Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
União Corinthians perde em casa para o Flamengo no jogo...
Após empatar série, União Corinthians encara o Flamengo de novo...
Vitória vem do coração e coroa Gap Orfeu e Guerreira...
Feira de campismo ExpoRaiz é atração em Novo Hamburgo de...
Canoas Shopping completa 28 anos com R$ 15 milhões em...
Hot Lions promove ação solidária em Novo Hamburgo com renda...
Fashion Experience, a passarela onde tudo começa: Calçados Beira Rio...
Bolinho de aipim gigante é preparado em festa municipal de...
Campo Bom testa materiais para pavimentação de ruas
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

calçados

Business

Bibi celebra 73 anos de sucesso como calçadista pioneira no segmento infantil

Por Ester Ellwanger 25/04/2022
Por Ester Ellwanger

O dia 25 de abril marca os 73 anos da Calçados Bibi, por meio de uma história de pioneirismo e inovação no segmento infantil do setor calçadista. Uma trajetória que conta com uma rede de 148 lojas no Brasil e na América Latina. Presente em mais de 3,5 mil multimarcas, além da exportação com marca e design próprio, a empresa familiar, atualmente, conta com uma gestão que está em sua terceira geração, sendo comandada pela presidente, Andrea Kohlrausch, que assumiu o cargo há três anos, quando a marca completou 70 anos no mercado.

A Bibi foi criada em 1949 em Parobé, no Rio Grande do Sul, por Albino Eloy Schweizter. O nome da rede veio pela admiração do fundador da empresa e sogro de Marlin Kohlrausch pela atriz Bibi Ferreira. Hoje quem preside a empresa é a filha de Marlin, Andrea Kohlrausch, da terceira geração da família. Atualmente, a companhia já exporta 22% de toda a sua produção para mais de 70 países. Do total produzido pela Bibi, mais de 2 milhões de pares de sapatos por ano, 36% são vendidos para lojas multimarcas e 42% são colocados no mercado em lojas próprias e franquias, projeto criado em 2008, após análise de mercado, como uma estratégia para o Varejo. Além disso, a empresa mantém uma fábrica em Parobé (RS) e outra em Cruz das Almas (BA) que empregam 1,2 mil funcionários.

“Quando era presidente, Marlin explica que eles analisaram o cenário e perceberam que 70% dos calçados do mundo eram produzidos na China. Diante disso, para a marca sobreviver neste mercado de forma competitiva, a equipe precisava vestir a camisa e inovar. Com o time engajado, foi possível administrar os custos. Segundo ele, os gestores sabiam que nada teria sucesso se não fosse a colaboração dos colaboradores, o ponto chave de toda nossa estratégia. Outro ponto importante para longevidade corporativa foi a construção de uma marca forte. Se não fizéssemos o movimento de ingressar no Varejo, não conseguiríamos ter o controle do processo como um todo. Após observar e analisar o mercado, colocamos em prática a abertura de lojas próprias e ingressamos no mercado de Franchising”, revela Andrea.

Em 2014, mais uma vez numa atitude inédita no mercado brasileiro de calçados infantis, a Bibi, em parceria com o IBTeC (Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos), decidiu monitorar todos os seus materiais e utilizar somente aqueles que estão de acordo com os padrões internacionais quanto a substâncias tóxicas, assegurando o desenvolvimento saudável das crianças e a tranquilidade das mães e pais ao vender apenas produtos não tóxicos.

A marca também se orgulha por suas atitudes junto ao meio ambiente, ao mercado brasileiro e à sociedade, levando em conta quesitos como gasto de energia, nível de poluição, descarte de resíduos, além da relação com funcionários e a comunidade. Vários movimentos da Bibi expressam a importância da empresa no cenário nacional de calçado infantil, como a Fábrica de Talentos, que, em parceria com o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), qualifica profissionalmente jovens com idade entre 16 e 21 anos.

Além disso, a empresa elaborou compromissos com base na agenda ESG, nos âmbitos social, econômico e ambiental, que devem ser colocados em prática até o ano de 2030. A rede é a primeira calçadista certificada pelo Selo Diamante de Sustentabilidade, que atesta o compromisso com as iniciativas nos processos industriais, bem como o desenvolvimento de ações em sintonia com os pilares estabelecidos pelo programa de Origem Sustentável: Ambiental, Econômico e Social.

“Em constante evolução, aderimos e melhoramos os projetos ano a ano, principalmente de transformação digital. Assim, oferecemos aos consumidores diferentes serviços, que permitem a comodidade e praticidade no ato da compra. Dessa forma, disponibilizamos diferentes opções aos clientes, que podem contar com os benefícios do e-commerce, Prateleira Infinita, Clique e Retire, Entrega Expressa, Bibi Delivery e Bibi em Casa. Além de promover fácil acesso e uma experiência de compra aos pais que buscam calçados para crianças de 0 a 9 anos, a integração e diversificação de canais também auxilia na experiência personalizada aos consumidores e, consequentemente, no faturamento das lojas que fazem parte da rede. Também investimos em um novo layout fabril e no aumento da capacidade produtiva, que busca otimizar a linha de produção de calçados e o tempo de execução das tarefas. Vale ressaltar que todas as nossas ações são desenvolvidas com base em nosso propósito de fazer o bem, visando criar momentos e gerar boas lembranças”, finaliza a presidente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/04/2022 0 Comentários 822 Visualizações
Business

Relatório aponta que setor calçadista cresceu 9,8% em 2021

Por Ester Ellwanger 20/04/2022
Por Ester Ellwanger

O Relatório Setorial – Indústria de Calçados, publicado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) desde 2016, traz boas notícias para o setor calçadista brasileiro. Embora não tenha recuperado a totalidade das perdas registradas durante a fase aguda da pandemia de Covid-19, a atividade demonstra importante capacidade de retomada dos níveis produtivos. Conforme a publicação, no comparativo entre 2020 e 2021, a produção de calçados aumentou 9,8%, para 806,3 milhões de pares. Já em relação a 2019, a queda ficou em 10,3%.

A publicação destaca, ainda, a importância das exportações na retomada da atividade. Após uma queda expressiva de mais de 18% em 2020, efeito direto da pandemia, em 2021 o setor registrou um incremento de 31,9%, para 123,7 milhões de pares, superando os níveis da pré-pandemia, em 2019, em 7,3%. O coeficiente das exportações, desta forma, cresceu de 12,8% para 15,3%. “

A dinâmica da recuperação internacional tem sido mais rápida do que no mercado interno. No ano passado, as exportações cresceram cerca de cinco vezes mais do que o consumo doméstico”, comenta a coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck.

Os principais destinos das exportações de calçados brasileiros, em 2021, foram Estados Unidos, Argentina e França, seguidos por países da América Latina. Já os estados que mais exportaram (em pares) foram Ceará, Rio Grande do Sul e Paraíba.

