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calçado

Business

Assintecal teve 15 estandes na Febrac, em Minas Gerais

Por Jonathan da Silva 02/09/2024
Por Jonathan da Silva

Em uma parceria com o Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Calçados de Nova Serrana (Sindinova), a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) contou com 15 estandes em um espaço coletivo na 14ª Feira de Máquinas e Componentes para Calçados (Febrac), que aconteceu em Nova Serrana-MG entre os dias 27 e 29 de agosto. O evento reuniu mais de 100 empresas, a maior parte do polo mineiro, mas também de outras partes do Brasil.

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, que esteve no evento, ressalta que essa foi a maior edição da história da Febrac, o que confirma as boas expectativas do mercado de calçados, que no Brasil deve crescer mais de 2% ao longo de 2024. Atualmente, Minas Gerais é a quarta maior produtora de calçados do Brasil, produzindo, anualmente, cerca de 130 milhões de pares. “As empresas estão com uma demanda importante e para atender precisam atualizar maquinários e aumentar a compra de materiais. O sucesso da feira comprovou esse momento de crescimento, com uma empresa realizando mais de R$ 200 mil em negócios em um único dia”, destaca a executiva. Segundo Silvana, a parceria com o Sindinova, um dos mais importantes sindicatos industriais do país, é fundamental para o fortalecimento do polo mineiro.

Participaram da Febrac, no estande coletivo da Assintecal, as empresas JR Soluções, Fivelaço, Usitec, Artecola, OTB, BIQ, Focal Têxtil, Elastonordeste, Simple Eco, Peter Chemical, FX Máquinas, EVA Plus e Filastic.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2024 0 Comentários 352 Visualizações
Projetos especiais

Indústria paulista inova e lança calçado infantil com brinquedo surpresa

Por Jonathan da Silva 02/09/2024
Por Jonathan da Silva

A empresa paulista Kidy Calçados lançou no dia 27 de agosto para lojistas brasileiros e importadores a linha ‘Kidy Surpresa’, que possui 12 modelos de calçados infantis com mais de 40 variações de cores para meninos e meninas. A novidade do produto lançado pela fabricante de produtos infantis de Birigui-SP é que ele vem acompanhado por 14 opções de brinquedos-surpresa.

A linha, inédita no Brasil, segue a estratégia da empresa de transformar o calçado em brinquedo, alimentando o ambiente lúdico para uma infância saudável e divertida. O gerente de Marketing da Kidy, João Gava, conta que o calçado vem cuidadosamente embalado em uma caixa que, além do produto, terá um brinquedo. A numeração disponível vai do 22 ao 32. “A Kidy, mais uma vez, inova no mercado de calçados infantis, agora em acordo com a febre das caixinhas surpresas que têm feito a cabeça da garotada”, afirma Gava.

Dia das Crianças

A previsão da Kidy Calçados é de que a linha esteja disponível nas lojas a partir de outubro, a tempo do Dia das Crianças, uma das datas mais rentáveis para a empresa. “A meta é, até o final do ano, comercializar mais de 150 mil pares do Kidy Surpresa, sendo que a produção irá funcionar de acordo com a demanda. A nossa expectativa é bastante positiva, pois, além do Dia das Crianças, teremos o Natal, principal data para vendas de brinquedos”, projeta Gava.

Com modelos a partir de R$ 99, o calçado se destaca pela união entre qualidade, ludicidade e preço competitivo. “O nosso objetivo foi criar um produto 2 em 1, com calçado e brinquedo pelo preço do calçado”, destaca o gerente. Todos os calçados da linha serão produzidos com materiais de qualidade, performance e conforto certificados pelo Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos (IBTeC).

A Kidy

Com produção de mais de 3,5 milhões de pares de calçados infantis por ano, a Kidy Calçados tem plantas produtivas em Birigui e em Três Lagoas-MS, nas quais emprega, diretamente, aproximadamente 2 mil pessoas. Atualmente, 15% da produção é exportada para mais 50 países, sendo os principais destinos países da América Latina.

