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calçadista

Business

Indústria calçadista projeta retomada da produção acima de 900 milhões de pares em 2025

Por Jonathan da Silva 29/10/2024
Por Jonathan da Silva

Após enfrentar uma queda durante a pandemia de Covid-19, a indústria calçadista brasileira prevê um aumento de produção para 2025, com estimativas de chegar a 904 milhões de pares. Em 2019, o setor produziu 898 milhões de pares, mas a pandemia reduziu esse número para 746 milhões em 2020. Desde então, a produção apresentou leve recuperação, com 855 milhões, 886 milhões e 865 milhões de pares produzidos entre 2021 e 2023. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a projeção para 2024 é de aumento de até 3,2%, e um crescimento adicional de 1,9% em 2025.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, explicou que o mercado interno será essencial para essa recuperação, impulsionado por uma diminuição no desemprego e aumento da renda. “Entre janeiro e setembro, a entidade estima um crescimento de mais de 9% no consumo doméstico de calçados, onde também são computadas as importações”, afirmou Ferreira.

Para atender à alta demanda, em novembro ocorrerá a 3ª edição da BFShow, feira que reunirá mais de 290 marcas e apresentará lançamentos de Outono-Inverno, além de produtos com pronta entrega voltados para o abastecimento do varejo antes das festas de fim de ano.

O CEO da NürnbergMesse Brasil, João Paulo Picolo, organizadora da BFShow, destacou que o evento, que ocorre de 11 a 13 de novembro no Distrito Anhembi, em São Paulo, espera receber mais de 10 mil compradores nacionais e internacionais. “É o único evento do país em que o lojista vai encontrar desde os principais fabricantes até indústrias de pequeno porte que atendem nichos específicos de butiques”, pontuou Picolo.

O credenciamento para lojistas está aberto no site oficial da BFShow.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/10/2024 0 Comentários 480 Visualizações
Variedades

Missão da Assintecal no Acre identifica potenciais biomateriais para calçados

Por Jonathan da Silva 21/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) realizou uma missão no Acre para mapear potenciais biomateriais que possam ser utilizados na indústria de calçados, como parte do programa Brazilian Materials, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). A iniciativa, que ocorreu entre 28 de setembro e 11 de outubro, teve como objetivo identificar o uso sustentável dos recursos da floresta amazônica para o desenvolvimento de materiais, especialmente em cooperação com comunidades locais.

O consultor do Núcleo de Design e Pesquisa da Assintecal, Marnei Carminatti, destacou o grande potencial dos biomateriais da região, como sementes, fibras naturais e madeira coletada da floresta, além do látex extraído das seringueiras. “Nossa pesquisa explorou as riquezas naturais, abrindo novas possibilidades criativas. Também observamos a parceria entre extrativistas sustentáveis e a marca de calçados Veja, que une a exploração sustentável da floresta à geração de emprego e renda para as famílias locais”, afirmou Carminatti.

Os povos originários, como os Puyanawa, Marubo e Huni Kui, também foram mencionados por Carminatti pelo uso de biomateriais em seu artesanato, com potencial para serem aplicados na confecção de enfeites para calçados. Ele ressaltou o esforço de preservação da floresta, conciliando o desenvolvimento econômico com a proteção dos ecossistemas.

A gestora do Projeto Brazilian Materials na ApexBrasil, Viviane Iark, destacou que a missão fortalece a imagem do Brasil como líder em sustentabilidade e inovação na indústria calçadista. “Ao explorar as riquezas da Amazônia de forma responsável, mostramos que é possível combinar competitividade com práticas sólidas de ESG”, disse Viviane.

Após o mapeamento, a pesquisa será aplicada a dez grupos de artesãos do Acre. Os produtos desenvolvidos serão exibidos durante o Inspiramais, em janeiro de 2025, em Porto Alegre. A missão contou com o apoio do Sebrae/AC, Brazilian Leather, Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) e Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/10/2024 0 Comentários 358 Visualizações
Variedades

Calçadistas realizam evento em Taquara para discutir ESG no setor

Por Jonathan da Silva 16/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), realizou nesta terça-feira (15) o evento Conexão Origem Sustentável, no Centro de Eventos da Faccat, em Taquara. O encontro reuniu cerca de 350 pessoas e teve como foco o debate sobre práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança) no setor calçadista, com a apresentação de cases de sustentabilidade, pesquisas de mercado e exposição de materiais sustentáveis.

