa é o fato de, em 1988, passar a produzir seus próprios couros. Além da qualidade garantida do material, a produtora conseguiu reduzir os custos dos seus calçados.

“Hoje, 98% dos nossos couros são próprios. O fato nos ajuda a ter maior agilidade e flexibilidade, com possibilidade de entrega de lotes menores. Além disso, temos custos menores no processo produtivo”, lista o diretor da empresa, Benevenuto Arantes.

Com uma produção de mais de 4 mil pares diários, dos quais exporta mais de 50%, especialmente para Estados Unidos e países da Europa, a Andacco é associada ao Brazilian Footwear desde 2008. Segundo Arantes, o programa tem papel fundamental no incremento dos embarques da empresa. “Atualmente, participamos ativamente de rodadas digitais e feiras de calçados internacionais, nas quais conseguimos resultados importantes”, conta o empresário.

 

Pampili: calçando as pequenas no mundo

Fundada há quase 35 anos, a Pampili é outro case de sucesso quando o assunto é exportação. A marca de moda infantil para meninas, sediada em Birigui/SP, é reconhecida mundialmente como uma das marcas mais queridas na indústria infantil brasileira. Com uma produção estimada em mais de 15 mil pares diários, dos quais exporta 10% para mais de 40 países, a empresa destaca o fato de ter uma “cultura exportadora”. “Assim conseguimos nos adaptar facilmente às demandas específicas de cada região, para produtos e experiências com a marca”, conta o CCO da fabricante, Diego Colli.

Para manter e incrementar o sucesso além-fronteiras, a Pampili conta com o apoio do Brazilian Footwear desde o primeiro convênio, no ano 2000. “O programa sempre nos apoiou nos principais eventos mundiais do setor, contribuindo para que pudéssemos competir de maneira equalizada no mercado global”, avalia, Colli.

Com a maioria dos materiais e insumos adquiridos no mercado brasileiro, Colli ressalta que a cadeia produtiva nacional é um diferencial importante, tanto para o abastecimento do mercado doméstico quanto internacional. “Acreditamos que a completa cadeia de fornecimento no Brasil definitivamente nos coloca em vantagem global frente ao cenário de escassez de recursos, somada à crise logística internacional, efeitos da pandemia que no momento afeta todos continentes”, conclui o CCO.

 

Savelli: exportação no DNA

O mercado externo não é somente para empresas tradicionais e de grande porte. Uma prova é o sucesso da Savelli, de Franca/SP. Fundada em 2005 e reestruturada em 2010, quando passou a adotar uma gestão profissionalizada e focada em qualidade e cuidado com recursos humanos, a fabricante produz 1,1 mil pares de calçados masculinos e mocassins femininos de couro diariamente.

Com quase 70% da produção voltada para o mercado internacional, a gerente de exportação da empresa, Bruna Pini, destaca que a marca leva “exportação no DNA”. Segundo ela, alguns diferenciais explicam o sucesso da Savelli no mercado internacional: atendimento, produto preparado para exportação, diversificação, entrega pontual, qualidade e exclusividade, flexibilidade produtiva e sustentabilidade.

Além disso, a seleção de matérias-primas é outro diferencial relevante para os bons resultados além-fronteiras. “Não dá para reduzir a qualidade dos materiais porque isso vai impactar na qualidade da nossa entrega. O nosso movimento enquanto empresa é cuidar para que isso seja sempre uma prioridade. Nós temos um trabalho intenso e direcionado para isso. Temos uma pessoa dedicada a essa função, que cuida da seleção do couro enquanto ele ainda não recebeu acabamentos. Temos todo o cuidado para transformar a pele naquilo que o cliente precisa”, conta Bruna, ressaltando que são mais de 30 revisores do começo ao fim do processo.