A Kidy é uma das primeiras indústrias a receber o Selo de Indicação de Procedência (IP) do Calçado Infantil do Sindicato das Indústrias do Calçado e Vestuário de Birigui (Sinbi). O IP atesta que a empresa certificada segue criteriosos padrões de conformidade, aderindo às melhores práticas industriais desde a escolha das matérias-primas até o uso de tecnologia de ponta, tudo isso aliado ao compromisso com a sustentabilidade, valorização de seus recursos humanos e ao estrito cumprimento da legalidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2024 0 Comentários 455 Visualizações
Projetos especiais

Certificação Origem Sustentável alcança 100 empresas participantes

Por Jonathan da Silva 26/08/2024
Por Jonathan da Silva

Única certificação de ESG e sustentabilidade para a cadeia produtiva do calçado no mundo, a Origem Sustentável chegou a 100 empresas participantes, com 80 já certificadas e 20 em processo de preparação. O reconhecimento abrange empreendimentos que representam cerca de 50% da produção nacional de calçados, de mais de 870 milhões de pares. A certificação foi criada por meio de uma parceria entre a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal).

O gerente de marketing e estratégia da Abicalçados, Cristian Schlindwein, destaca que as indústrias de calçado brasileiras estão amadurecendo o tema ESG com estratégias e implementação de práticas. A fala é corroborada com dados que constam no capítulo de ESG do Relatório Setorial Indústria de Calçados 2024, produzido pela entidade, que aponta que 88% das empresas do setor realizam a destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos industriais, que são reutilizados, reciclados ou coprocessados. Além disso, a pesquisa traz outros dados relevantes para ilustrar o aumento das práticas de sustentabilidade na atividade: 68% das empresas do setor realizam verificação periódica de seus fornecedores quanto à conformidade legal, ambiental e social; 74% das empresas executam controle de substâncias restritas; 67% das empresas utilizam energia 100% renovável, seja adquirida via Mercado Livre de Energia ou por meio de autogeração; 59% das empresas possuem ao menos uma linha de produtos sustentáveis; entre outros dados.

Segundo Schlindwein, o avanço das práticas de ESG no setor é impulsionado por um movimento de conscientização do consumidor brasileiro e mundial, que vem cobrando medidas de sustentabilidade não somente ambiental, mas também social das marcas. Uma recente pesquisa do McKinsey aponta que 38% dos consumidores do mundo já trocaram sua marca favorita por outra devido a questões relativas ao tema. “A sustentabilidade é um caminho sem volta para a indústria que quer se manter competitiva em um cenário instável e de grande concorrência, muitas vezes predatória”, destaca o gerente.

Competitividade

Dentro do tema da chamada ‘concorrência desleal’, com destaque sempre para os players asiáticos, o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que a Origem Sustentável é uma ferramenta a mais para a competitividade. “Em um mercado cada vez mais concorrido, em especial com as produtoras asiáticas, a divulgação de ações em acordo com os direitos humanos e com a preservação ambiental se tornaram uma ferramenta de competitividade. Os três maiores players asiáticos, China, Vietnã e Indonésia, por exemplo, não ratificaram convenções importantes relacionadas a jornadas de trabalho, salários ou políticas sociais. Nós precisamos divulgar que somos o país com a indústria de calçados mais sustentável do planeta. O consumidor mundial precisa saber disso”, enfatiza Ferreira.