No mercado interno, a recuperação foi menos intensa do que no cenário internacional. Segundo o Relatório Setorial, o consumo aparente ficou em 705,3 milhões de pares, em 2021, 6,6% mais do que em 2020 e 12% menos do que na pré-pandemia, em 2019.

Com a melhora do cenário, a utilização da capacidade instalada da indústria calçadista cresceu no ano passado, passando de 60,4% em 2020 para 71,5% em 2021. No entanto, o nível segue abaixo do registrado em 2019, que era de 76,9%.

Quinta maior produtora de calçados do mundo, atrás de China, Índia, Vietnã e Indonésia, a indústria calçadista nacional tem um papel relevante na geração de postos de trabalho. Em 2021, conforme a publicação, o setor empregava, diretamente, 266 mil pessoas, tendo gerado quase 27 mil vagas no período e encerrando com incremento de 11% ante 2020, recuperando as perdas registradas ao longo de 2019. Os principais estados empregadores do Brasil são Rio Grande do Sul, Ceará e Bahia.

Projeções

Para 2022, as projeções da Abicalçados são de incremento na produção do setor, entre 1,8% e 2,7%, o que deve resultar em 820 a 828 milhões de pares fabricados pelas mais de 5,4 mil fábricas em atividade no País. O resultado positivo, no entanto, não será suficiente para recuperar as perdas provocadas pela pandemia, deixando o setor cerca de 8% abaixo dos níveis produtivos de 2019.

Já as exportações devem seguir crescendo mais do que o mercado doméstico, encerrando 2022 com crescimento de 8% a 10%, para entre 134 e 136 milhões de pares embarcados. Com o resultado, os embarques devem superar os níveis pré-pandêmicos em 16% a 18%.

Os níveis de emprego também devem crescer ao longo de 2022. Conforme o Relatório Setorial esse crescimento deve ficar situado entre 1,3% e 5,3%, encerrando o ano com 269 mil a 280 mil postos de trabalho na atividade.

Publicação

Com mais de 60 páginas, o Relatório Setorial – Indústria de Calçados é a fonte de consulta oficial do setor calçadista brasileiro. Além dos dados retroativos, com detalhamento por segmentação, balança comercial, níveis de empregos, capacidade instalada e investimentos, a publicação traz projeções para curto e médio prazos, além de capítulos destinados a oportunidades no mercado internacional e análises do doutor em Economia e professor da pós-graduação da Unisinos Marcos Lélis.

A publicação está disponível gratuitamente para download no site da Abicalçados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/04/2022 0 Comentários 876 Visualizações
Business

Programa Origem Sustentável tem novas empresas certificadas

Por Ester Ellwanger 20/04/2022
Por Ester Ellwanger

O programa Origem Sustentável, desenvolvido pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), segue engajando empresas da cadeia calçadista nacional. Em março, durante a Fimec, foram certificadas as indústrias de componentes Bertex e Tintas Killing, no nível Ouro; e a Perfil Injetados e Fibertex, no nível Prata. Elas se somam às já certificadas Box Print e Caimi & Liaison, ambas no nível Diamante.

A gestora de Marketing e Relacionamento da Assintecal, Aline Santos, ressalta que existem mais de 50 empresas de componentes e de calçados em processo de certificação. “Como a única certificação em sustentabilidade e ESG da cadeia em nível mundial, o Origem Sustentável vem chamando cada vez mais a atenção do mercado. Muitas empresas vêm nos procurando em busca da certificação, já que tem sido constante a cobrança, por parte de grandes importadores, desse tipo de certificado. Hoje, mais do que ser sustentável, é preciso comunicar isso para o mercado. As empresas estão cada vez mais atentas a isso”, comenta Aline.

Levando em consideração as dimensões ambiental, econômica, social e cultural traduzidos em 104 indicadores desenvolvidos em consonância com parâmetros internacionais de ESG, o Origem Sustentável conta com auditorias externas do SENAI, SGS, Intertek, Bureau Veritas e DNV. Ao todo, são quatro os níveis de evolução: Bronze (para empresas que cumpram o mínimo de 20% a 30% dos indicadores propostos), Prata (40%), Ouro (60%) e Diamante (80%).

Além das empresas de componentes já listadas, são certificadas pelo programa as calçadistas Vulcabras, Bibi, Beira Rio, Usaflex e Piccadilly.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

20/04/2022 0 Comentários 982 Visualizações
Business

Retorno dos eventos físicos impulsionam exportações de calçados

Por Ester Ellwanger 19/04/2022
Por Ester Ellwanger

Depois de um período sem participações em eventos físicos, o setor calçadista inicia 2022 comemorando a retomada das feiras de calçados internacionais, que ficaram em stand by em função da pandemia de Covid-19. A presença brasileira em feiras físicas e missões comerciais é parte fundamental da estratégia de internacionalização do setor, que tem no Brazilian Footwear, programa desenvolvido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o desenvolvimento de ações e projetos com o objetivo de multiplicar o calçado “made in Brasil” mundo afora.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que as exportações do setor, que foram impulsionadas a partir do arrefecimento da pandemia de Covid-19 na segunda metade do ano passado, têm sido o motor do crescimento da atividade. Somente no primeiro trimestre, os calçadistas brasileiros somaram o embarque de 40,74 milhões de pares, que geraram US$ 320,65 milhões, altas de 27,3% em volume e de 65,8% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado.

“As exportações apresentaram uma dinâmica de recuperação bastante superior ao crescimento da demanda interna, sendo que ainda no ano passado recuperamos os embarques registrados na pré-pandemia, com mais de 123 milhões de pares embarcados”, comenta. Segundo ele, a expectativa é de confirmar o crescimento até o final do ano. “A expectativa é encerrar 2022 com 9% de incremento médio nos embarques em relação a 2021 (em volume)”, diz.

Além da maior demanda internacional, especialmente dos Estados Unidos, Ferreira atribui o otimismo nas exportações à retomada das feiras e missões comerciais físicas. Nas primeiras mostras do ano – Expo Riva Schuh (Itália), Playtime (EUA), Magic Las Vegas (EUA), Atlanta Shoe Market (EUA), Magic NY (EUA) e Micam (Itália) – foram gerados mais de US$ 38 milhões em negócios.

“As feiras internacionais têm um papel fundamental na retomada. As expectativas são as melhores possíveis”, conclui o executivo.

 

Brazilian Footwear

Braço internacional da Abicalçados, mantido com o apoio da ApexBrasil, o Brazilian Footwear tem papel fundamental para a internacionalização das marcas calçadistas brasileiras. Para o próximo biênio, o convênio irá investir mais de R$ 35 milhões em ações de promoção comercial e de imagem para calçadistas brasileiras no exterior.