Durante a abertura, Haroldo Ferreira, presidente-executivo da Abicalçados, ressaltou a importância da certificação Origem Sustentável, que atesta as práticas ESG na indústria calçadista brasileira. “A sustentabilidade é crescente no setor, e exemplo desse nosso compromisso é o investimento de esforços na promoção do Origem Sustentável”, afirmou o dirigente.

O presidente da Assintecal, Gerson Berwanger, também destacou o papel da certificação no setor. “O Origem Sustentável não é apenas uma certificação, mas um guia de práticas sustentáveis”, disse Berwanger, mencionando ainda que o evento busca criar uma comunidade para estimular a cultura da sustentabilidade.

O evento contou ainda com a participação de representantes de empresas como a Tramontina, que apresentou suas iniciativas de logística reversa e reciclagem de plásticos, e a Fruki, que destacou suas práticas de responsabilidade social, como programas de desenvolvimento de lideranças e promoção da diversidade.

O gerente de Excelência Ambiental da Suzano, Francisco Rollo, compartilhou as metas ambientais da empresa, incluindo a remoção de milhões de toneladas de CO2 da atmosfera e o objetivo de retirar 200 mil pessoas da linha de pobreza até 2030.

Representando o varejo, a C&A enfatizou a importância da integração entre indústria e varejo com foco na sustentabilidade, com a participação da gerente de Calçados, Kelly Braz.

O evento incluiu também um painel com empresas certificadas no programa Origem Sustentável, mediado por Marco Schmitt, diretor de Negócios da Box Print, com participação de Thomas Simon, CEO do grupo S2 Holding (Tess), e outros representantes do setor.

No final, empresas como Grendene, Arezzo&Co e Broplast foram recertificadas no programa Origem Sustentável. A primeira edição do Conexão Origem Sustentável incorporou práticas sustentáveis em sua realização, incluindo reuso e reciclagem de materiais e neutralização das emissões de carbono do evento.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/10/2024 0 Comentários 324 Visualizações
Business

Pacto Calçadista debate reposicionamento do calçado do RS nos EUA

Por Jonathan da Silva 15/10/2024
Por Jonathan da Silva

O reposicionamento do calçado do Rio Grande do Sul no mercado dos Estados Unidos, que importa cerca de 2 bilhões de pares por ano, foi o tema central de um evento promovido pelo Comitê de Internacionalização e o Pacto Calçadista, nesta quinta-feira (10), no auditório da ACI, em Novo Hamburgo. Especialistas destacaram a necessidade de união de todo o setor para aumentar as vendas no mercado norte-americano, que é amplamente dominado por produtos da Ásia.

O integrante do Conselho Estratégico do Pacto Calçadista, Marlos Schmidt, ressaltou que já foram realizados avanços significativos, como a associação à Associação dos Distribuidores e Varejistas de Calçados (FDRA), e anunciou que uma missão da entidade visitará o Rio Grande do Sul em 2025. Schmidt enfatizou a importância do apoio de empresas e entidades empresariais e incentivou a participação de mais integrantes do setor.

Durante o segundo painel, a empresária e professora universitária Ana Cristina Klein abordou a relevância da integração entre cultura exportadora e capacidade de internacionalização para o sucesso em mercados globais. Segundo Ana, “a cultura exportadora cria a mentalidade certa, enquanto a capacidade de internacionalização oferece as ferramentas e estruturas necessárias.” Ela também destacou a qualidade do produto e certificações internacionais como estratégias para exportação ao mercado americano.