Origem Sustentável

A certificação foi criada pelas entidades para reconhecer tanto empresas produtoras de calçados quanto suas fornecedoras de materiais e insumos. O Origem Sustentável é baseado nas melhores práticas internacionais da área, seguindo diretrizes  em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. As categorias dentro da certificação são Diamante (+80% dos indicadores alcançados), Ouro (+60%), Prata (+40%) e Bronze (+20%). As auditorias são realizadas por órgãos independentes, como Senais, SGS, ABNT, Intertek e Bureau Veritas. Mais detalhes podem ser obtidos no site origemsustentavel.org.br.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2024 0 Comentários 503 Visualizações
Business

Feira peruana deve gerar R$ 5,5 milhões para empresas brasileiras

Por Jonathan da Silva 14/08/2024
Por Jonathan da Silva

Cerca de R$ 5,5 milhões (US$ 1,1 milhão) devem ser gerados para empresas brasileiras que participaram da feira peruana Expo Detalles, realizada de 7 a 9 de agosto em Lima com expositores de 22 países. A participação do Brasil foi promovida pelo Brazilian Materials, programa de apoio às exportações mantido pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O valor esperado contabiliza negócios feitos diretamente no feira calçadista, que totalizam R$ 825 mil (US$ 150 mil) para 15 marcas nacionais, além dos encaminhados durante o evento.

O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, destaca que a feira foi bastante positiva para os brasileiros, que receberam grande visitação não apenas de compradores locais, mas também de outras diversas partes da América Latina. “Foram contabilizados 230 contatos, a maior parte deles inéditos. As feiras do continente, como um todo, vem crescendo de importância para empresas que buscam expandir suas exportações sem necessitar grandes investimentos”, comenta Ribas Júnior. De acordo com o dirigente, os mercados locais buscam, sobretudo, novidades que unem preço competitivo e atributos de sustentabilidade, característica cada vez mais demandada nos mercados latino-americanos.

Participaram da Expo Detalles as empresas Biatex, Fibertex, Usicon, Usitec, Tecmec, Orisol, WS Metais, Primus Têxtil, Artecola, Rodamatrizes, Quimicolla, Maquetec, KSD Metais, Plastiuzzi e GP Matrizes.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2024 0 Comentários 475 Visualizações
Business

Feira norte-americana de calçados deve gerar R$ 21 milhões a marcas brasileiras

Por Jonathan da Silva 14/08/2024
Por Jonathan da Silva

Mais de R$ 21 milhões (US$ 3,88 milhões) devem ser gerados para 27 marcas brasileiras que participaram da feira Atlanta Shoe Market, que aconteceu entre os dias 10 e 12 de agosto, em Atlanta, nos Estados Unidos. A participação das empresas do Brasil foi apoiada pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Os resultados do desempenho estão em relatório do programa e somam negócios efetivados no local e encaminhados para os próximos meses.

A representante da área de negócios da Abicalçados, Carla Giordani, destaca que foram cerca de 200 contatos com compradores dos Estados Unidos e países da América Latina, sendo quase 100 deles inéditos para as marcas brasileiras. Já na feira, foram comercializados mais de 34 mil pares de calçados, número que salta para 264 mil pares se somados os negócios que ficaram alinhavados para um futuro próximo. “Tivemos o recorde de participação de marcas brasileiras apoiadas pelo programa, além de resultados 20% superiores aos registrados na feira do ano passado”, pontua Carla.

Participando pela primeira vez da Atlanta Shoe Market, a Ramarim se mostra satisfeita com os resultados alcançados. “A experiência superou as nossas expectativas. É uma feira diferente das que estamos acostumados, com foco maior no lojista. Tivemos novos e importantes contatos”, avalia a gerente de exportação da empresa, Tatiana Müller.

A coordenadora comercial da Cocco Miami, Paula Gerhand, ressalta que, apesar de uma visitação menos expressiva do que em outras edições, os compradores estavam focados em negócios. “Fechamos negócios importantes, entre eles com novos clientes de Michigan e Nova Orleans, além de receber tradicionais parceiros do mercado dos Estados Unidos”, aponta Paula.

Participaram da Atlanta Shoe Market as marcas Arezzo, Schutz, Beira Rio, Moleca, Vizzano, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BR Sport, Bottero, Itapuã, New Face, Pegada, Ramarim, Comfortflex, Vicenza, Cartago, Ipanema, Melissa, Mini Melissa, Levecomfort, Leveterapia, West Coast, Piccadilly, Usaflex e Cocco Miami.