Até o final do ano, o Brazilian Footwear prevê a participação em mais 10 feiras internacionais na Itália e nos Estados Unidos, além de missões comerciais na Colômbia.

Arezzo

Exportando cerca de 12% da sua produção diária de mais de 85 mil pares de calçados, a Arezzo&Co, de Campo Bom/RS, é um dos principais players calçadistas do Brasil. Destacando a importância do retorno aos eventos físicos internacionais para potencializar ainda mais as exportações, o gerente de exportações do grupo, Luis Germann, conta que os embarques cresceram 74% em 2021, em relação a 2020, e que seguem em crescimento nos primeiros meses do ano. “Em 2022, seguimos em crescimento, com destaque para o mercado norte-americano, onde temos um significativo volume de exportações da marca Schutz – uma das 18 marcas do grupo”, conta.

Segundo Germann, já em 2021, com o arrefecimento da Covid-19, a empresa esteve presente em feiras físicas nos Estados Unidos e na Itália. A retomada definitiva da participação com equipe própria em 2022, segundo o gerente, foi motivo de comemoração na empresa.

“As feiras físicas são muito relevantes e fazem parte da estratégia do grupo, especialmente para a prospecção de novos clientes internacionais. Em complemento aos eventos on-line, são eventos que permitem uma apresentação mais eficaz das nossas marcas, além de proporcionar um relacionamento mais próximo e pessoal com os compradores. Nós vamos para as feiras para encantar nossos clientes”, diz.

Na Micam, feira italiana realizada no início de março, a empresa somou R$ 4 milhões em negócios. Germann conta que, embora a empresa adote estratégias omnichannel para a expansão internacional, as feiras físicas são locais ideais para prospecção de compradores que ainda não possuem um relacionamento com o grupo. “Além disso, existe uma maior efetividade nos negócios quando os encontros são presenciais. Para a manutenção, utilizamos ferramentas digitais, onde evoluímos muito, mas para a prospecção as feiras físicas ainda são um grande diferencial para a estratégia de exportações”, frisa o gerente, ressaltando o apoio do programa Brazilian Footwear nessas ações.

Adrun

Com uma produção de quatro mil pares diários, sendo 40% deles exportados para mais de 50 países, a Adrun, de Birigui/ SP, aumentou o percentual dos calçados embarcados, ano a ano, desde que iniciou o processo de internacionalização, em 2015. A parceria com a Abicalçados, por meio do Brazilian Footwear, foi fundamental para o processo.

O gerente de exportações da empresa, Valdomiro Pinese Júnior, conta que os eventos físicos são fundamentais para a estratégia de exportação da Adrun. “A participação nas mostras facilita a manutenção e prospecção de clientes. Nós não teríamos como realizar todas as viagens necessárias para visitar todos os nossos compradores. Nos eventos, esses encontros se concentram”, diz. Para a prospecção, ou mesmo lançamento de novas coleções, Júnior conta que estar presente no evento físico auxilia a realização dos negócios.

“O nosso cliente gosta de sentir o produto, gosta de pegar, experimentar. Só o evento físico pode proporcionar isso”, acrescenta o gerente, ressaltando que a empresa está trabalhando para somar mais uma feira internacional ao portfólio de participações – que já conta com Expo Riva Schuh e Micam: a feira estadunidense Atlanta Shoe Market.

Sobre a mais recente participação internacional, na Micam, Júnior ressalta que a retomada ainda não ocorreu completamente, pois ainda persistem algumas restrições que acabaram impactando na visitação. “Para as próximas feiras, acreditamos em uma melhora na situação. Já estamos encaminhando o nosso retorno à Micam (setembro) e também para a Expo Riva Schuh (junho)”, adianta. Para 2022, com a normalização dos fluxos internacionais, a empresa espera aumentar a fatia exportada para 45% a 55%.

“Alguns entraves persistem, como encarecimento do frete e custos mais altos com matéria-prima, mas a empresa vem atuando para diminuir os efeitos. Neste ano, compramos uma máquina para fabricação de EVA visando a redução de custos. Acredito que, com uma maior estabilidade no mercado internacional, possamos seguir crescendo em 2022”, projeta o gerente.

Bottero

A calçadista Bottero, de Parobé/RS, é outro importante player do setor que tem como parte da estratégia de expansão internacional a participação em feiras. “Sempre fizemos a manutenção e prospecção dos nossos clientes internacionais nas feiras físicas. Tivemos um tempo sem mostras, em função da pandemia de Covid-19. Estávamos realizando esse trabalho de forma virtual, mas sem a mesma força. Desde o ano passado, por meio de representantes, estivemos nas feiras da Itália – Expo Riva Schuh e Micam. O movimento foi menor, não tínhamos presença de equipe própria, mas os negócios aconteceram”, conta a gerente de exportações da empresa, Paulina Klein.

A partir da retomada presencial, Paulina ressalta que houve um incremento nas negociações, em especial para países da Europa e para os Estados Unidos. “As exportações da Bottero, que absorvem uma fatia de 15% da nossa produção (de 15 mil pares diários), vêm sendo fundamentais para a recuperação dos negócios pós-pandemia, em especial no mercado internacional”, avalia.

Segundo Paulina, nas duas primeiras feiras do ano, Expo Riva Schuh e Micam, ambas na Itália, a empresa logrou bons resultados, embora com uma visitação ainda menor do que em anos pré-pandemia. “Estamos saindo de uma pandemia e agora temos a influência da guerra Ucrânia e Rússia, que acaba inibindo as visitações, principalmente de clientes do Leste Europeu. Mas acreditamos em uma recuperação dessas feiras ainda em 2022”, diz. Segundo ela, nas feiras italianas, além de abrirem clientes importantes, caso da Bielorrúsia, foram proporcionados encontros com compradores que não apareciam há dois anos.

 

 

“A feira física é fundamental, nos permite uma maior proximidade, estreita o relacionamento e fideliza os compradores”, destaca, ressaltando que o Brazilian Footwear é um apoio relevante para as participações. “O apoio não se dá somente no aspecto financeiro, que é importante, mas também com todo o suporte necessário”, conclui a gerente.

 

Anatomic Gel

Outra empresa otimista com a retomada nas exportações, embalada pelo aumento dos embarques, especialmente para a Europa, é a Anatomic Gel, de Franca/SP. Com uma produção de dois mil pares diários, sendo 25% embarcados para o mercado internacional, com a maior parte dos clientes na Europa, países da América Latina, Estados Unidos e Ásia, a Anatomic Gel tem presença importante no exterior.