A especialista apresentou ainda os dez mandamentos da exportação de calçados para os Estados Unidos:

  1. Não reclamarás de ter que produzir meio número.
  2. Não tentarás convencer o cliente a aceitar número cheio.
  3. Não farás ‘enjambrações’ e terás equipe técnica com capacidade para desenvolver e produzir meio número.
  4. Responderás e-mails e solicitações de preços e entregas em 24 horas, como fazem os chineses.
  5. Farás amostras e produção 100% de acordo com a ficha técnica detalhada pelo cliente, e sugerirás alterações em tempo hábil, não no último momento.
  6. Respeitarás datas de entrega de amostras e produção, e quando possível, informarás mudanças em tempo hábil.
  7. Terás claro a diferença entre uma desculpa e uma explicação.
  8. Calcularás o preço de forma precisa e não voltarás atrás nas condições de negociação.
  9. Entenderás que, sem compliance, não há negócios com empresas americanas.
  10. Entenderás que precisas entregar produto e serviço excelentes!

No terceiro painel, a gerente comercial do IBTeC, Karin Becker afirmou que a conformidade com normas internacionais é essencial para realizar negócios com grandes marcas internacionais. “Sem isso, não há negócios”, destacou Karin, que também mencionou que o mercado americano é o segundo mais regulamentado do mundo e que a sustentabilidade será um fator indispensável no futuro.

O coordenador do Eixo Pessoas, Processos e Produtos do Pacto Calçadista, Oscar Bortolussi, ressaltou a importância da capacitação de profissionais e da preparação das empresas para garantir o sucesso organizacional, afirmando que “tudo começa e termina nas pessoas”.

Christian Thomas, também do Conselho Estratégico do Pacto Calçadista, defendeu que o calçado brasileiro deve buscar um reposicionamento no mercado norte-americano, focando em um nicho de preço superior ao ocupado por produtos asiáticos. Ele ressaltou que o Brasil pode competir em faixas de preço mais altas, entre US$ 200 e US$ 300, aproveitando diferenciais como lead-time reduzido, transit time eficiente e a participação em feiras internacionais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/10/2024 0 Comentários 248 Visualizações
Variedades

Calçadista Kidy reporta melhor Dia das Crianças em meia década

Por Jonathan da Silva 11/10/2024
Por Jonathan da Silva

A fabricante de calçados infantis Kidy, de Birigui-SP, registrou em 2024 o melhor desempenho de vendas para o Dia das Crianças nos últimos cinco anos, com um aumento de 36% no faturamento consolidado do terceiro trimestre de 2024. A empresa informou que esse crescimento está relacionado ao período em que os produtos são encomendados para abastecer o varejo para a data comemorativa. Com esse resultado, a expectativa da empresa é fechar o ano com um aumento de mais de 15% em seus resultados.

O gerente comercial nacional da Kidy, Rafael Menezes, afirmou que, apesar dos desafios do mercado e da instabilidade econômica, a empresa sempre confiou em bons resultados. “Temos produtos acertados, como as linhas Surpresa, que inclui 14 brinquedos exclusivos, e Luz, com proteção contra água para as crianças brincarem sem preocupações”, destacou Menezes. Ele também ressaltou que o crescimento da Kidy em 2024 será três vezes maior do que a média projetada para o setor calçadista brasileiro, que é de cerca de 5%, segundo a Abicalçados.

Para 2025, a Kidy mantém uma perspectiva otimista, com planos de ampliar sua carteira de clientes em todo o Brasil. A empresa, que produz mais de 3,5 milhões de pares de calçados infantis por ano, tem fábricas em Birigui e Três Lagoas-MS, onde emprega cerca de 1,2 mil pessoas. Atualmente, 12% da produção é destinada à exportação, com os principais destinos sendo países da América Latina.

Foto: Kidy/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/10/2024 0 Comentários 374 Visualizações
Business

Abicalçados revisa previsão de crescimento do setor calçadista para até 3,2%

Por Jonathan da Silva 09/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) revisou sua previsão de crescimento para o setor calçadista em 2024, com projeções de aumento entre 1,9% e 3,2% na produção, que deve alcançar entre 882 milhões e 893 milhões de pares. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (9), durante o evento on-line “Análise de Cenários”, conduzido pela coordenadora de Inteligência de Mercado da entidade, Priscila Linck, e pelo doutor em economia Marcos Lélis.