Próximos eventos

A Atlanta Shoe Market fez parte de um circuito de feiras calçadistas nos Estados Unidos. A próxima parada para as marcas brasileiras será a Magic Las Vegas, entre os dias 19 e 21 de agosto. As marcas Carrano, Lavish by Tricia Milaneze e Camu Camu participam da feira apoiadas pelo Brazilian Footwear. Encerrando o circuito de mostras, Beira Rio, Vizzano, Moleca, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BR Sport e Carrano participam da Magic NY entre os dias 22 e 24 de setembro, também apoiadas pelo programa.

Mercado dos Estados Unidos

O mercado estadunidense consome, anualmente, mais de 2,6 bilhões de pares de calçados, quase todos frutos de importações. Atualmente, os Estados Unidos são o principal mercado internacional para o calçado brasileiro. Entre janeiro e julho, foram embarcados para lá 5,97 milhões de pares de calçados do Brasil, que geraram US$ 125,96 milhões de receita.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2024 0 Comentários 398 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de calçado caem 23% nos sete primeiros meses de 2024

Por Jonathan da Silva 13/08/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de janeiro a julho de calçado caíram 23% em volume e 21,6% em receita comparado ao mesmo período de 2023, apontam dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Nos primeiros sete meses deste ano, a indústria calçadista embarcou 56,2 milhões de pares, que geraram US$ 570,25 milhões.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que existe uma expectativa de atenuação das quedas ao longo do segundo semestre do ano, mas que o setor, mesmo assim, deverá encerrar o ano com dados negativos . “Em 2024, além da baixa dinâmica do consumo internacional, estamos com dificuldades adicionais nos dois principais destinos do calçado brasileiro no exterior. Nos Estados Unidos, temos uma invasão de calçados asiáticos, que vêm ganhando market share em detrimento do nosso produto. Já na Argentina, temos uma crise interna que vem afetando diretamente a nossa performance. No início do ano, esperávamos uma recuperação econômica mais rápida, o que não está acontecendo”, avalia o dirigente.

Principais destinos

O principal destino do calçado brasileiro no exterior segue sendo os Estados Unidos, que entre janeiro e julho importaram 5,97 milhões de pares de calçados do Brasil, pelos quais foram pagos US$ 125,96 milhões. Contudo, os resultados são 5,4% inferiores em volume e 7,5% em receita comparados ao mesmo período do ano passado.

Em crise econômica e com o consumo em queda, a Argentina está com suas importações em declínio. Nos sete primeiros meses de 2024, os vizinhos importaram 5,84 milhões de pares brasileiros por US$ 112,17 milhões, resultados também inferiores tanto em volume (queda de 37,6%) quanto em receita (queda de 24,9%) em relação ao mesmo momento de 2023.

Ultrapassando a França como terceiro destino do calçado brasileiro no exterior, o Paraguai importou 4,85 milhões de pares por US$ 24,7 milhões nos sete primeiros meses de 2024. Ainda assim, os resultados são inferiores também em volume (queda de 16%) e receita (queda 8,9%) ante o ano passado.

Rio Grande do Sul permanece no topo dos exportadores

O Rio Grande do Sul segue sendo o maior exportador de calçados do Brasil. Entre janeiro e julho, as fábricas gaúchas embarcaram 17,93 milhões de pares por US$ 278,65 milhões. Ainda assim, o resultado representa quedas de 16,3% e de 15%, respectivamente, ante o mesmo período de 2023.

O Ceará aparece como o segundo principal exportador de calçados do país. Nos sete primeiros meses do ano, as fábricas cearenses embarcaram 17,54 milhões de pares por US$ 119 milhões, também quedas de 21,7% em volume e de 29,2% em receita na relação com o recorte do ano anterior.