O diretor da Anatomic Limited – empresa parceira que faz a exportação da Anatomic Gel –, João Conrado, destaca que os resultados das exportações em 2021 já haviam superado os níveis pré-pandemia, e que agora, a partir do incremento da demanda internacional e dos eventos físicos, a performance deve melhorar ainda mais. “Recuperamos os níveis da pré-pandemia ainda no segundo semestre do ano passado. O ano começa com perspectivas bastante positivas” diz, acrescentando que a empresa criou um depósito com alfândega seca no Reino Unido e um escritório de vendas na Irlanda para dirimir as barreiras causadas pelo Brexit (saída do Reino Unido, país sede do escritório da Anatomic Limited, da União Europeia).

“Também devem impactar os negócios os altos custos no frete e a demora das entregas provenientes da Ásia, que tem feito com que clientes dos Estados Unidos, Europa e América Latina busquem calçados em fornecedores alternativos aos asiáticos. Neste processo, nossa indústria deve ficar mais competitiva”, avalia.

A mais recente feira com participação da Anatomic Gel foi a Micam, na Itália. Apesar de uma movimentação menor, Conrado conta que negócios aconteceram, com a visitação de mais de 100 relevantes players de 27 países. “A Micam é muito importante para a estratégia da Anatomic Gel. A feira nos surpreendeu positivamente, pois apesar do tamanho reduzido em relação às edições anteriores, teve uma grande presença de compradores internacionais”, comenta. Segundo ele, o retorno aos eventos presenciais será fundamental para a recuperação das exportações brasileiras. “A engrenagem voltou a girar”, comemora.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/04/2022 0 Comentários 735 Visualizações
Business

Exportações com marcas de terceiros impulsionam a indústria calçadista

Por Ester Ellwanger 19/04/2022
Por Ester Ellwanger

Desde o segundo semestre de 2021, a indústria calçadista brasileira experimenta uma retomada que tem como principal fator o aumento das exportações. No ano passado, foram embarcados 123,6 milhões de pares, 32% mais do que em 2020 e 7,3% mais do que no ano que antecedeu a pandemia de Covid-19 (2019). Nos três primeiros meses de 2022, as vendas de calçados para o exterior seguiram o ritmo de elevação, somando mais de 40,74 milhões de pares embarcados ao exterior, 27,3% mais do que no mesmo período de 2021. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), além do arrefecimento de Covid-19, entre os fatores determinantes para a performance estão as exportações com marcas dos clientes internacionais, modelo chamado de private label.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a demanda por produtos para grandes marcas do varejo internacional, especialmente dos Estados Unidos, tem sido fundamental para a retomada das exportações de calçados brasileiros. “É a retomada de um momento importante e histórico da indústria brasileira. Até meados dos anos 2000, quando a China despontou como o mais importante fornecedor de calçados do mundo, o Brasil era um grande exportador de private label, especialmente para os Estados Unidos, o nosso histórico principal destino no exterior”, conta o executivo, ressaltando que naquela época a demanda norte-americana migrou para a Ásia. Após um hiato de quase duas décadas, a procura de compradores dos Estados Unidos por novos fornecedores de calçados, alternativos aos asiáticos, tem alterado a “regra do jogo”.

Segundo Ferreira, se soma à nova configuração no contexto internacional, a evolução da cadeia produtiva nacional, hoje muito mais preparada e competitiva do que em meados dos anos 2000. “Hoje temos uma cadeia completa, que tem desde componentes até o produto final, tudo isso com tecnologia, qualidade, sustentabilidade e design. Além disso, atributos como flexibilidade produtiva para vendas de lotes menores, bem como a preparação para o atendimento personalizado no mercado internacional nos colocam em outro patamar competitivo”, avalia o executivo, acrescentando que a China, embora ainda seja o principal fornecedor de calçados do planeta, vem perdendo força diante das necessidades de consumidores mais exigentes e conscientes, especialmente da América do Norte e Europa.

“O consumidor mundial, cada vez mais, tem dado atenção às origens do produto consumido, em especial aos quesitos de sustentabilidade ambiental, social e econômica. Neste contexto, o Brasil sobressai como o principal fornecedor de calçados do mundo”, comenta.

Neste cenário de incremento da demanda internacional por calçados verde-amarelos, a busca por produtos com marcas de clientes vêm gerando oportunidades para as fábricas brasileiras especializadas no atendimento do mercado de private label. Relatório gerado pela Inteligência de Mercado da Abicalçados aponta que, em 2019, 15,8% dos calçados embarcados para o exterior eram com marcas de clientes internacionais, número que passou para 18,2% no ano passado. “E é um percentual que deve crescer nos próximos anos”, projeta Ferreira.

 

Killana: exportações em alta

Uma das empresas brasileiras que tem se especializado nas exportações com marcas de clientes internacionais é a Killana, de Três Coroas/RS. Fundada em 1997 e atualmente contando com mais de 70 funcionários, a indústria produz de 650 a 700 pares de calçados femininos por dia, dos quais 60% são exportados para países como os Estados Unidos, Itália, Chile, Bolívia, Colômbia, Uruguai, Polônia, Rússia, Portugal e Romênia. Do total exportado, segundo o diretor comercial da empresa, Marcos Huff, 90% é no modelo de private label. “Um cliente italiano nos encomendou, recentemente, cinco coleções exclusivas”, conta, ressaltando que são demandas comuns e que a Killana tem know-how para o atendimento.

Segundo Huff, o mercado para exportações com marcas dos clientes vem crescendo e as perspectivas são as mais positivas. Huff elenca, ainda, algumas vantagens importantes no modelo de exportação, como a maior proximidade com o cliente final, diante dos apontamentos do varejo, a maior assertividade das coleções e o aprendizado proveniente do relacionamento. “Nós acabamos absorvendo o conhecimento do nosso consumidor final em diferentes mercados para melhoria de processos internos na empresa”, acrescenta.

Depois de registrar dificuldades em 2020, diante das dificuldades impostas pela pandemia de Covid-19, Huff conta que 2021 fechou com um crescimento de 28% nas exportações. “Ainda não recuperamos todas as perdas, o que deve ocorrer até o final deste ano, quando deveremos retomar os níveis de 2019”, projeta o diretor.

 

Calçados Status: know-how no mercado internacional

Exportando quase a totalidade produzida, a Calçados Status, de Igrejinha/RS, é outro exemplo de atuação no mercado internacional, especialmente por meio do modelo de private label. Fundada em 1977, a tradicional indústria do polo calçadista do Vale do Paranhana emprega diretamente mais de 200 colaboradores e produz uma média de 1,2 mil pares por dia, quase todos embarcados para 35 países, com destaque para Rússia, Chile e países do Leste Europeu.