Associada ao Brazilian Footwear desde 2010, Bruna avalia a parceria como fundamental para a construção da marca internacionalmente. “Temos acesso a algumas ações que não teríamos sem a parceria, temos visibilidade, apoio, esclarecimentos e networking”, comenta, ressaltando participações em editais de marketing digital, feiras internacionais, showroons e na Vogue Brazilian Footwear.

 

Suzana Santos: relacionamento duradouro

Com uma produção de 15 mil pares diários das marcas Suzana Santos, Azilê e Renata Mello, dos quais remete 10% para o exterior, a Suzana Santos, fundada em 1995, em São João Batista/SC, preza pelo relacionamento próximo com compradores internacionais.

Segundo a diretora da empresa, Suzana Santos, esse relacionamento dá credibilidade para as negociações. “O relacionamento de longa data com clientes possibilita uma relação de confiança e constância nos pedidos, e auxilia na captação de novos clientes”, destaca, ressaltando que a empresa está sempre investindo em feiras nacionais, internacionais, viagens de prospecção e atendimento, buscando entender as necessidades do cliente para poder oferecer diferenciais para os mercados internacionais.

Atuando com os incentivos do Brazilian Footwear desde 2011, a empresa participa das feiras Micam, Expo Riva Schuh e FN Plataform, além de rodadas digitais promovidas pelo programa. “O apoio – do Brazilian Footwear – é muito importante tanto em termos de suporte quanto no subsídio para as ações”, avalia Suzana.

 

Carrano: qualidade, design e tecnologia como diferenciais

A Carrano, marca produzida pela Henrich, de Dois Irmãos/RS, aposta na qualidade, design diferenciado e tecnologia para conquistar o mercado internacional. Exportando mais de 55% dos pares produzidos para mais de 80 países, com destaque para Estados Unidos, Itália, Colômbia e Panamá, a empresa conta com uma dinâmica produtiva que preza pelo design dos produtos e estratégias comerciais assertivas. “Até 2023, a meta é exportar 60% do total produzido”, revela o gerente de exportações da empresa, Fernando Galhego. Para bater a meta, o apoio do Brazilian Footwear, programa ao qual a Carrano é associada desde 2007, será fundamental.

Segundo Galhego existe uma expectativa com relação aos resultados das feiras internacionais, o produto mais utilizado pela empresa no âmbito do programa. “Estamos com boas expectativas para os próximos anos, especialmente pelo retorno do mercado norte-americano e europeu. O volume de clientes novos e inativos voltando ao Brasil não se via há 15 anos. É um ânimo para o setor”, conta o gerente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/02/2022 0 Comentários 785 Visualizações
Business

Feira colombiana gera US$ 1,5 milhão para fabricantes brasileiros

Por Ester Ellwanger 15/02/2022
Por Ester Ellwanger

A feira colombiana IFLS + EICI, que aconteceu em Bogotá entre 8 a 11 de fevereiro, gerou mais de US$ 1,5 milhão – entre negócios efetivados in loco e alinhavados – para fabricantes brasileiros de componentes para calçados. A participação de 10 empresas verde-amarelas teve o apoio do By Brasil Components, Machinery and Chemicals, programa de apoio às exportações do setor realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A gestora de Marketing e Relacionamento da Assintecal, Aline Santos, destaca que o evento, mesmo menor do que em anos anteriores, contou com visitação qualificada de grandes players calçadistas da América do Sul. “Após um hiato de dois anos sem participação brasileira em função das restrições da pandemia de Covid-19, tivemos uma resultados que superaram as expectativas”, avalia a gestora.

Os compradores colombianos se sentiram prestigiados pelo lançamento e elogiaram a iniciativa, além de demonstrar grande interesse na aquisição dos materiais apresentados”.

Segundo ela, fabricantes de calçados demonstraram grande interesse em materiais sustentáveis, justamente o destaque da participação verde-amarela, que lançou internacionalmente o Espaço de Sustentabilidade, apresentado pela primeira vez no Inspiramais, em janeiro. “Os compradores colombianos se sentiram prestigiados pelo lançamento e elogiaram a iniciativa, além de demonstrar grande interesse na aquisição dos materiais apresentados”, acrescenta Aline.