São Paulo aparece na terceira posição entre os maiores exportadores de calçados do Brasil. Entre janeiro e julho, partiram das fábricas paulistas 3,34 milhões de pares por US$ 51,43 milhões, quedas de 29% e de 23%, respectivamente, ante o período correspondente do ano passado.

Importações crescem acima de dois dígitos

No acumulado dos sete meses, as importações somaram 20,85 milhões de pares e US$ 258,8 milhões, aumento de 10,2% em volume e queda de 5,5% em receita no comparativo com o mesmo período de 2023. As principais origens seguem sendo os países asiáticos. Em primeiro lugar aparece o Vietnã, que exportaram 6,58 milhões de pares para o Brasil, pelos quais foram pagos US$ 122,53 milhões, crescimento de 11,6% em volume e queda de 8,5% em receita na comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Na sequência, aparecem Indonésia (2,9 milhões de pares e US$ 50,8 milhões, elevação de 15,4% e queda de 0,5% em relação ao mesmo período de 2023) e China (7,4 milhões de pares e US$ 25,1 milhões, queda de 6,3% em volume e de 23% em receita em relação ao ano passado).

Alerta para novos players asiáticos

Dois países asiáticos que anos atrás eram pouco representativos nas importações apareceram entre as principais origens em 2024 e acenderam uma chamada “luz de alerta” na indústria calçadista nacional. Com incremento de 121,2% nas suas exportações para o Brasil, Camboja foi a origem de 546 mil pares importados no período. Também recebeu destaque Mianmar, com aumento de 157,4% nas suas exportações para o Brasil, o que significa 197,84 mil pares.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2024 0 Comentários 566 Visualizações
Business

Abicalçados prepara participação em feiras nos Estados Unidos

Por Jonathan da Silva 05/08/2024
Por Jonathan da Silva

Com o objetivo de aumentar as exportações para o principal mercado de calçados do mundo, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) está preparando a participação de 30 marcas nacionais em três feiras nos Estados Unidos. A iniciativa ocorre por meio do programa Brazilian Footwear, uma promoção da entidade calçadista em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A primeira etapa será na Atlanta Shoe Market, feira em Atlanta. De 10 a 12 de agosto, 27 marcas brasileiras participarão do evento organizado para distribuidores e representantes norte-americanos. “Trata-se de uma mostra muito focada em negócios e com importância crescente no mercado dos Estados Unidos, em especial para compradores do sudeste do país”, comenta a representante da área de negócios da Abicalçados, Carla Giordani. A novidade desta edição da feira é um espaço criado para delegações internacionais, que além do Brasil, receberá a grupos de Portugal e África do Sul. Participam da feira, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas Arezzo, Schutz, Beira Rio, Moleca, Vizzano, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BR Sport, Bottero, Itapuã, New Face, Pegada, Ramarim, Comfortflex, Vicenza, Cartago, Ipanema, Melissa, Mini Melissa, Levecomfort, Leveterapia, West Coast, Piccadilly, Usaflex e Cocco Miami.

Em seguida, entre 19 e 21 de agosto, as marcas Carrano, Lavish by Tricia Milaneze e Camu Camu participam da Magic Las Vegas, também com o apoio do Brazilian Footwear. A feira na grande cidade da Flórida é focada no atendimento do mercado para produtos de maior valor agregado e recebe grande visitação de compradores estadunidenses.

No encerramento do circuito de feiras nos Estados Unidos, as marcas Beira Rio, Vizzano, Moleca, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BR Sport e Carrano, apoiadas também pelo Brazilian Footwear, participam da Magic NY, em Nova Iorque. A feira recebe, principalmente, visitantes de todo os Estados Unidos e da América Latina. A mostra acontece entre os dias 22 e 24 de setembro.