A gerente de exportações da empresa, Juliana Behrend, destaca que a Status, desde seus primeiros passos, teve como foco a exportação. “Como a maioria das empresas do Sul do Brasil, as exportações iniciaram com private label com os clientes dos Estados Unidos. Com o passar dos anos, a participação norte-americana reduziu e houve a expansão das vendas a outros mercados não tão usuais, como do Leste Europeu e africano”, conta. Atualmente, segundo Juliana, 80% das exportações são com a marca do cliente. “Existem dois modelos de private label, um voltado para o desenvolvimento dos clientes – construção, modelo e materiais -, e o outro quando os compradores colocam suas marcas nos modelos da nossa coleção”, explica a gerente.

O modelo private label para exportações, embora estrategicamente eficaz, exige um cuidado especial por parte da empresa. Juliana conta que a Status mantém um departamento de exportações voltado para o atendimento aos clientes, o que ocorre tanto em feiras internacionais quanto por meio de visitas físicas ou contatos remotos, via telefone, redes sociais e e-mails.

“Temos condições de manter a comunicação em inglês, espanhol e italiano. Todo o follow up de atendimento, assim como pós-venda, faz parte do processo de atendimento aos clientes”, destaca. Outro ponto importante, segundo a gerente, são as eventuais adaptações solicitadas pelos clientes. “Cada mercado tem particularidades, como de calce, por exemplo, sendo que algumas vezes são necessárias conversões de números. Também são solicitados desenvolvimentos de saltos ou solas personalizadas”, conta Juliana, acrescentando que a empresa oferece uma grande gama de possibilidades de materiais e combinações.

Diante do cenário atual e já vislumbrando o contexto pós-pandêmico, Juliana conta que a empresa projeta a retomada e crescimento das vendas nos próximos dois anos. “A projeção de crescimento nas exportações é de 25% a 30% em 2022, na relação com 2021”, avalia a gerente, destacando que o Brasil vem se tornando um potencial fornecedor internacional de calçados diante do crescimento da demanda global.

 

PG4 Galleria: competitividade com marca do cliente

Fundada em 2007, a PG4 Galleria, de Franca/SP, é especializada em calçados masculinos de alto valor agregado e possui um modelo 100% private label, tanto para abastecimento doméstico quanto internacional. Com uma produção de mais de mil pares por dia, dos quais exporta entre 55% e 60% para cerca de 20 destinos internacionais, com destaque para Estados Unidos e países da América Latina, a empresa é uma “camaleoa”, conforme palavras do diretor Giuliano Gera.

Segundo ele, que acumula o know-how de mais de 30 anos no setor calçadista – antes de fundar a PG4 Galleria trabalhou com uma grande empresa exportadora do polo francano -, a produção e exportação private label é como um “lego”. “Nós customizamos a nossa produção de acordo com a demanda do cliente, seja ele doméstico ou internacional. É um trabalho bastante intenso, mas que traz ótimos resultados”, diz. Segundo ele, a empresa, que emprega mais de 140 funcionários, não possui representantes comerciais e atua no relacionamento direto com os compradores, por meio de visitas físicas e reuniões periódicas nos meios digitais.

Gera destaca que o modelo de vendas com marca do cliente traz vantagens competitivas para a empresa, especialmente no mercado internacional. “A briga de marcas, especialmente no mercado externo, é um duelo de titãs. O modelo private label facilita as vendas e dá mais robustez para a empresa. Além disso, nos proporciona uma proximidade maior com o nosso cliente, nos trazendo informações relevantes de diferentes mercados, informações que utilizamos para melhoria de todos os processos na empresa”, avalia o diretor.

Após um 2020 que registrou queda de 50% nos negócios da empresa, Gera espera uma recuperação gradual, que segundo ele deve se dar justamente pelas exportações. “Para 2022, a nossa estimativa é ultrapassar os resultados pré-pandemia em 5% a 10%”, projeta.

 

Sugar Shoes: expansão via private label

Com fábricas em Picada Café/RS, Capela de Santana/RS, Senador Pompeu/CE (duas), Solonópole/CE e Cratéus/CE, o grupo Sugar Shoes é um dos mais importantes players do Brasil, com licenças exclusivas para marcas como Coca-Cola, Aramis, Hurley, entre outras grandes marcas. Fundado em 1998, emprega mais de três mil pessoas de forma direta que produzem, diariamente, mais de 54 mil pares de calçados, dos quais embarcam cerca de 15% para mais de 15 países.

A gerente de Negócios Internacionais do grupo, Mariana Martins, conta que as exportações via private label respondem por mais de 70% dos negócios da companhia. “Hoje temos clientes, nessa modalidade, em países da América Latina e nos Estados Unidos, onde atuamos em parceria com marcas internacionais reconhecidas no mercado da moda”, conta. Segundo ela, a empresa realiza um acompanhamento contínuo dos parceiros, em especial diante dos diferentes calendários e necessidades.

“Para o trabalho, mantemos uma equipe interna de desenvolvimento e vendas dedicada ao mercado internacional”, informa a gerente, ressaltando que alguns clientes private label compram produtos da coleção sem adaptações e outros solicitam desenvolvimentos específicos de acordo com o mercado local e suas necessidades em termos de design e construções. “As exportações são de grande importância para a empresa e garantem um equilíbrio na sazonalidade que acaba acontecendo no mercado interno. O ano fabril das indústrias é formado por períodos em que o mercado doméstico está aquecido, sendo que em outros meses o mercado externo supre a demanda”, avalia Mariana.

Para 2022, Mariana conta que existe uma perspectiva de crescimento nas exportações da empresa, especialmente diante da maior demanda dos Estados Unidos e países latino-americanos, seguindo uma trajetória identificada em 2021, quando o grupo cresceu mais de 50% em receita bruta. Existe um ambiente fragilizado no cenário internacional, especialmente para as importações da Ásia o que, segundo ela, deve seguir auxiliando na prospecção de clientes internacionais. “Prevemos expansão de pelo menos 30% em 2022 nas exportações, podendo dizer que 20% será via private label”, projeta.

 

Qualificação

Desde o ano 2000, a Abicalçados conta com a parceria fundamental da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Naquele ano foi assinado pela primeira vez o convênio que deu origem ao Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados que promove o produto brasileiro no mundo por meio de ações comerciais e de imagem. Da primeira assinatura até 2021, o número de destinos internacionais passou de 99 para mais de 170, corroborando a importância do programa não somente para o incremento, mas para a qualificação das exportações verde-amarelas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/04/2022 0 Comentários 784 Visualizações
Business

Feira em Gramado vai apresentar tecnologias de ponta para calçadistas

Por Ester Ellwanger 19/04/2022
Por Ester Ellwanger

A próxima edição do SICC – Salão Internacional do Couro e do Calçado, que acontece de 23 a 25 de maio, em Gramado, vai trazer ao setor calçadista experiências consistentes e coesas em pontos de contato digitais e físicos. Dentro dos pavilhões do Serra Park, mais especificamente na Estação 3, o espaço conceitual da feira que vai oferecer múltiplas possibilidades de conexões para as marcas expositoras, lojistas e demais visitantes, também vai abrigar a ONNO Place, o market place inédito em feiras setoriais no país, e proporcionar uma imersão ao Metaverso, ambiente coletivo que soma as tecnologias contemporâneas como realidade virtual, realidade aumentada e internet.