Durante o evento, Lélis traçou um panorama econômico global e nacional. O economista mencionou que, apesar da recuperação econômica nos Estados Unidos, Japão e Europa, um mercado importante para o calçado brasileiro, a Argentina, enfrentou uma queda de 1,7% no segundo trimestre de 2024.  “Tratando do PIB brasileiro, crescemos 3,3% no segundo trimestre, número acima do esperado. O resultado foi impactado pela associação entre os aumentos do consumo das famílias e dos investimentos”, ressaltou Lélis, acrescentando que a demanda interna tem crescido mais do que o PIB.

Priscila destacou o impacto da concorrência internacional, especialmente da China, no mercado de exportações brasileiro. Segundo ela, entre janeiro e setembro de 2024, as exportações de calçados do Brasil caíram 21% em número de pares. Para 2025, a projeção é de uma estabilização das exportações, com variação de -1,9% a 0,2%. “O Brasil vem perdendo participação para os asiáticos no mercado internacional, principalmente para Vietnã, Indonésia e China”, comentou a coordenadora.

No mercado interno, que absorve mais de 85% das vendas do setor, a produção de calçados cresceu 4,4% até agosto de 2024, recuperando os níveis pré-pandemia de 2019. Para 2025, a Abicalçados projeta um crescimento entre 1,1% e 1,9%, com a produção entre 897 milhões e 904 milhões de pares, sendo mais de 89% destinados ao mercado interno.

O evento “Análise de Cenários” também foi realizado presencialmente em polos calçadistas como Franca, Jaú e Birigui, em São Paulo, e contou com o patrocínio do grupo FCC e apoio da ApexBrasil, MDIC, Sindifranca, Sindicalçados Jaú e Sinbi.

Principais dados e projeções do Análise de Cenários

  • Produção de calçados em pares (consolidada): +4,4% de janeiro a agosto no comparativo com mesmo período de 2023;
  • Exportações de calçados em pares (consolidada): -21% de janeiro a setembro no comparativo com mesmo período de 2023;
  • Consumo aparente em pares (consolidado): +9,4% de janeiro a setembro no comparativo com mesmo período de 2023;
  • Produção de calçados 2024 em pares (projeção): Entre +1,9% e +3,2% (882 milhões de pares e 893 milhões de pares);
  • Produção de calçados 2025 em pares (projeção): Entre +1,1% e +1,9% (897 milhões de pares e 904 milhões de pares);
  • Exportações de calçados 2024 em pares (projeção): Entre -19,2% e -14,5% (95,6 milhões de pares e 101,2 milhões de pares);
  • Exportações de calçados 2025 em pares (projeção): Entre -1,9% e +0,2% (96,5 milhões de pares e 98,6 milhões de pares).
Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2024 0 Comentários 602 Visualizações
Business

“Invasão chinesa” preocupa setor calçadista brasileiro

Por Jonathan da Silva 03/10/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista brasileira encerrou agosto com saldo positivo de 12,4 mil novos postos de trabalho, totalizando 293 mil empregos no setor, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) baseados em registros do Ministério do Trabalho e Emprego. Apesar do crescimento de mais de 4% na produção até agosto, com 500 milhões de pares de calçados fabricados, o número de empregos ainda é 2,5% menor do que no mesmo período do ano passado. Além disso, uma “invasão chinesa” é vista com alarme pela entidade.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, afirma que o crescimento da renda das famílias brasileiras impulsionou o mercado interno e contribuiu para a recuperação do setor. No entanto, Ferreira alertou para a ameaça representada pelo aumento das importações de calçados asiáticos, especialmente da China. Segundo ele, a prática de dumping, quando produtos são vendidos abaixo do preço de mercado, tem gerado concorrência desleal com a produção nacional. “Esses calçados entram no Brasil com valores subfaturados, o que prejudica a competitividade das empresas brasileiras”, pontua Ferreira.

Outro risco apontado pelo executivo é a possibilidade de um acordo de livre comércio entre o Mercosul e a China, o que poderia agravar a situação. “Seria uma tragédia se a China pudesse enviar seus produtos ao Brasil sem taxa de importação e sem a tarifa antidumping, que hoje é de US$ 10,22 por par. Isso colocaria em risco tanto os empregos quanto a própria existência da indústria calçadista brasileira”, conclui Ferreira.