Mercado dos Estados Unidos

Por ano, o mercado estadunidense consome mais de 2,6 bilhões de pares de calçados, praticamente todos importados. Apesar de ter um market share de cerca de 1% daquele mercado, o que aponta para oportunidades de aumento das vendas brasileiras para lá, os Estados Unidos são, hoje, o principal destino do calçado brasileiro no exterior. Em 2023, foram embarcados do Brasil para os EUA o equivalente a US$ 227 milhões, o que representa quase 20% do total exportado no período.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2024 0 Comentários 431 Visualizações
Variedades

BFShow gera expectativas positivas no setor calçadista brasileiro

Por Jonathan da Silva 31/07/2024
Por Jonathan da Silva

Considerada a principal feira de calçados do Brasil, a BFShow acontece no Distrito Anhembi, em São Paulo, nos próximos dias 11 a 13 de novembro. O evento vem gerando boas expectativas para o setor calçadista nacional. Conforme a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), que promove a mostra com organização da NürnbergMesse Brasil, a produção de calçados teve incremento de 2,7% entre janeiro e maio, em relação ao mesmo período do ano passado. Para o ano, o crescimento estimado pela entidade é de mais de 2% e será impulsionado, sobretudo, pelo mercado interno, que responde por mais de 85% das vendas do setor.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, conta que, apesar das instabilidades, especialmente no cenário internacional, a indústria calçadista vem em crescimento, com apoio fundamental do consumo doméstico, que deve ultrapassar os 800 milhões de pares em 2024, em um crescimento que pode chegar a mais de 3% em relação a 2023. “A BFShow, mais uma vez, será fundamental para confirmarmos essa expectativa positiva. Para a feira são esperadas as presenças de grandes redes do mercado nacional e também internacional, que terão a oportunidade de abastecer suas lojas em uma mostra que apresenta coleções de empresas que respondem por mais de 80% da produção nacional de calçados”, destaca o dirigente.

Ferreira salienta que são esperados expositores de todos os segmentos, portes e polos calçadistas na feira. “A diversidade de calçados encontrada na feira é, certamente, a maior do Brasil. Na BFShow, os compradores terão contato com uma gama bastante completa da maior indústria de calçados do Ocidente. A expectativa, diante da necessidade de abastecimento das lojas após um primeiro semestre positivo, é a melhor possível”, projeta o executivo.

Localização estratégica

O CEO da NürnbergMesse Brasil, João Paulo Picolo, destaca que a localização estratégica da BFShow, no Distrito Anhembi, na capital financeira da América Latina, também favorece a presença de grandes players nacionais e internacionais de todas as regiões do Brasil e do mundo. “A visitação é um grande diferencial da BFShow, pois a feira acontece em um local privilegiado não somente pela estrutura de aeroportos internacionais, mas também por toda a comodidade de uma rede hoteleira que conta com mais de 7 mil apartamentos em um raio de 5 quilômetros dos nossos pavilhões, além de uma ampla opção de restaurantes, cultura e entretenimento”, avalia Picolo.

Considerado o principal centro de eventos da América Latina, o tradicional Distrito Anhembi passou recentemente por uma reforma que transformou os seus mais de 64 mil metros de área expositiva em uma das mais funcionais e modernas do mundo, com áreas de convívio, espaço verde e amplo estacionamento.

Serviço

  • O quê: 3ª BFShow
  • Quando: 11 a 13 de novembro de 2024
  • Onde: Distrito Anhembi, em São Paulo
  • Mais detalhes: www.bfshow.com.br
Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2024 0 Comentários 338 Visualizações
Business

Pegada inaugura quarta unidade em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 19/07/2024
Por Jonathan da Silva

Uma das maiores produtoras de calçados em couro da América Latina, a Pegada inaugurou nesta semana sua quarta unidade em Porto Alegre. Com investimento de R$ 600 mil, o novo espaço no Bourbon Shopping Ipiranga faz parte de um plano de expansão de lojas exclusivas da marca. A nova unidade na capital gaúcha totaliza a nona loja própria da marca no país e a sexta no Rio Grande do Sul.