Projeto ONNO Place

Numa parceria da Merkator Feiras e Eventos com a Linx|Seta Digital, expositores e lojistas terão uma experiência diferenciada em participar da integração do físico e do digital dentro de um evento profissional. O projeto ONNO Place é mais uma oportunidade para incrementar as negociações na feira através de uma loja online que vai reunir “gifts” dos expositores para incentivar as compras e aumentar o fluxo de movimento nos estandes.

“Conseguimos implementar com sucesso essa tecnologia em novembro do ano passado e este ano, a primeira experiência no SICC, está recebendo uma excelente aceitação do mercado com muitas marcas expositoras participando, pois viram que este projeto é didático e auxilia, principalmente ao lojista, a fim dele conhecer novas opções de comercialização”, afirma Frederico Plestch, diretor da Merkator.

Os expositores podem oferecer uma grande variedade de “gifts” para despertar o desejo do lojista em acessar várias vezes a sua marca. “Em cada acesso, o lojista terá condições de receber os presentes ofertados por cada expositor”, diz Pletsch. Estes “gifts” podem ser descontos nas compras, brindes, materiais de PDV, prazos estendidos e outros benefícios.

“O expositor que participa do projeto decide a maneira como deseja encantar seu cliente, incentivando um maior número de visitas ao seu estande ou mesmo a conversão em pedidos por seus clientes tradicionais. Enfim, quem aderir ao projeto terá sempre um apelo a mais para o lojista visitar o seu estande dentro da feira”, explica Pletsch.

A logística é muito simples: o expositor pode optar para o varejista retirar seu presente em seu estande ou no espaço ONNO Place dentro dos pavilhões, que também será um ponto para a entrega dos presentes. Este projeto traz para o mercado a experiência omnichannel feira especializada, que significa uma estratégia simultânea que interliga diferentes canais de comunicação, sendo hoje uma tendência do varejo.

Parceiros

O SICC conta com o apoio do Sindicato da Indústria de Calçados de Estância Velha, Sindicato da Indústria de Calçados de Ivoti, Sindicato da Indústria de Calçados de Igrejinha, Sindicato da Indústria de Calçados de Novo Hamburgo, Sindicato da Indústria de Calçados de Parobé, Sindicato da Indústria de Calçados de Sapiranga e Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas.

Foto: Dinarci Borges/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/04/2022 0 Comentários 925 Visualizações
Business

Exportações de componentes para calçados aumentam 16% no trimestre

Por Ester Ellwanger 18/04/2022
Por Ester Ellwanger

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) apontam que, no primeiro trimestre, as exportações do setor aumentaram 16% em relação a igual período do ano passado. No total, foram mais de US$ 105,6 milhões gerados com embarques de produtos químicos para calçados (adesivos), químicos para couros, cabedais, laminados sintéticos, solados, palmilhas, entre outros materiais. O valor exportado é maior do que o registrado no mesmo período de 2020, em 31%, o que aponta para uma plena recuperação do período pré-pandemia.

O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, destaca que foram determinantes para a performance positiva as exportações para países da América Latina e Estados Unidos. “A América Latina e os Estados Unidos vêm buscando alternativas às importações asiáticas, especialmente em função dos altos custos logísticos. A indústria brasileira possui plena capacidade de atender à demanda com qualidade, sustentabilidade e tecnologia. Então é natural que os olhos se voltem para cá nesse momento”, avalia.

 

Destinos

No trimestre, o principal destino das exportações brasileiras de componentes foi a China, com US$ 23,3 milhões gerados, 18% mais do que no mesmo período de 2021. Em relação ao primeiro trimestre de 2020, as exportações para a China cresceram 52%.

O segundo destino do trimestre foi a Argentina, para onde foram exportados o equivalente a US$ 22,55 milhões, 58% mais do que no mesmo período do ano passado. Já no comparativo com o primeiro trimestre de 2020 o incremento é de 77%.

Com incrementos de 23% em relação ao mesmo período do ano passado e de 49% em relação ao intervalo correspondente de 2020, as exportações para Portugal somaram US$ 12,5 milhões no trimestre.

Completando o ranking dos destinos dos componentes brasileiros no exterior, a Colômbia importou o equivalente a US$ 2,15 milhões no trimestre, resultados superiores tanto ante igual período de 2021 (+40%) quanto no comparativo com os três meses de 2020 (+25%).

 

Estados

Respondendo por quase 50% do valor gerado com as exportações de componentes no primeiro trimestre, o Rio Grande do Sul foi o maior exportador do setor no período. No total, saíram das fábricas gaúchas rumo ao exterior o equivalente a US$ 52 milhões, 5% mais do que no mesmo período de 2021. No comparativo com 2020 o incremento é de 11%.

O segundo exportador de componentes do País foi São Paulo. No trimestre, as exportações paulistas geraram US$ 15,56 milhões, 37% mais do que no mesmo período de 2021. Na relação com os três primeiros meses de 2020, o incremento foi de 48%.

A Bahia foi a terceira origem das exportações de componentes. No primeiro trimestre, partiram das fábricas baianas o equivalente a US$ 8,75 milhões, 70% mais do que no mesmo período do ano passado. Em relação ao primeiro trimestre de 2020, o incremento foi de 90%.

Registrando incrementos de 56% em relação a 2021 e de 89% em relação a 2020, o Ceará foi o quarto exportador brasileiro. No primeiro trimestre, as fábricas cearenses embarcaram o equivalente a US$ 5 milhões, resultados superiores ante 2021 (+56%) e 2020 (+89%).

 

Produtos

No trimestre, os cabedais foram os principais produtos embarcados, somando US$ 25,74 milhões em exportações, 52% mais do que no mesmo período de 2021. Na segunda posição aparecem os químicos para calçados (adesivos), que geraram US$ 10,34 milhões, 43% mais do que no mesmo período do ano passado. Na terceira posição entre os produtos exportados aparecem os laminados sintéticos (US$ 9,35 milhões, incremento de 45% ante 2021) e na quarta os solados (US$ 6 milhões, incremento de 171% ante 2021).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

18/04/2022 0 Comentários 635 Visualizações
Business

Ambiente colaborativo vai conectar indústria, varejo e consumidor em feira de calçados

Por Ester Ellwanger 13/04/2022
Por Ester Ellwanger

Exuberante! Esta deve ser a palavra que irá descrever a Estação 3 dentro dos pavilhões do Serra Park, na 29° edição do SICC – Salão Internacional do Couro e do Calçado, que acontece de 23 a 25 de maio, em Gramado. O espaço conceitual prepara uma verdadeira imersão na contemporaneidade digital com muitos ambientes que favorecem as conexões através de diversas situações.