Em termos regionais, o Rio Grande do Sul, principal empregador do setor, criou 1,6 mil empregos até agosto, somando 85,7 mil postos, uma redução de 4% em relação ao mesmo período de 2023. Já o Ceará foi o primeiro estado a recuperar as perdas de 2023, gerando mais de 3 mil postos até agosto e fechando o período com 68,3 mil empregos, um aumento de 0,7%. Na Bahia, foram criados mil postos até agosto, totalizando 40,8 mil empregos, uma queda de 4,8% em comparação com o ano anterior.

Empregos no setor por estado

  • Rio Grande do Sul: + 1,6 mil empregos entre janeiro e agosto / 85,8 mil empregos no total (-4% ante 2023)
  • Ceará: + 3 mil empregos entre janeiro e agosto / 68,3 mil empregos no total (+0,7% ante 2023)
  • Bahia: + 1 mil empregos entre janeiro e agosto / 40,8 mil empregos no total (-4,8% ante 2023)
  • São Paulo: + 4 mil empregos entre janeiro e agosto / 33,8 mil empregos no total (-0,8% ante 2023)
  • Brasil: + 12,4 mil empregos entre janeiro e agosto / 293 mil empregos no total (-2,5% ante 2023)
Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/10/2024 0 Comentários 483 Visualizações
Variedades

Evento Conexão Origem Sustentável terá palestras de cases de ESG

Por Jonathan da Silva 01/10/2024
Por Jonathan da Silva

O evento Conexão Origem Sustentável, organizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), terá palestras de grandes empresas sobre práticas de ESG. O encontro ocorrerá no dia 15 de outubro, no Centro de Eventos da Faccat, em Taquara.

Entre os cases confirmados estão Tramontina, Suzano, C&A, Fruki e Mosaiclab. O evento contará com cinco palestras, um painel sobre o programa Origem Sustentável, que certifica práticas ESG na cadeia produtiva do calçado, e um coquetel de networking. O sócio-fundador do Mosaiclab, Ricardo Contrera, conduzirá a palestra “Panorama do ESG para o mercado e consumo”, onde apresentará como marcas e o varejo estão se posicionando em relação ao tema e trará insights sobre o consumidor.

A gerente de Sustentabilidade da Tramontina, Lizandra Rostellato Marin, apresentará a palestra “Liderança e ação para um futuro sustentável”, discutindo a história da marca em relação à sustentabilidade. A palestra “Compromisso sustentável” será conduzida por Fabíola Eggers, da Fruki, e Elias Neto, da Ecovalor, e abordará os desafios enfrentados na jornada de sustentabilidade da empresa.

A Suzano será representada por Francisco Martins Rollo, que apresentará “Sustentabilidade e cadeia de valor – desafios e oportunidades”, compartilhando lições aprendidas em sua jornada de sustentabilidade. A palestra da C&A, “Agilidade, modernização no mercado e monitoramento da cadeia de fornecedores”, será conduzida por Kelly M. Braz, que abordará a importância da agilidade em práticas sustentáveis.

A gestora de Marketing e Relacionamento da Assintecal, Aline Santos, afirmou que o evento foi criado para ser um “ponto de encontro” para discutir práticas ESG na cadeia produtiva do calçado. Os ingressos são gratuitos para empresas certificadas ou em processo de certificação pelo Origem Sustentável, enquanto empresas associadas pagam R$ 75 e o público geral R$ 150. Mais informações e ingressos estão disponíveis no site do evento.

Programação

  • 13h30min – Credenciamento
  • 14h – Abertura oficial
  • 14h10min – Palestra Panorama do ESG para o mercado e consumo, com Mosaiclab | Ricardo Duarte Contrera
  • 14h50min – Palestra Tramontina: Liderança e Ação para um futuro sustentável | Lizandra Rostellato Marin
  • 15h30min – Palestra Fruki: Compromisso sustentável | Fabíola Eggers e Elias Neto
  • 16h10min – Palestra Suzano: Sustentabilidade e cadeia de valor – desafios e oportunidades | Francisco Rollo
  • 16h50min – Palestra C&A: Agilidade, modernização no mercado e monitoramento da cadeia de fornecedores | Kelly M. Braz
  • 17h30min – Painel Sustentabilidade como Diferencial Competitivo | com empresas certificadas nível Diamante pelo Origem Sustentável: Grendene (Carlos André Carvalho), Box Print (Marco Schmitt), Cipatex (William Marcelo Nicolau), Ambiente Verde (Alberto Luiz Wanner) e S2 Holding (Thomas Simon).
  • 18h10min – Coquetel de networking
    20h – Encerramento do evento
Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/10/2024 0 Comentários 407 Visualizações
Business