A participação nacional contou, ainda, com palestras do consultor da Assintecal, Marnei Caminatti, que falou sobre as inspirações que deram origem aos materiais lançados no evento. “As palestras receberam grande público e chamaram a atenção para a realização do próximo Inspiramais, em julho”, conta Aline, ressaltando que um número significativo de compradores demonstrou interesse na visitação.

Participando pela primeira vez do evento, a MS Têxtil reportou importantes contatos gerados. “Recebemos uma excelente visitação de compradores de todos os portes interessados nos nossos materiais. Já estamos preparando a próxima participação internacional”, avalia o diretor da empresa, José Sperandio.

 

Mercado

A feira colombiana aconteceu em um momento de recuperação das exportações brasileiras de componentes para calçados. Dados da Assintecal apontam que, em 2021, foram embarcados o equivalente a US$ 410,3 milhões, 22% mais do que em 2020. A Colômbia é o quarto destino internacional dos componentes brasileiros, tendo importado, no ano passado, o equivalente a mais de US$ 5,3 milhões em materiais, crescimento de 58% ante 2020.

Participaram da feira, apoiadas pelo By Brasil Components, Machinery and Chemicals, as empresas brasileiras Retma, Elastonordeste, Brisa Intexco, Magma Espugum, MS Têxtil, Formello Formas, Maurício Sintéticos, Gradus, Calçados Bottero e Pipa Social.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/02/2022 0 Comentários 563 Visualizações
Business

Após dez anos, China volta a ser a principal origem das importações calçadistas

Por Ester Ellwanger 14/02/2022
Por Ester Ellwanger

Desbancando o Vietnã como principal origem das importações brasileiras de calçados em 2021, em janeiro a China enviou mais de 1,32 milhão de pares de calçados para o Brasil, 19,6% mais do que no mesmo mês do ano passado. Desde 2010, quando foi adotada a sobretaxa para importação de calçados chineses (antidumping), a China não assumia o primeiro posto entre as origens das importações. O volume é mais da metade do total importado no mês, 2,58 milhões de pares. Em valores a China segue na segunda posição, especialmente pelo fato de o produto do Tigre Asiático ter um preço médio baixo, de US$ 3,63 por par. No total, pelas importações chinesas foram pagos US$ 4,8 milhões, 46,3% mais do que em janeiro do ano passado.

Em receita, as importações do Vietnã seguem liderando o ranking de origens. Em janeiro, foram importados de lá 452,7 mil pares, pelos quais foram pagos US$ 9,47 milhões, quedas de 24,2% em volume e de 23,5% em receita na relação com o mês correspondente de 2021.

 

No terceiro posto entre as origens do calçado importado em janeiro aparece a Indonésia. No primeiro mês de 2022, foram importados de lá 242 mil pares, pelos quais foram pagos US$ 4,8 milhões, altas de 123,5% em volume e de 61,3% em dólares na relação com o mês correspondente de 2021.

No total, as importações de calçados somaram 2,58 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 24 milhões, altas de 30% em volume e de 10,2% em receita na relação com o primeiro mês de 2021.

 

O que é dumping?

Considera-se que há prática de dumping quando uma empresa, ou país, exporta um produto a preço inferior ao preço normal de mercado. O direito antidumping tem como objetivo evitar que as produtoras nacionais sejam prejudicadas por importações realizadas a preços de dumping, prática considerada desleal no comércio internacional. No caso do calçado chinês, cada par tem uma sobretaxa de US$ 10,22, fora o imposto de importação. A renovação do mecanismo está em análise na Câmara de Comércio Exterior (Camex), do Governo Federal. A decisão deve ocorrer até o dia 1º de março.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/02/2022 0 Comentários 462 Visualizações
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