“Nós vamos propor algumas oportunidades para que o nosso visitante possa se conectar diretamente com o seu público, mostrando todas as novidades das coleções primavera/verão em calçados, além de suas experiências nos corredores encontrando amigos e compartilhando informações”, conta Roberta Pletsch, diretora de Relacionamento da Merkator Feiras e Eventos, empresa promotora da feira.

A Estação 3 vai oferecer uma visibilidade privilegiada para marcas brasileiras com uma dinâmica nova, explorando muitas sensações. “Seremos uma rede totalmente conectada. Nós, da promotora vamos falar do evento, os expositores de seus lançamentos e os lojistas passando informações aos seus clientes, o consumidor final”, enfatiza Roberta Pletsch. Vão estar à disposição quatro cenários temáticos para a produção de conteúdos: My Trends, On Road, So Funny e Summer Vibes.

Este espaço único dentro das edições do SICC – Salão Internacional do Couro e do Calçado, vem desde 2014 sempre tematizado e glamouroso. Nos anos de 2018 e 2019, com o sucesso dos cenários representando as cidades de Londres e New York, a Merkator percebeu que a Estação 3 havia se transformado em um ambiente diferenciado que além de experiências facilitava negociações e oferecia maior visibilidade para a feira com constantes e interessantes postagens nas redes sociais.

“Com a pandemia entendemos que a experiência e a cenografia precisavam fazer parte da nossa feira, mas agregando um fator essencial que são os resultados no mundo dos negócios, possibilitando fechamentos e encaminhamentos de contratos”, diz Frederico Pletsch, diretor da Merkator, Ele garante que o visitante terá muitas oportunidades de produção de conteúdo de qualidade.

O credenciamento antecipado para a feira já pode ser feito pela internet no site www.sicc.com.br/credenciamento e pode ser impresso pelo visitante que deve trazê-lo consigo para evitar filas no ingresso aos pavilhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/04/2022 0 Comentários 703 Visualizações
Business

Calçados produzidos na Fimec são doados para instituições

Por Ester Ellwanger 12/04/2022
Por Ester Ellwanger

A 45ª Fimec, que ocorreu em março de 2022, segue rendendo resultados e ações importantes. Na tarde desta segunda-feira, 11 de abril, Fenac, IBTeC (Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos) e Coelho Assessoria Empresarial fizeram a entrega oficial dos pares produzidos durante a Fábrica Conceito para diferentes entidades assistenciais da região. Ao todo, foram produzidos mais de 1.650 pares de calçados durante três dias de evento, por meio do projeto Fábrica Conceito, que tem como objetivo apresentar uma produção calçadista real em plena feira.

“A Fábrica Conceito vem cumprindo um papel extremamente relevante na Fimec. Não importa o tamanho do fabricante, quando ele vê o maquinário, processo e matéria-prima ele se sente mais seguro para fazer um investimento de melhoria na sua fábrica. Por si, isso já é excelente. Outro mote muito importante é a busca por colocar nesta vitrine profissionais que não estejam no mercado de trabalho, dando a oportunidade de uma possível recolocação – que de fato, acontece – e os alunos do Senai que já aproveitam o evento para aplicar o que estão aprendendo. Tão importante quanto é este momento que estamos vivendo hoje, quando estamos destinando esses calçados para entidades assistenciais e prefeitura que irão fazer o uso da melhor forma”, destaca o diretor-presidente da Fenac, Marcio Jung.

As doações foram divididas entre as três instituições que fazem a Fábrica Conceito. Fenac fez a doação de mais de 500 pares para a Prefeitura de Novo Hamburgo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social. A Prefeita, Fátima Daudt, aproveitou o momento para celebrar o cenário atual, o acontecimento da Loucura por Sapatos e agradecer pela entrega. “Estamos vivendo novos tempos. E é neste novo cenário que estamos colhendo esse resultado tão bonito da Fimec, uma doação importante e especial para nossa cidade”, ressaltou.

O IBTeC repassará um total de 300 pares para as três entidades que vêm sendo beneficiadas por esta doação nos últimos anos: Lar São Vicente e Paula, AMO Criança e Horta Comunitária Joanna de Ângelis. A doação dos calçados produzidos na Fábrica Conceito é uma das ações do Instituto na área de responsabilidade social. O presidente da instituição, Paulo Griebeler, salienta que “as ações na área social são um dos pilares do Instituto como forma de dar retorno à comunidade onde a instituição está inserida”.

A Coelho Assessoria Empresarial fará doação de mais de 500 pares para as instituições Kinder Centro de Integração da Criança Especial, Associação dos Deficientes Visuais (Adevis), Centro de Atenção Urbana à Dependência Química (Caudeq), Fundação Mokiti Okada, Paróquia Nossa Senhora Fátima e Liga Feminina de Combate ao Câncer (Ivoti), Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae NH) e Casa Dom Bosco. “Fazer a Fábrica Conceito é realizador. Mas sem dúvida, o momento mais feliz é este que estamos vivendo agora. É quando percebemos que fazemos a diferença, contribuindo para melhorar a vida das pessoas”, pontuou Luís Coelho, diretor da Coelho Assessoria Empresarial.

Sobre a Fábrica Conceito

A Fábrica Conceito é um projeto realizado durante a Fimec. Única no mundo, a iniciativa apresenta ao visitante da feira a produção de calçados em tempo real, com o objetivo de gerar uma experiência exclusiva ao visitante: a de acompanhar a mão de obra e todas as tecnologias e materiais aplicados na produção calçadista. Os responsáveis pelo projeto são Fenac, IBTeC (Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos) e Coelho Assessoria Empresarial. Nesta edição, foram três linhas produtivas fabricando modelos de calçados das marcas Paquetá e Arezzo. Dentre as linhas de produção, uma foi composta por alunos do Senai, demonstrando o alto nível da formação recebida no Instituto de Tecnologia do Calçado Senai de Novo Hamburgo.

Fimec 2023

A 46ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes) está marcada para os dias 7 a 9 de março das 13 às 20 horas, nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo.