Calçadista Kidy está entre as melhores do Brasil em premiação do Lide

Por Jonathan da Silva 30/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Kidy Calçados, empresa de Birigui-SP, está concorrendo em cinco categorias no Prêmio Líderes Regionais 2024, promovido pelo Lide Noroeste Paulista. A votação para o prêmio está aberta até 6 de outubro, com a cerimônia de premiação marcada para 5 de novembro, em São José do Rio Preto-SP. A empresa calçadista disputa nas categorias Indústria, Inovação, Melhor Empresa, Práticas Sustentáveis e com a indicação de seu cofundador e diretor, Ricardo Gracia, como Empresário do Ano.

Gracia destacou a importância da indicação em diversas categorias, afirmando que ela reflete o compromisso da Kidy em unir negócios ao bem-estar infantil e práticas sustentáveis. “Nossa indicação em cinco categorias aponta que estamos trilhando o caminho certo, aliando negócios com bem-estar e saúde dos pequenos, sempre prezando pela integração com a comunidade e a adoção de práticas sustentáveis de produção”, enfatiza o empresário.

A Kidy, que já produziu mais de 54 milhões de pares de calçados infantis, prevê um crescimento de 15% no faturamento em 2024, com foco no aumento da produtividade e reposicionamento de custos e preços. Gracia também comentou que a empresa planeja fortalecer sua presença internacional em países do Oriente Médio e Europa em 2025.

O Prêmio Líderes Regionais é um dos principais reconhecimentos empresariais do Noroeste Paulista. A escolha dos vencedores é realizada em três etapas: uma fase de indicações por líderes locais, seguida de votação popular e, finalmente, a escolha pelos membros dos Comitês de Gestão do Lide. São 13 categorias no total, incluindo Indústria, Inovação, Práticas Sustentáveis, Empresário do Ano e Empresa do Ano.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/09/2024 0 Comentários 473 Visualizações
Business

Feiras nos EUA devem gerar US$ 3,9 milhões para calçadistas brasileiros

Por Jonathan da Silva 27/09/2024
Por Jonathan da Silva

As feiras Magic Las Vegas e Magic Nova Iorque, realizadas em agosto e setembro nos Estados Unidos, devem gerar mais de US$ 3,9 milhões em negócios para 11 marcas brasileiras de calçados. O valor inclui negócios realizados durante os eventos e acordos alinhavados que serão concretizados posteriormente. A participação das empresas brasileiras foi apoiada pelo Brazilian Footwear, programa de incentivo às exportações do setor, promovido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A responsável pelo departamento de Negócios da Abicalçados, Carla Giordani, comentou sobre a recuperação do mercado norte-americano após um início de ano fraco. “O fato foi refletido nos eventos, que geraram mais de 140 visitas de players do mercado dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e países da América Latina. No total, devem ser comercializados mais de 90 mil pares de calçados brasileiros”, afirmou Carla.

Os Estados Unidos, maior mercado consumidor de calçados do mundo em valores, continuam sendo o principal destino dos calçados brasileiros. Segundo dados da Abicalçados, entre janeiro e agosto de 2024, foram exportados cerca de 7 milhões de pares para o mercado norte-americano, um volume 5% menor do que o registrado no mesmo período do ano anterior.

As marcas Carrano, Lavish by Tricia Milaneze e Camu Camu participaram da Magic Las Vegas com o apoio do Brazilian Footwear. Na Magic Nova Iorque, o programa apoiou as marcas Beira Rio, Vizzano, Moleca, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BRsport e Carrano.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2024 0 Comentários 326 Visualizações
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