A Pegada está presente também em lojas multimarcas espalhadas por todo o Brasil, contabilizando mais de 13 mil pontos de venda. “Nosso objetivo é complementar o acesso aos produtos em pontos estratégicos que não são atendidos pelo varejo multimarca. O projeto de lojas exclusivas vem desde 2018 para ser uma vitrine ainda maior, com uma oferta completa do nosso mix de produtos”, explica o Gerente de Expansão do Varejo da Pegada, Márcio Antunes.

O mercado de Porto Alegre é estratégico para nós, que nascemos no Rio Grande do Sul e a partir daqui conquistamos todos os cantos do país. Estamos focando agora também na ampliação da nossa atuação em São Paulo, onde já temos duas lojas e inauguramos na última semana um outlet premium”, destaca Márcio Antunes.

Fundada no final dos anos 1980, em Dois Irmãos, a empresa produz anualmente mais de 7 milhões de pares de calçados. Dentre eles, diversas opções de modelos e combinações que vão de botas a sapatos, de sapatênis e tênis casuais a chinelos, sandálias e mocassins, que atendem aos públicos masculino, feminino e infantil. A Pegada atua fortemente também no mercado internacional, para o qual exporta cerca de 10% da sua produção para mais de 60 países.

Serviço

  • O quê: Loja Pegada – Bourbon Shopping Ipiranga
  • Onde: Av. Ipiranga, 5200 – Jardim Botânico. Porto Alegre (Loja 101C)
  • Contato: (51) 99972-9567
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/07/2024 0 Comentários 624 Visualizações
Business

Importações de calçados da China sobem 261% e preocupam Abicalçados

Por Jonathan da Silva 09/07/2024
Por Jonathan da Silva

Mais de 705 mil pares de calçados com origem da China entraram no Brasil em junho de acordo com dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). O número representa um crescimento de 261% nas importações chinesas para o país em relação ao mesmo mês no ano passado. O panorama causa preocupação na entidade e na indústria calçadista brasileira, já que as exportações do setor têm apresentado quedas consecutivas.

Com o crescimento, a China é o segundo país do qual o Brasil mais exporta, atrás apenas do Vietnã. Desta nação asiática, foram 1,47 milhão de pares importados apenas em junho, o que representa 57,8% a mais do que no mesmo período de 2023. No total considerando todos os países, as importações somaram 3,3 milhões de pares, dado que representa 63,7% de crescimento em relação ao sexto mês do ano passado. No acumulado do semestre, são 18,72 milhões de pares, 11,4% a mais que no mesmo período de 2023.

Na contramão disso, as exportações brasileiras somaram 5,5 milhões de pares em junho, 26,2% a menos do que no mesmo mês do ano passado. No acumulado do primeiro semestre, foram exportados 48,45 milhões de pares, 25,5% abaixo ante o mesmo intervalo de 2023. “O mercado externo, além de estar bastante instável, está sendo inundado por calçados chineses, em uma concorrência desleal com qualquer outro país produtor do mundo”, avalia o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira. O dirigente ressaltou que são calçados exportados a preços abaixo dos praticados no mercado, em um cenário considerado prática desleal de comércio, além de pontuar que das condições trabalhistas no país asiático estarem pouco alinhadas aos padrões internacionais e agenda ambiental ser branda.

Gigante Asiático

De acordo com Ferreira, mesmo em um ambiente internacional adverso, as exportações totais da China para o mundo vêm em crescimento. “O maior crescimento das exportações chinesas, no período, foi para os países da América Latina, com expansão de 19,8%, em volume. Na América Latina estão alguns dos nossos principais destinos. O gigante asiático está devorando nosso mercado no continente”, alerta o dirigente.

O presidente-executivo da Abicalçados também se diz preocupado com rumores sobre um possível acordo de livre comércio entre Mercosul e China. “Se hoje, mesmo com o antidumping parcial contra o calçado chinês, temos essa invasão de produtos chineses, o que dirá com tarifa zero em um acordo de livre comércio? A indústria brasileira, não somente a de calçados, irá acabar”, avalia Ferreira.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2024 0 Comentários 421 Visualizações
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