Foto: Diego Soares/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/04/2022 0 Comentários 1,2K Visualizações
Business

Exportações de calçados somaram US$ 320,65 milhões até março

Por Stephany Foscarini 11/04/2022
Por Stephany Foscarini

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, em março, foram embarcados 13,17 milhões de pares ao exterior, que geraram US$ 111,6 milhões, resultados superiores tanto em volume (+57,5%) quanto em receita (+7%) em relação ao mês correspondente do ano passado. Com isso, no trimestre, as exportações de calçados já somaram 40,74 milhões de pares, gerando US$ 320,65 milhões, incrementos de 27,3% e de 65,8%, respectivamente, ante o mesmo período de 2021.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que existe um aquecimento da demanda internacional, especialmente nos Estados Unidos, principal destino do calçado brasileiro no exterior. “Estamos registrando uma procura expressiva de grandes players norte-americanos, que estão buscando substituir as importações chinesas em função dos altos custos com frete e também para fugir da sobretaxa (de 7,5%) aplicada a calçados do país asiático”, avalia o executivo.

Existe uma questão internacional, de incremento nos valores para transporte, o que vem inibindo as importações da Ásia. Neste cenário, a indústria calçadista brasileira aparece como a principal alternativa, por ser a maior fora da Ásia e, sobretudo, por ter capacidade de atendimento da demanda internacional com qualidade, design e sustentabilidade”.

Além do incremento dos embarques para os Estados Unidos, os calçadistas registram bons resultados nas exportações para os vizinhos da América Latina, que também vem reportando preocupações com o aumento dos custos com os fretes provenientes da Ásia. “Existe uma questão internacional, de incremento nos valores para transporte, o que vem inibindo as importações da Ásia. Neste cenário, a indústria calçadista brasileira aparece como a principal alternativa, por ser a maior fora da Ásia e, sobretudo, por ter capacidade de atendimento da demanda internacional com qualidade, design e sustentabilidade”, acrescenta Ferreira.

Estados Unidos

Os Estados Unidos seguem como o principal destino do calçado brasileiro no exterior. Entre janeiro e março, foram exportados para lá 6 milhões de pares, que geraram US$ 88,7 milhões, incrementos tanto em volume (+83,3%) quanto em receita (+120%) em relação ao mesmo período do ano passado.

O segundo principal destino do calçado brasileiro no trimestre foi a Argentina. No período, os hermanos importaram 3,2 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 36,2 milhões, números superiores tanto em volume (+43,4%) quanto em receita (+77,6%) ante o mesmo ínterim de 2021.

Com incrementos de 39% em volume e de 41,4% em receita ante 2021, a França aparece como o terceiro destino do calçado verde-amarelo no trimestre. No período, foram embarcados para o país europeu 3 milhões de pares, que geraram US$ 20,5 milhões.

O quarto destino do trimestre foi o Chile. No trimestre, foram exportados para lá 733 mil pares, pelos quais foram pagos US$ 12,2 milhões, altas de 80% e 116%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado.

RS: o maior exportador

O principal exportador brasileiro de calçados segue sendo o Rio Grande do Sul. No trimestre, as fábricas gaúchas embarcaram 10,8 milhões de pares, pelos quais receberam US$ 145,77 milhões, resultados superiores tanto em volume (+50,3%) quanto em receita (+78,2%) em relação ao mesmo período de 2021.

O segundo estado exportador do trimestre foi o Ceará, de onde partiram 14 milhões de pares por US$ 78,8 milhões, números superiores em volume (+20%) e em receita (+41,6%) no comparativo com o primeiro trimestre do ano passado.

Com resultados superiores tanto em volume (+14%) quanto em receita (+47%) em relação ao primeiro trimestre de 2021, São Paulo foi o terceiro maior exportador de 2022. No período, as fábricas paulistas embarcaram 2,22 milhões de pares, que geraram US$ 29,62 milhões.

A Paraíba fechou o ranking dos quatro primeiros exportadores do trimestre. Nos três meses, as fábricas paraibanas enviaram ao exterior 6,67 milhões de pares, pelos quais receberam US$ 21,24 milhões, 0,7% menos em pares e 45,3% mais em receita gerada na relação com o mesmo intervalo do ano passado.

Com o dobro de calçados da China, importações crescem 35% em março

Em março, entraram no Brasil 3,76 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 35,46 milhões, altas de 35% em volume e de 7% em receita na relação com o mês correspondente do ano passado. Destaque para as importações de calçados da China, que em março tiveram um incremento de 103% em pares e de 93,5% em receita na relação com março passado (2,4 milhões de pares e US$ 7 milhões). “A China retomou o primeiro posto entre as origens do calçado importado e o que mais preocupa, com preço médio baixíssimo, de menos de US$ 3 por par, o que indica a prática de dumping – quando o valor praticado nas exportações é diferente do praticado no mercado interno, prática considerada ilegal pela Organização Mundial do Comércio (OMC)”, alerta Ferreira. Com o resultado, no trimestre, as importações chinesas somaram 5 milhões de pares e US$ 38,7 milhões, números superiores tanto em volume (+48,2%) quanto em receita (+53%) ante o mesmo período de 2021.

A segunda origem do calçado importado no período foi o Vietnã, que em março embarcou para o Brasil 800 mil pares, pelos quais receberam US$ 16,17 milhões, quedas de 23% e 16,3%, respectivamente, ante o mesmo mês do ano passado. Com o resultado, no trimestre as importações de calçados vietnamitas somaram 1,97 milhão de pares e US$ 38,7 milhões (quedas de 11,5% em volume e de 9,3% em receita na relação com 2021).

A terceira origem do calçado importado pelo Brasil foi a Indonésia. Em março, foram importados de lá 271,75 mil pares, pelos quais foram pagos US$ 6 milhões, queda de 15,4% em volume e alta de 13,8% em receita na relação com o mês três do ano passado. Com isso, as importações indonésias somaram 746,74 mil pares e US$ 15,54 milhões, altas de 16,6% e 47% no comparativo entre os trimestres de 2021 e 2022.

Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, pamilhas etc – as importações do trimestre somaram US$ 5,9 milhões, 0,3% mais do que no mesmo intervalo do ano passado. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.

Confira as tabelas completas aqui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/04/2022 0 Comentários 693 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 305 | Abr 2026

Entrevista | Sergio Luis Patzlaff aborda o impacto da gestão incremental para gerar resultados

Especial | ACI promove exposição fotográfica histórica em comemoração aos 99 anos de NH

Business | Reunindo política e negócios, Romeu Zema visita Calçados Beira Rio S.A.

Moda | Tricofest chega a sua 5ª edição com as principais tendência outono/inverno

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    União Corinthians perde em casa para o Flamengo no jogo 3 das oitavas de final do NBB

  • 3

    Após empatar série, União Corinthians encara o Flamengo de novo nesta segunda

  • 4

    Vitória vem do coração e coroa Gap Orfeu e Guerreira da Pavei no Bocal de Ouro

  • 5

    Feira de campismo ExpoRaiz é atração em Novo Hamburgo de 30 de abril a 3 de maio

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO